0% acharam este documento útil (0 voto)
74 visualizações96 páginas

Segurança em Trabalhos em Altura NR 35

Este documento fornece orientações sobre segurança em trabalhos em altura, definindo trabalho em altura como qualquer atividade acima de 2 metros do chão e onde há risco de queda. Ele descreve procedimentos obrigatórios como o uso de cinto de segurança e equipamentos de ancoragem, além de inspeções regulares de equipamentos de proteção.

Enviado por

rafafloresta
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
74 visualizações96 páginas

Segurança em Trabalhos em Altura NR 35

Este documento fornece orientações sobre segurança em trabalhos em altura, definindo trabalho em altura como qualquer atividade acima de 2 metros do chão e onde há risco de queda. Ele descreve procedimentos obrigatórios como o uso de cinto de segurança e equipamentos de ancoragem, além de inspeções regulares de equipamentos de proteção.

Enviado por

rafafloresta
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PPT, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

TRABALHO

EM ALTURA
NR 35
2017
OBJETIVO

Orientar a força de trabalho, para que ela:

 Entenda e memorize o “Padrão de Segurança nos Trabalhos em Altura”;

Saiba e se disponha a identificar os riscos das atividades;

Siga todo procedimento de segurança para execução de atividades com segurança .

Mais informações consulte o


PGO.042.315 - Segurança nos Trabalhos em Altura.
POR QUE OCORREM OS ACIDENTES
NOS TRABALHOS EM ALTURA?

 Excesso de confiança;
 Não uso de EPI;
 Uso incorreto de EPI;
 Descumprimento e/ou desconhecimento do Padrão de Execução;
 Planejamento deficiente antes de iniciar os trabalhos;
 Convencer a si próprio de que o acidente nunca irá ocorrer;
 Alegar que a prevenção toma tempo e interfere o fluxo do trabalho;
 Acreditar que devido a atividade ser breve, não necessita de prevenção contra o
acidente.
 Desconforto
DEPOIS QUE O ACIDENTE ACONTECE

DENTRO DA EMPRESA
Atividade fica paralisada;
Tempo gasto para investigação do acidente;
Tempo gasto para resgate ou socorro do acidentado;
Danos materiais e financeiros;
A imagem da empresa, equipe e do próprio acidentado pode ficar comprometida;
SITUAÇÃO DO TRABALHADOR ACIDENTADO
Danos físicos ou morte;
Desconforto na família;
Rentabilidade diminuída;
Perda/ diminuição da capacidade que possuía para o trabalho.
CONCLUINDO

GASTA-SE MUITO MAIS TEMPO REMEDIANDO O QUE PODIA SER EVITADO...

APÓS O
ACIDENTE

DO QUE COM O PLANEJAMENTO E PREVENÇÃO!

ANTES QUE O
ACIDENTE
ACONTEÇA
ESTATÍSTICA DE ACIDENTES NO TRABALHO
(BRASIL)

7
DESVIOS
DESVIOS
DESVIOS
DESVIOS
DESVIOS
DESVIOS
DESVIOS
CONSEQÜÊNCIA

O DEPOIS
É
IRREMEDIÁVEL
CONSEQÜÊNCIA

O DEPOIS
É
IRREMEDIÁVEL
DEFINIÇÃO

MAS
O QUE É
TRABALHO
EM ALTURA?
DEFINIÇÃO

Item - NR 35

35.1.2

Considera-se trabalho em altura, toda atividade


executada acima de 2 metros do piso de referência
(nível inferior) e onde haja risco de queda.
DEFINIÇÃO
DESVIO?
DISPOSIÇÃO GERAL

a) Em trabalho com altura a partir de 2 metros, o cinto de segurança é de uso


obrigatório e deverá estar conectado, preferencialmente, acima da cabeça e
nunca abaixo da cintura.
DISPOSIÇÃO GERAL
b) Para o primeiro acesso e início de montagem de ancoragem, deve sempre
ser utilizado o “Kit de ancoragem”.
DISPOSIÇÃO GERAL

c) Todo ponto de ancoragem definitivo será marcado em amarelo, contendo a


capacidade de resistência e o número máximo de pessoas ancoradas por
ponto.
DISPOSIÇÃO GERAL

d) Ponto de ancoragem: Todo ponto de ancoragem deverá ser testado para


resistência superior a 1.500 kg (15KN).

