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Treinamento para Brigada de Incêndio

O documento fornece informações sobre treinamento de brigadas de incêndio, incluindo a história do uso do fogo pela humanidade, objetivos de capacitar brigadistas para emergências, procedimentos de emergência como alerta, análise da situação, primeiros socorros e abandono da área, e organização da brigada com líder e chefe.

Enviado por

Victor Prado
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Treinamento para Brigada de Incêndio

O documento fornece informações sobre treinamento de brigadas de incêndio, incluindo a história do uso do fogo pela humanidade, objetivos de capacitar brigadistas para emergências, procedimentos de emergência como alerta, análise da situação, primeiros socorros e abandono da área, e organização da brigada com líder e chefe.

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Treinamento

BRIGADA DE
INCÊNDIO
Introdução:
Quando o homem das
cavernas há milhares de anos
aprendeu a usar o fogo, ele
iniciava a civilização. Por
intermédio do fogo ele era
capaz de cozinhar os
alimentos obtidos tornando
os mais digeríveis e de
melhor gosto.

Por intermédio da iluminação proveniente da chama ele pode afugentar os


animais, iluminar seu ambiente e tornar as noites frias mais confortáveis
assegurando sua sobrevivência.
Como o fogo tornou-se um elemento básico de sobrevivência e progresso de
cada tribo, um dos integrantes da mesma era sempre mantido na condição de
guardião do fogo mantendo-o sempre aceso e protegido contra ataque de
outras tribos.
Introdução:
Esse fogo tomou aspecto mágicos, religioso e
sagrado e passou, então a ser preservado em
templos pelos Egípcios, Gregos e Romanos. Uma
das práticas mais conhecidas era de sua guarda
pelas Vestais, virgens encarregadas desta função no
Templo de Vesta em Roma. Entretanto ao mesmo
passo que possuía enorme valor ao homem, por
diversas vezes fugiu ao seu controle, quer por meio
de desastres naturais, vulcões, ter-

remotos, raios, incêndios florestais,


combustões expontâneas provenientes de
secas prolongadas, ou por meio de
descuidos, ou de ações de incendiarismo por
motivos de sabotagem ou guerra, em que ele
começou a constituir-se em significativa
preocupação para a humanidade face ao
prejuízo e vítimas resultantes
Objetivo:

Capacitar os componentes da brigada para atender situações


de emergência que envolva vítimas, danos materiais ou cause
impacto ao meio ambiente e eliminar as perdas, diminuir ou
eliminar os riscos, através de procedimentos adequados,
tornar o colaboradores capazes de identificar, avaliar,
classificar e propor tratativa dos riscos que a empresa está
exposta.
Emergência:

É uma situação anormal não programada, relacionada às


atividades, produtos e serviços da empresa, capaz de
provocar danos as pessoas, instalações ou ao meio
ambiente, que exigem o desencadeamento de ações
imediatas visando neutralizar ou minimizar seus efeitos.
Aspectos formação, conduta e responsabilidades
Legais:
• Art. 2º - O treinamento básico, a cargo do proprietário do estabelecimento,
deverá ser ministrado previamente à admissão de todo funcionário
contratado, tanto para o corpo administrativo quanto para o operacional, e
possuir prazo de validade de, no máximo, 12 (doze)
• Art. 6º - Todos os estabelecimentos enquadrados na presente instrução,
ficam obrigados a constituir Brigadas de Incêndio, em atendimento ao
previsto na norma NBR 14276 da ABNT.
• Parágrafo terceiro – A estrutura mínima da brigada será de 03 (três)
integrantes, o que corresponde a um efetivo de até 06 funcionários no
estabelecimento. Recomenda-se para esta brigada a seguinte composição :
01(um) Líder de Brigada e 02 (dois) Brigadistas
Aspectos formação, conduta e responsabilidades
Legais:
Atribuições
• Parágrafo quarto - Caberá à brigada de incêndio, as atribuições
previstas na referida NBR 14276, acrescidas das responsabilidades
abaixo, de interesse da FEAM/NUCOM:)
Ações de caráter preventivo :
• manutenção e conservação da sinalização de segurança e emergência;
• Identificação e avaliação de riscos e planejamento das ações de
controle;
• Inspeção geral dos dispositivos de detecção, alarme e combate a
incêndios;
• Orientação à população fixa (empregados) e flutuante
(visitantes/temporários);
Aspectos formação, conduta e responsabilidades
Legais:
Atribuições
Ações de caráter preventivo :
• Avaliação dos riscos existentes;
•inspeção geral dos equipamentos de combate a incêndio;
•inspeção geral das rotas de fuga;
•Uso de check-list específico para a inspeção mensal dos dispositivos de contenção
e monitoramento de vazamentos, sistemas de combate e prevenção de incêndios
e rotas de fuga. O check-list deverá ser enviado ao proprietário do
estabelecimento para conhecimento e tomada de providências;
•Participação na revisão e atualização do Plano de Atendimento a Emergências;
•Elaboração de relatório de não conformidades com envio ao empreendedor.
•Orientação à população fixa (empregados) e flutuante (visitantes e terceiros);
•Realizar exercícios simulados.
Aspectos formação, conduta e responsabilidades
Legais:
Atribuições
Ações de emergência :
•Identificação e avaliação da situação ou sinistro;
•Deflagração do alarme, isolamento e mobilização para abandono da área;
•Desligamento/desenergização das instalações;
•Articulação com órgãos afins (corpo de bombeiros, unidades de resgate,
defesa civil, FEAM/MG, etc);
• Atendimento (primeiros socorros) e encaminhamento de vítimas aos centros
de tratamento;
•Realizar combate ao sinistro ou evento gerador da emergência;
•Recepção do corpo de bombeiros e relato da situação do sinistro;
•Elaboração de relatório de ocorrência de sinistro com envio à entidades
envolvidas ou de interesse direto
Procedimentos
deEmergência

Alerta

Identificada uma situação de emergência, qualquer


pessoa pode alertar, por meio de meios de comunicação
disponíveis, os ocupantes e os brigadistas.
Procedimentos
deEmergência

Análise da
Situação
Após o alerta, a brigada deve analisar a situação, desde o
início até o final do sinistro. Havendo necessidade, acionar o
Corpo de Bombeiros e apoio externo, e desencadear os
procedimentos necessários, que podem ser priorizados ou
realizados simultaneamente, de acordo com o número de
brigadistas e os recursos disponíveis no local.
Procedimentos
deEmergência

Primeiros
Socorros
Prestar primeiros socorros às possíveis vítimas,
mantendo ou restabelecendo suas funções vitais com
SBV (Suporte Básico da Vida) e RCP (Reanimação
Cardio-Pulmonar) até que se obtenha o socorro
especializado.
Procedimentos
deEmergência

Cortede
Energia
Cortar, quando possível ou
necessário, a energia elétrica
dos equipamentos, da área
ou geral
Procedimentos
deEmergência

Abandono
de Área
Proceder ao abandono da área parcial ou total, quando
necessário, conforme comunicação preestabelecida,
removendo para local seguro, a uma distância mínima de
100 m do local do sinistro, permanecendo até a
definição final.
Procedimentos
deEmergência

Confinamento
do Sinistro
Evitar a propagação do sinistro e
suas conseqüências.
Procedimentos
deEmergência

Isolamento
da Área

Isolar fisicamente a área sinistrada, de modo a garantir os


trabalhos de emergência e evitar que pessoas não
autorizadas adentrem ao local.
Procedimentos
deEmergência

Extinção

Eliminar o sinistro, restabelecendo a normalidade.


