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Custeio de Operações Logísticas

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MÉTODO DE CUSTEIO DE

OPERAÇÕES LOGÍSTICAS
CUSTOS FIXOS

•Define-se custos fixos como CUSTOS


os componentes
FIXOS do custo que independem
do grau de utilização do ativo produtivo.
•Em outras palavras, caso o ativo fique ocioso ou seja operado no limite
de sua capacidade o custo fixo será o mesmo.
DEPRECIAÇÃO

Depreciação a valores constantes

𝑉𝐴 − 𝑉𝑅
𝐶𝑑𝑒𝑝 𝑉
= ($/ano)
𝑈
𝐶𝑑𝑒𝑝: Custo de Depreciação
𝑉𝐴: valor total de aquisição do ativo produtivo

𝑉𝑅: valor residual do ativo produtivo ($)


($)

𝑉𝑈: vida útil do equipamento (anos)


DEPRECIAÇÃO

Depreciação a valores de mercado


valores de mercado

$90,00

$80,00
y = 84,749x-0,187
$70,00

$60,00

$50,00

$40,00
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
Anos de uso
DEPRECIAÇÃO

Depreciação a taxa constante


Ex.: Depreciação a taxa de 10% ao ano
Valores depreciados
$100,00
$90,00 $90,00
$80,00 $81,00
$72,90
$70,00
$65,61
$60,00
$50,00
$40,00
$30,00
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Anos de uso
REMUNERAÇÃO DO CAPITAL – MÉTODO I

Remuneração do Capital

𝐶𝑟𝑐𝑎𝑝 = 𝑉𝐴 𝑥 𝑖%

𝐶𝑟𝑐𝑎𝑝: Custo de Remuneração do Capital ($/ano)


𝑉𝐴: valor total de aquisição do ativo produtivo ($)
𝑖%: taxa de remuneração do capital da empresa (WACC)

Obs.: Método sugerido por Lima (2001). Note-se que esse método adota
como base de cálculo da remuneração do capital o Valor de Aquisição
(VA) do ativo. Vimos que o valor do ativo decresce ao longo da vida útil,
e, portanto, o capital imobilizado também é decrescente. Sendo assim,
esse método “superestima” o custo de remuneração de capital.
REMUNERAÇÃO DO CAPITAL – MÉTODO II

Custo de Capital

𝐶𝑐𝑎 = 𝑉𝐴 − 𝑉𝑅 𝑥 𝐹𝑅𝐶 + 𝑉𝑅. 𝑖

𝐶𝑐𝑎: Custo de Capital ($/ano)


𝑉𝐴: Valor de Aquisição ($)
𝐹𝑅𝐶: Fator de Remuneração do Capital
𝑉𝑅: Valor Residual (valor de “sucata” do ativo) ($)
i: taxa de juros anual (%)

Obs.: Método sugerido por NOVAES (2000). Esse método considera como
custo de capital a remuneração do capital e a amortização do
investimento, portanto, não deve ser adicionado o custo de depreciação
quando essa fórmula for utilizada no modelo de custeio.
REMUNERAÇÃO DE OPERADORES

Custo de Remuneração de Operadores

𝐶𝑟𝑜 = 𝐷𝐴𝑅𝑂

𝐶𝑟𝑜: Custo de Remuneração de Operadores ($/ano)


𝐷𝐴𝑅𝑂: Despesa anual total com remuneração de
operadores ($/ano)

Obs.: A Despesa anual total com remuneração de operadores


compreende salários, todos os encargos trabalhistas e previdenciários,
benefícios, alimentação, seguros pessoais e participação no lucro pagos
aos operadores dos equipamentos.
IPVA, SEGURO OBRIGATÓRIO E OUTRAS TAXAS EXIGIDAS

Custo de Taxas Operacionais

𝐶𝑡𝑥𝑜 = 𝐷𝐴𝑇𝑋

𝐶𝑡𝑥𝑜: Custo de Taxas Operacionais ($/ano)