3000 KG = 30 KN

16
DISPOSIÇÃO GERAL

e) Os cabos de aço para ancoragem deverão ter comprimento de até 3,8%


maior que o tamanho do vão, não se considerando comprimento destinado
à amarração os cabos com diâmetro mínimo de 5/16’’ (8mm).
DISPOSIÇÃO GERAL
f) É proibido o “enforcamento” de talabartes. (dar nó no talabarte)

g) O cinto de segurança deve possuir talabarte duplo, sem emendas e


comprimento de 1,5m.

h) Em casos de necessidades de uso de talabartes de comprimento superior a


1,5m, que deverá ser precedida de APR, considerando zona de queda
desimpedida e piso de referência.

i) O uso do absorvedor de energia ou dispositivo retrátil deverá ser utilizado


onde exista a possibilidade de queda livre igual ou superior a 6 metros.
DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
j) Antes de cada uso, todos os dispositivos de trabalho em altura devem ser
inspecionados pelo usuário para identificar cortes, trincas, quebras,
conectores soltos, desgaste excessivo.

Ferragens;
Tecidos;
Absorvedor de Energia
Etiquetas;
Costuras;
DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Inspeção em Ferragens

Verifique as argolas em “D” quanto a deformações,


rachaduras, quebras e cantos ásperos ou vivos,
oxidação etc.

Se possível compare com argolas de outros cinturões


de mesmo modelo.
DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Inspeção nos engates

Verifique se há deformações nos ganchos e olhais,


rachaduras, oxidação ou superfícies com impactos
ou expostas ao calor excessivo.

O fecho deve assentar-se no nariz sem prender-se


sem estar distorcido nem desobstruído.

A mola do fecho deve exercer força suficiente para


fechá-lo firmemente. As travas do fecho devem
impedi-lo de se abrir involuntariamente.
DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Cinturão – Inspeção no Tecido e Costuras

Procure bordas gastas, fibras rompidas,


costuras abertas, cortes, pontos
queimados e danos químicos.
DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Cinturão – Inspeção no Tecido e Costuras

Usando as mãos, afaste a trama cerca de 20 cm.


Dobre-a em forma de “U” invertido como mostra a foto
abaixo.

A tensão superficial resultante torna mais fácil detectar


fibras danificadas ou cortes.

Repita este procedimento por toda extensão do


cinturão, verificando ambos os lados de cada fita.
Verificar se há sinais de ter havido impactos de queda através da fita indicadora de impacto do cinto.

DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Cinturão – Inspeção no Tecido e Costuras

Verificar se há sinais de ter havido impactos de


queda através da fita indicadora de impacto do
cinto.
Verificar se há sinais de ter havido impactos de queda através da fita indicadora de impacto do cinto.

DISPOSIÇÃO GERAL
DISPOSIÇÃO GERAL
Inspecionar absorvedor de queda

Verificar a parte externa do pacote quanto a furos de queima, desgaste reparos com fitas
isolantes ou mesmo fitas Hellermann etc.

Verificar as costuras nas áreas em que o pacote é firmado a cintos ou talabartes devem ser
examinadas quanto a feixes soltos, rasgos e deterioração.
DISPOSIÇÃO GERAL

l) Nos trabalhos em pontos elevados, deve ser providenciado um sistema


que elimine a possibilidade de queda de ferramentas e objetos.
DISPOSIÇÃO GERAL

l) Nos trabalhos em pontos elevados, deve ser providenciado um sistema


que elimine a possibilidade de queda de ferramentas e objetos.
DISPOSIÇÃO GERAL
m) Todo cinto deGERAL
DISPOSIÇÃO segurança deve ser usado com aperto suficiente para que o
usuário não escorregue e escape do equipamento, para que, em caso de
queda, a força de choque seja distribuída uniformemente.
Um empregado estava usando o cinto de segurança muito frouxo. 