Procedimentos
deEmergência

Investigação

Levantar as possíveis causas do sinistro e suas conseqüências


e emitir relatório para discussão nas reuniões extraordinárias,
com o objetivo de propor medidas corretivas para evitar a
repetição da ocorrência.
Com a chegada do Corpo de Bombeiros, a brigada deve ficar a
sua disposição.
Procedimentos
deEmergência
Em caso de simulado ou incêndio adotar os
seguintes procedimentos:
 a) orientar as pessoas a manter a calma;
b) orientar as pessoas a caminhar em ordem sem atropelos;
c) não correr e não empurrar;
d) não permitir gritaria nem algazarras;
e) estar atento a pessoas em pânico e buscar acalmá-las;
f) todos os empregados, independente do cargo que ocupar na empresa,
devem seguir rigorosamente as instruções do brigadista;
g) Não permitir nunca que pessoas voltem para apanhar objetos;
Ao sair de um lugar, fechar as portas e janelas sem trancá-las; 
Procedimentos
deEmergência
Em caso de simulado ou incêndio adotar os
seguintes procedimentos:

i) levar consigo os visitantes que estiverem em seu local de trabalho;


j) sapatos de salto alto, devem ser retirados;
l) não acender ou apagar luzes, principalmente se sentir cheiro de gás;
m) deixar a rua e as entradas livres para a ação dos bombeiros e do pessoal
de socorro médico;
n) Direcionar as pessoas para local pré-determinado (ponto de encontro)
pela brigada e aguardar novas instruções;
Organização da
Brigada de Incêndio
Atribuições
A brigada de incêndio deve ser organizada funcionalmente como segue:
a) brigadistas: membros da brigada que executam as atribuições delegadas
(ações de salvamento, combate e auxílio no abandono)
b) líder: responsável pela coordenação e execução das ações de
emergência em sua área de atuação (pavimento/compartimento). É
escolhido dentre os brigadistas aprovados no processo seletivo;
c) chefe da brigada: responsável pela coordenação da brigada ou por uma
edificação com mais de um pavimento/compartimento. É escolhido dentre
os brigadistas aprovados no processo seletivo;
d) coordenador geral: responsável geral por todas as edificações que
compõem uma planta. É escolhido dentre os brigadistas que tenham sido
aprovados no processo seletivo.
Organização da
Brigada de Incêndio
Líder

Brigadista

Equipe de Equipe de Equipe de


salvamento combate abandono
Organização da
Brigada de Incêndio
Atribuições
• Equipe de Salvamento
Responsável pelas atividades de salvamento de
vítimas e medidas de primeiros socorros

• Equipe de Combate
Responsável pelo combate ao incêndio e todas as
medidas operacionais para o sucesso da extinção

• Equipe de Abandono
Responsável pela orientação, coordenação da retirada
das pessoas e controle dos acessos à edificação
Teoria do
Fogo
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo

O que é
fogo ?
FOGO é uma reação química acompanhada de luz e calor.
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo
CALOR

COMBURENTE COMBUSTÍVEL
REAÇÃO EM
CADEIA

E necessita de alguns elementos para se compor.


Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo
COMBUSTÍVEL
É tudo aquilo que queima, ou seja é o elemento que alimenta o fogo. Pode
ser sólido (madeira, borracha, papel, etc.), líquido (álcool, éter, gasolina,
diesel, etc.), gasoso (butano, propano etc.)
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo
COMBURENTE
É todo elemento que, associando-se quimicamente ao combustível, é capaz de
fazê-lo entrar em combustão na presença de uma fonte de calor inicial. O
oxigênio é o comburente mais comumente encontrado, sua presença em
concentrações a partir de 16% no ar atmosférico possibilita vida às chamas e
intensifica a combustão.
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo
COMBURENTE
A atmosfera é composta por

21% de oxigênio 78% de nitrogênio 01% de outros gases


Em ambientes com a composição normal do ar, a queima desenvolve-se com velocidade
e de maneira completa.
A combustão consome o oxigênio do ar num processo contínuo.
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo
COMBURENTE
Quando a porcentagem do oxigênio do ar do ambiente passa de

21% de oxigênio
a queima torna-se mais lenta, notam-se
16%
brasas e não mais chamas.
9%
Quando o oxigênio contido no ar do ambiente atinge concentração menor que
9%, não há combustão
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo

CALOR
É um movimento vibratório das moléculas dos corpos, transmitido
através do ar, capaz de atingir diretamente os nervos da sensibilidade
geral e de determinar mudanças na estrutura da matéria. Desta forma
sabemos, que o calor é uma forma particular de energia.
Teoria do
Fogo
Princípios gerais da química do fogo

REAÇÃO EM CADEIA
é o processo de sustentabilidade da combustão, pela presença de radicais
livres, que são formados durante o processo de queima do combustível.