𝐷𝐴𝑇𝑋: Despesa anual total com taxas para operação do
equipamento ($/ano)

Obs.: A Despesa anual total com taxas para operação do equipamento


compreende as taxas exigidas pelas autoridades públicas para licenciar o
equipamento e habilitá-lo para operação. Ex.: IPVA, Taxas de Licenciamento,
Seguro Obrigatório etc.
SEGURO DE EQUIPAMENTOS

Custo de Seguro de Equipamentos

𝐶𝑠𝑒𝑔 = 𝐷𝐴𝑆𝐸

𝐶𝑠𝑒 : Custo de Seguro do Equipamento ($/ano)


𝐷𝐴𝑆𝐸: Despesa anual total com seguros do equipamento
($/ano)

Obs.: A Despesa anual total com seguros do equipamento compreende todas as


despesas realizadas para fins de cobertura do valor do equipamento contra
prejuízos causados por sinistros.
CUSTO FIXO TOTAL

Custo Fixo Total

𝐶𝐹 = 𝐶𝑑𝑒𝑝 + 𝐶𝑟𝑐𝑎 + 𝐶𝑟𝑜 + 𝐶𝑡𝑥𝑜 + 𝐶𝑠𝑒𝑔


(𝑀é𝑡𝑜𝑑𝑜 𝐼)

𝐶𝐹 = 𝐶𝑐𝑎 + 𝐶𝑟𝑜 + 𝐶𝑡𝑥𝑜 + 𝐶𝑠𝑒𝑔 (𝑀é𝑡𝑜𝑑𝑜


𝐼𝐼)

CF: Custo Fixo Total ($/ano)


𝐶𝑑𝑒𝑝: Custo de Depreciação ($/ano)
𝐶𝑟𝑐𝑎𝑝: Custo de Remuneração do Capital ($/ano) – Método I
𝐶𝑐𝑎: Custo de Capital ($/ano) – Método II
𝐶𝑟𝑜: Custo de Remuneração de Operadores ($/ano)
𝐶𝑡𝑥𝑜: Custo de Taxas Operacionais ($/ano)
𝐶𝑠𝑒 : Custo de Seguro do Equipamento ($/ano)
COEFICIENTE DE CUSTO FIXO

Coeficiente de Custo Fixo

σ 𝐶𝑓
𝐶𝐶𝐹 =
𝑇𝐷𝑇

CFF: Coeficiente de Custo Fixo($/h)


𝐶𝑓: Componentes do custo Ffxo ($/ano) – Ex.: 𝐶𝑐𝑎, 𝐶𝑟𝑜, 𝐶𝑡𝑥𝑜
𝑒𝑡𝑐.
𝑇𝐷𝑇: 𝑇𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑑𝑖𝑠𝑝𝑜𝑛í𝑣𝑒𝑙 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑜 𝑑𝑜 𝑒𝑞𝑢𝑖𝑝𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜
ℎ/𝑎𝑛𝑜

Obs.: Define-se como tempo disponível para trabalho uma estimativa do tempo
total que o equipamento pode operar por ano, considerando o número de
operadores do equipamento e a jornada de trabalho apropriada para aquela
operação, descontado dos tempos impróprios para operação.
TEMPO DISPONÍVEL PARA TRABALHO

Tempo Disponível para Trabalho

𝑇𝐷𝑇 = 𝑇𝑇 − 𝑇𝐼
TDT: Tempo Disponível para Trabalho (h/ano):

TT: Tempo Total, definido como o produto entre a soma das


horas de trabalho permitidas pela jornada de trabalho, o
número de operadores alocados para cada equipamento e o
número de dias por ano (h).

