TRIGGER 240 SC
Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob n° 11920
COMPOSIÇÃO:
4-bromo-2-(4-chlorophenyl) –1-(ethoxymethyl) –5-(trifluoromethyl)pyrrole-3-carbonitrile
(CLORFENAPIR)............................................................................................................................................240,0 g/L (24,0% m/v)
Outros Ingredientes.......................................................................................................................................887,5 g/L (88,75% m/v)
GRUPO 13 INSETICIDA
CONTEÚDO: VIDE RÓTULO
CLASSE: inseticida/ acaricida de contato e ingestão,
GRUPO QUIMICO: análogo de pirazol
TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)
TITULAR DO REGISTRO:
CROPCHEM LTDA. – Avenida Cristóvão Colombo, 2834, Conjuntos 803/804, Porto Alegre, RS, CEP 90560-002 – Fone: (51)
3342-1300 Fax: (51) 3343-5295 – CNPJ: 03.625.679/0001-00
Número de registro do estabelecimento no Estado: 1190/00 – SEAPA/RS
IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO:
⚫ NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ:
75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR.
PRODUTO TÉCNICO:
CLORFENAPIR TÉCNICO CROPCHEM - Registro MAPA nº 33419.
SHANDONG WEIFANG SHUANGXING PESTICIDE CO., LTD. – Yansi District, 403 Building 403, Binhai Economic
Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China
FORMULADOR:
⚫ JIANGSU CORECHEM CO. LTD. – 18, Shilian Avenue, Huaian City, 223000, Jiangsu – China ⚫ JIANGSU UNITED
AGROCHEMICAL CO, LTD. – Shuangxiang Road, Nanjing Chemical Industry Park, Nanjing – China ⚫ NINGBO SUNJOY
AGROSCIENCE CO., LTD. - BeiHai Road, n° 1165, Ningbo Chemical Industry Zone, Xiepu Town, Zhenhai District - Ningbo -
China ⚫ SINO-AGRI LEADING (TIANJIN) AGROCHEMICAL COMPANY LIMITED. – East of Jinji Rail, South of Nongchang.
Wuqing District, Tianjin, 301700 – China ⚫ SHANDONG WEIFANG SHUANGXING PESTICIDE CO., LTD. – Yansi District,
403 Building 403, Binhai Economic Development Area, Weifang, Shandong, 262737, China ⚫ SHIJIAZHUANG RICHEM CO.,
LTD. – No1. Xingwang road, Biological Industrial Park, Zhaoxian, 051530, Shijiazhuang, Hebei, China ⚫ NORTOX S.A. -
Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ: 75.263.400/0001-99 – registro
no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR. ⚫ HEXTAR CHEMICALS SDN BHD - Lot 5, Jalan Perigi Nenas 7/3 Fasa 1A Pulau
Indah Industrial Park, 42920, Pelabukan Klang, Selangor Darul Ehsan, Malasia ⚫ TECNOMYL S.A - Parque Industrial Avay –
Villeta, Paraguay ⚫ BENGBU BIOAGRILAND FAITHCHEM CO., LTD. - No. 23, Feihezhong Road, Mohekou Industrial Park,
Huaishang, District, Bengbu City, Anhui Province., China. ⚫ SUZHUO GREENLANDS CHEMICAL LTS..- East Renmin Road,
Zhangjiagang City, Jiangsu Province, Jiangsu, China.
MANIPULADOR:
⚫ NORTOX S.A. - Endereço: Rodovia Melo Peixoto (BR 369), km 197, Arapongas – PR – CEP 86706-430 - CNPJ:
75.263.400/0001-99 – registro no órgão estadual: 000466 – ADAPAR/PR.
N° do lote ou da partida:
Data de Fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de Vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no Art. 4º do
Decreto Nº 7.212, de 15 de junho de 2010)
CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: NÃO CLASSIFICADO – PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL II – PRODUTO MUITO PERIGOSO AO
MEIO AMBIENTE
TRIGGER 240 SC
TRIGGER 240 SC
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO – MAPA
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
TRIGGER 240 SC, é um produto análogo de pirazol que apresenta um largo espectro de ação sob
diferentes espécies de ácaros e insetos em diversas culturas, sendo uma opção no controle de
espécies que apresentam suspeitas de resistências aos principais grupos químicos como Fosforados,
Carbamatos, Piretróides e Fisiológicos e para o manejo integrado de pragas, principalmente nos
Programas de Rotação ou Alternância de Produtos.
