0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações66 páginas

Curso de Batismo: Preparação e Fé

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
13 visualizações66 páginas

Curso de Batismo: Preparação e Fé

Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

DINOC

SEJAM BEM VINDOS!

Pois tu, Senhor, és bom, e pronto a perdoar, e abundante em


benignidade para com todos os que te invocam. Salmos 86:5

No amor de Cristo e nos Ficamos felizes com sua importante decisão de aceitar a Cristo e se
laços fraternais, preparar para o batismo nas águas. Em nome da nossa igreja,
Pr. Valdomiro Pereira da queremos dar-lhe boas-vindas, saiba que esta fará esforço para
Silva proporcionar-lhe assistência espiritual, a fim de que você viva feliz,
Irmã Lourdes Miranda servindo a Jesus conosco.
Presidente da Igreja Assembleia
de Deus em Salvador Na Palavra de Deus está escrito: “E conhecereis a verdade, e a
verdade vos libertará” (João 8.32), esta verdade é Jesus, foi ele que
você encontrou e o aceitou como único e suficiente Salvador. Você,
agora, desfrutará de uma vida abundante, Jesus garante: “...eu vim
para que tenham vida, e a tenham com abundância” (João 10.10),
esse princípio é que rege toda liberdade que o homem ou mulher pode
ter: A liberdade em Cristo Jesus nosso Senhor. Seja feliz, seja livre, e
conte com nosso apoio e com a nossa assistência espiritual.
O Departamento de Ensino da IEADS parabeniza a direção do DINOC, bem
como ao nosso Pastor Presidente, pela brilhante iniciativa de utilizar a
Declaração de Fé das Assembleias de Deus no Brasil como instrumento de
base no Curso Preparatório Para o Batismo, tendo em vista que ela
organiza, de forma escrita e sistemática, as crenças e práticas das nossas
Igrejas em todo o país, auxiliando diretamente na interpretação saudável das
Sagradas Escrituras, a qual é a nossa única fonte de fé e prática, inerrante,
infalível, completa e inspirada Palavra de Deus.

DEPEN
Prefacio
Todo Novo Convertido, comprometido com a nova vida em Cristo, tem o dever de
cumprir as ordenanças divina, uma destas, sem dúvida alguma, é o Batismo nas Águas.
Esta ordenança, segundo a versão bíblica de João Ferreira de Almeida Atualizada,
encontra-se nas expressões “ide”, “fazei” e “em meu nome”, imperativos de Jesus aos
seus discípulos e, por extensão, à sua igreja. Nesse sentido, O Curso Preparatório para
o Batismo se propõe a ensinar, orientar e auxiliar o batizando, à luz de um arcabouço
bíblico doutrinário, acerca das relações e suas implicações com a igreja local e a
instituição. Para tanto, serão utilizados materiais de apoio como slides, bíblia, o credo da
Assembleia de Deus, dentre outros. Por fim, desejamos que este curso contribua para o
crescimento da igreja em seus aspectos espiritual e institucional, na medida que se
constitui como ferramenta auxiliar ao discipulado, promovendo, ao Novo Convertido, o
sentimento de pertencimento ao corpo de Cristo e à instituição. Como diz o apóstolo
Paulo: “...apresentemos todo homem perfeito em Jesus Cristo” (Cl. 1:28b).

Pr. Melquisedeque da C. de Jesus


Aula - 2
Aula - 1

1. Credo da Assembleia de Deus

2. Etimologia, Definição do Termo Batismo e suas Variações

3. Credenciado ao Batismo
1. Credo Voltar para o tema:
O Batismo para o Crente
Voltar para o tema:
Batismo Bíblico - 9

Conceito
Segundo Heber Carlos de Campos, no artigo
intitulado “A Relevância dos Credos e
Confissões”, credo ou declaração de fé “é
uma elaboração científica daquilo que cremos
com base na Escritura Sagrada". “Um credo
ou regra de fé é uma afirmação concisa
daquilo que alguém deve crer afim de ser um
cristão”. Ele diz ainda mais: “Se alguém se
confessa cristão, tem que possuir um conjunto
de verdades devidamente elaboradas em que
professa crer. É necessário que o cristão
confesse a sua fé de forma que outros
venham a saber em que ele crer. É uma
insensatez professar fé em Cristo sem saber o
conteúdo do que se confessa”.
Ir para a definição: Ir para a definição:
Cremos Inspiração Verbal Inspiração Plenária

1) Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática
para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

2) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são
iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo; Criador do Universo, de
todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres
humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19;
Mc 12.29; Gn 1.1;2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);

3) No Senhor Jesus Cristo, o Filho Unigênito de Deus, plenamente Deus, plenamente Homem, na
concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição
corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo
3.16-18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);

4) No Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial como o Pai e o


Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera
o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2Co 13.13; 2Co
3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2Pe 1.21 e Jo 16.13);
Cremos
Ir para a definição: Volta para:
Credo O Batismo para o Crente

5) Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de Deus e que somente o


arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo podem restaurá-lo a Deus
(Rm 3.23; At 3.19);

6) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de Deus mediante a fé em Jesus


Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus para tornar o homem aceito
no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);

7) No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por
Jesus Cristo em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);

8) Na Igreja, que é o corpo de Cristo, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal
assembleia dos fieis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo
Espírito Santo para seguir a Cristo e adorar a Deus (1Co 12.27; Jo 4.23; 1Tm 3.15; Hb 12.23; Ap
22.17);

9) No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho,
e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
Cremos
10) Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do
Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de Jesus Cristo (Hb 9.14;
1Pe 1.15);

11) No batismo no Espírito Santo, conforme as Escrituras, que nos é dado por Jesus Cristo,
demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5;
2.4; 10.44-46; 19.1-7);

12) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua
edificação, conforme Sua soberana vontade para o que for útil (1Co 12.1-12);

13) Na segunda vinda de Cristo, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo,
para arrebatar a Sua Igreja, antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com
a Sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-
54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 14);

14) No comparecimento ante o Tribunal de Cristo de todos os cristãos arrebatados, para


receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de Cristo na Terra (2Co 5.10);
Cremos Ir para:
Definição de Milênio
Ir para:
Próximo slide

15) No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do
Milênio; os que morreram durante o período milenial e os que, ao final desta época,
estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo
e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4);

16) Cremos, também, que o casamento foi instituído por Deus e ratificado por nosso Senhor
Jesus Cristo como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea,
respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo da criação geneticamente
determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).
Verbal Plenária Cremos