No momento em que sofreu a queda demorou algum tempo até que o empregado fosse
resgatado da sua posição de queda.

 Tendo em vista que o cinto de segurança não estava adequadamente ajustado no


corpo, o operário estava suspenso pelas pernas, e as cintas de fixação do cinto de
segurança estavam apertando o seu escroto e em conseqüência, seus testículos foram
empurrados para fora do saco escrotal.

Foi necessária uma cirurgia de 4 horas para fechar o ferimento. Menos visível nas


fotos (nos dois lados) encontra-se lacerações horizontais no escroto causadas pelas
cintas do cinto de segurança.

Não se sabe até o momento se o dano é irreversível, mas pode-se imaginar a dor e o


sofrimento do operário ficar pendurado com o seu cinto de segurança demasiadamente
frouxo.
DISPOSIÇÃO GERAL

n) A APR nível II determinará a necessidade do acompanhamento de outras


pessoas para o trabalho em altura com objetivo de contingência (socorro,
resgate).

o) Todo acesso vertical superior a 4,5m deverá ser provido de cabo de vida
em aço inox com espessura de 8 mm, para utilização de trava-quedas.

p) O uso de trava-quedas deverá sofrer avaliação da compatibilidade do


sistema de travamento (trava-quedas versus cabo/corda) e teste de
funcionamento.
DISPOSIÇÃO GERAL

q) Devem ser previstas em APR nível II precauções especiais quando da


realização de qualquer trabalho em altura próximo às redes elétricas.

r) Quando em situações de vento na área, com velocidade superior a 29


Km/h ou 16 nós, os serviços deverão ser paralisados.
DISPOSIÇÃO GERAL
s) Equipamentos e dispositivos que sofrerem tensões devido à queda do
trabalhador, devem ser submetidos à rigorosa inspeção por profissional
qualificado, para certificar sua integridade.
DISPOSIÇÃO GERAL

t) Não é permitido o uso de caçambas e cestos suspensos em guindastes para


movimentações de pessoas.
DISPOSIÇÃO GERAL

t) Não é permitido o uso de caçambas e cestos suspensos em guindastes para


movimentações de pessoas.

Nota: é permitido a
movimentação de pessoas
apenas com uso de
dispositivos projetados para
tal finalidade. (cesto aéreo)
CAPACITAÇÃO E TREINAMENTO

TRABALHADOR CAPACITADO

Foi submetido e aprovado em treinamento;

TRABALHADOR QUALIFICADO

Possui comprovada proficiência no assunto e formação em Segurança no


Trabalho
PONTOS DE ANCORAGEM

São dispositivos fixos e testados onde são conectados os elementos de


ancoragem ou elementos de conexão.

DEFINITIVOS
olhais, vigas,
cabos de aço,
Instalados de forma permanente tubos metálicos.

TEMPORÁRIOS

Instalados de forma temporária


PONTOS DE ANCORAGEM

TEMPORÁRIOS - EXEMPLOS

Todo ponto de ancoragem temporário


não poderá ser utilizado novamente
(em nova atividade operacional), sem
que o teste seja revisado por pessoa
competente.

OLHAIS
PONTOS DE ANCORAGEM TEMPORÁRIOS
 Equipamentos móveis, tipo MUNCK, Guindaste, Pontes Rolantes e Talhas,
poderão ser utilizados como ponto de ancoragem temporários desde que
sua capacidade de carga esteja dentro da tabela de restrição de impacto em
pontos de ancoragem.
 Os Equipamentos Móveis devem dispor
de válvulas de retenção do sistema
hidráulico e estar devidamente isolados
conforme norma de isolamento de
energia cinética (antiga autopropelidos)
NBR-NM267.

Pontes Rolantes e Talhas, devem ter energia elétrica e potencial isolados.


