Manual de Voo Cessna 172 R: Sistemas e Procedimentos
Manual de Voo Cessna 172 R: Sistemas e Procedimentos
19-05-2025
SUMÁRIO:
• 15 TEMPOS
• MANUAL DE VOO ( T.O.)
• CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
• SISTEMAS
• PROCEDIMENTOS NORMAIS
• PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
• CHECK-LIST
• MANUAL DE TÉCNICAS DE PILOTAGEM
• MANUAL DE PROCEDIMENTOS LOCAIS
• 1 TESTE ESCRITO
• TESTE DE OLHOS VENDADOS
• PÔR EM MARCHA E ROLAGEM
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CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Dimensões
Envergadura 11,15m
Comprimento 8,28m
Altura 2,68m
Asas
Tipo NACA 2412
Superfície alar 16,30m²
Diedro raiz da asa +1º37'
Ailerons
Área 1,70m²
Movimento cima 20º±1º
Baixo 15º±1º
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CARACTERÍSTICAS (CONT)
Motor
CENTURION 2.0
Potência 135 Hp (99 Kw)
Combustível JTA1, JTA, JP5, DIESEL
Óleo Aeroshell oil diesel ultra 10w40
Aeroshell oil diesel 10w40
Shell Helix Ultra 5w30
Shell Helix Ultra 5w40
Hélice
Modelo MTV-6-A/187-129
Tipo Três pás e Velocidade constante
Diâmetro 1.87m
Cabine
Lugares 4(+ 2 crianças opcional)
Portas 2
Bagageira 1 19-05-2025
MOTOR
Generalidades
O motor CENTURION 2.0 compreende um sistema de arrefecimento por líquido
(H2O), turbo, 4 cilindros em linha, com 4 válvulas por cada cilindro e o FADEC
(Sistema Digital Autónomo de Controlo do Motor).
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SISTEMAS
Sistema de combustível
O sistema de combustível é formado por dois depósitos, um
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ESQUEMA DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
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SISTEMA ELÉCTRICO
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SISTEMA ELÉCTRICO
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FADEC
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FADEC
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perigo
Para o seu funcionamento, o motor precisa de uma fonte
de energia. Se houver uma falha simultânea da bateria
principal e do alternador o motor funcionará por
aproximadamente 30 minutos alimentado pela bateria do
FADEC, pelo que se deve prestar atenção a qualquer
indicação de falha do alternador.
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perigo
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Em caso de falha eléctrica total e do FADEC A em
simultâneo o motor irá se apagar pois a bateria do
FADEC apenas alimenta o FADEC A
ATENÇÃO
Não arrancar o motor com fonte externa. Se a
bateria não estiver em condições, deve ser
substituída por uma outra ou abortar a missão .
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INTERRUPTORES
Master Switch
Engine master
Stand By Battery
Interruptor e luz Gerador
Avionic
Disjuntores e Fusíveis
Luzes exteriores
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ESQUEMA DO SISTEMA ELÉCTRICO
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SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
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LIMITAÇÕES
Limitação da velocidade do ar indicada
VNE (velocidade e não exceder) ….…...163 Kts
VNO (velocidade estrutural máxima) …129 Kts
VA (velocidade de manobra) ………….105 Kts
VFE (velocidade máxima com flaps)
10º flaps……………….. 110 Kts
20º – 30º flaps……………85 Kts
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LIMITAÇÕES
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LIMITAÇÕES
Indicador da pressão do óleo
Pressão de óleo mínima: 1.2 bar
Pressão mínima com Potência de descolagem: 2.3 bar
Pressão mínima em voo: 2.3 bar
Máximo permitido: 6.0 bar
Pressão do óleo: (bar)
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LIMITAÇÕES
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PROCEDIMENTOS NORMAIS
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
Estes procedimentos, se forem seguidos, asseguram a
segurança dos pilotos e aeronaves até que uma aterragem
possa ser efectuada ou outras acções apropriadas sejam
tomadas.
