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Leitura de Eletrocardiograma

[1] O documento discute a leitura e interpretação do eletrocardiograma, incluindo sua anatomia, fisiologia e componentes. [2] É importante para diagnosticar problemas cardíacos como arritmias, isquemia e hipertrofia ventricular. [3] O ECG fornece informações sobre frequência cardíaca, ritmo, intervalos, desvios de eixo e alterações nas ondas como ST e T.

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Sadjy Issa
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Leitura de Eletrocardiograma

[1] O documento discute a leitura e interpretação do eletrocardiograma, incluindo sua anatomia, fisiologia e componentes. [2] É importante para diagnosticar problemas cardíacos como arritmias, isquemia e hipertrofia ventricular. [3] O ECG fornece informações sobre frequência cardíaca, ritmo, intervalos, desvios de eixo e alterações nas ondas como ST e T.

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Leitura e interpretação do

electrocardiograma

Tutora:
Estudante: [Link] Silveira (Medica
Belachanda Imaculada Cardiologista)
Anatomia
Vasos de base

1 2

4
Fisiologia
Bombas do Coração Tipos de músculos
• Atrial
• Ventricular
• Fibras especializadas
excitatórias e
coudutoras
Propagação do impulso
Ritmo sinusal Via acessória
Ciclo Cardiaco
Electrocardiograma
• Registo gráfico das alterações de potencias
eléctricos produzidos durante a actividade do
músculo cardíaco.
Importância
• Diagnóstico de arritmias cardíacas, transtornos
de condução e isquémia cardíaca.
• Alterações inflamatórias do coração e
pericárdio, aumento de tamanho cardíaco;
• Transtornos electrolíticos ;
• Efeitos tóxicos de alguns fármacos.
Dirivações
Bipolares Triângulo de Einthoven
Cont.
Unipolares Precordiais
ECG
• Normalmente,a padronização é de 1 mV por
10 mm com Velocidade do papel de 25 mm/s
(cada quadriculo horizontal corresponde a 0,04
s).
Componentes de ECG
Tempo /Voltagem normal
• QRS: 1-1,5mv
• P: 0,1-013mv
• T: 0,2-0,3mv
• PQ: 0,16 s
• QT: o,35 s
ECG
Frequência cardíaca

• Regular:
300
-----------------------------------
intervalos de 5 mm entre QRS
1.500
----------------------------------
intervalos de 1 mm entre QRS.
Cont.
• Irregular:
 Se ECG mede 10 s
• FC= QRSx6
 Se não mede 10 s
• FC= [30 quadrados (6 s) QRSX10]
Rítmo

• O ritmo sinusal estará presente se cada onda P


for seguida de um QRS, o intervalo PR
consistirem 0,12 s ou mais, cada QRS for
precedido por uma onda P e a onda P se
mostrar positiva nas derivações I, II e III.
ECG
Diagrama hexaxial
Desvio do eixo
• Esquerda : Hiperrofia do VE e no IAM inferior;
hemíbloqueio inferior E (R pequena, S
profunda nas derivações II, III e aVF).
• Direita : hipertrofia ventricular direita e
hemibloqueio inferior (Q pequena e R alta nas
derivações II, III e aVF).
• O desvio suave do eixo para a direita é
encontrado em indivíduos magros e sadios (até
110°).
INTERVALOS
PR (0,12 a 0,20 s)
• Curto:
I. Síndrome de pré-excitação (há elevação do
QRS)

II. Ritmo nodal.


Bloqueio Auriculo-ventricular
Bloqueio AV 2º grau Mobitz I
Bloqueio AV 2º grau Mobitz II (2:1)
Bloqueio AV 3º grau
QRS

• Prolongado ( 0,06 a 0,10s) :


