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Estudo do Terreno em Combate Militar

Este documento apresenta a classificação e nomenclatura do terreno para fins militares. Aborda conceitos como visibilidade, campos de tiro, progressão, praticabilidade, vegetação, altitude, declividade, cotas, comandamento e nomes de acidentes geográficos.

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Estudo do Terreno em Combate Militar

Este documento apresenta a classificação e nomenclatura do terreno para fins militares. Aborda conceitos como visibilidade, campos de tiro, progressão, praticabilidade, vegetação, altitude, declividade, cotas, comandamento e nomes de acidentes geográficos.

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COMBATE SERVIÇO E

CAMPANHA I

UD VII - Assunto: 01
ESTUDO DO TERRENO
ESPECIFICAÇÃO

DISCIPLINA: COMB SV CAMP I

UNIDADE DIDÁTICA: VII – Utilização


do terreno

ASSUNTO: 1. Estudo do terreno


OBJETIVOS

• Classificar o terreno quanto à


visibilidade, aos campos de tiro, à
progressão, à praticabilidade, à
vegetação e à altitude; e

• Identificar a nomenclatura dos acidentes


do terreno.
SUMARIO

 I – INTRODUÇÃO
• II – DESENVOLVIMENTO
• 1. Generalidades
• 2. Classificação do Terreno
• 3. Nomenclatura do Terreno

• III – CONCLUSÃO
 Verificação Imediata
INTRODUÇÃO

• Nesta sessão iremos começar a


conhecer de uma forma mais técnica
o terreno (ambiente operacional),
uma vez que, o militar deve dominar
todas as suas particularidades com
a finalidade de utiliza-lo da melhor
forma contra o inimigo; seja em uma
defensiva ou em uma ofensiva.
DESENVOLVIMENTO

• Generalidades
 O conhecimento do terreno é necessário a todo
combatente, qualquer que seja a sua função. O seu
perfeito conhecimento concorre para que o militar com
ele se familiarize, sentindo-o nas suas minúcias, ficando
apto a:
 - Conhecer o valor militar dos diversos acidentes;
 - Utilizá-lo judiciosamente;
 - Ser capaz de a ele referir-se em linguagem militar.
DESENVOLVIMENTO

 Em princípio, todo terreno pode ser


defendido ou atacado, desde que a
tropa empregada de sua defesa ou
ataque, saiba utiliza-lo com
objetividade, ajustando, aos seus
acidentes, os fogos de suas armas e
dele tirando o máximo proveito para
organizar-se defensivamente ou
progredir.
CLASSIFICAÇÃO DO TERRENO

• [Link]
• b. Campos de tiro
• c. Progressão
• d. Praticabilidade
• e. Vegetação
a. VISIBILIDADE

• Quanto a visibilidade, o terreno tem a Seguinte classificação:

• 1) Descoberto – Quando não apresenta Obstáculo algum que


impeça a vista de descortinar grandes distancias. Os terrenos
descobertos dificultam as ações de surpresa e, geralmente,
permitem a execução de tiros a grandes distancias.
• 2) Coberto – E o caso contrario, quando apresenta obstáculos
que limitam a visibilidade. Terrenos nessas condições
favorecem as ações de surpresa, emitem a infiltração e reduzem
a amplitude dos campos de tiro.
CAMPOS DE TIRO

• Favoráveis – Quando as formas do terreno e a


vegetação permitem adaptar as trajetórias dos projetis
ao terreno, proporcionando, ao combate,
possibilitando de bate-lo com armas de trajetórias
tensa, dificultando ou mesmo impedindo a
progressão do inimigo. Os campos de tiro favoráveis
são sempre procurados para as ações defensivas,
sendo que mais se prestam a esse fim são os
descobertos, e uniformemente inclinados. Esses
terrenos permitem o máximo de zonas rasadas .
CAMPOS DE TIRO

 Desfavoráveis - Quando a
vegetação impede as vistas ou o
terreno apresenta reentrâncias e
saliências, dando origem a angulo
mortos que limitam o
aproveitamento das armas de tiro
tenso, reduzindo a sua eficiência.
PROGRESSÃO

 Livre ou aberto - Quando não apresenta


obstáculos que impeçam ou dificultem o
movimento ou a progressão (esta com o
concurso do fogo).
 Cortado – Quando apresenta obstáculos
que impedem ou dificultam o movimento
ou a progressão, tais como: rios, matas,
grandes valas, taludes, etc.
PRATICABILIDADE

