PSICOLOGIA E
SOCIOLOGIA
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DOMÍNIO
INTRAPESSOAL DA
COGNIÇÃO, EMOÇÃO E
MOTIVAÇÃO
Organização das Modificação do
Fixação, retenção
sensações para conhecimento
e recordação.
conhecer a devido ao estudo
realidade ou treino
PERCEÇÃO
Sensação captação de estímulos
Perceção organização e
interpretação de estímulos
Órgãos recetores - recebem os estímulos
Cérebro - descodifica os estímulos
Nervos - contacto entre os
sentidos e os centros nervosos de
descodificação
Caráter seletivo da perceção – A ATENÇÃO
Filtra as estimulações de modo a que só percecionemos
algumas delas (atua entre os órgãos recetores e o córtex
cerebral).
A capacidade de fixar a nossa atenção em determinados
estímulos é a CONCENTRAÇÃO.
APRENDIZAGEM
É uma alteração de comportamento, de caráter mais ou
menos estável, que implica treino, exercício.
O que não é aprendizagem….
Alterações comportamentais devido a:
Maturação neurofisiológica
Cansaço
Lesão fisiológica
Doenças físicas ou mentais
Alterações por álcool ou droga.
MEMÓRIA
Faculdade cognitiva, base para a aprendizagem.
Armazenamento mental de representações do passado, sem o
qual não teríamos uma solução para tirar proveito da
experiência.
Envolve um complexo mecanismo que abrange o arquivo e a
recuperação de experiências, portanto, está intimamente
associada à aprendizagem, que é a habilidade de mudarmos
o nosso comportamento através das experiências que foram
armazenadas na memória.
A aprendizagem é a aquisição de novos conhecimentos e a
memória é a retenção daqueles conhecimentos aprendidos.
Pensamento – faculdade que nos permite afastar da
realidade imediata e nos permite refletir sobre nós e o
mundo, reconhecendo as leis da natureza e as regras do
nosso raciocínio.
Inteligência - é a faculdade que permite ao sujeito fazer
escolhas acertadas, coordenar os meios para atingir os fins.
sensação
A_______________ é uma captação de um estímulo, mas é
perceção
pela___________ que interpretamos esses estímulos.
A capacidade de fixar a nossa atenção em determinados
estímulos é a ______________.
concentração
A aprendizagem consiste numa alteração mais ou
estável
menos____________de um comportamento.
O armazenamento mental das experiências do passado é a
memória
______________.
É a ____________
inteligência que nos permite fazer escolhas acertadas.
INTELIGÊNCIA
SPEARMAN GARDNER
Caráter unitário da inteligência. Caráter múltiplo da inteligência.
A inteligência é uma capacidade global, Há múltiplas inteligências. O
independentemente das circunstâncias particulares a indivíduo pode ter muita capacidade
que é aplicada. Por isso, podemos simultaneamente ser para a matemática, mas nenhuma
bons a resolver problemas matemáticos ou a interpretar para o relacionamento interpessoal,
textos. Capacidade designada FACTOR G (inteligência por exemplo.
geral, inata).
FATOR S (inteligência específica, adquirida) – menos
importante que o Fator G, é um fator secundário que
surge quando as correlações entre as várias áreas de
aplicação da inteligência não são perfeitas. Depende de
cada área de aplicação da inteligência. Se o Fator G for
elevado, o Fator S, à partida, também o será, pois este
está dependente daquele.
GARDNER – INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
GARDNER – INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS
PENSAMENTO
DIVERGENTE CONVERGENTE
Exploram-se várias soluções para um Pensamento orientado pela objetividade, em direção a
problema. uma resposta que surge como única e a melhor.
Pensamento que leva à criatividade. Pensamento dominado pela lógica e objetividade.
Criatividade….
Criatividade….
Cognição e metacognição
Metacognição
Cognição Ato de reflexão de conhecimento e processos de
Processo de aquisição de conhecimento.
aquisição de Neste contexto, podemos analisar o que impede a
conhecimento cognição, por exemplo:
• Falta de motivação
• Falta de concentração
• Distração
• Falta de compreensão das palavras
• Falta de capacidade de síntese
Autor que afirma o caráter múltiplo da
Gardner
inteligência_______________
Inteligência que respeita ao relacionamento entre as
interpessoal
pessoas.___________
O pensamento orientado pela objetividade designa-se
convergente
por__________. Já o pensamento que leva à criatividade
divergente
designa-se por____________
O processo que consiste em refletir sobre a nossa capacidade
metacognição
de conhecimento designa-se por_______________.
PROCESSOS EMOCIONAIS
SENTIR
EMOÇÃO, AFETO, SENTIMENTO
1. Medo
2. Ira
3. Nojo
4. Espanto
5. Tristeza
6. Alegria
[Link]
O que é ser inteligente?
Até ao século XX: é ter competências linguísticas e lógico-
dedutivas, ter capacidade de compreensão e de cálculo.
Thorndike: fala da inteligência social, capacidade relacional
do indivíduo.
Payne: fala da inteligência emocional – capacidade de
identificar sentimentos, no próprio e nos outros e de os saber
gerir.
[Link]
evelam-se-tem-elevada-inteligencia-emocional-2/#
A nível organizacional….