TI: Tempo Impróprio, definido como o tempo total que o


equipamento fica impossibilitado de operar, devido a
indisponibilidade de operadores em período de descanso e
feriados, em razão da ocorrência de dias impróprios para
operação e devido a manutenção programada do
equipamento (h).
CUSTOS VARIÁVEIS

•Define-se custos variáveis como os componentes do custo que são


diretamente proporcionais a intensidade de utilização do ativo produtivo.
Ou seja, quanto mais o ativo for usado, maior será o custo variável.
MANUTENÇÃO

Custo de Manutenção

𝑃 𝑚𝑎
𝐶 𝑚𝑎𝑛 𝑛𝐼
𝑚𝑎

=ou $/h)
𝑛
𝐶𝑚𝑎𝑛: Custo de Manutenção ($/km
𝑃𝑚𝑎𝑛: Preço da manutenção ($/manutenção)
𝐼𝑚𝑎𝑛: Intervalo entre manutenções (km ou h)

Obs.: O custo de manutenção deve considerar os preços das manutenções preventivas


(programadas), assim como, uma estimativa das despesas com manutenções corretivas
(ocasionais).
COMBUSTÍVEL

Custo de Combustível

𝑃 𝑐𝑜
𝐶𝑐𝑜𝑚 𝑚�

𝐶𝑐𝑜𝑚: Custo de Combustível ($/km=ou $/h)


𝑃𝑐𝑜𝑚: Preço unitário do combustível ($/L)


𝑅: Rendimento do veículo (L/km
ou L/h)
PNEUS

Custo de Pneus

𝐶𝑝 𝑃𝑡
𝑥 �
=𝑛 𝑉
𝑈
𝑁 �
𝐶𝑝𝑛: Custo de Pneus ($/km ou $/h)
𝑃𝑡: Preço unitário de um pneu mais o preço de recapagem ($)
𝑉𝑈: Vida útil total de um pneu considerando o número de
recapagens (km ou h)
𝑁𝑝: Número de pneus

Obs.: É comum a realização de recapagens em pneus de veículos de transporte e


equipamentos agrícolas, por isso, sugere-se que sejam consideradas no cálculo do
custo de pneus.
TROCA DE ÓLEO

Custo de Troca de Óleo

𝐶𝑡 𝑃𝑜 𝑥

=𝑜
𝐼𝑡
𝐶𝐴𝑃

𝐶𝑡𝑜: Custo de Troca de Óleo ($/km ou $/h)


𝑃𝑜: Preço unitário do óleo ($/L)

𝐼𝑡: Intervalo entre troca de óleo (km ou h)


CAP: Capacidade do reservatório (L)

Obs: Um determinado equipamento pode utilizar mais de um tipo de lubrificante


(óleo). Nesse caso, devem ser calculados individualmente o Custo de Troca de Óleo
para cada finalidade e somados. Ex.: Óleo de motor, óleo de transmissão etc.
CUSTOS VARIÁVEIS

LAVAGEM E LUBRIFICAÇÃO

Custo de Lavagem e Lubrificação

𝐶𝑙 𝑃𝑙
+
=
𝐼𝑙 𝐼 𝑙𝑢
𝑃 𝑙𝑢𝑏 𝑏
𝐶𝑙: Custo de Lavagem e Lubrificação ($/km ou $/h)
𝑃𝑙 : Preço unitário da lavagem ($/lavagem)
𝑃𝑙𝑢𝑏: Preço unitário de lubrificação ($/lubrificação)
𝐼𝑙: Intervalo entre lavagens (km ou h)
𝐼𝑙: Intervalo entre lubrificações (km ou
h)
COEFICIENTE DE CUSTO VARIÁVEL

Coeficiente de Custo Variável

𝐶𝐶𝑉 = ෍ 𝐶𝑐𝑣

𝐶𝐶𝑉: Coeficiente de custo variável ($/km ou $/h)


𝐶𝑐𝑣: Componentes do custo varíavel ($/km ou $/h)

