(Aqui em cima coloca o assunto do slide)
ASP LOPES
(Aqui em cima coloca o assunto do slide)
OBJETIVOS
Para o combate à baioneta, entrar na posição de:
“Em guarda”; “Em guarda curta”; e “Em guarda alta”
Para o combate à baioneta, mudar de posição e de
frente
Realizar a pontada a fundo e o arrancamento.
Realizar a pontada curta e o arrancamento.
Realizar a batida (à direita ou à esquerda
OBJETIVOS
Realizar a pancada vertical com a coronha
Realizar a pancada com o coice
Realizar a pancada horizontal
Realizar o golpe cortante
Realizar uma série com batida, pontada a fundo,
pancada vertical com a coronha, com o coice e
golpe cortante
(Aqui em cima coloca o assunto do slide)
INTRODUÇÃO
DESENVOLVIMENTO
Espírito do Combate à Baioneta;
Princípios;
Posições e Movimentos;
CONCLUSÃO
(Aqui em cima coloca o assunto do slide)
• A BAIONETA FOI DESENVOLVIDA NA
FRANÇA NO INÍCIO DO SÉCULO XVII
• A BAIONETA FOI USADA POR TODOS
NOS CONFLITOS DE 1914-18
• O PRINCIPAL USO DA BAIONETA ERA
NO COMBATE APROXIMADO, AO
CONTRÁRIO DOS FUZIS E
GRANADAS DE MÃO, ERA A
PEQUENA PROBABILIDADE DE
PROVOCAR FERIMENTOS
ACIDENTAIS NOS PRÓPRIOS
COMPANHEIROS
• OS SOLDADOS ERAM INSTRUÍDOS A
DIRIGIR A BAIONETA NOS PONTOS
VULNERÁVEIS DO CORPO DO
INIMIGO
GENERALIDADES
As missões de infiltração, e sempre que o SIGILO deva ser
preservado, a baioneta é a arma, por EXCELÊNCIA, do
SILÊNCIO E DA SEGURANÇA que o infante se utiliza.
No COMBATE APROXIMADO, quando amigos e
inimigos estão demasiadamente próximos, impedindo o
emprego das armas de fogo ou granadas, a baioneta é a
arma principal de que se vale o soldado.
Espírito do Combate à Baioneta
O combate c o m baioneta se resume em enfrentar e
destruir o inimigo num COMBATE CORPO A CORPO.
Esse espírito nasce da confiança, coragem e
determinação sendo desenvolvido em um treinamento
intensivo.
PRINCÍPIOS
A baioneta é uma ARMA OFENSIVA. A hesitação, a demora na
ação e a preocupação defensiva são sempre fatais. Um retardo de
uma fração de segundo pode significar a morte.
No assalto, à baioneta, o combate ataca rápida e
impiedosamente, até que o inimigo seja destruído. Aproveita
imediatamente qualquer brecha na guarda adversária; se o
inimigo não abre sua guarda, o atacante força uma brecha;
parando a arma do adversário e aplicando lhe golpes de
baioneta ou violentas pancadas com a coronha.
PONTOS VUNERÁVEIS
POSIÇÕES E MOVIMENTO
O combatente deve relaxar os músculos que não participam
diretamente do esforço. Mantém o fuzil firmemente, mas sem
rigidez. Músculos tensos causam fadigas e retardam a velocidade
dos movimentos.
O principiante deverá aprender estes movimentos como ações
independentes; pelo treinamento, entretanto, aprenderá a executá-
los não só variando as combinações como a rapidez, de maneira a
imprimir aos mesmos a aparência de AÇÕES CONTÍNUAS.
POSIÇÕES E MOVIMENTO
E os movimentos prescritos são:
• MUDANÇA DE FRENTE;
• PONTADA A FUNDO;
POSIÇÕES
• PONTADA
• GUARDA;
• ARRANCAMENTO;
• GUARDA CURTA;
• PARADA A DIREITA (ESQUERDA);
• PASSO DE
• A PANCADA HORIZONTAL (VERTICAL) COM A
CARGA.
CORONHA;
• A PANCADA COM O COICE; e
• GOLPE CORTANTE.
GUARDA
Entrada em guarda.
Frente para o adversário;
Avançar o pé esquerdo um pouco a
frente e à esquerda, com a ponta deste
voltada para o adversário.
Flexionar ligeiramente os joelhos,
inclinar o corpo ligeiramente
para frente, a arma na altura dos
quadris.
Ao mesmo tempo, lançar o fuzil à
frente com a ponta da baioneta
voltada na direção do adversário;
Empunhar o fuzil com ambas as mãos.
Este movimento deverá ser rápido e
decisivo.
GUARDA CURTA
GUARDA ALTA
Para entrar em guarda alta, partindo
da posição de guarda, sem mudar a
posição dos pés e a empunhadura do fuzil,
trazer a arma diagonalmente à frente do
corpo, para à esquerda e bandoleira
para frente, até que o PULSO
ESQUERDO FIQUE NA ALTURA E
NA FRENTE DO OMBRO
ESQUERDO.
MUDANÇA DE FRENTE
Para executar a mudança de frente partindo da posição de
guarda alta, girar para esquerda, fazendo pião no calcanhar do
pé esquerdo (dianteiro), e retomar a posição de guarda.
PONTADA A FUNDO
Para executar uma pontada a fundo, partindo da posição de guarda, avançar
o pé traseiro e dar uma estocada à frente, distendendo completamente o
corpo.
