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Importância e Biodiversidade da Mata Atlântica

O documento fornece informações sobre o bioma da Mata Atlântica no Brasil, incluindo sua localização, biodiversidade, espécies de plantas e animais, impactos do desmatamento, e aspectos culturais e econômicos.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Importância e Biodiversidade da Mata Atlântica

O documento fornece informações sobre o bioma da Mata Atlântica no Brasil, incluindo sua localização, biodiversidade, espécies de plantas e animais, impactos do desmatamento, e aspectos culturais e econômicos.
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MATA ATLÂNTICA

Luíse, Karolina, Raíssa e Vitória


INTRODUÇ
ÃO
O trabalho a seguir é
referente às disciplinas de
Geografia e Biologia e apresenta
informações sobre o bioma da
Mata Atlântica, como o clima,
fauna, flora, solo, relevo,
vegetação, desmatamento,
entre outros. O objetivo
principal é conhecer o bioma
apresentado, entender sua
importância e seus aspectos
culturais, sociais e ambientais.
FLOR
A
A Mata Atlântica é caracterizada pela sua biodiversidade, isso se deve às
variações ambientais do bioma, que ocorrem devido à extensão em latitude,
longitude e a variações altitudinais. Estima-se que a biodiversidade
corresponde de 1% a 8% da biodiversidade mundial.
○ Na Mata Atlântica existem cerca de 20 mil espécies vegetais, o que
corresponde a, aproximadamente, 35% das espécies brasileiras.
○ Uma área do planeta rica em biodiversidade, mas altamente ameaçada.
○ Em regiões onde o índice pluviométrico é maior, tornando o ambiente
muito úmido, é favorecida a existência de briófitas e pteridófitas.
○ As lianas, tiveram que adaptar-se a períodos de seca, pois contam
apenas com as chuvas e a umidade do ar para obtenção de água, já que
não estão ligadas ao solo.
PLANTAS
MEDICINAIS
As plantas medicinais estão muito presentes na rotina dos brasileiros,
são populares na prevenção e tratamento de doenças. No bioma que
apresentamos há diversas plantas medicinais utilizadas:

PITANGA GUACO ESPINHEIRA-SANTA


PLANTAS
MEDICINAIS
Além disso, há uma planta nativa da Mata Atlântica, conhecida pelo nome de
erva-baleeira ou maria-milagrosa, que é a base de um anti-inflamatório. O nome
do medicamento formulado a partir da planta é Acheflan e demonstrou ser tão
eficaz e seguro para casos de tendinite crônica e dor miofascial.
Um medicamento que deu super certo e é usado bastante na área da
ortopedia.
MATA DE
ARAUCÁRIA
Corresponde a uma mata de
transição, situada no Bioma da
Mata Atlântica. Ocupa parte dos
estados do Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul.
Sendo a árvore símbolo do
Paraná. Recebe esse nome uma
vez que a região está repleta de
pinheiro-do-paraná (Araucaria
angustifolia), conhecido como
Araucária.
MATA DE
ARAUCÁRIA
A região situada possui um clima subtropical, os invernos são frios e os
verões quentes. Isso indica sua elevada amplitude térmica (verão com
temperaturas médias de 25° e inverno com temperaturas que atingem 0°).
Esse clima contribui para o desenvolvimento dos pinheiros, o solo é muito
fértil, denominada terra roxa resultante da decomposição de basalto, e está
sempre úmido, uma vez que os rios que a cercam apresentam água o ano
todo.

Seu bioma é um dos mais ricos do mundo. Muitos animais sofrem o risco
de extinção sendo alguns deles que se desenvolvem somente nesse tipo de
ambiente.

