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Treinamento CIPA e SSMA Raízen 2014

O documento apresenta o treinamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Raízen, abordando normas de segurança e saúde no trabalho, gerenciamento de riscos e prevenção de acidentes. O treinamento tem como objetivos capacitar os membros da CIPA e promover uma cultura de segurança e responsabilidade social. Além disso, destaca a importância do comprometimento de todos os funcionários com práticas de saúde, segurança e meio ambiente.
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Treinamento CIPA e SSMA Raízen 2014

O documento apresenta o treinamento da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) da Raízen, abordando normas de segurança e saúde no trabalho, gerenciamento de riscos e prevenção de acidentes. O treinamento tem como objetivos capacitar os membros da CIPA e promover uma cultura de segurança e responsabilidade social. Além disso, destaca a importância do comprometimento de todos os funcionários com práticas de saúde, segurança e meio ambiente.
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Treinamento CIPA JK/JF 14’15

Janeiro 2014

Equipe Gestão e SSMA - Infraestrutura


Conteúdo Programático
Treinamento CIPA – NR05

SSMA Raízen

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Acidente do Trabalho

Gerenciamento de Riscos - Estudo do Ambiente e das Condições de Trabalho

Metodologia de Investigação e Análise de Acidentes

Doenças do Trabalho

Noções sobre a AIDS (SIDA).


Treinamento CIPA – NR05
Objetivos do Treinamento
CIPA

• Levar ao conhecimento do membro da CIPA as principais normas, instruções e rotinas sobre


segurança e saúde do trabalho

• Definir competências relativas às atividades desenvolvidas pelo membro da CIPA

• Orientar estratégia de atuação para CIPA

• Conhecer e identificar Riscos Ambientais na unidade

• Conhecer os padrões de SSMA Raízen

NR 5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de


acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o
trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.

4
Saúde do Trabalhador
Responsabilidade legal

Capítulo V da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Portaria n.º


3.214/78  NR05 e NRR
DRT (Delegacia regional do trabalho) função de Fiscalização

Perícia médica, reabilitação profissional e pagamento


de benefícios.
Comunicação de Acidente do Trabalho (CAT)

Rede assistencial = Hospitais, postos de saúde, Centros de referência

NR 1 – “ Cumprir e fazer cumpriras disposições legais e


regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho”

5
SSMA Raízen
Como é tratada a questão na companhia
Reuniões de SSMA
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Comitê Corporativo de Responsabilidade Social


Acionista Shell
Acionista Cosan

Reunião de Diretoria da Raízen


Presidente
Vice Presidentes

Comitê do SIGO Comitê de SSMA Reuniões e Comitês nas Linhas


Raízen Corporativo de Negócios

7
Compromisso e Práticas de SSMA
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

8
Compromisso de SSMA Raízen
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Cada entidade da Raízen deverá estar comprometida com os seguintes princípios:


• Buscar o objetivo de não ferir pessoas;
• Proteger o meio ambiente;
• Utilizar recursos e energia de forma eficiente para entregar nossos produtos e serviços;
• Respeitar nossos vizinhos e contribuir com as sociedades nas quais nós operamos;
• Desenvolver os recursos de energia, produtos e serviços consistentes com este objetivos
• Divulgar publicamente o nosso desempenho;
• Prestar um papel de liderança, promovendo as melhores Práticas em nossas instalações;
• Gerenciar os assuntos de SSMA & Responsabilidade Social como qualquer outra atividade critica
para a condução do nosso negócio;
• Promover uma cultura na qual todos os empregados da Raízen compartilhem
com este Compromisso.

Cada entidade da Raízen:


• Terá uma abordagem sistemática para o gerenciamento de SSMA & Responsabilidade Social,
desenvolvida para assegurar conformidade com os requisitos da lei e para alcançar um
desempenho em regime de melhoria continua;
• Manterá objetivos para as suas melhorias;
• Solicitará que contratados gerenciem SSMA & Responsabilidade Social em linha com esta política;
• Solicitará que joint venture sob o seu controle operacional apliquem esta política, e utilizem a sua
influência para promovê-la em outras instalações;
• Engajará de forma eficiente as comunidades impactadas e partes interessadas externas ao negócio;
• Incluirá o seu desempenho de SSMA & Responsabilidade Social nas avaliações de seus
funcionários, bem como em recompensas quando oportuno. 9
Compromisso de SSMA Raízen
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Conduta da Companhia:
• Desenvolver os recursos de energia, produtos e serviços consistentes com estes objetivos;
• Divulgar publicamente o nosso desempenho;
• Gerenciar os assuntos de SSMA & Responsabilidade Social como qualquer outra atividade critica
para a condução do nosso negócio;
• Promover uma cultura na qual todos os empregados da Raízen compartilhem com este
Compromisso.
• Terá uma abordagem sistemática para o gerenciamento de SSMA & Responsabilidade Social,
desenvolvida para assegurar conformidade com os requisitos da lei e para alcançar um
desempenho em regime de melhoria continua;
• Manterá objetivos para as suas melhorias;
• Solicitará que contratados gerenciem SSMA & Responsabilidade Social em linha com esta política;
• Solicitará que ‘joint ventures’ sob o seu controle operacional apliquem esta política, e utilizem a sua
influência para promovê-la em outras instalações;
• Engajará de forma eficiente as comunidades impactadas e partes interessadas externas ao negócio;
• Incluirá o seu desempenho de SSMA & Responsabilidade Social nas avaliações de seus
funcionários, bem como em recompensas quando oportuno.

