0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações15 páginas

Desastres Climáticos e Enchentes no Brasil

O documento discute os desastres climáticos no Brasil, focando nas enchentes em Porto Alegre e São Paulo, e critica a falta de planejamento urbano e políticas públicas adequadas. Destaca a necessidade de conscientização social e intervenção governamental para mitigar os impactos das mudanças climáticas. A proposta inclui a educação ambiental e a criação de infraestrutura para drenagem e preservação do meio ambiente.

Enviado por

Iasmim Soares
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações15 páginas

Desastres Climáticos e Enchentes no Brasil

O documento discute os desastres climáticos no Brasil, focando nas enchentes em Porto Alegre e São Paulo, e critica a falta de planejamento urbano e políticas públicas adequadas. Destaca a necessidade de conscientização social e intervenção governamental para mitigar os impactos das mudanças climáticas. A proposta inclui a educação ambiental e a criação de infraestrutura para drenagem e preservação do meio ambiente.

Enviado por

Iasmim Soares
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPTX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Proposta de

Redação:
Os desastres climáticos advindos
das chuvas em discussão no Brasil
Discente: Iasmim Soares
[Link] Nobre
Gênero textual
Notícia:
• Função: Transmitir a verdade e informar os
fatos, sem opiniões.
• Linguagem: formal e informal
• Quem? O quê? Como? Quando? Por quê?
• Suporte: Meios de comunicação
• Mais suscinta do que a reportagem
• Título: é a Manchete

Gênero textual
Charge:
• Crítica social
• Temática atual
• Tom de sátira e humor
TEXTOS MOTIVADORES

TEXTO 1:

Porto Alegre enfrenta cheia inédita e teme próximos dias: 'Estamos


agradecidos por estarmos vivos'

Porto Alegre tem um sistema anti-enchentes formado por diques e comportas e criado nos anos 1970, mas ele
não deu conta da alta velocidade com que as águas do Guaíba subiram nos últimos dias, explica o professor do
Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) Rodrigo Paiva à BBC
News Brasil. Segundo ele, como a cidade passou décadas sem registrar cheias tão significativas como a de 1941, a
demanda popular por melhorias no sistema não era grande. A semana, no entanto, foi de alertas e debates sobre
se essas defesas da cidade eram suficientes, num cenário de intensificação das chuvas nos últimos anos, que
estudos e cientistas acreditam em parte devido à crise climática global. Aos 252 anos, a capital do Rio Grande do
Sul enfrenta desde 2/5/2024 o maior desastre natural de sua história. Um volume incomum de chuva decorrente
de fatores meteorológicos excepcionais fez o nível do Lago Guaíba chegar à marca histórica de 5,09 metros, ao
meio-dia, em 4/5/2024. (Até 7/5/2024, havia 85 mortos em decorrência dos fatos.)

ARAÚJO, Luiz Antônio. Disponível em: [Link]


TEXTO 2:

Por que a cidade de São Paulo não consegue evitar as enchentes frequentes?

Erros de planejamento:

Para Anderson Kazuo Nakano, professor do Instituto das Cidades da Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp), os grandes municípios brasileiros não foram planejados para "respeitar os ciclos hidrológicos da
natureza": a evaporação das águas e, depois, as precipitações que atingem as cidades. "O normal seria a água
se infiltrar no solo, para depois desembocar nos córregos e rios, que então correm para o mar. E, assim, o ciclo
recomeçaria", explica."Quando a chuva chega no espaço urbano, a água cai sobre no solo impermeável e não
consegue se infiltrar. Nossos canais e rios estão canalizados. Essas águas, em grande quantidade e velocidade,
escorrem para as sarjetas e galerias, que não conseguem suportá-las." Além disso, diz, cidades como São Paulo
tiveram um crescimento desordenado, com ocupações precárias construídas em encostas e várzeas de
pequenos rios e córregos, o que desequilibra o curso normal das águas que correm para grandes rios como o
Tietê. "A periferia se expandiu, impermeabilizando o solo de áreas verdes. O ideal seria criar processos de
macrodrenagem que pudesse interferir nessa lógica, com a criação de praças e parques lineares ao lado desses
pequenos córregos e rios, de modo a fazer com que a água se infiltre mais facilmente", explica o urbanista.

