FACULDADE ALFA UNIPAC
INSTITUTO EDUCACIONAL ALFA UNIPAC LTDA
PESQUISA OPERACIONAL
Professor Me.: Bruno Ferreira
2024/1
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Módulo 1: Introdução à Pesquisa
Operacional
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Os primeiros registros de métodos de análise e
resolução de problemas semelhantes à pesquisa
operacional (PO) são datados do século III a.C.,
contudo, a sua aplicação na rotina industrial ocorre
há algumas décadas. Durante a Segunda Guerra
Mundial, pesquisas feitas por cientistas sobre
como melhor administrar operações de comboio e
antissubmarino foram fundamentais na vitória da
Batalha do Atlântico Norte. Esforços semelhantes
ajudaram na Campanha Britânica no Pacífico.
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Segundo Hillier (2010), um desses problemas é a
tendência de as diversas unidades de uma
organização crescerem em ilhas relativamente
autônomas com seus próprios objetivos e sistemas
de valor, perdendo, consequentemente, a visão de
como suas atividades e seus objetivos se
entremeiam com os da organização como um todo.
No Brasil, o início da PO ocorreu uma década
depois da implantação na Grã-Bretanha e nos
Estados Unidos, com destaque às aplicações em
economia. No final dos anos 1960, já havia uma
tendência, em algumas organizações, na formação
de grupos de PO dedicados à solução de
problemas táticos e estratégicos.
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• Mesmo que cada gestor possa ter seu próprio
procedimento de análise e soluções de problemas,
Marins (2011) apresenta algumas etapas que
considera necessárias de serem observadas por
quem tem o papel de decisor:
Identificar o problema: nem sempre os
problemas se apresentam claros, definidos e
delimitados, por isso, essa talvez seja a etapa
mais difícil.
• Formular objetivos: os objetivos que deverão
ser atingidos com a solução do problema deverão
ser identificados e formulados, muitas vezes,
matematicamente.
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• Analisar limitações: o próximo passo é fazer o
levantamento das restrições que limitarão as
soluções a serem propostas.
• Avaliar alternativas: após identificar as
alternativas de ação, o decisor deverá escolher a
“melhor solução” a ser aplicada.
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Há uma série de situações em que a PO pode auxiliar
na tomada de decisão, como problemas relacionados
à otimização de recursos, à roteirização, à
localização, às carteiras de investimentos, ao
planejamento, à alocação de pessoas e de verbas de
mídias (BARBOSA, 2015). Com relação aos
problemas, há fatores que podem interferir no
processo de tomada de decisão e que se deve estar
atento quando se está no comando de uma situação
(Quadro 1).
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Para Marins (2011), os problemas surgem de forma
vaga e imprecisa, o que exige do analista de PO uma
grande capacidade de assimilar e sistematizar as
situações reais. Para se formular corretamente um
problema, é necessário que ele seja bem identificado,
que é a primeira etapa apresentada pelo autor para
subdividir a resolução de um problema pela PO.
Para Barbosa (2015), a PO é uma ciência aplicada,
para justificar o autor cita Lisboa (2002 apud
BARBOSA, 2015):
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• resolver problemas reais;
• tomar decisões com base em dados e
correlações quantitativos;
• conceber, planejar e operar sistemas usando
tecnologia e métodos de outras esferas do
conhecimento;
• diminuir os custos e aumentar o lucro;
• encontrar a solução ótima.
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• Programação linear – mix de produção, mistura
de matérias-primas, modelos de equilíbrio
econômico, carteiras de investimentos,
roteamento de veículos, jogos entre empresas.
• Modelos em Redes – rotas econômicas de
transporte, distribuição e transporte de bens,
alocação de pessoal, monitoramento de projetos.
• Teoria de filas – congestionamento de tráfego,
operações de hospitais, dimensionamento de
equipes de serviço.
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Módulo 2: Conceitos de
Modelagem e Otimização
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A maioria dos problemas práticos enfrentados pelas
equipes de pesquisa operacional (PO) é em
princípio descrita de forma vaga e imprecisa. Desse
modo, é preciso estudar o sistema relevante e
desenvolver um enunciado bem definido do
problema a ser considerado. De acordo com Hillier
(2013), é difícil obter uma resposta “correta” para
um problema “incorreto”! Inicialmente, deve-se
reconhecer que uma equipe de PO em geral
trabalha na qualidade de consultores.
