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FÍSICA

O documento aborda operações vetoriais, incluindo a soma de vetores com diferentes direções e sentidos, além de conceitos fundamentais em física, como grandezas físicas, unidades de medida e decomposição vetorial. São apresentados exemplos práticos para diferenciar grandezas escalares e vetoriais, assim como métodos para calcular vetores resultantes. O texto também discute o Movimento Retilíneo Uniforme e o Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, incluindo suas características e equações.

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FÍSICA

O documento aborda operações vetoriais, incluindo a soma de vetores com diferentes direções e sentidos, além de conceitos fundamentais em física, como grandezas físicas, unidades de medida e decomposição vetorial. São apresentados exemplos práticos para diferenciar grandezas escalares e vetoriais, assim como métodos para calcular vetores resultantes. O texto também discute o Movimento Retilíneo Uniforme e o Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, incluindo suas características e equações.

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OPERAÇÕES VETORIAIS

OPERAÇÕES VETORIAIS
SOMA DE VETORES.
VETORES COM MESMO DIREÇÃO E MESMO SENTIDO
Para somar vetores com mesma direção e mesmo sentido basta somar ele como um escalar, o
vetor somar ou vetor resultante, terá a mesma direção e mesmo sentido que os outros dois vetores.
Conforme o exemplo abaixo:

VETORES COM MESMA DIREÇÃO E SENTIDO OPOSTO.


Para somar vetores com mesma direção e sentido oposto basta subtrair os vetores como um
escalar, lembrando que o vetor com maior tamanho (módulo) mandará no sentido do vetor soma,
também chamado de vetor resultante. Conforme o exemplo abaixo.

VETORES PERPENDICULARES.
Os vetores perpendiculares antes de serem somados, devem ser unidos, essa uniãodeve acon-
tecer de modo organizado, de seguinte maneira: a ponta da flecha de um vetor deve ligar na tra-
seira do outro vetor, ou seja, cada vetor será ligado no outro, não importando a ordem de conexão
deles, após fazer essa união podemos localizar o vetor resultante, ou também chamado de vetor
soma, este será a união da parte traseira do primeiro vetor com a ponta da flecha do último vetor
somado. Conforme exemplo abaixo:

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PARA O ESTUDO DA FÍSICA:


Para estudarmos física e principalmente, conseguir resolver as mais diversas questões feitas
pelas bancas precisamos entender alguns conceitos simples e fundamentais.

GRANDEZAS FÍSICAS
“Grandezas físicas são aquelas grandezas que podem ser medidas, ou seja, que descrevem
qualitativamente e quantitativamente as relações entre as propriedades observadas no estudo dos
fenômenos físicos”
Mas podemos redefinir de uma forma simplificada este conceito, ou seja:
“Grandeza física é tudo aquilo que podemos medir, que contém unidade de medida”.
Essas grandezas físicas podem ser do tipo vetoriais ou escalares, dependendo de alguns fatores,
gostamos de dizer que a vetorial é mais “delicada” ou seja, precisa de mais informações para ser
explicadas, ou seja, uma grandeza vetorial precisa de módulo, direção e sentido para ser definida
com exatidão, diferente da grandeza escalar que precisa apenas do módulo para ser explicada,
vejamos alguns exemplos para entendermos melhor:
1º Exemplo:
Um carro andou por 5 minutos – A grandeza envolvida é TEMPO, sendo medida em minutos,
um exemplo de grandeza ESCALAR, pois apenas com uma informação, o módulo (valor), conseguiu
passar todo o conteúdo da sentença.

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operações Vetoriais 3

2º Exemplo:
Um carro se desloca 20 km – A grandeza envolvida é DESLOCAMENTO, sendo medida em
quilômetros, um exemplo de grandeza VETORIAL, pois somente com uma informação, o módulo
(valor), não conseguiu passar todo o conteúdo, ficou faltando a direção e o sentido desse vetor.
3º Exemplo: Um carro puxa um barco com uma força de 50 N – A grandeza envolvida é a
FORÇA, na qual precisa de mais dados para ser explicada por completo a situação, ou seja, faltou
as informações – DIREÇÃO E SENTIDO, somente o módulo não resolveu, logo esse é um exemplo
de grandeza VETORIAL.
Após vários exemplo e situações, normalmente nossos alunos se questionam neste momento,
qual a diferença de módulo, direção e sentido em um vetor?
MÓDULO: Valor numérico de uma grandeza (tamanho do vetor)
DIREÇÃO: Eixo no plano cartesiano que a grandeza esta sendo utilizada.
SENTIDO: Orientação que o vetor aponta, a ponta da flecha do vetor.

