Captulo 8
Maximizao de Lucros e Oferta Competitiva
PINDYCK, R. S.; RUBINFELD, D. L. Microeconomia. 7 ed. - So Paulo: Prentice Hall, 2010.
Teoria Microeconmica II Profa. Juliana de Sales Silva
Mercados Perfeitamente Competitivos
Caractersticas dos Mercados Perfeitamente Competitivos
1)
2)
Agentes tomadores de preo
Produtos homogneos
3)
Livre entrada e sada no mercado
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Captulo 8
Mercados Perfeitamente Competitivos
Agentes tomadores de preo
Cada empresa, individualmente, vende uma pequena parte da produo total do mercado e, portanto, no tem influncia no preo de mercado. O consumidor, individualmente, compra uma poro muito pequena da produo industrial, no tendo qualquer impacto sobre o preo de mercado.
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Captulo 8
Mercados Perfeitamente Competitivos
Produtos homogneos
Os produtos de todas as empresas so substitutos perfeitos. Exemplos
Produtos agrcolas, petrleo, cobre, ferro, madeira
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Captulo 8
Mercados Perfeitamente Competitivos
Livre entrada e sada no mercado
Os compradores podem, facilmente, mudar de fornecedor. Os fornecedores podem, facilmente, entrar ou sair de um mercado.
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Captulo 8
Maximizao de Lucros
As empresas maximizam lucros?
Outros objetivos possveis
Maximizao da receita viso de crescimento ou de pagamento de dividendos para satisfazer acionistas. Maximizao de lucros a curto prazo visando uma promoo ou bnus)
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Captulo 8
Maximizao de Lucros
As empresas maximizam lucros?
Implicaes de objetivos que no sejam a maximizao dos lucros
No longo prazo, os investidores deixariam de investir na empresa Sem lucros, a sobrevivncia seria improvvel
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Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Determinao do nvel de produo que maximiza os lucros
Lucro ( ) = Receita Total - Custo Total Receita Total (R) = Pq Custo Total (C) = Cq Logo:
(q) R(q) C (q)
Slide 8 Captulo 8
Maximizao de Lucros a Curto Prazo
Custo, Receita, Lucro ($s por ano)
Receita Total
R(q)
Inclinao de R(q) = RMg
0
Produo (unidades por ano)
Slide 9 Captulo 8
Maximizao de Lucros a Curto Prazo
C(q)
Custo, Receita, Lucro $ (por ano)
Custo Total
Inclinao de C(q) = CMg
Por que o custo positivo quando q zero? 0
Produo (unidades por ano)
Slide 10 Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Receita Marginal a receita adicional proveniente da produo de uma unidade a mais de produto. Custo Marginal o custo adicional associado produo de uma unidade a mais de produto.
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Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Comparando R(q) e C(q) Nvel de produo: 0- q0:
C(q)> R(q)
Custo, Receita, Lucro ($s por ano)
C(q) A B R(q)
Lucro negativo
CF + CV > R(q)
RMg > CMg
Indica que o lucro deve aumentar com a expanso da produo
q0
q*
(q)
Produo (unidades por an Captulo 8 Slide 12
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Comparando R(q) e C(q) Nvel de produo: q0- q*
R(q)> C(q) RMg > CMg
Indica que o lucro deve aumentar com a expanso da produo Lucro crescente
Custo, Receita, Lucro $ (por ano)
C(q) A B R(q)
q0
q*
(q)
Produo (unidades por an Captulo 8 Slide 13
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Comparando R(q) e C(q) Nvel de produo: q*
R(q)= C(q) RMg = CMg Nvel mximo de lucro
Custo, Receita, Lucro $ (por ano)
C(q) A B R(q)
q0
q*
(q)
Produo (unidades por an Captulo 8 Slide 14
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Comparando R(q) e C(q) Nvel de produo maior que q*:
Custo, Receita, Lucro $ (por ano)
C(q) A B R(q)
R(q)> C(q)
CMg > RMg
Lucro decrescente
0 q0 q*
(q)
Produo (unidades por ano)
Captulo 8
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Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Logo, podemos dizer que:
Custo, Receita, Lucro $ (por ano)
C(q) A B R(q)
Os lucros so maximizados quando CMg = RMg.
