Gestão da Qualidade em Saúde: Princípios e Evolução
Gestão da Qualidade em Saúde: Princípios e Evolução
Gilvane Lolato
JORNADA ACADÊMICA
JORNADA PROFISSIONAL
Lolato
Pauta
A história do Sistema De Gestão da Qualidade
História da Qualidade
Alta confiabilidade
História da Qualidade em saúde
Evolução do Conceito da
ÉPOCA
Qualidade
EVENTOS MARCANTES
CARACTERÍSTICAS DA GESTÃO DA
QUALIDADE
▣ Guerra da secessão (EUA) ▣ Padronização
1860-1865
▣ fabricação de fuzis e equipamentos ▣ Intercambialidade de componentes
militares
▣ Padronização/controle metrológico
▣ Início da produção em massa ▣ Intercambialidade de peças e
1908 componentes
▣ Linhas de montagem fixa e móvel (FORD)
INSPEÇÃO FINAL
▣ Cartas de controle de média e amplitude
Qualidade
▣ Desenvolvimento de técnicas e
“ferramentas” operacionais
Estabelecimento
de objetivos,
Mensuração da educação e
Inspeção, Aplicação de
Papel dos qualidade, treinamento,
classificação, métodos estatísticos
Profissionais da planejamento da trabalho consultivo
contagem e na solução de
Qualidade qualidade, projeto de com outros
avaliação problemas
programas departamentos e
delineamento de
programas
Conceit
o
43
%
Fonte: Avedis
Donabedian
Dimensões da
Qualidade
QUALIDA
DE
Atenção
Seguranç Efetivida centrada Oportunida Eficiênci Equidad
a de no de a e
paciente
Fonte:
IOM
Reflex
ão
DIMENSÕES QUESTÕES Cite uma prática
• Importância:
Melhoria da Satisfação do Paciente
Melhoria dos Desfechos Clínicos
Segurança do Paciente
• Aplicação Prática:
Comunicação Eficaz
Participação Ativa do Paciente
Ambiente de Cuidado Humanizado
• Definição:
A liderança em qualidade envolve a capacidade dos líderes de inspirar e guiar a organização na
implementação e manutenção de práticas de qualidade.
Princípio: • Importância:
Direcionamento Estratégico
• Aplicação Prática:
Participação em Decisões
Feedback e Comunicação
Treinamento e Capacitação
Princípio:
Abordagem por Processos
• Definição:
A abordagem por processos envolve a gestão e a melhoria dos processos organizacionais de forma sistemática e
estruturada.
• Importância:
Clareza e Consistência
Identificação de Melhoria
Otimização de Recursos
• Aplicação Prática:
Mapeamento de Processos
Análise de Processos
Ciclo PDCA
Fundamento:
Planejamento da
Qualidade
• Definição:
Planejamento da qualidade envolve a definição dos objetivos
de qualidade e a especificação dos processos operacionais e
dos recursos necessários para atingir esses objetivos.
• Importância:
Definição Clara de Metas
Alocação de Recursos
Prevenção de Problemas
• Aplicação Prática:
Identificação de Necessidades
Definição de Objetivos e Metas
Desenvolvimento de Planos de Ação
Fundamento:
Controle da
Qualidade
• Definição:
Controle da qualidade é o processo de monitoramento e
medição de vários aspectos dos serviços ou produtos
para garantir que eles atendam aos padrões de
qualidade estabelecidos.
• Importância:
Conformidade com os Padrões
Detecção de Erros
Melhoria da Eficiência
• Aplicação Prática:
Inspeções e Testes
Monitoramento Contínuo
Ações Corretivas
Fundamento: Garantia da
Qualidade
• Definição:
Garantia da qualidade é um conjunto de atividades planejadas e sistemáticas implementadas dentro do sistema de
qualidade para proporcionar confiança de que um produto ou serviço atenderá aos requisitos de qualidade.
• Importância:
Confiança do Cliente
Prevenção de Defeitos
Conformidade Regulatória
• Aplicação Prática:
Desenvolvimento de Procedimentos
Auditorias Internas
Revisões e Melhorias
• Definição:
Melhoria contínua é o processo de continuamente buscar formas de melhorar os produtos, serviços e processos.
