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DH PCD

O trabalho aborda a inclusão de pessoas com deficiência, destacando a importância da acessibilidade e dos direitos humanos na sociedade contemporânea. São discutidos conceitos, a história da luta por direitos no Brasil e no mundo, além de marcos legais e a necessidade de representatividade e combate à violência. O documento enfatiza a urgência de políticas públicas eficazes para garantir uma vida digna e igualitária para todos.

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O trabalho aborda a inclusão de pessoas com deficiência, destacando a importância da acessibilidade e dos direitos humanos na sociedade contemporânea. São discutidos conceitos, a história da luta por direitos no Brasil e no mundo, além de marcos legais e a necessidade de representatividade e combate à violência. O documento enfatiza a urgência de políticas públicas eficazes para garantir uma vida digna e igualitária para todos.

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INSTITUTO FEDERAL DE PERNAMBUCO

CAMPUS PAULISTA
ENSINO MÉDIO INTEGRADO EM ADMINISTRAÇÃO

ADSON DA SILVA ALVES GOMES


DHEYVISON RAYLAN CÂNDIDO MACEDO
LETÍCIA DE SOUZA BARBOSA
MARIA CLARA DA SILVA
MARIA VITÓRIA BARBOSA DA CUNHA
SILVANE GABRIELLE PEREIRA GUEDES

DIREITOS HUMANOS E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA


SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

PAULISTA
2025
ADSON DA SILVA ALVES GOMES
DHEYVISON RAYLAN CÂNDIDO MACEDO
LETÍCIA DE SOUZA BARBOSA
MARIA CLARA DA SILVA
MARIA VITÓRIA BARBOSA DA CUNHA
SILVANE GABRIELLE PEREIRA GUEDES

DIREITOS HUMANOS E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA


SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Trabalho apresentado no curso


de administração integrado ao
ensino médio do instituto Federal
de educação, ciência e tecnologia
de Pernambuco.

Orientador(a): Natália Carolina Narciso Redígolo

PAULISTA
2025

2
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO……………………………………………………………………………... 4

CONCEITOS……………………………………………………………...…………………

HISTÓRIA NO BRASIL E NO MUNDO…………………………………………………. 6

PRINCIPAIS LUTAS………………………………………………………………………..7

REPRESENTATIVIDADE………………………………………………………………….

VIOLÊNCIA………………………………………………………………………….……… 9

MARCOS LEGAIS……………………………………………………………………….. 10

CASOS IMPORTANTES………………………………………………………………….11

CONCLUSÃO………………………………………………………………………………12

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS………………………………………...…………..13

3
INTRODUÇÃO

A inclusão de pessoas com deficiência é um tema de grande relevância social e


política. As leis e políticas públicas criadas ao longo dos anos buscam promover a
igualdade, a dignidade e a acessibilidade para todos os cidadãos. Este trabalho
aborda diversos aspectos relacionados à acessibilidade e inclusão de pessoas com
deficiência, tais como conceitos fundamentais, a história no Brasil e no mundo,
principais lutas, representatividade, violência, marcos legais e casos importantes,
com o objetivo de destacar a importância da implementação de medidas efetivas
para uma sociedade mais inclusiva.

“Nossa força reside na diversidade, nossa motivação na


inclusão” - John William Gardner

4
CONCEITOS

Pessoa com deficiência é aquela que tem impedimentos de longo prazo, de


natureza física, mental, intelectual ou sensorial que, em interação com diversas
barreiras, podem ter obstruída sua participação plena e efetiva na sociedade, em
igualdade de condições com as demais pessoas. O conceito está expresso no art.
1º da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovado pela
Assembleia Geral da ONU, em 2006.

Conforme o Decreto nº 3.298/99, as pessoas que são portadores de alguma


deficiência devem passar por avaliações médica para receber o laudo das suas
condições. Aqui estão as deficiências que se enquadram como PcD:

 Deficiência física/motora. (ex: Ausência de membros; Membros com


deformidade congênita ou adquirida durante a vida; Paralisia cerebral;
Nanismo; Paraplegia, que é a paralisia da parte inferior do corpo;
Tetraplegia, que é a paralisia de membros inferiores e superiores.)