PONTOS DE ANCORAGEM

DEFINITIVOS - EXEMPLOS

ESTRUTURA DEFINITIVA -
TRAVAQUEDAS
OLHAL DEFINITIVO – EM AMARELO

VIGA I DE ANCORAGEM -
DEFINITIVA
EXEMPLOS

Plataforma com vigas definitivas de ancoragem para trava quedas

BASE FIXA PARA LINHA DE VIDA

ANCORAGEM DEFINITIVA PARA TRAVAQUEDAS


EXEMPLOS

Trabalhos em cima dos moinhos

Cabo de aço conectado


em 2 pontos de ancoragem
(2 olhais)
ELEMENTOS DE ANCORAGEM

São dispositivos instalados nos “Pontos de Ancoragem” para permitir a adequada colocação dos elementos de
conexão.

LINHA DE VIDA

SLINGS
GANCHO DE ANCORAGEM
ELEMENTOS DE CONEXÃO

São dispositivos utilizados para a conexão em pontos de ancoragem e


nos elementos de ancoragem.

TALABARTES TRAVA QUEDA

MOSQUETÃO

CINTO PARAQUEDISTA
ELEMENTOS DE CONEXÃO

 Avaliar sempre, antes da atividade.


 Não utilizar para outras finalidades equipamentos amassados, costuras
soltando, desgastes naturais, partes metálicas/mecânicas danificadas.
 Não reutilizar absorvedores de energia danificados (descartar).
 Não utilizar cordas desgastadas ou com nós.
 Nunca “enforcar” o talabarte.
 Guardar os elementos em local apropriado, livre de umidade / agentes
químicos.
ALGUNS DEFEITOS APRESENTADOS NOS
EQUIPAMENTOS DE TRABALHO EM ALTURA
A inspeção nos elementos de conexão deve ser feita observando todos os pontos de
desgaste do equipamento.
TRABALHO COM DESLOCAMENTO RESTRITO

O trabalhador deve ser protegido do risco de queda utilizando o


talabarte de forma a limitar tal deslocamento, impedindo que o
mesmo alcance o local de perigo passível de queda.
TRABALHO POSICIONADO

Esta situação de trabalho é típica de eletricistas. Nesse caso, deve-se usar o


cinto paraquedista com a cinta para trabalho posicionado acoplado.
ANDAIMES
ANDAIMES - TIPOS

FACHADEIRO
ANDAIMES - TIPOS

SIMPLESMENTE APOIADO
ANDAIMES - TIPOS

SUSPENSO MECÂNICO
ANDAIMES - TIPOS

ANDAIME – TUBO ROLL

Rodapé – 20 cm

Guarda corpo – 1,20 mt

Travessão mediano – 0,70 cm


PLACAS A SEREM FIXADAS NOS ANDAIMES
ANTES E APÓS CONCLUÍDA A MONTAGEM

LOGOMARCA LOGOMARCA
/NOME /NOME
EMPRESA EMPRESA

ANDAIME
ANDAIME
NÃO
LIBERADO
LIBERADO
Local / Equipamento: Local / Equipamento:
Ramal (ou Faixa de Ramal (ou Faixa de
Resp. Montagem: Resp. Montagem:
Rádio): Rádio):
ELEMENTOS DE CONEXÃO

ANTES DA ESCALADA

a) Selecionar o ponto de ancoragem apropriado;

b) Visualizar a trajetória do movimento pendular para identificar áreas


de contato físico;

c) Selecionar e inspecionar os equipamentos /ferramentas a serem


utilizados, mantendo-os em recipiente próprio ou amarrados;
ELEMENTOS DE CONEXÃO
ESTRUTURAS METÁLICAS
ANTES DA ESCALADA
d) Realizar avaliação clínica do trabalhador;

e) Toda a linha de vida horizontal deverá ser instalada acima da linha


da cintura ou mínimo de 1,20 metros.

f) Recomenda-se: sempre ao escalar uma escada usar três pontos de


contato (2 mãos e 1 pé ou 2 pés e 1 mão).
g) Para deslocamento nas estruturas, o trabalhador deve fazer o uso
correto do talabarte duplo.
ESCADAS PORTÁTEIS

 As escadas de mão deverão ter no máximo 7 metros de extensão e


somente poderão ser utilizadas após avaliação em APR nível II.

 É proibido colocar escada de mão nas proximidades de portas e áreas


de circulação sem sinalização e medidas de segurança adequadas.