Fonte: MACHADO, Leandro. BBC — São Paulo 10/02/2020 19h53 Atualizado há 4 anos.
Disponível em:
Por que a cidade de São Paulo não consegue evitar as enchentes frequentes? | São Paulo | G1 ([Link])
TEXTO
3:

Projeto Mão Na Terra, Sousa, 2011. Disponível em: [Link]


m=1
TEXTO
4:

Disponível em: Geografia Hoje, 2012. [Link]


[Link]
BÔNUS:
Caramelo no telhado

Disponível em: O tempo, 2024, [Link]


do-equino-resgatado-em-enchent
Competências da Redação do ENEM -
Exame Nacional do Ensino Médio
Competência I: demonstrar domínio da norma culta da
língua portuguesa;

Competência II: compreender a proposta de redação e


aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para
desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto
dissertativo-argumentativo

Competência III: selecionar, relacionar, organizar e


interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em
defesa de um ponto de vista;

Competência IV: demonstrar conhecimento dos mecanismos


linguísticos necessários para a construção da argumentação;

Competência V: elaborar proposta de solução para o


problema abordado, mostrando respeito aos valores
humanos e considerando a diversidade sociocultural.
Estrutura do texto dissertativo-argumentativo

Introdução

Tema, repertório, contextualização e tese

Desenvolvimento 1: Tópico frasal, repertório, aprofundamento e


argumento 1
Desenvolvimento 2:
Tópico frasal, repertório, aprofundamento e
argumento 2

Agente + ação+ Meio;


Conclusão:
Finalidade; Detalhamento e
retomada de repertório.
Introdução:
No contexto hodierno, os brasileiros vivenciaram uma das
maiores crises climáticas da história em maio de 2024: as
inundações do Rio Grande do Sul, com perdas imensuráveis.
Entretanto, eventos climáticos advindos das chuvas não se
restringem apenas ao estado e revelam a negligência pelo
governo e pela população. Desse modo, a redução da
problemática supõe a necessidade de combater a indiferença
social acerca das mudanças do clima assim como, a omissão
CONTEXTUALIZAÇÃ
estatal frente à discussão.
REPERTÓRIO O
TESE
Desenvolvimento 1:
Sob essa ótica, percebe-se a ausência de políticas públicas eficientes de
prevenção/redução agravam a perpetuação de inúmeras tragédias ambientais. A
esse respeito, em 1976, Norberto Bobbio - filósofo italiano desenvolveu o
“Dicionário de Política”, a partir do qual, o Estado deveria não somente garantir
os direitos básicos , a exemplo da contenção de enchentes mas também,
assegurar que a população usufrua na prática. . Essa perspectiva apontada por
Bobbio se relaciona com a falha do Estado brasileiro em educar e mobilizar a
população sobre a importância do equilíbrio ecológico e suas conexões com o
clima, já que não há centros comunitários de educação ambiental, nem
disponibilidade de verbas para a drenagem pluviométrica de locais margeados
por rios, como é o caso das cidades afetadas pelas enchentes do Rio Grande do
Sul. Logo, se essa passividade governamental persistir, a sociedade continuará
chuvas intensas. ARGUMENTAÇÃ
vulnerável aos impactos devastadores dasAPROFUNDAMENT
TÓPICO FRASAL REPERTÓRIO O
O
Desenvolvimento 2:
Nesse sentido, nota-se como esta problemática perpetua de modo
atemporal decorrente do silêncio da população acerca das alterações do clima
contribui para a ocorrência de novos desastres. Sobre isso, desde o Período
Colonial, enraizou-se no imaginário do brasileiro a triste ideia de que a natureza
deve ser explorada a qualquer custo – fenômeno que deu nome à Colônia de
Exploração. Ocorre que essa mentalidade retrógrada iniciada no século XVI
ainda persiste e impede a discussão sobre as tragédias decorrentes das chuvas,
haja vista a carência de debate, na família e na escola, acerca do aquecimento
global e de como esse fenômeno interfere no ciclo das chuvas. Nesse sentido,
enquanto a indiferença social for a regra, os próprios indivíduos serão afetados
por tais eventos REPERTÓRIO ARGUMENTAÇÃ
TÓPICO FRASAL O
Conclusão:
• Fazer planejamento (roteiro) do texto.
• Articulação da intervenção com a problemática
abordada.
• Realizar o detalhamento da proposta.
• Retomar o que foi abordado pela tese.
Elementos para construir a proposta de intervenção:

AGENTES

Ministérios:
Da Cidadania (MinC)
Da Fazenda (MF)
Da Educação (MEC)
Da Agricultura (MAPA)
Da Economia (ME)

ONG`S: Políticas Públicas:


Greepeace • Conjunto de programas
SOS Mata AtlÂntica desenvolvidos pelo
Viva Rio Estado

Ensino:
O Poder Público:
Palestras e conscientização
Órgãos com autoridade
para realizar os trabalhos
Família: Formação
do Estado, Legislativo,
Executivo e Judiciário
Mídia: veículos de
informação
REFERÊNCI
AS:
Disponível em: Geografia Hoje, 2012. [Link]
[Link]

Projeto Mão Na Terra, Sousa, 2011. Disponível em: [Link]


m=1

Disponível em: O tempo, 2024, [Link]


do-equino-resgatado-em-enchent

MACHADO, Leandro. BBC — São Paulo 10/02/2020 19h53 Atualizado há 4 anos.