Obs.: O coeficiente de custo varíavel é obtido a partir da soma de todos os


componenentes da classe de custo variável em $/km ou $/h.
EXERCÍCIO IV.1 - VIDA ÚTIL DE
ATIVOS
Ano Custo de manutenção (R$/ano) Custo de capital (R$/ano)
1 R$ 6.093,94 R$ 387.400,00
2 R$ 14.911,24 R$ 298.792,00
3 R$ 22.605,26 R$ 245.044,80
4 R$ 29.732,45 R$ 220.540,32
5 R$ 36.486,22 R$ 198.486,29
Baseado nos custos de 6 R$ 42.964,79 R$ 159.072,58
7 R$ 49.227,21 R$ 147.937,50
manutenção e de capital de um 8 R$ 55.312,68 R$ 137.581,88
caminhão apresentados a seguir, 9 R$ 61.249,00 R$ 127.951,15
10 R$ 67.056,86 R$ 104.358,87
elabore um modelo para avaliar o 11 R$ 72.752,18 R$ 100.184,51
período ideal de descarte do 12 R$ 78.347,60 R$ 96.177,13
caminhão. Qual seria a vida útil 13 R$ 83.853,37 R$ 92.330,05
14 R$ 89.277,94 R$ 88.636,85
ótima desse equipamento? 15 R$ 94.628,41 R$ 81.113,52
16 R$ 99.910,81 R$ 78.680,12
17 R$ 105.130,32 R$ 76.319,72
18 R$ 110.291,44 R$ 74.030,12
19 R$ 115.398,11 R$ 71.809,22
20 R$ 120.453,80 R$ 69.654,94
EXERCÍCIO - DETERMINAÇÃO DA VIDA ÚTIL DE UM CAMINHÃO

R$450.000,00
R$400.000,00
R$350.000,00
R$300.000,00
R$ / ano

R$250.000,00
R$200.000,00
R$150.000,00
R$100.000,00
R$50.000,00
R$-
0 5 10 15 25 30 35

20
Custo de Manutenção anos Custo Total
Custo de Capital
CUSTOS ADMINISTRATIVOS

Coeficiente de Custo Administrativo

𝐶𝐶𝑉 = ෍ 𝐶𝑐𝑣

𝐶𝐶𝑉: Coeficiente de custo variável ($/km ou $/h)


𝐶𝑐𝑣: Componentes do custo varíavel ($/km ou $/h)

Obs.: O coeficiente de custo varíavel é obtido a partir da


soma de todos os componenentes da classe de custo
variável em $/km ou $/h.
CUSTOS ADMINISTRATIVOS
Os custos administrativos podem ser definidos como uma classe de custos
fixos que ocorrem de forma indireta à execução da atividade logística.

Uma operação logística é apoiada por um sistema gerencial que demanda


recursos humanos, recursos computacionais, sistemas de informação,
hardwares, softwares, sistemas de supervisão e controle, infraestrutura
de escritório e comunicação, materiais para atividades de escritório etc, e
resultam em despesas classificadas como custos administrativos.

A execução de uma atividade logística não depende diretamente dos


serviços administrativos, mas eles oferecem recursos auxiliares
importantes para a execução eficiente das operações logísticas.
CUSTOS ADMINISTRATIVOS

Muitas vezes, o sistema de gestão é compartilhado por mais de


uma atividade, e quando isso ocorre, sugere-se que seja
considerada a parcela do custo administrativo proporcional ao uso
desse tipo de recurso em cada atividade.

𝐶𝐴𝐷 σ 𝐶 𝑎𝑑𝑚 .
𝑛º γ%
𝑀=
𝑒𝑞𝑢𝑖𝑝𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜
𝑠
𝐶𝐴𝐷𝑀: Custo administrativo ($/equipamento)
𝐶𝑎𝑑𝑚: Componentes do custo adimistrativo ($)
γ%: Parcela dos recursos administrativos usados na
atividade
nº equipamentos: 𝑁ú𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑒𝑞𝑢𝑖𝑝𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠
𝑣𝑒í𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑜𝑝𝑒𝑟𝑎𝑑𝑜𝑠
CUSTOS DE TRANSPORTE

