AVALIÇÃO DA CAPACIDADE
FUNCIONAL EM IDOSOS DE UMA
INSTITUIÇÃO DE LONGA
PERMANÊNCIA EM SOBRADINHO-
DF
Emmely Rose Benvindo Barros
Orientadora: Profa. Ms Flávia Ladeira
Curso de Fisioterapia – FACES
Brasília
2010
INTRODUÇÃO
O envelhecimento populacional no
Brasil
População de idosos apresentam
múltiplas comorbidades
Processo evolutivo de
degeneração, tem-se necessidade
de apoio
Cuidado integral
RAMOS, 1997
LARTELLI, 2007
CONVERSO,LARTELLI,2007
VIEIRA,BRANDÃO,1995
Testes para a análise da capacidade
funcional
Obesidade, baixo peso e alteração na
distribuição da gordura corporal
Quedas, problema de saúde pública em
idosos
Principais fatores de risco para quedas
BARBOSA et al, 2007
REZENDE, RASSI, VIANA,2008
PERRACINI,RAMOS,2002
Desequilíbrio, outro fator que
limita a vida do idosos
Diagnóstico baseado na avaliação
clínica
RUWER,ROSSI,SIMON, 2005
RICCI,KUBOTA,CORDEIRO,2005
Avaliação da capacidade
funcional
Essencial para melhor tipo de
intervenção e monitoração do estado
clínico- funcional
É medida por meio de instrumentos
padronizados
1963, Índex de independência nas
atividades de vida diária
RICCI, KUBOTA,CORDEIRO,2005
LINO et al.,2008
DUARTE,ANDRADE,LEBRÃO2007
OBJETIVO
O objetivo deste estudo foi
avaliar através do índice de katz
a capacidade funcional em idosos
institucionalizados afim de
quantificar o défict funcional nas
AVD’S.
MÉTODOS
Amostra: 49 idosos
Critérios
de inclusão: idade igual ou
superior a 60 anos
Coletade dados: índice de Katz
modificado por Likert baseado nos
estudos de Miranda(2010)
Tratamento estatístico: realizou-se uma
tabulação com auxílio do softaware Exel
2007 e do SPSS para uma análise
descritiva das variáveis
RESULTADOS
A amostra composta por 49 idosos
25 do sexo feminino ( 51%)
24 do sexo masculino (49%)
Idademédia de 79,45 anos e DP
de +ou- 8,9
Entre os participantes 27 são
solteiros (55,10%)
9 casados (18,37%)
5 divorciados (10,20%)
4 sem resposta (8,16%)
Na hora do banho
Vestir-se
Transferência
Micção
Evacuação
Alimentação
Discussão
Dependência parcial: a hora do
banho demonstrou maior nível
com 46,94%, seguido por
controle esfincteriano em relação
a evacuação e vestir-se
O menor índice foi para controle
esfincteriano em relação a
micção com 2,04% seguido por
alimentação com 6,12%
Dependência total: maior índice
para o controle esfincteriano
( micção) com 57,14% os outros
índices na hora do banho (30,61%) ,
vestir-se e transferência ambos
com 28,57% também apresentaram
alto grau de dependência. Os
índices mais baixos são para o uso
do banheiro(18,37% )e a
alimentação (14,29%)
Independência: alimentação
maior índice(79,59%)
O mais baixo índice de
independência foi para o banho
com 22,45%
AVD BANHAR-SE
Apresenta o maior índice para
dependência parcial com 46,94%
Padilha et al(2007) é destacado
como de maior dependência com
22%
Pelegrinet al(2008) 58,3% eram
independentes, 15,2% necessitavam
de ajuda 26,3% eram dependentes
AVD VESTIR-SE
O maior índice aponta para
dependência parcial com 36,73%
Pelegrin et al (2008) 61,1% eram
independentes 13,8%
necessitavam de ajuda e 25% eram
dependentes
padilha et al (2007) o índice foi de
20%
USO DO BANHEIRO
42,86% para a a variável
dependência parcial
Pelegrinet al (2008) 63,8% eram
independentes, 13,8% necessitava
de ajuda humana ou material 22,2%
eram dependentes
Padilha et al (2007) o índice foi de
18%
CONTROLE
ESFINCTERIANO
Para evacuação obteve-se o maior
índice de independência com 40,82%
para micção dependência total com
57,14%
Pelegrinet al (2008) 61,1% eram
independentes , 23,6% necessitava
de ajuda e 15,2% eram dependentes
Padilhaet al (2007) os resultados
foram de 21%
ALIMENTAÇÃO
Altonível de independência com
79,59%
Pelegrin et al (2008) corroboram
Padilhaet al (2007) os resultados
foram de 14%
TRANSFERÊNCIA
Para transferência o índice
aponta para 40,90% de
independência
Padilha et al (2007) o resultado
foi de 12%
CONCLUSÃO
Mulheres fisicamente mais
dependentes
Análise geral observou-se
predomínio de idosos
dependentes
Necessidade de profissionais da
área de saúde
Obrigada!!!