TREINAMENTO PLATAFORMA
ELEVATÓRIA
APRESENTAÇÃ
O DO
INSTRUTOR
• Instrutor
• Welington Telles Alves
• Técnico em Segurança do
Trabalho
Procedimentos de Emergência
Na ocorrência de incêndio, vazamento de produtos químicos ou ordem de
abandono de local, todos os colaboradores, terceiros e visitantes devem seguir as
orientações abaixo:
• Manter a calma;
• Parar o trabalho;
• Seguir o cabeça de fila e ir até o ponto de encontro de emergência;
• Seguir as placas indicativas no momento de abandono da área;
• Não correr, não gritar, não rir, nem fazer barulho desnecessário, não causar
qualquer confusão;
• Não ficar nos banheiros;
• Não voltar para apanhar objetos esquecidos;
• Não usar elevadores ou saídas não indicadas;
• Somente utilizar os equipamentos de combate a incêndio (extintores, hidrantes e
outros) se possuir treinamento/capacitação.
• Não levar nada em mãos.
CELULARES
MODO SILENCIOSO
Outro acordo:
ACORDOS Teremos intervalo (para ir ao banheiro, dar uma esticada
nas pernas, etc...) e depois tomar um cafezinho bem
quente ou uma água geladinha.
Vamos ao nosso último acordo:
Se precisar sair durante a aula: o banheiro está localizado
a ........
CONCEITOS - PERIGO
PERIGO é um agente (material ou energia) com
potencial para provocar danos em pessoas, instalações,
equipamentos, materiais e meio ambiente.
Exemplo: O Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) ou gás
de cozinha é uma substância inflamável e até mesmo
explosiva, portanto, é um PERIGO.
RISCO é a combinação da probabilidade de ocorrência e da consequência de um
determinado evento perigoso.
1ª situação: Uma tubulação nova contendo GLP e sendo corretamente operada é
uma situação de RISCO ACEITÁVEL.
2ª situação: Uma tubulação com sinais de corrosão e possibilidade de vazamento
de GLP é uma situação de ALTO RISCO.
O PERIGO é o mesmo - GLP.
O que varia - NÍVEL DE RISCO em que é utilizado.
CONCEITOS – RISCO
GRAVE OU IMINENTE
•RISCO GRAVE OU IMINENTE: toda condição ambiental de trabalho que
possa causar acidente do trabalho ou doença
• profissional com lesão grave à integridade física do trabalhador.
•IMPORTANTE!
•DEVEM SER PARALIZADAS
•AS ATIVIDADES ATÉ A
•MINIMIZAÇÃO DOS
•RISCOS
•DIREITO DE RECUSA
•O empregado deve ser formalmente informado sobre o Direito de Recusa
ao Trabalho. Trata-se de assegurar aos empregados o direito de recusa ao
trabalho quando for identificada qualquer situação de risco grave e
iminente de acidente.
EXEMPLOS DE PERIGOS X
RISCOS
PERIGOS RISCOS
Trabalho em altura Quedas
Sistema elétrico energizado
Choque elétrico
Vapores de produtos ou Intoxicação
substâncias
Fagulhas ou partículas suspensas Corpo estranho nos
olhos
Materiais pérfuro-cortantes Lesões cortantes
MEDIDAS DE
PREVENÇÃO
Uso do cinto de segurança tipo
Quedas para-quedista, andaime com
guarda - corpo e rodapé
Somente profissional habilitado,
Choque elétrico uso dos EPI’s.
Uso dos EPI’s recomendados,
Intoxicação Proteção Respiratória e ambiente
arejado.
Corpo estranho nos Uso do óculos de segurança,
olhos protetor facial e biombos
Uso de Luvas, inspeção diária
das ferramentas e não improviso
Lesões cortantes das mesmas
SER ATINGIDO POR... CHOQUE ELÉTRICO RUÍDO
INCÊNDIO
EXPLOSÃO
QUEDAS
8ª Regra de
Ouro
•Opere os Veículos Industriais de Forma Segura.
