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Doenças Renais: Tipos e Tratamentos

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Juliana
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Doenças Renais

O ser humano possui dois rins, eles


estão localizados nas costas, um de cada
lado da coluna, sendo protegidos pelas
ultimas costelas.
Localização
dos rins no
corpo humano
Os rins têm cor vermelho-escuro e a forma
de um grão de feijão. Em uma pessoa adulta
os rins medem cerca de 12cm e pesam
entre 130 a 170g cada um.

Os rins são responsáveis pela eliminação
dos resíduos tóxicos produzidos pelo
nosso organismo como a ureia e o ácido
úrico.

Controlam o volume dos líquidos, portanto


qualquer excesso de água no corpo é
eliminado pela urina; é o chamado efeito
diurético.

Exercem também controle sobre os sais de


nosso corpo, eliminando os seus excessos
ou poupando-os.
As principais doenças do rim e suas
características mais comuns
Cálculos Renais
 São pequenas pedras que se
formam nos rins. A causa
exata de sua formação nem
sempre é conhecida, mas o
acumulo de cálcio ao longo da
vida é o principal motivo.
Sinais e Sintomas
 Dores agudas na região das costas,
pode ser de apenas um lado ou em
ambos;
 Dor na parte inferior do abdômen
ao urinar;
 Presença de sangue na urina;
 Febre e calafrios
 Náuseas e vômitos.
Tratamento
 Pode ser feito em casa com anti-
inflamatórios, diuréticos e
analgésicos até que as pedras
sejam eliminadas.
 A cirurgia só é indicada nos casos
mais graves onde as pedras não
podem ser eliminadas
Infecção Renal
Também conhecida como pielonefrite é
uma infecção do trato urinário que atinge
os rins e provoca sua inflamação. também
chamada de pielonefrite, é uma infecção
do trato urinário que atinge os rins e provoca a
sua inflamação.
Pode se classificada em:
Infecção renal crônica
- quando se desenvolve ao
longo do tempo sem
apresentar sinais e sintomas
evidentes e que, se não for
tratada, pode provocar
insuficiência renal
Infecção renal aguda -
quando os sinais e sintomas
da doença surgem de
maneira repentina e
intensa, desaparecendo ao
fim de alguns dias ou
semanas
Causas da infecção renal

Podem ser infecção por bactérias, fungos


(Candida albicans), ou alguns vírus.
Normalmente, a infecção renal é
consequência de uma infecção na bexiga
que dura muito tempo e que faz com que
os micro-organismos causadores da
infecção consigam subir até aos rins,
causando a inflamação.
No caso da infecção renal
crônica, além da infecção por
micro-organismo, a presença de
lesões nos órgãos urinários ou
de cálculos renais também
podem causar o aparecimento
da infecção no rim.
Sinais e Sintomas
 Cólica Renal
 Dor forte no fundo das costas
 Dificuldade ao urinar
 Vontade de urinar frequente e em
pequenas quantidades
 Urinar com mau cheiro
 Febre e vômitos
 Náuseas, vômitos e calafrios.
Tratamento
O tratamento irá depender da causa da
infecção, e se é aguda ou crônica.
Nos casos em que a infecção é
provocada por bactérias, o tratamento
consiste no uso de antibióticos, como
amoxicilina ou ciprofloxacina, durante
cerca de 10 a 14 dias. Alguns
analgésicos ou anti-inflamatórios também
são indicados para aliviar a dor.
O tratamento mais eficaz para as infecções
renais crônicas consiste na eliminação das
suas causas. Alguns remédios para
infecção renal, como os antibióticos,
também podem ser usados no tratamento da
infecção renal crônica, se existirem sinais de
infecção por bactérias.
Durante o tratamento da infecção renal, a
ingestão de grandes quantidades de água é
importante para facilitar a cura da doença.
Câncer Renal
Causas
Sua causa exata é desconhecida, mas há vários
fatores que aumentam o risco.
Tratamento com diálise
Histórico familiar da doença
Hipertensão
Rim em ferradura
Doença renal policística
Fumo
Tipos de Tumores
 Carcinoma Renal de Células Claras (70
a 90% dos casos)

Também conhecido como RCC (Renal Cell


Carcinoma) é o tipo de câncer mais comum
originado geralmente no tubo (tubo
contorcido proximal) responsável por filtrar
as impurezas do sangue. O Carcinoma de
Células Claras raramente afeta os dois rins
simultaneamente.
 Carcinoma Papilar (10 a 15% dos casos)

O segundo tipo de tumor mais comum relacionado ao


rim, é pequeno e pouco palpável. Tem a possibilidade
de bloquear a urina, obstrução das vias urinárias e
causar dor.

