Introdução ao IPv6
IPv6 é uma versão do protocolo IP que visa a mitigar as
limitações do IPv4, bem como fazer algumas alterações no
formato do cabeçalho, que é um componente importante para a
eficiência da rede.
A sua criação data em 1994, quando constatou-se que o
crescimento acelerado do uso da internet proporcionaria um
esgotamento do número de endereços da versão 4.
Importância nas redes
• Solução para a Escassez de Endereços
• Suporte à Internet das Coisas (IoT)
• Base para Redes 5G
• Melhoria na Experiência do Usuário
modernas
• Segurança Nativa
• Solução para a Escassez de
Importância Endereços
• Suporte à Internet das Coisas (IoT)
nas redes • Base para Redes 5G
• Melhoria na Experiência do Usuário
modernas • Segurança Nativa
Evolução dos
endereços IP
IPv0 a IPv3
Inicialmente tinha um protótipo para teste de
conectividade de rede e os endereços de tamanho variável
até 32 bits
IPv4 IPv6
Evolução Daí adoptou-se uma Vendo que as tecnologias
versão mais robusta usadas para a extensão
para uso em algumas do uso do IPv4 criava
dos instituições. Que
inicialmente era perfeita
certas barreiras à nova
tecnologias introduzidas,
como IoT, vê-se a
endereços IP para
conseguia
conexão e
albergar
todos os dispositivos
necessidade de expandir
o numero de endereços,
operando desta forma
que se pretendia na com 340 undecilhões
época e tornou-se (2^128). E as duas
inviável devido ao tecnologias coexistem até
rápido crescimento de hoje
uso de computadores.
Principais diferenças entre IPv4 e IPv6
Característica IPv4 IPv6
Tamanho do Endereço 32 bits (4,3 bilhões de 128 bits (340 undecilhões de
endereços) endereços)
Formato Decimal (ex.: [Link]) Hexadecimal (ex.:
2001:0db8::7334)
Cabeçalho 20-60 bytes, com checksum 40 bytes, sem checksum
Configuração Manual ou DHCP SLAAC ou DHCPv6
Fragmentação Origem e roteadores Apenas origem
Segurança IPsec opcional IPsec integrado
Broadcast Sim Não (usa multicast e anycast)
Compatibilidade Não compatível com IPv6 Não compatível com IPv4
Características do IPv6
Os endereços IPv6 são compostos por 128 bits e são divididos
em oito grupos de 16 bits cada um. Cada grupo é separado por
dois pontos (:)
Representação de Endereços
Existem 3 (três) convecções para a representação textual de
endereços IPv6, para compactar a representação dos 128 bits, o
endereço é escrito em Hexadecimal.
• Forma padrão;
• Forma reduzida;
• Forma Mista;
Forma padrão
Nesta forma, o endereço IPv6 é representado por 32 números
hexadecimais, em grupos de 4 dígitos separados por dois pontos “:”.
X:X:X:X:X:X:X:X
Onde : X Representa 16 bits, ou seja, 4 dígitos hexadecimais
Cada X designa-se campo, ou bloco, ou grupo
Exemplo: AF0A:2A5F:2B55:AEAB:FFAA:02AD:3D12:1030
Forma reduzida
Escrever um endereço de 32 dígitos é sempre trabalhoso e mais difícil de ler. Como tal,
sempre que possível, podemos simplificar isto aplicando as regras de simplificação.
Regra 01: Podem omitir-se os zeros iniciais de um determinado grupo. Eliminar os zeros
mais significativos. No entanto deve existir pelo menos um caracter hexadecimal em cada
campo
Regra 02: Podem representar-se grupos de zeros consecutivos por duplo dois pontos “::”.
Exemplo: Considere o seguinte endereço IPv6:
4300:00AE:092B:38BB:0000:0000:BCD1:1221.
Aplicando a 1ª Regra, teríamos:
4300:AE:92B:38BB:0:0:BCD1:1221
Exemplo: Considere o seguinte endereço IPv6:
2001:0DB8:0000:000:0000:0000:0080:34BD.
Aplicando a 2ª Regra, ficamos com:
2100:0DB8::00080:34BD
• NB: e possível simplificarmos mais ainda fazendo
junção da regra 1 e 2
Forma Mista
Em ambientes mistos, isto é, ambientes com nós IPv4 e IPv6, pode ser conveniente a utilização da forma
mista de representação. Nesta forma os endereços são expressos como X:X:X:X:X:X.D.D.D.D, na qual os
‘X’ são valores hexadecimais dos 6 blocos de 16 bits mas significativos que compõem um endereço IPv6 e
os ‘D’ são valores decimais dos 4 grupos de de 8 bits menos significtivos do endereço, representados
usando o dotted decimal notation do IPv4.