Além do conhecimento da definição precisamos conhecer uma maneira de distingui-los,


sabendo diferenciar rapidamente uma grandeza vetorial e uma escalar.
Uma maneira fácil é:
Fazer a seguinte pergunta para a grandeza: “Para onde? “
Se existir alguma resposta, mesmo que você não saiba a resposta: É uma grandeza vetorial
Se a resposta não existir: É uma grandeza escalar
Vamos fazer um exemplo para facilitar:
“A força feita durante a luta foi gigante. ”
Vamos fazer a pergunta para a grandeza “força”. Para onde você fez força? Existe essa resposta,
logo é uma grandeza vetorial.

UNIDADES BÁSICAS DO SISTEMA INTERNACIONAL DE MEDIDAS


Outro conceito muito importante para seguirmos em frente com nossos estudos básicos são as
unidades de medidas. São 7 as unidades de medidas básicas do sistema internacional de unidades de
medida (S.I), essas medidas foram escolhidas para ser base de todas as outras dentro ou fora do S.I.

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4

PREFIXOS E TRANSFORMAÇÕES DE UNIDADES.


Outro importante conhecimento são os prefixos utilizados na física para a transformação de
unidades, ou seja, resolvendo de uma vez seus problemas com as unidades de medidas.
A tabela abaixo mostra os prefixos:

A tabela vai ser utilizada sempre que você quiser substituir o valor pelo prefixo ou o oposto,
vejamos alguns exemplos:
Exemplo 1:
Comprimento de onda de 540 nm = Comprimento de onda de 540 .10-9 m
Exemplo 2:
Distância de 300 km = Distância de 300. 103 m
Exemplo 3:
Área de 520 cm3 = 520 ( cm3 ) = 520 (10-2 m) = 520 . 10–6m3

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OPERAÇÕES VETORIAIS
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OPERAÇÕES VETORIAIS
SOMA DE VETORES
VETORES COM MESMA DIREÇÃO E MESMO SENTIDO
Para somar vetores com mesma direção e mesmo sentido basta somar ele como um escalar, o
vetor somar ou vetor resultante, terá a mesma direção e mesmo sentido que os outros dois vetores.
Conforme o exemplo abaixo:

VETORES COM MESMA DIREÇÃO E SENTIDO OPOSTO.


Para somar vetores com mesma direção e sentido oposto basta subtrair os vetores como um
escalar, lembrando que o vetor com maior tamanho (módulo) mandará no sentido do vetor soma,
também chamado de vetor resultante. Conforme o exemplo abaixo.

VETORES PERPENDICULARES.
Os vetores perpendiculares, com ângulo de 90 graus entre si, antes de serem somados, devem
ser unidos, essa união deve acontecer de modo organizado, de seguinte maneira: a ponta da fle-
cha de um vetor deve ligar na traseira do outro vetor, ou seja, cada vetor será ligado no outro, não
importando a ordem de conexão deles, após fazer essa união podemos localizar o vetor resultante,
ou também chamado de vetor soma, este será a união da parte traseira do primeiro vetor com a
ponta da flecha do último vetor somado. Conforme exemplo abaixo:

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operações Vetoriais 3

Para encontrar o valor (módulo) desse vetor resultante devemos utilizar o teoremas de Pitá-
goras, conforme descrito abaixo:

REGRA DO PARALELOGRAMO.
Quando os vetores somados não tiverem ângulo reto, ou seja, perpendiculares e nem mesma
direção e sentido, ou mesma direção e sentido oposto, você deverá usar a regra do paralelogramo,
que consta no seguinte fato:

Repare que o vetor resultante ficará entre os vetores somados, e que o ângulo entre eles será
cortado pelo vetor resultante, esse ângulo será utilizado para encontrar o vetor resultante, utilizando
uma equação matemática chamada: Lei dos cossenos, da seguinte maneira:

MÉTODO DA LINHA POLIGONAL


O método da linha poligonal é utilizado para encontrar o vetor resultante da adição de veto-
res. Este método é especialmente útil ao somar mais de dois vetores. Conforme exemplo abaixo.
Neste exemplo temos os seguintes vetores:

Para soma-los faremos uma união entre eles, ligando um ao outro, sem nos importar com a
ordem, apenas que a parte traseira de um, deve ligar na ponta da flecha do outro, da seguinte forma:

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O vetor resultante será a conexão entre a traseira do primeiro vetor e a ponta da flecha do
último vetor. Para calcular o vetor soma não temos uma maneira direta de fazê-la, muitas vezes
precisamos utilizar alguns recursos da matemática, principalmente o triângulo retângulo.