O calor irradiado das chamas atinge o combustível e este é decomposto


em partículas menores, que se combinam com o oxigênio e queimam,
irradiando outra vez calor para o combustível, formando um ciclo
constante.
Teoria do
Fogo

4
incêndios
podem ser

fases
separados
em

1
inicial

 A temperatura média do compartimento ainda não está muito elevada, e o fogo


está localizado próximo ao foco do incêndio
Teoria do
Fogo
Fase de transição entre a fase
inicial e a do incêndio totalmente
desenvolvido. Ocorre em um

2
período muito curto de tempo e
pode ser considerado um evento

desenvolvimento do incêndio.

Trata-se do momento no qual a


temperatura da camada superior
de fumaça atinge 600ºC.
A característica principal desta fase é o
repentino espalhamento das chamas a
todo o material combustível existente no
compartimento. Este fenômeno é
conhecido pelo nome de “flashover”.

A sobrevivência do pessoal que esteja


no local é incerta, a partir dele entra-se
na fase de incêndio desenvolvido.
Teoria do
Fogo Todo o material do compartimento

3
está em combustão, sendo  a taxa de
Incêndio queima  limitada pela quantidade de
oxigênio remanescente.

desenvolvido Chamas podem sair por qualquer


abertura, e os gases combustíveis
na fumaça se queimam assim que
encontram ar fresco.

O acesso a esse incêndio é


praticamente impossível, sendo
necessário um ataque indireto ao
mesmo.
Teoria do Quase todo o material combustível já
Fogo foi consumido e o incêndio começa a se
extinguir.

4
Após a extinção do incêndio, em casos
Queda de específicos, pode correr o fenômeno do
reaparecimento. Em um incêndio que
intensidade tenha se extinguido por ausência de
oxigênio. Em um compartimento
estanque que tenha sido complemente
isolado, vapores combustíveis podem
estar presentes.
Quando ar fresco é admitido nessa
atmosfera rica em vapores
combustíveis / gases explosivos e com
temperatura próxima à de ignição, os
três ­elementos do triângulo do fogo
estarão novamente presentes e pode
ocorrer uma ­explosão, fenômeno
também conhecido por “backdraft”.
Teoria do
Fogo
Ponto de Fulgor, Ponto de Combustão e Ponto de Ignição.

Temperatura de ignição
É a temperatura limite em que os combustíveis, desprendendo gases, entram
em combustão (se incendeiam) ao contato com o oxigênio,
independentemente de qualquer fonte de calor, por já estarem aquecidos.

É importante identificar os principais


pontos da temperatura:
Ponto de Fulgor, Ponto de
Combustão e Ponto de Ignição 
Teoria do
Fogo
Ponto de Fulgor, Ponto de Combustão e Ponto de Ignição.

Ponto de fulgor
É a menor temperatura na qual um combustível liberta gases/vapor em
quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável  e queimar  quando
aproximada  uma fonte externa de calor. Porém, o ponto de fulgor não é
suficiente para que a combustão seja mantida, ou seja, retirada a fonte de
calor, a combustão cessará.

Ponto de combustão
É a temperatura do combustível, acima da qual, ele desprende gases em
quantidade suficiente para serem inflamados por uma fonte externa de
calor e continuarem queimando, mesmo quando retirada esta fonte.
Teoria do
Fogo
Ponto de Fulgor, Ponto de Combustão e Ponto de Ignição.

Ponto de Combustão
Teoria do
Fogo
Ponto de Fulgor, Ponto de Combustão e Ponto de Ignição.

