OFICINA DE PLANO DE
ENSINO
SISTEMAS DE ITINERÁRIO NACIONAL – S.I.N
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PLANO DE CURSO
PLANO DE CURSO
A primeira forma de obter acesso é através do SharePoint.
PLANO DE CURSO
É importante lembrar que sempre que receber a
demanda de aula, é comum vir todas as
informações necessárias para seu planejamento,
como o plano de curso e o cronograma de aulas,
geralmente emitidos pela analista da pasta.
PLANO DE CURSO
PLANO DE CURSO
PLANO DE CURSO
VISÃO SISTÊMICA DA
ABORDAGEM DE COMPETÊNCIAS
DESENHO
CURRICULAR
EGRESSO AVALIAÇÃO
PROCESSO DE
ENSINO E
APRENDIZAGEM
PERFIL
SOCIEDADE
PROFISSIONAL
COMITÊ
TÉCNICO
SETORIAL
CONTEXTO DE TRABALHO
ANTIGO NOVO
Ambiente instável e
Ambiente estável
pouco definido.
Trabalho repetitivo,
Trabalho não rotineiro.
claro e definido.
Responsabilidade de
Trabalho controlado
tomada de decisões.
Trabalho atomizado Trabalho em grupo.
Marco de atuação em Marco de atuação em
decadência. expansão
COMITÊ TÉCNICO
SETORIAL
COMITÊ TÉCNICO SETORIAL
OBJETIVO PRINCIPAIS FUNÇÕES QUESTÕES-CHAVE
Qual o perfil dos
Fórum consultivo 1 - Definir perfis profissionais que se
composto por profissionais baseados encontram no
profissionais internos e em competências,
externos ao SENAI contemplando mercado?
voltado para a parâmetros que
discussão de assuntos permitam avaliar Qual o perfil que
referentes aos nexos desempenhos; esses profissionais
entre a educação e o 2 Atualizar
trabalho nos diferentes deveriam ter?
permanentemente os
setores da empresa. perfis profissionais.
Qual o perfil desses
profissionais no
futuro?
COMPOSIÇÃO DO COMITÊ
TÉCNICO SETORIAL
• 03 profissionais da área técnica de empresas ;
OBJETIVO • 01 técnico indicado pelo sindicato patronal;
• 01 técnico indicado pelo sindicato dos
Fórum
consultivo
Especialistas trabalhadores;
composto por da área • 01 técnico indicado por associação de
profissionais tecnológica referência técnica do segmento
internos e em estudo: (quando houver);
externos ao • 01 especialista do meio acadêmico;
SENAI voltado • 01 técnico indicado por órgão do poder
para a discussão
público.
de assuntos
referentes aos
nexos entre a • 01 Diretor da Unidade Operacional;
Especialistas •
educação e o 02 especialistas em Educação Profissional;
trabalho nos da • 02 especialistas em Educação Profissional;
diferentes setores instituição: • 01 especialista da área tecnológica.
da empresa.
PERFIL
PROFISSIONAL
PERFIL PROFISSIONAL
Competências Contexto de Unidades de
Profissionais: Trabalho da Qualificação
- Básicas, Qualificação
- Específicas
- Gestão
PERFIL PROFISSIONAL
COMPETÊNCIA GERAL
Unidade de Competência
Elemento de Competência
Padrão de Desempenho
PERFIL PROFISSIONAL
Elemento de Padrão de
Competência Unidade de Competência Desempenho
Geral Competência
As Unidades de Descrevem o que Permitem julgar
É a síntese do Competência os profissionais como adequado
essencial a ser explicitam as devem ser ou não adequado,
realizado pelo grandes funções capazes de fazer satisfatório ou não
trabalhador que constituem o nas situações de satisfatório o
qualificado. Busca desempenho trabalho na desempenho do
descrever a razão profissional, respectiva profissional com
de ser da contribuindo para Unidade de relação ao
atividade o alcance da Competência. elemento de
produtiva. competência competência.
geral.
PERFIL PROFISSIONAL
Competência Unidade de Elemento de Padrão de
Geral Competência Competência Desempenho
É a síntese do essencial a ser É responsável pelo
realizado pelo trabalhador desenvolvimento de produtos em
qualificado. Expressa globalmente produção de frutas, conforme a
as funções principais que cultura organizacional, sendo
caracterizam a qualificação suas funções principais a análise
profissional e as capacidades que de mercado, criação,
permitem exercê-las de modo industrialização e distribuição do
eficaz no âmbito do trabalho. produto.