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Para Hillier (2013), as cinco partes geralmente
afetadas por uma empresa comercial localizada em
um único país são:
1. Os proprietários (acionistas, etc.), que desejam
lucros (dividendos, valorização das ações e assim
por diante);
2. Os funcionários, que desejam emprego estável
com salários razoáveis;
3. Os clientes, que desejam um produto confiável a
preços razoáveis;
4. Os fornecedores, que desejam integridade e um
preço de venda razoável para suas mercadorias;
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5. O governo e, consequentemente, a nação, que
desejam o pagamento de impostos razoáveis e
consideração pelo interesse nacional.
Após definida a questão do tomador de decisões,
parte-se para a reformulação do problema de modo
que seja conveniente para a análise. Assim, o
método de PO convencional é construir um modelo
matemático que represente a base do problema.
Uma questão comum na PO é a busca de uma
solução ótima ou da melhor solução possível.
Contudo, essas soluções são ótimas somente em
relação ao modelo que é usado.
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Módulo 3: Fundamentos da
Modelagem Matemática
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O primeiro passo a se reconhecer é que uma equipe
de PO normalmente trabalha na qualidade de
consultores. Aos integrantes da equipe não apenas
se solicita resolver um problema conforme julguem
apropriado; eles também aconselham a gerência
(geralmente um nome relevante na tomada de
decisões). Em razão de sua natureza, a PO se
preocupa com o bem-estar de toda a organização e
não apenas com o bem-estar de alguns integrantes.
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Um estudo de PO busca soluções que são ótimas
para a organização como um todo em vez de
soluções subotimizadas que são boas apenas para
um integrante.
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Módulo 4: Características dos
Modelos Matemáticos
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De acordo com Hillier e Lieberman (2012), a
formulação de um modelo matemático nada mais é
do que transferir uma situação-problema em seus
detalhes e comportamentos a uma metodologia com
base matemática, na qual se organizam as
informações possibilitando verificá-las com base
quantitativa. Conforme Rodrigues (2017), os
modelos de programação matemática criam a base
para uma análise e verificação de dados adequadas
a fim de possibilitar ações, já que estão alinhados
para otimizar os recursos em questão.
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Ainda de acordo com Rodrigues (2017), as formas
de programação apresentam divisões que podem
ser mais bem entendidas a partir das seguintes
áreas:
• programação linear e método simplex;
• programação não linear;
• programação em redes;
• programação multiobjetivos;
• programação discreta (programação linear
inteira).
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Para Arenales et al. (2015), a programação linear
tem como principais aplica- ções ou finalidades
organizar dados e procurar a otimização da
solução, tornando uma orientação considerada
problema em algo com uma condição melhor com
base no modelo matemático. Ainda segundo
Arenales et al. (2015), a otimização em redes
(grafos) considera elementos fundamentais que
mantêm alguma relação entre si e têm uma
representação que se refere a cidades, ruas,
estradas, etc., a qual proporciona uma percepção
visual mais concreta.
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Conforme Ávila (2006), a otimização ou
programação multi objetivos pressupõe a busca de
uma solução capaz de maximizar ou minimizar o
problema, a qual varia conforme o contexto. Na
prática, verifica-se a ocorrência de um período,
denominado prazo de entrega, que se dá entre o
momento em que determinada quantidade do
produto a ser estocada é solicitada e aquele em que
esse produto se torna disponível
(LACHTERMACHER, 2016). Segundo
Lachtermacher (2016), a utilização do Solver do
Excel é um dos meios mais adequados e fáceis de
trabalhar uma programação linear, o que envolve o
conceito de controle de estoques.
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Conforme Hillier e Lieberman (2012), o modelo da
teoria das filas estuda a relação entre todas as
demandas que podem ser identificadas em um
sistema, considerando-se também os atrasos
sofridos pelos usuários. Definem-se como
sistemas de filas as seguintes condições:
• uma fila única e um único servidor;
• uma fila única e múltiplos servidores em
paralelo;
• formação de múltiplas filas e múltiplos servidores
em paralelo;
• uma fila única e com múltiplos servidores
organizados em série, também descritos como
múltiplos estágios.
