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Relações Lógico-Discursivas no Texto

O documento apresenta descritores do SAEB relacionados à Língua Portuguesa, focando na habilidade de estabelecer relações lógico-discursivas em textos. Exemplos de textos e questões são fornecidos para ilustrar como essas relações são identificadas, como adição, oposição e condição. A importância da coerência textual e a avaliação dessas habilidades são enfatizadas ao longo do material.

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Relações Lógico-Discursivas no Texto

O documento apresenta descritores do SAEB relacionados à Língua Portuguesa, focando na habilidade de estabelecer relações lógico-discursivas em textos. Exemplos de textos e questões são fornecidos para ilustrar como essas relações são identificadas, como adição, oposição e condição. A importância da coerência textual e a avaliação dessas habilidades são enfatizadas ao longo do material.

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EMJMF

ESCOLA MUNICIPAL JOÃO


MARIANO FILHO

DESCRITORES DO SAEB
LÍNGUA PORTUGUESA

D15>Estabelecer relações lógico-discursivas


presentes no texto, marcadas por conjunções,
advérbios, etc.
D15 – Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto,
marcadas por conjunções, advérbios, etc.

As habilidades que podem ser avaliadas por este descritor, relacionam-se ao


reconhecimento das relações de coerência no texto em busca de uma concatenação
perfeita entre as partes do texto, as quais são marcadas pelas conjunções, advérbios,
etc., formando uma unidade de sentido.
Essa habilidade é avaliada por meio de um texto no qual é solicitado ao aluno,
a percepção de uma determinada relação lógico-discursiva, enfatizada, muitas vezes,
pelas expressões de tempo, de lugar, de comparação, de oposição, de causalidade, de
anterioridade, de posteridade, entre outros e, quando necessário, a identificação dos
elementos que explicam essa relação.
Leia o texto:

Acho uma boa ideia abrir as escolas no fim de semana, mas os alunos devem ser
supervisionados por alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de lazer que se
ofereça no dia. A comunidade poderia interagir e participar de atividades in­teressantes.
Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos dentro da escola.
(Juliana Araújo e Souza)

(Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.)

Em “A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes.” (ℓ. 5-6), a


palavra destacada indica:
(A) alternância. (B) oposição. (C) adição. (D) explicação.
Leia o texto:

Acho uma boa ideia abrir as escolas no fim de semana, mas os alunos devem ser
supervisionados por alguém responsável pelos jogos ou qualquer opção de lazer que se
ofereça no dia. A comunidade poderia interagir e participar de atividades in­teressantes.
Poderiam ser feitas gincanas, festas e até churrascos dentro da escola.
(Juliana Araújo e Souza)

(Correio Braziliense, 10/02/2003, Gabarito. p. 2.)

Em “A comunidade poderia interagir e participar de atividades interessantes.” (ℓ. 5-6), a


palavra destacada indica:
(A) alternância. (B) oposição. (C) adição. (D) explicação.
Leia o texto: Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?

Há registros de pessoas que suportaram até 200 dias sem comer, mas esse tempo sempre varia conforme a
estatura. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca
de 36 horas. Ficar sem comer por um ou dois dias normalmente não ocasiona problemas que possam afetar
gravemente a pessoa. Essa situação não costuma causar mais que tonturas e dor de cabeça. “O jejum
não tem indicação para ser usado de forma rotineira sob o ponto de vista médico, mas tem sido praticado
desde a Antiguidade como preceito religioso para a purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo
Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos para a
saúde, inclusive levando à morte. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas
de energia, principalmente as gorduras.
Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se alimentar também
provoca diversas alterações metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e sais minerais, alterações da
pressão arterial, desmaios e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem mais grave. Um homem de
estatura média contém em seu corpo aproximadamente 40 litros de água, necessária para resfriar o corpo.
Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos
rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e
eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias é o suficiente para matar.
(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.)

No trecho “Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º parágrafo),
a expressão destacada desempenha a função de
(A) adição de ideias. (B) comparação entre dois fatos.
(C) consequência de um fato. (D) finalidade de um fato enunciado
Leia o texto: Quanto tempo resistimos sem comer nem beber?

Há registros de pessoas que suportaram até 200 dias sem comer, mas esse tempo sempre varia conforme a
estatura. Sem água, porém, a resistência é bem menor e o estado de saúde torna-se bastante grave após cerca
de 36 horas. Ficar sem comer por um ou dois dias normalmente não ocasiona problemas que possam afetar
gravemente a pessoa. Essa situação não costuma causar mais que tonturas e dor de cabeça. “O jejum
não tem indicação para ser usado de forma rotineira sob o ponto de vista médico, mas tem sido praticado
desde a Antiguidade como preceito religioso para a purificação do espírito”, diz o endocrinologista Danilo
Alvarenga de Carvalho. Quando feito sem controle médico, porém, o jejum pode implicar sérios riscos para a
saúde, inclusive levando à morte. Sem a ingestão de alimentos, o organismo começa a queimar suas reservas
de energia, principalmente as gorduras.
Depois delas, consome as proteínas que compõem os tecidos. Ficar muito tempo sem se alimentar também
provoca diversas alterações metabólicas e hormonais, com perda de vitaminas e sais minerais, alterações da
pressão arterial, desmaios e problemas psicológicos. Mas a falta de água é bem mais grave. Um homem de
estatura média contém em seu corpo aproximadamente 40 litros de água, necessária para resfriar o corpo.
Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição para serem eliminadas pelos
rins e intestinos. Numa pessoa saudável, existe um equilíbrio entre a quantidade de líquidos ingeridos e
eliminados. A perda desse equilíbrio em poucos dias é o suficiente para matar.
(Superinteressante Especial: Mundo estranho, ago.2001.)

No trecho “Além disso, a água transporta as substâncias tóxicas que sobram da nutrição...” (3º parágrafo),
a expressão destacada desempenha a função de
(A) adição de ideias. (B) comparação entre dois fatos.
(C) consequência de um fato. (D) finalidade de um fato enunciado
Leia o texto:

Disponível em: <[Link]/comics/[Link]> Acesso em: 20 dez. 2009.

No último quadrinho desse texto, no trecho “Se eu conseguir tirar ele daqui...”, a palavra destacada
estabelece relação de

A) alternância.
B) conclusão.
C) condição.
D) explicação.
Leia o texto:

Disponível em: <[Link]/comics/[Link]> Acesso em: 20 dez. 2009.

No último quadrinho desse texto, no trecho “Se eu conseguir tirar ele daqui...”, a palavra destacada
estabelece relação de

A) alternância.
B) conclusão.
C) condição.
D) explicação.
Leia o texto:

A verdade do 1o de abril
Todos os anos, meu pai arranja um jeito de “pegar” minha mãe na “mentirinha” de 1o de abril. Porém, no
ano passado, o que era mentira virou verdade. Logo cedo, ao voltar do curral, ele disse: “Uma vaca pariu
gêmeos!” “Ótimo, logo, logo, tirarei uma foto!”, respondeu ela. “Não precisa, pois hoje é 1o de abril”, ele
completou. Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal que
recebeu os nomes de Mineiro e Mineirinha, já que a mãe é apelidada de Mineira.
Franciane e Raphael Madureira
Itabuna, BA Globo Rural, julho 2000
Leia novamente a frase abaixo.
“Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal...”
A expressão sublinhada pode ser substituída por
A) porque. B) por isso. C) mas. D) quando
Leia o texto:

A verdade do 1o de abril
Todos os anos, meu pai arranja um jeito de “pegar” minha mãe na “mentirinha” de 1o de abril. Porém, no
ano passado, o que era mentira virou verdade. Logo cedo, ao voltar do curral, ele disse: “Uma vaca pariu
gêmeos!” “Ótimo, logo, logo, tirarei uma foto!”, respondeu ela. “Não precisa, pois hoje é 1o de abril”, ele
completou. Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal que
recebeu os nomes de Mineiro e Mineirinha, já que a mãe é apelidada de Mineira.
Franciane e Raphael Madureira
Itabuna, BA Globo Rural, julho 2000
Leia novamente a frase abaixo.
“Só que cinco dias depois, nasceu na Fazenda Santo Antônio, em Ilhéus, BA, um belo casal...”
A expressão sublinhada pode ser substituída por
A) porque. B) por isso. C) mas. D) quando
Leia o texto:

Mito setentão

Batman chega este mês aos 70 anos com fatos e números dignos de respeito e estudo. O famoso
personagem das histórias em quadrinhos, propriedade do grupo norte-americano Warner, se consolidou
como a mais bem sucedida e duradoura obra coletiva da indústria cultural, marcada por dezena de
colaboradores e por coleção de sucesso em todas as mídias, particularmente na televisão e no cinema.
Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem espalhados pelo
mundo, essa trajetória ainda vai longe. “Este é o ano do morcego! Celebrar sete décadas não é pra
qualquer um. Temos boas surpresas reservadas para os fãs do herói”, promete Levi Trindade, editor da
revista de Batman no Brasil (publicada pela Panini) em recente comunicado.[...]
Sílvio Ribas. Correio Braziliense. Brasília, Caderno C, domingo 10 de maio de 2009.p. 3.

No trecho “Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem,...”


a conjunção destacada exprime ideia de
A) comparação. B) conclusão. C) condição. D)
consequência
Leia o texto:

Mito setentão

Batman chega este mês aos 70 anos com fatos e números dignos de respeito e estudo. O famoso
personagem das histórias em quadrinhos, propriedade do grupo norte-americano Warner, se consolidou
como a mais bem sucedida e duradoura obra coletiva da indústria cultural, marcada por dezena de
colaboradores e por coleção de sucesso em todas as mídias, particularmente na televisão e no cinema.
Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem espalhados pelo
mundo, essa trajetória ainda vai longe. “Este é o ano do morcego! Celebrar sete décadas não é pra
qualquer um. Temos boas surpresas reservadas para os fãs do herói”, promete Levi Trindade, editor da
revista de Batman no Brasil (publicada pela Panini) em recente comunicado.[...]
Sílvio Ribas. Correio Braziliense. Brasília, Caderno C, domingo 10 de maio de 2009.p. 3.

