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Hipertensão Arterial: Prevalência e Tratamento

O documento aborda a hipertensão arterial, destacando sua prevalência no Brasil, que afeta 32,3% dos adultos e é responsável por um número significativo de mortes. Define a condição como uma elevação persistente da pressão arterial e discute fatores de risco, avaliação, classificação, metas terapêuticas e tratamento, incluindo manejo de crises hipertensivas. As metas de tratamento variam conforme a condição clínica do paciente, visando sempre a redução da pressão arterial para níveis seguros.

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Arthur Reis
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Hipertensão Arterial: Prevalência e Tratamento

O documento aborda a hipertensão arterial, destacando sua prevalência no Brasil, que afeta 32,3% dos adultos e é responsável por um número significativo de mortes. Define a condição como uma elevação persistente da pressão arterial e discute fatores de risco, avaliação, classificação, metas terapêuticas e tratamento, incluindo manejo de crises hipertensivas. As metas de tratamento variam conforme a condição clínica do paciente, visando sempre a redução da pressão arterial para níveis seguros.

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DE GOIÁS


DEPARTAMENTO DE CARDIOLOGIA

HIPERTENSÃO ARTERIAL

APRESENTADOR: CAMILA DUTRA PIMENTA


R4 DE CARDIOLOGIA DO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFG

GOIÂNIA, 2021
ROTEIRO
• PREVALÊNCIA
• DEFINIÇÃO
• FATORES DE RISCO
• AVALIAÇÃO
• CLASSIFICAÇÃO
• METAS TERAPÊUTICAS
• TRATAMENTO
• CRISE HIPERTENSIVA
PREVALÊNCIA

Segundo a PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DE 2013: 32,3% dos adultos brasileitos têm
maior ou igual que 140 por 90 mmHg

No período de uma década (2008 a 2017), foram estimadas 667.184 mortes atribuíveis à HA no
Brasil.

HAS está associada em 45% destas mortes cardíacas e de 51,0% das mortes por doença
cerebrovascular
PREVALÊNCIA
PREVALÊNCIA
DEFINIÇÃO

Trata-se de uma condição multifatorial


caracterizada por elevação persistente da
PA sistólica (PAS) maior ou igual a 140
mmHg e/ou PA diastólica (PAD) maior ou
igual a 90 mmHg, medida com a técnica
correta, em pelo menos duas ocasiões
diferentes, na ausência de medicação anti-
hipertensiva
DEFINIÇÃO

O diagnóstico de HA deverá ser sempre validado por medições repetidas,


em duas ou mais visitas médicas em intervalo de dias ou semanas.
Exceto aqueles pacientes que já apresentem LOA ou doença CV
FATORES DE RISCO
FATORES DE RISCO
GENÉTICA OBESIDADE SAOS

IDADE FATORES
INGESTÃO DE NA E K
SOCIOECONÔMICOS

SEXO SEDENTARISMO ÁLCOOL


FATORES DE RISCO
AVALIAÇÃO

ANAMNESE

EXAME FÍSICO

INVESTIGAÇÃO
DE LOA
AVALIAÇÃO

ANAMNESE
EXAME FÍSICO
AVALIAÇÃO
ETAPAS PARA AFERIÇÃO DA PA
INVESTIGAÇÃO DE LOA
INVESTIGAÇÃO DE LOA
EXAMES RECOMENDADOS

RX DE TÓRAX TESTE ERGOMÉTRICO

ECOCARDIOGRAMA RNM DE CÉREBRO

ALBUMINURIA OU RELAÇÃO USG RENAL


PROTEINÚRIA/CREATININÚRIA OU
ALBUMINÚRIA/CREATININÚRIA

USG DOPPLER DAS CARÓTIDAS HEMOGLOBINA GLICADA


PA NO CONSULTÓRIO, MAPA E MRPA
PA NO CONSULTÓRIO, MAPA E MRPA
CLASSIFICAÇÃO HIPERTENSÃO ARTERIAL
DIAGNÓSTICOS POSSÍVEIS
FATORES DE RISCOS COEXISTENTES COM HA
AVALIAÇÃO DE RISCOS
METAS

• HA de risco CV baixo ou moderado, a meta de tratamento é alcançar valores < a 140/90 mmHg.

• HA com DAC, a meta terapêutica é obter PA< 130/80 mmHg, mas a PAD deve ser mantida com
valores acima de 70 mmHg.

• HA com IC ou episódio de AVE, o tratamento anti-hipertensivo deve ser titulado até alcançar a meta de
PA < 130/80mmHg.

• HÁ com DRC, o objetivo do tratamento é alcançar PA < 130/80 mmHg, mas sempre com
monitorização de eventos adversos, especialmente redução da função renal e alterações eletrolíticas.

• O tratamento da hipertensão nos indivíduos diabéticos deve procurar manter valores < 130/80 mmHg,
evitando-se a redução acentuada da PA para valores inferiores a 120/70 mmHg.
METAS PARA ADULTOS
METAS PARA IDOSOS
MANEJO
TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
TRATAMENTO MEDICAMENTOSO
CRISE HIPERTENSIVA

Elevação aguda da pressão arterial (PA) sistólica ≥ 180 mm Hg e/ou PA


diastólica ≥120 mmHg:

• urgência hipertensiva (elevação da PA sem LOA e sem risco de morte iminente.


Isso permite a redução da PA em 24 a 48 h);

• emergência hipertensiva (elevação da PA com LOA aguda ou em progressão e


risco imediato de morte; requer redução rápida e gradual da PA em minutos a
horas, com medicamentos intravenosos)
CRISE HIPERTENSIVA
CRISE HIPERTENSIVA
CRISE HIPERTENSIVA

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