SISTEMAS DE
CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
CIPESC
Prof: Candida Soares
PROCESSO DE ENFERMAGEM
É uma forma de prestar cuidados de Enfermagem de
forma sistemática, rentável , humanizada e
individualizada
PROCESSO DE ENFERMAGEM
Determina uma abordagem sistemática para a prática
de enfermagem
Fases
Histórico (Levantamento de dados)
Diagnóstico
Planejamento (Plano de cuidados/Prescrição)
Implementação (Execução do plano)
Avaliação (Evolução)
RELAÇÃO
TEORIA – PROCESSO DE ENFERMAGEM
Teoria
Geração do Conhecimento de Enfermagem para uso na
sua prática
Processo de Enfermagem
É o método para implementação da Teoria ou
Conhecimento
Investigação Diagnóstico
PROCESS
O
Planejamento
INVESTIGAÇÃO
É o primeiro passo, dela depende o sucesso de
todo o plano de cuidados
É o momento de perguntar, questionar, colher dados
Compreende: Entrevista, Exame Físico
DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM
O Diagnóstico de Enfermagem pode ser definido
como um juízo clínico sobre respostas individuais,
familiares ou comunitárias a problemas de saúde
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
O termo surgiu na literatura norte-americana em 1950, a proposta foi de que, entre as responsabilidades do
enfermeiro, estivesse a identificação dos diagnósticos ou problemas de enfermagem.
A partir da década de 1970, estudos foram realizados com o objetivo de estabelecer uma classificação
internacional dos diagnósticos de enfermagem.
A Associação Norte-Americana de Diagnósticos de Enfermagem (NANDA), dando continuidade aos estudos,
publicou em 1986 a primeira classificação internacional, denominada Taxonomia I
No Brasil, a expressão Diagnóstico de Enfermagem foi introduzida por Wanda de Aguiar
Para Horta, diagnóstico de enfermagem é a identificação das necessidades do ser humano que precisa de
atendimento e a determinação, pelo enfermeiro, do grau de dependência deste atendimento em natureza e
extensão.
É necessário compreender o Processo de Enfermagem, para
adotá-lo deliberadamente na prática profissional.
Para auxiliar a transição no modo de pensar, falar e de atuar
na profissão foram desenvolvidos, nos anos de 1970,
Sistemas de Classificação dos conceitos da linguagem
profissional relacionadas com os diagnósticos de
Enfermagem e, posteriormente, com as intervenções e
com os resultados de Enfermagem
É necessário reconhecer que a utilização de sistemas de
Classificação, além de estabelecer padrões de cuidados, que
podem ser utilizados em qualquer parte do mundo, permite
uma melhoria na qualidade da assistência de Enfermagem.
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
Entre os Sistemas de Classificação desenvolvidos na Enfermagem, os
mais utilizados e conhecidos são:
A Taxonomia da NANDA Internacional
A Classificação das Intervenções de Enfermagem – NIC
A Classificação dos Resultados de Enfermagem – NOC
O Sistema OMAHA
Classificação dos Cuidados Domiciliares de Saúde – Home Health
Care Classification – HHCC
A Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem - CIPE
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
NANDA
(North American Nursing Diagnoses Association)
Um dos mais divulgados e aplicados no mundo;
Início – 1973;
Taxonomia I – 1973, foi constituída pela estrutura teórica dos padrões de Respostas Humanas
(trocar, Comunicar, Relacionar, Valorizar, Escolher, mover,perceber,conhecer e sentir)
Taxonomia II -2001 – caracterizada por ser multiaxial(que tem vários eixos)
a partir de 13 domínios – promoção da saúde, nutrição, eliminação, atividade/repouso,
percepção/cognição, autopercepção, relacionamentos de papel, sexualidade,
enfrentamento/tolerância ao estresse, princípios de vida,segurança/proteção,conforto e
crescimento/desenvolvimento
Permitindo, quando necessário, realizar mais acréscimos e modificações na sua estrutura.
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
CLASSIFICAÇÃO DE SAÚDE COMUNITÁRIA DE OMAHA
(Community Health System)
É um sistema originado de uma lista de problemas de clientes, diagnosticados pelas enfermeiras em uma
comunidade de saúde nos Estados Unidos.
É estruturado para documentar a prática interdisciplinar em ambientes comunitários podendo ser utilizado
por enfermeiros e por outros profissionais de saúde.