• Importância:
Inovação e Competitividade
Fundamento:
Satisfação do Cliente
Eficiência Organizacional
• Aplicação Prática:
Melhoria Contínua
Ciclo PDCA
Feedback do Cliente
Capacitação e Treinamento
Implementação de um
Sistema de Gestão da
Qualidade com foco na
Acreditação
Diagnóstico Inicial
• Definição:
O diagnóstico inicial é o primeiro passo para implementar um sistema de gestão da qualidade. Envolve a avaliação
detalhada do estado atual dos processos, identificação de problemas, pontos fortes e áreas de melhoria.
• Objetivos:
Compreender o desempenho atual e a conformidade com os padrões de qualidade.
Identificar lacunas e áreas que necessitam de melhorias.
Estabelecer uma base para medir o progresso e os impactos das mudanças.
• Etapas:
Coleta de Dados
Análise de Dados
Mapeamento de Processos
Avaliação de Conformidade
Planejamento Estratégico
• Definição:
O planejamento estratégico é o processo de definir objetivos de longo prazo e desenvolver planos para alcançar
esses objetivos, considerando os recursos disponíveis e as restrições organizacionais.
• Objetivos:
Definir uma visão clara e objetivos de qualidade.
Alinhar os esforços de melhoria com a missão e os valores da organização.
Priorizar iniciativas de melhoria e alocar recursos de forma eficaz.
• Etapas:
Definição de Objetivos
Desenvolvimento de Estratégias
Alocação de Recursos
Elaboração de Planos de Ação
Treinamento e Capacitação
• Definição:
O treinamento e a capacitação são essenciais para assegurar que todos os colaboradores tenham as habilidades e
conhecimentos necessários para implementar e manter os padrões de qualidade.
• Objetivos:
Desenvolver as competências necessárias para a implementação eficaz de melhorias.
Garantir a compreensão e adesão aos novos processos e procedimentos.
Promover uma cultura de qualidade e melhoria contínua.
• Etapas:
Identificação de Necessidades
Desenvolvimento de Programas de Treinamento
Implementação do Treinamento
Avaliação do Treinamento
Envolvimento da Equipe
• Definição:
O envolvimento da equipe é crucial para o sucesso de qualquer mudança organizacional. Envolve engajar todos os
níveis da organização no processo de mudança, garantindo que todos compreendam e apoiem as iniciativas de
melhoria.
• Objetivos:
Promover a aceitação e o apoio às mudanças.
Utilizar o conhecimento e as ideias dos colaboradores para melhorar os processos.
Reduzir a resistência às mudanças e aumentar o comprometimento.
• Etapas:
Comunicação Transparente
Participação Ativa
Reconhecimento e Incentivo
Suporte Contínuo
Comunicação Eficaz
• Definição:
A comunicação eficaz é fundamental para o sucesso da gestão de mudanças. Envolve a troca clara, consistente e
transparente de informações entre todos os envolvidos no processo de mudança.
• Objetivos:
Garantir que todos os colaboradores estejam informados sobre as mudanças.
Facilitar a compreensão e a adesão aos novos processos.
Reduzir incertezas e mal-entendidos.
• Etapas:
Desenvolvimento de um Plano de Comunicação
Utilização de Múltiplos Canais
Feedback Contínuo
Mensagens Claras e Consistentes
Superação de Resistências
• Definição:
A superação de resistências é o processo de identificar, compreender e abordar as objeções e preocupações dos
colaboradores em relação às mudanças organizacionais.
• Objetivos:
Minimizar a resistência e aumentar a aceitação das mudanças.
Abordar preocupações e medos de forma construtiva.
Garantir uma transição suave e eficaz para os novos processos.
• Etapas:
Identificação de Resistências
Compreensão das Causas
Abordagem das Preocupações
Incentivo à Participação
Diretrizes
Estratégicas para
a Política Nacional
da Qualidade
• Baseado nas Diretrizes da
Organização Mundial da Saúde (OMS)
Cobertura
universal de saúde
significa que todas
as pessoas e
comunidades
podem utilizar
medidas
promocionais,
preventivas,
serviços de
saúde curativos,
de reabilitação e
paliativos de que • Fonte: Handbook for national quality policy and
necessitam, de strategy: a practical approach for developing
qualidade policy and strategy to improve quality of care
ISBN 978-92-4-156556-1 © World Health
suficiente para Organization 2018
serem eficazes.
Política e
Estratégia
Nacional de
Qualidade
(NQPS)
• Handbook for
national quality
policy and strategy:
a practical approach
for developing policy
and strategy to
improve quality of
care ISBN 978-92-4-
156556-1 © World
Health Organization
2018
Visão e
Estratégia de
Qualidade
• Descrição:
Uma visão clara e uma
estratégia abrangente são
fundamentais para guiar os
esforços de qualidade em
todo o sistema de saúde.
