Criando uma Vlan
Clenio Emidio
Cenário
Passo a passo – Introdução
As VLANs (Virtual LANs) são uma parte essencial da segmentação de
redes, permitindo a separação lógica de dispositivos em uma rede
física. Isso proporciona uma melhor segurança e um melhor
desempenho da rede.
Em uma LAN tradicional, todos os dispositivos compartilham o mesmo
domínio de broadcast, ou seja, a mesma área em que os dados são
enviados para todos os dispositivos. No entanto, em redes maiores ou
em situações em que a segmentação é necessária, as VLANs entram em
jogo.
Introdução
• As VLANs permitem criar “sub-redes” virtuais dentro de uma rede
física. Assim, os dispositivos em cada VLAN podem se comunicar
como se estivessem em uma rede independente, mesmo estando
fisicamente conectados ao mesmo switch.
• Crie a topologia do slide 1, configurando um servidor DHCP para
distribuição dos ips.
Passo 1
• Usando o terminal a partir de um Host conectado no Switch.
• enable (este comando entra no modo de privilegiado)
• configure terminal (este comando permite o administrador da rede
configurar o dispositivo)
• hostname Switch10 (Coloque aqui o nome que desejar)
• Banner motd # ACESSO RESTRITO#
• Line console 0
• Password unb
Passo 2 - Criando VLANs:
• enable
• configure terminal
• vlan 10 (Digite o número da sua Vlan)
• name professores (Escreva o nome da sua vlan)
• Vlan 20
• Name alunos
• End
• Copy running-config startup-config ou “wr”
Passo 3: Atribuindo Portas às
VLANs:
• Agora que criamos as VLANS, é necessário atribuir as portas de cada uma. Vamos
dizer para o switch quais portas pertencem a qual Vlans e quais portas não. Se for
necessário, volte ao modo de configuração global com os comandos “enable” e
“configure terminal”. Se estiver no modo de configuração global, digite no terminal:
• interface range fa0/1–12
• switchport access vlan 10
• exit
• interface range fa0/ 13–24
• switchport access vlan 20
• end
• write memory ou “do write memory” ou “wr”
• Caso essas configurações sejam aplicadas corretamente, verifique se
nas interfaces do Switch se encontra as configurações que você
aplicou.
MODO ACESSO
• Imagine o modo “acesso” como uma única faixa expressa de uma
estrada. Quando um switchport é configurado como acesso e
atribuído a uma VLAN específica, ele se comporta como uma pista
dedicada a apenas um tipo de tráfego, representado pela VLAN. É
como se fosse uma via exclusiva para um determinado grupo de
dispositivos, e todos os dados que trafegam por essa pista pertencem
à mesma “destinação”.
MODO TRUNK
• Agora, considere o modo “trunk” como uma autoestrada de várias pistas,
onde diferentes tipos de veículos (VLANs) precisam compartilhar o mesmo
caminho. Quando um switchport é configurado como trunk, ele se torna
capaz de transportar dados de várias VLANs. As informações de cada VLAN
são identificadas por “etiquetas” (tags), garantindo que os dados sejam
corretamente encaminhados para seu destino final, mesmo que estejam
trafegando juntos pela mesma “estrada”.
• Portanto, quando utilizamos o comando “switchport access vlan 10”, estamos
designando uma porta para a VLAN 10, permitindo que ela funcione como
uma faixa exclusiva para os dispositivos que pertencem a essa VLAN. Essa
configuração facilita o controle do tráfego e a segmentação da rede,
melhorando a organização e a segurança do ambiente.
• Em resumo, o modo acesso cria vias separadas para diferentes grupos de
dispositivos, enquanto o modo trunk estabelece uma via ampla que
transporta informações de várias VLANs, cada uma devidamente
identificada. Ter essa compreensão é fundamental para construir redes
eficientes e bem-organizadas, garantindo que os dados fluam da maneira
correta e segura.
• E se eu quisesse fazer um roteamento entre essas duas vlans?
• E se quisermos permitir que dispositivos de diferentes “vias expressas”
(VLANs) se comuniquem? É aqui que entra o “roteamento entre VLANs”.
Imagine um roteador como um cruzamento de estradas. Ele permite que o
tráfego de diferentes vias (VLANs) se conecte e siga em direções distintas.