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Farmacologia e Terapêutica Odontológica

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TERAPÊUTICA Bases Farmacológicas

MEDICAMENTOSA

Professor: Bruno César Batista Assunção


Formado pela UFPI, especialista em Ortodontia pela Uningá-Teresina, especialista em Saúde da Família pela UNASUS-UFMA,
especialista em Radiologia e Imaginologia pela Uningá-Teresina e mestrando em Radiologia e Imaginologia pela Faculdade
São Leopoldo Mandic-Campinas
Objetivos:

Explicar os
Discutir a
conceitos Detalhar
importância de
fundamentais da mecanismos de
entender a
farmacologia ação e transporte de
farmacologia na
relacionados à drogas no corpo
prática clínica
Odontologia
Toxicologia Índice Terapêutico
Avalia a margem de
Definição: Estudo dos efeitos nocivos
segurança de uma
das substâncias químicas nos determinada droga,
organismos
utilizando-se a dose letal
da droga para 50% da
Relevância na odontologia: avaliação
população (dose letal
do risco de toxicidade dos mediana – DL50) e a dose
anestésicos locais e outros fármacos
usados no consultório efetiva para produzir
efeitos particular em 50%
da população (dose
Exemplo: limites de dosagem de efetiva IT
mediana
= – DE50)
anestésicos DL50/DE50
Coeficiente de
Partição

• É a razão entre a solubilidade de uma certa


substância em solvente orgânico e em
solvente aquoso (razão da concentração de
uma droga em duas fases imiscíveis como
óleo e água)
• Importância: influencia a solubilidade e a
capacidade da droga de atravessas
membranas celulares
• Drogas lipossolúveis: coeficiente de partição
mais alto
• O efeito farmacológico de um fármaco
depende da chegada do mesmo em seu sítio
de ação
Passagem das Drogas através das
Membranas

Mecanismos:
• Difusão simples:
movimentação de
substâncias de alta para
baixa concentração sem
gasto de energia
• Lipossolubilidade
(coeficiente de partição) e
tamanho molecular
• Hidrossolubilidade
(benzocaína – ausência de
hidrossolubilidade)
Passagem das Drogas
através das Membranas

• A passagem de eletrólitos fracos


(bases e ácidos fracos) é
influenciada pelo seu grau de
dissociação em solução , que por
sua vez, está relacionada ao pH
do meio e ao pKa da substância
• Formas não iônicas (HA e B), por
possuirem maior coeficiente de
partição, atravessam com mais
facilidade as membranas que as
formas não iônicas (A- e BH+) AH A- + H+
BH+ B+ H+
Passagem das Mecanismos:

Drogas através das • Difusão facilitada: uso de proteínas


carreadoras para facilitar o
Membranas transporte
Outros tipos de transporte Passivo
Através de poros: o transporte ocorre através de poros existentes na membrana celular e
pode ser exemplificado através do transporte de água, glicerol e outras pequenas
moléculas por aquaporinas

Transportes através de canais iônicos: transporte de substâncias de diâmetro


molecular pequeno, em favor de seu gradiente eletroquímico, sem gasto de energia,
através de canais na membrana celular

Transporte ativo: passagem de soluto através da membrana, mediada por


transportadores, contra seu gradiente de concentração eletroquímico e com gasto de
energia

Filtração: passagem através de fendas entre as células endoteliais. Obedece ao diferencial


de pressão através da membrana

Endocitose: quando uma substância é englobada e internalizada na célula

Exocitose: quando vesículas intracelulares se coadunam com a membrana citoplasmática,


externalizando seu conteúdo
• É o movimento dos fármacos pelo organismo após sua
administração
• Abrange os processos:
Farmacocinética  absorção
 distribuição
 biotransformação
 excreção
Absorção