MODELO DE CUSTEIO DE UMA ROTA

𝐶𝑇𝑟𝑜𝑡𝑎 = 𝑡 ℎ 𝑥 𝐶𝐶𝐹 ($Τℎ) + 𝑑 𝑘𝑚


𝑥 𝐶𝐶𝑉 ($Τ𝑘𝑚)

𝐶𝑇𝑟𝑜𝑡𝑎: Custo Total da Rota ($)


𝑡: tempo total da operação, incluindo tempo de viagem e tempos de
pátio (h)
𝐶𝐶𝐹: Coeficiente de Custo Fixo ($Τℎ)
𝑑: distância total percorrida (km)
𝐶𝐶𝑉: 𝐶𝑜𝑒𝑓𝑖𝑐𝑖𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑒 𝐶𝑢𝑠𝑡𝑜 𝑉𝑎𝑟𝑖á𝑣𝑒𝑙 ($Τ𝑘𝑚)

Obs.: Na maior parte das vezes uma operação de transporte


envolve uma viagem de ida até o local de descarregamento e o
retorno do veículo para o ponto de carregamento. Nesse caso, o
modelo de custeio da rota deve considerar os tempos totais de
viagem e pátio, além da distância total percorrida nos
deslocamentos de ida e volta. Existem outras configurações de
operações que requerem a adaptação desse modelo de custeio para
cálculo do 𝐶𝑇𝑟𝑜𝑡𝑎.
EXEMPLOS DE OPERAÇÃO: CARREGADO - VAZIO

𝑂1 ⇒ 𝐷1:
Carregado

O1 D1

𝐷1 ⇒ 𝑂1:
Vazio
EXEMPLOS DE OPERAÇÃO: CARREGADO – CARGA DE RETORNO

𝑂1 ⇒ 𝐷1:
Carregado

O1 D1
𝐷1 ⇒ 𝑂1: Ɵ % Vazio / (1 - Ɵ) %
Carregado
EXEMPLOS DE OPERAÇÃO: CARREGADO – VAZIO (MULTIPONTOS)
𝑂1 ⇒ 𝐷1: Carregado

O1

𝐷1 ⇒ 𝑂2: D1
Vazio

O2

𝑂2 ⇒ 𝐷1:
Carregado
EXEMPLOS DE OPERAÇÃO: “BATE E VOLTA”

𝑂1 ⇒ 𝐷1:
Carregado

O1 D1
𝐷1 ⇒ 𝑂1: Cavalo-
mecânico
PREÇO FINAL DE UMA ROTA

𝑃𝐹𝑟𝑜𝑡𝑎 =
1 + 𝑀𝑡%+ 𝑃𝑒] 𝑥
1 + 𝐼𝑡%
𝑃𝐹𝑟𝑜𝑡𝑎: Preço Final𝑥da Rota ($)
[𝐶𝑇𝑟𝑜𝑡𝑎
𝐶𝑇𝑟𝑜𝑡𝑎: Custo Total da Rota ($)
𝑀𝑡%: margem do transportador, incluindo lucro e impostos da
pessoa jurídica
𝑃𝑒: soma das despesas com pedágio ($)
𝐼𝑡%: impostos que incidem sobre os serviços de transporte

Obs.: A carga tributária que incide sobre a pessoa jurídica do


transportador ou sobre o serviço de transporte pode variar em
função do tipo da empresa que realiza o serviço, do tipo de
carga e do destino da carga. Além disso, o investimento em
ativos e a compra de insumos pode gerar créditos tributários.
Sendo assim, é recomendado que essas particularidades sejam
computadas caso a caso nos modelos de custeio.
[Link]

[Link]
oportunidade-invisivel-mas-um-conceito-importante/

[Link]

[Link]

[Link]
[Link]
de-veiculos-da-frota/

[Link]
veiculos-comeca-a-vencer-na-segunda-no-parana/

[Link]
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engrenagens

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