UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE
FACULDADE DE ENGENHARIA
DEMA
DINÂMICA DE SISTEMAS
TEMA: Sistemas com vários graus de liberdade
Discentes: Docentes:
Armando, Herinque REGENTE: Prof. DoutorEngº. Inácio Lhate
Bento, Cilass Lito ASSISTENTE: Engº. Dionísio Alfredo Langa
Júnior, Adriano Chibamo Vilanculo
Matavele, Carlos Ananias
Macanete Juníor, Luis Respeito
Neves, Lopes Jochua Maputo, Novembro de 2025
Tópicos
1. COEFICIENTE DE INFLUÊNCIA ;
2. VIBRAÇÃO LIVRE DE SISTEMAS NÃO AMORTECIDOS ;
3. VIBRAÇÃO FORÇADA DE SISTEMAS NÃO AMORTECIDOS
UTILIZANDO ANÁLISE MODAL;
4. VIBRAÇÃO FORÇADA EM SISTEMAS COM AMORTECIMENTO
VISCOSO;
5. AUTO_EXCITAÇÃO E ANÁLISE DE ESTABILIDADE
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1. Sistemas com vários graus de liberdade
1. 1. Introdução
A análise da vibração de sistemas contínuos requer a solução de equações diferenciais parciais, o que é
bastante difícil. Na verdade, não existem soluções analíticas para muitas equações diferenciais parciais.
Por outro lado, a análise de um com muitos graus de liberdade requer a solução de um conjunto de
equações diferenciais ordinárias, o que é relativamente simples. Por consequência, para simplicidade da
análise, sistemas contínuos são frequentemente aproximados como sistemas com vários graus de
liberdade.
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1. Sistemas com vários graus de liberdade
As equações de movimento podem ser obtidas da segunda lei do movimento de Newton ou
com a utilização dos coeficientes de influência. Todavia, costuma ser mais conveniente deduzir
as equações de movimento de um sistema com muitos graus de liberdade utilizando equações
de Lagrange. Há n frequências naturais, cada uma associada à sua própria forma modal
quando um sistema tem n graus de liberdade. O método para determinar as frequências
naturais pela equação característica obtida igualando o determinante a zero também aplica-se a
esses sistemas. Contudo, à medida que o número de graus de liberdade aumenta, a solução da
equação característica torna-se mais complexa.
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1. Sistemas com vários graus de liberdade
Entende-se que as massas concentradas estejam ligadas por elementos elásticos e amortecedores
desprovidos de massa. Coordenadas lineares (ou angulares) são usadas para descre ver o movimento
das massas concentradas (ou corpos rígidos).
O número mínimo de coordenadas necessárias para descrever o movimento das massas concentradas e
corpos rígidos define o número de graus de liberdade do sistema. Naturalmente, quanto maior o
número de massas concentradas usadas no modelo, maior será a precisão da análise resultante
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1. Sistemas com vários graus de liberdade
Alguns problemas indicam automaticamente o tipo de modelo de
parâmetro concentrado a ser usado. Por exemplo, o edifício de
três andares mostrado na Figura 1(a) sugere auto maticamente a
utilização de um modelo com três massas concentradas, como
indicado na Figura 1(b). Nesse modelo, considera-se que a inércia
do sistema esteja concentrada como três massas pontuais no nível
dos pisos e que as elasticidades das colunas sejam substituídas
pelas molas
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1. 2 Coeficientes de influência
As equações de movimento de um sistema com vários graus de liberdade também podem ser
escritas em termos de coeficientes de influência, que são usados extensivamente na
engenharia estrutural. Basicamente, um conjunto de coeficientes de influência pode ser
associado a cada uma das matrizes envolvidas nas equações de movimento. Os coeficientes
de influência associados às matrizes de rigidez e de massa são conhecidos, respectivamente,
como os coeficientes de influência de rigidez e de inércia. Em alguns casos, é mais
conveniente reescrever as equações de movimento utilizando a inversa da matriz de rigidez
(conhecida como matriz de flexibilidade) ou a inversa da matriz de massa.
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1. 2.1 Coeficientes de influência de rigidez
Para uma mola linear simples, a força necessária para provocar uma unidade de
elongação é denominada a rigidez da mola. Em sistemas mais complexos, podemos
expressar a relação entre o deslocamento em um ponto e as forças que agem em
vários outros pontos do sistema por meio de coeficientes de influência de rigidez. O
coeficiente de influência de rigidez, denotado como kij , é definido como a força no
ponto i devido a um deslocamento unitário no ponto j quando todos os outros pontos,
exceto o ponto j, são fixos
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1. 2.1 Coeficientes de influência de rigidez
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