 Deficiência intelectual/mental. (ex: Transtorno do espectro autista


(TEA), conhecido popularmente como autismo; Síndrome de
Angelman, que altera a formação e desenvolvimento dos nervos;
Síndrome de Down, uma alteração genética na formação de um dos
cromossomos; Síndrome de Prader-Willi, uma doença genética rara,
que causa obesidade, deficiência intelectual e perda de estatura)

 Deficiência visual. (ex: Cegueira, que é a perda total ou parcial da


visão; Baixa visão, que é a perda de pelo menos 30% da visão de um
dos olhos, ainda mantendo algum nível de capacidade visual; Visão
monocular, que é a perda de visão de apenas um dos olhos)

 Deficiência auditiva. (ex: Cegueira, que é a perda total ou parcial da


visão;Baixa visão, que é a perda de pelo menos 30% da visão de um
dos olhos, ainda mantendo algum nível de capacidade visual; Visão
monocular, que é a perda de visão de apenas um dos olhos.)
 Deficiência múltipla (quando a pessoa possui mais de um tipo de
deficiência).

Diante do reconhecimento desse grupo social, surge a urgência da criação de


uma forma de igualdade. A acessibilidade é o princípio que assegura a igualdade de

5
condições para que todas as pessoas possam utilizar, com segurança e autonomia,
espaços, mobiliários e equipamentos urbanos. Segundo a NBR 9050, acessibilidade
é a possibilidade de utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos
espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, por pessoa com deficiência ou com
mobilidade reduzida.

HISTÓRIA NO BRASIL E NO MUNDO

“Nós matamos os cães danados, os touros ferozes e indomáveis,


degolamos as ovelhas doentes com medo que infectem o rebanho, asfixiamos
os recém-nascidos mal constituídos, mesmo as crianças, se forem débeis ou
anormais, nós a afogamos: não se trata de ódio, mas da razão que nos
convida a separar das partes sãs aquelas que podem corrompê-las (Sobre a
Ira, I).” - LUCIUS ANNAEUS SÊNECA

A história das pessoas com deficiência no mundo não é algo novo, tampouco
a sua luta por respeito e uma vida digna. Relatos que datam antes mesmo do
nascimento de Cristo demonstram que suas vidas eram vistas como insignificantes
e desprezíveis desde da antiguidade.

Na Roma antiga, por exemplo, era proibido por lei matar crianças abaixo dos
3 anos de idade, entretanto, os pais que geraram uma criança com deficiência eram
instruídos a mata-la no nascimento. Obviamente muitos não conseguiram realizar
essa terrível instrução e deixavam o recém-nascido jogado na rua, este seria
adotado e provavelmente seria vendido como escravo em sua juventude. Cidades
como Atenas e Esparta não fugiam muito desse horrível padrão.

No Brasil, em algumas tribos indígenas, há uma tradição onde a mãe ao dar


luz deve adentrar a floresta sozinha, e, se após examinar seu filho e a criança
apresentar alguma deficiência aparente é ordenado que a mesma mate o recém-
nascido. Do ponto de vista cultural, eles enxergam isso como um ato de amor por
poupa-los de uma vida sofrida, porém de um ponto de vista social, percebemos que
não importa qual distinta ou antiga a cultura, as pessoas com deficiência sempre
estiveram em desvantagem e em situação de risco.

No Brasil, a luta pela acessibilidade ganhou força a partir da década de 1980,


culminando com a criação da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) em 2015. No cenário
global, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU,
adotada em 2006, foi um marco importante que estabeleceu normas e diretrizes
internacionais para a promoção da inclusão.

Desde então tivemos muitos avanços para a inclusão e o asseguramento de uma


vida digna para os portadores de deficiências, uma das Leis que mais impacta a
vida dessas pessoas é a art. 93 da Lei nº 8.213/91. Que também é conhecida como

6
Lei de Cotas, uma vez que estabelece uma porcentagem mínima de contratações
de PcD no quadro de funcionários das empresas.

PRINCIPAIS LUTAS

As principais lutas das pessoas com deficiência envolvem o direito à


educação, ao trabalho, à saúde, à mobilidade e à acessibilidade em espaços
públicos e privados. Movimentos sociais e organizações não governamentais têm
desempenhado um papel crucial na defesa desses direitos.

Como já dito à cima, uma das principais lutas para as pessoas com
deficiência é o acesso à educação. Prova disso recai que segundo pesquisas
realizadas a taxa de analfabetismo entre PcDs é de quase 20% o que é bastante
alarmante, ainda mais se compararmos com as pessoas sem deficiência (4,7%).
Além disso, menos de 25% dos jovens deficientes de 18-24 anos cursavam algum
curso superior. Além de que esses números são muito mais presentes em lugares
menos favorecidos financeiramente. Esses dados demonstram o descaso com a
democratização do acesso à educação e a incompetência governamental em prover
um ambiente inclusivo e igualitário para todos.