• Refere-se a transferência de
um fármaco a partir de seu
local de administração para a
circulação sanguínea
• A via de administração
influencia na velocidade
• Ingestão oral é o mais comum,
conveniente, econômico e
seguro
Via Oral
Via IM ou IV
Grau de absorção – Penicilina G (benzilpenicilina) –
determina a escolha da via altas doses são inativadas pelo
suco digestivo
de administração e • Empregadas por via parenteral (IM ou IV)
dosagem

Penicilina V.O
Opta-se pela penicilina V
(fenoximetilpenicilina), ampicilina ou
amoxicilina – bem absorvidas por esta
via
Via Oral
• Absorção lenta (30 a 60
min)
• A concentração plasmática
aumenta lentamente
• Reações alérgicas menos
graves

 Absorção incompleta
 Pode ocorrer inativação
metabólica ou formação de
complexos antes de o
fármaco conseguir alcançar
a circulação sistêmica
Biodisponibilidade

A quantidade e
velocidade na qual o P.A
de um fármaco é
absorvido a partir da
forma farmacêutica
Biodisponibilidade

Solução > emulsão > suspensão > cápsula > comprimido > drágea

Quanto maior sua biodisponibilidade, mais rápida será sua resposta terapêutica
Biodisponibilidade

Via parenteral – maior biodisponibilidade


Água é o melhor líquido para ingestão de medicamentos
(250ml)
Estômago não pode estar cheio ou vazio
Antibióticos devem ser ingeridos 1 a 2 horas após
grandes refeições
Antibióticos são melhores prescritos em forma de
suspensão ao invés de cápsulas, comprimidos ou
drágeas
Meia-
vida
• É o tempo gasto para que
a concentração
plasmática original de um
fármaco no organismo se
reduza à metade, após
sua administração
• A cada meia-vida a
concentração decresce
50% do valor do início
• Após 4 meia-vidas, os
fármacos são eliminados
em sua totalidade
Meia-vida
Concentração
Plasmática
É a maior concentração sanguínea
alcançada pelo fármaco após a
administração oral
Diretamente proporcional à absorção
T max: alcançado quando a velocidade
do fármaco na circulação é excedida
pelas velocidades de eliminação e
distribuição

ASC ou AUC: proporcional à quantidade


de de fármaco que entra no sangue e
independe da velocidade.

Equivalentes farmacêuticos:
medicamentos que contém a mesma
substância ativa, na mesma quantidade
Distribuição
Compreende como os fármacos se distribuem nos tecidos, para exercer sua ação farmacológica.
Distribuição

Os fármacos podem penetrar na


circulação sanguínea por:
•Absorção direta: IV
•Absorção indireta: a partir do
local de ação
•Proteínas: albumina e alfa-
globulinas
Distribuição

O fármaco com maior


A competição de dois
afinidade de ligação tem a
fármacos pelos mesmo
preferência sobre outro de
sítios de ligação às
menor afinidade que é
proteínas plasmáticas pode
deslocado aumentando sua
trazer implicações clínicas
fração livre no plasma e
na sua prescrição.
seus efeitos farmacológicos
Biotransformação

o Após a absorção e distribuição aos locais de ação para exercerem seus


efeitos farmacológicos, os fármacos são metabolizados.

o Conjuntos de reações enzimáticas que transformam o fármaco num


composto diferente daquele originalmnete administrado para que possa ser
excretado.

o Fígado, mucosa intestinal, pulmões, pele, placenta e plasma sanguíneo


Biotransformação

Metabolismo de primeira
passagem:
• Redução da biodisponibilidade do fármaco
• Citocromo P450 (associado às interações
medicamentosas)
• Lidocaína, AAS
Excreção

Rins, pulmões, bile, fezes,


suor, Lágrimas, saliva e
leite materno
• Idosos – a eliminação dos
medicamentos pode estar
alterada
• Ex: emprego de
benzodiazepínicos (diazepam)
Farmacodinâmica

Estuda os mecanismos
de ação dos fármacos
e seus efeitos no
organism (relação
dose-resposta)

•Ação do fármaco –
local onde ele age
•Efeitos – resultado da
ação
Relação Dose x Resposta
Teoria da ocupação: a magnitude da resposta farmacológica produzida por uma droga que
se liga reversivelmente ao seu receptor é diretamente proporcional à fração dos receptores
ocupados pela droga

Os pontos principais da teoria são:

[Link]ção droga-receptor: A droga (ou fármaco) exerce seu efeito ao se ligar a


receptores específicos nas células. A interação é geralmente reversível, e a droga se liga ao
receptor de maneira semelhante a uma chave em uma fechadura.