Conduta do Funcionário:
• Prestar um papel de liderança, promovendo as melhores práticas em nossas
instalações;
• Buscar o objetivo de não ferir pessoas;
• Proteger o meio ambiente;
• Utilizar recursos e energia de forma eficiente para entregar nossos produtos e serviços; 10
Práticas de SSMA Raízen
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

Todos os funcionários e contratados são responsáveis pelo desempenho de SSMA. Esperamos que:

1. As expectativas do SIGO sejam observadas em todas as atividades, planos e processos da Raízen;

2. Todas as atividades somente sejam executadas após a verificação e implantação dos requisitos de

segurança, não sendo admitido o descumprimento das normas em função de outros parâmetros,

inclusive de ordem comercial:

3. As avaliações de risco e as permissões de serviço pertinentes sejam emitidas antes do início de

qualquer atividade

4. Busquem continuamente formas de reduzir a emissão e os resíduos oriundos do nosso processo e

assegurem as formas de proteger a biodiversidade e as áreas legalmente preservadas.

5. O respeito aos vizinhos seja levado em consideração durante o planejamento de uma atividade ou

elaboração de um projeto

6. Todos os acidentes e quase acidentes sejam devidamente comunicados.


11
Práticas de SSMA Raízen
Saúde, Segurança e Meio Ambiente

A Raízen acredita que todos os acidentes com lesão, danos materiais, à saúde e ao meio
ambiente podem ser evitados, portanto adota o seguinte princípio: SE NÃO FOR SEGURO,
NÃO FAÇA.

Uma conduta prudente e segura é condição de emprego e prestação de


serviços para a Raízen. 12
SIGO
Sistema Integrado de Gestão das Operações
GERENCIADOR AVALIAÇÃO
“OPERAÇÕES”

2 Avaliação & Gerenciamento de Riscos


............................................................

3 Conformidade Legal
............................................................

1 Liderança,
4 Comportamento e

Comprometimento
Competências
............................................................ 9 Avaliação da
Integridade das
e Responsabilidade
5 Processos Operacionais e
Projeto e Construção
............................................................
Operações e
Melhoria Contínua

6 Contratação de Serviços
............................................................

7 Comunicação, Análise e Investigação de


Incidentes
............................................................

8 Prepara para Resposta a Emergências

FEEDBACK
13
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Liderança, Comprometimento e
Elemento 1
Responsabilidade da Gerência

Elemento 2 Todos os funcionários e contratados são


responsáveis por manter nossas operações e
Elemento 3 instalações seguras e livres de acidentes.

Elemento 4 Qual é o meu papel?


• Cumprir com o compromisso de SSMA da
Elemento 5 companhia.
• Participar ativamente de reuniões e comitês
Elemento 6 de SSMA.
• Intervir em situações inseguras, seja nas
Elemento 7 instalações ou nas atitudes das pessoas.
• Apoiar as campanhas locais e corporativas de
Elemento 8
SSMA.
Elemento 9

14
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações
Avaliação e Gerenciamento de Riscos
Elemento 1
É um meio de identificar, avaliar e gerenciar os riscos existentes nas
Elemento 2 nossas operações e instalações. O objetivo é eliminá-los ou
reduzi-los consideravelmente, garantindo a saúde e a segurança dos
Elemento 3 nossos funcionários, contratados, prestadores de serviço, população,
nossas instalações e o meio ambiente.
Elemento 4
Qual é o meu papel?
Elemento 5 • Conhecer os riscos das atividades que eu
exerço e do local onde trabalho.
Elemento 6
• Saber quais as ações de redução e/ ou
Elemento 7 eliminação desses riscos existem e estão
implantadas.
Elemento 8 • Garantir que as mudanças e novas atividades
sejam sempre analisadas sob aspectos de
Elemento 9 SSMA antes de iniciadas.
• Aplicar a Autoavaliação de Segurança antes
e
durante as atividades: Avalie - Analise - Aja. 15
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Conformidade Legal
Elemento 1
Este elemento colabora para garantir a licença da Raízen para operar,
Elemento 2 assegurando que todas as suas instalações e atividades estão atendendo
leis e regulamentos existentes.
Elemento 3
Qual é o meu papel?
Elemento 4
• Manter manuais e registros de acordo com os padrões e normas
Elemento 5 estabelecidos.
• Garantir o cumprimento com a legislação local estabelecida.
Elemento 6 • Manter documentos atualizados
e organizados.
Elemento 7
• Conhecer as ferramentas da
Elemento 8 companhia e pessoas que
auxiliam no cumprimento da
Elemento 9 legislação.