A floresta é bem densa e fechada, com muitas espécies de vegetais,


marcada pela presença de árvores de grande porte.
FAUN
A
São, por exemplo, 261 espécies conhecidas de mamíferos. Esses
números já são um bom começo, mas ainda estão longe de representar as
1020 espécies de pássaros, 197 de répteis, 340 de anfíbios e 350 de peixes
que são conhecidos até hoje no bioma.
Os números impressionantes são um dos indicadores desse bioma como
o de maior biodiversidade na Terra.
A grande riqueza da biodiversidade na Mata Atlântica também é
responsável por surpresas, como as descobertas de novas espécies de
animais.
Em um bioma reduzido a cerca de 8% de sua cobertura original, é
inevitável que a diversidade faunística esteja pressionada pelas atividades
humanas. A Mata Atlântica abriga hoje 383 dos 633 animais ameaçados de
extinção no Brasil.
FAUN
A
A caça, a pesca predatória, a introdução de seres exóticos aos
ecossistemas da Mata Atlântica e principalmente a deterioração dos habitats
dos animais, são as causas para o desaparecimento de espécies e indivíduos.
Iniciativas de caráter global com desdobramentos de ação regional e
local, também é um instrumento de apoio para a proteção da fauna. Mas
todos esses elementos dependem da vontade política dos governantes, da
conscientização, mobilização e participação dos cidadãos.
LOCALIZAÇ
ÃO
A Mata Atlântica compreende praticamente todo o território brasileiro, distribuída
entre regiões litorâneas, serras e planaltos, indo do Rio Grande do Norte ao Rio
Grande do Sul.

Antes de ser alvo do intenso


processo de desmatamento
,essa vegetação abrangia cerca
15% de todo o território
nacional. Entretanto, desde
1500, essa área vem sofrendo
com o desmatamento,
queimadas e a degradação do
ambiente. É por isso que,
atualmente, a vegetação
corresponde a apenas 7% da
mata original.
LOCALIZAÇ
ÃO
POPULAÇ
ÃO
Atualmente, vivem na Mata Atlântica cerca de 72% da população brasileira
(IBGE, 2014). São mais de 145 milhões de pessoas em 3.429 municípios,
equivalentes a 61% dos existentes no Brasil. Esse bioma abriga três dos maiores
centros urbanos do continente sul americano e concentra 70% do PIB.
Algumas dessas comunidades, por exemplo, dependem diretamente dos recursos
provenientes da mata, tais como frutos e matérias-primas, para garantir a
própria subsistência.
Sendo assim, do ponto de vista econômico, ela é muito importante, mas por
outro lado, o crescimento desordenado da população contribuiu negativamente
para que esse conjunto de ecossistemas fosse o mais devastado.
ASPECTOS
CULTURAIS
A Mata Atlântica também abriga grande diversidade cultural, constituída por
povos indígenas, como os Guaranis, e culturas tradicionais não-indígenas como o
caiçara, o quilombola, o roceiro e o caboclo ribeirinho.
ASPECTOS
CULTURAIS
Alguns morros de até 30 metros de altura são, na verdade, sambaquis,
depósitos de conchas e de resíduos das populações nômades que ali viveram há
milhares de anos.
PRINCIPAIS ATIVIDADES
ECONÔMICAS
E SEU IMPACTO
Várias espécies são usadas na alimentação, para obtenção de madeira
e como matéria-prima para a fabricação de medicamentos e cosméticos.
Dentre as ações antrópicas prejudiciais realizadas contra esse bioma,
podemos destacar: o desmatamento com a finalidade de criar áreas
propícias para a agricultura e pecuária; a exploração exagerada dos
recursos deste local; e a expansão urbana.
Além do desmatamento, a biodiversidade é também ameaçada de
outras formas, como por meio da caça de animais, da pesca predatória e
do tráfico ilegal de plantas e animais nativos da região. Ainda, o turismo
desordenado que acaba prejudicando esse bioma por causar danos ao meio
ambiente.
DESMATAMEN
TO
Desmatamento em 2019 e 2020
Entre 2019 e 2020, o desmatamento da
Mata Atlântica se intensificou em dez dos 17
estados que compreendem o bioma. No Rio de
Janeiro, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Espírito
Santo, o aumento foi de mais de 100% em
relação ao período anterior – sendo que em São
Paulo e no Espírito Santo este ultrapassou
400%. A Mata Atlântica teve uma perda total de
23.873 hectares, com aumento de 125% em
relação a 2019.
A grande preocupação é ver estados que já
estiveram muito próximos de zerar o
desflorestamento voltando a mostrar aumentos
expressivos. São Paulo e Espírito Santo são os
maiores exemplos disso. SOS Mata Atlântica
A última edição com todos os dados por estado foi realizada em 2018-2019. Foram
desmatados 14.502 hectares na Mata Atlântica entre 2018-2019.
COMPARAÇÃO DO ANO MAIS
DESMATADO COM O ANO MENOS
DESMATADO
A edição do Atlas, relativa ao período de
2017 a 2018, revelou o menor
desmatamento da Mata Atlântica desde
1985. O relatório aponta que no último ano
foram destruídos 11.399 hectares (ha), ou
113 Km ², de áreas de Mata Atlântica acima
de 3 hectares nos 17 estados do bioma.
O resultado positivo tem relação com ações
afirmativas de monitoramento sistemático e
combate ao desmatamento empenhadas por
órgãos ambientais estaduais, polícia
ambiental, Ministério Público e Ibama nos
últimos anos.
INPE
MAIOR ÍNDICE (EXCETO 2020-
2021)
O maior índice de desmatamento foi entre 1985-1990 com 536.480 hectares desmatados.
Explorada desde a época da colonização pela extração do Pau-Brasil e, depois pelo cultivo de
monoculturas como o café e a cana-de-açúcar. Com a industrialização do país muitas áreas
foram desmatadas para abrir espaço para urbanização.