[Link]ção da ocupação: O efeito de uma droga é proporcional à quantidade de


receptores que ela ocupa. Quando mais receptores estão ocupados, maior será o efeito até
que todos os receptores estejam ocupados, momento em que o efeito atinge o máximo.

[Link] disponíveis: Cada célula tem um número finito de receptores disponíveis


para a droga se ligar. Se todos os receptores estão ocupados, aumentar a concentração do
fármaco não resultará em um aumento adicional de efeito.
Relação Dose x Resposta
4. Afinidade e eficácia:

•Afinidade: A capacidade de uma droga de se ligar ao receptor. Quanto maior a afinidade,


mais forte será a ligação entre a droga e o receptor.

•Eficácia: A capacidade da droga de produzir um efeito após se ligar ao receptor. Nem todas
as drogas que se ligam ao receptor provocam uma resposta máxima, isso depende da
eficácia intrínseca da droga
Relação Dose x Resposta
5. Limitações da Teoria

Embora a teoria da ocupação farmacológica seja uma base fundamental na farmacologia, ela
tem limitações:

•Nem todos os fármacos seguem uma relação direta entre a ocupação do receptor e a
resposta farmacológica (alguns medicamentos podem produzir respostas máximas sem
ocupar todos os receptores).

•Existem receptores que podem estar presentes, mas não são necessários para a resposta
máxima (receptores de reserva).

Apesar dessas limitações, a teoria fornece uma base importante para entender como as
drogas interagem com os receptores e ajudam no desenvolvimento de novos fármacos.
Relação Dose x Resposta
Drogas agonistas são substâncias que se ligam a receptores celulares e ativam esses receptores,
desencadeando uma resposta biológica. Em outras palavras, um agonista mimetiza a ação de substâncias
endógenas (como hormônios ou neurotransmissores) ao se ligar ao receptor específico e provocar um
efeito similar ao que seria causado pela substância natural do organismo.

Existem diferentes tipos de agonistas, que se distinguem pelo grau de ativação do receptor:

[Link] totais: São drogas que, ao se ligarem ao receptor, conseguem ativá-lo completamente,
gerando uma resposta máxima. Um exemplo clássico é a morfina, que é um agonista total dos receptores
opioides, promovendo analgesia.

[Link] parciais: Essas drogas se ligam ao mesmo receptor que o agonista total, mas produzem
uma resposta menor, mesmo que todos os receptores estejam ocupados. Um exemplo é a buprenorfina,
um agonista parcial dos receptores opioides, que tem um efeito analgésico, mas com menor intensidade
que a morfina.

[Link] inversos: Ao contrário dos agonistas tradicionais, os agonistas inversos se ligam ao


receptor e estabilizam sua forma inativa, resultando em uma resposta oposta àquela causada por
agonistas totais. Um exemplo seria o uso de certos medicamentos para bloquear os efeitos excessivos de
substâncias endógenas.
Relação Dose x Resposta
Características importantes de drogas agonistas:

•Afinidade: Agonistas precisam ter afinidade para se ligar ao receptor de forma eficaz.

•Eficácia: Além da afinidade, eles devem ter eficácia, ou seja, a capacidade de ativar o
receptor e gerar uma resposta biológica.

Exemplos de drogas agonistas:

•Adrenalina (epinefrina): Agonista dos receptores adrenérgicos, usada para tratar


anafilaxia e em situações de emergência cardiovascular.