16
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações
Comportamento e Competências

Elemento 1 Os funcionários e contratados devem ser capacitados para desempenharem


suas atividades de maneira eficiente e segura.
Elemento 2 Um Sistema de segurança baseado no comportamento humano é primordial
para a companhia garantir a atitude correta de todos.
Elemento 3
Qual é o meu papel?
Elemento 4 • Participar dos treinamentos determinados para minha função e
disponibilizados pela companhia.
Elemento 5
• Assegurar que os funcionários e contratados tenham a formação e
Elemento 6 capacitação necessária para desempenho de suas funções.
• Disponibilizar ferramentas de capacitação e gestão de competências para
Elemento 7 os funcionários.
• Garantir que o sistema de segurança
Elemento 8 comportamental da companhia - ALERTA! -
seja conhecido e aplicado corretamente.
Elemento 9 • Influenciar contratados, fornecedores e
público em geral nas melhores práticas
de SSMA.
17
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações
Processos Operacionais e Projetos
Elemento 1 Todas as atividades devem estar descritas em manuais, procedimentos e
instruções de trabalho para que os funcionários e contratados possam
Elemento 2 desempenhar suas funções de maneira segura e eficiente.

Elemento 3
Qual é o meu papel?
• Garantir que os procedimentos e processos de operação e manutenção
Elemento 4
estejam estabelecidos de acordo com as expectativas da companhia e os
Elemento 5 requisitos legais.
• Assegurar que as atividades estejam sendo
Elemento 6 feitas respeitando os manuais e orientações
da companhia.
Elemento 7 • Assegurar que todos tenham acesso aos
manuais e procedimentos necessários para
Elemento 8 desempenho de suas tarefas.
• Manter atualizados os manuais e
Elemento 9 procedimentos, de acordo com as normas
da
companhia e legislação vigente.
18
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Contratação de Serviços
Elemento 1
Orientações sobre como contratar fornecedores de serviços e materiais
Elemento 2 dentro das normas da companhia e legislação vigente.

Elemento 3 Qual é o meu papel?


• Assegurar que a contratação de fornecedores está
Elemento 4 sendo feita de acordo com o manual.
• Acompanhar o desempenho
Elemento 5 do contratado e checar o
cumprimento das normas
Elemento 6
estabelecidas no manual
de contratação.
Elemento 7
• Se necessário,
Elemento 8 suspender o
serviço ao identificar que
Elemento 9 as
normas estabelecidas não
estão sendo cumpridas
pelo contratado. 19
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações
Comunicação, Análise e Investigação de Incidentes
Elemento 1 É responsável por investigar, analisar e comunicar os acidentes e quase
acidentes ocorridos, para reduzir as recorrências e aumentar a segurança
Elemento 2 das operações.

Elemento 3
Qual é o meu papel?
• Sempre comunicar seu gestor imediato
Elemento 4
• Participar nas investigações dos
Elemento 5 acidentes e quase acidentes.
• Elaborar lições aprendidas e
Elemento 6 informar todas elas ao grupo,
com o objetivo de evitar sua
Elemento 7 repetição.
• Rever com frequência seu
Elemento 8 plano de prevenção de
acidentes.
Elemento 9

20
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Preparação para Respostas a Emergências


Elemento 1
É importante que a companhia esteja sempre atenta para possíveis
Elemento 2 emergências e/ou crises. Dessa forma, podemos minimizar impactos e
consequências dos acidentes e emergências. Todas as Unidades da Raízen
Elemento 3 possuem Planos de Emergências.

Elemento 4 Qual é o meu papel?


• Elaborar um plano, treinar os funcionários e contratados e realizar
Elemento 5 simulados periódicos.
• Conhecer o plano de emergência da
Elemento 6 localidade onde trabalho e das instalações
que realizo visitas.
Elemento 7 • Garantir a identificação e saber quem são
os brigadistas do local onde trabalho.
Elemento 8
• Realizar os treinamentos de emergência
Elemento 9 e crises disponibilizados pela companhia.