NOTA
Várias emergências em simultâneo, mau tempo e outras
condições particulares podem exigir a modificação destes
procedimentos.
É essencial que os pilotos decidam qual a melhor acção a
tomar usando bom senso e julgamento.
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PROCEDIMENTOS DE ACÇÃO
IMEDIATA (BOLDFACE)
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
MATA
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
A-Analisar a situação;
O que está a acontecer?
Tentar compreender a essência da emergência
Procurar encontrar possíveis causas
Analisar se naquela situação é possível chegar ao
aeródromo mais próximo etc
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
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PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA
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FIM DO MANUAL DO AVIÃO
VAMOS APRENDER A
VOAR?
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FIM DO MANUAL DO AVIÃO
ENTÃOVAMOS
ABRIR O MANUAL
DE TÉCNICAS DE
PILOTAGEM
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TÉCNICAS DE PILOTAGEM
INTRODUÇÃO
Este manual contém os procedimentos, manobras e técnicas que um
aluno do curso de pilotagem deve conhecer de forma a dominar os
fundamentos teóricos do voo de contacto. Embora se dirija
principalmente aos alunos, todas as tripulações devem voar de
acordo com o especificado neste Manual.
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TÉCNICAS DE PILOTAGEM
INTRODUÇÃO
Voos de cadeira
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TÉCNICAS DE PILOTAGEM
INTRODUÇÃO
O tempo de voo é limitado, pelo que para obter o máximo
O aluno deve ser curioso. Deve questionar sobre tudo aquilo que
não lhe pareça suficientemente claro.
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TÉCNICAS DE PILOTAGEM
INTRODUÇÃO
CONCENTRAÇÃO
A concentração é uma das chaves para o sucesso de uma missão
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RESPONSABILIDADES
Todas ordens que instrutor der devem ser executadas sem demora
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SEGURANÇA
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SEGURANÇA EM TERRA
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SEGURANÇA EM VOO
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SEGURANÇA EM VOO
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VIGILÂNCIA DO ESPAÇO AÉREO
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VIGILÂNCIA DO ESPAÇO AÉREO
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TRANSFERÊNCIA DO CONTROLO DA
AERONAVE
Para transferir o controlo o instrutor dirá “ O avião é
LIVRO DO AVIÃO
INSPECÇÃO EXTERIOR
Antes de iniciar a inspecção exterior deve verificar que todas
as fontes de energia da aeronave se encontram desligadas. A
inspecção exterior deve efectuar-se de acordo com o
checklist. O Instrutor dirigirá as primeiras inspecções e
supervisionará as seguintes.
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PÔR EM MARCHA
Confirmar mais uma vez que a área está desobstruída, que se
encontra um mecânico com extintor e que não existe nenhuma
aeronave a ser reabastecida, ou carro de combustíveis num raio de
15 metros
ROLAGEM
A separação mínima de segurança entre aeronaves em rolagem é
de quatro fuselagens (apróx. 30 metros).
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COMUNICAÇÃO
Antes de qualquer comunicação rádio assegurar-se que o
volume está regulado e que a frequência desejada está
seleccionada. O formato de qualquer comunicação a
emitir deverá ser o seguinte: “Com quem falo (torre ou
outra aeronave), quem sou (nº de cauda), onde estou e o
que pretendo fazer
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PRINCÍPIOS BÁSICOS DE VOO
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EIXOS DO AVIÃO
Lateral
Vertical
Longitudinal
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PROFUNDIDADE
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DIRECÇÃO
A actuação dos pedais faz mover o leme de direcção e este
provocará a rotação do avião sobre o eixo vertical. Quando tal
acontece, a bola do indicador pau-e-bola irá mover-se. Esta
rotação faz com que o corpo do tripulante seja projectado para
um dos lados tal como se estivéssemos a conduzir um carro
numa curva. O voo coordenado é obtido eliminando esta
rotação. O efeito de torque nos aviões a hélice provoca uma
rotação em torno do eixo vertical, pelo que é necessário
utilizar o leme de direcção para o eliminar (“pisar a bola”).