No trecho “Se depender dos produtores do homem-morcego e dos aficcionados do personagem,...”


a conjunção destacada exprime ideia de
A) comparação. B) conclusão. C) condição. D)
consequência
Leia o texto:

A música na escola

Pesquisadores e professores discutem, no Rio, uma proposta que pode mudar os currículos escolares:
eles querem que a música volte a ser uma disciplina obrigatória.
(...) “A melhor coisa que a escola me deu foi a música”, diz uma aluna.
Mas é algo que nem toda escola tem. “Na minha outra escola não tinha música, agora eu chego aqui, tem
música, eu fico admirada”, diz outra estudante.
A escola pública no bairro pobre do Rio tem até banda. Música já foi uma disciplina obrigatória nas
escolas brasileiras, mas a lei que regulamenta o ensino mudou e a música virou parte do conteúdo de uma
outra matéria, a educação artística, que também reúne o teatro e as artes plásticas. Trinta e três anos depois
da mudança, grupos se mobilizam e pedem a volta da música ao currículo escolar. É o que se discute no Rio,
em um seminário de pesquisadores e professores de música do país todo. “O país dito como musical não
pode prescindir de ter música também nas suas escolas”, diz uma pesquisadora.
Fonte: [Link]. [Link]/[Link].

O uso da palavra MAS, no 2° parágrafo, estabelece uma relação de


(A) confirmação do expresso por uma aluna, retratado no 1° parágrafo.
(B) oposição à opinião expressa no 1° parágrafo.
(C) comparação às assertivas do 1° parágrafo.
(D) suposição ao exposto na fala da estudante
Leia o texto:

A música na escola

Pesquisadores e professores discutem, no Rio, uma proposta que pode mudar os currículos escolares:
eles querem que a música volte a ser uma disciplina obrigatória.
(...) “A melhor coisa que a escola me deu foi a música”, diz uma aluna.
Mas é algo que nem toda escola tem. “Na minha outra escola não tinha música, agora eu chego aqui, tem
música, eu fico admirada”, diz outra estudante.
A escola pública no bairro pobre do Rio tem até banda. Música já foi uma disciplina obrigatória nas
escolas brasileiras, mas a lei que regulamenta o ensino mudou e a música virou parte do conteúdo de uma
outra matéria, a educação artística, que também reúne o teatro e as artes plásticas. Trinta e três anos depois
da mudança, grupos se mobilizam e pedem a volta da música ao currículo escolar. É o que se discute no Rio,
em um seminário de pesquisadores e professores de música do país todo. “O país dito como musical não
pode prescindir de ter música também nas suas escolas”, diz uma pesquisadora.
Fonte: [Link]. [Link]/[Link].

O uso da palavra MAS, no 2° parágrafo, estabelece uma relação de


(A) confirmação do expresso por uma aluna, retratado no 1° parágrafo.
(B) oposição à opinião expressa no 1° parágrafo.
(C) comparação às assertivas do 1° parágrafo.
(D) suposição ao exposto na fala da estudante
Leia o texto:
Goiabada
Carlos Heitor Cony

Goiabada tinha cara de goiabada mesmo. Fica difícil explicar o que seja uma cara de goiabada, mas
qualquer pessoa que se defrontava com ele, mesmo que nada dissesse, constataria em foro íntimo que
Goiabada tinha cara de goiabada.
Eu o conheci há tempos, quando jogava pelada nas ruas da Ilha do Governador. Ele se oferecia para a
escalação, mas quase sempre era rejeitado. Ruim de bola, era bom de gênio.
[...]
Perdi-o de vista, o que foi recíproco. Outro dia, parei num posto para abastecer o carro e um senhor idoso
me ofereceu umas flanelas, dessas de limpar para-brisa. Ia recusar, mas alguma coisa me chamou a atenção:
dando o desconto do tempo, o cara tinha cara de goiabada. Fiquei indeciso. Não podia perguntar se ele era o
Goiabada, podia se ofender, não havia motivo para tanta e tamanha intimidade.
[...]
O tanque do carro já estava cheio, e o novo Goiabada, desanimado de me vender uma flanela, ia se
retirando em busca de freguês mais necessitado. Perguntei quantas flanelas ele tinha. Não sabia, devia ter
umas 40, não vendera nenhuma naquele dia. Comprei-lhe todas, ele fez um abatimento razoável. E ficou de
mãos vazias, olhando o estranho que sumia com suas 40 flanelas e nem fizera questão do troco.
[Link]

No trecho “Outro dia, parei num posto para abastecer o carro e um senhor idoso me ofereceu umas flanelas
[...]”, o termo sublinhado
(A) acrescenta uma informação à anterior. (B) explica a ideia anteriormente citada.
(C) se opõe ao que foi dito anteriormente. (D) oferece uma alternativa ao fato citado.
Leia o texto:
Goiabada
Carlos Heitor Cony

Goiabada tinha cara de goiabada mesmo. Fica difícil explicar o que seja uma cara de goiabada, mas
qualquer pessoa que se defrontava com ele, mesmo que nada dissesse, constataria em foro íntimo que
Goiabada tinha cara de goiabada.
Eu o conheci há tempos, quando jogava pelada nas ruas da Ilha do Governador. Ele se oferecia para a
escalação, mas quase sempre era rejeitado. Ruim de bola, era bom de gênio.
[...]
Perdi-o de vista, o que foi recíproco. Outro dia, parei num posto para abastecer o carro e um senhor idoso
me ofereceu umas flanelas, dessas de limpar para-brisa. Ia recusar, mas alguma coisa me chamou a atenção:
dando o desconto do tempo, o cara tinha cara de goiabada. Fiquei indeciso. Não podia perguntar se ele era o
Goiabada, podia se ofender, não havia motivo para tanta e tamanha intimidade.
[...]
O tanque do carro já estava cheio, e o novo Goiabada, desanimado de me vender uma flanela, ia se
retirando em busca de freguês mais necessitado. Perguntei quantas flanelas ele tinha. Não sabia, devia ter
umas 40, não vendera nenhuma naquele dia. Comprei-lhe todas, ele fez um abatimento razoável. E ficou de
mãos vazias, olhando o estranho que sumia com suas 40 flanelas e nem fizera questão do troco.
[Link]

No trecho “Outro dia, parei num posto para abastecer o carro e um senhor idoso me ofereceu umas flanelas
[...]”, o termo sublinhado
(A) acrescenta uma informação à anterior. (B) explica a ideia anteriormente citada.
(C) se opõe ao que foi dito anteriormente. (D) oferece uma alternativa ao fato citado.
Leia o texto:
Água por todo lado
Desvende os segredos das ilhas e entenda por que elas são tão diferentes
Água à vista
Existem ilhas em oceanos, rios e lagos do mundo todo. E nem todas se formaram do mesmo jeito. Elas podem
surgir quando a água sobe ao redor de montanhas, quando a correnteza junta uma grande quantidade de areia e
pedra num local ou a partir da lava expelida por vulcões submarinos.
Muitas diferenças
Cada ilha tem sua paisagem. Em muitas há plantas, rios e animais. Outras são como desertos. Algumas têm vilas
ou imensas cidades. Mesmo as que são formadas só por pedras, têm importância na natureza, pois são pontos de
descanso para animais e, sob a água, abrigam peixes e outros bichos.
Faça a sua
Em Dubai, nos Emirados Árabes, existem ilhas artificiais feitas de areia onde há casas e hotéis. Essa ideia não é
nova. Povos que vivem no Peru fazem ilhas desde o ano 1200.
Eles empilham folhas e galhos de uma planta e constroem casas sobre essas ilhas, usando fibras da mesma
planta.
Cuidado importante
Numa ilha, os elementos da natureza estão em equilíbrio. Isso garante a sobrevivência de vegetais, plantas, aves,
répteis, mamíferos e outros seres que estão ali. A chegada de lixo, plantas ou bichos de outros locais pode levar
muitas espécies animais e vegetais ã morte e até mesmo à extinção. [...]
Recreio, ano 9, n. 436. p. 12.
No trecho “... pois são pontos de descanso para animais... ” (Z. 14), a palavra destacada
expressa uma ideia de
A) adição. B) comparação. C) conclusão. D) explicação
Leia o texto:
Água por todo lado
Desvende os segredos das ilhas e entenda por que elas são tão diferentes
Água à vista
Existem ilhas em oceanos, rios e lagos do mundo todo. E nem todas se formaram do mesmo jeito. Elas podem
surgir quando a água sobe ao redor de montanhas, quando a correnteza junta uma grande quantidade de areia e
pedra num local ou a partir da lava expelida por vulcões submarinos.
Muitas diferenças
Cada ilha tem sua paisagem. Em muitas há plantas, rios e animais. Outras são como desertos. Algumas têm vilas
ou imensas cidades. Mesmo as que são formadas só por pedras, têm importância na natureza, pois são pontos de
descanso para animais e, sob a água, abrigam peixes e outros bichos.
Faça a sua
Em Dubai, nos Emirados Árabes, existem ilhas artificiais feitas de areia onde há casas e hotéis. Essa ideia não é
nova. Povos que vivem no Peru fazem ilhas desde o ano 1200.
Eles empilham folhas e galhos de uma planta e constroem casas sobre essas ilhas, usando fibras da mesma
planta.
Cuidado importante
Numa ilha, os elementos da natureza estão em equilíbrio. Isso garante a sobrevivência de vegetais, plantas, aves,
répteis, mamíferos e outros seres que estão ali. A chegada de lixo, plantas ou bichos de outros locais pode levar
muitas espécies animais e vegetais ã morte e até mesmo à extinção. [...]
Recreio, ano 9, n. 436. p. 12.
No trecho “... pois são pontos de descanso para animais... ” (Z. 14), a palavra destacada
expressa uma ideia de
A) adição. B) comparação. C) conclusão. D) explicação
MAR MORTO