21
Elementos
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Avaliação da Integridade das Operações e


Elemento 1 Melhoria Contínua
Elemento 2
Todo sistema, equipamento, operação, deve ser avaliado depois de sua
implantação para verificar se tudo está de acordo e o que pode ser
Elemento 3
melhorado.
Elemento 4
Qual é o meu papel?
Elemento 5 • Garantir que
verificações e inspeções
Elemento 6
regulares sejam
Elemento 7 realizadas nas operações, sistemas
e instalações.
Elemento 8 • Assegurar que ações de
melhoria
estejam contidas em um plano de
Elemento 9
ação, com prazos e responsáveis
definidos.
• Eleger responsável por
22
Principais interfaces
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Reporte de Condições Inseguras, Acidentes e Quase Acidentes

Caso identifique alguma situação insegura nos escritórios da Raízen,


Reporte para a área de SSMA, por meio do ícone Ticket Rápido ou pelo
VoIP 70-870-5000 (opção 3).

Plano de Emergência

O Ramal de Emergência 1193 coloca os usuários em contato direto com as


equipes de atendimento a emergência Médica e Predial.

Além do Ramal de Emergência as instalações contam com a Brigada,


devidamente treinada.

O Plano de Emergência completo pode ser acessado na intranet -


página
de Infraestrutura.
23
Sistema Alerta
Sistema Integrado de Gestão das Operações

Alerta é o Sistema de Prevenção de Acidente baseado no comportamento da Raízen.

O que é Sistema Alerta?


Sistema para prevenir e reduzir
acidentes utilizando ferramentas
focadas em comportamento e
reconhecidas técnicas gerenciais.

Qual seu objetivo?


Promover um ambiente de
trabalho seguro, saudável
e livre de perigos.

24
CIPA
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
CIPA
Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Regulamentação

Criada pelo Decreto-Lei 5.432, de 01/05/1943

Alterada pela NR-5 - Portaria 3.214/78, alterada pelas Portarias 33/83, 25/94 e 08/99

Aplicável
Empresas Privadas, Públicas, Sociedades de Economia Mista, Órgãos da Administração Direta
e Indireta, Instituições Beneficentes, Associações Recreativas, Cooperativas e outras instituições
que admitam trabalhadores como empregados.

Função

Prevenção de Doenças e Acidentes de Trabalho, mediante o controle dos Riscos presentes:


• no ambiente
• nas condições e
• na organização do trabalho

Visando: a preservação da vida e promoção da Saúde dos trabalhadores.


26
Organograma
CIPA

Empregador Trabalhadores

Presidente Secretária Vice-Presidente


Indicação

Eleição
Membros Membros

Suplentes Suplentes

Pelo princípio da paridade de representação, empregador e trabalhadores deverão ter o mesmo número de
representantes de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR 05.

O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a duração de um ano, permitida uma reeleição.

É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa do empregado eleito para cargo de direção de Comissões
Internas de Prevenção de Acidentes desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu
mandato.

O empregador designará entre seus representantes o Presidente da CIPA, e os representantes dos


empregados escolherão entre os titulares o vice-presidente.
27
Atribuições
CIPA
Presidente da CIPA
a) convocar os membros para as reuniões da CIPA;
b)coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT, quando houver, as decisões
da comissão;
c) manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA;
d) coordenar e supervisionar as atividades de secretaria;
e) delegar atribuições ao Vice-Presidente;

Vice-Presidente da CIPA
f) executar atribuições que lhe forem delegadas;
g) substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus afastamentos temporários;

*O Presidente e o Vice-Presidente da CIPA, em conjunto, terão as seguintes atribuições:


h) cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;
i) coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos propostos sejam
alcançados;
j) delegar atribuições aos membros da CIPA;
k) promover o relacionamento da CIPA com o SESMT, quando houver;
l) divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento;
m)encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA;
n) constituir a comissão eleitoral.

Secretário da CIPA
o)acompanhar as reuniões da CIPA e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura
dos membros presentes;
p) preparar as correspondências; e
q) outras que lhe forem conferidas.
28
Atribuições
CIPA

Atribuições da CIPA
• Identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do
maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT, onde houver;

• Elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança
e saúde no trabalho;

• Participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias,


bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho;

• Realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de


situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;

• Realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e
discutir
as situações de risco que foram identificadas;

• Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho;

• Participar, com o SESMT, onde houver, das discussões promovidas pelo empregador, para avaliar os
impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos
trabalhadores;

29
• Requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde
Atribuições
CIPA

Atribuições da CIPA
• Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados
à segurança e saúde no trabalho;

• Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e
convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e saúde no trabalho;

• Participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com o empregador, da análise das causas das
doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados;

• Requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na


segurança e saúde dos trabalhadores, bem como as cópias das CAT emitidas;

• Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de
Acidentes do Trabalho – SIPAT, incluindo Campanhas de Prevenção da AIDS.