Existem duas formas de referir aos endereços IPv6 com endereços IPv4 embutidos, que são:
• Endereço IPv6 compatíel com IPv4 (utilizados em hosts e routers com ligação de redes IPv4 e IPv6
simultaneamenteespecialmente em cenários de tunneling. Esse endereço é chamado de "compatível"
porque: Ele literalmente contém um endereço IPv4 nos últimos 32 bits. Dispositivos que suportam
ambos os protocolos podem reconhecer e usar esse formato para decidir como rotear ou encapsular
pacotes.
• Endereço IPv4 mapeado em IPv6 (endereços de nós que apenas entendem IPv4, escritos na forma de
IPv6). "traduzindo" o endereço IPv4 para o formato de 128 bits do IPv6. Isso é útil em redes mistas, onde
o IPv6 está sendo adotado, mas ainda existem muitos dispositivos legados que só funcionam com IPv4.
Exemplos deste tipos de endereços:
→ 0:0:0:0:0:[Link].163 (endereço IPv6 compatível com IPv4)
→ 0:0:0:0.0:FFFF:[Link] (endereço IPv4 mapeado em IPv6)
Ou, na forma reduzida,
→ ::[Link] (endereço IPv6 compatível com IPv4)
→ ::FFFF:[Link] (endereço IPv4 mapeado em IPv6)
Estrutura do Pacote IPv6
Formato do cabeçalho IPv6
O cabeçalho do IPv4 possui 13 campos, enquanto o cabeçalho do IPv6 foi
projetado para ser mais simples, contendo apenas 8 campos. Essa
simplificação permite que os roteadores processem os pacotes de maneira
mais rápida, reduzindo o atraso de processamento. Abaixo estão os campos
do cabeçalho principal do IPv6:
• Versão – 4 bits
Esse campo identifica a versão do protocolo do pacote. Seu valor é sempre
6 para IPv6 e 4 para IPv4.
• Classe de Tráfego – 8 bits
Serve para indicar o tipo ou a prioridade do tráfego no pacote, como mídia
contínua (vídeo, som) ou outros tipos de dados, auxiliando na gestão da
Qualidade de Serviço (QoS).
• Identificação do Fluxo (Flow Label) – 20 bits
Permite marcar pacotes que pertencem ao mesmo fluxo, criando um
"pseudo canal de comunicação" entre origem e destino, com requerimentos
e propriedades específicas, como suporte a QoS.
• Comprimento do Campo de Dados – 16 bits
Indica o tamanho total do payload (dados e eventuais cabeçalhos de
extensão), excluindo o cabeçalho principal. Com 16 bits, suporta até
65.535 bytes (2¹⁶). Para tamanhos maiores, é necessário usar um
cabeçalho de extensão, como o "Jumbo Payload".
• Próximo Cabeçalho – 8 bits
Identifica o tipo do primeiro cabeçalho de extensão (se houver) ou o
protocolo de nível superior (ex.: TCP, UDP) que segue o cabeçalho
principal.
• Limite de Saltos – 8 bits
Define o número máximo de roteadores (saltos) que o pacote pode
atravessar antes de ser descartado, com valor máximo de 255. A cada
salto, o valor é reduzido em 1.
Cabeçalhos de Extensão do IPv6
Os cabeçalhos de extensão são blocos adicionais de informação que
vêm após o cabeçalho principal do IPv6 (que tem 40 bytes fixos). Eles
não estão presentes em todos os pacotes, só quando necessário, o que
torna o IPv6 mais eficiente que o IPv4. Cada cabeçalho tem um
propósito específico, como segurança, roteamento ou suporte a pacotes
grandes.
O campo "Próximo Cabeçalho" (Next Header) no cabeçalho principal
(ou em um cabeçalho de extensão anterior) indica qual é o próximo
cabeçalho a ser lido.
A especificação atual do IPv6 define seis cabeçalhos de extensão
obrigatórios para todos os dispositivos que participam da comunicação.
São eles:
• Cabeçalho de Opções de Salto-a-Salto (Hop-by-Hop): Processado por
todos os roteadores no caminho.
• Cabeçalho de Opções de Destino: Destinado ao nó final ou a destinos
específicos.
• Cabeçalho de Encaminhamento (Routing): Define o caminho do pacote.
• Cabeçalho de Fragmentação: Controla a fragmentação e remontagem de
pacotes.
• Cabeçalho de Autenticação (AH): Garante autenticidade e integridade
(IPSec).
• Cabeçalho de Encapsulamento de Segurança (ESP): Oferece
criptografia, integridade e autenticação (IPSec).