Para quem não sabe nadar, entrar na água do mar ou na piscina é sempre complicado. Precisa de
colo de alguém ou de boia de plástico.
Mas existe um mar em que nada afunda, de tanto sal que existe em sua água. Esse mar fica entre
dois países do Oriente, Israel e a Jordânia, e se chama Mar Morto. Na verdade, não é um mar: é um
grande lago, onde deságua o rio Jordão. Ele está 392 metros abaixo do nível do mar, e é o ponto mais
baixo de toda a superfície do planeta. De tão grande, parece mesmo um mar: tem 85 quilômetros de
comprimento e 17 quilômetros de largura. É tanto sal em suas águas que não tem peixe, alga ou
camarão que consiga viver ali dentro.
Por isso o nome de Mar Morto.
A lama que existe no fundo faz muito bem para a pele e tem propriedades medicinais. As pessoas
vão ao Mar Morto também para fazer tratamento de beleza com lama! Não é preciso mergulhar no sal
para ir atrás dessa poção mágica de beleza. Perto dali, existem lojinhas que vendem sabonete feito
com a lama do fundo do lago. O Mar Morto é realmente um lugar diferente!
Só vendo para acreditar.
Disponível em: <[Link]> Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

No trecho “... que consiga viver ali dentro.”, a palavra destacada indica
A) tempo. B) modo. C) lugar. D) intensidade.
MAR MORTO

Para quem não sabe nadar, entrar na água do mar ou na piscina é sempre complicado. Precisa de
colo de alguém ou de boia de plástico.
Mas existe um mar em que nada afunda, de tanto sal que existe em sua água. Esse mar fica entre
dois países do Oriente, Israel e a Jordânia, e se chama Mar Morto. Na verdade, não é um mar: é um
grande lago, onde deságua o rio Jordão. Ele está 392 metros abaixo do nível do mar, e é o ponto mais
baixo de toda a superfície do planeta. De tão grande, parece mesmo um mar: tem 85 quilômetros de
comprimento e 17 quilômetros de largura. É tanto sal em suas águas que não tem peixe, alga ou
camarão que consiga viver ali dentro.
Por isso o nome de Mar Morto.
A lama que existe no fundo faz muito bem para a pele e tem propriedades medicinais. As pessoas
vão ao Mar Morto também para fazer tratamento de beleza com lama! Não é preciso mergulhar no sal
para ir atrás dessa poção mágica de beleza. Perto dali, existem lojinhas que vendem sabonete feito
com a lama do fundo do lago. O Mar Morto é realmente um lugar diferente!
Só vendo para acreditar.
Disponível em: <[Link]> Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.

No trecho “... que consiga viver ali dentro.”, a palavra destacada indica
A) tempo. B) modo. C) lugar. D) intensidade.
Leia o texto:
Maneira de amar

O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a
uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não
fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não
ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam.
Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros,
aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o
girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do
homem. "Você o tratava mal, agora está arrependido?" "Não, respondeu, estou triste porque agora não posso
tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava".
ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: Record, 1997.

No trecho “Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças” (2° parágrafo), o termo em
destaque refere-se ao seguinte termo do 1° parágrafo:
(A) cravina (linha 3).
(B) gerânio (linha 4).
(C) girassol (linha 4).
(D) homem bonito (linha 5)
Leia o texto:
Maneira de amar

O jardineiro conversava com as flores e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a
uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não
fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não
ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam.
Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros,
aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o
girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do
homem. "Você o tratava mal, agora está arrependido?" "Não, respondeu, estou triste porque agora não posso
tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava".
ANDRADE, Carlos Drummond de. Histórias para o Rei. Rio de Janeiro: Record, 1997.

No trecho “Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças” (2° parágrafo), o termo em
destaque refere-se ao seguinte termo do 1° parágrafo:
(A) cravina (linha 3).
(B) gerânio (linha 4).
(C) girassol (linha 4).
(D) homem bonito (linha 5)
Leia o texto:
Internetês: modismo ou real influência sobre a escrita?

[...] Nosso estudo investe neste último questionamento, por trabalharmos com a hipótese de que os
usuários do Orkut sabem adequar-se ao contexto e ao ambiente em que praticam o exercício da escrita de
forma que não prejudica nem a norma culta, nem o desempenho escolar.
Sobre isso, Caiado (2007) acredita que o internetês afeta os adolescentes que ainda não têm total
domínio sobre a língua padrão. Assim como Komesu (2005) que também acredita que em parte o internetês
impede o aluno do reconhecimento das normas aprendidas na escola. [...]
Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005) não apontam consequências negativas no que se refere à
aprendizagem da escrita ideal, pois consideram o internetês como uma modificação das ínguas naturais.
Acreditam que os alunos conseguem adequar-se à escrita dos gêneros sem prejudicar a aprendizagem das
normas gramaticais...
ALMEIDA, Anna Larissa et alii. Disponível em: <[Link] Acesso em: 16 mar. 2010.

No trecho “Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005)...” (ℓ. 8), o termo destacado estabelece, com o
parágrafo anterior, uma relação de
A) adição. B) conclusão. C) consequência. D) oposição.
Leia o texto:
Internetês: modismo ou real influência sobre a escrita?

[...] Nosso estudo investe neste último questionamento, por trabalharmos com a hipótese de que os
usuários do Orkut sabem adequar-se ao contexto e ao ambiente em que praticam o exercício da escrita de
forma que não prejudica nem a norma culta, nem o desempenho escolar.
Sobre isso, Caiado (2007) acredita que o internetês afeta os adolescentes que ainda não têm total
domínio sobre a língua padrão. Assim como Komesu (2005) que também acredita que em parte o internetês
impede o aluno do reconhecimento das normas aprendidas na escola. [...]
Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005) não apontam consequências negativas no que se refere à
aprendizagem da escrita ideal, pois consideram o internetês como uma modificação das ínguas naturais.
Acreditam que os alunos conseguem adequar-se à escrita dos gêneros sem prejudicar a aprendizagem das
normas gramaticais...
ALMEIDA, Anna Larissa et alii. Disponível em: <[Link] Acesso em: 16 mar. 2010.

No trecho “Contudo, Araújo (2007) e Xavier (2005)...” (ℓ. 8), o termo destacado estabelece, com o
parágrafo anterior, uma relação de
A) adição. B) conclusão. C) consequência. D) oposição.
Leia o texto:

AI SE EU TE PEGO PEGOU…

Há tempos uma canção popular não fazia tanto sucesso como o hit chiclete Ai Se eu te Pego, interpretada
pelo paranaense Michel Teló e de autoria de Sharon Acioly e Antonio Dyggs.
Não bastasse o sucesso nacional da música, cujo videoclipe já ultrapassou 100 milhões de visualizações
no YouTube, agora é a vez do refrão cair na na boca do público estrangeiro. Ai Se eu te Pego ganhou versao
em ingles (Of If I Catch You), em polonês (Slodka, que significa “doce”), em italiano, e desbancou artistas
como Adele, Rihana e o grupo Coldplay nas paradas de sucesso internacionais.
O hit ganhou até uma paródia em hebraico, além de ter embalado a coreografia de soldados israelenses.
De quebra, alunas brasileiras de um curso de fonoaudiologia resolveram verter a música para a lingual
brasileira de sinais.
(Revista Língua Portuguesa, ano 7, nº 76, fevereiro de 2012, p . 9)

Observe o trecho “O hit ganhou até uma paródia em hebraico, além de ter embalado a coreografia de
soldados israelenses.” O vocábulo em destaque no trecho transmite ideia de
(A) oposição.
(B) acréscimo.
(C) conclusão
(D) consequência.
Leia o texto:

AI SE EU TE PEGO PEGOU…

Há tempos uma canção popular não fazia tanto sucesso como o hit chiclete Ai Se eu te Pego, interpretada
pelo paranaense Michel Teló e de autoria de Sharon Acioly e Antonio Dyggs.
Não bastasse o sucesso nacional da música, cujo videoclipe já ultrapassou 100 milhões de visualizações
no YouTube, agora é a vez do refrão cair na na boca do público estrangeiro. Ai Se eu te Pego ganhou versao
em ingles (Of If I Catch You), em polonês (Slodka, que significa “doce”), em italiano, e desbancou artistas
como Adele, Rihana e o grupo Coldplay nas paradas de sucesso internacionais.
O hit ganhou até uma paródia em hebraico, além de ter embalado a coreografia de soldados israelenses.
De quebra, alunas brasileiras de um curso de fonoaudiologia resolveram verter a música para a lingual
brasileira de sinais.
(Revista Língua Portuguesa, ano 7, nº 76, fevereiro de 2012, p . 9)

Observe o trecho “O hit ganhou até uma paródia em hebraico, além de ter embalado a coreografia de
soldados israelenses.” O vocábulo em destaque no trecho transmite ideia de
(A) oposição.
(B) acréscimo.
(C) conclusão
(D) consequência.
Leia o texto:

CAMPANHA ESCLARECE A POPULAÇÃO SOBRE HANSENÍASE


No último domingo, dia 29 de janeiro, foi celebrado o Dia Internacional de Combate à Hanseníase,
doença que atinge grande parte da população brasileira. Com esta preocupação, a Secretaria
Municipal de Saúde de Duque de Caxias (SMS), através do Departamento de Vigilância em Saúde,
iniciou, nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, a Campanha Informativa sobre Hanseníase, que
aconteceu no Centro Municipal de Saúde (CMS), no Centro, e se estenderá pelos quatro distritos da
cidade.
Uma macha como esta, com perda de sensibilidade, é um sinal de alerta.
Fonte: [Link]