 Carcinoma Renal Cromóforo ( 4 a 5% dos


casos)

São células cancerígenas que levam esse nome por


não aparecer nos exames sem cor alguma, apenas
reagindo a corantes em azul escuro ou roxo.
 Ductos Coletores (1%)
É tipo de câncer raro que se origina em uma das
estruturas do rim, chamado Tubo de Bellini.

 Sarcomatóides (1%)
Trata-se de um tumor também raro, mas
agressivo, com características bem similares as
do Carcinoma Renal de Células Claras.
Sinais e Sintomas
 Presença de sangue na urina
 Dor abdominal
 Dor lombar
 Hipertensão arterial
 Elevação dos níveis cálcio sanguíneos
Formas de Tratamento
É recomendável a remoção cirúrgica de todo
o rim ou parte dele (nefrectomia). Isso pode
incluir remover a bexiga e os tecidos ou
linfonodos circundantes. A cura é improvável,
a menos que todo o câncer seja removido
com cirurgia.
Os tratamentos hormonais podem reduzir o
crescimento do tumor em alguns casos.
A quimioterapia geralmente não é eficaz para o
tratamento do carcinoma de células renais.
Entretanto, a droga interleucina-2 (IL-2) pode
ajudar um número pequeno de pacientes. Ela faz
com que o próprio sistema imunológico do corpo
mate as células cancerosas. Ela é muito tóxica.
Outras drogas quimioterápicas foram utilizadas,
mas os pacientes em geral não vivem muito
depois que a doença se espalha para fora do
rim.
A quimioterapia geralmente não é eficaz para
o tratamento do carcinoma de células renais.
Entretanto, a droga interleucina-2 (IL-2) pode
ajudar um número pequeno de pacientes. Ela
faz com que o próprio sistema imunológico do
corpo mate as células cancerosas. Ela é muito
tóxica.
Outras drogas quimioterápicas foram
utilizadas, mas os pacientes em geral não
vivem muito depois que a doença se espalha
para fora do rim.
Insuficiência
Renal
A insuficiência renal é a incapacidade dos rins de
filtrar o sangue, o que gera um acúmulo de
substâncias tóxicas no organismo.

Os rins executam outras funções importantes:


- regulam a água do organismo e outros elementos
químicos do sangue como o sódio, o potássio, o
fósforo e o cálcio;
- eliminam medicamentos e toxinas introduzidos no
organismo;
- liberam hormônios no sangue.
Insuficiência Renal Aguda
Em alguns pacientes com doenças graves, os rins
podem parar de funcionar de maneira rápida, porém
temporária. Rápida porque a função renal é perdida
em algumas horas e temporária porque os rins
podem voltar a funcionar após algumas semanas. A
esta situação os médicos chamam de Insuficiência
Renal Aguda. Em muitas ocasiões o paciente
necessita de ser mantido com tratamento por diálise
até que os rins voltem a funcionar.
Sinais e Sintomas
 Pouca urina;
 Inchaço nos olhos;
 Cansaço;
 Pressão alta;
 Náuseas e vômitos;
 Diminuição da sensibilidade nas mãos e nos pés;
 Falta de apetite;
 Dor nos rins, na parte inferior das costas;
 Soluços;
 Pode haver sangue nas fezes;
 Inchaço por todo corpo;
 Nos casos mais graves pode haver convulsões.
Insuficiência Renal
Crônica
Insuficiência Renal Crônica é a perda lenta,
progressiva e irreversível das funções renais. Por ser
lenta e progressiva, esta perda resulta em processos
adaptativos que, até um certo ponto, mantém o
paciente sem sintomas da doença.
Até que tenha perdido cerca de 50% de sua
função renal, os pacientes permanecem quase que
sem sintomas. A partir daí podem aparecer sintomas e
sinais que nem sempre incomodam muito o paciente.
Até que os rins estejam funcionando
somente 10-12% da função renal normal,
pode-se tratar os pacientes com
medicamentos e dieta. Quando a função
renal se reduz abaixo destes valores,
torna-se necessário o uso de outros
métodos de tratamento da insuficiência
renal: diálise ou transplante renal.
Sinais e Sintomas
• Pressão alta;
• Inchaço nos olhos;Inchaço das pernas e dos pés,
principalmente no final do dia;
• Acordar para fazer xixi constantemente;
• Urina com espuma;
• Cansaço fácil;
• Fraqueza;
• Perda do apetite.
• Náuseas e vômitos.
Tratamento
O tratamento para insuficiência renal pode ser feito
em casa ou no hospital, dependendo da gravidade
da doença. Na maior parte das vezes o tratamento é
feito com o uso de remédios antibióticos e diuréticos
receitados pelo nefrologista e uma dieta rica em
carboidratos e pobre em proteínas, sal e potássio,
indicado por um nutricionista.
Em alguns casos pode ser necessário
fazer hemodiálise para filtrar o sangue,
retirando todas as impurezas que os rins
não conseguem, ou um transplante de rim.
A insuficiência renal aguda tem cura, mas
a insuficiência renal crônica nem sempre
tem cura, mas o tratamento pode melhorar
a qualidade de vida do paciente e
promover o bem-estar.
Hemodiálise
É o procedimento executado diretamente no sangue
do paciente, por meio de equipamento próprio, no
qual o sangue passa por um filtro e retorna ao
paciente com uma quantidade menor de impurezas.
Uma sessão de hemodiálise normalmente dura, em
média, quatro horas e deve ser feita três vezes por
semana. Entretanto, de acordo com as
peculiaridades de cada paciente, esses parâmetros
podem variar um pouco. Durante a sessão podem
ocorrer câimbras, hipotensão arterial e
outros sintomas que devem ser imediatamente
comunicados aos médicos. Pode-se ou não fazer uso
de anticoagulantes, durante a hemodiálise, conforme
as condições clínicas dos pacientes o permitam ou
exijam, com a finalidade de evitar a
coagulação sanguínea.
Durante a sessão podem ocorrer:
• câimbras,
• hipotensão arterial e outros sintomas que
devem ser imediatamente comunicados aos
médicos.
• Pode-se ou não fazer uso de anticoagulantes,
durante a hemodiálise, conforme as
condições clínicas dos pacientes o permitam
ou exijam, com a finalidade de evitar a
coagulação sanguínea.
Diálise Peritonial