PERFIL PROFISSIONAL
Unidade de Elemento de Padrão de
Competência Competência Desempenho
Representar um objetivo produtivo
— produtos acabados (bens e
serviços). Identificar informações do
Explicitar claramente a função ou
mercado relevantes para
produto a ser realizado pelo
subsidiar a definição da
trabalhador.
produção da empresa.
Possuir grau de concretude Assessorar o processo de
suficiente para que seja avaliada.
produção de frutas.
Evitar que as funções Acompanhar a introdução dos
sobreponham-se umas as outras;
produtos no mercado.
Englobar os Elementos de
PERFIL PROFISSIONAL
Elemento de Padrão de
Competência Desempenho
Ser aplicável a distintas situações
de trabalho em processos
Assessorar o processo de
similares.
produção de frutas.
Ser relevante no interior do
Orientar a implantação dos
processo produtivo e cumprido
produtos nos processos de
integralmente pelo trabalhador.
fabricação para a produção de
Ser suficientemente concreto para
frutas.
ser avaliado segundo critérios
Planejar a padronização dos
objetivos.
produtos.
Mobilizar capacidades
profissionais.
Redigir no seguinte esquema:
verbo de ação + complemento +
PERFIL PROFISSIONAL
Orientar a implantação
Padrão de dos produtos nos
Desempenho processos de
fabricação para a
produção
Assessorando a definição do São referenciais que especificam
ferramental envolvido na a qualidade do desempenho em
produção.. cada elemento de competência,
Aplicando o conhecimento sobre pode referir-se aos seguintes
processos de produção. aspectos:
Aplicando novas tecnologias de Utilização adequada dos
fabricação do móvel com relação a materiais ...
equipamentos e processos. Aplicação correta de
Assessorando as diferentes áreas processos ...
da empresa sobre a correta Seleção e utilização adequada
utilização dos materiais e das da informação.
tecnologias de produção. Adequada mobilização das
capacidades profissionais .
PERFIL PROFISSIONAL
PERFIL PROFISSIONAL
Meios
Métodos e técnicas de trabalho
CONTEXTO DE TRABALHO
Conjunto de informações de natureza Condições de trabalho
técnica, organizacional e sócio-
profissional característico da
Posição no processo produtivo
Qualificação, que contextualiza e
Evolução da Qualificação
situa o âmbito da atuação da pessoa
qualificada. Educação Profissional relacionada à
Qualificação
PERFIL PROFISSIONAL
CONFIGURAÇÃO DO PERFIL
Competências PROFISSIONAL
Específicas: Competências Profissionais:
Capacidades Básicas, Específicas e Gestão
Técnicas
Contexto de Trabalho da
Qualificação
Unidades de Qualificação
Qualificação
Competências
Profissional Competências
Básicas: de Gestão:
Fundamentos Capacidades
Técnicos e Sociais,
Científicos Organizativas e
Metodológicas
DESENHO
CURRICULAR
DESENHO CURRICULAR
Consiste na concepção do programa do curso
Perfil Profissional é o ponto de partida para sua construção
Organização
Definição dos Definição das
Interna das
Módulos e Itinerário Unidades
Formativo Unidades
Curriculares
Curriculares
DEFINIÇÃO DOS MÓDULOS E ITINERÁRIO
FORMATIVO
Módulo Módulo
Básico Específico
Deve ser previsto quando se São definidos em função das
identifica a necessidade de Unidades de Qualificação
desenvolver competências básicas. previstas no perfil profissional.
Abarca os fundamentos técnico-
científicos, organizativos, sociais e Contemplam os conteúdos
metodológicos da qualificação formativos relacionados às
e/ou área profissional, de caráter respectivas competências
geral. específicas e de gestão.
Propicia visão ampla do processo
produtivo e dos princípios, técnico -
científicos que o sustentam, Terminalidades (Qualificações
favorecendo a capacidade de Profissionais)
transferência.
DESENHO CURRICULAR
Formação com base em
PRINCÍPIOS
FUNDAMENTAIS: Competência
Integração
Contextualização
Modularização
Flexibilidade
Recorrência
DESENHO CURRICULAR
UNIDADES CURRICULARES
Os módulos são constituídos de Unidades Curriculares que são
unidades pedagógicas constituídas numa visão interdisciplinar e
contextualizada, referidas as competências previstas no perfil
profissional.
ORGANIZAÇÃO INTERNA
Definição de objetivos específicos e critérios de
avaliação;
Conteúdos formativos;
Estratégias e ambientes pedagógicos;
Recursos didáticos;
Equipamentos e materiais;
Cargas horárias.