 A abertura da base da escada portátil deverá ser de ¼ do tamanho do


seu comprimento.
ESCADAS PORTÁTEIS

 Escada confeccionada com montante em


cabo de aço somente poderá ser utilizada

m
para trabalho em espaço confinado.

7,00
 É proibida a utilização dos degraus no
último metro do final da escada quando
não for possível a ancoragem acima ou
igual à linha da cintura do trabalhador.
1,75m
PLATAFORMA

 É proibida a utilização de qualquer dispositivo para obter altura


adicional em uma plataforma ou andaime.
PLATAFORMA ELEVATÓRIA

 O conjunto elevatório deve ser equipado e mantido de forma que não


permita uma descida livre ou queda desconfortável no caso de falha do
conjunto.

 Qualquer unidade equipada com um conjunto elevatório propulsionado,


deve ser equipada com um meio de abaixamento de emergência
claramente definido, que seja acessível ao nível do solo, ou um PADRÃO
de resgate adequado.

 A plataforma somente deverá ser operada por pessoa habilitada.


PLATAFORMA ELEVATÓRIA

50
PLATAFORMA ELEVATÓRIA

51
PLATAFORMA EM BALANÇO

 As plataformas em balanço devem ter


sistema de fixação e estrutura da edificação
capaz de suportar 3 (três) vezes os esforços
solicitantes.

 A estrutura da plataforma deve ser


convenientemente contraventada e
ancorada, de tal forma a eliminar qualquer
oscilação.
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO

 Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos


andaimes suspensos deverão ser precedidos de projeto elaborado.
Devem, também, ser acompanhados por profissional qualificado ou
competente.

 Para as situações de uso de cadeiras em balanço, deverá ser precedida


de APR nível II, seguindo as orientações da NR-18.

 Deve ser garantida a estabilidade das plataformas suspensas durante


todo o período de sua utilização. Isto é possível através de
procedimentos operacionais e de dispositivos ou equipamentos
específicos para tal fim.
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO

 O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista, ligado


à trava-quedas de segurança, e este último deve ser ligado a um cabo–
guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e
sustentação do andaime suspenso.

 A sustentação dos andaimes suspensos somente poderá ser apoiada ou


fixada em elemento estrutural.

 É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para


sustentação dos andaimes suspensos.

 Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos


usuários e pelo responsável pela obra, antes de iniciados os trabalhos.
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO
 Os cabos de aço utilizados nos guinchos tipo catraca dos andaimes
suspensos devem ter comprimento tal que, para a posição mais baixa do
estrado, restem pelo menos 06 (seis) voltas sobre cada tambor e passar
livremente na roldana, devendo, o respectivo sulco, ser mantido em
bom estado de limpeza e conservação.
 É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes
suspensos.

 É proibida a interligação de andaimes suspensos para a circulação de


pessoas ou execução de tarefas.
 Sobre os andaimes suspensos não é permitido depositar material que
não seja para uso imediato.
55
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO
 É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas
ou materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução.

 Os guinchos de elevação para acionamento manual devem observar os


seguintes requisitos: ter dispositivo que impeça o retrocesso do tambor
para catraca; ser acionado por meio de alavancas, manivelas ou,
automaticamente, na subida e na descida do andaime; possuir segunda
trava de segurança para catraca; e ser dotado da capa de proteção da
catraca.

 A largura mínima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos


será de 0,65 metros.
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO
 A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes
suspensos, quando utilizado um guincho em cada armação, será de 0,90
metros.

 A plataforma de trabalho deve resistir em qualquer ponto, a um carga


pontual mínima de 200 Kgf (duzentos quilogramas-força).