Modo de ação:
Ação de contato e ingestão: TRIGGER 240 SC atua sobre os artrópodes e insetos pragas por
ingestão e ação de contato, embora o primeiro processo seja aparentemente o mais eficiente. Em
diversas espécies de plantas onde foi aplicado o TRIGGER 240 SC mostrou boa atividade
translaminar. TRIGGER 240 SC é um inseticida/acaricida indicado para o controle de pragas nas
seguintes culturas:
CULTURAS / PRAGAS / DOSES / VOLUME DE CALDA / NÚMERO DE APLICAÇÕES:
NÚMERO
CULTURA PRAGA DOSES VOLUME DE MÁXIMO DE
CALDA (L/ha) APLICAÇÕES
Lagarta-das-maçãs 1,0 - 1,5 L/ha
(Heliothis virescens)
Ácaro-branco
(Polyphagotarsonemus 1,25 L/ha
latus)
ALGODÃO Ácaro-rajado
(Tetranychus urticae) 100 - 200 4
Lagarta-do-cartucho 1,0 L/ha
(Spodoptera
frugiperda)
Lagarta-armigera
(Helicoverpa armigera) 0,8 - 1,2 L/ha
**
Tripes do
bronzeamento
(Enneothrips flavens)
AMENDOIM 0,5-0,8 L/ha 150 2
Lagarta do pescoço
vermelho
(Stegasta bosquella)
Traça-da-batatinha
(Phthorimaea
operculela)
Vaquinha-verde-
amarela 500 - 750 3
BATATA (Diabrotica speciosa) mL/ha
Tripes 400
(Thrips tabaci)
Larva-minadora
(Liriomyza 750 mL/ha
huidobrensis)
CEBOLA Tripes 500 - 750 800 - 1000 3
(Thrips tabaci) mL/ha
TRIGGER 240 SC
Ácaro-rajado 30 - 50
(Tetranychus urticae) mL/100 L de
Uso não
CRISÃNTEMO água 1000
alimentar
Tripes
(Thrips palmi)
0,2-0,75 L/ha
ou
Ácaro-rajado Uso não
EUCALIPTO 100-150 200-250
Tetranychus urticae alimentar
mL/100 L de
água
Mosca-branca
(Bemisia tabaci raça B) 1,0 L/ha
Tripes
FEIJÃO
(Thrips palmi) 100 - 200 3
Vaquinha-verde-amarela 500 - 750
(Diabrotica speciosa) mL/ha
50 - 100
Tripes
mL/100 L de
MELANCIA (Thrips palmi) 1000 3
água
Lagarta-do-cartucho 500 - 750
MILHO (Spodoptera frugiperda) mL/ha 100 - 200 2
Acaro-rajado
(Tetranychus urticae)
Broca-do-morango 1 L/ha ou 100
MORANGO (Lobiopa insularis) mL/100 L de 1000 3
Pulgão-do-morangueiro água
(Capitophorus
fragaefolli)
Vaquinha-verde-amarela 30 mL/100 L
PIMENTÃO (Diabrotica speciosa) de água 1000 3
30 - 50
Ácaro-rajado Uso não
mL/100 L de
ROSEIRA (Tetranichus urticae) 1000 alimentar
água
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,6 - 1,2 L/ha
**
Lagarta-das-maçãs
0,5 - 1,2 L/ha
(Heliothis virescens)
Tripes 0,25 – 1,20
(Frankliniella schulzei) L/ha
SOJA *
Lagarta-falsa-medideira
0,5 - 1,2 L/ha 150 - 200 3
(Chrysodeixis includens)
Lagarta-militar
0,8 - 1,2 L/ha
(Spodoptera frugiperda)
* Em manejo de Helicoverpa armigera. na cultura da soja em baixa infestação e até o 2º instar, a dose menor de 0,6 L/ha pode
ser utilizada, devendo-se aumentar a dose para 1,0 L/ha em infestações de intensidade média e lagartas acima do 2º
instar.
** As doses mais altas devem ser utilizadas em plantações com alta incidência da praga para um maior período de controle
onde as lagartas já passaram do segundo instar.