Uma das áreas mais decadentes do nosso país é o sistema de saúde, e


chega a ser pior se colocarmos no cenário dos PcDs, prova disso é que segundo
uma pesquisa feita pelo IOK (Instituto Olga Kos) Cerca de 76% das pessoas PcDs
entrevistadas na pesquisa não participaram, nos últimos quatro meses, de serviços
médicos de reabilitação. Dos que participaram, 55,46% acessaram tais serviços por
meio do SUS (sendo 3% serviços conveniados ao SUS). Do restante, a maior
frequência foi por meio de organizações sem fins lucrativos (29,48%), seguida por
planos/convênio de saúde (5,84%), e acesso particular (3,93%). Os outros meios de
acesso representaram menos que 1%.

Outra pauta muito importante para as pessoas com deficiência é a


nomenclatura, isso porque para os movimentos sociais e políticos de identidade,
mesmo as palavras usadas para nomear determinado grupo têm forte conteúdo
simbólico. O movimento das pessoas com deficiência buscou, ao longo das
décadas, refinar a expressão que denomina seu grupo social.

Assim, denominações pejorativas como “aleijados” e “inválidos” deram lugar,


nos anos 1980, à expressão “pessoas deficientes” – com destaque para a inclusão
do substantivo “pessoa”. A expressão “pessoas portadoras de deficiência”, adotada
na Constituição Federal de 1988, foi alvo de questionamentos por apontar a

7
deficiência como algo que se porta, e não como parte da pessoa. Dito isso, a luta
mais importante para as pessoas com deficiência nada mais é do que a luta pela
vida, uma vida digna e sem preconceitos.

REPRESENTATIVIDADE

A representatividade de pessoas com deficiência é um tema essencial na


promoção de uma sociedade inclusiva e justa. Historicamente, pessoas com
deficiência foram marginalizadas e invisibilizadas em diversos contextos sociais,
políticos e culturais. Entretanto, o movimento por direitos e a luta por igualdade têm
impulsionado mudanças significativas nas últimas décadas. A inclusão e a
representatividade adequada dessas pessoas nos diversos meios de comunicação,
espaços públicos e privados são cruciais para a diminuição de estigmas e
preconceitos. Além disso, uma representatividade genuína contribui para o
empoderamento dessas pessoas, oferecendo modelos inspiradores e reforçando a
necessidade de políticas públicas eficazes. Portanto, a visibilidade e a participação
ativa de pessoas com deficiência são fundamentais para a construção de uma
sociedade verdadeiramente acessível, diversa e equitativa.

Na mídia e cultura, a representação autêntica de pessoas com deficiência


combate estereótipos e preconceitos. Personagens que não são definidos apenas
pela deficiência e a inclusão de profissionais com deficiência garantem uma
representação mais diversificada. Na educação, a presença de estudantes com
deficiência em escolas regulares promove aceitação e igualdade desde a infância,
enquanto a adaptação de currículos e materiais de ensino garante oportunidades
iguais de aprendizagem. No mercado de trabalho, políticas de incentivo à
contratação de pessoas com deficiência e a adaptação dos locais de trabalho para
torná-los acessíveis são essenciais para garantir oportunidades justas. Uma cultura
corporativa que valorize a diversidade é igualmente importante. No âmbito das
políticas públicas, é crucial criar e implementar leis que protejam os direitos das
pessoas com deficiência e investir em infraestrutura urbana acessível. Esses
esforços asseguram que espaços públicos sejam acessíveis a todos, com rampas,
sinalizações e transportes adaptados.

Promover a representatividade de pessoas com deficiência é essencial para


construir uma sociedade inclusiva e justa. Esforços conjuntos entre governo, setor
privado, sociedade civil e indivíduos são necessários para garantir que essas
pessoas sejam vistas e respeitadas em todos os aspectos da vida social. Uma

8
representatividade autêntica e contínua é fundamental para refletir a diversidade da
soc

VIOLÊNCIA

A violência contra pessoas com deficiência é um problema grave e muitas


vezes invisibilizado na sociedade. Essas pessoas enfrentam diversas formas de
violência, incluindo física, psicológica, sexual e institucional, que são
frequentemente exacerbadas pela falta de acessibilidade e apoio adequado. A
compreensão e o combate a essa violência são essenciais para garantir os direitos
humanos e a dignidade dessas pessoas.