Timelapse Google
Earth - 1984
Instituto ‘‘Aqui tem mata?’’
ÁREA DE QUEIMADAS
EM 2021

DGI-INPE
FOCOS DE
No estado de São Paulo, foram
INCÊNDIO
registrados 2.060 focos de incêndio
em áreas de Mata Atlântica neste
ano, sendo que 1.248 ocorreram
somente entre os dias 1º e 25 de
agosto, uma média de 249
queimadas por dia.
A última vez que o país registrou
um número tão alto de queimadas
nesse bioma foi em 2006, quando
mais de 15,6 mil focos foram
responsáveis pela destruição de
parte da vegetação nativa
remanescente da Mata Atlântica.
G1/ DGI-INPE
CLIM
A
A Mata Atlântica, tem um clima tropical com influência do Oceano Atlântico e
é formada, predominantemente, por floresta tropical úmida. Recebe esse
nome pois se encontra na área mais próxima ao Oceano Atlântico.
Como está espalhada por todo litoral brasileiro, a Mata Atlântica está
submetida a climas diferentes, de acordo com cada região.
Mas existe um fenômeno que marca todas as regiões de floresta atlântica,
de norte a sul do país: a grande quantidade de chuvas, resultado da
proximidade do mar e dos ventos que sopram do oceano em direção ao
continente.
O período de chuvas ou forte atividade convectiva na região Amazônica é
compreendido entre Novembro e Março, sendo que o período de seca (sem
grande atividade convectiva) é entre os meses de Maio e Setembro. Os
meses de Abril e Outubro são meses de transição entre um regime e outro.
CLIM
A
Há predomínio de temperaturas médias anuais entre 22 e 28ºC. Há
uniformidade térmica e, normalmente, não se percebe a presença de variações
estacionais no decorrer do ano. O total de chuvas varia de 1.400 a 3.500 mm
por ano.
A Mata ajuda a regular todo o regime de chuvas do país, formando rios
voadores e também esse clima úmido favorece a adaptação de animais e
plantas ao ambiente.
SOLO
O solo desta mata é, em geral, bastante raso, pouco ventilado, sempre úmido e recebe
pouca luz, pois a maior parte da luminosidade é absorvida pelas folhas das árvores mais
altas.