Tipos de endereços IPv6
Existem 3 tipos de endereçamento IPv6 definidos:
• Unicast
Este tipo de endereço identifica uma única interface, de modo que um pacote enviado a um
endereço unicast é entregue a uma única interface;
• Anycast
Identifica um conjunto de interfaces. Um pacote encaminhado a um endereço anycast é
entregue a interface pertencente a este conjunto mais próxima da origem (de acordo com
distância medida pelos protocolos de roteamento). Um endereço anycast é utilizado em
comunicações de um-para-um-de-muitos.
• Multicast
Também identifica um conjunto de interfaces, entretanto, um pacote enviado a um endereço
multicast é entregue a todas as interfaces associadas a esse endereço. Um endereço multicast é
utilizado em comunicações de um-para-muitos.
Diferente do IPv4, no IPv6 não existe endereço broadcast, responsável por direcionar um
pacote para todos os nós de um mesmo domínio. No IPv6, essa função foi atribuída à tipos
específicos de endereços multicast.
A estrutura dos endereços Unicast IPv6 permite agregações com
prefixos de tamanho flexível, o que reduz a carga nas tabelas de
roteamento da rede e melhora o desempenho. Existem vários subtipos
de endereços Unicast, incluindo:
Global Unicast:. Únicos globalmente, roteáveis na internet.
Unique Local Addresses (ULA): Privados, únicos dentro de uma
organização, não roteáveis publicamente.
Link-Local: Automáticos, válidos só no enlace local (ex.: comunicação
na mesma sub-rede).
Loopback: ::1/128. Para o próprio dispositivo.
Vantagens e benefícios
1. Espaço de endereçamento expandido
O IPv6 usa endereços de 128 bits, em comparação com os 32 bits do
IPv4.
Isso permite 340 undecilhões (3,4 × 10³⁸) de endereços únicos,
resolvendo definitivamente o problema de escassez do IPv4.
Suporta o crescimento exponencial de dispositivos IoT, smartphones e
outros equipamentos conectados.
2. Autoconfiguração e descoberta de vizinhos
(NDP)
O IPv6 introduz a capacidade de os dispositivos configurarem seus
próprios endereços IP automaticamente.
NDP é um protocolo do IPv6 que permite que dispositivos descubram
vizinhos e roteadores na mesma rede.
3. Segurança aprimorada com IPsec integrado
O IPv6 possui IPsec integrado, oferecendo segurança avançada
nativamente.
Ele permite criptografia e autenticação dos dados entre os dispositivos.
Protege contra espionagem e alterações nos pacotes de rede. Isso garante
comunicações mais seguras desde o nível da rede.
4. Suporte para mobilidade e qualidade de
serviço (QoS).
Suporte para Mobilidade no IPv6
IPv6 oferece suporte nativo à mobilidade com o Mobile IPv6, permitindo
que dispositivos mudem de rede sem perder a conexão.O endereço IP
"home" é mantido, e os pacotes são redirecionados automaticamente para
o novo local, mantendo a comunicação contínua, ideal para smartphones
e notebooks em movimento.
4. Suporte para mobilidade e qualidade de
serviço (QoS).
Qualidade de Serviço (QoS)
O IPv6 Melhora o controle de tráfego com campos específicos no
cabeçalho, como:
Traffic Class e Flow Label, que ajudam a priorizar pacotes.
Permite garantir qualidade em serviços como voz, vídeo e jogos online,
oferecendo menor latência e mais estabilidade.
Aspectos técnicos e
avançados do IPv6
Funcionamento do protocolo ICMPv6 e suas
funcionalidades
O Protocolo Internet versão 6 (IPv6) usa o Internet Control Message Protocol (ICMP)
conforme definido para IPv4 [RFC-792], com uma série de alterações. O protocolo resultante é
chamado ICMPv6 e tem um valor IPv6 Next Header de 58.
O ICMPv6 é usado por nós IPv6 para relatar erros encontrados no processamento de pacotes e
para executar outras funções da camada de Internet, como diagnósticos ("ping" ICMPv6). O
ICMPv6 é parte integrante do IPv6, e o protocolo base (todas as mensagens e comportamentos
exigidos por esta especificação) deve ser totalmente implementado por cada nó IPv6.
O campo type indica o tipo da mensagem. Seu valor determina o formato dos dados
restantes.
O campo de código depende do tipo de mensagem. Ele é usado para criar um nível
adicional de granularidade de mensagem.
O campo de soma de verificação é usado para detetar corrupção de dados na
mensagem ICMPv6 e partes do cabeçalho IPv6.
As mensagens ICMPv6 são agrupadas em duas classes: mensagens de erro e mensagens
informativas.
As mensagens de erro são são utilizadas para notificar problemas na entrega de pacotes,
identificam-se como tal por um zero no bit de ordem alta dos valores do campo Type. Assim,
as mensagens de erro têm tipos de mensagem de 0 a 127.