Inspiração verbal: cada palavra é inspirada

“Toda palavra dos autógrafos [os manuscritos originais] é inspirada. Isso era necessário, pois a revelação
escrita de Deus consiste de proposições que são comunicadas por meio de palavras. Verificamos isso
também a partir de uma consideração inteligente das citações do Antigo pelo Novo Testamento. Em Mt
22.32, o argumento de Cristo descansa sobre o fato que as palavras de Deus em Ex 3.6 não estão no
tempo passado. Em Gl 3.16, Paulo prova seu ponto apontando que Gn 12.7 fala de “descendência”
(singular) e não “descendências” (plural).”
Verbal Plenária Cremos

Inspiração plenária: a Bíblia como um todo é inspirada

“A palavra plenária significa “plena” ou “completa” e refere-se ao fato que a Escritura é inspirada em
todas as suas partes, em todos os diferentes tipos de literatura que ela contém e em todos os assuntos
que aborda. Não somente em suas doutrinas, mas também em questões de geografia, história, ciência,
cultura e vida, ela é soprada por Deus e, portanto, perfeita e infalível. Até mesmo sua gramática é
soprada por Deus, uma razão pela qual devemos insistir numa tradução cuidadosa da Escritura e não
devemos nos satisfazer com nada menos.”
Voltar para:
Cremos Milênio

O REINO MILENIAL
1. A restauração da Terra. O Milênio será um período literal de mil anos. Este momento não é uma utopia
como alguns afirmam. Deus criou tudo perfeito e outorgou ao homem autoridade e domínio para cuidar da
Terra e dos animais. Mas o homem fracassou em cuidar de si mesmo e do seu habitat. A Queda rompeu a
comunhão direta do homem com Deus. Não só a humanidade, mas toda a natureza foi maculada pelo
pecado e aguarda a redenção que se dará quando Cristo assumir o Reino Milenial (Rm 8.20-23).
2. A Terra será governada por Jesus. “E o Senhor será rei sobre toda a terra; naquele dia, um será o Senhor,
e um será o seu nome” (Zc 14.9). O governo de Cristo vai alcançar todas as nações. Todos os reinos deste
mundo são efêmeros, mas o reino de Cristo é eterno e vai abranger todos os países. Todos terão que se
prostrar, reconhecendo o senhorio do Rei dos reis. Estejamos preparados para este glorioso momento com
o nosso Salvador.
3. Jerusalém será a capital do mundo. No Reino Milenial, Jerusalém será a capital espiritual e política do
mundo (Is 2.1-3; 60.3). As nações terão de reconhecer o valor de Jerusalém, sob pena de sofrerem sérias
consequências (Zc 14.16,17). ([Link]
Ir para:
Esquema dos Evangelhos sinóticos
Evangelhos Sinóticos
Segundo os sites “meus dicionários” e “a [Link]”, sinótico é um adjetivo e
substantivo masculino, sendo uma variação de sinóptico. Sua etimologia vem
do grego synopsis, de syn, que significa “junto”, mais horan, que é “vista”. O
significado de Sinótico é relativo à sinopse: resumido, resumo, sintético,
substancial. Sinótico se refere ao resumo breve que possui o mais importante
de determinada coisa, ou seja, é uma forma de resumir as principais ideias de
um texto. Os evangelhos são quatro, todavia, o Evangelho de João, o quarto
segundo a ordem da Bíblia, não é considerado "sinótico". Os sinóticos são:
Mateus, Marcos e Lucas. Portanto, há fatos que se repetem em cada um dos
evangelho, essa repetição é muito evidente nos 3 primeiros evangelhos,
enquanto que João é mais particular, trazendo vários elementos que não estão
presentes nos assim chamados "sinóticos". Portanto, Mateus, Marcos e Lucas
são chamados de Evangelhos Sinóticos porque evidenciam muitas narrações
semelhantes, muitos episódios sobre a vida de Jesus dispostos com a mesma
ordem, com frases iguais e poucas diferenças.
Voltar para:
3. Baptistes
Voltar para:
Entidade Paraestatal
Mandamus

Traduzido do inglês - Mandamus é um remédio judicial na forma


de uma ordem de um tribunal para qualquer governo, tribunal
subordinado, corporação ou autoridade pública, para realizar
algum ato específico que esse órgão é obrigado por lei a fazer e
que é da natureza do público dever e, em certos casos, o de um
dever estatutário.
Voltar para:

Desigrejados Ekklesia - Desigrejados

O fenômeno dos desigrejados surge com a interpretação de que toda


estrutura religiosa apresenta-se como “instituição desnecessária”,
defendendo que a fé cristã pode ser exercida desvinculada da comunhão da
igreja. Estas ideias vêm sendo veiculadas através de livros, palestras e
mídia, tornando-se um movimento crescente a cada dia. Esta
descentralização de uma Igreja, professando uma forma de fé para além da
instituição, é um novo entendimento religioso, que, apesar de complexo e
difícil, exige estudo para entender sua motivação e extensão.
([Link]
2. Etimologia e Definição do Termo Batismo

Batismo

O vocabulário da língua portuguesa brasileira é formado por palavras originárias de diversas outras
línguas, dentre elas a grega e a latina. A palavra batismo, por exemplo, de origem grega, tem um
significado variado e, para maior compreensão, extraímos, na íntegra, o conteúdo do dicionário Vini,
conforme transcrição abaixo.
A. Substantivo
1. Baptisma
Consiste no processo de imersão, submersão e emersão (derivado de paptõ, “imergir”), é usado para
designar:

a) o “batismo” de João;
b) o “batismo” cristão;
c) as aflições opressivas e os julgamentos aos quais o Senhor voluntariamente se submeteu na cruz por
nós (Lc.12.50);
Ir para:
Definição de Evangelho Sinótico

2. Baptismos
Em distinção ao termo baptisma (a ordenança), é usada para aludir à “lavagem
cerimonial de coisas” (Mc.7,4; 7.8, em alguns textos; Hb.9.10); uma vez em
sentido geral (Hb.6.2).
3. Baptistes
“Batista”, é usado somente para se referir a João Batista, e ocorre apenas nos
Evangelhos Sinóticos (14 vezes).