q0
q*
(q)
Produo (unidades por ano) Captulo 8 Slide 16
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
R-C
R RMg q
C CMg q
Slide 17 Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
Os lucros so maximizado s quando R C 0 ou q q q
RMg CMg 0 ou RMg(q) CMg(q)
Slide 18 Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
A Empresa Competitiva
Tomadora de preo Produo de mercado (Q) e produo da empresa (q)
Demanda de mercado (D) e demanda da empresa (d)
R(q) uma linha reta
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Captulo 8
Demanda e Receita Marginal para Empresas Competitivas
Preo $ por bushel
Empresa
Preo $ por bushel
Indstria
$4
$4
D 100 200
Produo (bushels)
100
Produo (milhes de bushels)
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
A Empresa Competitiva
A demanda da empresa competitiva
O produtor individual vende todas as suas unidades de produto por $4, independente do seu nvel de produo.
Se o produtor cobrar um preo mais elevado, suas vendas cairo para zero.
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Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
A Empresa Competitiva
A demanda da empresa competitiva
Se o produtor cobrar um preo mais baixo, ele no conseguir aumentar suas vendas
Quando a empresa se defronta com uma curva de demanda horizontal: a receita total aumenta em uma quantidade igual ao preo: um produto vendido a $4 gera uma receita adicional de $4. Assim, a RMg contaste em $4 e ao mesmo tempo a RMe $4.
P = D = RMg = RMe
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Captulo 8
Receita Marginal, Custo Marginal, e Maximizao de Lucros
A Empresa Competitiva
Maximizao de Lucros
Curva de demanda horizontal RMg = P Para maximizar os lucros a empresa competitiva escolhe o nvel de produo: CMg(q) = RMg = P
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Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Curto Prazo
Veremos, agora, de que forma a anlise da produo e dos custos, combinada anlise da demanda, nos permite determinar os nveis de produo e rentabilidade.
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Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Curto Prazo
Empresa opera com quantidade fica de capital Atravs da combinao de insumos variveis que pode-se maximizar seus lucros.
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Captulo 8
Uma Empresa Competitiva com Lucro Positivo
Preo 60 ($ por unidade)
50
CMg
D
40
Lucro perdido em qq < q*
A B
Lucro perdido em q2 > q* CTMe
RMe=RMg=P
C
30
q1 : RMg > CMg q2: CMg > RMg 20 q0: CMg = RMg mas o CMg decrescente 10 0
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CVMe Em q*: RMg = CMg e P > CTMe
(P - CMe) x q*
ou ABCD
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11
q0
q1
q*
q2
Produo
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Curto Prazo
Regra do produto:
Se uma empresa est produzindo, ela deve faz-lo em um nvel em que a receita marginal seja igual ao custo marginal, mas em um ponto onde o custo marginal esteja aumentando.
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Captulo 8
Uma Empresa Competitiva com Prejuzo
Preo ($ por unidade) C D
Em q*: RMg = CMg e P < CTMe Prejuzo = (P- CMe) x q* ou ABCD
CMg B
CTMe
P = RMg CVMe
Esse produtor continuaria a produzir apesar do prejuzo?
q*
Slide 28 Captulo 8
Produo
Uma Empresa Competitiva com Prejuzo
Regra do fechamento:
A empresa deve fechar se o preo de seu produto menor do que o custo varivel mdio de produo no nvel que maximiza seu lucro.
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Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Curto Prazo
Resumo das Decises de Produo
O lucro maximizado quando CMg = RMg Se P > CTMe a empresa aufere lucros. Se CVMe < P < CTMe a empresa deve produzir com prejuzo. Se P < CVMe < CTMe a empresa deve abandonar a indstria.
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Captulo 8
Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva
A curva de oferta para uma empresa informa qual o nvel de produo que ela ir atingir para cada possvel preo. Curva de oferta da empresa a parte da curva de CMg na qual o CMg superior ao CVMe.
