Sistema
Único de
Assistênci
a Social
Hédina Rodrigues
O que é Assistência
Social
É Política Pública de proteção social voltada à defesa dos direitos das
populações em situação de vulnerabilidade
É uma política de seguridade social não contributiva, que deve ser
organizada de forma descentralizada e com a participação da população
Tem como objetivos:
1. Proteger a família, a maternidade, a infância, a adolescência e a
velhice
2. Amparar crianças e adolescentes carentes
3. Habilitar e reabilitar pessoas com deficiência
4. Promover a integração de pessoas com deficiência na vida comunitária
5. Reduzir a vulnerabilidade socioeconômica de famílias em situação de
pobreza ou extrema pobreza
Princípios do SUAS
0 0 Gratuidade
Universalidade
1 2
0 Integralidade 0 Intersetorialidade
3 4
0 Equidade
5
Marcos Regulatórios
Instituída enquanto PP pela do SUAS
Constituição Federal em 1988:
1. Artigo 203: estabelece que a assistência social deve ser prestada a
quem dela necesitar, independentemente de contribuição à seguridade
social
2. Artigo 204: estabelece que as ações governamentais na área da
assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da
seguridade social.
Regulamentado pela LOAS em 1993 – criação do Sistema Único de
Assistência Social (SUAS)
IV Conferência Nacional de Assistência Social em 2003
Política Nacional de Assistência Social (PNAS) em 2004 - diretrizes de
Marcos Regulatórios
do
Ministério do Desenvolvimento SUAS
Social e Combate à Fome em 2004
NOB- SUAS em 2005/2012 - institucionalização do SUAS, pacto entre os
entes federativos de financiamento e gestão
NOB- RH em 2006 - estruturação do trabalho, da qualificação e valorização
dos trabalhadores
Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais (Resolução nº 109) em
2009
É por meio do SUAS, que são criados dispositivos voltados para prestar tal
assistência
O SUAS permitiu a padronização, melhoria e
ampliação dos serviços socioassistenciais,
respeitando as diferenças locais, focalizando a
matricialidade familiar, incentivando a superação
das ações setoriais e fragmentadas através de
mecanismos de gestão, monitoramento e avaliação
competentes e ativos, consagrando a
descentralização político-administrativa, a
precedência da responsabilidade do Estado na
condução das ações nos respectivos níveis de
governança, a participação popular e a
universalização da proteção social a todos
CONceitos Básicos para
compreensão do Sistema
Matricialidade Descentralização Controle Social
sócio-familiar político
administrativa e
Territorialização
Financiamento
pelas três esferas Informação,
Política de Monitoramento e
de governo, com
Recursos Humanos Avaliação
divisão de
Assegurar o direito à convivência familiar
Proteger, prevenir e manter os membros da
família
Matrici
Fortalecer os vínculos familiares e
comunitários
Garantir o direito à proteção social
alidade
Representa um avanço em relação à
assistência social anterior, que
fragmentada e atendia apenas o indivíduo
era
Sóciofa
A família passa a ser o foco central das ações
do SUAS
miliar
UNIÃO
• CNAS – Conselho Nacional de Assistência
Social – 18 integrantes, metade governo e
metade sociedade civil (trabalhadores,
entidades e usuários), delibera sobre a política
Descentr
pública de assistência social
• MDS – Ministério do Desenvolvimento Social
alização
– Gerencia a assistência social na união, além
da segurança alimentar e a transferência de político
administ
renda
• CIT – Comissão Intergestora Tripartite: –
Articulação dos três níveis de governo para
pactuar o andamento da assistência social rativa e
• FNTSUAS, FNUSUAS – Fóruns Nacionais de
Trabalhadoras e Trabalhadoras e Fórum
Territori
Nacional de Usuários do SUAS
alização
ESTADO
• CONSEAS – Conselho Estadual de Assistência
Social – 24 integrantes, metade governo e
metade sociedade civil (trabalhadores,
entidades e usuários), delibera sobre a política
Descentr
pública de assistência social
alização
• Secretaria Estadual de Assistência Social –
Gerencia a assistência social no estado e, no
caso de São Paulo, atua através das DRADS –