A proposta do sistema é oferecer um método para organizar, identificar e denominar o que é de interesse da
Enfermagem na prática.
Compreende três esquemas de classificação:
Esquema de Classificação de Problemas,
Esquema de Intervenções e a
Escala de Resultados
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
CLASSIFICAÇÃO DOS CUIDADOS DOMICILIARES DE SAÚDE
(HOME HEALTH CARE CLASSIFICATION – HHCC )
Foi desenvolvida, nos Estados Unidos como parte de um projeto de
Cuidados Domiciliares da Universidade de Georgetown, para
codificação e categorização dos cuidados domiciliares de saúde
prestados aos pacientes que usavam o Medicare, objetivando fornecer,
tanto as necessidades de enfermagem e outros serviços domiciliares,
quanto à mensuração dos resultados obtidos.
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DAS INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
( NURSING INTERVENTIONS CLASSIFICATION -NIC )
Foi desenvolvido como parte do Projeto de Intervenções de Iowa, que teve início em 1987,
por um grupo de pesquisadoras do College of Nursing da University of Iowa, U.S. A., com o
apoio do Instituto Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos.
A NIC apresenta uma estrutura taxonômica que, abrange intervenções de enfermagem
voltadas para os diagnósticos de enfermagem da NANDA.
Nessa classificação a intervenção de enfermagem é definida como sendo qualquer procedimento
ou tratamento de cuidado direto, baseado no julgamento clínico e no conhecimento que a
enfermeira executa em benefício de um cliente, objetivando alcançar os resultados esperados,
que incluem aspectos psicossociais e fisiológicos.
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO DE RESULTADOS DO PACIENTE
(NURSING-SENSITIVE OUTCOMES CLASSIFICATION – NOC)
Foi desenvolvido pelo mesmo grupo que desenvolveu a NIC.
A NOC pode ser considerada um sistema de classificação complementar da
Taxonomia da NANDA e da NIC.
Os resultados refletem uma condição real do paciente, ao invés das metas esperadas.
Essa classificação representa uma lista de 190 resultados, com definições, indicadores e escala de mensuração
utilizados tanto para pacientes individuais como para os elementos de uma família.
Os seus autores afirmam que, é preciso lembrar, que esse é um processo em desenvolvimento, o que significa
que a lista atual de resultados não inclui todos os resultados
que possam ser importantes para a Enfermagem.
Esse sistema, como o da NANDA e da NIC, tem a aprovação da ANA (American Nurses Association),
como um dos sistemas a serem usados na padronização da linguagem
da Enfermagem nos Estados Unidos.
SISTEMAS DE CLASSIFICAÇÃO NA
ENFERMAGEM
A utilização desses sistemas de classificação na prática de Enfermagem tem
mobilizado as enfermeiras em todo o mundo,
atendendo ao desafio de universalizar a sua linguagem e
evidenciar os elementos da sua prática.
Como resultado dessa mobilização, em 1989 –em Seul – Coréia do Sul
durante o Congresso do Conselho Internacional de Enfermagem (CIE), o Conselho
de Representantes das associações nacionais filiadas, votou e aprovou a proposta
para desenvolver um Sistema de
Classificação Internacional da Prática de Enfermagem - CIPE.
Foi constatado através de pesquisas, a existência de vários sistemas de
classificação usados pela Enfermagem em diversas regiões e países do mundo,
comprovando que enfermeiras de muitos países,
utilizam sistemas de classificação, para descrever os elementos da prática de Enfermagem
e que, valorizam a idéia do desenvolvimento de uma
Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem
CIPE
Após a constatação da existência desses vários sistemas foram analisadas a Classificação
Internacional de Doenças, CID – 10, as classificações aceitas pela Organização Mundial de
Saúde – OMS e os 14 Sistemas de Classificação de Enfermagem, identificados na pesquisa,
objetivando a identificação de denominações pertencentes à Enfermagem.
A partir dessa análise, o CIE apresentou, em 1993, o documento intitulado Nursing's Next Advance: An
International Classification for Nursing Practice ICNP
(Próximo avanço da enfermagem:Uma Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem-CIPE), que não é
considerado uma primeira versão da CIPE, mas,
sim, a compilação, em ordem alfabética, dos elementos da prática de enfermagem
os diagnósticos de enfermagem, as intervenções de enfermagem e os resultados esperados
O resultado foi a construção de duas pirâmides de conceito da CIPE; uma pirâmide de conceito dos fenômenos da
enfermagem e uma pirâmide de conceitos de intervenções da enfermagem.