ÉPOCA / INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Algodão: Para lagarta da maçã, aplicar quando houver 10 a 20% de botões florais ou maçãs
atacadas por lagartas, repetir sempre que a infestação atingir estes níveis. Para lagarta do cartucho,
aplicar assim que observado ataque nas folhas, reaplicando a cada 5 dias devido à rápida
capacidade de reinfestação da praga. Para o controle do ácaro-rajado e ácaro-branco, aplicar quando
TRIGGER 240 SC
atingir o nível econômico de dano. Repetir, se necessário. Procurar obter uma cobertura uniforme de
pulverização. Para o controle de Helicoverpa sp. realizar o monitoramento da presença de ovos da
mariposa nas plantas, acompanhar o desenvolvimento dos ovos até que seja observada a eclosão
das primeiras lagartas. Aplicar a partir da eclosão das primeiras lagartas, na presença de lagartas de
primeiro instar (1-3 mm de comprimento) até a ocorrência de 10% de plantas infestadas. O
acompanhamento do desenvolvimento dos ovos e da eclosão das primeiras lagartas é de
fundamental importância para o sucesso no controle, uma vez que as lagartas migram para partes de
difícil acesso, como os botões florais e maçãs e ficam mais protegidas, dificultando o seu contato com
os inseticidas, o que pode ocasionar falhas no controle. Reaplicar quando atingir o nível de 10 plantas
infestadas. Amendoim: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga, repetir a aplicação em
caso de reinfestação. Batata: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão.
Reaplicar caso haja reinfestação. Cebola: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em
questão. Reaplicar caso haja reinfestação. Eucalipto: para controle do ácaro-rajado (Tetranychus
urticae), a aplicação deve ser feita no início da infestação em viveiro. O produto deverá ser diluído em
água na dose recomendada e aplicado de forma a obter boa cobertura em toda área foliar das
plantas. Sugere-se 3 aplicações no viveiro, alternando produtos de modo de ação distintos. Não
realizar aplicações sucessivas do mesmo produto. Crisântemo e Rosa: Iniciar as aplicações no início
da infestação da praga em questão. Reaplicar caso haja reinfestação. Melancia, Feijão, Milho,
Morango e Pimentão: Iniciar as aplicações no início da infestação da praga em questão. Reaplicar
caso haja reinfestação. Soja: Realizar o monitoramento da área, observando o momento das
primeiras posturas, acompanhar a evolução dos ovos, e realizar a aplicação quando da eclosão das
primeiras lagartas. O acompanhamento do desenvolvimento dos ovos e da eclosão das primeiras
lagartas é de fundamental importância para o sucesso no controle, uma vez que as lagartas migram
para as partes baixas da planta, dificultando o seu contato com os inseticidas o que pode ocasionar
falhas no controle. Reaplicar em caso de reinfestação, respeitando o número máximo de 3 aplicações
por ciclo.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto diluído em água conforme as recomendações (calda) poderá ser aplicado via terrestre
utilizando pulverizadores: tratorizado com turbo atomizador, costal manual ou motorizado, usando-se
bico de jato cônico com ponta e difusor ou bicos cônicos rotativos (CDA) produzindo 30-50 gotas/cm²
e VMD de 250-400 µ, com pressão de 80-100 psi.
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• Temperatura ambiente até 30ºC
• Umidade relativa do ar acima de 50%
• Velocidade de vento de no máximo 10 km/h
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas e critério do engenheiro agrônomo,
evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
PREPARO DA CALDA:
1. Encher o tanque do pulverizador até ¾ da capacidade com água limpa.
2. Adicionar o produto na quantidade necessária ao tanque parcialmente cheio, com o agitador em
funcionamento de modo a garantir a uniformização da calda e completar com água, sempre
agitando bem a calda.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão .................................................. 21 dias
Amendoim............................................... 07 dias
Batata ..................................................... 07 dias
Cebola .................................................... 14 dias
Crisântemo ............................................. U.N.A.
Eucalipto..................................................U.N.A.
Feijão ...................................................... 14 dias
Melancia ................................................. 14 dias
Milho ....................................................... 45 dias
Morango...................................................7 dias
Pimentão ................................................ 14 dias
Roseira.................................................... U.N.A.
TRIGGER 240 SC
Soja *....................................................... 30 dias
* Para soja considerar o LMR de 0,01 ppm.
U.N.A.: Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em presença de ventos fortes.
• Chuvas após a aplicação podem levar o produto a pode ocorrer a necessidade de nova aplicação
(verificar o comportamento das pragas).