Através da colocação de um cateter flexível no abdômen, é
feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na
cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho
de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele
será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue.
Após um período de permanência do banho de diálise na
cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias
tóxicas, e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão
de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma
forma contínua, e é conhecido por CAPD, sigla em inglês
que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua.
Este mesmo tipo de tratamento pode ser feito por uma
máquina chamada cicladora, onde a infusão e drenagem
do líquido é feito automaticamente pela máquina,
durante o período da noite
Rins policísticos
uma doença caracterizada pelo crescimento de múltiplos
cistos nos rins ao longo da vida.

Sua principal característica é a formação de inúmeras


dilatações semelhantes a bolhas de diferentes tamanhos,
em alguma parte do néfron (ou nefrônio), a unidade
funcional dos rins encarregada de filtrar o sangue e
eliminar a urina.

A doença policística renal tem origem genética. É uma


doença autossômica dominante, ou seja, se um dos seus
pais tem rins policísticos, a sua chance de ter os genes
defeituosos também é de 50%.
Sintomas
Na grande maioria dos casos, no início, os cistos são
assintomáticos. Com a evolução do quadro, porém, as
queixas mais frequentes são:

 Dor nas costas,


 Cansaço,
 Edema (inchaço),
 Náusea,
 Hematúria, sangue na urina
 Infecções Urinárias,
 Cálculo Renal.
 Hipertensão Arterial.
Tratamento

• Ainda não existe tratamento específico para curar a


doença renal policística, mas estão em estudo várias
drogas para inibir a evolução. Por enquanto, as
atenções estão voltadas para alivio dos sintomas e
controle das comorbidades e complicações. A pior delas
é a insuficiência renal crônica que, muitas vezes, só é
diagnosticada, quando os cistos praticamente
destruíram todo o tecido renal sadio.
Pacientes com insuficiência renal crônica e progressiva
precisam recorrer à hemodiálise enquanto aguardam
receber um rim saudável para transplante.
Transplante
Renal
 O transplante é a substituição dos rins doentes por um rim
saudável de um doador. É o método mais efetivo e de
menor custo para a reabilitação de um paciente com
insuficiência renal crônica terminal.

A técnica cirúrgica e os cuidados do transplante renal foram


bem estabelecidos como tratamento adequado para a
insuficiência crônica renal a partir de 1965.

Aproximadamente 35.000 pacientes com insuficiência renal


crônica estão em tratamento pela diálise. Destes, somente
três mil conseguem ser transplantados anualmente.
Quem pode fazer o Transplante
Todo o paciente renal crônico pode se submeter a um
transplante desde que apresente algumas condições
clínicas como: suportar uma cirurgia, com duração de
4 a 6 horas; não ter lesões em outros órgãos que
impeçam o transplante, como cirrose, câncer ou
acidentes vasculares; não ter infecção ou focos ativos
na urina, nos dentes, tuberculose ou fungos; e não ter
problemas imunológicos adquiridos por muitas
transfusões ou várias gestações.
Quem pode doar um rim
Podem doar rim pessoas vivas e pessoas em
morte cerebral.
 O doador vivo pode ser da família (pai, mãe,
irmão, filhos), ou de outra pessoa relacionada
com o receptor.
Todos os doadores vivos devem estar em plena
consciência do ato que estão praticando.
Após serem examinados clínica e
laboratorialmente e se não apresentarem
nenhuma contraindicação podem doar o rim.
Algumas vezes são realizados transplantes com doador
vivo não relacionado, exemplo esposa (o). Nesses casos
a investigação realizada é muito maior e deve haver
algum grau de compatibilidade dos tecidos para não
haver rejeição.