CIPE
Em 1996, o CIE publicou a Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem – Versão Alfa:
Um Marco Unificador, construída pelas Classificações de Fenômenos e de Ações de Enfermagem.
Em março de 1998, o CIE apresentou as novas decisões adotadas pela Equipe de desenvolvimento da CIPE, na
construção de um modelo experimental da Versão Beta. Esse modelo era um exemplo de como poderia ser
construída a CIPE, numa abordagem multiaxial.
Em julho de 1999 o CIE publicou a Versão Beta da CIPE, que foi construída, similarmente à versão alfa, como um
marco unificador, ou seja, o CIE continua reconhecendo o trabalho existente dos diversos sistemas de classificação
em Enfermagem, permitindo a configuração cruzada dos termos das classificações existentes e de outras que
vierem a ser desenvolvidas.
Dessa forma, o CIE reafirma que um dos principais critérios dessa classificação é o de poder ser suficientemente
ampla e sensível à diversidade cultural, de modo que sirva para os múltiplos fins e propósitos requeridos pelos
distintos países onde será utilizada
CIPE
Apesar da CIPE ter sido iniciada a partir da reunião de todos os sistemas de
Classificação de Enfermagem existentes, não incorporava termos
relacionados com a Atenção Primária, nem com a prática de Enfermagem
em serviços comunitários de saúde.
Partindo dessa constatação o CIE constituiu dois grupos de trabalho:
um para receber sugestões e aprimorar a arquitetura da CIPE e
outro para elaborar e divulgar processos para identificar os termos que
pudessem ser usados pelos enfermeiros de qualquer país nos cuidados
primários e em serviços comunitários.
CIPE-CIPESC
A Enfermagem brasileira participa desse projeto
desde 1994- Enfªs da ABen
Em novembro de 1995, o CIE recomendou a realização de
uma reunião, no Brasil, objetivando delinear o projeto de
classificação para a prática de Enfermagem, que seria
desenvolvido na América Latina
CIPE-CIPESC
A Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn, assumiu o
compromisso de desenvolver o projeto no País e, em
1996,promoveu a primeira oficina de trabalho que
deu origem ao projeto Classificação Internacional de
Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva - CIPESC,
contribuição brasileira à Classificação Internacional de
Práticas de Enfermagem – CIPE.
CIPE-CIPESC
Em 2001, a ABEn Seção Paraná apresentou uma tese na VI Conferência Municipal de Saúde (2001) de Curitiba-PR, aprovada n
sua integralidade, propondo a construção da Rede de Atenção Contínua de Enfermagem no Sistema Integrado de Serviços de
Saúde com estratégias voltadas para:
a) Inclusão de todas as atividades desempenhadas pelo profissional Enfermeiro no relatório de produtividade;
b) Criação de um campo específico para o registro da Enfermagem no prontuário eletrônico único do paciente;
c) Estabelecimento de parcerias com instituições de ensino para capacitação da força de trabalho; e
d) consulta de Enfermagem integrada às programações locais.
Neste mesmo ano, impulsionado pela necessidade de adensar (acumular) os conhecimentos acerca dos marcos
teóricos das práticas de Enfermagem, ocorreu um movimento de revisão das práticas instituídas, antecedendo a
sua inclusão no prontuário eletrônico.
Esta revisão realizada à luz de novos paradigmas, possibilitou a implantação da CIPE/CIPESC
no sistema informatizado da Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba – SMS
CIPE-CIPESC
O profissional enfermeiro deverá dividir as necessidades humanas Em
seguida selecionará a necessidade afetada ou enfocada.
Ex: Necessidade de Oxigenação, Necessidade de Eliminação...