Ponto de ignição
é a temperatura necessária para
inflamar os gases que estejam se
desprendendo de um combustível, só
com a presença do comburente.
Transferência
ou Propagação
do Fogo
Um aspecto importante do fogo é a sua propagação. O calor é uma espécie de
energia e por isso se transmite passando de um corpo para outro. Essa
passagem pode ocorrer de três maneiras:

Calor
O calor se transporta progressivamente
de molécula para molécula se não houver
interrupção da matéria. A quantidade de
calor transmitida por condução depende
se o material é ou não bom condutor de
calor.
Transferência
ou Propagação
do Fogo
Fontes:
Calor Fonte Artificial: Baterias, Sistema
elétrico, Chuveiro, aquecedor,
secador de cabelo, ferro elétrico,
Efeitos: eletro-eletrônicos que produzem
Efeitos fisiológicos: São as sensações calor etc.
de quente ou de frio que nós
experimentamos ao nos aproximar Fonte natural: Sol.
de um corpo qualquer.
Efeitos físicos: É o efeito do calor na
matéria, ou seja, a dilatação
(aumento da dimensão dos corpos).

Efeito químico: É a transformação da


matéria
Transferência
ou Propagação
do Fogo

Radiação
É a transmissão do calor por meio de ondas.
É a forma mais perigosa para o ser humano, pois caminha
através do espaço e de materiais.

Convecção
É a transmissão do calor por meio de correntes de ar circulatórias
originadas da fonte (fogo / incêndio). É a forma característica de
transmissão de calor, pelo aquecimento do ar.
Classes de
Incêndio
Classe A
São materiais de Fácil Combustão, com a
propriedade de queimarem em sua superfície
e profundidade, que deixam resíduos.
Como: papel, papelão, madeira, plástico,
tecido...

Extintor AP
Extintor de Água Pressurizada, deve ser
utilizado em fogos Classe A, é Bom p/
Resfriamento e Regular p/ Abafamento.

OBS.: Nunca utilize em classe C de


incêndio, materiais elétricos energizados.
Classes de
Incêndio
Classe B
São considerados inflamáveis os produtos
que queimam somente em sua superfície,
não deixando resíduos. Como: óleos, graxas,
vernizes, tintas, thiner, gasolina, etc.

Extintor PQS
Extintor de Pó Químico Seco, será usado
nas Classes B e C, mas é ideal para a Classe
B. É regular para resfriamento, e bom para
abafamento.
OBS.: Não utilize extintor de pó químico em
equipamentos sensíveis (Centrais de computador)
o apropriado é o Halotron, substituto do Halon
que causava destruição da camada de ozônio.
Classes de
Incêndio Classe C
Ocorrem em equipamentos elétricos
energizados como: baterias, sistema
elétrico do veículo, transformadores,
quadros de distribuição, eletrodomésticos,
fios, motores, etc...

Extintor CO2
O extintor tipo “Dióxido de Carbono”,
será usado, preferencialmente, nos
fogos de classe B e C, embora possa ser
utilizado nos fogos de Classe A
em seu inicio.
Classes de
Incêndio
D - Gás Halon - Características
- apesar de ser muito eficiente,
(Halon 1211, 1301 e 2402) seu uso está restrito
(Resolução 267/00 do CONAMA)
devido aos prejuízos ambientais;

-novas tecnologias: Inergen (Ansul),


FE-13 (Dupont), FM-200 (GLC),
CEA-410 (3M), NAF-S-III (NAFG);
Prevenção
de Incêndio
A prevenção de incêndios envolve uma série de
providências e cuidados, cuja aplicação e
desenvolvimento visam evitar o aparecimento de
inícios de incêndio ou pelo menos limitar a
propagação do fogo, caso ele surja.
A adoção de medidas preventivas visando evitar o
incêndio e o pânico, se dúvida preservará a
segurança e a tranquilidade das pessoas nos locais
de trabalho e nos lares e se converterá em benefício
social e econômico para a sociedade em geral.
Para que isso se torne realidade é preciso que todos tomem consciência da
necessidade de participação ativa na aplicação mais efetiva das medidas de
segurança.
Não se trata apenas de proteger o patrimônio mas, sobretudo de resguardar a
integridade da vida humana
Prevenção
de Incêndio

A Instrução Técnica nº do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais a Lei


14.130 de 19 de dezembro de 2001 estabelecem normas, procedimentos e
nomenclaturas para combate a incêndio e pânico considerando a proteção
das pessoas e de seus bens.
Prevenção
de Incêndio