B. Verbo
1. Baptizõ
“Batizar”, primeiramente forma frequentativa de baptõ, “imergir”, era usado
entre os gregos para significar o ato de tingir roupa ou a ação de tirar água
imergindo uma vasilha em outra, etc.
 É usado no Novo Testamento em Lc.11.38 para descrever lavar-se (como na
septuaginta, em 2Rs.5.14, “mergulhou”).
Ir para:
O Batismo para o Crente – II e III

B. Verbo (Continuação)

 Em At.1.5; 11.16; 19.4, a palavra é empregada para aludir ao rito executado


por João Batista, que chamava o povo para se arrepender a fim de receber a
remissão de pecados. Os que obedeciam, iam “confessando os seus
pecados” e, assim, reconheciam sua incapacidade de estar no futuro Reino
do Messias.
 Diferente disto é o “batismo” ordenado por Cristo (Mt.28.19), um batismo a
ser feito por crentes, testemunhando dessa forma a sua identificação com
Ele na morte, sepultamento e ressurreição (At.19.5; Rm.6.3,4; 1Co.1.13-
17; 12.13; Gl.3.27; Cl.2;12). A expressão em Mt.28.19, ”batizando-as em
nome” (At.8.16), indicaria que a pessoa “batizada” ficou estritamente
relacionada ou tornou-se propriedade daquele em cujo nome ela foi
”batizada” sua origem vem do Grego por via latina.
Voltar:
O Batismo para o Crente

2. Sentido Etimológico X Sentido Religioso


No grego clássico, salvo raras exceções, a palavra baptizõ tem o sentido de imergir
ou submergir e é esse o seu significado etimológico.
A. A palavra 'batizar' no Novo Testamento
Basta um pouco de reflexão para se perceber, que a palavra grega baptizo, como é
empregada pelos escritores do Novo Testamento, tem um significado diferente do
sentido etimológico da mesma palavra.
O seu sentido etimológico, no grego clássico, era imergir, mas sem nenhuma
significação religiosa, conquanto no Novo Testamento a palavra tem sempre uma
aplicação religiosa.
B. Grego Clássico X Novo Testamento
Por exemplo, no grego clássico, tingia-se uma veste mergulhando-a, isto é,
batizando-a em tinta. No Novo Testamento não se encontra esse emprego da
palavra. Batizar no Novo Testamento é um ato religioso e nenhuma relação tem
com a profissão de tintureiro.
Continuação

Os batismos do grego clássico não exigiam água, pois, quando eram


imersões, podiam ser feitos não só em água, mas também em tintas, em
óleo, em mel, em vinagre, ou outro líquido qualquer. Ao contrario disso, os
batismos do Novo Testamento, excetuando-se os figurados, eram sempre
feitos com água.
Além disso, a imersão clássica, ou seja, o batismo no seu sentido
etimológico, podia ser praticado com um animal irracional qualquer, como um
cachorro, um gato ou uma rã, mas o batismo ritual do Novo Testamento,
instituído por Jesus Cristo, era para ser aplicado somente a pessoas.
Seria possível, mergulhar um gato, isto é, batizá-lo, no sentido etimológico da
palavra, mas essa imersão não seria um batismo no sentido bíblico desse
vocábulo. Já se vê que o sentido etimológico é um, e o bíblico é outro.
Ir para: Ir para: Ir para:
Batismo de João Batismo de Jesus Próximo slide
2.1 Batismo de João X Batismo de Jesus
Na segunda viagem missionária, Paulo passa rapidamente por Éfeso deixando
Priscila e Áquila. Nesse cenário, chega Apolo na cidade: “homem eloquente e
poderoso nas escrituras [...], conhecendo somente o batismo de João”. Porém, na
terceira viagem missionária, Paulo volta à Éfeso e, desta vez, fica por dois anos.
Nesse período, o apóstolo é informado que os irmãos não conheciam o batismo no
Espírito Santos e foram batizados no batismo de João. Resoluto, o apóstolo batiza
doze irmãos no batismo de Jesus e, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito
Santo (At.19:1-7). Vejamos a diferença entre o batismo de João e o ordenado por
Jesus.
O batismo pregado por João:
 Batismo de arrependimento para remissão de pecados (Mc 1:4; cf. Lc 3:3);
 Realizado por imersão (Mc 1:5; Jo 1:28; 3:23).
a. O batismo ensinado por Jesus:
 Uma ordenança aos discípulos (Mt.28:18-20);
 Ministrada em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo;
 Realizado por imersão.
João X Jesus

Batismo de João Batista

Apareceu João batizando no deserto, e pregando o batismo de arrependimento,


para remissão dos pecados. E toda a província da Judéia e os de Jerusalém iam
ter com ele; e todos eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus
pecados (Mc. 1.4,5);
E percorreu toda a terra ao redor do Jordão, pregando o batismo de
arrependimento, para o perdão dos pecados (Lc.3.3);
Estas coisas aconteceram em Betabara, do outro lado do Jordão, onde João
estava batizando.
(Jo.1:28)
Ora, João batizava também em Enom, junto a Salim, porque havia ali muitas
águas; e vinham ali, e eram batizados (Jo.3:23).
E eu, em verdade, vos batizo com água, para o arrependimento; mas aquele que
vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de
levar; ele vos batizará com o Espírito Santo, e com fogo (Mt.3.11).
João X Jesus

Jesus sendo batizado por João

Então veio Jesus da Galileia ter com João, junto do Jordão, para ser batizado
por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e
vens tu a mim?

Jesus, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos
convém cumprir toda a justiça. Então ele o permitiu. E, sendo Jesus batizado,
saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus
descendo como pomba e vindo sobre ele (Mt.3:13-17).
Ir para: Voltar para:
Jesus sendo Batizado João X Jesus
O Batismo Ensinado por Jesus
1. Uma ordenança do Senhor
E, chegando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: É-me dado todo o poder no céu e na terra.
Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do
Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho
mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos.
Amém (Mt.28:18-20).
2. Obedecida por Pedro
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus
Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo (At.2:38).
Respondeu, então, Pedro: Pode alguém porventura recusar a água, para que não
sejam batizados estes, que também receberam como nós o Espírito Santo? E mandou
que fossem batizados em nome do Senhor. Então rogaram-lhe que ficasse com eles por
alguns dias (At.10:47,48).
3. Praticada pelos discípulos
Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome
de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres (At.8:12).
Anterior Próximo
3. Credenciado ao Batismo
Quem pode ser batizado

a. Aquele que se arrependeu dos seus pecados mediante a fé na pregação do


evangelho: “veio Jesus para a Galileia, pregando o evangelho do reino de
Deus, e dizendo: O tempo está próximo. Arrependei-vos e crede no
evangelho" (Mc. 1:14-15);
b. O que faz confissão pública de jesus: E, indo eles caminhando, chegaram ao
pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui água; que impede que eu seja
batizado? E disse Filipe: É lícito, se crês de todo o coração. E, respondendo
ele, disse: Creio que Jesus Cristo é o Filho de Deus” (At.8.36,37);
c. Os discípulos de Jesus: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28.19,20);
d. Aquele que manifesta o desejo pelo batismo: “Então Filipe, abrindo a sua
boca, e começando nesta Escritura, lhe anunciou a Jesus. E, indo eles
caminhando, chegaram ao pé de alguma água, e disse o eunuco: Eis aqui
água; que impede que eu seja batizado?” (At.8.35,36).
Aula -1 Anterior