 Praticável - Diz-se que um terreno é


praticável quando, embora apresentando
obstáculos, permite o movimento, em
tempo útil: após certos trabalhos, tais
como: lançamento de passadeiras,
abertura de picadas ou estradas, etc.
PRATICABILIDADE

 Impraticável - Quando os obstáculos


existentes tornam impossível o
movimento, dentro do tempo necessário
à execução da operação que se tem em
vista. Exemplo: rios muito largos,
atoleiros ou pântanos extensos,
montanhas de alturas consideráveis,
etc.
VEGETAÇÃO

 Limpo - Quando a vegetação não se constitui em


obstáculo que impeça ou dificulte as vistas
(observação), o movimento e a ligação

 Sujo - Quando a vegetação se constitui em


obstáculo à observação, ao movimento ou à
ligação.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 GENERALIDADES
 O conhecimento da nomenclatura para os
diversos acidentes do terreno visa a assegurar o
perfeito entendimento entre os militares, pela
padronização da linguagem empregada nas
ordens, partes, relatórios, etc.
ALTIMETRIA

 Altimetria - é a parte da Topografia que


se ocupa das formas do terreno, ou seja,
do seu modelado e relevo e de sua
representação gráfica.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Curvas de Nível - Elas representam linhas imaginárias,


no terreno, ao longo da qual todos os pontos estão em
uma mesma altitude. As curvas de nível indicam uma
distância vertical acima, ou abaixo, de um plano de
nível. Começando no nível médio dos mares, que é a
curva de nível zero, cada curva de nível tem um
determinado valor. A distância vertical entre as curvas
de nível é conhecida como eqüidistância, cujo valor é
encontrado nas informações marginais da carta.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 A eqüidistância é indicada em
metros e será constante em toda a
área da carta, não havendo na
mesma folha mais de um intervalo
básico. Este, será sempre um
número redondo múltiplo de 5, 10,
20, 40, etc. na maioria das cartas, as
curvas de nível estão impressas na
cor sépia.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Para facilitar a interpretação do terreno


são usadas curvas com traço reforçado,
normalmente as múltiplas de 100 metros,
que são denominadas curvas mestras e
nas quais são cocados os seus valores
de altura. As curvas de nível entre as
mestras são as intermediárias, podendo
ainda ser utilizada curva auxiliar, para
demonstrar formas topográficas
importantes.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 CLASSIFICAÇÃO DO TERRENO (ALTURA)

 A altitude de um ponto qualquer do terreno é


sua altura em relação ao nível do mar.
 Qualquer que seja a altitude média de uma
região, as alturas relativas nela existentes
classificam o terreno.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Plano - Quando não apresenta sensível variação


de alturas.
 Ondulado - Quando as elevações nele existentes
tem alturas que variam de zero a 20 metros.
 Movimentado - Quando variam entre 20 e 50
metros.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Acidentado - Quando variam entre 50 e 100


metros.
 Montuoso - Quando variam entre 100 e 1.000
metros.
 Montanhoso - Quando variam acima de
1.000 metros.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Cota - É o número que exprime a altura de um


ponto em relação a um plano horizontal de referência.
Nas cartas topográficas, as cotas são, normalmente,
expressas em metros e tomadas a partir do nível do
mar, correspondendo, portanto, ao valor métrico da
altitude. É comum, também, referir-se a uma elevação
pela sua cota. Assim uma elevação cuja cota é de 434
metros, é militarmente chamada "Cota 434".
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Comandamento - Diz-se que um ponto tem


comandamento sobre outro, quando é mais alto
do que esse outro; entretanto, esse
comandamento não depende exclusivamente da
altura relativa, mas também da distância entre
esses dois pontos, levando-se em conta o alcance
do armamento empregado e a possibilidade de
se observar.
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Comandamento
NOMENCLATURA DO TERRENO

Vertentes - há três tipos de encostas


ou vertentes que são a plana, a
côncava e a convexa.
NOMENCLATURA DO TERRENO

Encosta plana ou uniforme - é aquela


que apresenta uma declividade
constante e, conseqüentemente, é
representada por curvas de nível
igualmente espaçadas. Numa encosta
suave, as curvas de nível são bem
distanciadas entre si; numa encosta
íngreme, as curvas de nível são bem
próximas umas das outras
NOMENCLATURA DO TERRENO

Encosta côncava – esta encosta tem a


curvatura voltada para baixo. A
declividade diminui à proporção que a
encosta desce. As curvas de nível são
bem próximas no cume e bem espaçadas
na parte baixa.
NOMENCLATURA DO TERRENO