Principais causas
de Incêndio
Brincadeiras de Criança
Exaustores, fogueiras e chaminés
Balões
Fogos de Artifício
Descuidos na Cozinha
Velas, iluminação com chama aberta sobre móveis
Aparelhos Eletrodomésticos
Prevenção
de Incêndio

Principais causas
de Incêndio
Pontas de cigarro
Vazamentos de gás
Ignição ou explosão de produtos químicos
Instalações elétricas inadequadas
Trabalhos de soldagem
Ações criminosas
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Tubulação de Incêndio
Rede Preventiva
Tubulação Preventiva

Destinados à condução de água para combate a incêndio


Confeccionada em aço carbono , ferro fundido ou ferro galvanizado
Diametro mínimo : 63 mm ( 2 ½”) para canalização
Sai do reservatório de água (superior ou subterrâneo) para as ramificações que ligam
às caixas de incêndio.
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Tubulação de Incêndio
Sai do reservatório de água (superior ou
subterrâneo) para as ramificações que
ligam às caixas de incêndio.

Reserva de água
destinada exclusivamente ao combate a incêndio
Assegurada através de diferença de nível entre nível de
canalização de incêndio e a rede de distribuição geral
Quantidade mínima: 6000 litros
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Caixa de Incêndio
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Chave de conexão
para mangueira
Caixa de Incêndio
Esguicho Regulável Esguicho Regulável
para mangueira para mangueira

Esguicho Agulheta
para mangueira mangueira
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Caixa de Incêndio
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Rede de Chuveiros Automáticos tipo
Splinker
Composto de tubulação fixa os chuveiros
automáticos são dispostos regularmente na área
a era protegida, ligado a sistema pressurizado
que no caso de ocorrência de incêndio, aplica
água sobre o local sinistrado.

Funciona por meio de sensor de calor quando na


detecção de temperatura de 68 ºC.
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Extintores portáteis
PQS ( Pó Químico Seco)

Extintores sobre rodas


(carretas)

AP ( Água Pressurizada)
CO2 (Gás Carbônico)
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Extintores portáteis
• Instalados em local de fácil acesso e
visualização.
• Não dever estar em escadas, portas, rotas
de fuga
• Não deve ficar obstruído.
• Deve ser instalado em parede ou suporte
no piso.
• Lacre não pode estar rompido.
• Manômetro do extintores AP e PQS deve
indicar a carga.
Prevenção
de Incêndio

Sistema Preventivo
Sistema de Proteção Contra
Descarga Atmosférica
Escada Enclausurada
Contra Fumaça
Construída em alvenaria
Resistente a fogo por pelo menos 4 horas
Possuir lances retos
As portas devem ser permanentemente
fechadas, sem trancas
Prevenção
de Incêndio

Ações de prevenção contra


Incêndios
Realizar levantamento e reconhecimento de dispositivos preventivos contra
incêndio e pânico, estado de conservação e funcionamento adequado
Registrar não conformidades
Orientar população fixa e flutuante quanto a medidas
preventivas (não fumar em áreas classificadas, atenção
quanto a armazenamentos e empilhamentos, obstrução
de equipamentos de combate a incêndio)
Articular com a CIPA e SESMT quanto às orientações.
Realizar treinamentos simulados.
Método de Extinção
Incêndios
Método de
Extinção de
Incêndios
Abafamento
Oxigênio (02)

Material
combustível Calor
Método de
Extinção de
Incêndios
Isolamento
Oxigênio (02)

Material
combustível Calor
Método de
Extinção de
Incêndios
Resfriamento
Oxigênio (02)

Material
combustível Calor
Método de
Extinção de
Incêndios
Extinção Química
Quando combustíveis sob ação do calor geram gases ou vapores que , ao se
combinarem com o comburente, formam uma mistura inflamável .
Se lançarmos determinados agentes extintores ao fogo, suas moléculas se
dissociam (separam) pela ação do calor e se combinam, então com a mistura
inflamável ( gás ou vapor mais comburente ), formando outra mistura não
inflamável.

Ocorre a interrupção da reação em cadeia e a extinção química.