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PRANCHAMENTO
A rotação em relação ao eixo longitudinal é obtida pela
diferença de sustentação entre as asas, criada pelo movimento
oposto dos ailerons. A asa com o aileron em baixo sobe devido
ao aumento de sustentação provocado pelo aumento da
curvatura da asa. A asa com o aileron em cima irá descer
devido à diminuição da curvatura da asa.
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GUINADA ADVERSA
O movimento dos ailerons para fora da sua posição neutral
cria arrasto. O aileron que desce (asa que sobe) aumenta a
curvatura da asa o que provoca um aumento da sustentação e
consequentemente um aumento do arrasto induzido.
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GUINADA INDUZIDA
Quando o avião está estabilizado em volta, a asa exterior tem
uma velocidade superior à da asa interior. Esta diferença de
velocidades implica maior arrasto na asa exterior do que na
asa interior. A diferença de arrastos faz com que o nariz do
avião guine para fora da volta. Esta guinada é mais notória
com grandes pranchamentos ou em aviões de grande
envergadura
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USO DOS COMANDOS
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USO DOS PEDAIS
A posição das pernas e pés deve ser cómoda, com todo o
peso apoiado nos calcanhares.
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USO DO MANCHE
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USO DA MANETE
Como referência, a manete deve ser movida a uma velocidade tal, que
se o movimento fosse interrompido cessaria também o movimento no
indicador respectivo.
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ATENÇÃO
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INTERVERIFICAÇÃO
A interverificação em condições visuais requer o uso de
referências exteriores (primariamente) suportadas pelos
instrumentos para estabelecer e manter as atitudes de voo
desejadas.
COMPENSAÇÃO
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TORQUE
Existem dois factores de Torque que afectam o avião em voo:
Carga Assimétrica do Hélice e Efeito de Torque. Embora no
sentido restrito da palavra, Torque signifique apenas efeito de
Torque, tornou-se comum associar-se estas duas forças e
chamar-se-lhe Torque. Embora não esteja directamente
relacionado com o Torque, outro factor induzido pela rotação
do hélice é o Efeito Helicoidal.
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Carga Assimétrica do Hélice.
Em LV, o vento é aproximadamente paralelo ao eixo
longitudinal do avião e ao eixo de rotação do hélice. Assim,
cada uma das pás do hélice tem o mesmo ângulo de ataque
relativo e consequentemente produzem a mesma sustentação ou
tracção. Com o aumento do ângulo de ataque do avião, o
ângulo do vento relativo com o eixo de rotação do hélice faz
com que a pá que desce tenha um AOA superior à pá que sobe.
Esta diferença de AOA faz com que a pá que desce tenha maior
tracção que a pá que sobe, provocando uma guinada para a
esquerda. Este efeito torna-se mais pronunciado com o aumento
do AOA do avião e/ou a velocidades baixas.
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EFEITO DE TORQUE.
Para cada acção, existe uma igual e oposta reacção. O efeito
de Torque é a resistência aerodinâmica à rotação do hélice.
Esta resistência tende a rodar o avião no sentido oposto à
rotação do hélice. Do interior do cockpit a rotação do hélice é
no sentido dos ponteiros do relógio, logo o avião tende a rodar
no sentido oposto, ou seja para a esquerda. Esta tendência é
mais notória com o aumento da potência.
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EFEITO HELICOIDAL.
A rotação do hélice cria um fluxo de ar com um movimento de
rotação (fluxo helicoidal). Este fluxo atinge o estabilizador
horizontal pelo lado esquerdo, fazendo com que o nariz do
avião guine para a esquerda.
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DESCOLAGEM
INTRODUÇÃO
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Quando ocorrem emergências nesta fase é necessária uma
rápida capacidade de análise e uma aplicação expedita de
acções correctivas. Uma boa preparação é essencial para o
sucesso nesta fase do voo.