•Salbutamol: Agonista dos receptores beta-2 adrenérgicos, utilizado no tratamento da asma


para relaxar a musculatura das vias aéreas.
Relação Dose x Resposta
Antagonistas: interferem negativamente na atividade farmacológica dos
agonistas
 Competitivos: ligam-se reversivelmente a um receptor no mesmo local de
ligação do agonista, porém tem atividade intrínseca zero.

 Provocam depressão da resposta a determinado


agonista
 É superável pelo aumento do agonista
 Agonistas parciais podem atuar com antagonistas
competitivos
 Não competitivos: há diminuição do número de receptores disponíveis para
ligação causada pela formação de uma forte ligação do antagonista ao
receptor ou de sua ligação em outros locais, mediante influências
alostéricas.

 O efeito máximo do agonista vai estar menor


Interações Medicamentosas
Antagonismo: interação entre duas drogas produzindo diminuição ou abolição do efeito de
uma ou das duas drogas

I. Químico: o antagonista provoca diminuição ou abolição do efeito do agonista de forma


direta por meio de alteração química. Ex: tetraciclinas e antiácidos que contém
alumínio

II. Metabólico: antagonista estimula o metabolismo do agonista, levando a uma


diminuição da meia-vida do mesmo. Ex: rifampicina e contraceptivos orais

III. Fisiológico: duas drogas com efeitos farmacológicos opostos, porém com ação em
diferentes receptores. Ex: benzodiazepínicos (depressores) e anfetaminas
(estimulantes)

IV. Competitivo: agonista e antagonista competem pelo mesmo sítio no receptor

V. Não competitivo: pode ser devido a uma ligação irreversível do antagonista com o
receptor ou por influências alostéricas, após a ligação do antagonista em sítio receptor
diferente do agonista.
Interações Medicamentosas
Potencialização: duas drogas que não possuem atividades farmacológicas semelhantes
interagem fazendo com que uma delas tenha o seu efeito aumentado, normalmente
produzida por interferência da droga potencializadora, aumentando a disponibilidade da
última no seu tecido alvo. Ex: probenecida diminuindo a secreção renal de penicilina.

Efeito inesperado da droga: associação de duas provocando um efeito que não é esperado
para nenhuma delas separadamente, mesmo em doses excessivas. Ex: dissulfiram e
álcool.

Adição: associação entre duas drogas com efeitos farmacológicos semelhantes ou iguais.

Sinergismo: associação de dois agonistas que pode obter efeito maior do que a
administração de doses máximas de qualquer uma das drogas isoladamente.
Farmacodinâmica
Relação dose-efeito:
• a intensidade do efeito será diretamente proporcional à sua concentração no local de
ação, num determinado período.
• A relação das drogas com o organismo ocorre pela afinidade receptores-droga

Receptores ligados a canais-ionicos:


• controlados por voltagem (diferença de polaridade)
• Controlados por ligante (receptores de glutamato, nicotínico)
• Ex: anestésicos locais
Receptores acoplados a proteína G:
• Sistema de amplificação de reações
• Proteínas ativam canais que ativam outras enzimas, produzindo molpeculas sinalizadoras
intracelulares.
• Ex: receptores adrenérgicos
Farmacodinâmica

Receptores ligados a enzimas:


• Ex: insulinas
Receptores intracelulares:
• A droga precisa ser lipofílica
• Se liga ao DNA
• Ex: corticóides
Farmacodinâmica