Para cada necessidade o profissional escolhe os respectivos diagnósticos de
Enfermagem e , para cada diagnóstico, as intervenções de Enfermagem
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
1 - NECESSIDADE: Oxigenação
1.1 Diagnóstico de enfermagem: Respiração alterada em suspeito de Tuberculose
1.2Diagnóstico de enfermagem: Respiração alterada
1.3 Diagnóstico de enfermagem: Risco para dispnéia no idoso
1.4 Diagnóstico de enfermagem: Risco para dispnéia na criança
1.5 Diagnóstico de enfermagem: Permeabilidade de vias aéreas comprometida
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
2 - NECESSIDADE: Hidratação
2.1 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão hídrica adequada
2.2 Diagnóstico de enfermagem: Desidratação
2.3 Diagnóstico de enfermagem: Edema decorrente da agressão
2.4 Diagnóstico de enfermagem: Edema postural de MMII no hipertenso/diabético
2.5 Diagnóstico de enfermagem: Edema postural de MMII na gestante
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
3 - NECESSIDADE: Nutrição
3.1 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar adequada do lactente
3.2 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar adequada do adolescente
3.3 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar inadequada do lactente
3.4 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar inadequada do adolescente
3.5 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar inadequada da gestante
3.6 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar alterada
3.7 Diagnóstico de enfermagem: Ingestão Alimentar excessiva
3.8 Diagnóstico de enfermagem: Desmame precoce do lactente
3.9 Diagnóstico de enfermagem: Amamentação adequada
3.10 Diagnóstico de enfermagem: Amamentação inadequada
3.11 Diagnóstico de enfermagem: Sobrepeso
3.12 Diagnóstico de enfermagem: Emagrecimento
3.13 Diagnóstico de enfermagem: Desnutrição
NECESSIDADE
PSICOBIOLÓGICA
4 - NECESSIDADE: Eliminação
4.1 Diagnóstico de enfermagem: Eliminação Intestinal adequada
4.2 Diagnóstico de enfermagem: Diarréia
4.3 Diagnóstico de enfermagem: Constipação
4.4 Diagnóstico de enfermagem: Eliminação Urinária adequada
4.5 Diagnóstico de enfermagem: Eliminação Urinária inadequada
4.6 Diagnóstico de enfermagem: Eliminação Urinária comprometida
4.7 Diagnóstico de enfermagem: Corrimento vaginal
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
5 - NECESSIDADE: Sono e Repouso
5.1 Diagnóstico de enfermagem: Sono inadequado
5.2 Diagnóstico de enfermagem: Sono adequado
5.3 Diagnóstico de enfermagem: Sono excessivo
5.4 Diagnóstico de enfermagem: Repouso alterado
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
6 - NECESSIDADE: Exercício e atividades físicas
6.1 Diagnóstico de enfermagem: Atividade Física Inadequada
6.2 Diagnóstico de enfermagem: Atividade motora afetada na mulher vítima de violência
6.3 Diagnóstico de enfermagem: Atividade motora alterada
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
7 - NECESSIDADE: Sexualidade
7.1 Diagnóstico de enfermagem: Atividade Sexual Satisfatória
7.2 Diagnóstico de enfermagem: Atividade Sexual insatisfatória
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
8 - NECESSIDADE: Motilidade
8.1 Diagnóstico de enfermagem: Contração uterina
8.2 Diagnóstico de enfermagem: Destreza manual Diminuída
8.3 Diagnóstico de enfermagem: Movimento corporal Diminuído
8.4 Diagnóstico de enfermagem: Coordenação motora ausente
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
9 - NECESSIDADE: Cuidado corporal
9.1 Diagnóstico de enfermagem: Autocuidado inadequado
9.2 Diagnóstico de enfermagem: Autocuidado adequado
9.3 Diagnóstico de enfermagem: Higiene corporal alterada
9.4 Diagnóstico de enfermagem: Higiene corporal adequada
9.5 Diagnóstico de enfermagem: Higiene das mamas deficiente
9.6 Diagnóstico de enfermagem: Higiene das genitálias alterada
9.7 Diagnóstico de enfermagem: Higiene oral inadequada
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
10 NECESSIDADE: Integridade cutâneo mucosa
10.1 Diagnóstico de enfermagem: Trauma na pele
10.2 Diagnóstico de enfermagem: Fissura mamilar
10.3 Diagnóstico de enfermagem: Escoriação da pele