Aula - 2

1. O Batismo para o Crente

2. Ekklesia

3. A Universal Assembleia dos Santos

4. A Igreja Local
Voltar para: Ir para sentido: Ir para:
1. O Batismo para o Crente Batismo - Verbo Etimológico X Religioso Credo

I. Formas de Batismo – existem três formas:


1. Afusão – é a realização do batismo com derramamento de água sobre a cabeça
do fiel. Esse ato é praticado por algumas igrejas reformadas, pode ser realizada
em água corrente ou em pia batismal;
2. Aspersão – é a realização do batismo com o ato de aspergir, respingar como
chuvisco sobre a cabeça do batizando e alguns acham que é um ato semelhante à
efusão ou afusão é usada por muitas igrejas cristãs e, em particular, pela Igreja
Católica Apostólica Romana;
3. Imersão – vem do grego (baptizo) que significa Batismo, quer dizer: mergulhar,
afundar, imergir.
II. Deve ser por imersão em águas. Vejamos o que o nosso credo diz sobre o
batismo: Cremos no batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez,
conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19);
III. Efetuado em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. De acordo com o
ensinamento de Jesus ao discípulos, o batismo deve ser ministrado: “Portanto
ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do
Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28.19);
1. O Batismo para o Crente Ir para:
Ordenado por Cristo
Ir para:
Credo
Ir para:
Etimológico X Religioso

2. Identificação com Jesus


O salmista ao falar do sofrimento da morte de Jesus, descreve-a como as ondas
e vagas de Deus passando sobre Ele (Sl.42:7). Enquanto Paulo faz uma
analogia da morte e ressurreição de Jesus com o batismo do crente (Rm.6:1-
10).

2.1 Identificação com a morte de Jesus


a) Ou não sabeis que todos quantos fomos batizados em Jesus Cristo fomos
batizados na sua morte?(v.3).
b) De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte (v.4a).

2.2 Identificação vivendo fora do domínio do pecado


c) Para que não sirvamos mais ao pecado (v.6).
d) O nosso homem velho foi com ele crucificado (v.6).
e) Porque aquele que está morto está justificado do pecado(v.7).
1. O Batismo para o Crente Ir para:
Ordenado por Cristo
Ir para:
Credo
Ir para:
Etimológico X Religioso

2. Identificação com Jesus

2.3 Identificação com a nova vida em Cristo

a) Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos
(v.8).
b) Como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim
andemos nós também em novidade de vida (v.4).

Concluímos que o batismo simboliza o fim da vida antiga, é uma ação pública de
obediência à vontade do Senhor (Mat. 28:19, 20), identificando o crente com
Cristo na Sua morte. Não é condição para salvação, mas foi instituído para os
que já estão salvos.
2. Ekklesia
1. Conceito
“e sobre esta rocha edificarei a minha ἐκκλησία (ekklesia) igreja” (Mt 16:18a)

A palavra que o Senhor Jesus cita “ekklesia” é traduzida por assembleia, mas
também pode ser traduzida por igreja. Essa palavra é composta pela
preposição “ek” que denota origem – ponto de onde ação procede (de lugar,
tempo ou causa). Dessa forma, você pode traduzir a preposição “ek” de dentro
de, de, por, ou fora de.
A outra palavra que compõe o nominativo “ekklesia” é derivada da
expressão “kaleo” que significa chamar (em alta voz), convidar; chamar, dar ou
receber nome; chamar alguém pelo seu nome, ostentar um nome ou título.
2. Ekklesia
2. Ekklesia X Chamado para Fora

Citado pelo blog [Link] Robert J. Cara, em


seu artigo “Cuidado com o Significado Oculto da Raiz de uma Palavra”, escreve
sobre ekklesia: “A palavra grega ekklesia, que é geralmente traduzida por “igreja”,
é uma combinação das palavras chamar e fora. Contudo, os dicionários gregos
acadêmicos não dão a definição de “os chamados para fora” para a
palavra ekklesia, porque ela não está sendo usada dessa maneira no Novo
Testamento. Embora seja teologicamente verdadeiro que cristãos tenham sido
chamados para fora do mundo pecaminoso para ser a igreja, essa verdade não é
derivada da palavra ekklesia.”
2. Ekklesia
3. Outras aplicações do termo
Os gregos usavam corriqueiramente a palavra “ekklesia” para se dirigir a um
ajuntamento de cidadãos para fora dos seus lares, isto é, para um lugar
público. Geralmente essa reunião era usada para deliberar algum tema social,
político, filosófico, etc. (At.19:39). Essa palavra também era usada para
denotar qualquer ajuntamento ou multidão de homens reunidos por acaso,
tumultuosamente. Parafraseando o atual “burburinho” era também chamado de
assembleia pelos gregos (At.19:32,41). “Ekklesia” em estreita harmonia com
sua derivação era comum entre os gregos. Era a palavra comumente usada,
na Grécia livre para a assembleia legal de todos aqueles que possuíam o
direito de cidadão para a discussão de assuntos públicos. Ou seja,
eram “chamados dentre” (apenas) a população toda, “uma porção selecionada
dela, que não incluía a massa, nem estrangeiros, nem ainda aqueles que
tinham perdido seu direito cívico”.
2. Ekklesia
4. Conotação cristã

Para o cristão, essa expressão ganha particular conotação: igreja de Jesus


Cristo. Na expressão do blog Iluminado, “[Link]

igreja é “um grupo que se reúne na esperança da salvação eterna em Jesus


Cristo observando seus próprios ritos religiosos, mantendo e administrando
seus próprios assuntos com seus encontros espirituais de acordo com os
regulamentos prescritos para o corpo por “amor à ordem (At.5:11; 8:3;
1Co.4:17; 6:4; Fp.4:15; 3Jo.1:6) e com especificação de lugar (At.8:1; 11:22;
Rm16:1; Ap.2:1,8). Isso é extensivo à totalidade de cristãos dispersos por todo
o mundo (Mt.16:18), incluindo ainda os fiéis já falecidos e recebidos nos céus”.
Ir Para:
2. Ekklesia Desigrejados