• Quando usado nas doses, culturas e condições mencionadas, o produto não causa efeito fitotóxico
para as culturas indicadas.
• Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas
por um período de 7 dias após a aplicação do produto.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana
ANVISA/MS)
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide modo de aplicação
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA
EQUIVALENTE;
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,
TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃODAS EMBALAGENS VAZIAS
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente -
IBAMA/MMA)
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um
problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à
resistência. O inseticida TRIGGER 240 SC pertence ao grupo 13 (Desacopladores da fosforilação
oxidativa via disrupção do gradiente de próton) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto
do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas
culturas. Para manter a eficácia e longevidade do TRIGGER 240 SC como uma ferramenta útil de
manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir,
retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 13. Sempre rotacionar com
produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar TRIGGER 240 SC ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo
de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas de TRIGGER 240 SC podem ser feitas desde que o período residual total do
“intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
TRIGGER 240 SC
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso
específico do TRIGGER 240 SC, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo
químico das Clorfenapir, Dinitrofenol, Sulfluramida não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50%
do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do TRIGGER 240 SC ou outros produtos do
Grupo 13 quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a
serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de
culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados
para o IRAC-BR ([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
([Link]).
GRUPO 13 INSETICIDA
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado, envolvendo todos os princípios e medidas
disponíveis e viáveis de controle. A integração dos métodos de controle cultural, mecânico ou físico,
controle biológico e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o
melhor equilíbrio do sistema.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e a aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida
útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional
habilitado.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado,
longe do alcance de crianças e de animais.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte
ordem: macacão com tratamento hidrorrepelente, botas de borracha, avental, máscara, óculos, touca
árabe e luvas de nitrila.
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação
à forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
PRECAUÇÕES DURANTE O MANUSEIO OU PREPARAÇÃO DA CALDA
- Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
TRIGGER 240 SC
botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra
vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral;
touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que
estiver sendo aplicado do produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando
as melhores condições climáticas para cada região.
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato com a névoa do produto.
- Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das
botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e
filtro mecânico classe P2 ou P3); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de
nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem em áreas tratadas
logo após a aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), sempre lave as luvas ainda vestidas
para evitar contaminação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Para ambientes onde haja relação de trabalho, é vedado aos trabalhadores levarem EPI para casa.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão com
tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila, botas de borracha e avental.
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente
protegida.
PRODUTO NÃO CLASSIFICADO QUANTO À TOXICIDADE
TRIGGER 240 SC
PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a
embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso
o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Pele: Em caso de contato, tire toda roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que
a água de lavagem entre no outro olho. Caso utilize lente de contato, deve-se retirá-la.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve se proteger da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
INFORMAÇÕES MÉDICAS
- INTOXICAÇÕES POR TRIGGER 240 SC
Grupo químico Clorfenapir: Análogo de pirazol
Classe toxicológica PRODUTO NÃO CLASSIFICADO
Vias de exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Toxicocinética Clorfenapir: a absorção, distribuição, metabolismo e excreção (ADME)
foram investigados após administração oral em ratos. A excreção fecal
foi a principal via de eliminação (80%) com baixas recuperações do
clorfenapir radioativo na urina e nos tecidos; que ocorreu
substancialmente dentro de 48 horas após a administração. A maioria
do composto é excretado inalterado (40-70% das doses
administradas). Menores quantidades de oito metabolitos primários e
conjugados e quatro componentes isolados não identificados foram
detectados, cada um com menos de 10% da radioatividade dosada. Os
metabolitos identificados foram principalmente excretados na urina.
Toxicodinâmica Clorfenapir: o modo de ação inseticida é interferindo sobre o
metabolismo respiratório do inseto, como desacoplador da fosforilação
oxidativa via disrupção do gradiente de próton H. O mecanismo de
toxicidade em humanos não é conhecido.
Sintomas e sinais As informações detalhadas abaixo foram obtidas de estudos agudos
clínicos com animais de experimentação tratados com a formulação à base de
Clorfenapir.
Exposição oral: em ratos tratados com a dose de 300 e 2000 mg/kg
peso corpóreo não foram observados sinais de toxicidade. Nenhuma
morte e alteração macroscópica foram observados nos animais.
