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Rotulagem de Produtos: Conceitos e Técnicas

O documento aborda a rotulagem de produtos, destacando sua definição, importância e funções, além de descrever as regulamentações e técnicas específicas para alimentos, produtos químicos e cosméticos. A rotulagem é essencial para informar e orientar os consumidores, garantindo escolhas seguras e conscientes. A conclusão ressalta que a rotulagem serve como um meio de comunicação entre o produto e o consumidor, facilitando o acesso a informações relevantes.

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Bento Balane
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Rotulagem de Produtos: Conceitos e Técnicas

O documento aborda a rotulagem de produtos, destacando sua definição, importância e funções, além de descrever as regulamentações e técnicas específicas para alimentos, produtos químicos e cosméticos. A rotulagem é essencial para informar e orientar os consumidores, garantindo escolhas seguras e conscientes. A conclusão ressalta que a rotulagem serve como um meio de comunicação entre o produto e o consumidor, facilitando o acesso a informações relevantes.

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Rotulagem de produtos: conceitos,

técnicas, funções.

Licenciatura em Biologia
[Link]ção

O presente trabalho surge no contesto da cadeira de Regras de Segurança e


Funcionamento do Laboratório de Biologia. Que visa compreender a Rotulagem
de produtos sendo assim importa salientar que Rotulagem é toda inscrição,
legenda, imagem ou matéria descritiva ou gráfica, escrita, impressa, estampada,
gravada, gravada em relevo ou litografada ou colada sobre a embalagem do
alimento. (De acordo com a RESOLUÇÃO-RDC Nº 259, DE 20 DE SETEMBRO
DE 2002, publicada pela ANVISA).
1.1. Objetivos da pesquisa

1.1.1. Geral
Compreender a rotulagem de produtos.
1.2. Específicos
Definir a rotulagem;
Falar da importância da rotulagem e
Falar das funções das rótulas.
1.3. Metodologia

Para a materialização do presente trabalho recorreu-se ao método bibliográfico


que consistia na leitura de varias obras usadas para o estudo da cadeira de
Regras de Segurança e funcionamento do Laboratório de Biologia, mas em
especial as obras do tema em ilusão. Depois desta fez se união das
informações e consistiu na copilação final do trabalho.
[Link]