• Somente opere veículos industriais se
estiver treinado e autorizado, após realizar checklist
de segurança, e sempre respeite os limites de
velocidade. Importante cumprir integramente os
procedimentos estabelecidos na NC 20.1.088 –
Veículos Industriais em atividades desenvolvidas
utilizando veículos industriais.
LER/DORT
LESÕES CORTANTES
PRODUTOS QUÍMICOS
ACIDENTES SURDEZ
Consequências para o Trabalhador OCUPACIONAL
PERDA DE
MEMBROS PERDA DA
VISÃO
PERDA DA VIDA
ESPAÇO CONFINADO
TRABALHO EM ALTURA
MOVIMENTAÇÃO DE CARGA
• Desvio comportamental
É uma ação praticada de forma consciente ou inconsciente
pelo colaborador que o coloca em situação de risco,
portanto, sujeito a lesões pessoais em consequência de
acidentes. Ex.: deixar de utilizar os EPI´s, executar tarefas com
ferramentas improvisadas, mexer com eletricidade sem ser
eletricista, etc.
Condições inseguras são as condições do meio que pode causar ou
contribuir para a ocorrência de um acidente.
Exemplos de Condições Inseguras
• Instalações elétricas inadequadas ou deficiente;
• Deficiência nos veículos industriais;
• Falhas no projeto dos edifícios, máquinas, instalações, etc.;
• Equipamentos, ferramentas ou materiais defeituosos;
• Condições ambientais perigosas (gases, vapores, poeiras, etc.);
• Áreas de trabalho congestionadas ( em desordem ).
• Andaime sem guarda-corpo
• Cabo elétrico energizado sem isolamento
• Lixadeira sem proteção de disco
• Falta de ordem, arrumação e limpeza
Análise Preliminar
de
Riscos
e
Percepçã
O que é Análise Preliminar de Riscos?
É o fundamento prático da prevenção e controle da
segurança, por consistir na identificação das condições ou
práticas com potencial para gerar acidentes, avaliação do
risco, e a determinação das medidas de controle que anulem
as possibilidades de ocorrer o acidente, antes do início e
durante a realização da tarefa.
(verificação)
É a adequação do Padrão Operacional
às circunstâncias do momento da
execução da tarefa.
É o planejamento,
passo-a-passo, de uma
atividade, que visa
identificar os riscos
existentes em cada
passo, da mesma,
adotando as medidas
de controle/segurança
para garantir o
sucesso e o resultado
desejado para tarefa.
A atenção para o detalhe é a
Risco - o que é?
Probabilidade de uma ocorrência de acontecimento indesejado com
potencial necessário para causar danos a P.E.M.A..
CONTROLE DOS RISCOS
Eliminar a exposição ao risco
# Eliminar
Reduzir a probabilidade e a gravidade. Adoção de medidas de segurança e administrativas
# Tratar
# Tolerar Nível de risco aceitável
seguro
# Transferir
ANÁLISE PRELIMINAR DE
RISCOS
DA
AT
IV E
ID T
AD E N
E O
D B I
M
EXECUÇÃO
RETRABALHO
???
ACIDENTE
Se está com dúvida, analise!
???
ANALISE
O QUE É PERCEPÇÃO??
1. Adquirir conhecimento de, por meio dos sentidos.
2. Formar idéia de; abranger com a inteligência; entender,
compreender.
3. Conhecer, distinguir; notar.
4. Ouvir.
5. Ver bem.
6. Ver ao longe; divisar, enxergar.
Exercício 01:
Concentre-se na tarefa que você vai executar
e no lugar onde você vai fazê-lo,
não naquilo que você imagina!
É muito difícil aprender,
quando não se reconhece
o erro cometido.
“Se ouço, esqueço; se vejo, lembro; se faço, sei!” (Chines)
RESPONSABILIDADE
Quem Deve Elaborar a Análise Preliminar de Risco
A responsabilidade pela elaboração da Análise
Preliminar de Risco é do EXECUTANTE do
SERVIÇO, com a participação do Solicitante e
apoio da Manutenção e/ou Operação e/ou
Engenharia Industrial e/ou Gerente de Contrato
e/ou Engenharia de Segurança do Trabalho e/ou
Bombeiro e/ou Meio Ambiente.