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Essa teoria foi desenvolvida com a finalidade de
analisar situações competitivas que envolvessem
interesses conflitantes, já que, em teoria, os jogos
ajudam a entender como ocorre ou deveria ocorrer
o processo de decisão (FIANI, 2015). Os elementos
necessários para a compreensão do objeto de
estudo da teoria dos jogos, segundo Fiani (2015)
seriam:
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• existe um número finito de jogadores
representados, ou seja, dentro do segmento em
que a organização está envolvida e em uma
organização por prioridades, as ações devem ser
direcionadas naquela demanda;
• cada jogador dispõe de um conjunto finito de
opções, denominadas estratégias puras do
jogador, pois elas respeitam uma ordenação;
• os resultados de cada jogador, pois impactam
diretamente as decisões tomadas com
expectativas específicas;
• a função que permite a cada parte combinar suas
estratégias, as quais, por sua vez, seguem
conforme a perspectiva sobre o cenário em que a
empresa ou o processo está inserido;
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As aplicações da teoria da otimização dos jogos se
enquadram basicamente nos seguintes pontos
(FIANI, 2015):
• campanhas de marketing e política de preços de
produtos: tratativa específica sobre custo,
formação de preços e demandas previstas;
• campanha de eleições políticas: indicando
estratégias e desempenho em função do objetivo
de um melhor resultado nas urnas;
• programação de programas de televisão: perceber
quais as tendências que o expectador busca e o
que a concorrência tem feito dentro de um
comparativo de parâmetros iguais (p. ex., horários);
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• planejamento de estratégias militares de guerras:
é fundamental conhecer o inimigo, ou seja, o
conceito dos jogos, entendendo as estratégias
• para contra-atacar, mesmo sabendo dos efeitos
das ações, mas com os objetivos de maximizar e
superar o resultado.
A teoria em rede, também conhecida como
otimização dos grafos, corresponde à área da
matemática que estuda as propriedades dos
conjuntos de pontos em uma rede de ligações após
a coleta de informações, por exemplo, estradas que
ligam uma cidade entre entradas e saídas
(GOLDBARG; LUNA; GOLDBARG, 2015).
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Módulo 5: Construção e
Aplicação dos Modelos
Matemáticos
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Conforme Arenales (2015), fazer ciência aplicada
com segurança consiste na capacidade de
observar e descrever fenômenos naturais, sociais e
econômicos sobre determinados cenários e/ou
necessidades de resolução, delineamento sobre o
qual matemática terá uma importância
fundamental, possibilitando uma garantia maior de
assertividade nessa interpretação.
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Segundo Arenales (2015), a expressão “modelo” é
usada como objeto abstrato, que procura imitar as
principais características de um objeto real para
representá-lo matematicamente, ou seja, além de
criar essa representação, utiliza um conceito de alta
relevância e efetividade: a matemática.
Mesmo considerando a proposição desses modelos
há mais tempo, em 1947 se iniciou a demarcação
da relevância em termos de uso e aplicações de
sucesso na área da otimização, quando da
publicação do método simplex.
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Outro marco importante relacionado à otimização
pela pesquisa operacional, mais precisamente em
programação linear, também ocorreu em 1984, com
a publicação do método então chamado de método
de pontos interiores, que, como todo e qualquer
novo sistema de controle e gestão, precisou de
muitas evidências de sucesso, com comparativo de
resultados e comprometimento de pessoas
envolvidas com foco em otimização.
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Entre o final do século XII e o início do século XIII,
na Europa, viveu Leonardo Fibonacci (1170–1250).
Leonardo era filho de um comerciante e, como
consequência, teve contato com diversas culturas,
incluindo a árabe. Assim, conheceu os algarismos
indo-arábicos e o sistema decimal posicional.
Fibonacci ficou tão encantado com as facilidades
desse sistema, se comparado aos algarismos
romanos, que decidiu escrever um manual de
conversão entre os sistemas. Ele intitulou esse
manual de Liber Abaci (1202/1228), ou seja, Livro
do Ábaco.
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Módulo 6: A Teoria dos Jogos na
Solução de Problemas
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A pesquisa operacional é uma disciplina que busca
encontrar a solução ótima para um determinado
problema dentro de possibilidades estratégicas.
Nesse contexto, uma das técnicas para solucionar
problemas em teoria dos jogos é conhecida como
minmax ou maxmin, que é um método que visa
minimizar a perda (minmax) ou maximizar o resultado
(maxmin).
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É o que Hillier e Lieberman (2013) denominam
solução instável, pois é necessário desenvolver uma
solução mais satisfatória. Assim, quando o jogo não
possui uma estratégia dominante, a teoria dos jogos
recomenda buscar a identificação da melhor decisão
com base nas probabilidades do jogo, compondo,
assim, uma estratégia mista. A partir de uma
estratégia mista, é possível se dividir nas diferentes
opções de estratégias. Hillier e Lieberman (2013)
ressaltam, ainda, que uma premissa para utilizar
estratégias mistas consiste na impossibilidade de
descobrir qual será a ação do adversário.