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OPÇÕES DE DESCOLAGEM
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. DESCOLAGEM NORMAL
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DESCOLAGEM CORRIDA
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Deixe o avião rolar de forma a interceptar o centro da pista
enquanto faz os procedimentos de acordo com o “checklist”.
Quando alinhado com a pista e os procedimentos efectuados,
introduzir potência a fundo, confirme 100% e 2300 RPM.
Com a potência estabilizada verificar os instrumentos do
motor e a coincidência de rumos.
È apenas efectuada durante o dia, aeronave isolada e com um
piloto instrutor a bordo.
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EXECUÇÃO
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EXECUÇÃO
A mão esquerda deve manter-se nos comandos do avião, na
posição neutral, evitando que a roda de nariz possa levantar-se
prematuramente, ou oscilar, podendo danificar o amortecedor.
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APÓS A DESCOLAGEM
Depois de o avião deixar o chão devem-se verificar três indicações
de subida (indicação visual, altímetro e variómetro) e travar para
parar a rotação das rodas.
Aos 300’ AGL e com 69 Kts mínimo recolher os flaps, desligar o
farol de aterragem e ajustar a atitude para compensar a perda de
sustentação. O aluno deve chamar “flaps livres”, sendo uma
resposta verbal requerida, até à missão de voo de solo. Neste caso
o instrutor dirá “flaps livres” autorizando o aluno a recolhe-los.
Nos outros casos esta chamada é apenas de alerta, com a intenção
de fazer da recolha dos flaps uma atitude consciente e alertar o
outro tripulante da acção que vai ser executada.
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Após a descolagem, manter o alinhamento da
pista até atingir a altitude de segurança, 500´
AGL, e a velocidade de subida 70 Kts. Só após
atingir a velocidade pretendida é que pode ser
efectuada qualquer volta, desde que o avião
esteja a uma altitude de segurança. O avião deve
ser compensado de forma a eliminar as pressões
nos comandos e a manter o voo coordenado.
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PROBLEMAS À DESCOLAGEM
ABORTO À DESCOLAGEM
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TURBULÊNCIA DE ARRASTO
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MANOBRAS BÁSICAS DE VOO
SUBIDAS
Existem três tipos distintos de subida :
- a subida no melhor ângulo de subida, Vx = 65 Kts (até
aos 10 000’);
- a subida na melhor razão de subida, Vy = 70 Kts (até aos
10 000’);
- a subida normal, Vos = 80 Kts
A maioria das subidas é efectuada usando a velocidade de
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NIVELAR
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VISUALIZAÇÃO DO PONTO “R”
O ponto “R” é um ponto imaginário que indica a direcção em
que o avião vai prosseguir (muito importante para a
manutenção do voo de nível).
O instrutor põe o avião em linha de voo e faz o aluno
descobrir a posição da linha do horizonte em referência ao
avião (materialização no pára-brisas, se necessário), e a
posição do ponto “R” (cerca de dois dedos travessos sobre o
painel de instrumentos).
Efectuar mudanças na atitude longitudinal e fazer notar as
variações da posição do ponto “R” em relação ao horizonte e
as variações dos parâmetros (altitude, velocidade,
variómetro).
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LINHA DE VOO
A linha de voo consiste em manter o avião numa trajectória
rectilínea horizontal. A sua execução implica a coordenação
entre os comandos de voo e a combinação de referências
exteriores e instrumentais. A interverificação entre referências
é fundamental e a concentração numa só é de evitar.
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É importante que se compreendam os efeitos da utilização
dos comandos de voo, por forma que quando se torne
necessário fazer correcções em altitude ou direcção se
saiba que comando usar e qual a pressão a aplicar.