Incluem:
Destination Unreachable;
Packet Too Big;
Time Exceeded;
Parameter Problem.
As mensagens informativas têm tipos de mensagem de 128 a 255.
Incluem:
Echo Request (128) e Echo Reply (129): Para testes de conectividade (ex:
comando ping).
Router Solicitation (133), Router Advertisement (134), Neighbor Solicitation
(135), Neighbor Advertisement (136), Redirect (137): Utilizadas pelo NDP para
descoberta e manutenção de vizinhos e roteadores.
Papel do Neighbor Discovery Protocol (NDP)
na Comunicação de Rede
O Neighbor Discovery Protocol (NDP) utiliza ICMPv6 para
realizar:
•Descoberta de vizinhos.
•Descoberta de roteadores.
•Autoconfiguração de endereços (SLAAC).
•Detecção de endereços duplicados (DAD).
Cada funcionalidade é implementada com mensagens ICMPv6
específicas, tornando o protocolo um pilar das redes IPv6.
Devido a essas accões, desacam-se como vantagens do NDP:
•Eficiência e Escalabilidade
Usa multicast em vez de broadcast, reduzindo tráfego desnecessário.
•Autonomia e Robustez
Permite autoconfiguração e detecção de falhas sem servidores centralizados.
•Segurança
Pode ser reforçado com Secure Neighbor Discovery (SEND),
que usa certificados e criptografia para evitar ataques de spoofing e MITM.
Implementação de IPsec no contexto de IPv6 para
segurança de dados
Uma implementação IPsec opera em um host, como um gateway de segurança (SG) ou como um
dispositivo independente, oferecendo proteção ao tráfego IP. A proteção oferecida pelo IPsec é
baseada em requisitos definidos por um SPD (Banco de Dados de Política de Segurança)
estabelecido e mantido por um usuário ou administrador do sistema, ou por um aplicativo que
opera dentro das restrições estabelecidas por qualquer um dos itens acima.
Em geral, os pacotes são selecionados para uma das três ações de processamento com base no IP
e nas informações do cabeçalho da próxima camada e comparadas com as entradas no SPD.
Cada pacote é PROTEGIDO usando serviços de segurança IPsec, DESCARTADO ou tem
permissão para IGNORAR a proteção IPsec, com base nas políticas SPD aplicáveis identificadas
pelos Seletores.
IPsec opera em dois modos: transporte (protege apenas o payload) e túnel (protege todo o
pacote IP).
O IPsec usa dois protocolos para fornecer serviços de segurança de tráfego - Authentication
Header (AH) e Encapsulating Security Payload (ESP). As implementações IPsec DEVEM
suportar ESP e PODEM suportar AH.
O IPsec cria um limite entre interfaces desprotegidas e protegidas, para um host ou uma rede.
O tráfego que atravessa o limite está sujeito aos controles de acesso especificados pelo usuário
ou administrador responsável pela configuração do IPsec. Esses controles indicam se os
pacotes cruzam o limite sem impedimentos, se recebem serviços de segurança via AH ou ESP
ou se são descartados.
Gestão e configuração avançada de políticas de roteamento
O roteamento em IPv6 envolve protocolos como OSPFv3, BGP4+, RIPng e
IS-IS. As políticas de roteamento definem como pacotes são encaminhados
baseando-se em critérios como origem, destino, tipo de serviço ou métricas.
A configuração avançada inclui filtragem de rotas, manipulação de tabelas
de roteamento, uso de prefix-lists, route-maps e políticas de redistribuição de
rotas. Tais técnicas permitem engenharia de tráfego e maior controle na
administração de redes de médio e grande porte.
Configuração Prática de
IPv6 em Redes
Endereçamento estático e dinâmico em
dispositivos de rede
• Endereço estático de uma rede: é um endereço que não varia ou não
se movimenta, isto é, uma vez que um dispositivo o recebe, ele não
muda, salvo em casos em que o computador seja deposto ou a
arquitetura da sua rede seja alterada. Endereços IP estáticos são
configurados manualmente por um administrador de rede ou ISP.
Estes endereços podem ser atribuidos por meio de:
Configuração manual;
DHCP;
Autoconfiguração(ZeroConf);
Endereçamento estático e dinâmico em
dispositivos de rede
• Endereço dinámico de uma rede: Endereços IP dinâmicos são
geralmente atribuídos automaticamente em redes locais (LANs) e
conexões de banda larga por meio do DHCP. A configuração desse
tipo de IP funciona em segundo plano, permitindo que o dispositivo
tenha um novo endereço sempre que necessário e também, a cada
conexão com a rede o IP muda.