DECOMPOSIÇÃO VETORIAL.
A decomposição vetorial consta no fato de “quebrar’ o vetor resultante em dois vetores, cada
um deles em cima de um eixo no plano cartesiano, ou seja, faremos uma decomposição de um
vetor em dois, um no eixo X e outro no eixo Y. Conforme a imagem abaixo:

Após quebrar o vetor em dois, precisamos calcular suas componentes, tanto no eixo X, quanto
no eixo Y, para isso precisamos prestar atenção no ângulo, onde ele está posicionado, se ele estiver
posicionado entre o eixo X e o vetor, teremos:

Mas se o ângulo estiver entre o eixo Y e o vetor resultante, então teremos:

Dessa maneira conseguimos calcular o módulo da componente nos eixos, e essa parte é muito
importante para nossa física mecânica vetorial.

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CINEMÁTICA

Movimento uniforme e
gráficos do MRU

Versão Condensada
Sumário
Movimento Retilíneo Uniforme�������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.  Velocidade média���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

2.  Movimento retilíneo uniforme�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

 2

A L F A C O N
Movimento Retilíneo Uniforme

1. Velocidade média

Velocidade média é uma grandeza caracterizada pelo deslocamento de um corpo em determinado tempo. As unidades
de medida mais utilizadas para velocidade são: km/h e m/s, porém a última que encontramos no sistema internacional
de unidades de medida, para fazer essa transformação utilizamos uma regra bem simples:

A equação da velocidade média é muito conhecida e fácil aplicar:

Sendo:

Observações importantes sobre essa equação:

1. A velocidade escalar é considerada apenas o módulo, sem pensar na direção ou sentido.

2. A velocidade média é uma grandeza vetorial, então possui: módulo, direção e sentido.

3. O deslocamento é definido pela posição final menos a posição inicial do corpo.

2. Movimento retilíneo uniforme

Movimento Retilíneo Uniforme (MRU) é o movimento que ocorre com velocidade constante em uma trajetória reta.

A característica é a velocidade média ser igual à velocidade do corpo, manipulando a equação da velocidade média, ou
seja, abrindo para escrever de uma forma diferente temos nossa equação horária do espaço, ou seja:

Movimento Retilíneo Uniforme 3

A L F A C O N
Sendo:

S = Posição final

So = Posição inicial

V = Velocidade

t = Tempo

Como essa função é uma função de primeiro grau do tipo afim, ela tem um gráfico correspondente:

1. Se a velocidade for positiva: Gráfico crescente e a nome dado é ao movimento é PROGRESSIVO

2. Se a velocidade for negativa: Gráfico decrescente e o nome dado ao movimento é RETRÓGRADO.

Movimento Retilíneo Uniforme 4

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Movimento
uniformemente variado -
equações.

Versão Condensada
Sumário
Movimento retilíneo uniformemente variado���������������������������������������������������������������� 3

1. Aceleração média���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

2. Movimento retilíneo uniformemente variado��������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

 2

A L F A C O N
Movimento retilíneo uniformemente variado

1. Aceleração média

A aceleração média é definida pela razão da variação da velocidade pelo intervalo de tempo. A unidade do Sistema
Internacional é o metro por segundo ao quadrado. A aceleração escalar média é a medida da variação da velocidade
em função do tempo.

A equação da aceleração média é muito conhecida e fácil aplicar:

Sendo:

Observações importantes sobre essa equação:

1. A aceleração média escalar é igual à aceleração em um MRUV.

2. A aceleração é a taxa de variação da velocidade.

3. Quando a aceleração aumenta a velocidade chamamos o movimento de movimento acelerado.

4. Quando a aceleração diminui a velocidade chamamos o movimento de movimento retardado.

2. Movimento retilíneo uniformemente variado

O Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (MRUV) é aquele que é realizado em linha reta, por isso é chamado de
retilíneo. Além disso, apresenta variação de velocidade sempre nos mesmos intervalos de tempo.

Para este movimento se tem duas equações horárias, uma vez que além do espaço variar com o tempo, temos a velo-
cidade variando com o tempo, como mostrado a seguir com seus gráficos.

Sendo:

S = Posição final (m)

So = Posição inicial (m)

Vo = Velocidade inicial ( m/s)

t = Tempo (s)

a = aceleração (m/s²)

Movimento retilíneo uniformemente variado 3

A L F A C O N
Como essa função é uma função de segundo grau, ela tem um gráfico correspondente, ou seja, uma parábola:

I. Se a aceleração for negativa: Gráfico com a parábola virada para baixo e o nome dado ao movimento é
RETARDADO.

II. Se a aceleração for positiva: Gráfico com parábola virada para cima e a nome dado é ao movimento é
ACELERADO

Em uma análise mais completa podemos perceber que no vértice da parábola acontece uma inversão de movimento, ou
seja, a velocidade muda de sinal, antes do t1 a velocidade tem um sinal, após esse ponto a velocidade muda de sinal,
ou seja, o movimento muda de sentido em relação a um mesmo referencial.