político
Diretorias Regionais
Desenvolvimento Social
de Assistência e
administ
• CIB – Comissão Intergestora Bipartite: –
Articulação dos municípios e estado para
rativa e
pactuar o andamento da assistência social
Territori
• FETSUAS, FEUSUAS – Fóruns Estaduais de
Trabalhadoras e Trabalhadoras e Fórum
Nacional de Usuários do SUAS
alização
MUNICÍPIO
• CMAS – Conselho Municipal de Assistência
Social – Composto por representantes do
governo e sociedade civil em paridade
(trabalhadores, entidades e usuários), delibera
Descentr
sobre a política pública de assistência social
alização
• Secretaria Municipal de Assistência Social –
Gerencia a assistência social no município
político
Territorialização: lócus privilegiado para a administ
implementação de políticas públicas
Serviços organizados por território e não por
“problemas sociais”
rativa e
Vinculação à rede do território como
compromisso de todos os serviços Territori
alização
Tem por objetivo consolidar o SUAS como um
sistema de proteção social efetivo, por meio de
um planejamento participativo e democrático
Informaç
produção e disseminação de informações,
possibilitando conhecimentos que contribuam
para a efetivação do caráter preventivo e
ão,
proativo da política de assistência social, assim
como para a redução dos agravos, Monitora
fortalecendo a função de proteção social do
SUAS
mento e
Avaliaçã
o
Monitora Acompanhamento contínuo de metas, objetivos e
ações para verificar se estão sendo executadas
mento conforme o programado
Avaliaçã Ação que permite aferir o resultado alcançado após
o um ciclo.
Informaç A produção, coleta e sistematização regular de
informações é fundamental para o monitoramento e
ão a avaliação.
Vigilânci
a Função que analisa dados, indicadores, mapas e
diagnósticos para subsidiar as ações da Política de
Socioassi Assistência Social.
stencial
Indicado Elementos balizadores para o processo de
Sistema de Proteção
Social
Proteção
Social Proteção
Básica Social
Especial
Média Complexidade Alta Complexidade
Proteç
ão
Social
Básica
Tem por objetivo contribuir para a prevenção de
situações de risco social por meio do desenvolvimento
Proteç
de potencialidades e aquisições e o fortalecimento de
vínculos familiares e comunitários
ão São coordenados e organizados pelo Centro de
Referência da Assistência Social - CRAS
Social
Básica
Proteção Social Básica
Proteção Convivênc Proteção
e ia e social
Atendime fortalecim básica no
nto ento de domicílio
Integral vínculos para
à Família pessoas
(PAIF) idosas e
Proteção e Atendimento
Integral
Consiste à com
no trabalho social Família
famílias (PAIF)
Fortalecimento da função protetiva da família
Prevenção da ruptura dos vínculos familiares e comunitários
Promoção de aquisições e seguranças sociais e materiais às famílias
Acesso e oferta a serviços, benefícios e programas de transferência de renda
Acesso aos serviços das demais políticas setoriais
Apoiar famílias que possuem dentre seu membros indivíduos que
necessitam de cuidados
Serviço de Convivência e
fortalecimento de vínculos
Forma de intervenção social planejada que cria situações desafiadoras,
(SCFV)
estimula e orienta os usuários na construção e reconstrução de suas
histórias e vivências individuais e coletivas, na família e no território
Complementar ao trabalho social com famílias
Prevenir a ocorrência de situações de risco social
Realizado em grupos
Serviço de Convivência e
fortalecimento de vínculos
adolescent
(SCFV)
Crianças
es e jovens
de 15 a 17
até 6 anos anos
crianças e
adolescent Pessoas
es de 6 a idosas
15 anos
Serviço de Convivência e
fortalecimento de vínculos
Complementar o trabalho social com família, prevenindo a ocorrência de
(SCFV)
situações de risco social e fortalecendo a convivência familiar e comunitária
Prevenir a institucionalização e a segregação de crianças, adolescentes,
jovens e idosos, em especial, das pessoas com deficiência, assegurando o
direito à convivência familiar e comunitária
Promover acessos a benefícios e serviços socioassistenciais, fortalecendo a
rede de proteção social de assistência social nos territórios