Exposição dérmica: ratos tratados com dose de 2000 mg/kg peso
corpóreo, não apresentou mortalidade, alterações comportamentais ou
clínicas. Nenhuma alteração macroscópica foi observada nos animais
durante as necropsias. A substância teste não é sensibilizante dérmico.
Exposição inalatória: ratos expostos ao produto via câmara “nose
only” na concentração 5,573 mg/L. Nenhum sinal clínico ou morte
ocorreu durante o período de observação. Após o período de
observação os animais foram submetidos a necropsias e nenhuma
alteração macroscópica foi encontrada.
Exposição ocular: três coelhos foram expostos com 0,1 mL da
substância teste aplicado pura no saco conjuntival de cada animal,
TRIGGER 240 SC
observou-se: irite, hiperemia na conjuntiva, e quemose em 3/3 dos
olhos testados; secreção em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais
de irritação retornaram ao normal na leitura em 72 horas após o
tratamento para 3/3 dos olhos testados. Nenhuma alteração
relacionada ao tratamento foi observada na córnea. Não houve
retenção do corante de fluoresceína sádica na superfície da córnea nos
olhos tratados dos animais. Nenhuma alteração comportamental ou
clínica relacionada ao tratamento foi notada durante o período de
observação.
Efeitos crônicos: Estudos de mutações genéticas e cromossômicas
não demonstraram efeito genotóxico relacionado ao produto.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de
quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas
indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não
condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Tratamento ANTÍDOTO: não existe antídoto específico. Tratamento sintomático e
de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das
funções vitais.
Estabilização do paciente: monitore sinais vitais (pressão sanguínea,
frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura corporal).
Estabeleça via endovenosa. Atenção especial para parada
cardiorrespiratória repentina, convulsões, hipotensão e arritmias
cardíacas. Usar vasopressores na hipotensão severa (evitar adrenalina
pelo risco de fibrilação). Avalie o estado de consciência do paciente.
Proteção das vias aéreas: garanta uma via aérea patente. Sucção de
secreções orais pode ser necessário. Intubação e ventilação podem
ser necessárias, especialmente se o paciente tiver depressão
respiratória ou comprometimento neurológico. Administre oxigênio
conforme necessário para manter adequada perfusão tecidual. Se a
intoxicação for severa, pode ser necessária ventilação pulmonar
assistida.
Medidas de descontaminação: visa limitar a absorção e os efeitos
locais.
Remover roupas e acessórios e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água
abundante e sabão.
Exposição oral:
- O tratamento é sintomático e de suporte. Não há antídoto específico.
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é
recomendada.
- Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária. Somente
considerar a lavagem gástrica após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida, se puder ser realizada logo
após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para o nível de
consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração com a
disposição correta do tubo orogástrico (paciente em decúbito lateral
esquerdo) ou por intubação endotraqueal em cuff.
- Carvão ativado: Liga-se a maioria dos agentes tóxicos e pode
diminuir a absorção sistêmica, se administrado após a ingestão (1h).
Avaliar a necessidade de administração de carvão ativado. Se
necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado em água
(240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes:
25 a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano
de idade).
- Contraindicação: a indução do vômito é contraindicada em razão do
risco de aspiração e de pneumonite química. Não realizar lavagem
gástrica em caso de perda dos reflexos protetores das vias
TRIGGER 240 SC
respiratórias, nível diminuído de consciência; pacientes com risco de
hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidades
pouco tóxicas.
Exposição ocular: lave os olhos expostos abundantemente com água
ou solução salina a 0,9% à temperatura ambiente por cerca de 20 a 30
minutos. Assegure que não fiquem partículas na conjuntiva. Evitar que
a água da lavagem contamine o outro olho. Pode-se utilizar colírio
anestésico no início da descontaminação ocular. Realizar avaliação
oftalmológica de urgência. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
Exposição Dérmica: remova as roupas contaminadas e lave a área
exposta, não negligenciando unhas e dobras cutâneas, com água
abundante e sabão por cerca de 20 a 30 minutos para remover
resíduos de agrotóxicos na pele e cabelo. Podem ocorrer queimaduras
químicas com a exposição ao sol. Tratamento dos sintomas deve ser
de acordo com as manifestações clínicas.