O trecho do texto que dá a ideia de lugar é


(A) “No último domingo...” (ℓ.1)
(B) “Dia Internacional de Combate à Hanseníase,...” (ℓ.1)
(C) “... grande parte da população brasileira.” (ℓ. 2)
(D) “... aconteceu no Centro Municipal de Saúde,...” (ℓ. 5)
Leia o texto:

CAMPANHA ESCLARECE A POPULAÇÃO SOBRE HANSENÍASE


No último domingo, dia 29 de janeiro, foi celebrado o Dia Internacional de Combate à Hanseníase,
doença que atinge grande parte da população brasileira. Com esta preocupação, a Secretaria
Municipal de Saúde de Duque de Caxias (SMS), através do Departamento de Vigilância em Saúde,
iniciou, nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, a Campanha Informativa sobre Hanseníase, que
aconteceu no Centro Municipal de Saúde (CMS), no Centro, e se estenderá pelos quatro distritos da
cidade.
Uma macha como esta, com perda de sensibilidade, é um sinal de alerta.
Fonte: [Link]

O trecho do texto que dá a ideia de lugar é


(A) “No último domingo...” (ℓ.1)
(B) “Dia Internacional de Combate à Hanseníase,...” (ℓ.1)
(C) “... grande parte da população brasileira.” (ℓ. 2)
(D) “... aconteceu no Centro Municipal de Saúde,...” (ℓ. 5)
Leia o texto:

MELHOR BRASILEIRO: Quinta

Um dos raros recantos bucólicos do Rio, Vargem Grande se notabiliza também pelos endereços
gastronômicos. Naquele bairro fica o melhor restaurante de cozinha brasileira da cidade. Tricampeão na
categoria, o estabelecimento comandado pelo casal Luiz Antônio e Fátima Correia oferece receitas de
primeira num lugar à parte da metrópole. Depois de atravessar uma trilha colorida por flores, o cliente
chega à bela casa colonial avarandada, de onde se avistam micos pulando nas árvores, enquanto
passarinhos se encarregam da trilha sonora. Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com reserva),
oferece pratos que valorizam combinações de ingredientes e influências regionais.
Fonte: [Link]

O trecho que contém uma ideia de lugar é


(A) “Naquele bairro fica o melhor restaurante de cozinha brasileira” (ℓ. 3-4)
(B) “o estabelecimento (...) oferece receitas de primeira...” (ℓ. 3-5)
(C) “... Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com reserva)...” (ℓ. 8-9)
(D) “ ...valorizam combinações de ingredientes e influências regionais.” (ℓ. 9-10)
Leia o texto:

MELHOR BRASILEIRO: Quinta

Um dos raros recantos bucólicos do Rio, Vargem Grande se notabiliza também pelos endereços
gastronômicos. Naquele bairro fica o melhor restaurante de cozinha brasileira da cidade. Tricampeão na
categoria, o estabelecimento comandado pelo casal Luiz Antônio e Fátima Correia oferece receitas de
primeira num lugar à parte da metrópole. Depois de atravessar uma trilha colorida por flores, o cliente
chega à bela casa colonial avarandada, de onde se avistam micos pulando nas árvores, enquanto
passarinhos se encarregam da trilha sonora. Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com reserva),
oferece pratos que valorizam combinações de ingredientes e influências regionais.
Fonte: [Link]

O trecho que contém uma ideia de lugar é


(A) “Naquele bairro fica o melhor restaurante de cozinha brasileira”
(B) “o estabelecimento (...) oferece receitas de primeira...”
(C) “... Aberta só nos fins de semana (e na sexta, com reserva)...”
(D) “ ...valorizam combinações de ingredientes e influências regionais.”
Leia o texto:
“Amizade dada é amor”

– “Riobaldo, pois tem um particular que eu careço de contar a você, e que esconder mais não posso... Escuta:
eu não me chamo Reinaldo de verdade. Este é nome apelativo, inventado por necessidade minha, carece de
você não me perguntar por quê. Tenho meus fados. A vida da gente faz sete voltas – se diz. A vida nem é da
gente...”
Ele falava aquilo sem rompante e sem entonos, mas antes com pressa, quem sabe se com tico de pesar e
vergonhosa suspensão.
– “Você era menino, eu era menino... Atravessamos o rio na canoa... nos topamos naquele porto. Desde aquele
dia é que somos amigos.”
Que era, eu confirmei. E ouvi:
– “Pois então: o meu nome, verdadeiro, é Diadorim... Guarda este meu segredo.
Sempre, quando sozinhos a gente estiver, é de Diadorim que você deve me chamar, digo e peço, Riobaldo...”
Assim eu ouvi, era tão singular. Muito fiquei repetindo em minha mente as palavras, modo de me acostumar
com aquilo. E ele me deu a mão. Daquela mão, eu recebia certezas. Dos olhos. Os olhos que ele punha em
mim, tão externos, quase tristes de grandeza. Deu alma em cara. Adivinhei o que nós dois queríamos – logo eu
disse:
– “Diadorim... Diadorim!” – com uma força de afeição. Ele sério sorriu.
ROSA, Guimarães. Grande Sertão Veredas. Apud Estudos de Língua e Literatura,. São Paulo: Moderna, 5 ed.
1998, p. 201.
O trecho que exprime uma circunstância de tempo é:
A) “‘Desde aquele dia é que somos amigos.’”. ( . 8) B) “Assim eu ouvi, era tão singular.”. ( . 13)
C) “Daquela mão, eu recebia certezas.”. ( . 14-15) D) “Adivinhei o que nós dois queríamos”. ( . 16)
Leia o texto:
“Amizade dada é amor”

– “Riobaldo, pois tem um particular que eu careço de contar a você, e que esconder mais não posso... Escuta:
eu não me chamo Reinaldo de verdade. Este é nome apelativo, inventado por necessidade minha, carece de
você não me perguntar por quê. Tenho meus fados. A vida da gente faz sete voltas – se diz. A vida nem é da
gente...”
Ele falava aquilo sem rompante e sem entonos, mas antes com pressa, quem sabe se com tico de pesar e
vergonhosa suspensão.
– “Você era menino, eu era menino... Atravessamos o rio na canoa... nos topamos naquele porto. Desde aquele
dia é que somos amigos.”
Que era, eu confirmei. E ouvi:
– “Pois então: o meu nome, verdadeiro, é Diadorim... Guarda este meu segredo.
Sempre, quando sozinhos a gente estiver, é de Diadorim que você deve me chamar, digo e peço, Riobaldo...”
Assim eu ouvi, era tão singular. Muito fiquei repetindo em minha mente as palavras, modo de me acostumar
com aquilo. E ele me deu a mão. Daquela mão, eu recebia certezas. Dos olhos. Os olhos que ele punha em
mim, tão externos, quase tristes de grandeza. Deu alma em cara. Adivinhei o que nós dois queríamos – logo eu
disse:
– “Diadorim... Diadorim!” – com uma força de afeição. Ele sério sorriu.
ROSA, Guimarães. Grande Sertão Veredas. Apud Estudos de Língua e Literatura,. São Paulo: Moderna, 5 ed.
1998, p. 201.
O trecho que exprime uma circunstância de tempo é:
A) “‘Desde aquele dia é que somos amigos.’”. ( . 8) B) “Assim eu ouvi, era tão singular.”. ( . 13)
C) “Daquela mão, eu recebia certezas.”. ( . 14-15) D) “Adivinhei o que nós dois queríamos”. ( . 16)
Leia o texto:
A guerra dos ratos
Os ratos estavam em guerra com as doninhas. Eles, coitados, eram mais fracos e perdiam todas
as batalhas.
Fizeram, então, uma reunião para descobrir se havia algum jeito de as coisas melhorarem.
Alguns dos ratos achavam que o que faltava era entusiasmo. Outros diziam que faltavam eram
armas (palitos e espinhos).
No final, ficou resolvido que o que faltava, mesmo, eram generais: grandes líderes, para serem os
chefes do exército dos ratos. Foram escolhidos, então, alguns ratos para serem os generais. Cada
um ganhou um capacete, com dois chifres do lado e uma linda plumagem no alto. Um general não é
um general de verdade se não tiver seu capacete. Pelo menos era o que diziam os ratos.
– Agora vamos ganhar! – exclamavam os generais desfilando seus capacetes.
No dia seguinte, os ratos foram, muito confiantes, enfrentar as doninhas. Mas as doninhas, claro,
continuavam maiores e mais fortes. Os ratos logo se deram conta e saíram todos correndo, de volta
para as tocas.
Mas aí é que se deu o que ninguém esperava. Com aqueles capacetes bem presos na cabeça, os
generais não conseguiam passar no buraco das tocas. Levaram a maior surra!
NETROUSKY, A. Bichos que falam e a gente entende o que dizem. Folha de S. Paulo, São Paulo, 14 maio 1995.
No trecho “... para descobrir se havia algum jeito de as coisas melhorarem.” ( . 3), a palavra
destacada estabelece, com a oração anterior, uma relação de
A) consequência.
B) finalidade.
C) lugar.
D) modo.
Leia o texto:
A guerra dos ratos
Os ratos estavam em guerra com as doninhas. Eles, coitados, eram mais fracos e perdiam todas
as batalhas.
Fizeram, então, uma reunião para descobrir se havia algum jeito de as coisas melhorarem.
Alguns dos ratos achavam que o que faltava era entusiasmo. Outros diziam que faltavam eram
armas (palitos e espinhos).
No final, ficou resolvido que o que faltava, mesmo, eram generais: grandes líderes, para serem os
chefes do exército dos ratos. Foram escolhidos, então, alguns ratos para serem os generais. Cada
um ganhou um capacete, com dois chifres do lado e uma linda plumagem no alto. Um general não é
um general de verdade se não tiver seu capacete. Pelo menos era o que diziam os ratos.
– Agora vamos ganhar! – exclamavam os generais desfilando seus capacetes.
No dia seguinte, os ratos foram, muito confiantes, enfrentar as doninhas. Mas as doninhas, claro,
continuavam maiores e mais fortes. Os ratos logo se deram conta e saíram todos correndo, de volta
para as tocas.
Mas aí é que se deu o que ninguém esperava. Com aqueles capacetes bem presos na cabeça, os
generais não conseguiam passar no buraco das tocas. Levaram a maior surra!
NETROUSKY, A. Bichos que falam e a gente entende o que dizem. Folha de S. Paulo, São Paulo, 14 maio 1995.
No trecho “... para descobrir se havia algum jeito de as coisas melhorarem.” ( . 3), a palavra
destacada estabelece, com a oração anterior, uma relação de
A) consequência.
B) finalidade.
C) lugar.
D) modo.
Leia o texto:
Antes do dia partir
Paulo Mendes Campos, em uma de suas crônicas reunidas no livro “O Amor Acaba”, diz que devemos nos
empenhar em não deixar o dia partir inutilmente. Eu tenho, há anos, isso como lema.
É pieguice, mas antes de dormir, quando o dia que passou está dando o prefixo e saindo do ar, eu penso: o
que valeu a pena hoje? Sempre tem alguma coisa. Uma proposta de trabalho. Um telefonema. Um filme. Um
corte de cabelo que deu certo. Até uma briga pode ter sido útil, caso tenha iluminado o que andava ermo dentro
da gente.
Já para algumas pessoas, ganhar o dia é ganhar mesmo: ganhar um aumento, ganhar na loteria, ganhar um
pedido de casamento, ganhar uma licitação, ganhar uma partida.
Mas para quem valoriza apenas as megavitórias, sobram centenas de outros dias em que, aparentemente,
nada acontece, e geralmente são essas pessoas que vivem dizendo que a vida não é boa, e seguem cultivando
sua angústia existencial com carinho [...], mesmo já tendo seu superapartamento, sua bela esposa, seu carro do
ano e um salário aditivado.
Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes. Uma segunda-feira valeu por um programa de
rádio que fez um tributo aos Beatles e que me arrepiou, me transportou para uma época legal da vida, me fez
querer dividir aquele momento com pessoas que são importantes pra mim. Na terça, meu dia não foi em vão
porque uma pessoa que amo muito recebeu um diagnóstico positivo de uma doença que poderia ser mais séria.
Na quarta, o dia foi ganho porque o aluno de uma escola me pediu para tirar uma foto com ele. Na quinta, uma
amiga que eu não via há meses ligou me convidando para almoçar. Na sexta, o dia não partiu inutilmente, só
por causa de um cachorro-quente.
E assim correm os dias, presenteando a gente com uma música, um crepúsculo, um instante especial que
acaba compensando 24 horas banais.
Leia o texto:

Claro que têm dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho
não rende e as horas arrastam-se melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado:
batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.
Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos
sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica. É
muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o
único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã...
MEDEIROS, Martha. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 70-71. Fragmento.

No trecho “Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.” (ℓ. 14), a forma verbal
destacada estabelece relação de concordância com a palavra
A) últimas.
B) semanas.
C) dias.
D) detalhes
Leia o texto:

Claro que têm dias que não servem pra nada, dias em que ninguém nos surpreende, o trabalho
não rende e as horas arrastam-se melancólicas, sem falar naqueles dias em que tudo dá errado:
batemos o carro, perdemos um cliente e o encontro da noite é desmarcado.
Pois estou pra dizer que até a tristeza pode tornar um dia especial, só que não ficaremos
sabendo disso na hora, e sim lá adiante, naquele lugar chamado futuro, onde tudo se justifica. É
muita condescendência com o cotidiano, eu sei, mas não deixar o dia de hoje partir inutilmente é o
único meio de a gente aguardar com entusiasmo o dia de amanhã...
MEDEIROS, Martha. Non-stop. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 70-71. Fragmento.

No trecho “Nas últimas semanas, meus dias foram salvos por detalhes.” (ℓ. 14), a forma verbal
destacada estabelece relação de concordância com a palavra
A) últimas.
B) semanas.
C) dias.
D) detalhes
Leia o texto:

Menino brinca de boneca?

Senta direito!! Fecha as pernas, menina! Você já está ficando uma mocinha!!!
Desde cedo, as meninas vão aprendendo que têm que ser quietinhas
e boazinhas. A se comportar como mocinhas.
“Ah! Não fica bem menina ficar correndo e pulando. Isso é coisa de menino.”
Ou então, qualquer coisa, chame o seu irmão!”
– Por que tem sempre que chamar o seu irmão, um menino, para tomar conta das meninas?
[...]
Muita gente fica falando: ”menino não brinca de boneca!”
Mas de boneco tipo He-man, Rambo, Thundercats, pode. Já notaram?
RIBEIRO, Marcos. Menino brinca de boneca? Rio de Janeiro: Salamandra, 1990.

No trecho “A se comportar como mocinhas.” a palavra destacada exprime a ideia de


A) adição. B) comparação. C) conclusão. D) tempo.
Leia o texto:

Menino brinca de boneca?

Senta direito!! Fecha as pernas, menina! Você já está ficando uma mocinha!!!
Desde cedo, as meninas vão aprendendo que têm que ser quietinhas
e boazinhas. A se comportar como mocinhas.
“Ah! Não fica bem menina ficar correndo e pulando. Isso é coisa de menino.”
Ou então, qualquer coisa, chame o seu irmão!”
– Por que tem sempre que chamar o seu irmão, um menino, para tomar conta das meninas?
[...]
Muita gente fica falando: ”menino não brinca de boneca!”
Mas de boneco tipo He-man, Rambo, Thundercats, pode. Já notaram?
RIBEIRO, Marcos. Menino brinca de boneca? Rio de Janeiro: Salamandra, 1990.

No trecho “A se comportar como mocinhas.” a palavra destacada exprime a ideia de


A) adição. B) comparação. C) conclusão. D) tempo.
Leia o texto: Datas

Calendário é um pouco como sinal de trânsito, que também nos manda parar, andar e fazer como os outros. E
que obedecemos, nem sempre de boa vontade, para que a vida continue. O calendário também serve para organizar
os sentimentos. O que faríamos com o nosso espírito natalino se não houvesse o Natal?
Não teríamos como exercê-lo ou o esbanjaríamos em qualquer data, sem qualquer sistema.
Há os que se rebelam contra o calendário e vivem pelas suas datas particulares. Fazem Carnaval o ano inteiro,
réveillons todo fim de semana – ou Quaresmas permanentes. Mas estou falando de gente razoavelmente normal,
como você e eu. Aceitamos as convenções do calendário como aceitamos as outras regras do convívio humano –
inclusive as de trânsito – para não atrapalhar o fluxo social. E mesmo sozinhos precisaríamos delas. O primeiro ato
racional de Robinson Crusoé na sua ilha deserta foi estabelecer um calendário.
Só então, situado nas suas datas, partiu para por ordem na sua solidão. Podemos saber que o Natal é a data
máxima do comércio sem que isso diminua sua importância no nosso fluxograma afetivo. Robinson determinou que
um dia seria o de Natal, mesmo que não fosse o certo. Ele não precisava da data exata. Precisava do sentimento.
Pelo menos uma vez por ano.
Na nossa casa, que não é uma casa religiosa, certas datas são observadas
religiosamente. No Natal, nos reunimos com amigos para trocar presentes, comer peru e comemorar, não os
remotos mistérios da Natividade ou do preço à vista ou em três vezes, mas o milagre de estarmos juntos. Também
temos nossos rituais particulares. Toda véspera de Natal escolhemos uma música a ser tocada, em alto volume, para
saudar a meia-noite.
A música deste ano repetiu a do ano passado, Saudade da Guanabara, do Aldir Blanc e do Moacyr Luz, talvez
numa homenagem inconsciente ao Vasco. (Na nossa casa, sabemos que estamos ficando velhos quando passamos
do grupo que diz “Bota mais alto” para o grupo que diz “Não dá para abaixar um pouquinho?”.)
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias brasileiras de verão. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p. 163-164. * Adaptado: Reforma Ortográfica
Leia o texto: FAMÍLIA BRASILEIRA NÃO É MAIS A MESMA

O crescimento da proporção de solitários é um aspecto das mudanças na estrutura familiar brasileira, reveladas
pelos dados do IBGE. Uma tendência confirmada pela amostra é o avanço da mulher como chefe de domicílio. No
último censo, 26,7% das famílias tinham a mulher como cabeça, contra 20,5% em 1991. Para a socióloga Lilibeth
Cardoso Roballo Ferreira, esse dado tem relação com o número de pessoas que vivem sós. Para efeito da Amostra
do Censo, em uma casa habitada por apenas uma mulher, ela é a chefe, o que ocorreu em 17,9% dos casos.
Enquanto isso, apenas 6,2% dos domicílios chefi ados pelo homem tinham apenas um morador.
Outra mudança importante na estrutura familiar é o crescimento das uniões consensuais, acompanhado pela
queda no número de casamentos legais. Entre 1991 e 2000, subiu de 18,3% para 28,3% a porcentagem de brasileiros
que preferem a união consensual. Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado em cartório
caiu, no mesmo período, de 57,8% para 50,1%.
A queda da taxa de fecundidade, por sua vez, provocou também a diminuição do número médio de pessoas por
família, de 3,9 em 1991 para 3,5 em 2000. As famílias com até quatro componentes representam 60% do total. Por
causa disso, o Brasil, aproxima-se de um padrão observado em países desenvolvidos, onde o crescimento
populacional é substituído pela reposição da população, ou seja, o número de nascimento está perto do número de
óbitos. Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte, 19 maio 2002.