10.4 Diagnóstico de enfermagem: Contusão
10.5 Diagnóstico de enfermagem: Queimadura decorrente de violência à mulher
10.6 Diagnóstico de enfermagem: Queimadura
10.7 Diagnóstico de enfermagem: Lesões de pele no portador de MH
10.8 Diagnóstico de enfermagem: Acne
10.9 Diagnóstico de enfermagem: Integridade da pele comprometida na Criança
10.10 Diagnóstico de enfermagem: Integridade da pele comprometida no Idoso
10.11 Diagnóstico de enfermagem: Glândula mamária íntegra
10.12 Diagnóstico de enfermagem: Glândula mamária alterada
10.13 Diagnóstico de enfermagem: Glândula mamária com secreção
I10.14 Diagnóstico de enfermagem: Glândula mamária aumentadas
10.15 Diagnóstico de enfermagem: Mamilos íntegros
10.16 Diagnóstico de enfermagem: Ingurgitamento mamário
10.17 Diagnóstico de enfermagem: Mastite
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
11 - NECESSIDADE Regulação vascular
11.1 Diagnóstico de enfermagem: Sangramento vaginal inadequado
11.2 Diagnóstico de enfermagem: Retorno venoso Prejudicado
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
12 - NECESSIDADE: Regulação imunológica
12.1 Diagnóstico de enfermagem: Estado imunológico Comprometido
12.2 Diagnóstico de enfermagem: Estado vacinal adequado
12.3 Diagnóstico de enfermagem: Estado vacinal atrasado
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
13 - NECESSIDADE: Percepção
13.1 Diagnóstico de enfermagem: Dor
13.2 Diagnóstico de enfermagem: Dor em baixo ventre
13.3 Diagnóstico de enfermagem: Cólica uterina
13.4 Diagnóstico de enfermagem: Dor à relação sexual (dispareunia)
13.5 Diagnóstico de enfermagem: Acuidade visual prejudicada
13.6 Diagnóstico de enfermagem: Sensibilidade periférica prejudicada
13.7 Diagnóstico de enfermagem: Memória deficiente
13.8 Diagnóstico de enfermagem: Atividade mental prejudicada
13.9 Diagnóstico de enfermagem: Prurido vaginal
13.10 Diagnóstico de enfermagem: Náusea
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
14 NECESSIDADE: Ambiente
14.1 Diagnóstico de enfermagem: Risco para acidente doméstico – criança
14.2 Diagnóstico de enfermagem: Risco para acidente doméstico – idoso
14.3 Diagnóstico de enfermagem: Violência à mulher
14.4 Diagnóstico de enfermagem: Risco para violência doméstica
14.5 Diagnóstico de enfermagem: Abuso sexual
14.6 Diagnóstico de enfermagem: Agressão ao idoso
14.7 Diagnóstico de enfermagem: Uso de álcool e outras drogas
14.8 Diagnóstico de enfermagem: Uso de drogas
14.9 Diagnóstico de enfermagem: Tabagismo
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
15 NECESSIDADE: Terapêutica
15.1 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico/ Hanseníase adequado
15.2 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico inadequado
15.3 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico adequado em gestante de risco/HIV
15.4 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico adequado em gestante de risco/toxoplasmose
15.5 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico adequado em gestante de risco/sífilis
15.6 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico adequado em gestante de risco/tuberculose
15.7 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico adequado de tuberculose
15.8 Diagnóstico de enfermagem: Controle do regime terapêutico inadequado de tuberculose
15.9 Diagnóstico de enfermagem: Exame preventivo ausente
15.10 Diagnóstico de enfermagem: Resultado de exame preventivo alterado
15.11 Diagnóstico de enfermagem: Resultado de exame preventivo normal
15.12 Diagnóstico de enfermagem: Auto-exame de mama presente
15.13 Diagnóstico de enfermagem: Auto-exame de mama ausente
15.14 Diagnóstico de enfermagem: Uso de contraceptivo adequado
15.15 Diagnóstico de enfermagem: Uso de contraceptivo inadequado
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
16 NECESSIDADE: Reprodução
16.1 Diagnóstico de enfermagem: Risco para aborto
16.2 Diagnóstico de enfermagem: Gravidez indesejada
16.3 Diagnóstico de enfermagem: Gestação /1o trimestre Normal
16.4 Diagnóstico de enfermagem: Gestação /2o trimestre Normal
16.5 Diagnóstico de enfermagem: Gestação /3o trimestre Normal