AVALIAÇÃO
AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
DEFINIÇÃO:
Avaliação de competências é um processo de coleta de
evidências sobre o desempenho profissional de uma pessoa, com
o propósito de formar um juízo sobre sua competência em relação
ao perfil profissional e identificar aquelas áreas de desempenho
que necessitem ser fortalecidas, mediante um reforço na
formação, para alcançar o nível de competência requerido.
VERTENTES DA AVALIAÇÃO
Durante o processo de formação
(curso ou programa)
Certificação de Competências
AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
SELEÇÃO
AVALIAÇÃO POR
UNIDADE DE
COMPETÊNCIA
• APTO
• NÃO APTO
• APTO
CERTIFICAÇÃO
• APTO
• NÃO APRTO Unidade de Qualificação/Perfil
Completo
AVALIAÇÃO POR
PROCESSO
UNIDADE DE
FORMATIVO QUALIFICAÇÃO
CARACTERÍSTICAS:
Associada às competências requeridas pela qualificação;
Voltada para os resultados de desempenho definidos no perfil
profissional, com base nos elementos de competência e padrões
de desempenho;
Centrada no sujeito e na qualidade de seu desempenho no
contexto de trabalho
Diretamente relacionada a competências profissionais mais
abrangentes;
Pode ser realizada a qualquer tempo;
Não compara diferentes pessoas, mas seus desempenhos frente
a padrões previamente estabelecidos;
AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
JULGAMENTO DE VALOR
Para que
avaliar? Quem Que dados O que será
avaliará? serão usados? avaliado?
CAMINHO AVALIATIVO
CARACTERÍSTICAS DE UMA AVALIAÇÃO EFICAZ:
UTILIDADE: é útil em guiar decisões?
VIABILIDADE: é prática e viável na condução?
ÉTICA: é ética ao lidar com pessoas e organizações?
PRECISÃO: é tecnicamente confiável?
AVALIAÇÃO DE COMPETÊNCIAS
PROCESSO DE AVALIAÇÃO
Planejamento
da avaliação
Elaboração dos
instrumentos,
considerando a validade,
fidedignidade, suficiência e
praticidade
Operacionalização
Julgamento das
evidências e tomada
de decisão sobre a
avaliação
Registro do
resultado
“É mais fácil avaliar os conhecimentos de
um aluno do que suas competências, pois,
para apreendê-las, deve-se observá-lo,
lidando com tarefas complexas, o que exige
tempo e abre o caminho à contestação”.
Philippe Perrenoud
PRÁTICA
PEDAGÓGICA
O FAZER PEDAGÓGICO
PERFIL
PROFISSIONAL
EGRESSO AVALIAÇÃO
PRÁTICA
PEDAGÓGIC
A
DESENHO
SOCIEDADE CURRICULAR
COMITÊ
TÉCNICO
SETORIAL
O FAZER PEDAGÓGICO
Unidade
Operacional Planejamento e
Desenvolvimento da
Aprendizagem
PRÁTICA Avaliação da Aprendizagem
PEDAGÓGICA
Metodologia com base em
das Competências Planejamento
Competências do Docente
O FAZER PEDAGÓGICO:
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Aluno
Docente
Aprendizagem
Ensino
O FAZER PEDAGÓGICO:
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Identificar as informações e as
atividades que permitam ao aluno
avançar do patamar em se encontra
para um outro mais evoluído
Construção de Situações de
Aprendizagem, com atividades que
representem possibilidades complexas
de serem realizadas, mas com
dificuldades possíveis.
PLANEJAMENTO DO ENSINO
Aprendizagem de Estratégias
Aprendizagem de Técnicas Aprendizagem de Estratégias
de Aprendizagem
Técnicas de soldagem, Selecionar e descartar
Controle de informações
medições informações
PLANEJAMENTO DO ENSINO
Definir e elaborar Situações de APDZ
Definir critérios de avaliação
Estabelecer estratégias para desenvolvimento de
Situações de APDZ
Planejar a intervenção mediadora
Construção de um PLANO (instrumento que expressa a
Prática Docente).
SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM:
(requisitos)
Leva o aluno aprender a aprender...
Motivadora x Desafiadora...
Conter as três aprendizagens...
Evocar no aluno os saberes
internalizados...
Desenvolver capacidades (constituição
de competências) – Processo Formativo...
DEFININDO OS INDICADORES E CRITÉRIOS DE
AVALIAÇÃO:
Pra quê servem? Coletar evidências sobre os
resultados do aluno
Alcance ou não dos resultados
Mas o que são?