O uso de “Em contrapartida”, no trecho “Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado
caiu”, estabelece a relação de oposição com a ideia de
A) acréscimo espantoso da população brasileira.
B) aumento do percentual da preferência pela união consensual.
C) aumento no número de nascimento em relação ao óbito.
D) crescimento do número de famílias que tem a mulher na liderança.
Leia o texto: FAMÍLIA BRASILEIRA NÃO É MAIS A MESMA

O crescimento da proporção de solitários é um aspecto das mudanças na estrutura familiar brasileira, reveladas
pelos dados do IBGE. Uma tendência confirmada pela amostra é o avanço da mulher como chefe de domicílio. No
último censo, 26,7% das famílias tinham a mulher como cabeça, contra 20,5% em 1991. Para a socióloga Lilibeth
Cardoso Roballo Ferreira, esse dado tem relação com o número de pessoas que vivem sós. Para efeito da Amostra
do Censo, em uma casa habitada por apenas uma mulher, ela é a chefe, o que ocorreu em 17,9% dos casos.
Enquanto isso, apenas 6,2% dos domicílios chefi ados pelo homem tinham apenas um morador.
Outra mudança importante na estrutura familiar é o crescimento das uniões consensuais, acompanhado pela
queda no número de casamentos legais. Entre 1991 e 2000, subiu de 18,3% para 28,3% a porcentagem de brasileiros
que preferem a união consensual. Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado em cartório
caiu, no mesmo período, de 57,8% para 50,1%.
A queda da taxa de fecundidade, por sua vez, provocou também a diminuição do número médio de pessoas por
família, de 3,9 em 1991 para 3,5 em 2000. As famílias com até quatro componentes representam 60% do total. Por
causa disso, o Brasil, aproxima-se de um padrão observado em países desenvolvidos, onde o crescimento
populacional é substituído pela reposição da população, ou seja, o número de nascimento está perto do número de
óbitos. Jornal Estado de Minas, Belo Horizonte, 19 maio 2002.

O uso de “Em contrapartida”, no trecho “Em contrapartida, a proporção de pessoas com casamento registrado
caiu”, estabelece a relação de oposição com a ideia de
A) acréscimo espantoso da população brasileira.
B) aumento do percentual da preferência pela união consensual.
C) aumento no número de nascimento em relação ao óbito.
D) crescimento do número de famílias que tem a mulher na liderança.
Leia o texto:

Disponível em: <http:// [Link]>. Acesso em 03/06/09.

No trecho “Tchau, mãe! Vou brincar lá fora.”, a expressão lá fora dá uma ideia de

A) causa.
B) lugar.
C) modo.
D) tempo.
Leia o texto:

Disponível em: <http:// [Link]>. Acesso em 03/06/09.

No trecho “Tchau, mãe! Vou brincar lá fora.”, a expressão lá fora dá uma ideia de

A) causa.
B) lugar.
C) modo.
D) tempo.
Leia o texto:

A letra e a música

Quando nos encontramos


Dizemo-nos sempre as mesmas palavras que todos os amantes dizem...
Mas que nos importa que as nossas palavras sejam as mesmas de sempre?
A música é outra!
QUINTANA, Mário. A cor do invisível. 2ª ed.
São Paulo: lobo, 1994. p. 96.

No primeiro verso “Quando nos encontramos”, a expressão destacada estabelece


uma relação de
A) causalidade.
B) finalidade.
C) proporcionalidade.
D) temporalidade
Leia o texto:

A letra e a música

Quando nos encontramos


Dizemo-nos sempre as mesmas palavras que todos os amantes dizem...
Mas que nos importa que as nossas palavras sejam as mesmas de sempre?
A música é outra!
QUINTANA, Mário. A cor do invisível. 2ª ed.
São Paulo: lobo, 1994. p. 96.

No primeiro verso “Quando nos encontramos”, a expressão destacada estabelece


uma relação de
A) causalidade.
B) finalidade.
C) proporcionalidade.
D) temporalidade
Leia o texto:
Cajuína

Existirmos, a que será que se destina?


Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina. www.caetano_veloso.[Link]

No verso “Pois quando tu me deste a rosa pequenina”, o termo destacado expressa a idéia de
A) causa. B) lugar. C) modo. D) tempo.
Leia o texto:
Cajuína

Existirmos, a que será que se destina?


Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina. www.caetano_veloso.[Link]

No verso “Pois quando tu me deste a rosa pequenina”, o termo destacado expressa a idéia de
A) causa. B) lugar. C) modo. D) tempo.
Leia o texto:
Ar puro para a vida
Leonardo Boff

No início do ano, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – um organismo da ONU que
congrega cerca de 2.500 cientistas de 130 países – informou que já vivemos os efeitos do aquecimento global do
planeta.
Nossa casa comum poderá, desde já, ficar muito mais quente, oscilando entre 1,4 e 6 graus Celsius. Esses
números, apesar de aparentemente inofensivos, são capazes de desencadear grandes transtornos climáticos e
uma devastação inimaginável de seres vivos. Muitos lugares ficarão inabitáveis. Haverá grande emigração para
regiões de temperaturas mais amenas.
Anualmente, são lançados 27 bilhões de toneladas de dióxido de carbono no ar. Isso equivale, se condensado,
a uma montanha de 1,5 quilômetro de altura com uma circunferência de base de 19 quilômetros. Como a Terra
pode assimilar esses resíduos invisíveis e mortais?
O receio, o medo, até o pavor que está tomando conta de muitos cientistas, economistas e políticos
ecologicamente despertos como Gorbachev e Al Gore, entre outros, é que estamos nos aproximando de um
momento crítico. Se as coisas seguirem como estão, fatalmente iremos ao encontro do pior.
No entanto, podemos minorar os efeitos maléficos e mudar a situação se os Estados, as grandes empresas, as
instituições e cada pessoa deixarem de queimar lixo, de contaminar o ar e controlarem a emissão de gases dos
carros mediante energias alternativas e menos poluentes. Só assim, a Terra, que tem força de regeneração,
conseguirá garantir ar puro para a vida.
Revista Brasil Almanaque de Cultura Popular, Ano 9,
agosto 2007, no 100. Pág. 8
Segundo esse texto, o que causará a emigração para
regiões de temperaturas mais amenas?

A) A elevação da temperatura em vários lugares.


B) A identificação dos efeitos do aquecimento global.
C) A inevitável aproximação de um momento crítico.
D) A preocupação com o dióxido de carbono no ar.
Segundo esse texto, o que causará a emigração para
regiões de temperaturas mais amenas?

A) A elevação da temperatura em vários lugares.


B) A identificação dos efeitos do aquecimento global.
C) A inevitável aproximação de um momento crítico.
D) A preocupação com o dióxido de carbono no ar.
Leia o texto:
É preciso se levantar cedo?

A partir do momento em que a lógica popular desenrola diante de nós sua sequência de surpresas, é
inevitável que vejamos surgir a figura do grande contador de histórias turco, Nasreddin Hodja. Ele é o mestre
nessa matéria. Aos seus olhos a vida é um despropósito coerente, ao qual é fundamental que nós nos
acomodemos.
Deste modo, quando era jovem ainda, seu pai um dia lhe disse:
– Você devia se levantar cedo, meu filho.
– E por quê, pai?
– Porque é um hábito muito bom. Um dia eu me levantei ao amanhecer e encontrei um saco de ouro no meu
caminho.
– Alguém o tinha perdido na véspera, à noite?
– Não, não – disse o pai. – Ele não estava lá na noite anterior. Senão eu teria percebido ao voltar para casa.
– Então – disse Nasreddin –, o homem que perdeu o ouro tinha se levantando ainda mais cedo. Você está
vendo que esse negócio de levantar cedo não é bom para todo mundo.

(CARRIÈRE, Jean-Claude. O círculo dos mentirosos: contos filosóficos do mundo inteiro. São Paulo: Códex, 2004.)

O uso do vocábulo “então”, que abre a fala final de Nasreddin, serve para que apresente ao seu pai
(A) a conclusão que tirou da resposta.
(B) a hora de encerrarem aquela conversa.
(C) a justificativa para acordar mais tarde.
(D) a hipótese de que estava com a razão
Leia o texto:
É preciso se levantar cedo?

A partir do momento em que a lógica popular desenrola diante de nós sua sequência de surpresas, é
inevitável que vejamos surgir a figura do grande contador de histórias turco, Nasreddin Hodja. Ele é o mestre
nessa matéria. Aos seus olhos a vida é um despropósito coerente, ao qual é fundamental que nós nos
acomodemos.
Deste modo, quando era jovem ainda, seu pai um dia lhe disse:
– Você devia se levantar cedo, meu filho.
– E por quê, pai?
– Porque é um hábito muito bom. Um dia eu me levantei ao amanhecer e encontrei um saco de ouro no meu
caminho.
– Alguém o tinha perdido na véspera, à noite?
– Não, não – disse o pai. – Ele não estava lá na noite anterior. Senão eu teria percebido ao voltar para casa.
– Então – disse Nasreddin –, o homem que perdeu o ouro tinha se levantando ainda mais cedo. Você está
vendo que esse negócio de levantar cedo não é bom para todo mundo.

(CARRIÈRE, Jean-Claude. O círculo dos mentirosos: contos filosóficos do mundo inteiro. São Paulo: Códex, 2004.)