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Captulo 8
Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva
Preo ($ por unidade)
A empresa escolhe o nvelde produo onde RMg = CMg, desde que seja capaz de cobrir seus custos variveis de produo.
S = CMg acima de CVMe P2 P1
CMg
Produto maximiza o lucro
CTMe CVMe
P = CVMe
Ponto de sada do mercado, pois o produto que maximiza o lucro 0. Produo
q1
q2
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Captulo 8
Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva
Observaes:
A curva de oferta positivamente inclinada devido ocorrncia de rendimentos decrescentes. Preos mais elevados compensam a empresa pelos custos mais altos associados ao aumento da produo e elevam o lucro total, pois se aplicam a todas as unidades produzidas.
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Captulo 8
Curva de Oferta a Curto Prazo da Empresa Competitiva
Resposta da Empresa a Mudanas no Preo do Fator de Produo
Quando o preo de um fator de produo varia, a empresa modifica seu nvel de produo, de tal forma que o custo marginal de produo permanea igual ao preo do produto.
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Captulo 8
Resposta da Empresa Modificao de Preo do Fator de Produo
Preo ($ por unidade) Devido ao aumento no preo do insumo, CMg2 CMg se desloca para CMg2 e q cai para q2.
Economia de custo associada reduo da produo
CMg1
$5
q2
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q1
Captulo 8
Produo
Curva de oferta de mercado no curto prazo
A curva de oferta de mercado no curto prazo mostra a quantidade de produo do setor no curto prazo para cada preo possvel.
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Captulo 8
Curva de Oferta da Indstria a Curto Prazo
$ por unidade CMg1 CMg2 CMg3
A curva de oferta da indstria a curto prazo a soma horizontal das curvas de oferta das empresas individuais.
P3
P2 P1
0
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4 5
7 8
10
Captulo 8
15
21
Quantidade
A Curva de Oferta a Curto Prazo
Elasticidade da Oferta de Mercado
Mede a sensibilidade da oferta do setor ao preo de mercado.
E s ( Q / Q ) /( P / P )
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Captulo 8
A Curva de Oferta a Curto Prazo
Uma curva de oferta a curto prazo perfeitamente inelstica surge quando todos os equipamentos e plantas produtivas da indstria esto sendo plenamente utilizados, de modo que, para aumentar o nvel de produo, seria necessria a construo de novas plantas produtivas.
Uma curva de oferta a curto prazo perfeitamente elstica surge quando os custos marginais so constantes.
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Captulo 8
A Curva de Oferta a Curto Prazo
Excedente do Produtor a Curto Prazo
As empresas obtm um excedente por cada unidade produzida, exceto a ltima unidade. O excedente do produtor a soma das diferenas entre o preo de mercado e o custo marginal de produo de cada unidade produzida.
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Captulo 8
Excedente do Produtor para uma Empresa
Preo ($ por unidade de produo)
Em q*, CMg = RMg. Entre 0 e q , RMg > CMg para todas as unidades.
Excedente do Produtor
CMg B
CVM e P
Alternativamente, o CV de produzir q* a soma de todos os custos marginais at q*.
0
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q*
Captulo 8
Produo
A Curva de Oferta a Curto Prazo
Excedente do Produtor a Curto Prazo
Excedente do produtor EP R - CV
ou seja, lucro varivel.
Lucro total R - CV - CF
Slide 42 Captulo 8
A Curva de Oferta a Curto Prazo
Observao
No curto prazo, quando o custo fixo positivo:
EP
Slide 43
Captulo 8
Excedente do Produtor para um Mercado
Preo ($ por unidade de produo)
P*
O excedente do produtor para um mercado a diferena entre P* e S, de 0 a Q*.
Excedente do produtor
D
Produo
Captulo 8
Q*
Slide 44
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
No longo prazo, a empresa pode variar a quantidade usada de todos seus insumos, inclusive o tamanho da fbrica.
Estamos supondo livre entrada e livre sada na indstria.
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Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Preo ($ por unidade de produo)
No longo prazo,o tamanho da fbrica aumenta e a produo se eleva para q3. O lucro de longo prazo (EFGD) > lucro de curto prazo (ABCD).