• Componentes:
Declaração de Visão
Objetivos Estratégicos
Plano de Ação
Liderança
e
Governanç
a
• Descrição:
Uma liderança forte e um
sistema de governança
eficaz são essenciais
para implementar e
sustentar iniciativas de
qualidade.
• Componentes:
Compromisso Político
Estrutura de Governança
Responsabilidade e
Transparência
Atividade
Tarefas
Avaliação Externa na tomada de decisão
Avaliação Externa na tomada de decisão
A gestão de serviços de saúde é uma prática administrativa complexa em função da
amplitude desse campo e da necessidade de conciliar interesses individuais,
corporativos e coletivos nem sempre convergentes.
Nesse contexto, a avaliação necessita ter características particulares para poder cumprir
com o seu papel.
Utilidade, oportunidade, factibilidade, confiabilidade, objetividade e direcionalidade
constituem o conjunto de princípios que deve ancorar essa avaliação.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
Utilidade. A avaliação para a gestão de serviços de saúde tem como fundamento central
a sua utilidade no funcionamento dos serviços de saúde. Ela tem que subsidiar tomadas
de decisão que tragam soluções aos problemas dos serviços que estão impedindo atingir
os objetivos fixados ou que estão dificultando a obtenção de um maior impacto na saúde
da população.
Oportunidade. A avaliação tem que ser feita em tempo para que os seus resultados
possam ser utilizados na tomada de decisão, ou seja, o prazo para a sua execução vai ser
o tempo existente entre a demanda da avaliação e o momento da tomada de decisão.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
Factibilidade. A avaliação tem que ser não somente viável em termos técnicos,
econômicos e políticos, mas também tem que ter a capacidade de produzir os efeitos
esperados das decisões tomadas, ou seja, tem que ser pragmática em termos de fazer
escolhas viáveis e sobre as quais tenha governabilidade.
Confiabilidade. Como um processo que visa subsidiar tanto a tomada de decisão como a
sua implementação, a avaliação tem que ser revestida de racionalidade, coerência e
consistência a fim de que ela possa ser considerada válida e aceita por todos aqueles
que estão envolvidos na decisão e na sua execução.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
Objetividade. Considerando a existência de limites para a sua realização, a avaliação
para a gestão deve buscar o melhor conhecimento e o maior aprofundamento possível
dentro do tempo e dos recursos disponíveis. Isso significa que, nessas condições, a
obtenção da maior contribuição possível para a tomada de decisão é mais importante
que a busca de uma maior validade da avaliação.
Direcionalidade. A avaliação para a gestão de serviços de saúde tem que conduzir, em
todos os espaços possíveis, as escolhas na direção da resolução dos problemas que
deram origem ao processo avaliativo, da satisfação das necessidades da população e da
implementação das políticas do setor.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
Uma avaliação que conduza a decisões que garantam não somente a sua eficiência e
eficácia, mas também a sua implementação.
O processo avaliativo deve buscar que as decisões tomadas levem em consideração as
necessidades de saúde da população, as metas definidas pelos serviços e que envolvam
todos os interessados de forma a tornar viável a implementação das decisões tomadas.
A avaliação constitui um instrumento essencial de apoio à gestão pela sua capacidade
de melhorar a qualidade da tomada de decisão.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
Um obstáculo é que a sua implementação requer recursos e tempo, o que dificulta a
sua utilização para problemas que necessitem de soluções imediatas.
A capacidade da avaliação de contribuir para o aperfeiçoamento do processo de decisão
na saúde se confronta com a complexidade do campo, caracterizado pelos múltiplos
fatores que condicionam a saúde e a doença.
A avaliação externa precisa subsidiar a tomada de decisão. O papel da avaliação no
processo de gestão é o de fornecer elementos de conhecimento que subsidiem a
tomada de decisão, propiciando o aumento da eficiência, eficácia e efetividade das
atividades desenvolvidas pelo serviço ou pela organização.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
A tomada de decisão na gestão em saúde é complexa e permeada de subjetividade. Há
momentos em que faltam conhecimentos para a tomada de decisões, outros em que há
conhecimentos suficientes, mas as decisões são adiadas e, ainda, existem aqueles em
que as decisões são necessárias mesmo diante de escassas evidências.