Estes endereços podem ser atribuidos por meio de:
DHCP;
Autoconfiguração(ZeroConf);
Configuração de DHCPv6 para
distribuição automática de endereços
Visão Geral
É a versão do DHCP adaptada para redes IPv6, oferecendo um serviço
de configuração dinâmica de endereços IP.
O DHCPv6 é capaz de fornecer diversas outras informações de
configuração para os hosts da rede, como endereços de servidores
WINS, proxy HTTP, programas de boot, entre outros parâmetros de
rede essenciais.
Configuração de DHCPv6 para
distribuição automática de endereços
Troca de mensagens
1. Solicit: clientes buscam servidores DHCP
2. Advertise: Servidor responde com disponibilidade
3. Request: Cliente solicita informações específicas.
4. Reply: Servidor envia configurações ao cliente
Configuração de DHCPv6 para
distribuição automática de endereços
Modos de Operação
1. Stateful:
• Servidor atribui e mantém controle dos endereços IPv6.
1. Stateless:
• Servidor fornece apenas configurações complementares.
• Endereço obtido via SLAAC ou manualmente.
Utilização de autoconfiguração sem estado
(SLAAC) em redes locais.
Visão Geral
• SLAAC: Permite que hosts configurem seus endereços IPv6
automaticamente, sem servidor DHCP.
• Depende do ICMPv6 para troca de mensagens Router Advertisement
(RA), enviadas pelos roteadores.
• Stateless: O roteador não mantém registros dos dispositivos.
• Sem necessidade de servidor dedicado para atribuição de endereços,
tornando a configuração simples.
Utilização de autoconfiguração sem estado
(SLAAC) em redes locais.
Como Funciona o SLAAC
1. Recebimento do Prefixo:
• Roteador envia mensagens RA contendo informações sobre a subrede.
1. Geração do Sufixo:
• Host cria o sufixo do endereço com base no MAC address.
• Utiliza a técnica EUI-64 para formar o sufixo de 64 bits. Utiliza a
técnica EUI-64 para formar o sufixo de 64 bits. Utiliza a técnica EUI-
64 para formar o sufixo de 64 bits.
Utilização de autoconfiguração sem estado
(SLAAC) em redes locais.
Processo de auto-configuração
• Primeira Etapa: O host recebe o prefixo da subrede.
• Segunda Etapa: O host gera automaticamente o sufixo utilizando o
endereço MAC e a técnica EUI-64.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
1. Cisco
Essa rede tem dez
máquinas, cinco do
departamento
Financeiro e cinco de
Vendas.
Tanto o router como
switch são da cisco.
O switch em causa tem
24 portas e 10 hosts
conectados a ele
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Pontos a considerar:
• Como são dez máquinas, podemos usar as cinco primeiras portas para
uma rede e as cinco seguinte para outra. Deixando as outras livres no
caso do números de computadores aumentar;
• Também temos que conectar o switch ao roteador. Podemos usar uma
das portas que sobraram, a onze, por exemplo; Também temos que
conectar o switch ao roteador. Podemos usar uma das portas que
sobraram, a onze, por exemplo;
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
1. Acessando o modo usuário privilegiado: Para isso, digita-se no
terminal o comando “anable”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
1. Comunicando ao switch de que será configurado: Para isso,
digita-se no terminal o comando “configure terminal”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
1. Identificando VLANs: Consiste em atribuir ao nosso VLAN um
número de identificação única(2-1005). “(config) # vlan 10”.
Atribuindo um id a VLAN Saindo da configuração
da VLAN
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
1. Verificando se as VLANs foram criadas: Para isso, digita-se no
terminal o comando “show vlan”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
Atribuindo as VLANs as portas do switch
1. Sair do modo usuário privilegiado para modo de configuração: isso é
feito através dos comandos “# configure terminal” seguido de
“(config) # vlan 10”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
Atribuindo as VLANs as portas do switch
2. Acessando a porta que tem que ser configurada: digita-se
“interface” seguido do seu tipo que no nosso caso é o “fastEthernet” e a
porta que tem que ser acessada “0/1”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
Atribuindo as VLANs as portas do switch
3. Informando que essa porta é usada por um computador: isso é
feito através do comando “switchport mode access”.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o Switch
Atribuindo as VLANs as portas do switch
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o roteador
1. Acesse o modo privilegiado
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando o roteador
2. Habilitando as portas do roteador
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Dividindo a Interface do Roteador em Subinterfaces (para diferentes VLANs)
1. Criando a primeira subinterface.
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Dividindo a Interface do Roteador em Subinterfaces (para diferentes VLANs)
2. Associando a subinterface à VLAN 10
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Dividindo a Interface do Roteador em Subinterfaces (para diferentes VLANs)
2. Atribuindo o endereço IP para a VLAN 10
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Dividindo a Interface do Roteador em Subinterfaces (para diferentes VLANs)
2. O mesmo vale para a VLAN 20
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Testando em um dos computadores conectados
Vamos abrir o terminal em um computador de um setor e tentar pingar a máquina de
um outro setor:
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando uma porta trunk no switch
1. Acessando o modo de configuração do switch
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando uma porta trunk no switch
2. Acessando a porta que conecta ao roteador
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Configurando uma porta trunk no switch
3. Configurando a porta como trunk
Demonstração prática de configuração em
roteadores e switches de diferentes fabricantes.