Cabe aos funcionários


• Participar da eleição de seus representantes e colaborar com a gestão da CIPA;

• Indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para


melhoria das condições de trabalho, bem como observar e aplicar no ambiente de trabalho as
recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho.
30
Acidente do Trabalho
Conceitos gerais
Acidente
Conceito geral

É TODA SITUAÇÃO PROVOCADA PELO HOMEM, QUE TRAGA PREJUIZO MATERIAL, FERIMENTOS,
OU MORTE, EM RAZÃO DAS NORMAS E PROCEDIMENTO VIGENTES NÃO TEREM SIDO SEGUIDOS.

Acidente do Trabalho
Características

• Pelo exercício do trabalho

• A serviço da empresa

Efeito

• Lesão corporal
Podendo ser:
• Perturbação funcional
• Temporário
• Redução da capacidade ou morte
• Permanente

32
Acidente de Trabalho
Conceito geral

Características

No local e horário de trabalho, em decorrência de:

• Ato de Terceiros
• Ato de sabotagem ou terrorismo
• Ato de pessoa privada do uso da razão
• Ofensa física
• Situação de Força Maior (Catástrofe)

Fora do local e horário de trabalho, em decorrência de:

• Acidente de trajeto
• Execução de serviço sob ordem
• Viagem
• Prestação espontânea de serviço

33
Gerenciamento de Riscos
Riscos no Ambiente de Trabalho
Conceito geral

Conceitos

Há diferença entre Perigo e Risco?

35
Riscos no Ambiente de Trabalho
Conceito geral

Perigo

Fonte, situação ou ação com potencial para provocar danos em termos de lesão humana ou doença.

É ainda a materialização do Risco.

36
Riscos no Ambiente de Trabalho
Conceito geral

Risco

Risco é a incerteza de ocorrência de um evento. Refere-se ainda ao nível de exposição a esse evento.
37
Riscos no Ambiente de Trabalho
Conceito geral

Cuidado

Infelizmente o termo “acidente” utilizado na nossa língua sugere que este evento ocorre por obra do
destino, como algo imprevisível, uma “fatalidade” fora do controle das ações humanas.

Pior ainda, pois sugere que é um evento impossível de ser evitado. 38


Por que ocorrem acidentes?
Riscos no Ambiente de Trabalho

39
Por que ocorrem acidentes?
Riscos no Ambiente de Trabalho

40
Avaliação de Riscos
Conceito

Dois fatores devem ser levados em conta em uma avaliação de riscos:

1. A probabilidade de sua ocorrência

• a frequência de acesso à zona de perigo;


• o número de pessoas expostas ao perigo;
• a eficácia do controle existente;
• período de tempo, quando na zona de perigo.

2. A gravidade dos ferimentos que podem ocorrer:

• severidade do dano;
• abrangência do dano.

41
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Existem várias formas de Prevenir os acidentes:

• Eliminando o perigo na fonte ;

• Neutralizando o perigo com EPC’s – equipamentos de proteção coletiva ;

• Mitigando a probabilidade do dano com EPI’s – equipamentos de proteção individual;

• Com medidas gerenciais/administrativas.

42
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Deve-se identificar a Fonte do Perigo

43
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Eliminar o risco na fonte = prevenção

44
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Adotar medidas coletivas de proteção - EPC

45
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Adotar medidas individuais de proteção - EPI

46
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Adotar medidas administrativas e temporárias

47
Riscos no Ambiente de Trabalho
Controle de Riscos

Perigo
Alto Risco,
Risco presente

Controle do Risco
Controle do Risco,
Risco ainda presente

Eliminação do Risco / Perigo


Eliminação/controle do
Risco,
“Risco isolado”
48
Riscos no Ambiente de Trabalho
Riscos Ambientais

Para nossa legislação podem ser considerados os seguintes RISCOS no ambiente de trabalho:

Físicos: Ex. Ruído, Vibrações;

Químicos: Ex. Ácidos, Tintas, Solventes;

Biológicos: Ex. Bactérias, vírus;

Ergonômicos: Ex. Posições inadequadas, entendimento ;

Mecânicos: Ex. Quedas de altura.

49
Mapa de Riscos Ambientais
Riscos Ambientais

O Mapa de Riscos é uma representação gráfica do reconhecimento dos riscos e seus níveis de
exposição no ambiente de trabalho.