RESPONSABILIDADE
A responsabilidade pela elaboração da Análise Preliminar de
Risco é do EXECUTANTE do SERVIÇO, com a participação do
Solicitante e apoio da Manutenção e/ou Operação e/ou
Engenharia Industrial e/ou Gerente de Contrato e/ou Engenharia
de Segurança do Trabalho e/ou Bombeiro e/ou Meio Ambiente.
FRASES INACEITÁVEIS
• Foi DEUS quem quis que acontecesse.
• Coitado - estava na sua hora.
• É uma pena - mas era inevitável.
• Ele pagou pelo seu próprio erro.
• Será que ele não viu que isto aconteceria.
• Foi sua própria culpa, agora é tarde.
FALTA DE PLANEJAMENTO PODE
CAUSAR....
9x1=9
9 x 2 = 18
9 x 3 = 28
9 x 4 = 36
9 x 5 = 45
9 x 6 = 54
9 x 7 = 63
9 x 8 = 72
9 x 9 = 81
9 x 10= 90
RESPONSA
BILIDADE
CIVIL E
CRIMINAL
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL
ACIDENTES DE TRABALHO
EXISTE UMA CAUSA
NÃO ACONTECE POR ACONTECER
EXISTEM RESPONSABILIDADES
EXISTEM RESPONSÁVEIS.
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL
Responsabilidade Criminal incide sobre o autor de um ato definido
como CRIME, e tem caráter punitivo.
Responsabilidade Civil : Obrigação de Indenizar os danos gerados a
terceiros, por DOLO/CULPA.
Responsabilidade Administrativa é aquela em que os autores das
INFRAÇÕES são advertidos, multados, suas empresas sofrem
interdições, suas obras são embargadas, etc.
RESUMO
- Criminal = Pessoas
- Civil = R$
- Administrativa = T. A. Cs
RESPONSABILIDADE CIVIL E CRIMINAL
RESPONSABILIDADES: (Portaria 3214/1978 MTE)
• Cabe ao Empregador • Cabe ao Empregado
1. Prevenir fatores pessoais (atos 1. Usar e cuidar dos EPIs
inseguros); recomendados
2. Divulgar as obrigações e 2. Submeter-se aos exames
proibições; médicos;
3. Elaborar ordem de serviço 3. Colaborar com a empresa na
sobre segurança e medicina do aplicação das Normas
trabalho, dando ciência aos Reguladoras. (NRs)
empregados; 4. Cumprir as disposições legais e
4. Dar conhecimento aos regulamentos sobre segurança
empregados de que serão e medicina do trabalho;
passíveis de punição, pelo
descumprimento das ordens de
serviço;
5. Determinar procedimentos a
OBS.:serem adotados
Necessidade em casos
de comprovação de de
requisito legal anterior ao fato.
acidentes e doenças
Conceituando
DOLO CULPA
Dar causa a algum dano Dar causa a algum dano
Intencionalmente ou ciente do por imprudência, imperícia ou
risco. negligência.
IMPRUDÊNCIA: Praticar uma ação sem as devidas precauções.
IMPERÍCIA: Praticar uma ação sem habilidade e experiência necessária.
NEGLIGÊNCIA: Omissão voluntária de cuidados necessários para prevenir acidente.
•Um pai estaciona seu carro na garagem, com as chaves
na ignição, mesmo sabendo que seu filho, que não possui
carteira de habilitação, costuma pegá-lo para dar umas
voltas.
Exercitan •Na mesma noite, o filho, escondido da família, furta o
carro para sair com seus amigos. No caminho, avança um
do: sinal vermelho.
Exercitando:
• Quem e quando agiu com imperícia?
Resposta: O filho, ao dirigir um carro sem estar habilitado.
• Quem e quando agiu com imprudência?
Resposta: O filho, ao ultrapassar o sinal vermelho.
• Quem e quando agiu com negligência?
Resposta: O pai, ao deixar a chave na ignição.