Para estabelecer linha de voo a partir de uma condição de
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Nota: As velocidades que se seguem, obtêm-se com,
aproximadamente, as Potências que se indicam:
70 Kts 45%;
90 Kts 63%;
100 Kts 75%.
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Nota: As velocidades que se seguem, obtêm-se com,
aproximadamente, as Potências que se indicam:
70 Kts 45%;
90 Kts 63%;
100 Kts 75%.
Inicialmente o instrutor estabelecerá linha de voo a
diversas velocidades para que o aluno memorize as
referências visuais em redor do avião. É importante que a
regulação da cadeira seja sempre a mesma para que as
referências sejam sempre válidas.
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VOLTAS
As voltas são utilizadas para alterar o rumo do avião e
implicam uma estreita coordenação entre os três comandos,
pranchamento, profundidade e direcção. Como as voltas
fazem parte de quase todas as manobras, é importante que a
sua execução seja fluida e precisa.
Basicamente existem três tipos de voltas:
Suaves……………….. até 20º de pranchamento
Médias………………. entre os 20º e os 30º de
pranchamento
Apertadas……………. com mais de 30º de
pranchamento
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VOLTAS A SUBIR
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COORDENAÇÃO EM VOLTA
Deverá manter a coordenação durante toda a volta,
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DESCIDAS
De seguida iremos descrever os três tipos de descida mais
frequentemente utilizados.
A escolha do tipo de descida depende da altitude a perder
e da distância que se queira percorrer.
Antes de iniciar qualquer tipo de descida é necessário
efectuar-se o check antes de descida.
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Descida planada
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Descida normal
É uma descida efectuada a uma velocidade entre 90 e os
115 Kts.
Esta descida é utilizada quando não exista qualquer
restrição específica em termos de altitude a ser respeitada.
É efectuada com:
potência como necessária para manter a velocidade
escolhida;
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Descida a razão constante
É uma descida mantendo a velocidade e razão constantes, que
corresponde a uma perda de altitude por unidade de tempo. É
utilizada para desenvolver a técnica de pilotagem.
Mantendo a velocidade e a razão de descida constante, deve-se
encontrar a potência que mantém esses parâmetros constantes.
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ENTRADA EM DESCIDA
A entrada em descida é efectuada introduzindo/verificando o
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VOO DE CONTACTO
INTRODUÇÃO
O voo de contacto desenvolve capacidades que, através da
aprendizagem de técnicas, vão permitir efectuar com sucesso
as restantes modalidades de voo. A utilização de referências
exteriores conjugadas com a informação dentro do cockpit
cria e desenvolve competências de interverificação.
Procedimentos básicos como o uso de check-list,
conhecimentos dos sistemas, gestão de tarefas e organização
do cockpit, são apreendidos e potenciados nesta fase como
preparação para missões mais complexas
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MANOBRAS DE CONTACTO
PERDAS
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A perda é definida como uma condição que acontece quando a
camada de ar sobre o extradorso da asa se separa da mesma.
Quando isto acontece, desenvolve-se atrás da asa uma zona de
turbulência e o avião sofre uma drástica redução da
sustentação.
O interesse da prática de perdas deve-se à necessidade de
mostrar ao tripulante a sensação de voo e o comportamento do
avião quando este já não está a voar normalmente.
Se a condição de perda for severa, os comandos perdem a sua
efectividade e uma rápida alteração em atitude e
pranchamento acontecem.
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CAUSAS DA PERDA
Existe apenas uma condição para que a perda ocorra - exceder
o ângulo de ataque crítico (AOA).
O AOA é o ângulo formado pela corda da asa e o vento
relativo.
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COMO DETECTAR UMA PERDA
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Quando se observam atitudes elevadas de nariz em cima e a
velocidade a decrescer rapidamente, quando o nariz se move
rapidamente no horizonte durante as voltas, quando as forças
nos comandos se tornam fracas e pouco efectivas a baixas
velocidades, ou quando se sentem forças excessivas contra a
cadeira do avião, são situações que indicam que uma situação
de perda se está a aproximar.