A avaliação externa deve ser compreendida como um instrumento ou ferramenta da
gestão para enfrentar e resolver um problema do serviço ou do programa de saúde, ou
seja, tem por finalidade propiciar um processo de decisão oportuno no tempo, com
confiabilidade e abrangência de informações, segundo objetivos das distintas
audiências.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Avaliação Externa na tomada de decisão
A construção de um processo avaliativo onde todos aqueles que participam ou que
serão afetados pelas ações desencadeadas pela tomada e implementação da decisão,
tornem-se partícipes e interessados pelos resultados da avaliação.
A incorporação da lógica da avaliação no cotidiano de todos aqueles que têm o poder de
decidir e de implementar ações será condição essencial para a institucionalização da
avaliação na gestão dos serviços de saúde.
Fonte: TANAKA, Oswaldo Yoshimi; TAMAKI, Edson Mamoru. O papel da avaliação para a tomada de decisão na gestão de serviços de saúde. Ciência & Saúde Coletiva,
Rio de Janeiro, v. 17, n. 4, p. 821-828, abr. 2012. Disponível em Scielo
Resultados positivos da Avaliação Externa
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Aprimoramento da gestão: estes modelos introduziram, de diferentes maneiras, a ideia
do planejamento estratégico como instrumento de gestão e, ao mesmo tempo, de
sobrevivência num contexto externo de grande dinamismo. A necessidade de instrumentos
mais precisos para a gestão, sobretudo de dados quantitativos, privilegia o uso de
indicadores para orientar a tomada de decisão.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Padronização dos processos: de modo geral, o uso destes modelos permite explicitar os
padrões esperados para processos considerados prioritários e/ou críticos e assim aos
poucos reduzir a variação de certos processos e das práticas clínicas e administrativas
relacionadas.
Treinamento do pessoal: o desenvolvimento ou aprimoramento de competências é
preocupação central de toda iniciativa da qualidade. Assim sendo, hospitais envolvidos com
estes modelos tendem a aumentar a oferta de cursos, levando em muitos casos ao
aumento do número de horas de treinamento por colaborador.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Trabalho em equipe: o bom funcionamento da equipe multiprofissional e interdisciplinar
em torno da assistência ao paciente é preocupação constante destes e, ao que parece,
permanece grande desafio e por vezes mesmo um sonho.
Cuidado focado no paciente: Muitas instituições estão hoje mais atentas às expectativas
e necessidades dos pacientes, ainda que tenham dificuldade em colocá-los no centro de
suas preocupações.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Motivação: num momento inicial, todos estes modelos podem motivar parte importante
dos trabalhadores, sobretudo quando a busca por melhoria da qualidade se faz de forma
voluntária e num ambiente agradável. A dificuldade é manter essa motivação depois da
avaliação externa e não são raros os casos de “traumatismo institucional” relacionados a
este tipo de experiência ou de “depressão pós acreditação.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Reconhecimento externo: é muitas vezes a razão inicial de se buscar um ou outro tipo de
avaliação externa. Demonstra esforço importante em ser reconhecido por especialistas.
Ainda que boa parte da população não saiba ao certo o que isto significa, muitos usuários
estão hoje atentos a “detalhes” que os auxiliem na escolha de um hospital e não de outro.
Algumas operadoras começaram, apenas recentemente, a reconhecer o esforço dos
estabelecimentos acreditados por meio de pagamento diferenciado.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Resultados positivos da Avaliação Externa
Alguns resultados positivos:
Mudança da cultura: quem participa deste tipo de iniciativa institucional bem conduzida,
não tem muita dificuldade para constatar que houve sim mudança no comportamento das
pessoas e que muitos processos foram modificados. No entanto, manter o mesmo ritmo,
uma vez terminada a primeira empreitada, é tarefa árdua.
Fonte: Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente?. Ciência saúde coletiva [Internet]. 2014Oct;19(Ciênc. saúde
coletiva, 2014 19(10)):4229–34. Available from: [Link]
Posicionamento OMS sobre a acreditação
Posicionamento OMS sobre a acreditação
Os programas de acreditação precisam estar alinhados as necessidades do cuidado em
saúde.
Todos os processos de acreditação devem melhorar a qualidade do atendimento aos
pacientes e à população em geral.
Abordagem centrada nas pessoas.
Deve ser dada a uma avaliação cuidadosa dos custos e de oportunidade em relação aos
benefícios potenciais da acreditação versus outras melhorias de qualidade dos processos.
Os responsáveis pelo financiamento da saúde precisam estar envolvidos na tomada de
decisões relacionadas com a acreditação.