2.1. Rótulos
Os rótulos são o bilhete de identidade dos produtos: além de conterem informação útil (e
obrigatória), também ajudam o consumidor a identificar e a criar uma ligação com uma marca.
Mas o que deve conter um rótulo? Depende se se trata de um produto alimentar ou químico
Rótulo é a imagem, que contem legenda ou matéria descritiva que está presente na embalagem
de um produto.
A rotulagem pode ser escrita, impressa, gravada, estampada, litografada ou colada.
A rotulagem pode ter vários objetivos como:
Identificar o produto;
Informar sobre as propriedades nutricionais;
Alertar sobre os riscos e
Difundir informações sobre a necessidade de usar os recursos naturais de forma mais
responsável.
CONT.
A rotulagem pode ter vários objetivos como:
Identificar o produto;
Informar sobre as propriedades nutricionais;
Alertar sobre os riscos e
Difundir informações sobre a necessidade de usar os recursos naturais de forma mais
responsável.
2.1.1. Tipos de rotulagem
A rotulagem de alimentos deve conter a denominação de venda, que
identifica o alimento. O rótulo não deve indicar que o alimento possui
propriedades medicinais ou terapêuticas.
A rotulagem de dados é importante para garantir que os dados sejam
consistentes e representativos do que realmente representam. Dados
bem rotulados resultam em análises mais precisas e confiáveis.
A rotulagem ambiental é um instrumento econômico e de comunicação
que busca aumentar a consciência dos consumidores e produtores para a
necessidade de usar os recursos naturais de forma mais responsável.
A rotulagem de produtos é a identificação e descrição de um produto,
através de um rótulo colocado na embalagem.
2.3. Técnicas de rotulagem para alimentos embalados.
Para Valentim, (2020), para aquelas empresas que trabalham com alimentos, essa é uma
das regulamentações mais importantes para a operação. Na prática, ela apresenta as
considerações técnicas para a rotulagem.
De acordo com essa regulamentação, todo rótulo ou etiqueta para alimentos deve
apresentar algumas informações obrigatórias, sendo elas:
 Denominação de venda do alimento;
 Lista de ingredientes;
 Conteúdo líquido;
 Identificação da origem;
 Identificação do lote e
 Prazo de validade;
 Instruções de preparo e conservação, quando necessário.
Cont.
Além disso, também está definida como deve ser a linguagem usada na embalagem.
Esse padrão não impede a marca de trazer elementos da sua cultura no rótulo dos
produtos. Apenas firma boas práticas de comunicação que reduzem as chances de o
cliente ser induzido ao erro.
2.4. Obrigatoriedade de rotulagem por categoria de alimento
2.4. Obrigatoriedade de rotulagem por categoria de alimento
Não são todos os alimentos que precisam de rotulagem nutricional. (Resolução RDC
nº 360, de 23 de dezembro de 2003), ela apresenta quais as categorias de alimentos e
embalagens que dispensam a rotulagem nutricional, bem como aquelas que são
obrigatórias.
Cont.
A esses são alguns tipos que não se enquadram na obrigatoriedade:(água mineral, sal,
especiarias, vinagre, alimentos in natura, como frutas e vegetais, alimentos preparados
e embalados em restaurantes. É importante destacar que todo alimento processado
precisa ter uma etiqueta de identificação. No entanto, a rotulagem nutricional se aplica
àqueles produtos que são produzidos e embalados na ausência do consumidor.
São apresentadas as definições de como deve ser feita a rotulagem nutricional dos
alimentos embalados (Resolução RDC Nº 359, de 23 de dezembro de 2003 e a RDC Nº
163, de 17 de agosto de 2006) (RDC de 2003) foi a que regulamentou a rotulagem
nutricional, impondo as suas primeiras normatizações, tais como as formas de
declarações de medidas, que devem ser
convertidas da medida caseira para fração e os critérios para aplicação da tabela de
porções na rotulagem nutricional.
Cont.
Além disso, traz outras orientações quanto aos alimentos que são comercializados de
forma fracionada ou em unidades, bem como aqueles que são compostos e os que são
utilizados como ingredientes. (RDC Nº 163) apresenta uma orientação opcional para
declaração das porções. Inclusão da informação nutricional complementar. (RDC Nº
54, de 12 de novembro de 2012).
Trata sobre a inclusão da informação nutricional complementar nos rótulos dos
alimentos. Ela atende à (Resolução GMC MERCOSUL n.01/2012).
As informações nutricionais complementares são aquelas que sugerem ao consumidor
que o produto tem propriedades específicas. Esse é o caso de alimentos dietéticos,
aqueles usados para o emagrecimento, com enriquecimento de nutrientes etc.
Isso é necessário para garantir que o consumidor adquira um produto que atende às
suas necessidades de uma alimentação mais saudável.
Cont.
2.4. Disposição da informação de conteúdos líquidos
A rotulagem de alimentos também dispõe na necessidade de apresentar a informação
sobre o conteúdo líquido presente na embalagem.
De acordo com a Portaria Nº 157 do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia,
Qualidade e Tecnologia), o conteúdo líquido deve estar disposto:
 Na vista principal do rótulo, ou seja, na parte da frente da embalagem;
 Em cor contrastante com a do produto no caso de embalagem transparente;
 Estar apresentada nas medidas de volume, massa ou comprimento.
Essa portaria ainda apresenta outras orientações normativas que devem ser consideradas
na apresentação do conteúdo líquido.
Diretrizes quanto às responsabilidades do fornecedor O Código de Defesa do
Consumidor é um documento que apresenta quais são os deveres dos fornecedores na
comercialização dos produtos. A maneira como o produto é apresentado ao cliente é
considerada uma forma de garantir, ou não, a segurança que ele oferece ao consumo.
Cont.
Além disso, ele também regulamenta que a comercialização de produtos sem a rotulagem e
identificação obrigatória é uma responsabilidade do estabelecimento intermediador da venda.
Isso significa que mesmo que você não seja o fabricante do produto, ao adquiri-lo e colocá-lo
para revenda, assume o risco de dano a algum consumidor. Definições da rotulagem de
alimentos de origem animal (O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)
regulamenta como deve ser feita a rotulagem de alimentos de origem animal. Empresários do
agronegócio precisam ficar atentos a essa normatização, definida na Instrução Normativa Nº
22.
Ela reforça algumas boas práticas já apresentadas em outros regulamentos e traz orientações
específicas para garantir a qualidade dos produtos.
A rotulagem desses alimentos deve ser feita especificamente no local de processamento.
Além disso, acrescenta alguns itens à informação obrigatória e como ela deve estar disposta no
rótulo. Dados sobre a importação do produto devem estar contidos no rótulo, além da marca
comercial e a seguinte expressão: (Registro no Ministério da Agricultura SIF/DIPOA).
Cont.
Outro ponto apresentado nessa norma e que merece destaque é em casos particulares de
rotulagem. Aqueles produtos que estão dispostos em pequenas porções e que tenham o
tamanho da embalagem inferior a 10cm² podem dispensar alguns itens que constam nas
informações obrigatórias.
2.5. Orientações de rotulagem para produtos químicos
Segundo Portela, (2014),a rotulagem de produtos químicos é definida pela (ABNT),
regulamentando as informações que devem ser apresentadas para segurança, saúde e
meio ambiente.(A NBR 14725-3) dispõe sobre a forma como os produtos químicos
considerados perigosos devem ter as suas informações apresentadas no rótulo, além
daqueles para usos comuns. Ambas as categorizações podem ser conferidas na (NBR
14725-2).A rotulagem de qualquer produto químico é obrigatória. De acordo com essa
regulamentação, as rotulagens de produtos químicos devem ser breves, precisos e em
linguagem objetiva para facilitar a compreensão do consumidor. As definições dessa
normatização devem ser vistas com atenção, uma vez que há várias particularidades a
serem aplicadas para a segurança do usuário.
Cont.