16.6 Diagnóstico de enfermagem: Infertilidade
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADE PSICOBIOLÓGICA
17 - NECESSIDADE: Crescimento e desenvolvimento
17.1 Diagnóstico de enfermagem: Maturidade feminina adequada
17.2 Diagnóstico de enfermagem: Maturidade masculina adequada
17.3 Diagnóstico de enfermagem: Desenvolvimento fetal adequado
17.4 Diagnóstico de enfermagem: Desenvolvimento fetal inadequado
17.5 Diagnóstico de enfermagem: Desenvolvimento da criança adequado
17.6 Diagnóstico de enfermagem: Desenvolvimento da criança inadequado
17.7 Diagnóstico de enfermagem: Crescimento da criança adequado
17.8 Diagnóstico de enfermagem: Desenvolvimento da criança inadequado
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
A - NECESSIDADE: Segurança
A.1 Diagnóstico de enfermagem: Solidão
A.2 Diagnóstico de enfermagem: Ansiedade frente a coleta e resultado de exames
A.3 Diagnóstico de enfermagem: Ansiedade na mulher vítima de violência
A.4 Diagnóstico de enfermagem: Ansiedade decorrente do estado de saúde atual
A.5 Diagnóstico de enfermagem: Negação
A.6 Diagnóstico de enfermagem: Tristeza
A.7 Diagnóstico de enfermagem: Vergonha presente na mulher vítima de violência
A.8 Diagnóstico de enfermagem: Choro da mulher vítima de violência
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
B - NECESSIDADE: Liberdade
B.1 Diagnóstico de enfermagem: Tomada de decisão Comprometida
B.2 Diagnóstico de enfermagem: Tomada de decisão prejudicada na mulher
vítima de violência
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
C - NECESSIDADE: Aprendizagem (Educação à saúde)
C.1 Diagnóstico de enfermagem: Processamento de informação limitado
C.2 Diagnóstico de enfermagem: Compreensão comprometida
C.3 Diagnóstico de enfermagem: Conhecimento insuficiente
C.4 Diagnóstico de enfermagem: Prevenção da gravidez: métodos de barreira
C.5 Diagnóstico de enfermagem: Prevenção da gravidez: métodos cirúrgicos
C.6 Diagnóstico de enfermagem: Prevenção da gravidez: métodos comportamentais
C.7 Diagnóstico de enfermagem: Prevenção da gravidez: métodos hormonais
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
D - NECESSIDADE: Gregária
D.1 Diagnóstico de enfermagem: Apoio familiar Prejudicado
D.2 Diagnóstico de enfermagem: Relacionamento Familiar conflituoso
D.3 Diagnóstico de enfermagem: Relacionamento Familiar restabelecido
D.4 Diagnóstico de enfermagem: Relacionamento interpessoal comprometido
D.5 Diagnóstico de enfermagem: Vínculo conflituoso
D.6 Diagnóstico de enfermagem: Vínculo familiar presente
D.7 Diagnóstico de enfermagem: Vínculo familiar ausente
D.8 Diagnóstico de enfermagem: Vínculo mãe e filho comprometido
D.9 Diagnóstico de enfermagem: Vínculo mãe e filho preservado
* COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
E - NECESSIDADE: Recreação
E.1 Diagnóstico de enfermagem: Atividade recreativa deficiente
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
F - NECESSIDADE: Auto estima
F.1 Diagnóstico de enfermagem: Auto estima prejudicada
F.2 Diagnóstico de enfermagem: Auto estima baixa
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
G - NECESSIDADE: Participação
G.1 Diagnóstico de enfermagem: Adaptação/enfrentamento no portador de HIV
G.2 Diagnóstico de enfermagem: Adaptação/enfrentamento inadequado
G.3 Diagnóstico de enfermagem: Adaptação/enfrentamento ausente
G.4 Diagnóstico de enfermagem: Direito de cidadania limitado
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
NECESSIDADES PSICOSSOCIAIS
H - NECESSIDADE: Auto-imagem
H.1 Diagnóstico de enfermagem: Imagem corporal Alterada
• COM SUAS RESPECTIVAS INTERVENÇÕES
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[Link]
[Link]
[Link]
NOBREGA, Maria Miriam Lima da, GUTIÉRREZ, Maria Gaby Rivero de. Sistemas de
Classificação na Enfermagem: avanços e perspectivas. In: GARCIA, Telma
Ribeiro; NOBREGA, Maria Miriam Lima da (Org.). Sistemas de Classificação em
Enfermagem: um trabalho coletivo. João Pessoa, Idéias, 2000. Série Didática: Enfermagem
no SUS.
CIPESCANDO EM CURITIBA: Construção e Implementação da Nomenclatura de Diagnósticos e
Intervenções de Enfermagem na Rede Básica de Saúde Curitiba – PR, 2005