O uso do vocábulo “então”, que abre a fala final de Nasreddin, serve para que apresente ao seu pai
(A) a conclusão que tirou da resposta.
(B) a hora de encerrarem aquela conversa.
(C) a justificativa para acordar mais tarde.
(D) a hipótese de que estava com a razão
Leia o texto:

Todo acontecimento da cidade, da casa do vizinho, meu avô escrevia nas paredes. Quem casou, morreu,
fugiu, caiu, matou, traiu, comprou, juntou, chegou, partiu. Coisas simples como a agulha perdida no buraco do
assoalho, ele escrevia. A história do açúcar sumido durante a guerra estava anotada. Eu não sabia por que os
soldados tinham tanta coisa a adoçar.[...]. E a casa de corredor comprido, ia ficando bordada, estampada de
cima a baixo. As paredes eram o caderno do meu avô.
Cada quarto, cada sala, cada cômodo, uma página (...). Conversa mais indecente ele escrevia bem no alto.
Era preciso ser grande para ler, ou aproveitar quando não tinha ninguém em casa.(...).
Enquanto ele escrevia, eu inventava histórias sobre cada pedaço da parede. A casa do meu avô foi o meu
primeiro livro. (...) Apreciava meu avô e sua maneira de não deixar as palavras se perderem.

Trecho extraído de Bartolomeu Campos Queirós. Por parte de pai. Belo Horizonte: RHJ, 1995.

O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, estabelece a seguinte relação com o 1°


parágrafo:

(A) Simultaneidade entre as ações do avô e os pensamentos do menino.


(B) Comparação entre os pensamentos do avô e os do menino.
(C) Atemporalidade nas ações e pensamentos dos personagens.
(D) Contradição nos aspectos específicos entre avô e neto.
Leia o texto:

Todo acontecimento da cidade, da casa do vizinho, meu avô escrevia nas paredes. Quem casou, morreu,
fugiu, caiu, matou, traiu, comprou, juntou, chegou, partiu. Coisas simples como a agulha perdida no buraco do
assoalho, ele escrevia. A história do açúcar sumido durante a guerra estava anotada. Eu não sabia por que os
soldados tinham tanta coisa a adoçar.[...]. E a casa de corredor comprido, ia ficando bordada, estampada de
cima a baixo. As paredes eram o caderno do meu avô.
Cada quarto, cada sala, cada cômodo, uma página (...). Conversa mais indecente ele escrevia bem no alto.
Era preciso ser grande para ler, ou aproveitar quando não tinha ninguém em casa.(...).
Enquanto ele escrevia, eu inventava histórias sobre cada pedaço da parede. A casa do meu avô foi o meu
primeiro livro. (...) Apreciava meu avô e sua maneira de não deixar as palavras se perderem.

Trecho extraído de Bartolomeu Campos Queirós. Por parte de pai. Belo Horizonte: RHJ, 1995.

O uso da palavra “Enquanto”, no 2° parágrafo, estabelece a seguinte relação com o 1°


parágrafo:

(A) Simultaneidade entre as ações do avô e os pensamentos do menino.


(B) Comparação entre os pensamentos do avô e os do menino.
(C) Atemporalidade nas ações e pensamentos dos personagens.
(D) Contradição nos aspectos específicos entre avô e neto.
Leia o texto:
Você é o que você come

Está provado em pesquisas que crianças que mantêm um bom hábito alimentar e que controlam seu peso
têm maior probabilidade de se tornarem adultos saudáveis e sempre de bem com a balança. A lógica inversa,
infelizmente também se confirma: crianças que passam a infância acima de seu peso normal tendem a se
transformar em adultos obesos e em constante “briga” com a balança.
Hoje, o Brasil ostenta um título nada agradável: campeão mundial de crianças de até cinco anos com
sobrepeso (entre 10% e 15% do ideal). Por isso mesmo, pais e responsáveis por elas têm a missão de
orientar e reeducar seus pequenos para evitar uma grande epidemia de obesidade, doença tratada com muita
preocupação em todo o mundo.
Alimentações regradas, moderadas, cinco vezes ao dia e sempre com hora marcada são uma boa fórmula
para começar a botar a casa em ordem e melhorar a saúde da criançada.
O Globo Esportes, 17 de julho de 2010

O segundo período do segundo parágrafo inicia-se com “Por isso mesmo”,


em que o vocábulo ISSO se refere ao fato de
(A) o Brasil ostentar o título de campeão mundial de crianças com sobrepeso.
(B) os pais e responsáveis terem a missão de orientar e reeducar seus pequenos.
(C) as crianças com bons hábitos alimentares serem adultos saudáveis.
(D) a alimentação regrada e moderada melhorar a saúde da criançada.
Leia o texto:
Você é o que você come

Está provado em pesquisas que crianças que mantêm um bom hábito alimentar e que controlam seu peso
têm maior probabilidade de se tornarem adultos saudáveis e sempre de bem com a balança. A lógica inversa,
infelizmente também se confirma: crianças que passam a infância acima de seu peso normal tendem a se
transformar em adultos obesos e em constante “briga” com a balança.
Hoje, o Brasil ostenta um título nada agradável: campeão mundial de crianças de até cinco anos com
sobrepeso (entre 10% e 15% do ideal). Por isso mesmo, pais e responsáveis por elas têm a missão de
orientar e reeducar seus pequenos para evitar uma grande epidemia de obesidade, doença tratada com muita
preocupação em todo o mundo.
Alimentações regradas, moderadas, cinco vezes ao dia e sempre com hora marcada são uma boa fórmula
para começar a botar a casa em ordem e melhorar a saúde da criançada.
O Globo Esportes, 17 de julho de 2010

O segundo período do segundo parágrafo inicia-se com “Por isso mesmo”,


em que o vocábulo ISSO se refere ao fato de
(A) o Brasil ostentar o título de campeão mundial de crianças com sobrepeso.
(B) os pais e responsáveis terem a missão de orientar e reeducar seus pequenos.
(C) as crianças com bons hábitos alimentares serem adultos saudáveis.
(D) a alimentação regrada e moderada melhorar a saúde da criançada.
Leia o texto:

Os pancararés

Conhecedores de cada canto da região em que viveram os cangaceiros, os pancararés, quando a


volante passava, ajudavam a esconder Lampião e seu bando. Hoje, uma comunidade remanescente
dos pancararés vive na Baixa do Chico, um pequeno povoado situado no interior do Raso da Catarina.
Embora as condições de vida sejam bastante simples, os moradores parecem saudáveis. Vivem em
casas rústicas de pau-a-pique e recebem água de um poço artesiano porque a região é árida e agreste.
Dedicam-se a pequenas lavouras de milho e feijão e à criação de gado.
[Link]/revistalegis/saofrancisco/população.

No trecho “...quando a volante passava, ajudavam a esconder Lampião e seu bando.”, a expressão
destacada demonstra uma circunstância de
(A) dúvida.
(B) condição.
(C) tempo.
(D) comparação
Leia o texto:

Os pancararés

Conhecedores de cada canto da região em que viveram os cangaceiros, os pancararés, quando a


volante passava, ajudavam a esconder Lampião e seu bando. Hoje, uma comunidade remanescente
dos pancararés vive na Baixa do Chico, um pequeno povoado situado no interior do Raso da Catarina.
Embora as condições de vida sejam bastante simples, os moradores parecem saudáveis. Vivem em
casas rústicas de pau-a-pique e recebem água de um poço artesiano porque a região é árida e agreste.
Dedicam-se a pequenas lavouras de milho e feijão e à criação de gado.
[Link]/revistalegis/saofrancisco/população.

No trecho “...quando a volante passava, ajudavam a esconder Lampião e seu bando.”, a expressão
destacada demonstra uma circunstância de
(A) dúvida.
(B) condição.
(C) tempo.
(D) comparação
Leia o texto:

Caminhos da realeza

A Estrada Real ligava, inicialmente, a antiga Villa Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty, no Rio
de Janeiro. Com o tempo, mais dois caminhos foram abertos. O primeiro passou a ligar Ouro Preto à
cidade do Rio de Janeiro.
Depois a estrada se estendeu até a atual Diamantina.
Além de percorrer diversos ecossistemas, como Mata Atlântica e Cerrado, a estrada passa por
várias unidades de conservação estaduais e federais.
CHAVES, Lucas; SOARES, Jéssica. Caminhos da Realeza. Revista Manuelzão, Belo Horizonte, n. 46, ano 11, julho de 2008.

Na frase “Depois a estrada se estendeu até a atual Diamantina.”, o termo destacado indica
A) dúvida.
B) lugar.
C) modo.
D) tempo.
Leia o texto:

Caminhos da realeza

A Estrada Real ligava, inicialmente, a antiga Villa Rica, hoje Ouro Preto, ao porto de Paraty, no Rio
de Janeiro. Com o tempo, mais dois caminhos foram abertos. O primeiro passou a ligar Ouro Preto à
cidade do Rio de Janeiro.
Depois a estrada se estendeu até a atual Diamantina.
Além de percorrer diversos ecossistemas, como Mata Atlântica e Cerrado, a estrada passa por
várias unidades de conservação estaduais e federais.
CHAVES, Lucas; SOARES, Jéssica. Caminhos da Realeza. Revista Manuelzão, Belo Horizonte, n. 46, ano 11, julho de 2008.

Na frase “Depois a estrada se estendeu até a atual Diamantina.”, o termo destacado indica
A) dúvida.
B) lugar.
C) modo.
D) tempo.
No trecho “Aceitamos as convenções do calendário
como aceitamos as outras regras do convívio humano...”
(l.. 8-9), a palavra destacada expressa

A) causa.
B) comparação.
C) conformidade.
D) explicação.
No trecho “Aceitamos as convenções do calendário
como aceitamos as outras regras do convívio humano...”
(l.. 8-9), a palavra destacada expressa

A) causa.
B) comparação.
C) conformidade.
D) explicação.
Leia o texto:

A ideia surgiu quando um amigo, Ken Marshall, dono de


uma importadora de vinhos, disse que, se o câmbio
continuasse disparando, voltaria para o antigo negócio de
exportação de móveis artesanais brasileiros...
Época, 17/02/03. p. 451.