Disponível em: Por que a cidade de São Paulo não consegue evitar as enchentes frequentes? | São Paulo | G1
([Link])

ARAÚJO, Luiz Antônio. Disponível em: [Link]

Common questions

Com tecnologia de IA

Local and federal governments play crucial roles both in perpetuating and potentially solving flood problems in Brazilian cities. The persistence of these issues is linked to governmental inaction in updating critical infrastructure and failing to educate the populace on climate resilience. Conversely, government intervention through targeted urban redevelopment, investment in green infrastructure, and enhanced public awareness campaigns could significantly mitigate these risks by fostering sustainable flood management practices .

Urban planning issues have significantly contributed to the flooding problems in major Brazilian cities like Porto Alegre and São Paulo by failing to accommodate natural hydrological cycles. In São Paulo, the lack of permeable surfaces due to urban sprawl and channelized watercourses increases surface runoff, causing drainage systems to be overwhelmed . Similarly, Porto Alegre's outdated flood defenses, created in the 1970s and unmodified despite rising rainfall levels due to climate change, were unable to handle the exceptional water volumes from the Guaíba River .

Historical exploitation of natural resources has hindered current discussions on climate-induced disasters in Brazil by embedding a cultural norm of prioritizing economic gain over environmental sustainability. This legacy from the colonial era has suppressed significant dialogue on mitigating the impacts of phenomena such as global warming on precipitation cycles . The entrenched mindset leads to societal indifference to environmental changes, reinforcing neglect towards necessary preventive measures against flooding and other climate-related issues .

The implications of the Brazilian government's passivity in environmental education and flood prevention are severe and multifaceted. Without governmental efforts to educate the public on climate change consequences and implement efficient flood defense systems, society continues to be vulnerable to intense rainfall events. This lack of action perpetuates environmental disasters like the recent floods in the Rio Grande do Sul, exacerbating social and economic vulnerabilities . The absence of community-level education and adaptive infrastructure illustrates a failure to enable societal resilience against such events .

Societal attitudes towards climate change exacerbate flood risks in Brazil by fostering a culture of indifference and inadequate response to environmental challenges. This apathy is rooted in historical notions of exploiting the environment for economic benefit, which deterred the establishment of critical dialogues on climate resilience and preparedness . Consequently, communities and policymakers fail to take preemptive actions, such as infrastructure overhauls or educational initiatives, to mitigate the impacts of increasing rainfall intensities .

Climate change increases the frequency and intensity of rainfall events in Brazilian cities, stressing existing flood management systems. Adapting urban planning to these changes requires implementing infrastructure that can accommodate excess water flow, such as constructing green spaces, permeable pavements, and advanced drainage systems . Incorporating climate-resilient practices into urban design and ensuring regular assessment and upgrade of flood defenses will help cities like Porto Alegre adjust to ongoing climatic shifts .

Changing public perception and behavior towards environmental and flood issues necessitates comprehensive educational initiatives that emphasize the impacts of climate change and the importance of sustainable urban planning. This can be achieved through community-engaged programs, strategic media campaigns, and integrating environmental education into school curriculums . Encouraging public participation in policymaking and urban development processes can also cultivate a sense of collective responsibility, prompting individuals and communities to support and engage in effective flood risk mitigation measures .

The intersection of socio-economic factors and flood vulnerability in Brazil's urban landscapes is pronounced. Economic disparities dictate the quality of housing, often leading those with fewer resources to settle in flood-prone areas, such as encroachments on riverbanks in São Paulo's peripheries. This situation exacerbates vulnerabilities to flooding due to insufficient infrastructure and lack of flood defenses . The lack of economic resources also limits community access to flood preparedness information and adaptation technologies, further compounding their risk .

The current state of flood management systems in Porto Alegre reflects a historical neglect in updating and adapting infrastructure to modern climate challenges. Originating in the 1970s, these structures were not revised or improved in response to increasing rainfall intensities assigned to climate change. This static approach highlights a lack of prioritization in urban planning towards disaster resilience, leaving the city vulnerable to unprecedented flooding events .

Current urban policies in São Paulo are largely ineffective in mitigating flood risks. The city's rapid and unplanned expansion has resulted in significant areas of impermeable surfaces, exacerbating runoff and overwhelming drainage systems . Despite the evident need for comprehensive flood management solutions like macrodrenage strategies and green infrastructure implementation, such policies have not been prioritized or effectively executed, reflecting a disconnect between urban planning and environmental necessity .

Você também pode gostar