Atualmente: valorização do trabalho em equipa
Antigamente: procuravam-se
com funcionários:
funcionários tecnicamente
• Que criem ambientes positivos
competentes, > inteligência
• Promovam relações de cumplicidade e
cognitiva.
confiança
• Com qualidades de liderança
• Que motivem os outros
• Que evitem conflitos
• Que promovam os objetivos da organização
Resumindo: que tenham atitude e competências
comunicativas – boa inteligência emocional.
A nível pessoal…
Quem tem uma boa inteligência emocional será capaz de:
Maior equilíbrio interior
Maior nível de motivação
Promover relações pessoais mais fortes (com família, amigos,
vizinhança e sociedade em geral)
Ter uma melhor saúde psicossomática (simultaneamente
física e psicológica)
Resumindo: níveis mais elevados de bem estar e
autorealização.
[Link]
Relação entre pensamento e emoções:
“O coração tem razões que a própria razão desconhece”
Pascal
Tradicionalmente: a razão deve comandar as emoções, porque
estas são imprevisíveis. As emoções negativas podem levar a
pensamentos e comportamentos desadequadas.
Platão
Os cavalos
representariam as
emoções e desejos: os
piores seriam o cavalo
negro, os melhores o
cavalo branco. O condutor
seria o pensamento
racional. O condutor
comanda.
António Damásio
Não há razão separada de emoções e que as
comande. A razão é interdependente das emoções e
desejos. Cérebro e corpo são integrados e interagem
com o meio ambiente físico e social.
António Damásio
1º Emoção – resposta a um estímulo exterior, reação
de sobrevivência.
2º Sentimento – Experiência mental da emoção.
3º Pensamento – tomada de consciência do estímulo
que provocou a emoção, que leva a respostas a esses
estímulos muito mais complexas e adequadas do que
aquelas que a emoção (que se associa a valores,
princípios e juízos complexos) seria capaz de dar.
Estratégias para a gestão de crenças e emoções desadequadas :
Conhecer as nossas crenças e emoções; conhecer a sua
natureza para melhor as dominar.
Fazer uma autoavaliação dessas crenças e emoções por
forma a decidir as que manter, modificar e abandonar.
Autodomínio: poder controlar crenças e emoções.
Conhecer as crenças e emoções dos outros (compreender
semelhanças e diferenças).
PROCESSOS MOTIVACIONAIS
AGIR
INTENCIONALIDADE, TENDÊNCIA, ESFORÇO
MOTIVAÇÃO forças que nos impelem a realizar
uma determinada ação. Surge quando há um objetivo a atingir.
([Link]
Motivações fisiológicas: como a fome, sono ou sede, visam
satisfazer necessidades de sobrevivência.
Motivações sociais: resultam da aprendizagem social e visam
satisfazer necessidades como o convívio, ser aceite ou ser
aplaudido.
Motivações combinadas: combinam-se impulsos biológicos
com impulsos aprendidos, como a sexualidade que, apesar de
ser um impulso biológico, é condicionado por valores e
crenças sociais.
Ciclo motivacional
Motivação extrínseca: Tem origem em fatores externos ao
indivíduo, por exemplo qualquer recompensa monetária. O
indivíduo faz a tarefa para ser recompensado ou para não ser
castigado. A punição ou o reforço que seria uma recompensa é
o “combustível” que faz mobilizar o sujeito.
Motivação intrínseca: Tem origem em necessidades e fatores
internos ao indivíduo, esta relaciona-se com a sua forma de
ser, os seus interesses, os seus gostos. Neste tipo de
motivação, não há necessidade de existir recompensas, visto
que a tarefa em si própria, representa um interesse para o
sujeito, algo que ele gosta ou está relacionado com a forma de
ele ser.
Expetati va e atribuição
Esperança baseada em supostos dir Processo pelo qual o indivíduo
eitos, probabilidades, pressupostos busca explicar a causa de
ou promessas (ex.: o livro superou a acontecimentos, sobretudo o
s expetativas). comportamento alheio e o
próprio.
Profecia Autorrealizada ou Efeito de Pigmalião (Robert
Rosenthal/Lenore Jacobson)
As expetativas podem condicionar acontecimentos futuros –
exemplo é a experiência feita com um grupo de professores a
quem foi dada a informação de que um conjunto de alunos (com
capacidades comuns) teriam capacidades acima da média. No final
do ano estes alunos tinham obtido, de facto, melhores resultados.
Conclusão:
Devemos ter cuidado com as nossas expetativas que nos
influenciam a nós e aos outros;
Devemos colocar-nos expetativas elevadas, pois só obtemos se
acreditarmos, mas não demasiado elevadas pois podem levar à
frustração.
Teoria da atribuição – uma das nossas principais motivações é
descobrir as causas das nossas atitudes, pensamentos,
comportamentos e fenómenos naturais.
Dimensões da atribuição:
Tipo de causalidade – a causa desta situação sou eu (interna)
ou o meio (externa)?
Tipo de estabilidade – esta situação mantém-se de forma
regular (estável) ou é algo de fortuito (instável)?
Tipo de controlabilidade – posso gerir esta situação
(controlável) ou é algo que não domino (incontrolável)?
Distinção entre motivação e satisfação
Orienta-nos para um objetivo. Ausência de necessidades
pelo que não há orientação
para objetivos.
Pirâmide das necessidades de Maslow
Necessidades de
crescimento
(autorrealização)
– procura-se
obter alguma
coisa.
Necessidades Psicológicas
deficitárias -
procura-se suprir
algo.
Básicas