Encosta convexa – esta encosta é


abaulada. A declividade aumenta à
proporção que a encosta desce. As curvas
de nível são bem espaçadas no cume e
bem próximas na parte baixa
NOMENCLATURA DO TERRENO
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Elevação - é a designação genérica das


partes altas do terreno.
 Elevações isoladas - quando uma
elevação aparece isolada no terreno
geralmente toma a forma toma a forma de
uma colina ou de um mamelão:
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Colina - A colina tem um aspecto alongado seguindo


uma direção

NOMENCLATURA DO TERRENO

 Colina
NOMENCLATURA DO TERRENO

 MAMELÃO - APRESENTA AS ENCOSTAS MAIS


OU MENOS ARREDONDADAS E UNIFORMES
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Garupa - massa de terra, com a forma arredondada da anca


de um cavalo, que se projeta de uma elevação
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Garupa
NOMENCLATURA DO TERRENO

 ESPIGÃO - É UM MOVIMENTO DE TERRA SEMELHANTE


A GARUPA, POREM DE FORMA TRIANGULAR E
ALONGADA
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Esporão - é semelhante a um espigão, sobe cuja extremidade,


após um colo, ergue-se um cume mais ou menos pronunciado
NOMENCLATURA DO TERRENO

 Esporão
NOMENCLATURA DO TERRENO
(Elementos comuns a todas elevações)

 Pico – é a parte mais alta da elevação (cume) e em forma de


ponta
NOMENCLATURA DO TERRENO
(Elementos comuns a todas elevações)

 Agulha - Quando a parte mais alta da elevação (cume) e


extremamente agudo
NOMENCLATURA DO TERRENO
(Elementos comuns a todas elevações)

 Linha de Crista - é a linha que corre pela Lombada ou parte


mais alta das elevações, ligando os diversos cumes; é a linha
que limita o encontro das vertentes opostas da elevação. Ë
também chamada linha de festo, linha divisora de águas ou
linha seca
NOMENCLATURA DO TERRENO
(Elementos comuns a todas elevações)

 Crista topográfica - chama-se crista topográfica ao ponto


mais alto de uma linha de crista
 Crista militar - chama-se crista militar ao ponto da linha
de crista que proporciona comandamento de todo o
terreno à frente da elevação, sem a presença de
ângulos mortos. Pode coincidir com a crista
topográfica, porém pode ser outro ponto da linha de
crista.
 Encosta - São as superfícies em declive que formam uma elevação
 Sopé, raiz ou fralda - São as denominações dadas à parte mais baixa
das elevações e onde começam suas encostas
CRISTAS E ENCOSTA
ELEVAÇÕES DE GRANDE PORTE

 Montanha - É a denominação dada a um


aglomerado de elevações de grandes altitudes com
mais de 1000 m de altura e contornos irregulares.
 Cadeia ou cordilheira - Chama-se cadeia ou
cordilheira, ao conjunto de montanhas que seguem
uma direção mais ou menos retilínea.
 Serra - Quando uma cadeia tem pequena extensão,
denomina-se serra.
ELEVAÇÕES DE GRANDE PORTE

 Maciço - É um conjunto de elevações que se


distribuem uniformemente em torno de um ponto
central
 Contrafortes - As elevações de grande porte
(montanhas, serras; etc.), quando mudam de
direção, lançam um movimento de terra semelhante
a uma garupa ou espigão, perpendicularmente ao
lado oposto da curvatura, que denominado
contraforte.
ELEVAÇÕES DE GRANDE PORTE

 Planalto - Superfície mais ou menos extensa e


regular, situada em regiões elevadas; em geral
ondulada, podendo ser acidentada. Um planalto de
pequena extensão, é chamado chaparia.
 Depressões - Depressões são formas opostas as
elevações e as quais vão ter as águas das chuvas que
se escoam pelas encostas das elevações circundantes.
Comparadas com o terreno circunvizinho, as
depressões dão idéia de verdadeiras escavações.
DEPRESSÕES

 Cuba -Tipo de uma cratera que não tem saída de água p/


nenhum lugar
 Ravina e fundo - Chama-se ravina ao sulco ou depressão
mais ou menos profunda, existem na encosta de uma
elevação. Fundo é uma ravina alongaria, forma
intermediária entre a ravina e o vale.
 Vale – Região baixa do terreno, existente entre elevações
mais ou menos paralelas, formada pelo encontro das
vertentes dessas elevações. Os vales tem forma de sulcos
alongados e sinuosos, de profundidade e largura variáveis
DEPRESSÕES

 Garganta - É uma depressão bastante acentuada,


estreita e curta, que serve de passagem entre
duas elevações
 Corredor e desfiladeiro - Quando uma garganta
tem extensão apreciável, recebe o nome de
corredor. Se este apresenta encostas íngremes e
de difícil acesso é chamado desfiladeiro.
garganta
brecha
CORTE DE ESTRADA