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AVISOS DE PERDA
O Cessna FR-172/R tem um sistema que indica a aproximação
da perda. É constituido por uma entrada de ar no bordo de
ataque da asa esquerda, que a ângulos de ataque elevados
provoca um sinal sonoro na interfonia.
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Perdas em Frente.
Estabelecer uma atitude (entre 0º e 30º) de nariz em cima e
depois reduzir a potência totalmente. Compensar em
profundidade até aos 70 Kts. À medida que a velocidade
diminui, é necessário aumentar suave e continuamente a
pressão no manche para que se mantenha a atitude definida
inicialmente até que a perda ocorra. Manter as asas direitas
usando os ailerons, e recuperar quando se perder a
efectividade nos comandos.
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Para atitudes baixas (entre 0º a 15º) o avião
entra em perda a velocidades relativamente
altas, pelo que logo após baixar o nariz o avião
rapidamente ganhará velocidade para voar. Em
atitudes altas (15º a 30º) a velocidade de perda é
baixa, e é necessário uma grande alteração de
atitude para o avião atingir velocidade de voo.
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PERDAS EM VOLTA.
As perdas em volta são executadas praticamente da mesma
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RECUPERAÇÃO DA PERDA
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Comando de profundidade à frente de modo a ficar com
uma atitude de nariz em baixo não superior à que se tinha de
nariz em cima (RELAX);
Pé (direcção) do lado contrário da asa que cai para ajudar a
parar o rolamento (ROLL);
Potência máxima (MÁX.);
Quando as asas estiverem de nível:
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Assim que atingir uma VAI de 60 Kts, deve iniciar a
recuperação da picada para uma atitude superior à de LV, na
máxima performance do avião podendo a buzina de perda
tocar.
Se as asas estiverem em perda severa o uso dos ailerons é
inefectivo e irá agravar ainda mais a condição de perda pelo
que apenas devem ser usados após o avião atingir os 60 Kts.
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É importante referir que o reconhecimento e a recuperação da
perda é mais importante que a precisão da entrada e deve
ocorrer perdendo o mínimo de altitude e sem entrar em perda
secundária.
Após o nariz estar acima do horizonte a manobra termina
anunciando em voz alta:
nariz no horizonte
altímetro parado
variómetro a inverter
perda recuperada
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PERDAS SEM MOTOR EM ATITUDE DE
ATERRAGEM
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Configure com 30º de flaps (por incrementos) e simule uma
final a 65 Kts (70 Kts sem flaps). Como técnica verbalizar a
que altitude vai estar a “pista simulada”. No ponto de
arredondar (100’ antes da altitude da “pista”), reduzir o motor
totalmente e transitar suavemente para a atitude de aterragem
(10º de nariz em cima máximo) Manter esta atitude constante
(monitorizar VVI, ailerons e referências visuais).
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A recuperação deve ser iniciada quando a buzina tocar ou
quando o variómetro ficar nulo (facto que ocorre devido à
grande estabilidade do avião). Deve colocar gás a fundo e
simultaneamente aliviar a pressão no manche (até calar a
buzina de perda), sem no entanto permitir que o avião desça e
manter as asas direitas..
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Trazer o nariz do avião para acima do horizonte, na máxima
performance, mas evitando que a buzina toque novamente. A
recuperação está terminada quando o avião estiver de asas
direitas e a subir. Verbalizar “nariz acima do horizonte,
altímetro a aumentar, variómetro a inverter, perda
recuperada”, e prosseguir com a desconfiguração como se de
um borrego se tratasse. Manter um VVI positivo desde o
início da recuperação, até ao nivelar que coincidirá com o
final da perda sem motor em atitude de aterragem.
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VOO LENTO
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RECUPERAÇÃO DE ATITUDES ANORMAIS
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As recuperações devem ser efectuadas acima de 3000’ AGL,
fora de nuvens (só em VMC) e com a verificação antes de
manobra efectuada.
O objectivo é, a partir de qualquer situação, repor o avião em
linha de voo com a mínima perda de altitude. No final de cada
manobra deve ser verbalizado, “nariz no horizonte, altímetro
parado, variómetro a inverter, atitude recuperada”.