Fonte: Health care accreditation and quality of care: exploring the role of accreditation and external evaluation of health care facilities and organizations. Geneva: World
Health Organization; 2022. Licence: CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Posicionamento OMS sobre a acreditação
Avaliar se a acreditação se enquadra no sistema de saúde mais amplo, garantindo a
integração de todos.
Qualquer avaliação externa ou programa de acreditação deve ou incorporar os
processos mais fundamentais ou garantir que estes sejam cumpridos de outra forma
antes de desenvolver intervenções.
A acreditação deve ser vista como uma intervenção para apoiar a melhoria contínua dos
processos.
Devem ser estabelecidos padrões que descrevam metas e passos de melhoria, e ciclos
de recredenciamento devem medir melhorias ao longo do tempo.
Fonte: Health care accreditation and quality of care: exploring the role of accreditation and external evaluation of health care facilities and organizations. Geneva: World
Health Organization; 2022. Licence: CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Posicionamento OMS sobre a acreditação
A acreditação deve envolver todas as partes interessadas.
Os programas de acreditação devem refletir a realidade local ou de onde os mesmos são
aplicáveis.
A acreditação deve ser um processo de apoio, não punitivo.
A saúde da força de trabalho deve ser apoiada durante todo o processo de avaliação
externa e mensurada.
Os modelos de acreditação podem querer se concentrar na atenção primária, na
experiência do usuário dos serviços de saúde, cuidado clínico, comunidade ou públicos,
serviços de saúde, ou resiliência das unidades de saúde.
Fonte: Health care accreditation and quality of care: exploring the role of accreditation and external evaluation of health care facilities and organizations. Geneva: World
Health Organization; 2022. Licence: CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Posicionamento OMS sobre a acreditação
O corpo global de pesquisa sobre avaliação externa ou acreditação é incompleto.
Notavelmente, faltam evidências sobre os impactos nos trabalhadores de saúde,
pacientes, público e comunidades e custo-benefício.
É necessário gerar mais aprendizado sistemático com as experiências dos países em
design, redesenho e implementação de programas de acreditação e suas ligações com a
qualidade do cuidado é vital.
A acreditação deve envolver todas as partes interessadas.
Fonte: Health care accreditation and quality of care: exploring the role of accreditation and external evaluation of health care facilities and organizations. Geneva: World
Health Organization; 2022. Licence: CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Esclarecendo o conceito de avaliação externa
ISQua
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Na área da saúde, a ideia da avaliação externa teve um início tranquilo quase 100 anos,
quando Ernest Codman, um pioneiro cirurgião americano vindo de Boston, Massachusetts,
teve a brilhante ideia de sugerir que médicos e hospitais acompanhassem os pacientes e
avaliassem se os resultados de seus tratamentos foram realizados. Esse “sistema de
resultados finais” garantiria a competência dos cirurgiões e permitiria que eles recebessem
feedback sobre o que funciona e o que não funciona. A parte triste da história é que a
ideia de Codman foi rejeitada por seu hospital e ele foi destituído de seus privilégios
clínicos. A explicação usual dada era que sua ideia era à frente de seu tempo.
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021. Jeffrey Braithwaite, PhD - Presidente, Sociedade Internacional de Qualidade em Cuidados de Saúde (ISQua) e Avaliação Externa ISQua
Associação (ISQua EEA).
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Os padrões de um programa de
avaliação externa podem estar
relacionados a um dos quatro
níveis de maturidade da
estrutura de gestão da
qualidade.
Evolução ao
longo do
tempo
Resultado
Alcançado
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
O quê? A complexa intervenção de avaliação externa
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
O quê? A complexa intervenção de avaliação externa: Consequências importantes da
complexidade
A avaliação externa é uma intervenção complexa, num sistema adaptativo complexo.
O efeito de um programa de avaliação externa resulta da interação entre o próprio programa e o
provedor.
O programa de avaliação externa pode expressar expectativas quanto às ações do provedor.
Não é possível generalizar a experiência de um programa em um ambiente para outro programa em
outro ambiente sem levar em consideração o contexto.
Os padrões geralmente são confundidos com um requisito de padronização, mas é importante entender que
> Embora alguma padronização seja útil, um sistema complexo não pode ser totalmente padronizado
(“capturado em um algoritmo ou conjunto de regras”).
Em um sistema complexo, a execução costuma ser mais adequada para a padronização do que para a
tomada de decisão.