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De acordo com Fiani (2015), alguns jogos podem
ser classifi cados em jogos de competição,
coordenação, coexistência e compromisso. Os
jogos de competição são também são chamados de
jogos de soma zero, pois, nesse tipo de jogo, o
ganho de um participante é igual à perda do outro.
Fiani (2015) ressalta que, em jogos de competição,
o jogador está mais preocupado com a derrota do
seu adversário do que estritamente com a sua
vitória.
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Chamamos de jogos de coordenação os jogos em
que os jogadores buscam se organizar para induzir
um melhor resultado, mesmo quando não podem se
comunicar. Nesse tipo de jogo, de acordo com Fiani
(2015), o payoff tende a ser maior sempre que os
jogadores coordenarem as suas decisões, mas têm
preferências distintas sobre o tipo de coordenação
que deve ser adotada.
A teoria dos jogos também foi considerada pelos
biólogos como ferramenta para estudar o
comportamento animal. Nesse contexto, surgiu o
mais famoso dos jogos classifi cados como
coexistência: o jogo dos pombos e falcões.
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Chamamos de jogos de compromisso os jogos em
que os jogadores têm a possibilidade de assumir um
compromisso com o outro jogador, porém, dedicado
a jogos com movimentos sequenciais.
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Módulo 7: Modelos Lineares e o
Métodos Simplex
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Programação linear (PL) é uma técnica de
otimização aplicada em sistemas de equações e
inequações lineares que representam modelos já
projetados. Quando se fala de problemas de
otimização, significa que queremos maximizar
(aumentar) ou minimizar (diminuir) uma função,
relacionada a finanças, produção, entre outras
áreas.
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Para essa otimização, surgiram limitações na
prática, que são denominadas restrições do
problema PL. Essas limitações são as seguintes:
■ disponibilidade de matéria-prima;
■ capacidade da produção;
■ mão de obra;
■ limitações no preço.
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Podem existir diferentes limitações, de acordo com
o problema de PL, como localização ou espaço
físico. Veja algumas dessas situações:
■ Restrição de capital: um investidor que quer
aumentar ou diversificar seus investimentos, mas
possui pouco capital.
■ Restrição de quantidade: uma empresa de
logística que deseja ampliar suas entregas, mas
possui poucos veículos.
■ Restrição espacial: um pequeno agricultor que
deseja cultivar diversas culturas, porém, não possui
espaço suficiente.
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Módulo 8: O Processo de
Tomada de Decisão
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Nesse contexto, Préve, Moritz e Pereira (2010, p.
77) discutem que o processo de tomada de
decisão é “[...] um julgamento, uma escolha feita
entre alternativas que incluem todos os ‘o que’,
‘quando’, ‘quem’, ‘por que’ e ‘como’ que aparecem
nos processos de decisão”.
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Préve, Moritz e Pereira (2010) expõem três etapas,
cujos elementos podem ser aplicados aos mais
diversos contextos, conforme a Figura 1.
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Além disso, Chiavenato (2005, p. 349) apresenta
algumas etapas, listadas a seguir, para os processos
de tomada de decisão nas organizações.
• Percepção da situação que envolve algum
problema.
• Análise e definição do problema.
• Definição dos objetivos.
• Procura de alternativas de solução ou de cursos de
ação.
• Escolha (seleção) da alternativa mais adequada ao
alcance dos objetivos.
• Avaliação e comparação das alternativas.
• Implementação da alternativa escolhida.
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O modelo racional, portanto, requer a tomada de
decisões por meio da análise crítica de uma grande
quantidade de informação, utilizando-se de
estratégias claras e objetivas, evitando incertezas.
De acordo com Choo (2003), tal modelo, de forma
geral, é baseado em seis etapas:
1. identificação e definição do problema;
2. estruturação e detalhamento dos;
3. diagnóstico e análise do problema;
4. levantamento das alternativas de soluções;
5. avaliação das consequências das alternativas;
6. escolha e implementação da melhor alternativa.
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Dayan e Elbanna (2011) destacam três benefícios
da inclusão da intuição na tomada de decisão:
• acelerar o processo de tomada de decisão;
• melhorar os resultados da decisão;
• resolver problemas menos estruturados.
Bons Estudos !