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Suporte Básico de Vida: BLS e Emergências

O documento aborda o Suporte Básico de Vida (BLS), destacando a importância da avaliação primária e das manobras de ressuscitação em casos de parada cardíaca. Apresenta a anatomia do coração e as etapas do atendimento inicial, incluindo a utilização de desfibriladores e medicamentos durante a reanimação. O texto também menciona as diferenças no atendimento a recém-nascidos e crianças, enfatizando a necessidade de compressões torácicas adequadas.

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ivancaatingafe39
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Suporte Básico de Vida: BLS e Emergências

O documento aborda o Suporte Básico de Vida (BLS), destacando a importância da avaliação primária e das manobras de ressuscitação em casos de parada cardíaca. Apresenta a anatomia do coração e as etapas do atendimento inicial, incluindo a utilização de desfibriladores e medicamentos durante a reanimação. O texto também menciona as diferenças no atendimento a recém-nascidos e crianças, enfatizando a necessidade de compressões torácicas adequadas.

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SUPORTE BÁSICO DE VIDA - BLS

COACH
• FERREIRA :
• Serviu o Exército como cabo 8 anos,
participando de missões de grande
intensidade como:
• HAITI onde passou 7 meses ,mais 6 meses de
treinamento.
• Complexo da maré onde passou 4 meses, mais
2 meses de treinamento .
Prof : Ivanildo Barbosa Ferreira de Araújo
CURSOS:
Resgate em ambiente em zona de conflito- exército
APHTM- Atendimento pré-Hospitalar tático militar
Instrutor de Resgate Áquatico - Bombeiro civil
Emergêncista- Instituto politécnico de saúde –SP
APH Básico e Avançado – CEPEM
Urgência e Emergência – CT Cárdio
Bls American Heart Associetion
Desastres Naturais- Exército
Instrutor de APH – CEPEM
Bombeiro Civil- GBC –PE
Socorrista – CEPEM
Tec. Enfermagem
O que é primeiros socorros ?
R:Tratam-se de procedimentos de
emergência, os quais devem ser aplicados a
vítimas de acidentes, mal súbito ou em perigo
de vida, com o intuito de manter sinais vitais,
procurando evitar o agravamento do quadro no
qual a pessoa se encontra.
INTRODUÇÃO
[Link]ÇÃO PRIMARIA
[Link]( SUPORTE BÁSICO DE VIDA )
[Link] CLÍNICAS
FRATURA
HEMORRAGIA E CHOQUE
OBSTRUÇÃO DE VIAS ÁEREAS
DESMAIO
EPILEPSIA
[Link]ÃO/RETIRADA DE DÚVIDAS E
PRÁTICA
AVALIAÇÃO PRIMARIA
 Avaliacão da cena / local seguro

 A - Via Aérea com controle cervical


 B - Respiração
 C - Circulação e controle de grandes
hemorragias
 D - Estado Neurológico
 E - Exposição e Aquecimento da vitima
A- B- C-

D- E-
ANATOMIA DO CORAÇÃO
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
Pericárdio: a membrana que reveste e protege o coração.
Epicárdio: a camada externa do coração é uma delgada lâmina
de tecido seroso.
Miocárdio: é a camada média e a mais espessa do coração. É
composto de músculo estriado cardíaco.
Endocárdio: é a camada mais interna do coração. A superfície
lisa e brilhante permite que o sangue corra facilmente sobre
ela. O endocárdio também reveste as valvas e é contínuo com
o revestimento dos vasos sangüíneos que entram e saem do
coração.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃOR

• Átrio direito

O átrio direito forma a borda direita do coração e recebe


sangue rico em dióxido de carbono (venoso) de duas
veias: veia cava superior, veia cava inferior.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• A veia cava superior, recolhe sangue da cabeça e
parte superior do corpo, já a inferior recebe sangue
das partes mais inferiores do corpo (abdômen e
membros inferiores) e o seio coronário recebe o
sangue que nutriu o miocárdio e leva o sangue ao
átrio direito.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• O sangue passa do átrio direito para ventrículo
direito através de uma válvula chamada
tricúspide (formada por três folhetos - válvulas
ou cúspides).