Deve reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e


saúde no trabalho;

E possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os


trabalhadores,
bem como estimular a sua participação nas atividades de prevenção.

Principais ações:
Levantamento dos riscos
Elaboração do mapa
Divulgar o mapa
Propor melhorias e
medidas corretivas

• O Mapa de Riscos deve ser elaborado pela CIPA com a colaboração do SESMT – Serviço
Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho e com a participação do maior
número de funcionários possível.

50
Mapa de Riscos - JK
6º ANDAR ÍMPAR

Risco Grande Risco Médio Risco Pequeno

Riscos Químicos Riscos Biológicos Riscos de Acidentes

Riscos Físicos Riscos Ergonômicos


Riscos no Ambiente de Trabalho
Riscos Ambientais – Fatores de influência

TEMPO CONCENTRAÇÃO
DE INTENSIDADE
EXPOS NATUREZA DO RISCO
IÇÃO

SENSIBILIDADE INDIVIDUAL 52
Condições Inseguras , Quase
Acidentes e Acidentes de
Trabalho
Conceito Geral
Condições Inseguras, Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

Condição Insegura

Condição no ambiente que cause ou permita a ocorrência de um acidente.


Ex.: Um piso molhado sem sinalização; Fios expostos embaixo da mesas; gavetas abertas

Quase Acidente

Ocorrência no trabalho resultado de falha humana ou material que poderia ter ocasionado
uma lesão pessoal;
Ex.: Tropeçar em um fio e não cair;

Acidente

Ocorrência imprevista, indesejada que acontece no exercício do trabalho a serviço da


empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional podendo causar morte,
perda ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Ex.: Cair da escada e torcer o tornozelo.

54
Reporte
Condições Inseguras, Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

Reporte de Condições Inseguras, Acidentes e Quase Acidentes

Caso identifique alguma situação insegura nos escritórios da Raízen,


Reporte para a área de SSMA, por meio do ícone Ticket Rápido ou pelo
VoIP 70-870-5000 (opção 3).

Todos os eventos de Acidentes e Quase Acidentes devem ser imediatamente reportados


para o supervisor imediato dos envolvidos, bem como para a área de SSMA da linha de
negócio.

As Condições Inseguras podem seguir o mesmo fluxo acima ou serem endereçadas ainda
para a Brigada de Emergência, Infraestrutura ou CIPA que tomaram as ações cabíveis caso
a caso.

* É fundamental que os três cenários (inseguro, quase e/ou acidente) sejam tratados da
mesmo forma para a construção da Pirâmide do Alerta e tratativas no processo de Risk
Assessment da instalação.
55
Reporte e Investigação
Definição de Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

56
Conceito Geral
Classificação de Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

Incidentes (acidentes + quase acidentes) Reportáveis :

Três condições básicas que definem incidentes reportáveis:


• Ter ocorrido em um equipamento, instalação ou local de propriedade ou ser de
responsabilidade da companhia;
• Ser relacionado com o trabalho;
• Determos sobre ele influência de segurança.

Quase Acidentes Reportáveis: todos os quase acidentes são reportáveis e a forma de


reporte está definida no Manual do Alerta!.

Acidentes Reportáveis
Os acidentes reportáveis são subdivididos em:
• Acidentes Classificáveis - por sua relevância para o aprendizado, consequência real
ou potencial sob a responsabilidade da companhia, ou por possíveis impactos nas
operações ou em sua reputação, são incluídos em indicadores de SSMA.
• Acidentes Não Classificáveis - por suas características de relevância NÃO são
incluídos em indicadores de SSMA, embora os seus reportes sejam obrigatórios.
Ex: incidentes com primeiros socorros e pequenos danos a equipamentos.
57
Conceito Geral
Reporte de Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

Outros tipos de acidentes:

• AVA - Acidentes com Veículos Automotores


• Acidentes com Derrames de Produto
• Acidentes com Danos a Propriedade
• Acidentes de Segurança Patrimonial
• Acidentes de Qualidade (Somente para Dowstream)

Todos os acidentes devem ser reportados e investigados para evitar a


ocorrência de novos acidentes garantindo a melhoria contínua dos nossos
processos.

Todos os quase acidentes devem ser comunicados de acordo


com as ferramentas estabelecidas no Manual do Alerta!.

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Conceito Geral
Investigação de Quase Acidentes e Acidentes de Trabalho

Investigado utilizando Formulário de Investigação de Acidente, Quase Acidente e Falhas;


Comunicado conforme fluxograma da linha de negócio. 59
Doenças do Trabalho
Conceito Geral
Doenças do Trabalho

São as adquiridas ou desencadeadas em função de condições especiais em que


é realizado o trabalho e que com ele se relacione diretamente.
Ex.: Surdez, Varizes.