 São depressões artificiais, de aspecto uniforme, feitas


nas elevações para a passagem de estradas (de ferro ou
de rodagem
DEPRESSÕES

 Colo - É uma depressão de pequena extensão


e mais ou menos suave, existente na linha de
crista de uma elevações.
 Linha de aguada, de fundo ou talvegue - É a
forma oposta à linha de cumeada, ou seja, é a
linha de ligação das encostas de elevações
opostas, em sua parte mais baixa; serve como
coletora e escoadora das águas.
PLANÍCIE

 Planície - É uma grande extensão de terreno


plano situada em regiões de baixa altitude.
 Pampas, estepes e pradarias - São nomes dados
as vastas planícies cobertas de vegetação rasteira
e apropriadas para a criação de gado, existentes
em algumas regiões do mundo.
PLANÍCIE

 Várzea - Terreno baixo, plano e fértil que


margeia os rios e ribeirões. É também chamado
vargem ou varge.
 Baixada - Planície existente entre o sopé de
grandes elevações e o mar ou um rio.
PLANIMETRIA

 Planimetria é a parte da topografia que se


ocupa da representação e projeção horizontal
das linhas naturais e artificiais do terreno
(estradas de rodagem, vias féreas, cursos-
d'água, vegetação, áreas urbanas, etc.).
HIDROGRAFIA

 CURSO-D'ÁGUA
 Rio - curso-d’água doce, natural, mais menos volumoso
e que é, normalmente, navegável em grande parte de
sua extensão.
 Ribeirão - curso-d’água de menor volume que o rio,
porém mais caudaloso que um riacho.
 Riacho, ribeiro ou córrego - Curso-d'água muito
pequeno e que geralmente dá vau em toda sua extensão;
no Norte do BRASIL chama-se igarapé e no Sul arroio.
HIDROGRAFIA

 Cabeceira ou nascente - É o local onde um rio nasce.


Situa-se, Geralmente, em regiões altas.
 Bacia - É a região banhada por um rio e pela rede de
seus tributários.
 Afluente ou tributário - Diz-se o curso-d-água é
afluente ou tributário de outro quando nele deságua,
perdendo consequentemente o seu nome.
 Leito, , álveo ou calha - É o terreno em que o rio corre;
é o sulco cavado por suas águas.
HIDROGRAFIA

 Embocadura, confluência ou foz – É o ponto em que o


rio lança suas águas em outro rio, num lago ou no mar.
 Margens - São as duas partes do terreno que servem de
bordas leito de um rio. Para se determinar qual a
margem deve-se dar as costas para a direção de onde
provêm as águas e tem-se, assim, do lado direito e
esquerdo as margens respectivas. Quando as margens
são altas denominam-se barrancas ou ribanceiras;
quando planas, baixas e arenosas, são chamadas praias
HIDROGRAFIA

 Jusante e montante - Um ponto qualquer está a


jusante em relação a um outro quando está
abaixo, e a montante quando se acha' rio acima.
 Saco e praia - Numa curva de rio, geralmente,
existe uma parte côncava e barrancosa que se
denomina saco e uma parte convexa denominada
praia, que sempre mais baixa do que o saco
HIDROGRAFIA

 Vau - Região em que um curso-d'água dá passagem a


pé, a cavalo ou em viatura. No Sul do Brasil, denomina-
se passo. ½ acidente de importância em face das
possibilidades que oferece à transposição dos curso-
d’água por pequenos elementos
 Estirão - É o trecho mais ou menos reto de um rio.
 Saltos, quedas-d’água, cachoeiras e cascatas - São
mudanças de nível mais ou menos abruptas e rochosas
do leito de um rio. Uma série de pequenos saltos é
chamada corredeira.
OUTROS ELEMENTOS HIDROGRÁFICOS

 Lago e lagoa - Chama-se lago a uma extensão


relativamente grande de água circundada por terra.
Se um lago for de pequena extensão é chamado de
lagoa.
 Represa ou barragem e açude - Represa é uma
construção destinada a reter um curso-d'água com a
finalidade de acumular água para usos diversos.
Açude é uma represa destinada a fins agropecuários
(irrigação, bebida para o gado, etc.).
OUTROS ELEMENTOS HIDROGRÁFICOS

 Sangradouros ou corixos - São canais que dão


escoamento as águas de lagoas e represas,
ligando-as ao mar ou um rio.

