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Absorção e Reverberação de Som em Recintos

O documento aborda a poluição sonora em recintos, focando em conceitos como reverberação, coeficientes de absorção sonora e métodos de medição. Discute a eficiência de diferentes materiais na absorção de som, incluindo materiais porosos e painéis ressonantes, além de apresentar fórmulas para calcular o tempo de reverberação e a redução de ruído. Também são mencionadas as relações entre as características acústicas das salas e a inteligibilidade da fala.

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Absorção e Reverberação de Som em Recintos

O documento aborda a poluição sonora em recintos, focando em conceitos como reverberação, coeficientes de absorção sonora e métodos de medição. Discute a eficiência de diferentes materiais na absorção de som, incluindo materiais porosos e painéis ressonantes, além de apresentar fórmulas para calcular o tempo de reverberação e a redução de ruído. Também são mencionadas as relações entre as características acústicas das salas e a inteligibilidade da fala.

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Ruído em recintos

EAM74 – Poluição Sonora


Ruído em recintos

 Reverberação

 Tempo de reverberação

Poluição Sonora - EAM901 - Ruído em recintos


Campos sonoros em uma sala

Poluição Sonora - EAM901 - Ruído em recintos


Absorção sonora:

Iabsorvida Iincidente  Irefletida Irefletida


  1 
Iincidente Iincidente Iincidente

 = 1 totalmente absorvente
 = 0 totalmente reflexiva

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Som se chocando contra
uma parede absorvente

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Coeficiente de transmissão

Itransimitida

Iincidente

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Absorção pode ser obtida por
três mecanismos básicos:

 Materiais porosos
 Painéis ressonantes
 Ressonantes de volume.

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Materiais porosos:
 Dissipação de energia: flutuações da
pressão acústica que bombeia ar
dentro e for a do material
 Fricção entre o fluxo de ar e as
passagens tortuosas do material
dissipa energia como fricção: calor
 Materiais: fibra de vidro, espuma de
poliuretano, carpetes e tecidos.

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Variação do coeficiente de absorção com a
frequência para um material poroso – feltro

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Ruído em recintos

 Mais eficientes para absorção de


sons de alta frequência
 Eficiência: espessura em relação ao

comprimento de onda do som


incidente: pelo menos ¼ de um
comprimento de onda.
 Baixa frequência: absorção difícil

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Painéis ressonantes:
 Qualquer painel flexível que vibra em
resposta a um som incidente e transmite
alguma energia sonora para outro lado
(decréscimo do som refletido)
 Efeito mais pronunciado em baixas
frequências
 Exemplos: drywall, agregado, compensado,
vitrais, painéis metálicos, telhas metálicas.

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Ressonantes de volume:

 Variantes do Ressonador de
Helmholtz

 Absorção de baixas frequências

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SoundBlox tipo RSC, um bloco de concreto com
ressonador de volume enclausurado para
absorção de baixas frequências

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Coeficiente de absorção de SoundBlox
comparado a blocos comuns de concreto

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Coeficientes de absorção sonora de materiais
porosos e fibrosos:

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Correções a serem aplicadas nos coeficientes de absorção
sonora obtidos em câmara reverberante com amostras de
tamanho limitado

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Coeficientes de absorção sonora de materiais e
de revestimento de superfície

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Coeficientes de absorção sonora de
materiais e de revestimento de superfície

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Absorções sonoras de pessoas e de mobiliário.

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Ruído em recintos

 Coeficiente de Redução de Ruído –


NRC

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Ruído em recintos

 Determinação experimental da
absorção
 Coeficiente de incidência normal

usando um tubo de impedância


 Coeficiente de incidência aleatória a

Sabine usando uma câmara de


reverberação

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Ruído em recintos
 Coeficiente de Incidência Normal αN

 Energia absorvida/energia incidente para uma onda


plana, normalmente incidente sobre uma superfície
absorvente.
 Determinação: “standing wave tube”  tubo de
impedância
 Diâmetro: normalmente 4” de diâmetro
 Diâmetro do tubo: deve ser menor do que ½
comprimento de onda para assegura propagação da
onda sonora plana.
 Tubo de 4”: bom para 3300 Hz.
 Para frequências mais altas: diâmetro menor deve
ser utilizado.