A violência contra pessoas com deficiência ocorre em diferentes contextos e


assume várias formas, como violência física, psicológica, sexual e institucional.
Casos alarmantes mostram que, em 2019, mais de 7,6 mil incidentes foram
registrados no Brasil, com a maioria (58,5%) ocorrendo em casa. Mulheres com
deficiência intelectual são as principais vítimas. Entre 2011 e 2017, houve 116.219
casos de violência nos serviços de saúde brasileiros, sendo 67% das vítimas do
sexo feminino, e a violência física a mais notificada (51,6%). Fatores como
dependência de cuidadores, falta de autonomia e invisibilidade social aumentam a
vulnerabilidade dessas pessoas. Muitas vezes, a violência é perpetrada por
familiares, cuidadores ou profissionais de saúde, dificultando a denúncia e a busca
por justiça. A falta de acessibilidade a serviços de apoio e a ausência de políticas
públicas eficazes agravam a situação. Para combater essa violência, é essencial
promover a conscientização sobre os direitos dessas pessoas, implementar políticas
públicas inclusivas, criar serviços de apoio acessíveis e capacitar profissionais.
Incentivar a denúncia e garantir apoio às vítimas são medidas fundamentais para
sua recuperação e reintegração social.

A violência contra pessoas com deficiência é uma questão urgente que


requer atenção e ação imediata. A sociedade deve se mobilizar para garantir que
essas pessoas sejam protegidas e respeitadas em todos os aspectos da vida.
Somente através de um esforço conjunto entre governo, sociedade civil e indivíduos
será possível construir um ambiente seguro e inclusivo para todos.

9
MARCOS LEGAIS

Os marcos legais servem para garantir os direitos e inclusão das pessoas


com deficiência em diferentes áreas da vida social, como educação, saúde, trabalho
e acessibilidade. Eles estabelecem normas e diretrizes que promovem a igualdade
de oportunidades, a eliminação de barreiras e a valorização da diversidade. Além
disso, os marcos legais têm o objetivo de proteger as pessoas com deficiência
contra discriminação e garantir que possam participar plenamente e efetivamente na
sociedade em igualdade de condições com os demais cidadãos.

Além de promover a igualdade e eliminar barreiras, os marcos legais também


incentivam a criação de políticas públicas e programas específicos que atendam às
necessidades das pessoas com deficiência. Eles ajudam a sensibilizar a sociedade
sobre a importância da inclusão e da acessibilidade, promovendo uma cultura de
respeito e valorização da diversidade. Dessa forma, contribuem para a construção
de um ambiente mais justo e inclusivo, onde todas as pessoas, independentemente
de suas condições, possam exercer plenamente seus direitos e participar
ativamente da vida social, econômica e cultural.

Dentro desses marcos legais incluem a Constituição Federal de 1988, a


mesma garante o direito à educação para todas as pessoas que são portadoras de
deficiência. A Lei Brasileira de inclusão (LBI) aprovada em 2015, proíbe a negação
de matrícula e cobrança de taxas de para estudantes com deficiência. O Plano
Nacional de Educação (PNE) promulgado em 2014, prevê a universalização do
acesso à educação básica e ao Atendimento Educacional Especializado (AEE) até
2024. A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada pelo
Brasil em 2008, garante o acesso igualitário a todos os direitos humanos e
liberdades fundamentais. A convenção sobre os direitos das pessoas com
Deficiência (ONU, 2006), esta convenção visa proteger e garantir o acesso
igualitário a todos os direitos humanos e liberdades fundamentais por todas as
pessoas com deficiência. Por fim, também temos o Decreto N° 3.298/1999, o qual
regulamenta a política Nacional para a integração para a integração das pessoas
portadoras de deficiência.

Portanto, é essencial que as políticas públicas sejam acompanhadas de


ações concretas, que incluam a capacitação de profissionais, o desenvolvimento de

10
infraestrutura acessível e o fortalecimento de iniciativas que promovam a inclusão
no mercado de trabalho e na vida cotidiana. Somente assim será possível construir
uma sociedade verdadeiramente inclusiva, onde todas as pessoas,
independentemente de suas habilidades, possam exercer plenamente seus direitos
e viver com dignidade.