É um solo pobre, mas que tem a


fertilidade garantida pela existência
do que se chama serapilheira: uma
camada com restos de vegetação,
como folhas, caules e cascas de frutos
que cobrem a superfície do solo.
A decomposição desta grande
quantidade de matéria orgânica é o
que garante a reciclagem de
nutrientes no meio. Os nutrientes na
serapilheira sendo absorvidos pelo
solo acabam retornando às plantas.
RELEV
O
A Mata Atlântica se estende
por toda a planície costeira,
alcançando a cadeia de
montanhas que acompanha a
costa brasileira. Esta cadeia
recebe nomes diferentes de
acordo com a região pela qual
passa.
Essas montanhas ajudam a
regular o clima na região costeira
fazendo o controle da umidade
que vem do oceano. O Parque Estadual Serra do Mar é o maior
corredor biológico da Mata Atlântica no Brasil
RECURSOS
NATURAIS
Uma das florestas mais ricas em biodiversidade no planeta, a Mata Atlântica
detém o recorde de plantas lenhosas (angiospermas) por hectare, cerca de 20 mil
espécies vegetais, sendo 8 mil delas endêmicas, além de recordes de quantidade
de espécies em vários outros grupos de plantas.
Para se ter uma ideia do que isso representa, em toda a América do Norte
são estimadas 17.000 espécies existentes, na Europa cerca de 12.500 e, na
África, entre 40.000 e 45.000.
Mas a Mata Atlântica encontra-se em um estado de intensa fragmentação e
destruição, iniciada com a exploração do Pau-Brasil no século XVI.
NOVO CÓDIGO FLORESTAL
O NOVO CÓDIGO FLORESTAL NÃO AVANÇOU NA MATA ATLÂNTICA DESDE
APROVAÇÃO EM 2012, MOSTRA ESTUDO.

Aprovada em 2012, a Lei de Proteção da Vegetação Nativa (Lei 12.651/12), conhecida


como novo Código Florestal, que regulamenta o uso e a proteção da vegetação nativa em
áreas públicas e privadas, é uma política fundamental, porém insuficiente para contribuir
com as metas de restauração da Mata Atlântica.
O estudo foi realizado com o objetivo de estimar o cumprimento do novo Código
Florestal na Mata Atlântica e auxiliar na elaboração dos Programas Estaduais de
Regularização Ambiental (PRAs) - compromissos voluntários, investimentos públicos ou
privados de incentivo e apoiar decisões de planejamento territorial que possam otimizar a
sua implementação.
Como explica o diretor de Conhecimento da SOS Mata Atlântica, o trabalho revela que
a Lei não avançou no bioma desde a sua publicação, o que levou a novos desmatamentos
"Isso evidencia a necessidade de políticas adicionais capazes de impulsionar a restauração
em grande escala no bioma", afirma.
NOVO CÓDIGO FLORESTAL

“A maior parte da Mata Atlântica, 78%, é ocupada por terras privadas, um padrão
diferente do Brasil e da Amazônia, onde há uma proporção maior de terras públicas’’.
O estudo mostra ainda que o atraso da implementação do novo Código Florestal levou a
novos desmatamentos, até mesmo em imóveis registrados no Cadastro Ambiental Rural
(CAR). Em área, a perda de vegetação foi maior do que a regenerada entre 2008 e 2020.
“O novo Código Florestal, ainda que tenha sido muito bem-vindo, é insuficiente para
recuperar a Mata Atlântica. Outras políticas de incentivo devem ser adotadas de maneira
complementar.”, ressalta o coordenador do Geolab.
CONCLUSÃ
ConcluímosO
que o trabalho foi
importante para conhecermos sobre
o Bioma, a importância econômica e
ambiental, como para a regulação
do clima e do abastecimento de
água na região e arredores, por ter
a maior biodiversidade do mundo,
para a questão de plantas
medicinais e também, na ajuda no
controle dos índices pluviométricos.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
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[Link]
[Link]
o-em-2012-mostra-estudo
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
[Link]
Mapas Mensais - Filmes - Programa Queimadas - INPE
Timelapse

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