São causadas por Agentes:


• Físicos: Ex. Ruído, Vibrações;
• Químicos: Ex. Ácidos, Tintas, Solventes;
• Biológicos: Ex. Bactérias, vírus;
• Ergonômicos: Ex. Posições inadequadas, entendimento ;
• Mecânicos: Ex. Quedas de altura.

A Ergonomia – NR17, envolve diversos aspectos do ambiente de


trabalho e a maior parte
das doenças ocupacionais estão a ela relacionadas.

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Ergonomia no Escritório
Doenças do Trabalho

Ergonomia = Ergo significa “trabalho” e nomia, “estudo de”

Portanto, ergonomia é o estudo do trabalho. É a ciência de tornar o local de trabalho mais


seguro, produtivo e confortável para o trabalhador.

A mobília de seu escritório deve se adequar a você, ao invés de você ter que se adequar à
mobília.

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Ergonomia no Escritório
LER/DORT

LER - Lesões por Esforço Repetitivo, também conhecidas como DORTs - Distúrbios
Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, são danos decorrentes de vários sintomas
concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores,
tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga. Abrangem quadros clínicos do
sistema músculo-esquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas
condições de trabalho

Os LER/DORT estão tipicamente relacionadas a:


• Postura
• Repetição
• Força

As LER/DORT são, na verdade, um conjunto de males com desenvolvimento lento,


gradual, como resultado de repetido esforço físico de uma parte do corpo

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Ergonomia no Escritório
LER/DORT - Tipos

1. Transtornos Inflamatórios

Refere-se à inflamação dos tendões (isto é, o tecido que liga o músculo ao osso) causada
por excesso de uso. Geralmente, resulta em sensibilidade e dor.
Exemplos: Tendinite, Tenossinovite e Bursite

2. Transtornos de Compressão Nervosa

Refere-se à pressão sobre os nervos causada pelo inchaço dos tendões inflamados.
Causa formigamento, dormência e dor na parte do corpo afetada
Exemplo: Síndrome do túnel do Carpo

3. Transtornos de Compressão de Tecido Vascular

Refere-se à pressão sobre tecidos vasculares (isto é, veias), impedindo a circulação


sanguínea em uma parte do corpo. Pode causar dormência e dor.

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Ergonomia no Escritório
LER/DORT

As LER/DORT são causados somente por esforço ocupacional?

Não. As LER/DORTs podem se desenvolver a partir de fatores individuais como:

1. Obesidade
2. Instrumentos musicais
3. Gravidez
4. Academia
5. Outros esforços físicos domésticos

Principais sintomas:

• Formigamento, dormência ou queimação das mãos e braços;


• Dificuldade para manipular objetos com as mãos (deixá-los cair inesperadamente);
• Sacudir as mãos ou os braços com regularidade durante a jornada de trabalho;
• Massagear as mãos ou os braços com regularidade durante a jornada de trabalho;
• Acordar durante a noite com dor ou dormência nas mãos;
• Sentir a força da mão mais fraca.
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Ergonomia no Escritório
LER/DORT

Atividades que aumentam a exposição ao risco da LER/DORT?

1. Ficar sentado em uma mesma posição por longos períodos;


2. Realizar tarefas visuais longas e intensas;
3. Realizar atividades prolongadas e repetitivas de digitação ou com o mouse.

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Ergonomia no Escritório
LER/DORT – Sinais e Postura Adequada

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Noções sobre a AIDS (SIDA)
Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

SIDA/AIDS

SIDA significa “Síndrome da Imunodeficiência Adquirida” (Aids é a sigla em inglês) e é uma


doença causada pelo vírus HIV.

Ela provoca a perda da imunidade (resistência) natural que as pessoas possuem, permitindo o
aparecimento de várias outras doenças, chamadas doenças oportunistas. Esse fenômeno é
chamado Imunodeficiência.

Dizemos que a Imunodeficiência é “ADQUIRIDA” por não ser congênita (ou seja de nascimento), nem
devida a um desenvolvimento defeituoso do indivíduo, ela é transmitida.

HIV

HIV é a sigla do vírus da imunodeficiência humana, em inglês, causador da SIDA/AIDS.

Os vírus são seres muito pequenos que dependem de uma célula de um organismo vivo para
sobreviver e se multiplicar. A pessoa que foi contaminada pelo HIV é chamada soropositiva, ou seja,
ela pode parecer perfeitamente saudável, mas, também, pode transmitir a doença.
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Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Estatísticas da AIDS / HIV – Brasil

Desde o início da epidemia, em 1980, até junho de 2012, O Brasil tem 656.701 casos
registrados de aids (condição em que a doença já se manifestou), de acordo com o último
Boletim Epidemiológico.