PONTADA A FUNDO
Completar a distensão do corpo no momento em que o pé
traseiro atingir o solo. Durante esse movimento, o fuzil
empunhado firmemente por ambas as mãos, será orientado
decididamente pela mão esquerda numa linha reta, em direção
a garganta ou contra outra parte vulnerável do adversário, em
cuja guarda tenha provocado uma brecha.
Rapidamente distender totalmente o braço esquerdo, de modo que a
baioneta seja arremessada na direção do alvo. No momento da
distensão total, manter a coronha junto e de encontro ao
antebraço direito, flexionar a perna dianteira, inclinar o corpo bem
à frente e distender a perna de trás.
ARRANCAMENTO APÓS PONTADA AFUNDO
Para arrancar quando a pontada a
fundo tiver sido executada com o pé
direito à frente, deve avançar- se a
perna esquerda e retirar a arma na
mesma direção em que penetrou,
reunindo para isso todas as forças,
e inclinando o corpo para trás pela
distensão da perna dianteira. Se
apontada a fundo tiver sido executada
com o pé esquerdo à frente, avançar o
pé direito e arrancar de acordo com
o acima descrito.
PONTADA CURTA
A Execução da pontada curta
é idêntica à da pontada à fundo,
com a diferença de que,
na pontada curta avança-se mais
à frente, no momento do
golpe . A
pontada curta será empregada
quando o inimigo for encontrado
REPENTINAMENTE,
ou
quando estiver muito próximo
para uma pontada a fundo. O
exercício abrangerá a prática da
pontada curta com o pé direito e
pé esquerdo à frente.
ARRANCAMENTO
O arrancamento de uma
pontada curta é semelhante
ao de uma pontada a fundo.
Terminado o arrancamento,
retomar a posição de guarda,
ou executar uma outra pontada
ou uma pancada com a
coronha.
BATIDAS
A batida é uma ação destinada a CRIAR UMA BRECHA na
guarda adversária; consegue-se essa brecha, desviando-se a
arma adversária da direção do seu próprio corpo. O ímpeto
da batida é, continuado por uma pontada ou uma pancada
com a coronha. A posição da arma adversária determinará a
direção da batida. A batida, invariavelmente, será feita numa
direção que provoque a brecha mais favorável à execução
de uma pontada ou uma pancada com a coronha.
BATIDA A DIREITA
Para parar a direita, partindo da
posição de guarda, investir à frente
como para uma pontada a fundo.
Ao mesmo tempo, lançar a arma
diagonalmente à frente, e à direita,
distendendo o braço esquerdo na
direção da batida, e deslocando a
coronha para a direita, a fim de manter a
arma paralela a posição que tinha,
quando usada na posição de guarda. A
coronha deverá ser mantida
firmemente de encontro ao pulso e
parte inferior do antebraço.
Limitar o movimento diagonalmente à
frente, o necessário para desviar a
baioneta inimiga da frente do corpo.
BATIDA A ESQUERDA
PANCADA COM CORONHA E GOLPES CORTANTES
O homem não deve utilizar no combate a baioneta as pancadas
com a coronha e os golpes cortantes quando for possível a
pontada. Mas, poderá usá-los vantajosamente em muitas
situações, principalmente, quando uma pequena distância não der
o espaço necessário ao desencadeamento de uma pontada, ou
imediatamente após uma pontada que tenha sido evitada.
Quando utilizar a pancada com a coronha, o combatente poderá,
muitas vezes, atingir o adversário na virilha, derrubá-lo, ou
atingi-lo nas pernas. Os golpes com a coronha e os golpes
cortantes prestam-se aos combatentes em trincheiras, bosques,
terrenos matosos ou aos momentos em que um entrevero
generalizado restringir os movimentos.
PANCADA VERTICAL COM A CORONHA
Avançar com a perna traseira e ao mesmo tempo levar a
coronha para à frente e para cima, descrevendo um arco no
plano vertical em direção à virilha ou queixo do adversário, e
concentrar no golpe o peso de todo o corpo. Essas pancadas
poderão ser aplicadas, partindo-se de uma posição agachada,
quando os objetivos forem pontos baixos do corpo do
adversário, ao mesmo tempo que a este se oferecerá um alvo
pequeno e difícil.
PANCADA VERTICAL COM COICE
Se o adversário recuar e
evitar a coronha vertical,
avançar rapidamente com
a perna esquerda e dirigir
energicamente a chapa da
soleira contra a cabeça
do inimigo, distendendo
completamente os braços à
frente, e avançando o pé
direito para manter o
equilíbrio.
GOLPE CORTANTE
Se o inimigo recuar fugindo
novamente ao alcance da
pancada com a coronha, ou
cair, continuar o avanço,
cortando diagonalmente,
para baixo com a baioneta.
Orientar o golpe cortante em
direção à junção do pescoço
com o ombro, atingindo esse
ponto ou qualquer ponto da
cabeça, garganta ou braços.
PANCADA HORIZONTAL
PANCADA COM COICE
Se o adversário recuar e evitar a
pancada horizontal, aplicar uma
pancada com o coice, mantendo
a coronha na horizontal. Se a
pancada com o coice não atingir o
adversário, continuar o ataque
com um golpe cortante,
executando o movimento de
maneira idêntica à prescrita para o
golpe cortante vertical.
CONCLUSÃO