Testando novamente em um dos computadores conectados
Técnicas de Transição de IPv4 para
IPv6
Dual-Stack
Técnica conhecida também por Dual Stack permite que os
equipamentos da estrutura física tenham datagramas para ambos os
protocolos, desta forma eles tem a capacidade de trabalhar com os dois
pacotes, tanto o IPv4 quanto IPv6 para envio ou recebimento, a pilha
armazena IPv4 e IPv6 e ao se comunicar com algum nó da rede que seja
IPv6 por exemplo o cabeçalho assume o IPv6, no caso do IPv4 o
funcionamento é idêntico.
Tunneling
Tuneis são usados em redes que funcionam em IPv4, e aplicamos a
equipamentos com o conteúdo do datagrama IPv6 onde são
encapsulados em pacotes IPv4. Encapsulamento é um método de
transportar um pacote de IPv6 em uma rede IPv4. O pacote IPv6 é
encapsulado dentro de um pacote IPv4 semelhante a outros tipos de
dados (CISCO, Netacad 2015).
Existem diversas técnicas de tunelamento, dentre elas destacam-se
algumas:
• Túnel 6to4
• Túnel Broker
• Túnel ISATAP
• Túnel Teredo
• Túnel GRE
Túnel 6to4
O 6to4 é um mecanismo de tunneling definido pela RFC 3056, que permite
a comunicação entre redes IPv6 isoladas ("ilhas IPv6") através de uma
infraestrutura IPv4 pública. Ele opera de forma automática, encapsulando
pacotes IPv6 dentro de pacotes IPv4 (Protocolo 41, não TCP/UDP),
permitindo que hosts em redes IPv6 distintas se comuniquem como se
estivessem diretamente conectados.
Túnel Teredo
Definida pela RFC 4380 e criada pela Microsoft, realiza a conexão (unicast) IPv6
em máquinas que usam NAT para conectar hosts à Internet (backbone). Os
pacotes IPv6 são encapsulados em UDP IPv4, onde um servidor Teredo facilita
a conexão entre os hosts de origem e destino. Esse tipo de túnel apresenta
diversos problemas de configuração e overhead significativo.
Teredo é uma tecnologia de transição NAT para tráfego IPv6. O tráfego IPv6
encapsulado usando Teredo pode atravessar um ou múltiplos NATs,
permitindo que:
Um cliente Teredo acesse hosts na Internet IPv6
Clientes Teredo se comuniquem através da Internet IPv4
NAT64
O NAT64 é um mecanismo de transição especialmente projetado para clientes só IPv6.
Resolve o problema apresentado quando clientes só IPv6 querem estabelecer conexões de
saída (TCP, UDP ou ICMP) desde o IPv6 para servidores na Internet que só são IPv4.
Focado como mecanismo de transição para centros de dados, servidores e hosts na
configuração só IPv6. É baseado na tradução com Mapeamento algorítmico, não usa
encapsulamento e usa rede de transporte só IPv6.
O NAT64 não usa técnicas de encapsulamento do IPv4 sobre o IPv6. Em vez disso, este usa
uma técnica de tradução, usando o mapeamento algorítmico para mapear endereços IPv4 em
endereços IPv6.
Desafios na migração
Incompatibilidade entre IPv4 e IPv6
IPv6 não é compatível com IPv4, exigindo mecanismos de tradução ou
encapsulamento.
Solução
Implementação de técnicas de transição como pilha dupla e tuneis.
Equipamentos antigos (roteadores, switches, firewalls) podem não
suportar IPv6.
Solução
Substituir hardware, o que é caro e leva bastante tempo.
Configuração e Gerenciamento Complexos
IPv6 introduz novos conceitos, como SLAAC (autoconfiguração) e endereços mais longos.
Solução
Capacitar profissionais de redes para configurar e gerenciar [Link]:
Cisco CCNA (IPv6)
Segurança e Políticas de Firewall
Mecanismos de segurança precisam ser adaptados para IPv6.
Solução
Hardening de Autoconfiguração (SLAAC)
O SLAAC permite que hosts gerem seus endereços automaticamente.
