COMO E
QUANDO
VOCÊ
APRENDE?
APRENDEMOS QUANDO E COMO?
No confronto das ideias e ações;
Experimentando, acertando e errando;
Ouvindo experiências dos outros;
Recorrendo à memória do que conhecemos e
vivemos;
Estudando teorias, questionando, clareando
posições;
Escrevendo sobre dado assunto;
Exercitando e refletindo sobre a prática;
Pesquisando;
Refletindo sobre o nosso próprio modo de aprender.
APRENDIZAGEM:
processo de apropriação de conhecimentos,
tais como: fatos, eventos, relações, valores,
gestos, atitudes, modos de ser e de agir, que
promovem, no sujeito, novas possibilidades
de pensar e de se inserir no seu meio.
É um processo permeado por afetos, desejos,
expectativas, vontades, que também são
aprendidos.
O APRENDER ENVOLVE:
• atribuir significações
• engendrar relações
• mobilizar experiências vividas
O processo de significação das
experiências e de produção de saberes é
central na aprendizagem do adulto.
ASPECTOS IMPORTANTES DA
APRENDIZAGEM DO ADULTO
- a experiência (por tratar-se de adultos, há uma vivência
anterior, experiências que irão influenciar a formação de
novas ideias),
- o significativo (adultos-professores dispõem de
conhecimentos de como ensinar, enquanto vivenciam a
aprendizagem),
- o proposital (há um propósito, um objetivo que os
mobiliza – intencionalidade) e
- a deliberação (a aprendizagem decorre de uma escolha
deliberada (e consciente) de participar ou não de dado
processo).
PRINCÍPIOS NORTEADORES:
A aprendizagem do adulto decorre de uma construção
grupal;
A aprendizagem se dá a partir do confronto e
aprofundamento de idéias;
O processo de aprendizagem é singular e envolve escolha
deliberada;
O processo de aprendizagem envolve compromisso e
implicação com o objeto ou evento a ser conhecido e com
os outros da aprendizagem;
O ato de conhecer é permanente e dialético;
O ponto de partida para o conhecimento é a experiência
que acumulamos;
A base da aprendizagem está na linguagem, na atribuição
de significados e sentidos.
AÇÕES DO FORMADOR
Identificar o que caracteriza o modo de aprender do
adulto;
Pensar formas de ampliar os recursos de aprendizagem
do grupo:
Mobilizando as atividades mentais do sujeito e o
desenvolvimento de novas ferramentas cognitivas, na
direção da tomada de consciência desses processos
(autonomia).
Logo, o formador deverá
• estar atento à intencionalidade, ao planejar e desenvolver
atividades formativas;
• identificar os desejos e necessidades do grupo;
• recorrer a ações que envolvam cognitiva e afetivamente os
formandos.