Efeito máximo – aumentar a


dose não significa aumentar seu
efeito

• Aspirina (ácido acetilsalicílico


ou AAS): 650mg
• Dipirona: 800mg
• Paracetamol: 1000mg

•Efeito máximo de ANALGESIA


Farmacodinâmica
Afinidade Química: fator determinante para ocorrer a ligação fármaco-receptor,
que produzirá o efeito esperado
Ligações químicas:
I. Ligação covalente: a mais forte e mais incomum
II. Ligações iônicas: fracas, porém inicam muitas ligações fármaco-receptor
III. Pontes de hidrogênio: entre moléculas polares, mais fraca do que as iônicas,
porém acontecem em grande escala
IV. Forças de van der walls: a mais fraca de todas. São as principais na
especificidade das interações
V. Interações hidrofóbicas: estabilização da ligação
VI. Cátion – nuvens eletrônicas de compostos aromáticos que interagem com
cations (+). Força parecida com as pontes de hidrogênio. Ex: acetilcolina,
epinefrina, dopamina
Farmacodinâmica

•Quais as ações farmacológicas independentes de receptores???

Ações baseadas em:


 agentes quimicamente reativos
 Agentes fisicamente ativos
 Falsos constituintes bioquímicos
Farmacodinâmica

Agentes quimicamente reativos: interagem com pequenas


moléculas ou íons, atacam proteínas ou macromoléculas.
Ex: flúor, antiácidos gástricos, germicidas (atacam
macromoléculas), hipoclorito de sódio
Farmacodinâmica

Agentes fisicamente ativos: são quimicamente inertes,


geralmente causam efeitos osmóticos.
Ex: flúor, antiácidos gástricos, germicidas (atacam
macromoléculas), hipoclorito de sódio
Farmacodinâmica

Falsos constituintes bioquímicos: são análogos artificiais de


substrates naturais. São incorporados pela célula em
macromoléculas específicas e aumentam a suceptibilidade à
destruição.
Ex: fármacos antineoplásicos e alguns antimicrobianos.
Farmacodinâmica

•Dose eficaz mediana: é a dose de um fármaco necessária para


produzir um efeito desejado em 50% dos indivíduos.
•Dose letal mediana: dose capaz de matar 50% dos indivíduos.
•Índice terapêutico: dose letal mediana / dose eficaz mediana
Farmacodinâmica
Fatores que dependem do próprio fármaco:
• Efeitos colaterais
• Teratogenicidade
• Efeitos secundários Fatores que dependem do organismo:
• Superdosagem • Hipersensibilidade
• Idiossincrasia
• Tolerância
• Dependência
• Efeito paradoxal
Farmacodinâmica

Efeitos colaterais: ocorrem de forma simultânea com o efeito


principal, geralmente limitando a utilização da droga
 Ex: morfina (causa agenesia)
 Sonolência, depressão respiratoria
 Constipação intestinal

Teratogenicidade: reação adversa grave, caracterizada pala


ação do fármaco sobre o feto, alterando-o morfologicamente,
funcionalmente e emocionalmente (2 a 10 gestação)
• Ex: talidomina(antiemético)
Farmacodinâmica

Efeitos secundários: não ocorrem simultaneamente ao efeito


principal, decorrendo de ação farmacológica da droga em outros
sítios do organism
• EX: Paracetamol (efeito hepatotóxico)
Superdosagem: administração de doses anormamalmente elevadas
do fármaco.
• Absoluta
• Relativa
Farmacodinâmica

Superdosagem: administração de doses anormamalmente elevadas


do fármaco.
• Absoluta
• Relativa
Farmacodinâmica

Hipersensibilidade: são reações imunológicas, que podem se


manifestar como urticárias ou reação anafilática
Farmacodinâmica

 Idiossincrasia: reação qualitativamente diferente da esperada na


maioria dos indivíduos, como mecanismo não bem compreendidos,
podem estar associados a características genéticas
• Ex: toxicidade de anestésicos do grupos éster em pacientes com
baixa atividade das colinesterases plasmáticas
Farmacodinâmica

 Tolerância: reação que pdoe ocorrer após uso prolongado de certos


fármacos, especialmente aqueles que atuam no SNC.
 Dependência: quando o indivíduo passa a necessitar da droga para
manter-se em equilíbrio
 Efeito paradoxal: efeito totalmente contrário ao esperado após a
administração do fármaco
 Ex: diazepam

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