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Tubo de impedância para
medição de coeficiente de
absorção de incidência normal

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Coeficiente de Absorção
Sabine
 Coeficiente médio de uma sala – 

 ai = absorção da i-ésima superfície


 Si = área da i=ésima superfície
 S = superfície total da área
 N = número de superfícies absorventes

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Ruído em recintos
 Assumindo uma intensidade uniforme (campo
difuso)

 Incremento sonoro em salas


 Potência absorvida pelas paredes
 intensidade do som incidente

Wentrada Wabsorvida  I S
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Ruído em recintos

 Desde que a intensidade é


proporcional à pressão ao quadrado:

2Wentrada
p 
S

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Analogia do tanque com vazamento para
incremento da pressão sonora em uma sala
absorvente.

Fig. 10.7: Nível médio da água


(pressão sonora no campo
reverberante) = f (vazão de
entrada [potência sonora] e
quantidade de vazamentos
[absorção]).
Vazamento

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Decaimento sonoro -
Tempo de Reverberação

 T60: Tempo necessário para o nível


sonoro cair 60 dB

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Decaimento típico do som em um teste de tempo
de reverberação

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Ruído em recintos

 Tempo de reverberação longo: ideal


para salas de música (1,8 a 2,0 s)
 Tempo de reverberação pequeno 

desejável para inteligibilidade da fala


(sala de aula = 0,4 a 0,6 s)
 512 ou 1000 Hz: TR: quantificação

típica

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Ruído em recintos
 Tempo de Reverberação ótimo: (Stephens
e Bate, 1950)

 Onde:
 V = volume em metros cúbicos,
 K = 4 para fala, 5 para orquestras e 6 para
corais.

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Tempos de reverberação recomendados para
vários usos

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Tempos de reverberação recomendados para
outras frequências, como porcentagem do tempo
de reverberação em 512 Hz (500 Hz)

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Tempos de reverberação desejáveis (segundos)
para várias salas tipicamente encontradas em
unidades educacionais (ASA, 2000)

Local TR (s)
Recital musical 0,6 – 1,1
Auditórios 1,0 – 1,5
Ginásios 1,2 – 1,6
Lanchonetes 0,8 – 1,2

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Relação entre Tempo de
reverberação e dimensões e
materiais da sala

 Equação de Sabine:

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Ruído em recintos

 Equação de Sabine:

 Assumindo um campo difuso, ar a


24ºC e funciona bem se o coeficiente
de absorção de cada uma das
superfícies seja ai < 0,20

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Ruído em recintos

 Para absorções maiores


 Equação de Eyring

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Ruído em recintos
 Absorção do ar  desprezível para
frequências abaixo de 1000 Hz
 Caso a sala seja muito grande:

 m = constante de atenuação de
energia para o ar

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Equações de Tempo de
Reverberação para várias
aplicações
Absorção, A Aplicação Comentários

 S Salas vivas, todos Equação de Sabine


valores de i < 0,20

 S ln(1   ) ’> 0,20, distribuição Equação de Eyring


uniforme da absorção

A  4mV Salas grandes,


absorção do ar não
desprezível.

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Atenuação para propagação
do som no ar

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Ruído em recintos

 Campo direto: intensidade varia com


a distância

 Onde Qq = fator de diretividade

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Ruído em recintos

 Campo reverberante:

 Intensidade reverberante:

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Ruído em recintos

 R = constante da sala:

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Ruído em recintos

 Sala real: campos difusos e livres:

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Ruído em recintos

 Em termos de nível:

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Ruído em recintos

 Redução de ruído – NR:

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Ruído em recintos

 Relação entre Fator de diretividade e


índice de diretividade (DIq)

DI

Q 10 10

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Equação para estimativa do nível sonoro
em recintos – ângulo sólido para livre
propagação

 = 4  fonte onidirecional
 Q 4 
L p  LW  10 log 2    = 2  sobre o piso, afastada de paredes

 r R   =   próxima à parede e sobre o piso


 = /2  fonte sobre o piso e no canto.

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Níveis sonoros em salas
domésticas e escritórios
 Fórmula empírica:

L p LW  10 log r  5 log V  3 log f  12dB

 r = distância fonte-receptor (m);


 V = volume do recinto (m3).