Exposição Inalatória: remova o paciente para um local arejado e
forneça adequadas ventilação e oxigenação. Muitos agrotóxicos
possuem solventes derivados de petróleo, e outras substâncias como
surfactantes, agravando a irritação de mucosas e os efeitos da
intoxicação, podendo causar pneumonite, pneumonia química, edema
pulmonar, bronquite, alergias, asma ou dificuldades respiratórias.
Administre oxigênio, corticoides, broncodiladores, antagonistas H1
(anti-histamínicos), antibioticoterapia, e auxilie na ventilação, conforme
necessário.
Medidas sintomáticas e de manutenção: realizar exames físico
completo e neurológico. Monitorar oxigenação (oximetria ou
gasometria), gases arteriais, eletrólitos, mioglobinúria, função renal e
hepática. Corrigir distúrbios hidroeletrolíticos e acidose. Realizar
exames de imagine, ECG, endoscopias conforme necessidade. Manter
internação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos
sintomas.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: a pessoa
que presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção
das medidas de descontaminação, deverá estar protegida por
equipamento de segurança, de forma a não se contaminar com o
agente tóxico. Remover roupas e acessórios e proceder
descontaminação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e
orifícios) e cabelos, com água abundante e sabão.
O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e
avental impermeáveis. EVITAR aplicar respiração boca a boca caso o
paciente tenha ingerido o produto e utilizar um equipamento
intermediário de reanimação manual (Ambu) para realizar o
procedimento.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e
de pneumonite química. A lavagem gástrica é contraindicada em casos
de perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível
diminuído de consciência em pacientes não intubados; e em casos de
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e
ingestão de quantidade não significativa.
Efeitos das
Não são conhecidos.
interações químicas
Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre
diagnóstico e tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-
ATENÇÃO
6001. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS)
TRIGGER 240 SC
Notifique o caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação
(SINAN/MS). Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância
Sanitária (Notivisa). As intoxicações por agrotóxicos e afins estão
incluídas entre as Doenças e Agravos de Notificação Compulsória.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o
caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica (RENACIAT – ANVISA/MS). Notifique ao sistema de
informação de agravos de notificação (SINAN / MS). Telefone de
Emergência da empresa: (51) 3342-1300
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Vide informações dos itens “Toxicocinética” e “Toxicodinâmica” no quadro acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
EFEITOS AGUDOS:
• DL50 oral em ratos: > 2000 mg/kg peso corpóreo.
• DL50 cutânea em ratos: > 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos: Não determinado nas condições do teste.
• Corrosão/Irritação cutânea em coelhos: o produto é considerado não irritante.
• Corrosão/Irritação ocular em coelhos: o produto causou irite, hiperemia na conjuntiva, e quemose
em 3/3 dos olhos testados; secreção em 1/3 dos olhos testados. Todos os sinais de irritação
retornaram ao normal em 72 horas após o tratamento para 3/3 dos olhos testados. Não houve
opacidade na córnea.
• Sensibilização cutânea em cobaias: O produto não é sensibilizante.
• Sensibilização respiratória: Não disponível.
• Mutagenicidade: O produto não é mutagênico
EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos para investigação de carcinogenicidade em ratos e camundongos; nenhum efeito
oncogênico foi atribuído ao tratamento em qualquer das espécies. Resultados de uma bateria testes
de genotoxicidade in vitro e in vivo mostraram que não apresenta potencial genotóxico. Os testes de
toxicidade para o desenvolvimento conduzidos em coelhos e ratos com clorfenapir não revelaram
efeitos teratogênicos para fetos de qualquer das espécies. O produto não é considerado tóxico para a
reprodução. O SNC é o principal alvo do clorofenapir a partir de administração dietética subcrônica e
crônica em ratos e camundongos, induzindo alterações neuro-histológicas e diminuição da atividade
motora nos animais. Para todos os efeitos acima descritos, níveis de dose seguros foram
estabelecidos nos estudos de toxicidade.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO
MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos (microcrustáceos e peixes);
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
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- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da
água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações
ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou
para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa CROPCHEM LTDA. - telefone de
Emergência: (0XX51)3342-1300.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros,
drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de
uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não
deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo
para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse
material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa
registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e
da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO,
ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s –
Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
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- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo;
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser
armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não
lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local
onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e
ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do prazo de validade. O usuário deve guardar o comprovante de devolução
para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas
as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRIGGER 240 SC
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos,
rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser
realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos
competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM
VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante
através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do
produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados
com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que
inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os
agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros
materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300