É muito importante em todo o transplante, seja de


doador vivo ou não que o sangue e os tecidos sejam
compatíveis. Essa semelhança evita que o sistema de
defesa imunológica do receptor estranhe o novo rim e o
rejeite. Para isso, são feitos exames da tipagem
sanguínea (ABO) e dos antígenos dos glóbulos brancos
(HLA). O HLA é um exame igual ao de paternidade e/ou
maternidade.
Cuidados com o paciente transplantado:

Após a cirurgia, iniciam-se os cuidados médicos que vão


durar para toda a vida do transplantado. Exames clínicos
e laboratoriais são feitos diariamente durante os
primeiros 15 a 20 dias para diagnosticar e prevenir as
rejeições.

Após a alta, o transplantado faz exames clínicos e


laboratoriais semanalmente, por 30 dias, depois duas
vezes por mês. Os três primeiros meses são os mais
difíceis e perigosos, porque é o período no qual ocorre o
maior número (75%) de rejeições e complicações
infecciosas.
A partir do terceiro mês, iniciam-se os
exames mensais durante 6 meses. E o
controle vai se espaçando conforme a
evolução clínica e o estado do rim.

Nunca, sob hipótese alguma, o paciente pode


interromper ou modificar a medicação, ou
deixar de fazer os exames indicados. É uma
obrigação para o resto da vida. Uma falha
pode ser fatal. A crise de rejeição pode
ocorrer a qualquer momento, mesmo após
muitos anos de um transplante bem sucedido.
Depoimento de
um
Transplantado
Minha doença começou no ano de 2004. Por
volta do mês de março e foi aumentando
gradativamente e no em junho estive internado
varias vezes no hospital sem saber o diagnostico.
Sentia vários sintomas; inchaço, insônia, falta de
apetite, coceira por todo o corpo;
O inchaço era devido a não eliminação de
líquidos ; a insônia era por causa de substancia
acumulada no corpo; a falta de apetita era o
efeito das altas taxas de substancia que fazia
com que o organismo rejeitasse os alimentos, até
a água se tornava difícil de beber; a coceira por
causa da concentração de fosforo no sangue .
No mês seguinte depois de mais internações , no dia 18
foi diagnosticado o problema renal. Fui transferido
para Nova Prata aonde fui atendido pelo Dr. Charles,
nefrologista da clinica de hemodiálise. No mesmo dia
fui levado ao bloco cirúrgico colocação de um cateter.
A noite foi de muita luta, pois houve muito
sangramento devido a alta concentração de agua no
sangue, já havia perdido sangue pelo nariz e ouvidos.
Na mesma noite o Dr. Foi franco comigo, - você amanha
vai para à maquina , se aguentar às primeiras horas
sairá vivo, se não morrerá nela.
Às 6 da manhã fui para a minha primeira sessão de
hemodiálise; passei!
No exame de raio x constatou que estava com água nos pulmões, voltei ao bloca
para colocar um dreno, foram oito dias internados. Voltei para casa com a missão de
voltar três vezes por semana durante um ano, lutando dia sim dia não pela vida.
Depois de seis meses comecei a fazer exames para a realização de um transplante.
Em junho de2005 fiz os últimos exames para a marcação do transplante.

No dia 1° de agosto fiz minha última sessão de hemodiálise. No dia 2 no hospital da


Santa Casa de Misericórdia foi realizado o transplante, foram quatro horas de
cirurgia, o doador foi meu pai, que tinha me dado a vida pela segunda vez.
Foram dezoito dias internados para depois sair do hospital. Três meses depois tive
minha primeira complicação, foi uma glanciclovir, um vírus que se manifesta com a
imunidade baixa devido ao imunossupressores, foram vinte e um dia de medicação.
Depois de quatro anos tive complicações menores, mas não menos grave.
Neste mês estuo mais uma vez lutando pelo meu rim, por causa da creatinina que
chegou a 3.6, mas dessa vez vou conseguir dar a volta.

FICA A DICA: BEBAM MUITA ÁGUA E USEM POUCA POTÁCIO ( SAL).

Valdir Ribeiro
Bibliografia
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link] (Fundação pró-rim)
[Link]
[Link]
[Link],com

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