Promover acessos a serviços setoriais, em especial das políticas de
educação, saúde, cultura, esporte e lazer existentes no território,
contribuindo para o usufruto dos usuários aos demais direitos
Serviço de Convivência e
fortalecimento de vínculos
Oportunizar o acesso às informações sobre direitos e sobre participação
(SCFV)
cidadã, estimulando o desenvolvimento do protagonismo dos usuários
Possibilitar acessos a experiências e manifestações artísticas, culturais,
esportivas e de lazer, com vistas ao desenvolvimento de novas
sociabilidades
Favorecer o desenvolvimento de atividades intergeracionais, propiciando
trocas de experiências e vivências, fortalecendo o respeito, a solidariedade e
os vínculos familiares e comunitários
Serviço de Convivência e
fortalecimento de vínculos
Pessoas com deficiência, com prioridade para as beneficiárias do BPC
(SCFV)
Pessoas cujas famílias são beneficiárias de programas de transferência de renda
Pessoas encaminhadas pelos serviços da proteção social especial
Pessoas residentes em territórios com ausência ou precariedade na oferta de serviços e
oportunidades de convívio familiar e comunitário
Pessoas que vivenciam situações de fragilização de vínculos
Adolescentes e Jovens egressos de medida socioeducativa de internação ou em
cumprimento de outras medidas socioeducativas em meio aberto
Adolescentes e Jovens em cumprimento ou egressos de medida de proteção
Adolescentes e Jovens egressos ou vinculados a programas de combate à violência e ao
abuso e à exploração sexual
Jovens fora da escola
Proteção social básica no domicílio
para pessoas
Prevenir agravos idosas
que possam desencadear e com
rompimento deficiência
de vínculos familiares e sociais
Prevenir confinamento de idosos e/ou pessoas com deficiência
Identificar situações de dependência
Colaborar com redes inclusivas no território
Prevenir o abrigamento institucional de pessoas com deficiência e/ou pessoas idosas com
vistas a
promover a sua inclusão social
Sensibilizar grupos comunitários sobre direitos e necessidades de inclusão de pessoas com
deficiência e
pessoas idosas buscando a desconstrução de mitos e preconceitos
Desenvolver estratégias para estimular e potencializar recursos das pessoas com
deficiência e pessoas
idosas, de suas famílias e da comunidade no processo de habilitação, reabilitação e
inclusão social
Oferecer possibilidades de desenvolvimento de habilidades e potencialidades, a defesa de
direitos e o
estímulo a participação cidadã
Incluir usuários (as) e familiares no sistema de proteção social e serviços públicos,
conforme necessidades,
inclusive pela indicação de acesso a benefícios e programas de transferência de renda
Proteçã
o Social
Especial
Modalidade de atendimento voltado para pessoas –
indivíduos ou famílias – expostas a alguma situação de risco
pessoal ou social, por contingência ou violação de direitos
Proteç (BRASIL, 2011).
Pessoas em situação de vínculos esgarçados, em que há uma
ão violência instalada, a fim de fortalecer o vínculo, laços
familiares e promoção de autonomia através de ações
Social
específicas
Requer atenção especializada, e/ou acompanhamento
Especi sistemático e monitorado.
al de
Decorrência de abandono, maus tratos físicos ou psíquicos,
abuso sexual, uso de substâncias psicoativas, cumprimento
de medidas socioeducativas, situação de rua, situação de
Média trabalho infantil, entre outras
São coordenados e organizados pelo Centro de Referência
Violação de Direitos
Tráfico de pessoas
Violência física,
psicológica e
Situação de rua e
negligência
mendicância
Violência sexual: abuso Abandono
e/ou exploração sexual
Vivência de trabalho
Outras formas de infantil Discriminação em
discriminações/sub Afastamento do decorrência da
missões a convívio familiar devido orientação sexual e/ou
situações que à aplicação de medida raça/etnia
provocam danos e socioeducativa ou
agravos à condição medida de proteção Descumprimento de
de vida e impedem condicionalidades do PBF e
de usufruir da do PETI em decorrência de
autonomia e do violação de direitos.