5. A distorção dos desigrejados

Existe, atualmente, o advento moderno dos “desigrejados” ou “sem instituição” ou


ainda “arreligiosos” (são várias definições), esses atacam freneticamente com seus
argumentos pessoais a “assembleia de Cristo” inclusive, gostam de citar em seus
ataques a expressão grega “ekklesia”, talvez com o intuito de Impressionar.
Entretanto, ao invés de causar impressionabilidade mostram apenas a falta de
conhecimento e de intimidade com as línguas originais do texto sagrado. A
palavra “ekklesia” nunca foi usada para denotar um encontro desassociado de uma
ordem. Para fazer parte da “ekklesia” ou assembleia, tanto para gregos quanto para
cristãos, necessariamente precisaria seguir regulamentos predispostos e propostos
para essa reunião (se isso não é institucional, sinceramente não sei o que será!).
3. A Universal Assembleia dos Santos
1. O que é a igreja universal
À universal assembleia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e
a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados (Hb.12:23).
A Igreja universal é um organismo espiritual, invisível ao olho humano, composta de
todos os que, em todos os tempos e em todos os lugares, possuírem os nomes
escritos no Livro da Vida. É "a universal assembleia e igreja dos primogênitos, que
estão inscritos nos céus" (Hb 12.23). Ela é o conjunto de todos os salvos em Cristo
e citada no Novo Testamento nos textos de At 20.28; 1 Co 12.28; Ef 1.22; 5.27; 1
Tm 3.15; Hb 12.23. No plano eterno de Deus, a Igreja universal foi arquitetada por
Ele antes da fundação do mundo (Ef 1.4,9, 10), e tem um caráter geral porque
inclui todos os cristãos remidos por Cristo, dentre todos os povos. A Igreja universal
abrange todos os crentes verdadeiros, independen­te das diferenças geográficas,
culturais ou denominacionais. São os que corresponderam a Cristo com fé e
obediência e são agora "membros de Cristo" e, consequentemente, "mem­bros uns
dos outros" (ver Rm 12.5).
3. A Universal Assembleia dos Santos
2. A igreja invisível

A Igreja universal é um organismo espiritual, invisível ao olho humano, composta


de todos os que, em todos os tempos e em todos os lugares, possuírem os nomes
escritos no Livro da Vida. É "a universal assembleia e igreja dos primogênitos, que
estão inscritos nos céus" (Hb 12.23). Igreja invisível, diz-se assim apontando para
a natureza espiritual da igreja, é a igreja composta por todos os salvos de todas as
épocas quer sejam do mundo antigo quer seja do tempo presente. É um
organismo vivo composto por todos os salvos que conservam sua identidade
espiritual que caracteriza o corpo de Cristo, a igreja. Ela é a assembleia universal
composta por todos os que vivem pela fé no Salvador. A igreja invisível é a igreja
como Deus a ver.
3. A Universal Assembleia dos Santos
3. A ideia da invisibilidade
A ideia da invisibilidade da igreja foi primeiramente desenvolvida em profundidade
por Santo Agostinho. Ele disse que a igreja invisível é encontrada substancialmente
dentro da igreja visível, isso porque, segundo ele, a igreja é um corpus permixtum,
ou seja, a igreja é um corpo misto. Essa compreensão se deve ao fato de Santo
Agostinho manter-se fiel ao ensino de Jesus no Novo Testamento. Uma vez que,
dentro dos limites físicos da igreja institucionalizada, há pessoas que são
verdadeiramente crentes, mas, também, há incrédulos dentro da igreja visível. Eles
estão na igreja, mas não estão em Cristo porque fizeram uma falsa profissão de fé.
Jesus disse de alguns de seus contemporâneos, “Este povo honra-me com os
lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mateus 15.8). O apóstolo Paulo, a
exemplo do que aconteceu com Jesus, teve semelhante reação com os judeus: “E
não pensemos que a palavra de Deus haja falhado, porque nem todos os de Israel
são, de fato, israelitas” (Romanos 9.6). Esses judeus praticavam todos os rituais e
eram parte da comunidade visível. Eles participavam de todas as atividades, mas,
ainda assim, eram alheios e estranhos às coisas de Deus.
4. A Igreja Local
1. Igreja local ou igreja visível
A igreja visível é conhecida também como igreja local. Nos dias da igreja primitiva,
podia se identificar uma igreja local quando os textos bíblicos se referiam a ela na
sua particularidade.
 Nas casas dos irmão. "saudai igualmente à igreja que se reúne na casa deles,
saudai meu querido Epêneto, primícias da Ásia para Cristo." Rm.16.5; "Às igrejas
da Ásia vos saúdam. No Senhor muito vos saúdam Priscila e Áquila e, bem assim,
a igreja que está na casa deles" ICo.16.19.
 Em uma cidade: "E Saulo consentia na sua morte, naquele dia, levantou-se grande
perseguição contra a igreja em Jerusalém" At.8.1; "Havia na igreja
de Antioquia profetas e mestres..." At.13.1 "Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja
dos tessalonicenses..." I Ts.1.1; "Ao Anjo da igreja em Éfeso" Ap.2.1.
 Em uma região: " ...e todos os irmãos meus companheiros, às igrejas
da Galácia" Gl.1.2 ; "À igreja, na verdade, tinha paz em toda a Judéia, Galiléia e
Samária edificando-se e caminhando no temor do Senhor, e, no conforto do
Espírito Santo, cresciam em número" At.9.31; "Também, irmãos, vos fazemos
conhecer a graça de Deus concedida às igrejas da Macedônia" 2Co.8.1.
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.1 Não abandonar
O Escritor aos hebreus orienta à igreja sobre um tema importantíssimo em nossos
dias, o abandono da congregação: “Não deixando a nossa congregação, como é
costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto
vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hb.10:25).
2.2 Exercer a comunhão
Conforme artigo publicado pelo site do Ministério Fiel, que diz: “Se uma pessoa está em
Cristo, ela é chamada a participar da koinonia — a comunhão com outros cristãos e a
adoração a Deus de acordo com os preceitos de Cristo. Se uma pessoa sabe de todas
essas coisas e, de vontade própria, com persistência, recusa-se a unir-se a elas, isso
não levantaria sérias dúvidas sobre a realidade da conversão daquela pessoa?”. Do
contrário, o crente deve ter um sentimento de gratidão ao Senhor pela comunhão na
igreja: “Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um;
por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos, Dizendo: Anunciarei o teu
nome a meus irmãos, Cantar-te-ei louvores no meio da congregação” (Hb.2:11,12).
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3 Participar da Ceia do Senhor
Existem duas interpretações acerca de quem pode participar da Ceia do Senhor,
a primeira diz que apenas os batizados nas águas, a segunda afirma que
qualquer pessoa pode participar. Vejamos as razões.
2.3.1 Qualquer pessoa pode participar da Ceia do Senhor
Daniel Conegero em sua matéria intitulada Estudo Sobre a Santa Ceia do Senhor,
veiculada no site Estilo Adoração, comenta que os defensores que dizem que
qualquer pessoa pode participar da Ceia do Senhor argumenta que “na Bíblia não
existe a recomendação de que a pessoa precisa ser batizada para se juntar à Ceia.
[...] afirmam que a participação na Santa Ceia do Senhor pode servir de um ato
acolhedor e evangelístico para com as pessoas não batizadas ou incrédulas. Dizem
também que a participação física na Santa Ceia do Senhor não garante a
alimentação espiritual. Em outras palavras, uma pessoa não batizada não estaria
tomando indignamente a Santa Ceia do Senhor simplesmente porque ela não
conhece seu significado”.
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3.2 Só os batizados podem participar da Ceia do Senhor