• Na parede medial do átrio direito, que é


constituída pelo septo interatrial, encontramos
uma depressão que é a fossa oval.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• Átrios esquerdo

• O átrio esquerdo é uma cavidade que recebe o


sangue já oxigenado; por meio de quatro veias
pulmonares. O sangue passa do átrio esquerdo
para o ventrículo esquerdo, através da valva
bicúspide (mitral), que tem apenas duas cúspides.
SISTEMA CARDIOVASCULAR
• Ventrículo direito

• O ventrículo direito forma a maior parte da superfície


anterior do coração.
• No óstio atrioventricular direito existe um aparelho
denominado valva tricúspide que serve para impedir
que o sangue retorne do ventrículo para o átrio direito.
Essa valva é constituída por três lâminas membranáceas.
• Cada lâmina é denominada cúspide. Temos uma cúspide
anterior, outra posterior e outra septal.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• Ventrículo esquerdo

• O ventrículo esquerdo forma o ápice do


coração. No óstio atrioventricular esquerdo,
encontramos a valva atrioventricular
esquerda, constituída apenas por duas
laminas denominadas cúspides (anterior e
posterior). Essas valvas são denominadas
bicúspides.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• O ventrículo esquerdo recebe sangue
oxigenado do átrio esquerdo. A principal
função do ventrículo esquerdo é bombear
sangue para a circulação sistêmica (corpo). A
parede ventricular esquerda é mais espessa
que a do ventrículo direito. Essa diferença se
deve à maior força necessária para bombear
sangue para a circulação sistêmica.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
SISTEMA CARDIOVASCULAR
• SISTOLE E DIASTOLE

• Sístole é a contração do músculo cardíaco,


temos a sístole atrial que impulsiona sangue
para os ventrículos. Na sístole ventricular as
valvas atrioventriculares estão fechadas e as
semilunares abertas a passagem de sangue.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• Diástole

• Diástole é o relaxamento do músculo cardíaco,


é quando os ventrículos se enchem de
sangue..
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
CIRCULAÇÃO PULMONAR

• Também chamada circulação pulmonar,


compreende o trajeto do sangue desde o
ventrículo direito até o átrio esquerdo. Nessa
circulação, o sangue passa pelos pulmões,
onde é oxigenado.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• CIRCULAÇÃO SISTÊMICA

• Também chamada de circulação sistêmica,


compreende o trajeto do sangue desde o
ventrículo esquerdo até o átrio direito; nessa
circulação, o sangue oxigenado fornece gás
oxigênio os diversos tecidos do corpo, além de
trazer ao coração o sangue não oxigenado dos
tecidos.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
• CIRCULAÇÃO CORONÁRIA

• O sistema circulatório coronário fornece uma


fonte de sangue para o coração. Como ela
fornece o sangue oxigenado para o coração, é,
por definição, uma parte do sistema
circulatório sistêmico.
BLS – ANATOMIA DO CORAÇÃO
TEMPO É CEREBRO !!!

Na PCR a cada 1 minuto caem 10% de chance de sobrevivência.

Após 10 minutos sem nenhuma manobra, o socorro é


improvável

Com manobras eficientes, prolonga-se esse tempo.


CONDUTA!!
2 ou + socorristas 1 chama ajuda,
1 inicia RCP

1 socorrista e Chama Inicia


provável causa ajuda RCP
cardíaca

1 socorrista e
provável RCP por 2 Chama
hipóxia como minutos ajuda
causa
OBJETIVO
• Reconhecimento imediato da PCR e
acionamento do serviço de emergência
(192 ou 193)
• RCP precoce, com ênfase nas compressões
torácicas
• Rápida desfibrilação
• Cuidados pós - PCR
Localização do ponto da
Compressão Torácica
LINHA DOS MAMILOS SÓ EM CRIANÇAS !!!
Abertura das vias aéreas
• Elevação do Mento