2.6. Padronizações para fazer a rotulagem de cosméticos.


A rotulagem de produtos cosméticos, de higiene pessoal e perfumes obedece a 6
regulamentações apresentadas pela Anvisa, sendo elas: (RDC Nº 250, de 21 de
novembro de 2018 ) Apresenta quais são os requisitos técnicos para a
apresentação gráfica da etiqueta; (RDC Nº 7, de 10 de fevereiro de 2015) Dispõe
quanto à regularização dos produtos cosméticos; (RDC Nº 15, de 24 de abril de 2015)
Trata sobre a concessão de registro para esses tipos de produtos; (RDC Nº 19, de 10 de
abril de 2013) Orienta e normatiza o processo de concessão de produtos cosméticos que
têm função repelente para insetos; (RDC Nº 30, de 1º de junho de 2012) Destaca o
Regulamento Técnico Mercosul sobre o uso de protetores solares em cosméticos;
(RDC Nº 13, de 17 de janeiro de 2003) Trata sobre a adoção de informação
complementar a produtos de higiene oral.
Cont.
2.7. Procedimentos necessários para o rótulo ambiental.
Yoshizawa, (1976), o rótulo ecológico, ou selo de certificação ambiental, foi instituído
em 2010 e é aplicado a produtos e serviços de forma voluntária. Essa rotulagem segue
as (NBR 14020 e 14024).
A rotulagem ambiental tem por objetivo estimular a produção e a comercialização de
bens e serviços desenvolvidos atendendo aos critérios de responsabilidade ambiental e
desenvolvimento sustentável.
2.8. Rotulagem de medicamentos
RDC Nº 71, de 22 de dezembro de 2009, apresenta as regras para rotulagem de
medicamentos; RDC Nº 135, de 29 de maio de 2003, acrescenta orientações quanto ao
uso de frases de alerta no rótulo; (Lei 6.030, de 23 de setembro de 1976) dispõe sobre a
Vigilância Sanitária aplicada a esses tipos de produtos.
É importante destacar que a falta de rotulagem, ou a sua aplicação de maneira
equivocada, é um descumprimento das leis, sendo considerada uma infração sanitária.
Cont.
Nesse sentido, a empresa fabricante do produto está sujeita às penalidades previstas na (Lei
Nº 6.437, de 20 de agosto de 1977)
As penalizações aplicáveis podem ser desde multas, que podem alcançar valores muitos
elevados, até o cancelamento do alvará de funcionamento do seu estabelecimento.
Sendo assim, garantir que a rotulagem dos seus produtos atenda às regulamentações faz parte
do desenvolvimento sustentável e estratégico do negócio (Yoshizawa, 1976).
2.9. Função da rotulagem
Para Santos, (1940), uma boa rotulagem dos seus produtos é um diferencial para sua empresa
nas prateleiras, principalmente com o crescimento do mercado e da sua competitividade.
A rotulagem tem a função de informar, orientar e comunicar entre o produto e o consumidor.
 Permite identificar o medicamento durante a dispensação e uso;
 Orienta quanto ao uso seguro do medicamento;
 Permite armazenar os produtos adequadamente e
 Permite rastrear o medicamento desde a fabricação até o consumo.
Cont.
 2.10. Rotulagem de alimentos
 Permite que o consumidor compreenda as informações nutricionais;
 Permite que o consumidor escolha alimentos mais saudáveis;
 Permite que o consumidor conheça a composição do alimento;
 Permite que o consumidor conheça a forma de conservação do alimento;
 Permite que o consumidor conheça a data de fabricação do alimento e
 Permite que o consumidor conheça a validade do alimento.
2.11. Rotulagem ambienta
 Permite que o consumidor saiba a qualidade ambiental dos produtos e
 Permite que o consumidor identifique os produtos com selo verde.
3.0. Conclusão

Chegado ao fim do trabalho o grupo conclui que: A rotulagem é a inscrição, imagem ou


legenda que se encontra numa embalagem, e que serve para informar o consumidor
sobre o produto.
A rotulagem é importante porque permite que os consumidores tenham acesso a
informações sobre os produtos, facilitando a escolha consciente e segura.
Também a rotulagem tem a função de informar, orientar e comunicar entre o produto e
o consumidor.
4.0. Referencias bibliográficas

Santos, P.M. (1940). Função da rotulagem de alimentos. Brasil. 3,n(7).177-182.


Yoshizawa,N. (1976). Rotulagem de medicamentos. Brasil. 4,n(2). 66-72.
Valentim,A.G. (2020). Rotulagem de alimentos. Brasil.5,n(3).66-68.
Portela, L.H.C. (2014). Rotulagem de produtos químicos. Brasil.2,n(1).177-179.

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