É verdade que não existe na Bíblia a frase: “Só participará da Ceia do Senhor quem
for batizado”. Porém, de forma implícita, a Bíblia não deixa dúvida de que a
participação na Santa Ceia do Senhor reserva-se aos cristãos batizados e aptos a
participar dela, isto é, aqueles que compreendem seu significado e importância. O
Novo Testamento registra de forma clara uma sequência de acontecimentos
relacionados a pregação do Evangelho. Em primeiro lugar, a pessoa precisa crer
em Jesus e ser batizada. Consequentemente, ela deve ser instruída nos
mandamentos da Palavra de Deus (Mateus 28:19). Após o sermão pregado pelo
apostolo Pedro, as pessoas se arrependeram e creram em Jesus, e imediatamente
foram batizada. Naquele dia quase três mil pessoas receberam o Evangelho e
foram batizados. Na sequência do mesmo texto, o escritor do livro de Atos informa o
que aconteceu com as pessoas que foram convertidas a Cristo. Ele diz que
elas “perseveraram na doutrina dos apóstolos e à comunhão, ao partir do pão às
orações” (Atos 2:42).
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3.3 Uma ordenança do Senhor

A Ceia do Senhor é uma ordenança, conforme registrado no Novo testamento: “E,


tomando o cálice, e havendo dado graças, disse: Tomai-o, e reparti-o entre vós;
Porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o reino de
Deus. E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto
é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim” (Lc.22:17-19); O
apóstolo Paulo faz a citação da Ceia do Senhor como uma ordenança; “Porque eu
recebi do Senhor o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que
foi traído, tomou o pão; E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é
o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim” (1Co.11:23).
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3.4 Os elementos da Ceia do Senhor
Jesus apresentou os elementos que simbolizam o seu sacrifício: o pão e o vinho. O
pão simboliza seu corpo partido, o cálice simboliza seu sangue derramado como
nova aliança.
2.3.5 transubstanciação
Transubstanciação é a conjunção de duas palavras latinas: trans (além) e
substantia (substância), e significa mudança da substância do pão e do vinho na
substância Corpo e Sangue de Jesus Cristo. Segundo a teologia católica, a
transubstanciação diz que por ocasião da consagração do pão e do vinho, ocorre
uma mudança nas substâncias desses elementos, onde a substância pão muda
para a substância carne de Cristo, e a substância vinho muda para a substância
sangue. Isso significa que, no momento que o sacerdote católico abençoa o pão e o
vinho utilizados na Ceia, eles se tornam literalmente no corpo e no sangue de
Cristo. O argumento utilizado é o da teoria da distinção entre forma e essência,
essa teoria diz que os elementos são transubstanciados, isto é, sua substância
muda, mas sua forma continua a mesma.
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
[Link] O problema da teologia da transubstanciação
Na transubstanciação, o pão permanece com suas propriedades: forma, textura
e sabor. No entanto, sua essência não é mais de pão e, sim, de corpo de Cristo.
O mesmo deve ser entendido com relação ao vinho. Mas, de fato, o maior
problema da doutrina da transubstanciação é a ideia da repetição do sacrifício de
Cristo. Se Cristo está presente fisicamente na Ceia através do pão e do vinho,
isso implica que mais uma vez Ele está sendo oferecido em sacrifício pelos
pecados de seu povo. Ainda que baseada numa interpretação literal de textos
bíblicos como as de (Mateus 26:26; Lucas 22:17-23; 1 Coríntios 11:24-25), nas
expressões: “tomai, comei, isto é o meu corpo” e “este é o meu sangue”, toda via
essa ideia não encontra amparo nas Escrituras. A Bíblia diz claramente que
Jesus foi sacrificado uma só vez (1 Pedro 3:18). Conforme explica a carta aos
Hebreus, o sacrifício de Cristo foi perfeito e definitivo, não precisando mais de
nenhuma repetição (Hb.7:27; 10:10).
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local

2.3.6 Consubstanciação
Consubstanciação é a junção de duas palavras latinas: com (junto) e substantia
(substância) significa a união de dois ou mais corpos na mesma substância. É a
presença de Cristo na Ceia, não literalmente como corpo e sangue no lugar do
pão e do vinho, mas como presença que está na celebração. Os teólogos de linha
luterana discordam da doutrina da transubstanciação na visão da igreja católica.
Segundo eles, não é um conceito bíblico, porém acreditavam que, em certo
aspecto, algo da presença física de Cristo está presente nos elementos da Ceia
do Senhor. Eles defendiam que Cristo está presente fisicamente na Ceia, mas não
ocorre nenhuma transubstanciação dos elementos. Afirmam eles que, o que
ocorre, na verdade, é uma espécie de sacralização dos elementos. O pão e o
vinho continuam sendo os mesmos, mas, de certa forma, junto deles estão a
carne e o sangue de Jesus. Essa doutrina foi chamada de consubstanciação.
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3.7 Outras teorias
Ulrico Zuínglio
O reformador Ulrico Zuínglio não concordou com a consubstanciação de Martinho
Lutero. Basicamente ele afirmou que a presença de Cristo não está na Santa
Ceia em nenhum aspecto. Para ele, a Ceia do Senhor é apenas um símbolo do
sacrifício de Cristo. Então, segundo o pensamento de Zuínglio, a Ceia é apenas uma
celebração da Igreja in memorian (em memória) do que Cristo fez no Calvário.