Praticando:
Funcionária admite erro
- Auxiliar de enfermagem admitiu à polícia que
foi ela quem aplicou vaselina líquida, em vez
de soro fisiológico, na veia de menino de 12
anos, que morreu no sábado no Hospital .
A sua defesa, afirmou que ela foi induzida ao erro, não somente porque os
frascos eram iguais, mas também porque não é comum haver vaselina líquida
naquele setor.
* Ela foi indiciada por homicídio culposo.
* Durante o depoimento ela interrompeu sua fala duas vezes (crises
nervosas).
TRABALHO COM PLATAFORMAS
ELEVATÓRIAS
TRABALHO COM PLATAFORMAS
ELEVATÓRIAS
Para a realização de trabalhos em plataformas deve ser
seguida a instrução que consta na NR−18, item 18.15.
50
PLATAFORMA ELEVATÓRIA
Equipamento usado para elevar pessoas e/ou materiais e/ou
equipamentos. Os controles destas plataformas estão localizados na
própria cabine elevatória e na base. Os motores são elétricos ou a
Plataforma articulada
diesel. ou girafa
Plataforma Tesoura
ou Pantográfica
Plataforma Vertical
ou Pessoal
Plataforma articulada
Plataforma Telescópica 51
ou de Lança Reta
PLATAFORMA ELEVATÓRIA
Plataforma Telescópica ou de Lança
Reta: Possui sistema de propulsão
(elevação) tipo lança com deslocamento
longitudinal utilizada para elevação de
pessoas, ferramentas e materiais.
Plataforma Articulada ou Girafa:
Possui sistema de propulsão (elevação)
em forma de braços articulados,
utilizados para elevação de pessoas,
ferramentas e materiais. 52
PLATAFORMA ELEVATÓRIA
Plataforma Vertical ou Pessoal:
Possui sistema de elevação vertical com
capacidade para elevar somente uma
pessoa e suas ferramentas. Sua
plataforma tem um cesto de tamanho
pequeno e é utilizada em locais com
limitação de espaço e para trabalhos
normalmente menores.
Plataforma Tesoura ou Pantográfica:
Possui sistema de propulsão (elevação)
em forma de tesoura. É utilizada para 53
TRABALHO COM PLATAFORMAS
ELEVATÓRIAS
54
TRABALHO COM PLATAFORMAS
ELEVATÓRIAS
55
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
Nas atividades onde for tecnicamente inviável o uso da PTA, a
atividade de elevação de pessoas deve ser realizada seguindo os
pontos abaixo, baseado no anexo XII – NR 12:
a) A inviabilidade técnica deve ser comprovada por laudo técnico
elaborado por profissional legalmente habilitado e mediante a
emissão da ART;
b) Não é recomendada a movimentação de pessoas
simultaneamente com carga, exceto as ferramentas;
c) O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e
materiais, não pode exceder, em nenhum momento, a
56
capacidade de carga nominal do equipamento de elevação;
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
d. A elevação de pessoas deverá ser objeto de planejamento
formal, contemplando as seguintes etapas:
1. Realização de Análise de Riscos – AST;
2. Especificações dos materiais e ferramentas necessárias;
3. Elaboração do plano de movimentação de pessoas;
4. Elaboração de procedimentos operacionais de
emergência;
5. Emissão da Permissão de trabalho para movimentação
de pessoas.
57
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
e. A elevação de pessoas deve ficar sob a responsabilidade técnica de
engenheiro de Segurança do trabalho e responsabilidade formal do dono da
área, simultaneamente.
f. Antes de elevar os trabalhadores devem ser realizados os testes
operacionais de içamento. Os testes precisam ser realizados com a carga
prevista no içamento dos trabalhadores e materiais necessários;
g. O equipamento de elevação deverá ser construída especialmente para
a elevação de pessoas, com guias para o garfo, porta com trava, grade
protetora com altura mínima de 1,10 a 1,20 metros nas laterais e frente
(portão) e de 1,70 metros na parte próxima a empilhadeira, fundo
revestido com chapa antiderrapante com rodapé de 0,20m e barra
intermediária a uma altura 0,70m e estrutura metálica, possuir anotação
58
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
h. O equipamento deve estar fixado nos garfos da empilhadeira,
com cinta de poliéster com catraca, conforme tabela de
resistência.
i. A empilhadeira não deve ser movimentada com o equipamento
de elevação elevado.
j. A empilhadeira não transitar com pessoas sobre o equipamento
de elevação.