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
O quê? A complexa intervenção de avaliação externa: O ciclo da avaliação
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
O quê? A complexa intervenção de avaliação externa: O ciclo da avaliação
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Esclarecendo o conceito de Avaliação Externa - ISQua
O quê? A complexa intervenção de avaliação externa: O ciclo da avaliação
qualidade.
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectivas para o futuro
Desafios e perspectiva para o futuro
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectiva para o futuro
Ao mesmo tempo, mudanças técnicas em rápido desenvolvimento oferecem soluções e
desafios extras.
Para fazer face a estes desafios, são identificadas três áreas-chave de resposta à
avaliação externa:
adaptação;
engajamento da equipe;
e avaliando a jornada do paciente por todo o sistema.
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectiva para o futuro
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectiva para o futuro
A avaliação precisa ser mais dependente do contexto, específica da região, com padrões
flexíveis e níveis variados de realização, dependendo do contexto.
Os profissionais de saúde estão intrinsecamente motivados para oferecer o melhor
cuidado possível aos seus pacientes.
Os padrões de avaliação externa devem, portanto, refletir itens que ajudarão a equipe a
prestar cuidados seguros e a buscar a melhoria contínua da qualidade.
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectiva para o futuro
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
Desafios e perspectiva para o futuro
Fonte: Clarifying the concept of external evaluation. Ellen Joan van Vliet, Jacqui Stewart e Carsten Engel. International Society for Quality in Health Care (ISQua). Dublin 2.
ISBN: 978-0-9955479-1-9. 2021.
O futuro da Acreditação
É necessário levar em consideração a humanidade, equidade e diversidade;
Os custos para a acreditação se tornaram grandes desafios nos últimos anos;
Foco no cuidado integrado e continuidade do cuidado;
Trabalho com colaboração e coprodução;
Paciente como centro do cuidado;
Engajamento da sociedade e diferentes partes interessadas;
Engajamento das mais diversas organizações;
Desenvolvimento do time de avaliadores;
Envolvimento e comprometimento dos órgãos governamentais e regulatórios;
Entrega de valor para as organizações de saúde.
O futuro da Acreditação
Acreditação em 2030
A transferência do conhecimento;
Mudança de comportamento;
É necessário que haja coerência da acreditação com as organizações e contexto local;
Trabalhar a barreira de não interferir na autonomia;
Melhoria contínua;
Conquista;
Mudança de cultura;
Propósito;
Ouvir as partes interessadas;
O paciente como centro do cuidado;
O olhar para os times de cuidado e as organizações.
Acreditação em 2030
Acreditação em 2030
Acreditação em 2030
Os programas de avaliação externa do futuro não devem ser concebidos com base em
dogmas sobre como devem ser os programas de avaliação externa, mas sim com base na
finalidade para a qual serão utilizados e no contexto em que são utilizados.
• Escolha um cenário
• Cada grupo deve identificar pontos de controle no processo
onde a qualidade pode ser medida e monitorada.
• Desenvolver um plano de inspeção e testes para garantir que
o processo está conforme os padrões de qualidade
estabelecidos.
• Planejar ações corretivas a serem tomadas em caso de
desvios dos padrões de qualidade.
Metodologia
de
acreditação
em saúde
Organizaç
ão
Nacional
de
Acreditaçã
o (ONA)
Informações e
Padrões de
Acreditação
• A Organização Nacional de
Acreditação (ONA) é responsável
pelo desenvolvimento e gestão
Posicionamento dos padrões de segurança e
qualidade em saúde no Brasil.
1998 1999 2000 2002 2012 2013 2014 2016 2018 2019 2020 2021 2022 2023
123
1.235
Organizações Acreditadas
17%
Crescimento por ano
3ª
Maior Certificadora do Mundo em termos de volume
4.500
Certificados emitidos
50.000
Pessoas capacitadas
6
19 36
11 4 6
7
1
0 13
12
3
84 56 09
9
27 149
55
468
21
80
58
42
57
Fonte: [Link]. Atualizado em 21/01/2024
Fonte: [Link], CNES, ONA, Qmentum, ACSA e JCI – atualizado em 21/01/2024
Fonte: [Link], CNES, ONA, Qmentum, ACSA e JCI – atualizado em 21/01/2024
• Níveis de Acreditação:
- Nível 1 (Acreditado): Certificação de que a
organização atende aos padrões
fundamentais de qualidade e segurança.