CASOS IMPORTANTES

A acessibilidade é um direito fundamental que visa garantir que todas as


pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam
participar plenamente da sociedade. No Brasil, diversas iniciativas têm sido
implementadas para promover a acessibilidade e melhorar a qualidade de vida das
pessoas com deficiência. Este trabalho destaca três casos importantes: as
adaptações na Estação Consolação do Metrô de São Paulo, as tecnologias
assistivas do Instituto Benjamin Constant para deficientes visuais e o projeto Praia
para Todos no Rio de Janeiro.
Em agosto de 2014, a Estação Consolação do Metrô de São Paulo passou
por adaptações significativas para melhorar a acessibilidade. As mudanças
incluíram a instalação de piso tátil, sinalização em braille e elevadores, facilitando o
acesso para pessoas com deficiência visual e motora. Essas adaptações são
essenciais para garantir que todos possam utilizar o transporte público com
segurança e autonomia (G1 São Paulo, 2014). O Instituto Benjamin Constant,
referência no atendimento a deficientes visuais, têm investido em tecnologias
assistivas para melhorar a vida dessas pessoas. As inovações incluem softwares de
leitura de tela, lupas eletrônicas e equipamentos de mobilidade que ajudam os
deficientes visuais a ter uma maior independência em suas atividades diárias. Essas
tecnologias são fundamentais para promover a inclusão e a autonomia dessas
pessoas (Instituto Benjamin Constant). O projeto Praia para Todos, no Rio de
Janeiro, é outra iniciativa importante que visa promover a acessibilidade. O projeto
oferece cadeiras anfíbias, esteiras de acesso e atividades recreativas adaptadas
para que pessoas com deficiência possam desfrutar das praias de maneira segura e
confortável. Essa iniciativa não só melhora a qualidade de vida dos participantes,
mas também sensibiliza a sociedade sobre a importância da acessibilidade e
inclusão (Projeto Praia para Todos)
Iniciativas como as adaptações na Estação Consolação do Metrô de São
Paulo, as tecnologias assistivas do Instituto Benjamin Constant e o projeto Praia
para Todos no Rio de Janeiro são exemplos significativos de como a acessibilidade
pode ser promovida e implementada. Esses casos destacam a importância de

11
continuar investindo em políticas e projetos que garantam a inclusão e a autonomia
das pessoas com deficiência. A construção de uma sociedade mais justa e
igualitária depende do compromisso contínuo de tornar todos os espaços acessíveis
a todos.

CONCLUSÃO

A promoção da acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência é uma


tarefa contínua e essencial para a construção de uma sociedade justa e equitativa.
As leis e normas abordadas neste trabalho representam avanços significativos, mas
ainda há um longo caminho a percorrer. A inclusão de pessoas com deficiência não
é apenas uma questão de cumprimento de leis, mas um compromisso com a
dignidade humana e a igualdade de oportunidades. Ao promover a acessibilidade e
inclusão, estamos construindo um mundo onde todos podem participar plenamente
e contribuir com suas habilidades e talentos. A continuidade desses esforços é
crucial para alcançar uma sociedade verdadeiramente inclusiva e acessível para
todos.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050:


Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos.
Rio de Janeiro: ABNT, 2020.

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maria-angela-monteiro-correa/educacao-especial-textos-da-disciplina/
apresentacao-modulo-i-aulas-1-4

3. [Link]
noticias/noticias/37317-pessoas-com-deficiencia-tem-menor-acesso-a-
educacao-ao-trabalho-e-a-renda

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7. BRASIL. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da


Pessoa com Deficiência). Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.
8. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília,
DF: Senado Federal, 1988. Disponível em:
[Link] Acesso
em: 30 jan. 2025.
9. BRASIL. Plano Nacional de Educação - Lei nº 13.005, de 25 de junho de
2014. Disponível em: [Link]
2014/2014/lei/[Link]. Acesso em: 30 jan. 2025.

13
10. BRASIL. Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a
Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência.
Disponível em: [Link]
Acesso em: 30 jan. 2025.
11. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS. Convenção sobre os Direitos das
Pessoas com Deficiência. Nova Iorque, 2006.
12. JESUS, G. R. de. Inclusão social e acessibilidade: desafios e perspectivas.
Revista Brasileira de Educação Especial, v. 24, n. 3, p. 345-360, 2018.
13. SILVA, A. L.; SILVA, D. L. Representatividade e inclusão: A importância da
voz das pessoas com deficiência nos espaços de poder. Revista de Políticas
Públicas, v. 23, n. 1, p. 45-60, 2021.
14. COSTA, M. E.; ALMEIDA, R. S. Inclusão e acessibilidade: estudos de caso
em instituições de ensino e espaços públicos. Revista de Educação e
Pesquisa, v. 27, n. 2, p. 220-235, 2019.
15. G1 São Paulo. Estação Consolação do Metrô ganha adaptações para
acessibilidade. Disponível em:
[Link]
[Link]. Acesso em: 29 jan. 2025.
16. INSTITUTO BENJAMIN CONSTANT. Tecnologia assistiva no atendimento a
deficientes visuais. Disponível em: [Link]
Acesso em: 29 jan. 2025.
17. PROJETO PRAIA PARA TODOS. Acessibilidade nas praias do Rio de
Janeiro. Disponível em: [Link] Acesso em: 29
jan. 2025.

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