Proteção Social Especial
de Média COmplexidade
Proteção e Serviço de Serviço
Atendimen Proteção Especializad
to Social e o em
Especializa Adolescente Abordagem
do à s em Social
Família e Cumpriment
Indivíduos o de Medida
(PAEFI) Socioeducat
Proteção Social Especial
de Média COmplexidade
Serviços Serviço
de Especializad
Proteção o para
Social pessoas em
Especial Situação de
para Rua
Pessoas
com
Proteção e Atendimento
Especializado à Família e
Indivíduos (PAEFI)
Fortalecimento da família no desempenho de sua função protetiva
Inclusão das famílias no sistema de proteção social e nos serviços públicos
conformes as necessidades
Restauração e preservação da integridade e das condições de autonomia
dos usuários
Rompimento dos padrões violadores de direitos no interior da família
Reparação de danos e da incidência de violação de direitos
Prevenção da reincidência de violações de direitos
Serviço de Proteção Social e
Adolescentes em Cumprimento de
Medida
Prover atenção Socioeducativa
socioassistencial e acompanhamento a adolescentes
e
jovens em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto,
determinadas judicialmente
Deve contribuir para o acesso a direitos e para a resignificação de valores
na vida pessoal e social
Responsabilização face ao ato infracional praticado, cujos direitos e
obrigações devem ser assegurados de acordo com as legislações e
normativas específicas para o cumprimento da medida
Elaboração do Plano Individual de Atendimento (PlA) com a participação do
(a) adolescente e da família, devendo conter os objetivos e metas a serem
alcançados durante o cumprimento da medida, perspectivas de vida futura,
Serviço Especializado em
Abordagem
Abordagem e busca ativa queSocial
identifique, nos territórios, a incidência de
trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes, situação de
rua, dentre outras
Deverão ser consideradas praças, entroncamento de estradas, fronteiras,
espaços públicos onde se realizam atividades laborais, locais de intensa
circulação de pessoas e existência de comércio, terminais de ônibus, trens,
metrô e outros
Busca a resolução de necessidades imediatas e promover a inserção na
rede de serviços
socioassistenciais e das demais políticas públicas na perspectiva da garantia
dos direitos
Serviço Especializado para pessoas em
Situação de Rua
Assegurar atendimento e atividades direcionadas para o desenvolvimento
de sociabilidades, na perspectiva de fortalecimento de vínculos
interpessoais e/ou familiares que oportunizem a construção de novos
projetos de vida
Possibilitar condições de acolhida na rede socioassistencial
Contribuir para restaurar e preservar a integridade e a autonomia da
população em situação de rua
Promover ações para a reinserção familiar e/ou comunitária
Serviço Especializado para pessoas em
Situação de Rua
• fazer refeições;
• ter um espaço para higiene pessoal e lavar suas roupas;
• ter apoio para conseguir documentos pessoais;
• guardar seus pertences;
• ter informações sobre trabalho; e
• tirar suas dúvidas sobre como ter acesso aos seus direitos;
Não precisa ter documento para ser atendido
O endereço do serviço pode ser usado como referência para documentos ou
para inclusão no Cadastro Único
Proteç
ão São os que precisam garantir
moradia, alimentação,
proteção integral:
higienização e trabalho
Social protegido
Eles se dirigem às famílias, seus membros e indivíduos
Especi que se encontrem sem referência e/ou, ameaçados e,
nestas condições, necessitem ser retirados de seu
núcleo familiar e comunitário
al de
Alta
Proteção Social Especial
de Alta COmplexidade
Serviço de Serviço de
Acolhimento Acolhiment
Institucional: o em
-Abrigo República
institucional -Casa-
lar
-Casa de Passagem
-Residência
Proteção Social Especial
de Alta COmplexidade
Serviço de Serviço de
Acolhimento em Proteção
Família em
Acolhedora situações
de
Calamidade
s Públicas e
de
Serviço de Acolhimento Institucional
Acolhimento em diferentes tipos de equipamentos, destinado a famílias e/ou
indivíduos com vínculos familiares rompidos ou fragilizados, a fim de garantir
proteção integral
Deverá garantir privacidade, o respeito aos costumes, às tradições e à
diversidade de: ciclos de vida, arranjos familiares, raça/etnia, religião, gênero e
orientação sexual
Deve favorecer o convívio familiar e comunitário, bem como a utilização dos
equipamentos e serviços disponíveis na comunidade local
Inserida na comunidade com características residenciais, ambiente acolhedor e
