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Medida de Independência Funcional MIF

medida de independência funcional

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UFDPAR – Universidade Federal do Delta do Parnaíba

MEDIDA DE INDEPENDÊNCIA
FUNCIONAL (MIF)

Discente: Larissa Muniz e Viviane


Docente: Lorena Melo
Disciplina: Saúde do Idoso
INTRODUÇÃO
• Histórico

A medida de independência funcional foi


desenvolvida na américa do norte, em 1980.

Pela Academia Americana de Medicina Física


e Reabilitação.

.Sendo validada para o português em 2001, por meio


de um artigo publicado por Riberto et al. (200l).
INTRODUÇÃO
• Histórico
O objetivo principal era formar um banco de dados
únicos norte-americano

Sistema Uniforme de Dados para a Reabilitação médica


(UDSMR)

É Recomendada pelo Ministério da Saúde


INTRODUÇÃO
• Histórico
MIF

Reabilitação Reabilitação
Ambulatorial Hospitalar
INTRODUÇÃO
• Objetivo
MIF é um escala de avaliação que têm por objetivo medir
quantitativamente o grau de independência funcional do indivíduo.

COGNITIV MOTORA
A
(NEVES et a 2007)
INTRODUÇÃO

SÃO ANALISADOS 18
TÓPICOS QUE ENGLOBAM:
• AUTOCUIDADO
• CONTROLE ESFINCTERIANO
• TRANSFERÊNCIAS
• LOCOMOÇÃO
• COMUNICAÇÃO
• COGNIÇÃO SOCIAL

(VIANA et al, 2008)


INTRODUÇÃO
7 NÍVEIS DE INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL

Os escores vão de 18 a 126. Quanto mais elevado o escore, maior o nível de


independência e melhor o desempenho funcional dos idosos.

(TALMELLI et al, 2010) (VIANA et al, 2008)


INTRODUÇÃO
6 pontos
Árvore de Decisão: SEM AUXÍLIO
(sim) Independência Modificada

A pessoa (não) A pessoa precisa de


precisa de mais do que um tempo
ajuda?
razoável, ou de um
dispositivo, ou existe
risco?
(não)
7 pontos

Independência Completa

(sim)
INTRODUÇÃO
Árvore de Decisão: COM AUXÍLIO

A pessoa A pessoa precisa


realiza metade de supervisão,
ou mais do (sim) preparo ou apenas (sim) 5 pontos
esforço?
de estímulo? Supervisão
4 pontos
Assistência Moderada
(não)
(sim)
Assistência máxima
(não) A pessoa precisa
(não) 2 pontos
apenas de ajuda
A pessoa precisa
ou toque leve,
de assistência 3 pontos
ocasional? (não)
total?
Assistência total
Assistência Mínima
(sim) 1 ponto
APLICAÇÃO EM ESTUDO
“Nível de independência funcional e déficit cognitivo
em idosos com doença de Alzheimer”
A doença de Alzheimer (DA) representa de 50 a 60% dos casos de demência,
acometendo aproximadamente 1% da população geral, e 10 a 20% dos indivíduos
com mais de 65 anos.

(TALMELLI et al, 2010)


APLICAÇÃO EM ESTUDO

• Utilizou-se o MEEM e a MIF

• Os resultados mostraram que aqueles idosos com déficit cognitivo


apresentaram pior desempenho na MIF em todas suas categorias;

• Para as funções motoras da MIF, nenhum idoso sem déficit


cognitivo é completamente dependente, porém necessitam de
supervisão para realização de algumas atividades.

(TALMELLI et al, 2010)


APLICAÇÃO EM ESTUDO
• A avaliação da capacidade funcional torna-se tão essencial quanto
o diagnóstico, pois diz respeito ao impacto da doença ou condição
limitante no indivíduo e os reflexos na sua qualidade de vida.

(TALMELLI et al, 2010)


CONCLUSÃO
• A Medida de Independência Funcional - MIF, proporciona cuidados
necessários para que o indivíduo no plano de reabilitação, consiga ser
reintegrado á família e sociedade com maior facilidade, após a avaliação
de seu desempenho.
REFERÊNCIAS
NEVES, Marco Antonio Orsini et al. Escalas clínicas e funcionais no gerenciamento de indivíduos com Lesões Traumáticas da Medula Espinhal.
Revista neurociências, v. 15, n. 3, p. 234–239-234–239, 2007.

RIBEIRO, Dâmarys, O emprego da medida de independência funcional em idosos. Rev. Gaúcha Enferm., v. 38, n. 4, e66496, 2017 .Disponível
em [Link] acesso em, 14 abr. 2021. Pub. 07-
Jun-2018. [Link]

RIBERTO, Marcelo, Orientação funcional para a utilização da MIF. Disponível em: [Link]
mod_resource/content/1/Manual%[Link]. Acesso em: 11 de Abril de 2021.

TALMELLI, Luana Flávia da Silva et al. Nível de independência funcional e déficit cognitivo em idosos com doença de Alzheimer. Revista da
Escola de Enfermagem da USP, v. 44, n. 4, p. 933-939, 2010.

VIANA, Fabiana Pavan et al. Medida de independência funcional nas atividades de vida diária em idosos com seqüelas de
acidente vascular encefálico no Complexo Gerontológico Sagrada Família de Goiânia. Revista Brasileira de Geriatria e
Gerontologia, v. 11, n. 1, p. 17-28, 2008.

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