• Prazo de Validade:
- A acreditação da ONA é válida por dois anos
para os níveis 1 e 2. Já para o nível 3 são 3
anos.
- Durante este período, as organizações devem
manter a conformidade com os padrões e
podem ser submetidas a avaliações
intermediárias para garantir a continuidade
da qualidade.
Como Funciona a Acreditação ONA
• A ONA opera no Brasil, mas a
metodologia e os padrões podem
Países Onde se servir de referência para
organizações de saúde em outros
Aplica países da América Latina que
buscam melhorar a qualidade dos
seus serviços.
Total de • Atualmente, a ONA possui mais de
Organizações 1.300 de organizações de saúde
acreditadas no Brasil, incluindo
Acreditadas hospitais, clínicas, laboratórios e
outros tipos de instituições de
saúde.
Organizações que se Aplicam
• É reservado, as informações
coletadas em cada
Organização de saúde no
processo de avaliação não são
divulgadas.
As IACs são instituições de direito
privado, com ou sem fins
econômicos, credenciadas pela
ONA, responsáveis por realizar as
Escolha de avaliações e as acreditações das
uma IAC organizações, de acordo com os
procedimentos e metodologia
definidos nas Normas
Orientadoras e pelo Manual
Brasileiro de Acreditação (ONA).
Critérios de elegibilidade gerais
Auto Avaliação
• Os dados do cliente;
• Tipo de avaliação;
• A data de início e fim da avaliação;
• O avaliador líder e os avaliadores
indicados para a visita;
Avaliação presencial
Avaliação remota
Avaliação híbrida
Avaliação
• A avaliação é baseada no Manual Brasileiro de Acreditação
específico, que é dividido em seções e subseções, compostas
por requisitos que poderão ser classificados.
O resultado final de uma determinada subseção será dado pela relação entre a
soma da pontuação alcançada em todos os requisitos avaliados da própria
subseção.
Níveis de Acreditação
15 dias
consecutivos
(10 + 5)
Perda do certificado
Atividade
Perguntas
Propósito
Razão de existir
156
Modelo de Gestão
Características
daTERMOS
Fonte: assistência ao paciente
E CONCEITOS MANUAL OPSS e -aos processos de
NO.023 atenção à saúde;
diversas corporações (lideranças e profissionais) dos profissionais de
Manual para Organizações Prestadoras de Serviços de Saúde- Versão
2022 - ONA
• Pesquisa, desenvolvimento e inovação com disseminação
saúde dasapráticas
que compõem profissionais
organização, com comunicados
devidamente base em evidências
a toda a
provenientes de pesquisas e gestão do conhecimento, com o objetivando
organização, desafio de reduzir as limitações
a adequada assistênciade qualidade
aos e
pacientes.
efetividade por meio do uso de protocolos; gerenciamento de projetos, análise crítica
• Segurança do Paciente.
• Gestão da qualidade.
Diretrizes internas
• Comunicação institucional. alinhadas para obter
• Gestão das informações da organização. melhores resultados e
• Gestão de pessoas.
com foco na segurança
do paciente
• Gestão ambiental.
• Gestão de fornecedores de serviços e produtos.
• Gestão Financeira.
• Cuidados paliativos e terminalidade.
• Atendimento de pacientes com dignidade, respeitando suas
crenças, diferenças, limitações e escolhas.
•Definições operacionais dos protocolos de segurança do
paciente/prevenção;
•Metas no período;
•Operacionalização ações de gestão de riscos; PLANO DE
SEGURANÇA DO
•Fluxo de Notificação e tratativa de incidentes e eventos adversos.
PACIENTE
Operacional
• O escopo (escopo) e os objetivos da gestão de risco;
GERENCIAMENTO • Os critérios de identificação, avaliação e tratamento dos riscos;
integrar os pacientes/acompanhantes
do paciente.
GESTÃO POR PROCESSOS
167
Política e Estratégia Nacional de Qualidade (NQPS)
Handbook for national quality policy and strategy: a practical approach for developing policy and strategy to improve quality of care
ISBN 978-92-4-156556-1 © World Health Organization 2018
Garantir o cumprimento de
todas as leis, regras e
regulamentos aplicáveis,
nas diferentes atividades
exercidas na organização
(cumprimento de normas
de regulação de serviços
de saúde, ética em
compras de
suprimentos/medicamentos
e equipamentos
monitoramento de
atividades, prevenção de
conflitos de interesses,
etc.).