59
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
k. O operador de empilhadeira não deve se ausentar do
equipamento enquanto tiver pessoas elevadas na no
equipamento de elevação;
l. O funcionário que estiver elevado no equipamento de
elevação deve utilizar cinto de segurança tipo paraquedista,
preso no guarda-corpo do próprio equipamento e capacete com
jugular;
m. A equipe de trabalho deve portar rádio comunicador
operando em faixa segura e exclusiva;
60
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
n. É obrigatório, imediatamente antes da elevação de pessoas, a
realização de:
1. Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos,
contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o
processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção,
conforme análise de risco (AST), consignado num documento
a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos
participantes;
2. Inspeção visual do equipamento a ser utilizado;
3. Checagem de funcionamento do rádio.
61
ELEVAÇÃO DE PESSOAS
o. A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho,
dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes
perigos:
1. Impacto contra estruturas externas durante a execução;
2. Movimento inesperado do equipamento;
3. Queda de altura;
4. Outros específicos associados.
p. A equipe de trabalho deve ser formada pelos executantes que serão
elevados, operador do equipamento de elevação, profissional de
segurança e supervisor da operação.
q. Quaisquer condições encontradas que constituam perigos devem ser
62
TRABALHO SOB PLATAFORMAS
Trabalhos sob plataformas
As atividades realizadas sob plataformas nas unidades devem ser
avaliadas e quando houver risco de queda devem ser adotadas
medidas de controle de seus riscos.
Plataformas que não estão de acordo com a NR 12, devem dispor de
dispositivos de segurança para evitar quedas, tais como rodapés e uso
de sistema de ancoragem e uso de cinto de segurança para os
trabalhadores.
Atividades em plataformas acima de 1,5m que ofereçam risco de
queda é necessário a utilização de cinto de segurança paraquedista,
determinação de pontos de ancoragem conforme especificado na NR 64
NR-11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e
Manuseio de Materiais
Determina aos procedimentos de segurança para a
operação de elevadores, guindastes, transportadores
industriais e máquinas transportadoras.
NR-12 Segurança no Trabalho em Máquinas e
Equipamentos
Determina requisitos, dispositivos e procedimentos de
segurança para a instalação, operação e manutenção de
máquinas e equipamentos.
Há diferença entre profissional habilitado, qualificado, capacitado,
autorizado e ambientado, e a similaridade dos significados pode
resultar em confusão no momento em que se vê necessário a
presença de um profissional da área para execução de
determinada tarefa. A seguir, as definições que preconizam as
Normas Regulamentadoras do M.T.E.
O que é Trabalhador Capacitado?
É considerado trabalhador capacitado aquele que receba capacitação
sob orientação e responsabilidade de profissional legalmente habilitado.
O que é Trabalhador Autorizado?
É considerado trabalhador autorizado aquele que é formalmente
autorizado pela empresa mediante um processo administrativo.
Considerações a respeito da Autorização:
o trabalhador precisa estar formalmente autorizado através de um processo
administrativo que vai envolver:
– Aprovação nos exames médicos;
– Aprovação nos treinamentos específicos da atividade;
– Aprovação nos treinamentos legais (ex. NR 33, NR 35, NR 10);
– Emissão de uma autorização (pode ser um crachá que especifique os dados do
funcionário e as autorizações com os respectivos prazos de validade).
Welington Telles Alves
Técnico de Segurança do Trabalho
VP Gente, Serviços e Tecnologia
Rodovia Mário Batista Mori, S/N°, km 33 –
Tatuí/SP – CEP: 18.280-000
F: +55 15 3322-7230
Canal de Voz Interno: 6696 7230 |
[Link]
OBRIGADO