estrutura física adequada
Para
Serviço de Acolhimento
mulheres Institucional
em
Para situação
crianças e de
adolescent violência Para
es
idosos (as)
Para
jovens e
Para adultos
adultos e com
famílias deficiência
Serviço de Acolhimento em República
Proteção, apoio e moradia subsidiada a grupos de pessoas maiores de 18 anos
em estado de abandono, situação de vulnerabilidade e risco pessoal e social,
com vínculos familiares rompidos ou extremamente fragilizados e sem
condições de moradia e auto-sustentação
Sistema de autogestão ou co-gestão, possibilitando gradual autonomia e
independência de seus moradores
Equipe técnica de referência para contribuir com a gestão coletiva da moradia
(administração financeira e funcionamento) e para acompanhamento
psicossocial dos usuários
Jovens entre 18 e 21 anos, adultos em processo de saída das ruas e idosos (as)
Serviço de Acolhimento em Família
Acolhedora
Organiza o acolhimento de crianças e adolescentes, afastados da família por
medida de proteção, em residência de famílias acolhedoras cadastradas
Responsável por selecionar, capacitar, cadastrar e acompanhar as famílias
acolhedoras, bem como realizar o acompanhamento da criança e/ou
adolescente acolhido e sua família de origem
Serviço de Proteção em situações de
Calamidades Públicas e de Emergência
Oferta de alojamentos provisórios, atenções e provisões materiais, conforme as
necessidades detectadas
Assegura a realização de articulações e a participação em ações conjuntas de
caráter intersetorial para a minimização dos danos ocasionados e o provimento
das necessidades verificadas
Assegurar acolhimento imediato em condições dignas e de segurança
Manter alojamentos provisórios, quando necessário
Identificar perdas e danos ocorridos e cadastrar a população atingida
Articular a rede de políticas públicas e redes sociais de apoio para prover as
necessidades detectadas
Promover a inserção na rede socioassistencial e o acesso a benefícios eventuais
Atenção integral às
famílias e indivíduos
Segurança de
convívio
familiar,
desenvolviment
Segurança de o de autonomia
renda (BPC, (acompanhame
PETI e PBF) nto familiar)
“Politicas sociais […] são antes instrumentos
para promover autonomia individual e criar
senso de comunidade, em uma palavra: elas
são instrumentos de cidadania, pois visam
‘proteger o status de uma pessoa como
membro pleno de uma comunidade"
(Walquiria Rego e Alessandro Pinzani,
Vozes do Bolsa Família, 2013, p. 79)
“[…] os pobre são descritos pela classe média e pela própria mídia
(por exemplo, quando o individuo é chamado de 'marginal',
'preguiçoso', 'vagabundo’, ou é acusado de ser culpado pela sua
situação sem poder em momento nenhum oferecer sua visão de
pobreza). Ao receber este rótulo de membros perigosos, inúteis e
associais da comunidade, os pobres são de fato excluidos
expressamente dela; porém, espera-se deles, ao mesmo tempo, que s
e c o m p o r t e m c o m o m e m b r o s comprometidos com
ela”(Rego e Pinzani, 2013).
Desafios
Superação Condições de
perspectiva Trabalho
assistencialista
Financiamento
Desaf
io
um
Gente é o lugar de se perguntar o um
Gente lavando roupa, amassando pão
Das estrelas se perguntarem se tantas
Gente pobre arrancando a vida com a mão
são
No coração da mata, gente quer prosseguir
Cada estrela se espanta à própria
Quer durar, quer crescer, gente quer luzir
explosão
Rodrigo, Roberto, Caetano
Gente é muito bom, gente deve ser o
Moreno, Francisco, Gilberto, João
bom
Gente é pra brilhar
Tem de respeitar, tem de se cuidar do
Não pra morrer de fome
bom
Está certo dizer que estrelas estão no
Gente deste planeta do céu de anil
olhar
Gente, não entendo, gente, nada nos viu
De alguém que o amor te elegeu pra
Gente espelho de estrelas, reflexo do
amar
esplendor
Se as estrelas são tantas, só mesmo o amor
Marina, Bethânia
Renata, Dolores
Maurício, Lucila, Gildásio
Suzana, Leilinha, Dedé
Ivonete, Agripino, Gracinha, Zezé
Gente viva, brilhando, estrelas na noite
Gente espelho da vida, doce mistério
Gente espelho da vida, doce mistério
Gente quer comer, gente quer ser feliz
Gente espelho da vida, doce mistério
Gente quer respirar ar pelo nariz
Não, meu nego, não traia nunca essa
força, não
Essa força que mora em seu coração
Gente - Vida, doce mistério
Vida, doce mistério
caetano
Obrigada!
Até Breve!
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Tel: (88) 99253-7834
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