RCP E
ACE
Enf(a) Esp.: Ana Paula
Instragran:
Beltrão de Lima
@anapaulaenf09
O QUE É O ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e
atendimento cardiovascular de emergência (ACE).?
Segundo a European Resuscitation Council e a American Heart
Association, o Suporte Básico de Vida é um conjunto de
procedimento e medidas com objetivo de manter a vítima viável
até a chegada do socorro especializado.
EMERGENCY MEDICAL SERVICES
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Segundo a American Heart Association é caracterizada pela a
interrupção inesperada da atividade cardíaca, levando a
suspensão da circulação corpórea, consequentemente levando a
uma apneia ou respiração em gasping.
■ O Suporte Avançado de Vida (SAV) é a segunda etapa do conjunto
de habilidades e conhecimentos envolvidos no tratamento do
paciente com parada cardiorrespiratória (PCR).
■ O SAV envolve:
– 1. Ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade.
– 2. Desfibrilação.
– 3. Dispositivos de via aérea avançada e oxigênio.
– 4. Acesso venoso e drogas.
– 5. Dispositivos de compressão mecânica.
– 6. Dispositivos de oxigenação por membrana extracorpórea.
Fisiopatologia
■ A parada cardiorrespiratória pode ser dividida em três fases:
1. Fase elétrica: essa fase compreende o período inicial (de 3 a 4 minutos) da PCR, na sua grande
maioria apresenta-se como fibrilação ventricular (FV). Aqui, faz-se necessário desfibrilação imediata
e RCP de alta qualidade.
2. Fase hemodinâmica: essa fase vai de 4 a 10 minutos após a PCR. Compreende à depleção dos
substratos para um metabolismo adequado, sendo a desfibrilação e a RCP de alta qualidade ainda
críticas para esses pacientes.
3. Fase metabólica: fase após os 10 minutos de PCR, em que há acidose e disfunção celular graves.
Aqui, faz-se necessário cuidados pós parada, bem como, caso não ocorra volta da circulação
espontânea, as chances de sobrevivência do paciente caem e ele geralmente não sobrevive.
Diagnóstico
■ O diagnóstico da PCR é firmado quando se tem o conjunto das seguintes
características:
1. Paciente não responsivo.
2. Paciente sem pulso central palpável.
■ Quando identificada, inicialmente, deve-se partir para o suporte básico de vida.
OS QUATRO PILARES DO
ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS
Segurança de cena;
Manter a calma ;
Agir;
Trabalhar em equipe.
SEGURANÇA DE CENA
MANTER A CALMA
AGIR
TRABALHAR EM EQUIPE
AVALIAÇÃO DE VÍTIMA INCONSCIENTE
PASSO 01 VERIFIQUE A RESPONSIVIDADE
Ligue 192
Acione T R R
PASSO 02 ACIONE AJUDA Acione brigada/BC
VERIFIQUE VENTILAÇÃO E PULSO
PASSO 03
INICIE O (CAB)
PASSO 04
USE O DEA
PASSO 01 VERIFIQUE A RESPONSIVIDADE
@emergency.e
Ligue 192
Acione T R R
PASSO 02 ACIONE AJUDA Acione brigada/BC
VERIFIQUE VENTILAÇÃO E PULSO
PASSO 03
INICIE O (CAB)
PASSO 04
USE O DEA
SEQUÊNCIA QUE SALVA VIDAS
Ligu
e
192
Ritmos passíveis de choque
■ São eles: Fibrilação ventricular (FV) e Taquicardia ventricular sem
pulso (TVsp), sendo ambas tratadas da mesma forma na PCR:
1. RCP de alta qualidade
2. Administração de vasopressores e antiarrítmicos
3. Desfibrilação
Ritmos não chocáveis
São eles: Atividade elétrica sem pulso (AESP) e assistolia.
■ Atividade elétrica sem pulso (AESP)
– Definida pela ausência de pulso palpável na vigência de atividade elétrica cardíaca
organizada. Várias são as causas para essa atividade cardíaca, sendo a conduta feita
de acordo com a etiologia identificada.
■ Possíveis causas: Os 5 H’s
1. Hipo/ hipercalemia
2. Hipóxia
3. Hipovolemia
4. Hipotermia
5. H+ (acidose)
– Possíveis causas: Os 5 T’s
1. Tóxicos
2. Tamonamento cardíaco
3. Trombose coronariana
4. Tromboembolismo pulmonar
5. Tensão pulmonar (pneumotórax)
■ Assistolia
– A assistolia compreende na total ausência de atividade elétrica no
miocárdio, podendo refletir o estágio final de uma PCR não tratada ou
refratária.
– Ao se deparar com um paciente em assistolia você deve:
1. Seguir com o “protocolo da linha reta” para, de fato, confirmar a ausência
total de ritmo:
2. Checar cabos e conexões;
3. Aumentar o ganho;
4. Mudar a derivação;
5. Se assistolia confirmada, prosseguir com o protocolo de RCP de qualidade e
drogas.