João Calvino
Calvino entendeu que de fato não há nada da presença física de Cristo na Ceia,
mas que também sua celebração não é apenas algo simbólico. Para Calvino, Cristo
está presente na Ceia espiritualmente. Ele habita com seu povo através do Espírito
Santo, e dessa forma Ele é o Anfitrião na mesa da comunhão. Isso significa que ao
comer o pão e ao tomar o vinho, a Igreja está se alimentando espiritualmente de
Cristo, que se oferece como sustento de seu povo.
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
2.3.8 O posicionamento da Assembleia de Deus quanto a Ceia
O Credo da Assembleia de Deus defende que a Ceia do Senhor é o rito da
comunhão que ilustra a continuação da vida espiritual. Diz ainda que tal
ordenança foi instituída diretamente pelo Senhor Jesus após a refeição da
Páscoa na companhia de seus discípulos: E, quando comiam, Jesus tomou o
pão, e abençoando-o, o partiu, e o deu aos discípulos, e disse: “Tomai, comei,
isto é o meu corpo. E, tomando o cálice, e dando graças, deu-lho, dizendo:
Bebei dele todos; Porque isto é o meu sangue, o sangue do novo testamento,
que é derramado por muitos, para remissão dos pecados” (Mt 26:26-28).
4. A Igreja Local
2. Compromissos espirituais do membro com a igreja local
[Link] O Significado da Ceia do Senhor
Essa solenidade é o rito contínuo da igreja visível, instituído como memorial da
morte de Jesus até a sua vinda: “Porque todas as vezes que comerdes este pão e
beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha” (1Co 11:26). A
expressão “todas as vezes” remete à continuidade. Temos aqui o passo, a morte de
Jesus; o presente, a nossa comunhão com Ele e com os irmãos; e o futuro, a sua
volta. Ela é ministrada a todos os crentes em Jesus, batizados em águas, em plena
comunhão com a igreja (1Co 10:16). Essa ordenança exige um autoexame, uma
reflexão sobre a nossa conduta, se ela está de acordo com os princípios da palavra
de Deus para não sermos “culpados do corpo e do sangue do Senhor” (1Co 11:27),
ou seja, responsabilizados pela morte de Jesus (1Co 10:16).
[Link] Os elementos da Ceia do Senhor
As palavras de Jesus, “Isto é o meu corpo” (Mt 26:26) e “isto é o meu sangue”
(Mt 26:28), mostram os dois elementos da Ceia do Senhor em linguagem
metafórica e não literal (1Co 5.8).
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.1 O Estatuto
“BEM AVENTURADOS OS QUE OBSERVAM O DIREITO, QUE PRATICAM A
JUSTIÇA EM TODOS OS TEMPOS.” SL. 106:3

Toda pessoa ao nascer tem o direito de receber sua certidão de nascimento


garantindo sua identidade. Ela é a declaração de entrada com vida na terra e a
prova legal de sua existência. Com as pessoas jurídicas ao serem fundadas, não
é diferente, “ao nascerem” precisam de uma certidão que ateste sua existência
legal, não apenas de fato, mas de direito. A igreja, como pessoa jurídica que é,
ao ser organizada como tal precisa ter seu ESTATUTO, esta é a sua certidão de
nascimento que a identificará como pessoa existente no mundo jurídico.
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.2 O Estatuto e a Definição Institucional
O Estatuto da Igreja é o documento que define quem ela é, quais são seus objetivos e
finalidades, qual sua real essência e forma de manifestação, quais são seus princípios
e sua confissão de fé, e quem dela pode participar, com todos os direitos, deveres,
privilégios e responsabilidades predefinidos. No livro, O Novo Código Civil e as Igrejas
– Impacto e Implicações – de Odilon Marques Pereira, há uma boa definição, vejamos:
“Estatuto é o documento formal que devidamente registrado determina o começo da
existência legal das organizações religiosas e instituições em geral, possibilitando às
igrejas a proteção constitucional da liberdade de crença e culto. (…) Através do
Estatuto a natureza jurídica das instituições é revelada, mormente se organização
religiosa, filantrópica ou empresarial, retratando a forma de governo e organização.”
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.3 O Estatuto – O Sentido Espiritual

Existe uma pergunta merecedora da nossa atenção: Tem um sentido espiritual


no conceito de Estatuto que merece a nossa atenção e reflexão? A resposta é
que sim, existe. Foi Deus quem estabeleceu em sua Palavra “estatutos” para
serem observados pelos homens ao longo de toda a história bíblica:
Em Êxodo 18:20, tomamos ciência de como Deus orientou Moisés na grande
empreitada que tinham pela frente, na tomada e na conquista da terra
prometida: “ensina-lhes os estatutos e as leis e faze-lhes saber o caminho em
que devem andar e a obra que devem fazer.”
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.4 O Estatuto – Natureza Material X Espiritual

O Estatuto pois tratará do que é próprio do homem e do meio social em que a


Igreja está inserida, tendo porém suas raízes e bases sujeitas às regras que
estão contidas nas sagradas escrituras, tornando-se pois um documento com
duas naturezas: material e espiritual. Assim, entendemos que o Estatuto tem o
condão de fixar regras no mundo jurídico, estabelecendo conceitos e normas
para a atuação da Entidade, perante o governo de homens, (aspecto terreno e
material) no entanto suas definições têm por amparo e fundamento as leis
estabelecidas por Deus em sua Palavra (aspecto espiritual).
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.5 O Estatuto – Entidade Paraestatal

Como também, “As associações e organizações religiosas caracterizam-se


como entidades paraestatais pelo bem que realizam, pela promoção da
coletividade, do bem comum e do Estado. Essa é a razão do gozo das
imunidades e isenções tributárias usufruídas pelas associações e
organizações religiosas. Já Edvaldo Nilo em seu artigo “O Conceito de
Entidade Paraestatal”, discorda e, com justa razão, apresenta o seu
argumento: “Compreende-se, assim, por entidade paraestatal as fundações
públicas de Direito privado, as empresas públicas e as sociedades de
economia mista, conforme preceitua expressamente o §1º do artigo 84 da Lei
de Normas Gerais de Licitações Públicas”. ([Link]/2020).
Ir para:
Mandamus