• Anteriorização
da Mandíbula
Atendimento inicial – suporte básico (BLS)
ATUALIZAÇÃO
• Separação da Cadeia de sobrevivência do adulto da AHA em duas:uma para
sistemas de atendimento intra-hospitalar e outra para o ambiente extra
hospitalar.
• A velocidade recomendada para as compressões torácicas
é de 100 a 120/min (atualizada em relação ao mínimo de 100/min).
• A recomendação confirmada para a profundidade das compressões
torácicas em adultos é de, pelo menos, 2 polegadas (5 cm), mas não
superior a 2,4 polegadas (6 cm).
• A ventilação a cada 6 seg 1 ventilação , em 1 minuto se faz 10 ventilações
por min.
CADEIAS DE SOBREVIDA
CAUSA NA PCR
Procedimento no Intra- Hospitalar
• Juntamente com as manobras de ressuscitação, poderão ser
administradas no paciente, sob indicação médica, as seguintes
drogas:
• 1. Adrenalina: A recomendação atual para a dose de
adrenalina (AD) é administrar 1 mg intravenoso com intervalos
de 3 a 5 minutos, em adultos. Caso essa dose não seja eficaz,
doses maiores podem ser consideradas (3 mg a 8 mg). Seu
efeito é o aumento da pressão de perfusão coronariana. É a
única droga usada na reanimação comprovadamente útil na
restauração da circulação espontânea, além de manter o
débito cardíaco ao longo do tempo e melhorar o fluxo
sanguíneo para o coração e o cérebro, podendo piorar o já
baixo fluxo abaixo do diafragma.
Medicamentos na PCR
• 2. Atropina: Atualmente, não mais se recomenda a
administração nas assistolias ou bradicardias da atividade
elétrica sem pulso, nesse caso, o médico opta
pela adrenalina.
• 3. Amiodarona: Cardiotônico com efeito comparável ao
da dobutamina, já que melhora a função cardíaca e
provoca a queda da resistência periférica. Pode ser
utilizada alternada com adrenalina e atropina.
Medicamentos na PCR
• 4. Lidocaína: É útil na fibrilação ventricular e na
taquicardia ventricular sem pulso, uma vez que aumenta
o limiar de estimulação ventricular. Pode alterar o
sistema nervoso.
• 5. Bicarbonato de Sódio: Se a parada não passou de 3
minutos, o bicarbonado deve ser evitado, a menos que
exista acidose prévia, pois sua administração excessiva é
danosa para o paciente do que o seu não uso, devido ao
risco de ocorrência de alcalose.
Medicamentos na PCR
• 6. Noradrenalina (norepinefrina): Potente vasoconstritor, usado no período
de recuperação pós-parada. É inativado pelo bicarbonato de sódio (não
infundir em conjunto).
• 7. Dopamina: É o precursor químico da noradrenalina, com efeito no aumento
do débito cardíaco, vasodilatação renal, sem elevar a pressão capilar
pulmonar e sem causar vasoconstrição periférica. É uma droga que tem seu
uso principal no período pós-parada cardíaca.

• 8. Dobutamina: Melhora a contração cardíaca com indicação no período pós-


parada cardíaca. Produz vasoconstrição arterial sistêmica mínima nas doses
usuais - 2,5 mg a 10 mg/kg/minuto.

• 9. Digitálico: Empregado para a redução da frequência cardíaca em algumas


situações, tais como: na fibrilação ou flutter atrial ena taquicardia ventricular.
Droga usada no período pós-parada.
• 10. Nitroprussiato de Sódio: Vasodilatador periférico, geralmente
usado no período pós-parada, em associação com a dopamina ou
dobutamina. Pode causar hipotensão. A solução é inativada pela luz
e a infusão é feita por micro gotas.

• 11. Gluconato de Cálcio: Estudos recentes demonstraram que não


existe efeito benéfico com o uso do cálcio em pacientes com parada
cardíaca. Sua indicação atual se restringe a alguns casos de
dissociação eletromecânica (quando todos os recursos terapêuticos
foram esgotados); hiperpotassemia e intoxicação por bloqueadores
de canais de cálcio. Os sais de cálcio não devem ser administrados
em associação ao bicarbonato de sódio, pois precipitam.
COMPRESSÃO
ARTIFICIAL ?