Soluções:
Usar DHCPv6 com autenticação em vez de SLAAC puro;
Desabilitar RA não autorizados em redes internas;
Configurar prefixos estáticos quando possível.
Resistência Organizacional e Custos
Empresas podem adiar a migração devido aos custos e à falta de urgência percebida.
A migração para o IPv6 não é apenas um desafio técnico, mas também organizacional
e financeiro. Muitas empresas adiam a transição devido a custos percebidos como
altos.
O custo da migração do IPv4 para o IPv6 é percebido como alto principalmente
porque envolve muito mais do que apenas trocar endereços IP
Muitos roteadores, switches, firewalls e sistemas legados não suportam IPv6
nativamente.
Isso exige investimentos em novos equipamentos ou atualizações de firmware.
Casos de uso práticos e exemplos reais de empresas que adotaram IPv6.
Provedores de Internet (ISPs) e Operadoras de Telecom
Esgotamento de endereços IPv4 levou as seguintes empresas a adotarem o IPv6
Comcast (EUA): Implementou IPv6 em sua rede para evitar a escassez de IPv4.
Brasil Telecom (Oi): Adotou IPv6 para suportar a expansão de banda larga.
Grandes Empresas de Tecnologia (Google, Facebook, Microsoft)
A Necessidade de escalabilidade global levou as seguintes empresas a adotarem o IPv6.
Google: Ativou IPv6 em seus serviços desde 2008 (um dos primeiros grandes players).
Facebook: Migrou para IPv6 para suportar bilhões de usuários.
Microsoft (Azure): Oferece suporte nativo a IPv6 em sua nuvem.
Redes Móveis (4G/5G e IoT)
Milhões de dispositivos conectados exigem endereçamento eficiente.
IPv6 é obrigatório em redes 5G e IoT.
• Exemplo:
T-Mobile (EUA): Usa IPv6 nativamente em sua rede [Link] (Europa): Implementou
IPv6 para suportar IoT e smartphones.
Governos e Infraestrutura Crítica
Como forma de garantir a segurança e escalabilidade em serviços públicos alguns governos
adotaram o IPv6 para evitar dependência de IPv4 obsoleto.
• Exemplo:
Governo dos EUA: Exigiu IPv6 em todas as agências federais desde 2012.
Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP - Brasil): Suporta IPv6 em universidades e
instituições públicas.
Jogos Online e Streaming (Baixa Latência)
NAT IPv4 causa latência e problemas em P2P (ex.: VoIP, jogos). IPv6
elimina a necessidade de NAT, melhorando desempenho.
• Exemplo:
Xbox Live (Microsoft): Usa IPv6 para melhorar conexões
multiplayer.
Netflix: Suporta IPv6 para streaming mais eficiente.
Empresas e provedores de
serviços que já utilizam
IPv6
Provedoras de internet móvel
(ISPs)
Pais Taxa de Adoção Principal ISP
Índia ~70% Jio
Alemanha ~55% Deutshe Telekom
EUA ~50% Comcast
Brazil ~30% Tim, Vivo
Provedoras de Cloud
Empresa Servicos com IPV6 Adoção
Amazon Web Services EC2, S3, CloudFront, Parcial (30% em novas
Lambda VPCs)
Microsoft Azure Load Balancers, 25% em regioes-
Virtual Networks chave
Google cloud Cloud DNS, Load 40%
Balacing, GKE
Adoção do IPV6 ao longo do
globo
Benefícios do IPv6:
Performance e Segurança
Roteamento mais eficiente
• Tabelas de roteamento mais simples
• Agregação de prefixos mais eficaz
• Menor latência e menos saltos
Autoconfiguração de endereços
• Uso do SLAAC (Stateless Address
Autoconfiguration)
• Dispositivos configuram-se automaticamente
• Redução de falhas e esforço administrativo
Fim da necessidade de NAT
• Espaço de endereços muito maior
• Comunicação fim-a-fim mais direta
• Melhora em aplicações como VoIP e jogos
Segurança com IPsec
• IPsec nativo no protocolo IPv6
• Comunicação criptografada ponto a ponto
• Maior integridade e autenticidade dos dados
Menor risco de varreduras
• Espaço de endereços quase impossível de
mapear
• Dificulta descobertas de dispositivos por
atacantes
• Redução da superfície de ataque
Imapacto do IPV6 em dispositivos IoT
• Com a difusao de cidades e casas inteligentes
o IPV6 permite que cada um dos dispositivos
possa ter um endereco unico ao se conectar a
internet, dessa forma cada um desses
dispositivos pode trocar informacao ao longo
da rede.
