Relevo
Brasileiro
Prof. Adriano Makux de Paula
O que é relevo?
-O relevo é c a ra c te ri z a d o p e lo c o n ju n to d a s
diferença s d e n ív e l d a s u p e rf íc ie d a c ro s ta
terrestre, result a n te s d e m u d a n ç a s q u e e m
ro c e s s o s q u e d u ra m m il h õ e s
geral, ocorrem em p
d e a n o s. P o rt a n to , re le v o é o c o n ju n to d e
formação rocho s a d a s u p e rf íc ie d o p la n e ta .
aS
CARACTERÍSTICAS
DO Relevo
-O relevo brasileir
além de apresentar b
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brasileiro
encontra
entro da pla ca tec tô n ica S u l-a m e ri ca n a, q u e
no c
s e n ã o te m v u lcõ es ativ o s.
sofre poucos terremoto
Ele pode ser div id id o em d u as u n ida d e s :
Escudos cristalinos
bacias sedimentares
aS
CARACTERÍSTICAS
DO Relevo
brasileiro
-ESCUDOS CRIS
de escudos cris
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m u ito a n ti g o s. N ess es loc ais, é
formando planaltos
ar co n ce n tr aç õ e s d e m in era is co m
possível encontr
valor comercial.
O que são escudos
cristalinos?
O que são escudos
cristalinos?
-São constituídos d e ro c h a s c ri s ta li n a s ta n to
q u a n to m a g m á ti c a s e c o m a lt a
metamórficas
resistência à e ro s ã o e a o in te m p e ri s m o . E m
a id a d e d a s ro c h a s é s u p e ri o r a
todos os escudos
a n o s c h e g a n d o m e s m o a o s 3
570 milhões de
bilhões e meio de anos.
aS
CARACTERÍSTICAS
DO Relevo
-BACIAS SEDIMENT AR E S , q u e e s tã o a s so c iad as à
brasileiro
presenç a d e
todo o territó
gra
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rn ec era m se d im en to s p ara a
desgastados que fo
formação delas. No
po d em o s e n co n tr ar p etró leo
subsolo dessas áreas,
ou carvão mineral.
O que é bacía
sedimentar?
-As bacias sedim e n ta re s s ã o d e p re s s õ e s d a
s e n te s n o re le v o fo rm a d a s
superfície terrestre pre
por abatim e n to s d a li to s fe ra , n a s q u a is s e
depositam ou de p o s it a ra m s e d im e n to s e , e m
alguns c a s o s , m a te ri a is v u lc â n ic o s
aS
CARACTERÍSTICAS
DO Relevo
-ÁREAS DE TERR E N O S V U L C Â N IC O S : Ap esar
brasileiro
d e n ã
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v a q u e o co rre ra m en tr e 2 0 0 e
derramamentos de la
100 milhões de ano s atr ás , c au s an d o g ra n d e
a p orç ã o su l e e m p arte do
instabilidade geológica n
Sudeste do Brasil.
As formas do relevo
brasileiro segundo Jurandyr Ross p o r so fr er in te n so s p ro ce ss o s d e
OS PLANALTOS, que se caracterizam
a rr e d o n do e p o ss u i m a is d e 3 0 0 m e tros
desgaste (erosão), seu formato é
p o de n do ch e ga r a m ai s d e 2 9 0 0 ;
de altitude,
r re ce b er o s se d im e n to s vi n d o s d e
AS PLANÍCIES, que se caracterizam po
a lt o s, é u m a su p e rf íc ie re la ti va m en te
áreas mais elevadas, como os plan
re ta co m at é 2 0 0 m e tro s de a lt it ud e ;
a ix a s do te rren o e m re la çã o à s
AS DEPRESSÕES, que são áreas mais b
e xi st e m e m lo ca is e sp a lh a d o s p o r
demais que as cercam. Esses relevos
todo o território.
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
Quando: 1940
Critério: Altimetria
8 Unidades de Relevo: Planalto das Guianas, Planície
Amazônica, Planalto Central, Planície do Pantanal,
Planalto Atlântico, Planície Costeira, Planalto Meridional e
a Planície de Pampa.
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
[Link]
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
Quando: 1960
Critério: geomorfológico, processos de erosão e
sedimentação.
10 Unidades de Relevo: Planalto das Guianas, Planície e
Terras Baixas Amazônicas, Planalto Central, Planalto do
Maranhão-Piauí, Planalto Nordestino, Planície do
Pantanal, Serras e Planaltos do Leste e Sudeste, Planícies
de Terras Baixas Costeiras, Planalto Meridional e
Planalto Uruguaio Sul-Rio-Grandense.
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
[Link]
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Brasil+relevo+Classifica
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CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
[Link]
CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO
Quando: 1990
Critério: morfoclimáticos, morfoestrutural e morfoescultural.
28 Unidades de Relevo
Continua na próxima página
Principais planaltos
PLANALTOS E SERRAS DO ATLÂNTICO LESTE E
SUDESTE: estão localizadas importantes regiões
serranas do Brasil, como as serras do Espinhaço (nos
estados da Bahia e de Minas Gerais), da Mantiqueira
(nos estados de São Paulo, de Minas Gerais e do Rio
do Janeiro) e do Mar (em uma extensão que vai do
estado de Santa Catarina ao do Rio de Janeiro).