Agentes
Extintores
São substâncias químicas líquidas, sólidas ou gasosas utilizadas na extinção de
incêndios.
Os principais:

Água Pressurizada
• Indicado para incêndio de classe “A”.
• Age por resfriamento e/ou abafamento.
• Pode ser aplicado na forma de jato compacto, chuveiro e
neblina. Para os dois primeiros casos, a ação é por resfriamento.
Na forma de neblina atua como resfriamento e abafamento.

Atenção:
Nunca deve ser usado em incêndio de classes “C” e “D”
Nunca deve ser usado na forma de jato em incêndio de classes “B”.
Agentes
Extintores
Gás Carbônico
• Indicado para incêndio de classe “C” por não ser condutor de
eletricidade.
• Age por abafamento podendo se usado em classe “A” apenas no
início do incêndio e na classe “B” em ambientes fechados.

Pó Químico
• Indicado para incêndio de classe “B”.
• Age por abafamento podendo se usado em classe “A” e “C”
podendo nesta última, danificar o equipamento.
Agentes
Extintores
Pó Químico Especial
• Indicado para incêndio de classe “D”.
• Age por abafamento. Espuma
• Indicado para incêndio de classe “A” e
Pó ABC “B”.
• Age por abafamento e resfriamento.
(fosfato de • Por conter água não deve ser usado em
incêndio classe “C” pois conduz
monoamonico) eletricidade.
• Indicado para incêndio de
classes “A”, “B” e “C”. Outros Agentes
• Age por abafamento.
• Areia, terra, cal, talco.
EPI
Equipamento de Proteção Individual é qualquer produto ou dispositivo destinado
à proteção individual do trabalhador , conforme NR 6 – Portaria 3.214.
São de uso obrigatório.
A Brigada de incêndio deverá utilizar EPI nas seguintes ocasiões:

Exercício simulados de evacuação:

Exercício de combate a incêndio:


Procedimentos para
Abandono de área

A brigada de incêndio deve estar preparada para o auxílio em situações de


emergência.
Uma vez dado o alerta, os membros da brigada serão responsáveis por orientar
uma saída imediata e ordenada da planta (setor, área, compartimento), seguindo
procedimentos corretos até para direcionar a população até local pré definido e
seguro até a liberação para retorno.
Procedimentos para
Abandono de área
Procedimento geral:
• Solicitar a população fixa (funcionários) e população flutuante (visitantes) a
deixar o local pelas saídas de emergência já sinalizadas ou definidas;
• Seja qual for a emergência, nunca utilizar elevadores;
• Orientar as pessoas a andar e não correr, não fazer algazarras, gritarias ou parar
para conversar;
• Ao sair de um compartimento, fechar as portas em trancar e não voltar para
buscar objetos ;
• Ajudar o pessoal incapacitado a sair, dispensando especial atenção àqueles que,
por qualquer motivo, não estiverem em condições de acompanhar o ritmo de saída
(deficientes físicos, mulheres grávidas e outros);
Procedimentos para
Abandono de área
Procedimento geral:
• Estar atento a pessoas que estejam em pânico e procurar acalmá-las. Se não
conseguir, solicitar ajuda de outros membros da equipe, CIPA ,SESMT ou
bombeiros;

• Proceder primeiros socorros até a chegada de pessoal especializado;

• Uma vez chegado ao local de ponto de encontro proceder contagem das


pessoas e certificar-se que todos foram retirados;

• Voltar e buscar pelos não presentes sem se colocar em risco;


Procedimentos para
Abandono de área
Outras recomendações:
• Orientar as pessoas a não subir, mas sempre descer escadas ;
• Durante a saída orientar pessoas a retirar gravata e sapatos de salto e meias
escorregadias;
• Em caso de local com fumaça, orientar as
pessoas a sair abaixadas sempre em
direção à porta;
• As pessoas deve respirar pelo nariz;
• Caso as roupas se incendeiem, fazer a
pessoas rolar lentamente pelo chão;
Onde estão os Perigos
Vamos discutir...

Você sabe quais os risco de incêndio na sua empresa ou no seu setor de


trabalho?

Você conhece o PAE da empresa?


“ A diferença entre estar no risco e estar seguro é a sua
atitude responsável diante dos perigos à sua volta.

Obrigado a todos!

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