CMgLP
CMeLP
CMgCP D $40 C G $30
No curto prazo, alguns insumos so fixos. P = $40 > CTMe. Lucro dado por ABCD.
CMeCP A
E
B F
P = RMg
q1
Slide 46
q2
q3
Captulo 8
Produo
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Preo ($ por unidade de produo)
Pergunta: O produtor aufere lucros quando o preo cai para $30 devido ao aumento da produo da indstria?
CMgLP
CMeLP
CMgCP D $40 C G $30 B F CMeCP A
P = RMg
q1
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q2
q3
Captulo 8
Produo
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Lucro Contbil & Lucro Econmico
Lucro contbil( ) = R - wL ( ) Lucro Econmico = R - wL - rK
wL = custo da mo de obra rK = custo de oportunidade do capital
Slide 48
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Equilbrio Competitivo a Longo Prazo
Lucro zero
Se R > wL + rK, o lucro econmico positivo Se R = wL + rK, o lucro econmico zero, mas a empresa aufere uma taxa de retorno normal, o que indica tratar-se de uma indstria competitiva Se R < wL + rK, a empresa deveria abandonar a indstria
Slide 49
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Equilbrio Competitivo a Longo Prazo
Entrada e Sada da Indstria
Os lucros de curto prazo resultam em maior produo e lucros no longo prazo. Os lucros na indstria atraem novos produtores. O aumento no nmero de produtores resulta na elevao da oferta da indstria e, portanto, na reduo do preo de mercado.
Slide 50
Captulo 8
Equilbrio Competitivo a Longo Prazo
$ por unidade de produo
O lucro atrai novas empresas A oferta aumenta at que o lucro = 0
Empresa
$ por unidade de produo
Indstria S1
CMgLP
$40
CMeLP
P1
S2
$30
P2
D q2
Produo
Q1
Q2
Produo
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Equilbrio Competitivo a Longo Prazo 1) CMg = RMg 2) P = CMeLP
No h incentivo entrada ou sada Lucro = 0
3) Preo de Mercado de Equilbrio
Slide 52
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Renda econmica
Renda econmica a diferena entre o valor que as empresas estariam dispostas a pagar por um insumo e o menor valor necessrio para adquir-lo.
Slide 53
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Exemplo
Duas empresas, A & B Ambas as empresas so proprietrias dos terrenos em que esto localizadas A est localizada s margens de um rio, o que lhe confere um custo de transporte menor que o custo de B em $10.000 . A demanda pela localizao de A aumenta o preo de seu terreno em $10.000
Slide 54
Captulo 8
Escolha do Nvel de Produo a Longo Prazo
Exemplo
Renda econmica = $10.000
$10.000 0 (custo do terreno)
A renda econmica aumenta Lucro econmico de A = 0
Slide 55
Captulo 8
As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilbrio de Longo Prazo
Preo do ingresso
CMgLP CMeLP
Uma equipe de beisebol de uma cidade mdia vende uma quantidade de ingressos suficiente para que o preo seja igual aos custos marginal e mdio (lucro = 0).
$7
1,0
Slide 56 Captulo 8
Vendas de ingressos na temporada (milhes)
As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilbrio de Longo Prazo
Preo do ingresso
Renda Econmica
CMgLP CMeLP
$10 $7
Uma equipe com custos idnticos localizada em uma cidade maiorvende ingressos a $10.
1.3
Slide 57 Captulo 8
Vendas de ingressos na temporada (milhes)
As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilbrio de Longo Prazo
Na presena de um insumo fixo como uma localizao privilegiada, a diferena entre o custo de produo (CMeLP = 7) e o preo ($10) corresponde ao valor ou custo de oportunidade do insumo (localizao) e representa a renda econmica obtida do insumo.
Slide 58
Captulo 8
As Empresas Auferem Lucro Zero no Equilbrio de Longo Prazo
Se o custo de oportunidade do insumo (isto , a renda) no for levado em considerao, pode-se concluir erroneamente que h lucros econmicos no longo prazo.
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Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
O formato da curva de oferta da indstria a longo prazo depende do grau em que mudanas no nvel de produo da indstria afetam os preos dos insumos.