Imapacto do IPV6 em dispositivos IoT
• Autoconfiguração Simplificada (SLAAC) –
com oIPv4 era necessario fazer-se uma
configuracao manual ou usar-se um servidor
DHCP para atribuicao de Ips, mas com IPV6
os dispositvos IoT criam seu proprio IP ao se
conectarem a uma rede.
• Aumento de seguranca na rede, pois o IPV6
fornece suporte nativo ao protocolo Ipsec.
Resumo dos conhecimentos adiquiridos sobre IPv6
O IPv6 foi iniciado em 1994 pelo IETF (Internet Engineering Task
Force). Foi especificada em dezembro de 1998, pelo RFC2460. A sua
padronizacao foi feita em julho de 2017, por meio do RFC8200.
128 bits para endereçamento;
Cabeçalho base simplificado;
Identificação de fluxo de dados (QoS);
Cabeçalhos de extensão;
Mecanismos de IPSec incorporados ao protocolo;
Realiza a fragmentação e remontagem dos pacotes na origem e no
destino.
Não requer o uso de NAT, permitindo conexões fim-a-fim;
Mecanismos que facilitam a configuaracão de redes.
Principais mudanças em relação ao IPv4 destacam-se:
• Maior capacidade para endereçamento: no IPv6 o espaço para endereçamento aumentou de 32 bits
para 128 bits, permitindo: níveis mais específicos de agregação de endereços; identificar uma
quantidade muito maior de dispositivos na rede; e implementar mecanismos de autoconfiguração. A
escalabilidade do roteamento multicast também foi melhorada através da adição do campo "escopo"
no endereço multicast. E um novo tipo de endereço, o anycast, foi definido;
• Simplificação do formato do cabeçalho: alguns campos do cabeçalho IPv4 foram removidos ou
tornaram-se opcionais, com o intuito de reduzir o custo do processamento dos pacotes nos roteadores;
• Suporte a cabeçalhos de extensão: as opções não fazem mais parte do cabeçalho base, permitindo
um roteamento mais eficaz, limites menos rigorosos em relação ao tamanho e a quantidade de opções,
e uma maior flexibilidade para a introdução de novas opções no futuro;
Principais mudanças em relação ao IPv4 destacam-se:
• Capacidade de identificar fluxos de dados: foi adicionado um novo recurso que
permite identificar de pacotes que pertençam a determinados tráfegos de fluxos,
para os quais podem ser requeridos tratamentos especiais;
• Suporte a autenticação e privacidade: foram especificados cabeçalhos de
extensão capazes de fornecer mecanismos de autenticação e garantir a integridade
e a confidencialidade dos dados transmitidos.
Além disso, o IPv6 também apresentou mudanças no tratamento da fragmentação
dos pacotes, que passou a ser realizada apenas na origem; permite o uso de
conexões fim-a-fim, princípio que havia sido quebrado com o IPv4 devido a grande
utilização de NAT; trouxe recursos que facilitam a configuração de redes, além de
outros aspectos que foram melhorados em relação ao IPv4.
Adoção de IPv6 na atualidade? | Necessidades de
dispositivos
Por que utilizar o IPv6 na atualidade?
A importância de sua adoção no cenário atual e futuro das redes
A crescente demanda por dispositivos conectados à internet, impulsionada pelo
avanço da Internet das Coisas (IoT), redes móveis e serviços digitais, tem
evidenciado as limitações do protocolo IPv4. Diante desse cenário, a adoção do
IPv6 se apresenta como uma medida necessária e estratégica para garantir a
continuidade da expansão da internet e sua sustentabilidade a longo prazo.
Esgotamento do IPv4 e Vantagens do IPv6
• Escassez de endereços IPv4:
• Apenas 4,3 bilhões de endereços disponíveis.
• Esgotamento oficial anunciado pela IANA em 2011.
• Soluções paliativas como NAT aumentam a complexidade da rede.
Benefícios Técnicos e Adoção Global
IPv6 como solução:
• 2¹²⁸ endereços (~340 undecilhões).
• Elimina o uso de NAT.
• Garante escalabilidade para IoT, 5G e futuros serviços digitais.
Transição inevitável:
• IPv6 se tornará o protocolo dominante.
• Serviços críticos (bancos, saúde) não dependerão mais do IPv4.
• Manter IPv4 será economicamente inviável.
Futuro da Internet e Considerações Finais
Considerações finais:
• IPv6 é essencial para o crescimento sustentável da internet.
• Sua adoção garante conectividade escalável, segura e eficiente.
• Deve ser prioridade estratégica para governos, ISPs e empresas.
Bibliografia
• [Link]
growth/
• [Link]
ganismo-internacional-que-os-distribui-para-o-mundo/
• [Link]
Equipe de Pesquisa:
Bazima, Usseno Alfredo
Chemane, Novane Henrique