Em 2011, foram notificados 38.776 casos da doença e a taxa de incidência de aids no


Brasil foi
de 20,2 casos por 100 mil habitantes.

A faixa etária em que a aids é mais incidente, em ambos os sexos, é a de 25 a 49 anos de


idade.

Chama atenção a análise da razão de sexos em jovens de 13 a 19 anos. Essa é a única faixa
etária em que o número de casos de aids é maior entre as mulheres. A inversão apresenta-se
desde 1998.

Em relação aos jovens, os dados apontam que, embora eles tenham elevado conhecimento
sobre prevenção da aids e outras doenças sexualmente transmissíveis, há tendência de
crescimento do HIV.
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Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

AIDS e o Sexo

O HIV prolifera-se e cresce no sangue, no esperma e nas secreções vaginais. No entanto,


quando esta fora desses ambientes favoráveis, morre em pouco tempo, em questão de
segundos.

Durante as relações sexuais com penetração, ocorrem pequenos ferimentos nos órgãos
genitais, que, às vezes, não são visíveis nem provocam dor, sendo esse o caminho que o HIV
percorre para infectar o organismo.

Prevenir-se da AIDS, no entanto, não é evitar o sexo, deixar de sentir prazer, aproveitar o que a
vida tem de bom, isolar-se das pessoas, viver relacionamentos sob um efeito terrorista; mas sim
utilizar os métodos de prevenção (camisinha) e conscientização (não se enquadrar no grupo de
risco).

Meios de Transmissão

Os únicos meios de transmissão do HIV são o Sangue, o Esperma, a Secreção Vaginal e o Leite
Materno. O vírus da Aids também foi encontrado em secreções corpóreas como o suor, a
lágrima e a saliva, mas nenhuma dessas secreções contém quantidade de vírus (carga vital)
suficiente para que ocorra a infecção de outra pessoa. 71
Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Formas de Transmissão

• Sexual - Durante a relação sexual com penetração anal, vaginal ou oral sem camisinha,
com pessoas infectadas;

• Sanguínea - Receber sangue contaminado, por meio de transfusões, usando seringas


e
agulhas ou materiais perfurocortantes, inseminação artificial ou transplante de órgãos;

• Vertical ou Perinatal - Durante a gestação, parto ou aleitamento, caso a mãe esteja


infectada.

Meios e Formas de Prevenção

Como a transmissão do HIV nas relações sexuais é a mais frequente forma de contaminação,
começamos abordando algumas formas de prevenção por meio da prática de sexo mais seguro.

A definição de “sexo seguro” é muito ampla. Cada um deve refletir sobre que comportamento
preventivo quer adotar sem abrir mão de ter prazer e de práticas gostosas e naturais do ser
humano.
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Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Como não se pega AIDS

• Usando camisinha em todo e qualquer tipo de relação sexual, seja vaginal, oral ou anal;

• Dando abraço, beijo em pessoa contaminada ou compartilhando roupas de cama, vaso


sanitário ou utensílios domésticos

• Exigindo, nas transfusões, sangue analisado por exames de laboratório;

• Usando seringas e agulhas descartáveis;

• Exigindo uso de ferramentas médicas e odontológicas devidamente esterilizadas;

• Exigindo a devida higiene de aparelhos de manicure, acumpuntura, etc.;

• Nadando na mesma piscina ou sentando na mesma cadeira usada por pessoa


contaminada;

• Sendo picado por inseto;

• Doando sangue (desde que a agulha seja descartável). 73


Noções sobre a AIDS (SIDA)
Síndrome da Imunodeficiência Adquirida

Sobre o Tratamento

O tratamento da SIDA/Aids é feito com remédios específicos conhecidos por anti-retrovirais, os


quais são utilizados em conjunto, formando o chamado “coquetel”.

O Brasil é considerado, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como modelo no combate
à doença, tanto nas campanhas de prevenção quanto no tratamento da SIDA/Aids,
disponibilizando, por meio de sua rede pública de saúde, gratuitamente, os medicamentos anti-
retrovirais necessários ao tratamento de todos aqueles afetados pela doença. É de intenção
daquele organismo internacional, tendo como base o sucesso brasileiro, a padronização do
tratamento com anti-retrovirais, proporcionando medicação, a um preço razoável, aos
indivíduos portadores da doença, em todo o mundo, principalmente nos países mais pobres.

Atualmente, a SIDA/Aids é uma doença tratável e com grandes possibilidades de controle. Ela,
ainda, não tem cura, mas, por meio da informação, podemos curar o preconceito e o medo
que, ainda, atinge a maioria da população.

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Se não for seguro, não
faça.

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