 Os estrados dos andaimes suspensos mecânicos podem ter


comprimento máximo de 8 metros.
ANDAIME SUSPENSO MECÂNICO

Quando utilizado apenas um guincho de


sustentação por armação é obrigatório o uso de
um cabo de segurança adicional de aço, ligado
ao dispositivo de bloqueio mecânico
automático, observando-se a sobrecarga
indicada pelo fabricante do equipamento.
Exemplo: balancins empregados em trabalhos
de costado de tanques.
PLATAFORMAS FIXAS

Devem dispor de sistema guarda corpo e rodapé, que


atendam aos seguintes requisitos:

 Possuir tela metálica vazada de abertura com intervalo


de 20 a 40 mm do travessão superior até o rodapé,
fixada adequadamente;
 (soldada / aparafusada)

 É proibida, sobre o piso da plataforma, a utilização de


escadas portáteis e outros meios improvisados, para se
atingir lugares mais altos;

59
PLATAFORMAS FIXAS

 Os acessos superiores a 4,5 (quatro e meio) metros das plataformas,


devem ser feitos de maneira segura, através das escadas
incorporadas às suas estruturas e com dispositivos de segurança para
deslocamento vertical (trava-quedas).

Trava-quedas para
Trava-quedas para cordas
cabos de aço
60
ATIVIDADE DE CARREGAMENTO,
DESCARREGAMENTO E ENLONAMENTO

 Todas as áreas de carregamento devem


estar providas de dispositivos contra
quedas.
 Antes de iniciar qualquer atividade nestas
áreas o dispositivo deve ser verificado
quanto o seu perfeito funcionamento e
integridade.
 Sempre que possível, estas áreas deverão
possuir acesso a trava-quedas e antes do
início de qualquer atividade, o mesmo
deverá ser acoplado ao cinto do
trabalhador.
TRABALHO SOBRE TELHADOS

62
TRABALHO SOBRE TELHADOS

 Para trabalhos em telhados, devem ser usados dispositivos que permitam a movimentação
segura dos trabalhadores, sendo obrigatória a instalação de cabo guia de aço para fixação
do cinto de segurança tipo pára-quedista. Atendendo dispositivo da NR-18.

 Os cabos-guia devem ter suas extremidades fixadas à estrutura definitiva da edificação por
meio de suporte de aço inoxidável ou outro material de resistência e durabilidade
equivalentes.

 Nota : Os cabos-guia deverão ser fixados conforme a condição de trabalho, de forma a


atender a Zona de Queda Desimpedida.

63
TRABALHO SOBRE TELHADOS

 Nos locais onde se desenvolvem esta atividade deve existir


sinalização e isolamento, de forma a evitar que os trabalhadores no
piso inferior sejam atingidos por eventual queda de materiais e
equipamentos.

 É proibido trabalhar sobre telhado com ocorrência de chuvas,


ventos ou qualquer situação que propicie condições de risco, bem
como concentrar cargas no mesmo ponto.

 Qualquer deslocamento ou trabalho sobre telhado deverá ser


precedido de estudo de análise de risco (APR).

64
PODA DAS ÁRVORES

 Todo trabalho de poda deve, preferencialmente, ser realizado com a


utilização de dispositivo de acesso mecânico, tipo plataforma
elevatória.

 Todo trabalho de poda deve ser precedido de APR.

65
filme
ILUMINAÇÃO E REDE ELÉTRICA

 Todo trabalho de iluminação e rede elétrica


deve, preferencialmente, ser realizado com a
utilização de dispositivo de acesso mecânico,
tipo plataforma elevatória.

 Todo trabalho de iluminação e rede elétrica


deve ser precedido de APR.

66
ACESSO POR CORDA

 Toda movimentação por corda deverá ser


realizada mediante a utilização de sistema
de freio auto-blocante (Ex.: stop, ID, etc.).

 Todo trabalho deve ser executado com


dois pontos de ancoragem independentes,
sendo um para a corda de trabalho e outro
de segurança.

67
ACESSO POR CORDA

 O executante deverá apresentar procedimento operacional formal,


englobando aspectos de segurança com exigências mínimas a serem
atendidas em SMS, descrevendo a responsabilidade de cada empregado
dentro de seu nível de qualificação, de acordo com a atividade a ser
desenvolvida na equipe de trabalho.
 Trabalhos passíveis de realização através de uso por corda:
Pintura Industrial;
Inspeção;
Limpeza e lavagens;
Isolamento térmico;
Corte e solda;
Montagem Industrial.
68
ACESSO POR CORDA

 A execução de trabalhos e atividades não mencionados acima deverá ser


objeto de análise pelo SMS e áreas envolvidas.