Satisfação
Experiência
Fonte:
[Link]
default_html5.aspx
Planos de
Contingência
Planos de contingência
definidos (Exemplos:
(aumento inesperados da
demanda, atrasos incomuns
para acesso aos serviços,
falta de recursos, entre
outros).
Divulgação e disponibilização
dos planos às partes
interessadas.
Plano
Comunicação
Público interno e
Externo
Plano de comunicação
periódico contendo,
minimamente:
objetivos de
comunicação, públicos,
argumentos, ações e
estratégias, meios e
canais, cronograma e
orçamento.
Protocolo de
comunicação
efetiva
A comunicação efetiva deve
ser eficiente, clara, objetiva,
concisa e oportuna. O
protocolo deve assegurar
adequação da linguagem
técnica dos profissionais
garantindo a compreensão
do paciente/ cliente,
familiares e acompanhantes,
reduzindo riscos e danos
desnecessários. O
treinamento dos profissionais
deve ser planejado a fim de
assegurar o cumprimento do
protocolo.
Diagnósticos e
desfechos
críticos
Estratégias de comunicação
adequadas para reportar de
forma digna e humana as
situações de
diagnósticos/desfechos
críticos. O fluxo de
comunicação pode também
considerar outras situações
sensíveis, por exemplo:
cuidados paliativos, autópsia,
doação de órgãos etc. Vale
ressaltar que não se trata de
uma sistemática de
notificação de eventos
adversos, mas de um fluxo de
comunicação aos pacientes.
Comunicação
em Situações
de Crise
São considerados situações de crises
atendimento a múltiplas vítimas,
epidemias, atendimento a grandes
eventos, catástrofes ambientais e
sanitárias, tentativa de invasão de
sistemas, sequestro de dados ataques
cibernéticos, dados corrompidos, etc.
O Plano de comunicação deve definir
o fluxo de ações para abordar as
catástrofes, responsáveis pela
comunicação com as partes
interessadas e a transparência e
clareza da comunicação.
Gerencia o
protocolo de
comunicação
efetiva
Refere-se a avaliação da
adesão e adequação do
protocolo de comunicação
efetiva. O gerenciamento
deve considerar a
comunicação em diversos
meios (físico e eletrônico) na
assistência ao paciente,
transferências internas e
externas.
Disclosure
Processo de comunicação
dos desfechos imprevistos,
quais as medidas tomadas
para atenuar ou reverter a
situação e o que será feito
para que não volte a
acontecer.
O processo de comunicação
honesto e transparente.
Fornecer informações
suficientes para facilitar a
tomada de decisão,
construir um senso de
inclusão entre os afetados e
auxiliar a interação com as
partes interessadas.
Descrever documento
institucional.
Auditoria Clínica
Plano documentado de
melhoria da qualidade
(considerar os resultados das
avaliações internas e
externas, indicadores,
eventos em saúde e
gerenciamento de protocolos
a fim de identificar e priorizar
as necessidades e/ou
oportunidades de melhoria. )
Evidências de treinamento
focado no processo de
melhoria da qualidade.
MUDAR CONGELAR
DESCONGELAR
Introdução novo Estabelecer o novo
Motivar.
processo. processo como
Identificar
Treinamento. norma
resistências.
Combater Gerenciamento.
impedimentos. Combater
resistências.
Fonte: [Link]
Mudança e Melhoria
Definição de um documento
institucional norteador
(procedimento, rotina, instrução
de trabalho ou outro);
Planos de auditoria;
Relatórios de auditoria;
Relatórios de acompanhamento
de auditoria.
Padrões Assistenciais
Mudanças estruturais
Maior
flexibilidade + Mais trabalho
em grupo
Mudanças comportamentais
Maior eficiência
Menos
hierarquia
189
Entrega de Valor
190
Planejamento da Alta
Sugestões Evidências:
•Previsibilidade da alta/plano
terapêutico.
•Planejamento dos
atendimentos/procedimentos
“Ineficiência eletivos. Sistemática adotada para
gerenciamento dos leitos.
operacional compromete •Sistemática adotada para gestão de
todo o hospital!” agendas.
•Sistemática adotada para gestão de
atendimentos.
ADMISSÃO Condição Início dos
clínica de esforços
alta de alta
TRATAMENTO ESPERA
ALTA
191
Apoio ao Diagnóstico
entrada
saída
192
193
Muito obrigada e
sucesso a todos!
• Obrigada!!
• Gilvane Lolato
• 19-82823852
• lolato25@[Link]
• Gilvane Lolato