COMPRESSÃO
FISIOLÓGICA?
USO DO DEA
• do DEA ou do desfibrilador manual disponível (360 J no aparelho
monofásico ou 180 a 220 J no aparelho bifásico) .
• Entenda a diferença entre a Desfibrilação e a Cardioversão, que
eventualmente causam dúvidas nos profissionais:
– Cardioversão elétrica: procedimento eletivo no qual se aplica o choque elétrico
de maneira ‘sincronizada’, ou seja, a descarga elétrica é liberada na onda R, no
período refratário da despolarização cardíaca. Está indicada no tratamento de
taquiarritmias como a Fibrilação atrial (FA) flutter atrial, taquicardia paroxística
supraventricular e taquicardias com complexo largo e com pulso.
– Desfibrilação elétrica: procedimento terapêutico que consiste na aplicação de
uma corrente elétrica contínua ‘não sincronizada’ no músculo cardíaco. Esse
choque despolariza em conjunto todas as fibras musculares do miocárdio,
tornando possível a reversão de arritmias graves como a TV e a FV, permitindo
ao nó sinusal retomar a geração e o controle do ritmo cardíaco
RESPONSIVIDADE
RESPIRAÇÃO
IDENTIFICAÇÃO DA PCR
CONDUTAS
1 SOCORRISTA 30 COMPRESSÕES PRA 2
VENTILAÇÕES..

2 SOCORRISTA 15 COMPRESSÕES PRA 2


VENTILAÇÕES..

PP ?
BLS EM RECEM NASCIDO E CRIANÇA
• compressões torácicas que comprimam, pelo
menos, um terço do diâmetro anteroposterior
do tórax de pacientes pediátricos(bebês (com
menos de 1 ano) e crianças até o início da
puberdade).
• Isso equivale a cerca de 1,5 polegada (4 cm)
em bebês, até 2 polegadas (5 cm) em crianças.
SISTEMA VASCULAR EM RN

• Com relação ao sistema cardiovascular notamos na criança:


• Maior débito cardíaco.
• Maior consumo de oxigênio.
• Menor complacência cardíaca.
• Menor numero de receptores beta adrenérgicos.
• Menor reserva de catecolaminas endógenas.
• Menor resposta ao estresse.
• Anemia fisiológica.
• Menor capacidade de regulação térmica por ter menor quantidade
de gordura e menor superfície corpórea.
SUPORTE AVANÇADO-RN
• Se houver monitoração invasiva de pressão arterial , esta pode
ser usada para ajustar a RCP e atingir alvos de PP específicos
para crianças em PCR.
• Amiodarana ou Lidocaina: são agentes antiarrítmicos aceitáveis
para a FV pediátrica refratária ao choque TVSP em crianças .
• Epinefrina: continua sendo recomendada como um vasopressor
na PCR pediatria.
• Atropina: Não a nem uma evidência que respalde o uso rotineiro
como pré-medicação para evitar bradicardia em intubação
pediátricas de emergência. Dose mínima inferior a 0,1mg EV foi
recomendada para bradicardia paradoxal em crianças com
baixas dose de dopamina.
compressões
3. DESENVOLVIMENTO

Choque cardiogênico é a
incapacidade do coração bombear
uma quantidade adequada de
sangue para os órgãos nobres,
causando queda da pressão
arterial, falta de oxigênio nos
tecidos e acúmulo de líquidos nos
pulmões.
O choque cardiogênico é uma das
maiores complicações do infarto
agudo do miocárdio e se não for
tratada com urgência, pode levar à
morte em 50% dos casos.
Causas do choque cardiogênico

Ataque cardíaco ou infarto agudo do miocárdio;


Doenças das válvulas cardíacas;
Insuficiência ventricular direita;
Miocardite aguda: inflamação do músculo cardíaco;
Doença arterial coronariana;
Arritmias cardíacas;
Trauma direto no coração;
Intoxicação do coração por medicamentos e
toxinas;
Estágios terminais de infecção generalizada.
Choque anafilático
[Link] Anafilático