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RECUPERAÇÃO DA ATITUDE ANORMAL DE
NARIZ EM CIMA
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RECUPERAÇÃO DA ATITUDE ANORMAL DE
NARIZ EM BAIXO
Tal como referido anteriormente existem situações de voo que
podem conduzir a atitudes de nariz em baixo com a velocidade
a aumentar rapidamente.
Se não forem aplicados imediatamente os procedimentos de
recuperação o avião pode entrar em picada, exceder a VNE e
até embater com o solo. O objectivo da recuperação de nariz
em baixo é trazer expeditamente o avião para a LV, na máxima
performance, com o mínimo de perda de altitude e sem
exceder os limites do avião.
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OITO LENTO
A manobra pode ser definida como um voo coordenado ao
longo de duas voltas sucessivas, opostas e simétricas. É
caracterizado por uma variação lenta e simultânea da atitude
longitudinal, da velocidade e do pranchamento, em que o
avião descreve um oito em relação ao horizonte. A manobra
termina depois de concluídas duas voltas de 180º para lados
opostos e com um avião em linha de voo.
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CHANDELLE
A chandelle é uma volta de 180º a subir, com pranchamento e
potência constantes, permitindo o máximo ganho de altitude.
Iniciar a manobra a partir de linha de voo com procedimentos
antes de manobra efectuados.
Os parâmetros de entrada são 105 Kts, 100% de potência e
2300 RPM.
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CIRCUITO DE ATERRAGEM
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ENTRADA NO CIRCUITO
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Manobrar o avião (traçado terreno, altitude e velocidade) para
a perna de entrada de acordo com os procedimentos locais e
efectuar o check de aproximação ao campo.
O avião deverá fazer a aproximação ao vento de cauda
fazendo um ângulo de 90º.
Na ausência de procedimentos específicos planear estar na
perna de vento de cauda a 100 Kts e a 1000’AGL.
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SAÍDA DO CIRCUITO
Após a descolagem se pretender abandonar o circuito e
prosseguir para as zonas de trabalho, suba para 500´ MSL e ao
atingir essa altitude, com 70 Kts mínimo, voltam após o final
da pista para a perna de vento cruzado e depois para o vento
de cauda (mantendo o traçado do circuito rectangular).
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Ao alcançarem os 1500 pés AMSL prosseguem directo para a
zona de trabalho e quando por baixo dos limites laterais da
zona atribuída sobem para o bloco de altitudes atribuído.
Os Cessnas a sair evitarão sempre a área de protecção ao
segmento final de aproximação (idas para as zonas OH, 1 e 4
segmento final da pista 34).
19-05-2025
CIRCUITO RECTANGULAR
19-05-2025
A rapidez com que tudo se desenrola, a carga de
trabalho que o circuito envolve, associado à
indiscutível necessidade da desmarcação do
espaço exterior, exige um conhecimento
profundo sobre todos os aspectos relacionados
com o Circuito Rectangular (o que fazer, quando
fazer, onde fazer e como fazer).
19-05-2025
CIRCUITO DE ATERRAGEM
P. de de volta p base leg:
Potência- 15% Base Leg: Final
Veloc- abaixo de 85 Kts Veloc- 70 Kts Veloc- 70 Kts
Flaps- 20º Flaps- 20º Flaps- 30º
Bomba e Farol- ligar Bomba e Farol -ligados Velocidade- 65 Kts
Alt- 700´-voltar para a Reportar
Final
34
Abeam do p. de tocar:
Veloc- abaixo de 110
Kts
Flaps- 10º
Down wind:
Alt-1000´
Reportar Aos 100´ velocidade-65 Kts
Check de Aprox. ao Travões-travar
campo 16
Velocidade-100 Kts
Aos 300´
Potência- 75% Flaps-recolher
Bomba e Farol- desligar
Velocidade- 70 Kts
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