Nessas áreas, aglomera-se uma parte expressiva da
população brasileira
Principais planaltos
Planaltos e chapadas Parnaíba e Planaltos e
chapadas da Bacia do Paraná ocupam
boa parte do interior brasileiro, tendo grande
relevância por serem os locais de nascente de alguns
dos maiores rios brasileiros e por corresponderem a
locais que se destacam pelo elevado índice de
produção agropecuária.
Principais planaltos
PLANALTOS RESIDUAIS NORTE-AMAZÔNICOS; situada
sobre o maciço cristalino
das Guianas, é onde se encontram os picos mais
elevados do relevo brasileiro. Na fronteira do Brasil
com a Venezuela, em
Roraima, estão o Pico da Neblina (2 994 m, ponto
culminante do relevo brasileiro) e o Pico 31 de Março
(2 973 m), o segundo
mais alto).
Principais Principais
planícies
A mais extensa planície brasileira é a do Rio
Amazonas. Situa-se na porção central da imensa
bacia sedimentar formada pelo maior rio do mundo,
uma região que tem caráter estratégico pela
cobertura vegetal da floresta amazônica, a qual,
nessa
região, desenvolve-se em ambientes que,
periodicamente, ficam alagados pelas cheias do rio.
Principais Principais
planícies
PLANÍCIE DO PANTANAL MATO-GROSSENSE. Drenada
pelo Rio Paraguai, também sofre alagamentos
naturais periódicos, contribuindo para o surgimento
de uma paisagem marcada pela presença de
inúmeros lagos temporários onde se desenvolve uma
biodiversidade abundante e peculiar adaptada
àquelas condições.
FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO
❖ Depressões: áreas mais rebaixadas em relação ao
entorno, devido aos processos de desgaste. Áreas
relativamente planas, com suaves desníveis.
⮚ No Brasil as depressões são todas relativas, acima do
nível do mar.
⮚ As Depressões Sertaneja e do São Francisco,
a Periférica Sul-Rio-Grandense ultrapassam os
200m de altitude.
⮚ Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia
do Paraná é a que alcança as maiores altitudes.
FORMAS DO RELEVO BRASILEIRO
Depressão Periférica da Borda Leste da Bacia do Paraná
[Link]
Principais Principais DEPRESSÕES unidade
Depressão sertaneja e do São Francisco
A unidade Depressão sertaneja e do São Francisco
abrange uma grande porção da região Nordeste.
Nessa área, encontra-se boa parte do Vale do Rio
São Francisco que, pelo papel desempenhado na
ocupação do país, é chamado de “rio da integração
nacional”. As diversas regiões de corredeiras e
quedas-d’água do São Francisco foram utilizadas
para a construção de várias usinas hidrelétricas.
Principais Principais DEPRESSÕES unidade
Depressão marginal sul-amazônica,
ocidental e norte-amazônica
a marginal sul-amazônica, que abriga a porção da
floresta amazônica que, nos dias atuais, é a mais
ameaçada pelo desmatamento, devido, principalmente,
à expansão da pecuária na região. As demais
depressões da região amazônica, a Depressão da
Amazônia ocidental e a Depressão marginal norte-
amazônica, situam-se em áreas mais distantes das
fronteiras agropecuárias nacionais, estando em
territórios menos transformados pela ação antrópica.
Os impactos produzidos pela
Prof. Adriano Makux de Paula
ocupação humana nas
unidades de relevo
ocupação irregular de encostas no Brasil,
• O Brasil, tem uma questão que o assola a muito
tempo, a ocupação irregular de encostas. Como grande
parte da população reside em áreas próximas as
planaltos, em especial o Atlântico Leste-Sudeste, parte
significativa da população vive sobre o risco
de deslizamento de terra ou corridas de terra.
• O Brasil é considerado muito suscetível aos
movimentos de massa devido às condições climáticas
marcadas por verões de chuvas intensas em regiões
de grandes maciços montanhosos
Desmatamento, erosão, lixiviação ,
• Ocupação humana, em especial a atividade da
agropecuária, tem causado intensos processos de
desmatamento, principalmente nas regiões
amazônicas e no cerrado;
• Além da perca da biodiversidade o desmatamento
causa problemas como erosão do solo, assoreamento e
lixiviação.
• Erosão: é o processo de desgaste, transporte e sedimentação
do solo, dos subsolos e das rochas como efeito da ação dos
agentes erosivos, tais como a água, os ventos e os seres
vivos.
Desmatamento, erosão, lixiviação ,
• Lixiviação: No caso da lixiviação, quando há ocorrência
de chuva, a água penetra nos solos, intensificando o
processo erosivo, e age como se fosse uma “lavagem”
desse solo, que se encontra sem proteção. Com isso, a
água carrega os minerais solúveis para as camadas
mais inferiores do solo, que não são utilizadas pelos
seres humanos. Esse processo de lixiviação contribui
para a redução da fertilidade do solo.
Desmatamento, erosão, lixiviação ,
• Assoreamento: acúmulo de materiais do solo e das
rochas, desprendidos por erosões e levados até rios e
lagos por ação da chuva e dos ventos.
• Voçoroca, boçoroca, ou buracão é um fenômeno geológico
que consiste na formação de grandes buracos de erosão
causados pela água da chuva e intempéries em solos onde a
vegetação não protege mais o solo, que fica cascalhento e
suscetível de carregamento por enxurradas
Erosão
Lixiviação
Assoreamento
Voçoroca