Apesar da controvérsia conceitual apresentada pelo site “genjuridicico”


quanto à atividade religiosa ser enquadrada como paraestatal, toda via
acerta quanto ao conceito da imunidade e isenção de impostos: “Ainda é
importante destacar que, quando a associação ou organização religiosa é
reconhecida como imune ou isenta de impostos, esses fatos jurídicos são
decorrentes de preceito constitucional. Salienta-se que, reconhecida a
imunidade, esse preceito legal não se constitui em benefício fiscal
concedido à associação ou à organização religiosa pela autoridade pública
ou por órgão público, mas por mandamus (vem de mandare e significa “nós
mandamos”) da própria Constituição Federal”.([Link]/2018).
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.6 O Estatuto e o Código Civil no Processo de Admissão e Exclusão
Neste capítulo, destaca-se a norma jurídica que fundamenta o ingresso e a
saída do cidadão a uma associação ou a uma organização religiosa, como
pensa o site .... Em sua publicação: “Importante ressaltar que o artigo 54,
inciso II, do Código Civil brasileiro estabelece, sob pena de nulidade, que o
estatuto deve conter os requisitos para admissão e exclusão de membros de
organização religiosa. Portanto, para a efetivação de admissão e exclusão de
membros, devem ser rigorosamente observadas as normas estatutárias. As
motivações para o procedimento administrativo de admissão e exclusão
membro devem estar efetivamente previstas no Estatuto Associativo ou
Estatuto Organizacional e em consonância com o Direito Próprio”.
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais

3.7 O Estatuto – Norma de Direito Próprio da Organização Religiosa

De acordo o site [Link], “A admissão e a exclusão de membro de


organização religiosa deverão atender às normas legais e de direito próprias
dessas entidades. Para se comprovar juridicamente o cumprimento do
Estatuto, ao admitir ou excluir membros, as entidades devem ter em conta que
esse ato jurídico deverá fundamentar-se em ata do órgão competente previsto
em seu Estatuto. A ata da Diretoria ou da Assembleia Geral deve ser levada
para registro no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas competente, ou
seja, aquele no qual o Estatuto está registrado”.
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.8 O Estatuto – O Direito de Associação
A Constituição da República Federativa do Brasil diz que “Art. 5º Todos são
iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos
brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à
vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos
seguintes: XX - ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer
associado”. ([Link]
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.9 O Estatuto – O Direito de Voto
Interessante colocação do site “[Link]”, “Os associados têm direito a
tomar parte nas assembleias gerais, a votar, a eleger os membros da diretoria e de
outros órgãos, a pedir convocações juntamente com outros associados segundo o
estatuto, a usar os bens destinados a uso dos associados. O direito de voto é
potestativo gerador (eleição dos órgãos diretivos), ou modificativo (alteração do
estatuto), ou extintivo (dissolução da associação). O direito de voto não pode ser
exercido quando se configurar conflito de interesse entre a entidade e o associado (por
exemplo, celebração de negócio jurídico, no qual o associado seja parte). O direito de
voto na associação não pode se converter em dever, diferentemente do que ocorre nas
eleições gerais dos representantes políticos. O voto é livre; o associado não poderá ser
sancionado por não exercê-lo”.
4. A Igreja Local
3. Compromissos Institucionais
3.10 O Estatuto – O Direito de Ser Votado
Como, também, “Outros direitos são os de participar dos órgãos de gestão e de
deliberação da associação, de formular requerimento aos órgãos associativos, de exigir
o cumprimento das regras estatutárias e regimentais. Um maior desenvolvimento dos
direitos e deveres dos associados é guardado ao regimento interno da associação,
cuja modificação costuma se dar por processos deliberativos mais simplificados que as
alterações estatutárias”.
Conclusão

Em um mundo tão desigual e cruel, onde os homens transtornam os valores


divinos em detrimento dos seus próprios interesses, surge, na contramão
desse aviltamento a Deus e a tudo quanto diz respeito à Sua natureza santa,
um povo que marcha triunfante para o Céu. É indiscutível que os desafios,
muitas vezes, apresentam-se maiores do que verdadeiramente são à
primeira vista. Eles ficam grandes aos olhos, agigantam-se, ficam colossais.
Diante de tais circunstâncias, não tenha o mesmo comportamento que
tiveram os incrédulos espias que, na tentativa de persuadir Moisés a desistir
da conquista da terra prometida, tombaram mortos sem herdar a promessa.
Por outro lado, quando se crê naquele que garante, por sua palavra, o
cumprimento das promessas, como fizeram Josué e Calebe, o desafio é
apenas um detalhe na conquista da Canaã Celestial. Por isso, não temas,
siga em frente, é Deus o garantidor das bênçãos sobre seu povo.

Pr. Melquisedeque da C. de Jesus


Referências
<[Link] Acesso em: 01 de jun. 2021.

<[Link] Acesso em: 24 de mar. de 2021.

<[Link] Acesso em: 10 de


jun. de 2021.

<[Link] Acesso em 06 de jun. de 2021.

SILVA, Esequias Soares. Declaração de Fé. 1ª ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2017.

VINE, W.E; UNGER, F. Merril; Jr, W. William. Dicionário VINE: O Significado Exegético e Expositivo das
Palavras do Antigo e do Novo Testamento. Rio de Janeiro: Casa Publicadora das Assembleias de Deus , 2006.

<[Link] Acesso em: 09 de abr. de 2021.

<[Link]
Relevancia_dos_Credos_e_Confissoes_Heber_Campos.pdf>. Acesso em: 03 de mar 2021.

<[Link] Acesso em: 05 de abr. de 2021.


<[Link] Acesso
em: 27 de mar. de 2021

<[Link] Acesso em: 24 de mar. de 2021

<[Link]
associados-e-membros>.Acesso em: 02 de jun. de 2021.

<[Link] Acesso em: 11 de mar 2021.

<[Link] Acesso em: 02 de


jun. de 2021.

<[Link]
Acesso em: 24 de mar. de 2021.

<[Link]
Acesso em: 31 de mar. 2021.

<[Link] Acesso em: 11 de mar 2021.


<[Link] Acesso em: 01 de jun. de 2021.

<[Link] Acesso em: 06 de abr. 2021.

<[Link] Acesso: em 28 de abr. de 2021

<[Link] Acesso
em: 18 de mai. de 2021.

<[Link] Acesso em: 15 de mar. de


2021.

<[Link] Acesso em: 02 de


jun. de 2021.
<[Link] Consultado em 02 de fev. 2021>
Acesso em: 02 de fev. 2021.

<[Link] Acesso
em: 02 de fev. 2021.
<[Link] Acesso em: 10 de
Jun. de 2021.

<[Link] Acesso em: 06 de abr. de


2021.

<[Link]
%20inspira%C3%A7%C3%A3o%20da%20B%C3%ADblia%20consiste,registraram%20sem
%20interferirem%20no%20processo.&text=A%20doutrina%20que%20faz%20mais,da%20inspira
%C3%A7%C3%A3o%20verbal%20e%20plen%C3%A1ria.> Acesso em: 15 de mar. 2021.

<[Link] Acesso em: 02 de jun. de 2021.

Você também pode gostar