 Todo e qualquer serviço realizado através de acesso por corda deverá ser
precedido de APR.

 Para execução dos trabalhos deverá ser identificada pela SMS e


Fiscalização a evidência da certificação de IRATA e qualificação para
atividade, respectivamente.

69
MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE
MATERIAIS E PESSOAS

 A montagem e desmontagem de torres


de elevadores e equipamentos tipo
gruas, devem ser realizados por
trabalhador qualificado.

 É proibido o transporte de pessoas por


equipamentos de guindaste.

70
MOVIMENTAÇÃO E TRANSPORTE DE
MATERIAIS E PESSOAS

 Todos os equipamentos de movimentação e transporte de materiais e


pessoas só devem ser operados por trabalhador qualificado, o qual terá a
sua função anotada em carteira de trabalho.

71
SERVIÇO MÉDICO E DE SAÚDE OCUPACIONAL

 Em cumprimento à Legislação NR-7 do Ministério do Trabalho, deverão ser


providenciados exames médicos admissionais, periódicos e demissionais (ASO –
Atestado de Saúde Ocupacional), e outros exames complementares, requisitados
pelo médico do trabalho, atestando sua aptidão para trabalho em Altura, conforme
anexo.

 Para trabalhos em altura considerados críticos,


deverá ser prevista, antes do início dos
trabalhos, uma avaliação clínica diária do
trabalhador (PA, Anamnese, entre outras),
voltadas às patologias que poderão originar mal
súbito e queda de altura.

 Nos casos de trabalhadores contra indicados, o SMS-Saúde deverá comunicar ao


72
SMS-Segurança e Fiscal do contrato.
RESGATE

Caso seja necessária alguma ação de Salvamento e Resgate nas atividades


com trabalho em altura, estas ações deverão ser executadas por equipe
especializada e com envolvimento do SMS.

73
SERVIÇO DE SEGURANÇA, EMERGÊNCIA E RESGATE

 A UN deverá assegurar que


 Cada membro do serviço de
cada membro do serviço de
resgate tenha equipamento de resgate deverá ser treinado para
proteção individual e de resgate desempenhar as tarefas de
necessários para operar em resgate com técnicas verticais
técnicas verticais e que sejam designadas, com no mínimo 40
treinados para seu uso horas anual.
adequado.

Kroll

Maca tipo Cesto


Ascensor

Prancha Longa
Cinto de resgate
74
SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

Todos os trabalhos em altura devem ser adequadamente


sinalizados, identificados e com isolamento de área.

75
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPIs

Para trabalhos em altura deverão ser adotados os seguintes EPIs básicos:

 Óculos de proteção.

 Proteção auricular.

 Capacete com jugular. Para trabalho de acesso por corda a jugular


deverá ser de 03 pontos.

 Botas de segurança de couro ou PVC, quando indicado pela SMS-


Segurança Industrial.

76
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL – EPIs

 Luvas de vaqueta, raspa ou de PVC, quando indicado pela SMS-


Segurança Industrial.
 Cinto de Segurança tipo pára-quedista com pontos de conexão
(ombros, costas e peito) e duplo talabarte com mosquetão tipo
gancho. Para acessos por corda poderá ser utilizado o cinto tipo 2
acoplado ao peitoral.
 Trava quedas para corda 12mm (Kit de ancoragem) e trava-quedas
para cabo de aço 8mm, conforme modelo anexo 6.
 Poderão ser utilizados outros EPIs específicos, conforme
recomendação da SMS-Segurança Industrial.
77
EPIs

Cinto Abdominal
TRAVA-QUEDAS 6m

Cinto Pára-quedista
com abdominal
acoplado

Trava-Queda com fita retrátil Cinto Pára-quedista Mosquetão

78
EPIs

Talabarte Y Talabarte Padrão Absorvedor de Energia


TALABARTE CAO AÇO

TALABARTES FORA DO PADRÃO

79
80
A segurança e o sucesso nos trabalhos em altura
são obtidos pelo seu comprometimento.

Faça a sua parte!

81
Esteja atento à Segurança de todos.

Torne isso um hábito.


OBRIGADA!

2023

Você também pode gostar