 Pântanos - São depressões do terreno que


contém água estagnada e coberta de vegetação;
Quando possuem pequena extensão, chama-se
de banhados.
OUTROS ELEMENTOS HIDROGRÁFICOS

 Alagadiços, charcos ou brejos - São terrenos


úmidos e de fraca consistência. Nesses
Iodaçais, pôr vezes encontram-se atoleiros
perigosos e de difícil transposição.
 Poços ou cacimbas - São buracos cavados no
solo para a obtenção de água dos lençóis
subterrâneos.
VEGETAÇÃO

 (1) O revestimento vegetal pode apresentar-se sob vários


aspectos.
 Floresta - É uma espessa mata, em grande parte constituída
por arvores seculares e que ocupa espaços imensos do
terreno. Nas regimes tropicais e equatoriais adquire
aspecto bastante hostil, sendo chamada, a (, de selva.
 Mata - Aglomeração de arvores cobrindo uma considerável
porção do terreno, porém, de extensão muito menor que a
floresta.
VEGETAÇÃO

 Bosque - É uma pequena mata, ressaltada nitidamente


entre o revestimento circundante. O bosque
geralmente permeável à passagem do homem a pé.
 Capão - É um pequeno bosque isolado no campo. No
Norte do Brasil é denominado ilha. .:
 Capoeira - É o conjunto de vegetação que nasce após
uma derrubada feita num trecho de mata. Tern o
aspecto de um bosque muito sujo e a constituído de
arbustos e arvores de pequeno porte.
VEGETAÇÃO
 Pomar – Aglomerado de arvores frutíferas formando um
bosque, cuja disposição das arvores é, normalmente,
bastante regular.
 Macega - Conjunto de vegetação baixa que cresce nos
campos, constituída normalmente de mato daninho e
arbustos diversos.
 Renque - O renque é uma fileira de arvores em linha
simples, reta ou quebrada, cuja característica maior é
oferecer máscara contra vistas aéreas e terrestres.
Exemplos: renques de barnbus, de palmeiras, de
eucaliptos, etc.
VEGETAÇÃO

 Campo - É o terreno limpo e descoberto, que tern como


revestimento vegetal gramíneas e outras vegetação
rasteiras, podendo ter ou não, arvores esparsas.
 Clareira - Registro sem arvores, existente no interior de
uma floresta, mata ou bosque. Quando essa clareira é
coberta de pastagem, diz-se que é uma clareira
campestre.
 Orla - Linha exterior que determina o contorno de uma
floresta, mata, bosque, capoeira, etc.
OUTROS ELEMENTOS DA
VEGETAÇÃO
 Clareira – região sem árvores,
existente no interior de uma
floresta, mata ou bosque.

 Orla – linha exterior que determina


o contorno de uma floresta, mata
ou bosque.
ESTRADAS E CAMINHOS

 Em relação as estradas é conveniente fixar-se algumas


idéias, a fim de evitar dupla interpretação:
 - Se duas estradas se unem, sem se cortarem, o ponto de
união pode constituir um entroncamento ou uma
bifurcação. Será entroncamento, quando a estrada ou
caminho que se une veto de uma direção geral mais ou
menos perpendicular estrada ou caminho que se percorre
Nesse caso, usa-se dizer que a via de menor importância
se entronca na principal e o sentido do deslocamento tern
muito pouca importância.
ESTRADAS E CAMINHOS

 Será bifurcação, quando a estrada (ou caminho) que se


une, parece ir na mesma direção geral que se segue; a
junção apresenta o aspecto geral de uma forquilha ou
forqueta, e se faz em ângulo agudo.
 Entretanto, quando no ponto de junção tem a impressão
que a estrada (ou caminho) que se une vem da direção
geral daquela que se segue, essa junção será um
entroncamento, muito embora apresente a configuração
de uma forquilha (invertida)
ESTRADAS E CAMINHOS

 Bifurcação
ESTRADAS E CAMINHOS

 Entroncamento
ESTRADAS E CAMINHOS

 Entroncamento
ESTRADAS E CAMINHOS

 Cruzamento - É o ponto em que duas


estradas (ou caminhos) se cortam. Quando
formam entre si ângulos aproximadamente
retos, denominam-se encruzilhada de
estradas, ponto ou região em que várias
estradas se cortam
ESTRADAS E CAMINHOS

 Cruzamento
 de estradas
ESTRADAS E CAMINHOS

Encruzilhada
ESTRADAS E CAMINHOS

Nó de estrada – Ponto ou região em


que várias estradas se cortam
ESTRADAS E CAMINHOS

Nó de estrada
 III- CONCLUSÃO

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