O choque anafilático é uma reação alérgica


aguda a medicamentos (principalmente a
penicilina), picadas de insetos, comidas, pós e
outros agentes. Instala-se rapidamente, logo após
o contato com a substância a qual a vítima é
alérgica. Promove a liberação, nos tecidos, de uma
substância chamada histamina que promove
vasodilatação geral e edema de glote causando
insuficiência respiratória.
i o
ê n
og
ur
n e
ue
o q
C h
[Link] Neurogênico

•Esse tipo de choque é decorrente de uma lesão na medula


espinhal. Esta lesão leva à paralisia da parede das artérias
devido a interrupção da comunicação com o sistema
nervoso central causando uma imensa vasodilatação na
periferia do corpo da vítima. Há diminuição do retorno do
sangue venoso ao coração e conseqüente queda do volume
de sangue bombeado pelo coração
Os sinais marcantes são: diminuição da pressão arterial e
dos batimentos cardíacos (hipotensão com bradicardia),
pele rosada devido a vasodilatação dos vasos sanguíneos
na superfície da pele.
Choque séptico
[Link] Séptico

• É um choque causado por toxinas liberadas por bactérias no


organismo [Link] principalmente de estados
infecciosos bacterianos graves onde há liberação de toxinas que
lesam as paredes dos vasos sanguíneos provocando
vasodilatação e aumento da permeabilidade dos vasos
sanguíneos, permitindo a saída de plasma do interior dos vasos
sanguíneos para o interior dos tecidos, diminuindo o volume de
sangue circulante. Além disso, deve-se considerar como mais um
agravante a possibilidade da existência de infecção generalizada
em órgãos vitais. Normalmente não encontrado no pré-hospitalar.
ENTORSE - LUXAÇÃO - FRATURA
ENTORSE

• É distensão inelástica dos ligamentos e/ou


cápsula articular, causando algum grau de
instabilidade articular, temporária ou
definitiva.
LUXAÇÃO
• luxação é definida como a perda da
congruência articular.
FRATURAS

• Fratura é a lesão óssea de origem


traumática,produzida por trauma direto ou
indireto. O conjunto de fragmentos ósseos
produzidos pela fratura e os tecidos lesados
em torno da lesão é denominado foco de
fratura.
CLASSIFICAÇÃO DE FRATURA
1 FRATURA INTERNA :

FRATURA EXTERNA:
TIPOS DE FRATURAS
HEMORRAGIA E CHOQUE
HEMORRAGIA
• É o extravasamento de sangue dos vasos
sangüíneos através de ruptura nas suas
paredes.

• CLASSIFICAÇÃO
• Hemorragia externa

• Hemorragia interna
HEMORRAGIAS
PERCA SIGNIFICATIVA
VOLUME TOTAL DE PERDA LETAL DE SANGUE
PACIENTE
SANGUE (rápida)

Homem Adulto (70 Kg) 6,6 litros 2,2 litros

Adolescente (45 Kg) 3,3 litros 1,3 litros

Criança 1,5 a 2 litros 05 a 0,7 litros

Bebês (recém-nascidos; + de 300 ml 30 a 50 ml


com peso normal)
SINAIS E SINTOMAS
•Taquicardia •Resfriamento das extremidades
•Pele fria e pegajosa • hipotermia
•Pulso fino e taquicárdico • Respiração superficial, Taquipineia
•Sudorese abundante
•Mucosas descoradas e secas • Sede
•Palidez • náuseas e vomito
•Cianose
•Hipotensão
PROCEDIMENTO
• Pressão direta;
• Curativo compressivo;
• Elevação do membro;
• Pressão indireta.
• Curativo oclusivo.
• Torniquete ultimo caso
• Elevar membros inferiores de 20 a 30 cm quando não
existir suspeita de TRM;
• Agasalhar a vítima e prevenir hipotermia
EPILEPSIA
A epilepsia é uma disfunção do cérebro que
causa uma descargas elétricas anormais e
excessivas do cérebro, que interrompem
temporariamente sua função habituais.
DESMAIO
DESMAIO
Causas e sintomas
• medo
• trauma emocional
• dor severa
• uma queda repentina na pressão arterial
• hipoglicemia devido a diabetes ou de ficar muito tempo sem comer
• hiperventilação (respiração rápida e superficial)
• desidratação
• ficar em pé na mesma posição por muito tempo
• levantar depressa demais esforço físico em temperaturas quentes
• tosse muito forte
• convulsões
• consumir drogas ou álcool
OBSTRUÇÃO DE VIAS ÁEREAS- (OVCE)