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Isolação de paredes para
sons aéreos
 Coeficiente de Transmissão Sonora
(t):: Perda na Transmissão Sonora
(PT)

1
PT 10 log

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Ruído em recintos

 Densidade superficial do painel (M) =


txr

 PT: fortemente dependente da


frequência do som incidente

 Menor a frequência: menor a isolação


sonora da parede

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Ruído em recintos

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Ruído em recintos

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Ruído em recintos
 Quatro regiões:
 Baixas frequências: região controlada
pela rigidez e a controlada pela ressonância
do painel
 Médias frequências: região controlada
pela massa do painel
 Altas frequências: região controlada pelo
fenômeno da coincidência
 Limites das regiões: frequência de
ressonância (fr) e frequência crítica (fc)

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Ruído em recintos

 Ressonância: amplificação do
movimento do painel som
incidente transmitido eficazmente.
 Situações práticas: menor frequência

de ressonância de partições (paredes


divisórias)
 Bem abaixo da menor frequência de
interesse.

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Ruído em recintos

 Exemplos: parede de vidro de 4 X 2,5


m, e = 1 cm e bordas engastadas: 10
Hz

 Chapa de aço, e = 0,5 cm: 5 Hz

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Ruído em recintos
 Região controlada pela massa:
 Lei da Massa

PT 20 log( f .M )  47
 f = frequência do som incidente (Hz)
 M = densidade superficial da parede (kg/m2)
 Lei da Massa:

f .M  c
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Ruído em recintos
 Região controlada pela massa:

 Para determinada densidade superficial:


PT aumenta 6 dB por oitava (6 dB para
cada duplicação de frequência)

 PT se eleva em 6 dB, em toda a faixa de


frequência da região controlada pela
massa, quando M do painel é duplicada.
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Ruído em recintos

 Região controlada pela rigidez

 PT aumenta com a redução da


frequência abaixo de fr:

 Aproximadamente 6 dB para cada


redução da frequência pela metade =
“inverso da lei da massa”.

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Ruído em recintos

 Determinação da perda de
transmissão na câmara reverberante
 ISO-140-3

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Ruído em recintos
 Determinação da perda de transmissão na
câmara reverberante
 S 
PT  L p1  L p2  10 log  
A 
 S .recepção 
 S = área da parede (m2)
 ASrecepção = absorção sonora na sala de
recepção (m2 Sabine)

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Ruído em recintos

 Redução de ruído

NR  L p1  L p 2
 PT
 10 10

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Perda de transmissão de
paredes duplas

 Princípios fundamentais
 Não haver nenhuma conexão mecânica
direta entre as duas superfícies da parede
 Não haver aberturas ou frestas
 Considerações similares para teto e piso:
 Isolação de sons de impacto
 Ensaio normalizado pela ISO-140-6
 Cinco pequenos marteletes de 0,5 kg cada,
em queda livre a uma altura de 4 cm, a 10
impactos por segundo.

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Ruído em recintos

 Perda na transmissão de partições


compostas:

 Onde ti = coeficiente de transmissão da i-ésima


superfície, com área Si

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Ruído em recintos

 PT
 i 10 10

 PT = perda na transmissão do i-ésimo


componente da partição

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Ruído em recintos

 Perda de Transmissão da partição


composta (PTc)

1
PTc 10 log
c

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Ruído em recintos

 Nível sonoro normalizado de impacto:

[Link]ção
Ln  L p  10 log 2
10m
 [Link]ção = absorção sonora da sala de
recepção em m2 Sabine

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Classe de Isolamento de
Impacto

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Classe de Transmissão Sonora
(STC)

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Ruído em recintos
 Classificação STC é determinada pelo
ajuste dos contornos da norma para os
valores da PT medida e lendo o intercepto
do contorno na frequência de 500 Hz.
 Nenhum evento na curva PT deve se situar
mais do que 8 dB abaixo do contorno STC
em qualquer frequência
 A somatória das deficiências dos valores de
PT, abaixo do contorno STC, não devem
exceder 32 dB.

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Típicas qualidades de audição para uma parede
de classificação segundo a classe de transmissão
sonora (STC)
Classe de Qualidade da audição através da parede
Transmissão
Sonora (STC)
25 Conversação normal entendida completamente com
facilidade e nitidamente através da parede
30 Conversação elevada entendida razoavelmente bem.
Conversação normal ouvida, mas não entendida.
35 Conversação elevada ouvida, mas não entendida.
40 Onset de privacidade
42 Conversação elevada como um murmúrio.
45 Conversação elevada não audível, 90% da população não
incomodada.
50 Sons muito elevados podem ser ouvidos levemente, 99%
da população não incomodada.

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