I. Hiper-potassemia, hipocalcemia e fármacos
(antirritmicos).
II. Bloqueio de ramo: Direito e Esquerdo.
BLOQUEIO DO RAMO DEREITO
BLOQUEIO DO RAMO ESQUERDO
Hipocalemia e Hipercalemia
Ondas ST (0.15s)-T
• Supradesnivelamento de ST: IAM, espasmo
corononaria, pericardite, aneurisma.
IM Inferior (D2, D3 e aVF)
IM. posterior (imagem de espelho)
S-T
• Infradesnivelamento de ST: efeito de
digitálicos, sobrecarga ( hipertrofia
ventricular).
Intixicação por digitalicos
S-T
• T alta e apiculada: hiperpotassemia; IAM ( T
hiperaguda).
Hiperpotassemia
S-T
• T invertida: IAM sem onda Q,sobrecarga
ventricular, efeito de fármacos ( digitálicos),
isquemia.
Onda U
• Aumento: Hipocalemia
• Negativa: isquémia do miocardio
Dilatação
• Átrio direito: onda P> 2,5mm na derivação II
• Atrio esquerdo: P bifásico ( positiva depois negativa) em V1.
Critérios para estabelecer o diagnóstico da hipertrofia ventricular
Esquerda

• Duração do QRS maior que 0,11 segundos.

• Deflexão intrinsicoide nas derivações precordiais


esquerdas maior que 0,045 segundos

• Desviação do eixo eléctrico de QRS até a esquerda

• Índice de Sokolow positivo: S (V1) + R (V5 ou


V6) >35 mm
Cont.
• Índice de White-Bock positivo: (R1+S3) -
(S1+R3) > 20 mm.

• R (AVL) >13 mm, R (V5 e V6) > 26 mm

• T negativas e infradesnivelamento ST (DI,


AVL, V5 e V6).
S > R em V1,
em V5 ou V6 R> 35 mm,
ou em aVL R>11mm
Critérios para estabelecer o diagnóstico
da hipertrofia ventricular Direita
• Duração do complexo QRS maior de 0,11s

• Desviaçao do eixo eléctrico a direita

• Deflexão intrinsicoide maior de 0,035 s em V1 e V2

• Onda S maior que R em DI

• R>S (D1) e R >7mm (V1).


Cont.
• Índice de White-Bock menor que -11mm

• R proeminente em AVR e q R em V1

• R (V5 e V6) < 5mm e S >7mm


R > S em V1 e em V1 R> 5mm
Fibrilação Auricular/Flutter Auricular

• Substituiçã de onda p por ondas F.


• Ondas regulares, repetidas, idênticas, forma de
dentes de serra.
• Sinais de actividade eléctrica continua.
• Causas: Cardiopatias adquiridas, congénitas.
Fibrilação Auricular
Flutter Auricular
EXTRASISTOLES
TAQUICARDIA SINUSAL
BRADICARDIA SINUSAL
TAQUIARRITMIAS VENTRICULARES
Pacemaker
Febre Reumática
Hipertensão arerial sistemica
Diagnóstico
• Historia clínica
• R-X de torax
• Hemograma
• Perfil hepático
• Perfil renal
• Lipidograma
• Marcadores cardiacos
Bibliografias
1. Atlas de Anatomia. Sobottta. Pag. 32-35.
2. GODERICH, Reinaldo Roca, et all, Temas de MEDICINA [Link] 1, La Habana
editora, 4ª ed. 2002, pag. 247-303.
3. Guyton, Arthur C., et all, TRATADO de FISIOLOGIA MÉDICA, Elsevier editora, 11ª ed.,
2006, pag. 103-114.
4. [Link]
5. LONGO, Dan L., et all, MANUAL de MEDICINA de HARRYSON, AMGH Editora, 18ª ed.,
2013, pag. 795-804.
6. LONGO, Dan L., et all, MANUAL de MEDICINA de HARRYSON, AMGH Editora, 18ª ed.,
VOL 2, pag. 1860-1900.
7. NAVARRO, Raimundo Llanio, GONZÁLEZ,Gabriel Perdomo, et all, PROPEDÉUTICA
CLÍNICA Y SEMIOLOGÍA MÉDICA. tomo 1, Ciências Médicas EDITORIAL 2005.
8. NETTER, Frank, et all, ATLAS DE ANATOMIA HUMANA, EAST Hanover editora, 2ª ed.
Pag. 194-209.
9. MedicinaNET.
[Link]
OBRIGADA

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