O QUE FAZER ?
CAUSA DE QUEIMADURAS
● Térmicas: causadas por gases, líquidos ou sólidos quentes, revelam-se as
queimaduras mais comuns.

● Químicas: causadas por ácidos ou álcalis, podem ser graves; necessitam de


um correto atendimento pré-hospitalar, pois o manejo inadequado pode agravar as
lesões.

● Por eletricidade: geralmente as lesões internas, no trajeto da corrente elétrica


através do organismo, são extensas, enquanto as lesões das áreas de entrada
e saída da corrente elétrica na superfície cutânea, pequenas. Essa particularidade
pode levar a erros na avaliação da queimadura, que costuma ser grave.

● Por radiação: causadas por raios ultravioleta (UV), por raios-X ou por radiações
ionizantes. As lesões por raios UV são as bem-conhecidas queimaduras solares,
geralmente superficiais e de pouca gravidade.
CHOQUE ELÉTRICO
CHOQUE ELÉTRICO
• O corpo humano pode funcionar como um
condutor elétrico. Quando o choque elétrico
passa pelo corpo, pode causar desde um
pequeno desconforto até uma fibrilação
cardíaca, podendo levar à morte. Essas
possibilidades variam de acordo com a
intensidade de volts da corrente elétrica.
O QUE FAZER?
• O primeiro passo para o salvamento da pessoa
eletrocutada é cortar a corrente elétrica. Seja
desligando a fonte de eletricidade (tirando o
aparelho da tomada, desligando o interruptor,
etc.) ou afastando a pessoa do objeto. Nunca
entre em contato direto com a vítima, a empurre
com alguma coisa esteja seca e que não seja
condutora de eletricidade, madeira ou borracha
são os mais aconselháveis,( nunca use alguma
coisa de metal).
Efeitos da Corrente Elétrica Sobre o
Organismo
Condutividade:

• Dos tecidos corporais. Exemplo: uma pessoa molhada está sujeita a um


acidente
• mais grave e até fatal, mesmo num acidente com baixa voltagem, porque a
resistência de
• seu corpo diminui, o que permite a uma corrente mais intensa circular por ela.
Intensidade da corrente:

• Diretamente proporcional à voltagem ou tensão (quanto maior a tensão, maior


a
• corrente que circula no circuito) e inversamente proporcional à resistência
oferecida pelo
• circuito (quanto maior a resistência, menor a corrente).
• 2.3. Circuito percorrido no corpo
• Exemplo: no circuito de um a outro dedo da mesma mão, a lesão é
limitada aos dedos envolvidos, embora possa chegar à amputação. No
circuito entre a mão esquerda e os pés, a passagem da mesma corrente
pelo coração pode determinar gravíssima fibrilação ventricular.
• 2.4. Duração da corrente
• Quanto maior a duração, maior o efeito, ou seja, maior a lesão.
• Natureza da corrente: a corrente alternada é mais danosa que uma
contínua de
• mesma intensidade, porque produz contrações musculares tetânicas
que impedem a vítima de escapar do circuito e provocam sudorese; esta
diminui a resistência da pele e aumenta
• o fluxo da corrente pelo corpo.
Efeitos da corrente elétrica sobre o organismo:

• Queimaduras

• Fibrilação ventricular (choque de baixa


• voltagem).

• Parada cardiopulmonar

• Fraturas
OBRIGADO!!!!!

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