ESTRUTURA DE GOVERNANÇA
DO MEIO AMBIENTE
Prof. Adm. Sidney Sândheskinny
Mestre em Agroenergia
• Art. 225. Todos têm direito ao
meio ambiente ecologicamente
equilibrado, bem de uso comum
do povo e essencial à sadia
qualidade de vida, impondo-se ao
Poder Público e à coletividade o
dever de defendê-lo e preservá-lo
para as presentes e futuras
gerações.
A Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA) é uma lei
federal Brasileira (LEI Nº 6.938) que estabelece as
diretrizes e objetivos para a gestão ambiental no país.
Ela foi criada em 1981 e atualizada em 2011, com o objetivo
de proteger e preservar o meio ambiente, bem como
promover o desenvolvimento sustentável.
Quem é responsável pelo PNMA?
PODER EXECUTIVO
O que é o SISNAMA?
SISNAMA é a sigla para Sistema Nacional do Meio
Ambiente, o conjunto de órgãos públicos (da União, de
estados, de municípios, do Distrito Federal e de
territórios, bem como órgãos não-governamentais
instituídos pelo poder público) responsáveis pela
proteção ambiental no Brasil.
É um sistema porque todos os órgãos que o compõem
atuam sob os mesmos princípios e diretrizes, cada um
exercendo a sua função para alcançar o mesmo objetivo:
a defesa do meio ambiente ecologicamente
equilibrado.
ESTRUTUR
A DO
SISNAMA
ÓRGÃO SUPERIOR
• Conselho de Governo: O Conselho de Governo é a
entidade que integra a Presidência da República. O
objetivo é assessorar o presidente na elaboração de
políticas públicas voltadas à preservação ambiental.
ÓRGÃO CONSULTIVO E
DELIBERATIVO
• Conselho Nacional do Meio Ambiente: O Conselho
Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) é um órgão
normativo, consultivo e deliberativo e tem, dentre
outras, a finalidade de estudar, assessorar e propor ao
Conselho de Governo Federal diretrizes e políticas
governamentais para o meio ambiente, assim como
normas e padrões compatíveis com um ecossistema
ecologicamente equilibrado.
ÓRGÃO CENTRAL
• Ministério do Meio Ambiente: O Ministério do Meio
Ambiente (MMA), tem como missão promover a adoção
das políticas e princípios para o conhecimento, a
preservação e a recuperação do meio ambiente. Além
disso, visa o uso sustentável dos recursos naturais e a
inserção do desenvolvimento sustentável na criação e
implementação de políticas públicas em todas as
instâncias do governo, por meio do planejamento,
coordenação, controle e supervisão da
implementação da Política Nacional e diretrizes
governamentais para o meio ambiente.
ÓRGÃO EXECUTOR
• IBAMA: O Instituto Nacional do Meio Ambiente e Recursos Renováveis
(IBAMA), é uma autarquia do Ministério do Meio Ambiente (MMA) com
autonomia administrativa e financeira que tem como missão proteger a
natureza, garantir a qualidade ambiental e a sustentabilidade, no que se
refere ao uso dos recursos naturais. Tendo personalidade jurídica
própria, executa o controle e fiscalização ambiental nos âmbitos
nacional e regional por meio de ações de gestão concretas.
• ICMBIO: O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
(ICMBio) trata-se de um órgão ambiental da administração pública, que
tem o poder de autoadministração, nos limites estabelecidos em lei. O
ICMBio foi criado pela Lei 11.516/17 , com a missão de proteger o
patrimônio natural e promover o desenvolvimento
socioambiental, por meio da gestão das Unidades de
Conservação (UCs) federais.
Órgãos Colegiados
• Apesar do MMA ser considerado o órgão máximo de
proteção ambiental, existem outras entidades
colegiadas que também fiscalizam o meio ambiente.
• Esses se tratam de conselhos inseridos no poder
executivo municipal, de natureza deliberativa ou
consultiva, integrados por diferentes atores sociais
(governo, empresas, universidades, trabalhadores e
sociedade civil) envolvidas com o meio ambiente e que
integram a estrutura dos órgãos locais do SISNAMA.
Órgãos Seccionais
• Os órgãos seccionais são entidades estaduais que têm a função de
executar programas e projetos, além de controlar e fiscalizar as
atividades capazes de degradar o meio ambiente. Alguns destes
órgãos são:
• São Paulo: Coordenadoria de Fiscalização Ambiental (SMA);
• Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Ambiente (INEA);
• Minas Gerais: Secretaria de Meio Ambiente;
• Paraná: Instituto Ambiental do Paraná (IAP);
• Santa Catarina: Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA);
• Amazonas: Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM);
• Tocantins: Instituto Natureza do Tocantins (NATURATINS);
Órgãos Locais
• Cada município possui os seus próprios órgãos
ambientais fiscalizadores, responsáveis por controlar as
atividades que podem ocasionar danos à natureza. A
essas entidades cabe a mesma missão dos órgãos
seccionais, que são: fiscalização, estímulo ao
crescimento da consciência ambiental, licenciamento de
obras que possam causar impactos; e criação de leis e
normas complementares, podendo ser mais restritivas
que as leis federais, desde que sejam devidamente
fundamentadas ou motivadas por interesse do público
local.
ÓRGÃO EXECUTIVO: ESTADO E
MUNICÍPIO
PODER LEGISLATIVO
CONGRESSO NACIONAL
PODER JUDICIÁRIO
MINISTÉRIO PÚBLICO –
PROMOTORIA DO MEIO AMBIENTE
O que faz a Promotoria do meio ambiente?
O Ministério Público é responsável pela defesa do
meio ambiente ecologicamente equilibrado e pela
garantia do desenvolvimento sustentável. A
proteção de remanescentes ecológicos, a
preservação cultural, a exigência de saneamento
básico adequado e o ordenamento da ocupação do
solo também fazem parte de sua atuação.
POLÍCIA
CNJ E OAB