Na frase “... disse que se o câmbio continuasse ...”, a


palavra em destaque estabelece uma relação de
A) tempo.
B) consequência.
C) causa.
D) condição.
Leia o texto:

A ideia surgiu quando um amigo, Ken Marshall, dono de


uma importadora de vinhos, disse que, se o câmbio
continuasse disparando, voltaria para o antigo negócio de
exportação de móveis artesanais brasileiros...
Época, 17/02/03. p. 451.

Na frase “... disse que se o câmbio continuasse ...”, a


palavra em destaque estabelece uma relação de
A) tempo.
B) consequência.
C) causa.
D) condição.
Leia o texto: Texto 1
Dito Popular:
“O tempo é o melhor remédio.”
Disponível em: <[Link]/.../O_tempo_é_o_melhor_remédio> Acesso em: 22 fev. 2010.

Texto 2
COMO UMA ONDA
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas, como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir,
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
E aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
SANTOS, Lulu; MOTA, Nelson. Como uma onda. In: SANTOS, Lulu. CD O último romântico. BMG Ariola 255157-2, 1987.

No Texto 2, a palavra destacada em “A vida vem em ondas, como um mar” (v. 4) exprime uma ideia de
A) alternância. B) comparação. C) finalidade. D) oposição.
Leia o texto: Texto 1
Dito Popular:
“O tempo é o melhor remédio.”
Disponível em: <[Link]/.../O_tempo_é_o_melhor_remédio> Acesso em: 22 fev. 2010.

Texto 2
COMO UMA ONDA
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa, tudo sempre passará
A vida vem em ondas, como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo no mundo
Não adianta fugir,
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
E aqui dentro sempre
Como uma onda no mar
SANTOS, Lulu; MOTA, Nelson. Como uma onda. In: SANTOS, Lulu. CD O último romântico. BMG Ariola 255157-2, 1987.

No Texto 2, a palavra destacada em “A vida vem em ondas, como um mar” (v. 4) exprime uma ideia de
A) alternância. B) comparação. C) finalidade. D) oposição.
Leia o texto:

O LEÃO, O URSO E A RAPOSA

Um Leão e um Urso capturam um cervo, e em feroz luta, disputavam pelo direito de posse da presa. Após
terem lutado bastante, cansados e feridos eles caíram no chão completamente exaustos. Uma raposa, que
estava nas redondezas, a uma distância segura e quieta observando a tudo, vendo ambos caídos no chão e o
cervo abandonado ali perto, passou correndo entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e desapareceu
no meio do mato.
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
ESOPO. Fábulas Ilustradas: o Leão, o Urso e a Raposa - © Copyright 2000-2009.

Nesse texto, qual é o trecho que apresenta uma ideia de lugar?


A) “Após terem lutado bastante, cansados...”.
B) “... e o cervo abandonado ali perto,...”.
C) “... incapazes de impedir, disseram:...”.
D) “Ai de nós, que nos ferimos...”.
Leia o texto:

O LEÃO, O URSO E A RAPOSA

Um Leão e um Urso capturam um cervo, e em feroz luta, disputavam pelo direito de posse da presa. Após
terem lutado bastante, cansados e feridos eles caíram no chão completamente exaustos. Uma raposa, que
estava nas redondezas, a uma distância segura e quieta observando a tudo, vendo ambos caídos no chão e o
cervo abandonado ali perto, passou correndo entre os dois, e de um bote agarrou-o com a boca e desapareceu
no meio do mato.
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
ESOPO. Fábulas Ilustradas: o Leão, o Urso e a Raposa - © Copyright 2000-2009.

Nesse texto, qual é o trecho que apresenta uma ideia de lugar?


A) “Após terem lutado bastante, cansados...”.
B) “... e o cervo abandonado ali perto,...”.
C) “... incapazes de impedir, disseram:...”.
D) “Ai de nós, que nos ferimos...”.
Leia o texto:
O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café Em lugares distantes, onde não há
nesta manhã de Ipanema hospital
não foi produzido por mim nem escola,
nem surgiu dentro do açucareiro por homens que não sabem ler e morrem de
milagre. fome
Vejo-o puro aos 27 anos
e afável ao paladar plantaram e colheram a cana
como beijo de moça, água que viraria açúcar.
na pele, flor Em usinas escuras,
que se dissolve na boca. Mas este açúcar homens de vida amarga
não foi feito por mim. e dura
Este açúcar veio produziram este açúcar
da mercearia da esquina e tampouco o branco e puro
fez o Oliveira com que adoço meu café esta manhã em
dono da mercearia. Ipanema.
Este açúcar veio Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz.

de uma usina de açúcar em Pernambuco


ou no Estado do Rio No texto, o açúcar é comparado a
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana A) uma manhã em Ipanema.
e veio dos canaviais extensos B) um milagre em Ipanema.
que não nascem por acaso C) um jardim cheio de flores.
no regaço do vale. D) um beijo de moça.
Leia o texto:
O açúcar
O branco açúcar que adoçará meu café Em lugares distantes, onde não há
nesta manhã de Ipanema hospital
não foi produzido por mim nem escola,
nem surgiu dentro do açucareiro por homens que não sabem ler e morrem de
milagre. fome
Vejo-o puro aos 27 anos
e afável ao paladar plantaram e colheram a cana
como beijo de moça, água que viraria açúcar.
na pele, flor Em usinas escuras,
que se dissolve na boca. Mas este açúcar homens de vida amarga
não foi feito por mim. e dura
Este açúcar veio produziram este açúcar
da mercearia da esquina e tampouco o branco e puro
fez o Oliveira com que adoço meu café esta manhã em
dono da mercearia. Ipanema.
Este açúcar veio Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz.

de uma usina de açúcar em Pernambuco


ou no Estado do Rio No texto, o açúcar é comparado a
e tampouco o fez o dono da usina.
Este açúcar era cana A) uma manhã em Ipanema.
e veio dos canaviais extensos B) um milagre em Ipanema.
que não nascem por acaso C) um jardim cheio de flores.
no regaço do vale. D) um beijo de moça.
Leia o texto:

Curiosidades: Nariz e orelhas nunca param de


crescer

O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as


orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o
indivíduo torna-se adulto. Daí por que o nariz e as
orelhas de um idoso são maiores do que quando era
jovem. A face também encolhe porque os músculos da
mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 26 mar.
10.

Na frase “ ...Daí por que o nariz e as orelhas de um


idoso são maiores do que quando era jovem”, o termo
destacado indica
A) causa.
B) condição.
C) finalidade.
D) oposição.
Leia o texto:

Curiosidades: Nariz e orelhas nunca param de


crescer

O tecido cartilaginoso, que forma o nariz e as


orelhas, não deixa de crescer nem mesmo quando o
indivíduo torna-se adulto. Daí por que o nariz e as
orelhas de um idoso são maiores do que quando era
jovem. A face também encolhe porque os músculos da
mastigação se atrofiam com a perda dos dentes.
Disponível em: <[Link] Acesso em: 26 mar.
10.

Na frase “ ...Daí por que o nariz e as orelhas de um


idoso são maiores do que quando era jovem”, o termo
destacado indica
A) causa.
B) condição.
C) finalidade.
D) oposição.
Leia o texto:

Passeio pelo campo

Começaram as férias. Valentina se prepara para passar uns dias na casa de seus avós. Por isso, está um
pouco inquieta, afinal, viajará sozinha, experiência que realiza pela primeira vez.
Os pais a acompanham até a rodoviária, de onde se despedem com beijos, abraços e muitas
recomendações:
– Comporte-se bem! Avise assim que chegar... Ajude seus avós nas tarefas de casa!
O ônibus parte rapidamente. Valentina, emocionada, olha pela janela e acena para seus pais, que
respondem da plataforma da estação.
Fica olhando... cada vez os vê menores, como pontinhos agitando as mãos, em alegre despedida.
À medida que se distancia, ficam para trás a cidade, seus altos edifícios e grandes casas, as enormes
chaminés das fábricas, suas amplas avenidas e uma multidão de pessoas, que se dirigem a todas as partes.
REPETTO, Juan Carlos Porta. Passeio pelo campo. Curitiba: Módulo. p. 2, 3 e 4. Fragmento.

Leia novamente o trecho abaixo.


“Avise assim que chegar...”
Nesse trecho, a expressão destacada indica
A) causa.
B) finalidade.
C) lugar.
D) tempo.
Leia o texto:

Passeio pelo campo

Começaram as férias. Valentina se prepara para passar uns dias na casa de seus avós. Por isso, está um
pouco inquieta, afinal, viajará sozinha, experiência que realiza pela primeira vez.
Os pais a acompanham até a rodoviária, de onde se despedem com beijos, abraços e muitas
recomendações:
– Comporte-se bem! Avise assim que chegar... Ajude seus avós nas tarefas de casa!
O ônibus parte rapidamente. Valentina, emocionada, olha pela janela e acena para seus pais, que
respondem da plataforma da estação.
Fica olhando... cada vez os vê menores, como pontinhos agitando as mãos, em alegre despedida.
À medida que se distancia, ficam para trás a cidade, seus altos edifícios e grandes casas, as enormes
chaminés das fábricas, suas amplas avenidas e uma multidão de pessoas, que se dirigem a todas as partes.
REPETTO, Juan Carlos Porta. Passeio pelo campo. Curitiba: Módulo. p. 2, 3 e 4. Fragmento.

Leia novamente o trecho abaixo.


“Avise assim que chegar...”
Nesse trecho, a expressão destacada indica
A) causa.
B) finalidade.
C) lugar.
D) tempo.

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