O FAZER PEDAGÓGICO:
ESTRATÉGIAS DE ENSINO - CONSIDERAÇÕES
DEFININDO OS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
CRITÉRIOS EVIDÊNCIAS
Resistência
Transfere arquivo de 10MB em
até 15 segundos
Durabilidade Parâmetros
de Carrega site SENAI DN em
acabamento julgamento até 5 segundos
Velocidade de Apresenta disponibilidade
transferência acima de 99,5%
Tempo de acesso aos
sites
Verificação dos dados
disponibilidade
Apresentados (Evidências de
execução e de
conhecimento)
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Situações- Estudo de
Projetos Pesquisa Portfólio
problema Caso
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Passos para a solução de um
problema:
(doze critérios)
Situações-
problema Na proposição do problema
Durante a solução do problema
Na avaliação do problema
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Finalidade:
Promover a compreensão dos fenômenos e
problemas da realidade em que vivem
(contextualização com o mundo real do trabalho)
Caracteriza-se:
Projetos
Flexibilidade
Abertura ao imprescindível
Carregado de incertezas
Ambiguidades
Soluções provisórias
Variáveis e conteúdos não identificáveis (priori e
emergentes do processo)
E quais são os tipos...?
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Com foco didático-pedagógico:
Projetos de Ensino
Projetos de Aprendizagem
Projetos
E o papel do Docente?
MEDIADOR O TEMPO TODO...
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
I. Seleção do tópico ou
problema para a investigação
II. Definição e diferenciação dos
Confronto entre o
aspectos específicos ao tópico
ASSUNTO e o
I. Levantamento de hipótese CONHECIMENTO
de trabalho
Pesquisa TEÓRICO
III. Coleta de dados pertinentesTEMPO TODO
DURANTE O
IV. Relatório escrito do estudo de
pesquisa
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
Características:
Visam à descoberta
Buscam retratar a realidade
Estudo Fases:
de Caso Explicitação dos pontos
críticos
Delimitação do estudo
Análise sistemática e relatório
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
CONSIDERAÇÕES SOBRE O INSTRUMENTO
PORTFÓLIO
Compilação de todos os trabalhos realizados
pelos alunos (curso, módulo ou Unid.
Curricular)
Construído pelo próprio aluno
Portfólio Propicia ao docente avaliar o progresso...
INCLUI:
Registros de visitas
Resumos de textos
Projetos
Relatórios de pesquisa
Anotações de experiências
Ensaios auto reflexivos
O FAZER PEDAGÓGICO
PLANEJANDO AS INTERVENÇÕES MEDIADORAS
Possibilidade metodológica capaz de apoiar uma
aprendizagem significativa
O QUE É MEDIAÇÃO???
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Nível de
desenvolviment ZONA DE DESENVOLVIMENTO
o real
PROXIMAL
MEDIAÇÃO
ESPAÇO DE APRENDIZAGEM
MEDIADO PELO DOCENTE
Nível de
desenvolviment
o potencial
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
O mediador deve partir dos princípios de que:
O ser humano é modificável;
O indivíduo que eu vou educar é modificável;
Eu sou capaz de produzir modificações no indivíduo;
Eu próprio tenho que e devo modificar-me;
Toda a sociedade e toda a opinião pública são modificáveis e podem ser
modificadas. (Feuerstein, 1975,1989)
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Modificação x Modificabilidade
Modificação refere-se a mudança, é o produto dos processos de
desenvolvimento e da maturação
Modificabilidade refere-se a modificação estrutural do
funcionamento do indivíduo, produzindo mudança no
desenvolvimento previsto pelo contexto genético,
neurofisiológico e/ou experiência educativa
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Modificabilidade Cognitiva Estrutural
Modificabilidade refere-se à modificação estrutural do
funcionamento do indivíduo, produzindo mudança no
desenvolvimento previsto pelo contexto genético,
neurofisiológico e/ou experiência educativa;
Cognitiva refere-se à condição de aprendizagem do indivíduo;
Estrutural refere-se à estrutura de pensamento (fases de
entrada, elaboração e saída)
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
Modelo de experiência de APDZ mediatizada (EAM)
Organismo
Estímulos Aluno Respostas
Mediatizações Reforços
Humanas Mediatizados
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
COMO MEDIAR:
O mediador identifica as funções cognitivas e operações
mentais a serem desenvolvidas
O mediador lança mão de estratégias cognitivas, afetivas e
avaliativas para desenvolvimento das funções cognitivas e
operações mentais;
Para utilizar as referidas estratégias, o mediador deve recorrer
aos critérios de mediação.
MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
CRITÉRIOS DE MEDIAÇÃO
PLANEJAMENTO E INDIVIDUALIZAÇÃO E
INTENCIONALIDADE E
ALCANCE DE DIFERENCIAÇÃO
RECIPROCIDADE
OBJETIVOS PSICOLÓGICA
TRANSCEDÊNCIA DESAFIO COMPARTILHAMENTO
AUTO-REGULAÇÃO E
SIGNIFICADO AUTOMODIFICAÇÃO CONTROLE DO
COMPORTAMENTO
SENTIMENTO DE SENTIMENTO DE
OTIMISMO COMPETÊNCIA
PERTENCER
DIDÁTICA CENTRADA NOS PROCESSOS
COGNITIVOS
COGNITIVAS AFETIVAS AVALIATIVAS
Desafiar o mediado à
aprendizagem através
de recursos
pedagógicos que Observar as ações e
Encorajar a participação
viabilizem a aquisição comportamentos dos
ativa do mediado,
de conhecimentos e o alunos a fim de se
elogiar as produções,
desenvolvimento de assegurar que os
mediar os sentimentos
habilidades para conteúdos trabalhados
de competência e
melhor acomodar os estão sendo
pertinência
mesmos – interiorizados
aprendizagem
significativa
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
QUESTIONAMENTOS
1. Como saber se ocorreu uma aprendizagem significativa para a
aquisição e a formação de competências durante o processo de
formação do aluno?
2. Como saber se os resultados obtidos foram satisfatórios?
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
FUNÇÕES
DIAGNÓSTICA FORMATIVA
SOMATIVA
Qual a mais significativa?
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
E a auto avaliação?
E o papel docente?
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
TIPOS DE AVALIAÇÃO
Avaliação Avaliação
Quantitativa Quantitativa
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
ESTRATÉGIAS DE ENSINO X AVALIAÇÃO
Estudo
de caso
Situação
Outros..
Avaliação Problema
a todo
momento
Projetos Pesquisa
O FAZER PEDAGÓGICO:
AVALIANDO A APRENDIZAGEM
PLANEJAMENTO DA AVALIAÇÃO DA APDZ:
1. Definir situações de avaliação x foco
2. Definir critérios de avaliação
3. Selecionar instrumentos, técnicas e / ou estratégias de
avaliação
4. Planejar a construção de instrumentos de avaliação
5. Registrar os resultados da avaliação
PLANEJAMENTO DA PRÁTICA
com Base em Competências
Unidade de Competência e Competências de Gestão
SITUAÇÃO DE PRODUTOS INDICADORES DE CRITÉRIOS DE EVIDÊNCIA DE
APRENDIZAGEM ESPERADOS AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO DESEMPENHO
Objetivo
Critérios de
Avaliação
PLANEJAR
Estratégias de Instrumentos/Técnicas/
Instrumentos de
Intervenções Registro dos
Conteúdos ensino e Estratégias de
Mediadoras avaliação Resultados da
Formativos aprendizagem Avaliação
O FAZER PEDAGÓGICO
PLANEJAMENTO INTEGRADO
PERFIL
PROFISSIONAL
EGRESSO AVALIAÇÃO
PRÁTICA
PEDAGÓGIC
A
DESENHO
SOCIEDADE CURRICULAR
COMITÊ
TÉCNICO
SETORIAL
EXEMPLO
RESULTADOS ESPERADOS Curso Design de Móveis
Cronograma físico MÓDULO II : Criação
Desenho das vistas do móvel
Memorial justificativo
Desenho dos cortes e detalhes do móvel
Cotagem do móvel
Desenho das peças do móvel
Apresentação oral para o grupo
EXEMPLO
Curso Design de Móveis
MÓDULO II : Criação
EVIDÊNCIA DE DESEMPENHO
A - Apresentou evidências adequadas ao fator avaliado.
B - Apresentou evidências não adequadas ao fator
avaliado, mas sem comprometer o resultado do trabalho.
C - Apresentou evidências que comprometeram
parcialmente a adequação do trabalho ao fator avaliado.
D - Apresentou evidências que comprometeram muito a
adequação do trabalho ao fator avaliado.
PRÁTICA
PEDAGÓGICA
PRÁTICA PEDAGÓGICA
Coerência entre objetivos, conteúdos, estratégias, atividades
de avaliação e competências pretendidas.
Articulação permanente entre teoria e prática. Mobilização de
conhecimentos, habilidades e atitudes em contexto, por meio
de desafios, situações-problema, projetos.
Propostas de trabalho visando a construção da autonomia e
independência do aluno no desempenho das competências.
ESCOLA
A missão essencial da escola não é a de transmitir a
informação.
A missão essencial do professor não é a de dar aulas.
Escolas e professores se justificam pelos resultados de
aprendizagem de seus alunos.
A efetiva participação dos docentes nos instrumentos de
planejamento é imprescindível.
OBRIGADA