Slide 60
Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Na determinao da oferta de longo prazo, supe-se que:
Todas as empresas tm acesso tecnologia de produo existente.
O aumento da produo deve-se ao uso de maior quantidade de insumos, e no a inovaes tecnolgicas.
Slide 61
Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Na determinao da oferta de longo prazo, supe-se que:
As condies dos mercados de fatores de produo no variam em decorrncia da expanso ou contrao da indstria.
Slide 62
Captulo 8
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Constante
Os lucros econmicos atraem novas empresas. A oferta aumenta para S2 e o mercado retorna ao equilbrio de longo prazo. Q1 aumenta para Q2. Oferta de longo prazo = SL = CMeLP. A mudana na produo no afeta o preo do insumo.
$ por unidade de produo
$ por unidade de produo
CMg
AC
S1 C A B
S2
P2
P1
P2
P1
SL
D1 q1 q2
Produo
D2
Produo
Q1
Q2
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Constante
Numa indstria de custo constante, a oferta de longo prazo uma reta horizontal, referente a um nvel de preo igual ao custo mdio mnimo de produo.
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Captulo 8
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Crescente
$ por unidade de produo $ por unidade de produo CMeLP2 CMgCP2 CMgCP1
Em decorrncia do aumento nos preos dos insumos, o equilbrio de longo prazo ocorre a um preo mais elevado.
S1 S2
SL
P2 P3 P1
CMeLP1 P2
P3 P1 A
D1 q1 q2
Q1 Q2 Q3
D1
Produo
Produo
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Crescente
Numa indstria de custo crescente, a curva de oferta de longo prazo positivamente inclinada.
Slide 66
Captulo 8
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Decrescente
$ por unidade de produo CMgCP1 CMgCP2 CMeLP 1 $ por unidade de produo
Em decorrncia da reduo nos preos dos insumos, o equilbrio de longo prazo ocorre a um preo mais baixo.
S1
S2
P2
P1 P3
CMeLP2
P2
P1 P3 A B SL D1 q1 q2
Q1 Q2 Q3
D2
Produo
Produo
Oferta de Longo Prazo numa Indstria de Custo Decrescente
Numa indstria de custo decrescente, a curva de oferta de longo prazo negativamente inclinada.
Slide 68
Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Os Efeitos de um Imposto
Em captulo anterior, vimos como as empresas reagem a impostos sobre insumos. Agora, veremos como as empresas reagem a impostos sobre a produo.
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Captulo 8
Efeito de um Imposto de Produo sobre a Produo de uma Empresa Competitiva
Preo ($ por unidade de produo)
CMg2 = CMg1 + imposto
Um imposto de produo aumenta o custo marginal da empresa no montante do imposto.
CMg1
A empresa reduzir a produo at o ponto em que o custo marginal acrescido do imposto seja igual ao preo.
P1
CVMe2
CVMe1
q2
Slide 70
q1
Captulo 8
Produo
Efeito de um Imposto de Produo sobre a Produo da Indstria
Preo ($ por unidade de produo)
S2 = S1 + t S1
P2
P1
t O imposto desloca S1 para S2 e a produo cai para Q2. O preo aumenta para P2.
D Q2
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Q1
Captulo 8
Produo
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Elasticidade a Longo Prazo da Oferta 1)
Indstria de custo constante
A oferta de longo prazo horizontal Pequenas variaes no preo extremamente grandes na produo induzem variaes
Slide 72
Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Elasticidade a Longo Prazo da Oferta
1)
Indstria de custo constante
A elasticidade de longo prazo da oferta infinita
Supe-se que haja insumos imediatamente disponveis para a expanso da oferta
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Captulo 8
A Curva de Oferta da Indstria a Longo Prazo
Elasticidade a Longo Prazo da Oferta 2)
Indstria de custo crescente
A oferta de longo prazo positivamente inclinada e a elasticidade positiva A inclinao (elasticidade) depende da magnitude dos aumentos no custo dos insumos A elasticidade de longo prazo , geralmente, maior que a elasticidade de curto prazo
Slide 74
Captulo 8