A segunda equação horária envolvida é a equação da velocidade, que diferente do MRU, ela pode variar, devido a ace-
leração, conforme a equação abaixo:

Sendo:

V: velocidade (m/s)

Vo: Velocidade inicial (m/s)

a: aceleração (m/s²)

t: tempo (s)

I. Se a aceleração for positiva: Gráfico crescente e a nome dado é ao movimento é ACELERADO

II. Se a aceleração for negativa: Gráfico decrescente e o nome dado ao movimento é RETARDADO.

Movimento retilíneo uniformemente variado 4

A L F A C O N
Uma terceira equação se forma com a junção das duas equações anteriores, ou seja, a equação de Torricelli é uma
equação que foi formada sem a variável tempo, muito utilizada para resolução de problemas no qual o tempo não é
passado como dado, a equação fica assim:

Sendo:

V: Velocidade final (m/s)

Vo: Velocidade inicial (m/s)

a: Aceleração (m/s²)

(m)

Movimento retilíneo uniformemente variado 5

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Gráficos do movimento
retílineo uniformemente
variado.

Versão Condensada
Sumário
Gráficos - MRUV������������������������������������������������������������������������������������������������������������3

1. Gráfico espaço x tempo������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Classificação do movimento���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

2. Gráfico velocidade x tempo������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������ 3

2.1 Classificação dos movimentos����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

3. Gráfico aceleração x tempo������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������ 4

 2

A L F A C O N
Gráficos - MRUV

1. Gráfico espaço x tempo

1.1 Classificação do movimento

A aceleração do movimento é definida pela taxa de variação da velocidade, ou seja, pelo aumento ou diminuição da
velocidade do corpo, logo este aparece também nos gráficos, a classificação é visível nos gráficos de espaço x tempo
pela concavidade da parábola.

1. Acelerado: Concavidade voltada para cima

2. Retardado: Concavidade voltada para baixo

OBS: A tangente da curva é a velocidade, ou seja, no ponto mais alta da trajetória temos velocidade igual a zero.

2. Gráfico velocidade x tempo

2.1 Classificação dos movimentos

O gráfico da velocidade em função do tempo, é uma função de primeiro grau, também pode ser classificado de duas
formas:

1. Acelerado: Reta crescente – Velocidade aumentando

2. Retardado: Reta decrescente – Velocidade diminuindo

Gráficos - MRUV 3

A L F A C O N
OBS: A área abaixo da curva é igual ao deslocamento do corpo, se ele deslocamento for acima do eixo X, temos
deslocamento positivo, ou seja, no mesmo sentido da trajetória, ou abaixo do eixo X, onde temos deslocamento
negativo, ou seja, no sentido oposto a trajetória.

3. Gráfico aceleração x tempo

A aceleração é uma constante neste tipo de movimento, ou seja, uma reta constante será encontrada na sua represen-
tação gráfica, então poderemos ter duas classificações:

1. Acelerado: Acima do eixo X

2. Retardado: Abaixo do eixo X

Gráficos - MRUV 4

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Casos especiais do
movimento retílineo
uniformemente variado.

Versão Condensada
Sumário
Casos especiais - MRUV����������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1. 1º veículo com frenagem.���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Exemplo 1:���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

2. 2º encontro dos corpos:����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

2.1 Exemplo 2:��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

3. 3º ultrapassagem:��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

3.1 Exemplo 3:��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

4. 4º encontro dos corpos com gráficos:������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 5

4.1 Exemplo 4:����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������5

 2

A L F A C O N
Casos especiais - MRUV

1. 1º veículo com frenagem.

1.1 Exemplo 1:

O tempo de reação de um condutor ao ver um obstáculo, até acionar os freios, é de aproximadamente 0,7 s. Os freios
de um carro popular podem reduzir a sua velocidade a uma razão máxima de 5,0 m/s a cada segundo. Um motorista
conduz um carro popular a uma velocidade constante de 25 m/s em uma autoestrada. O tempo mínimo decorrido entre
o instante em que ele avista uma vaca na estrada (o que o leva a acionar os freios) e o instante em que o carro para, e
a distância percorrida durante esse intervalo de tempo são, respectivamente:

a) 5,0 s e 62,5 m.

b) 0,7 s e 17,5 m.

c) 5,7 s e 80,0 m

d) 4,3 s e 45,0 m

e) 5,0 s e 17,5 m

RESOLUÇÃO:

[C]

Tempo que o veículo demora para parar após acionar os freios:


v v 0 + at
=
0 25 − 5t
=
t=5s
Logo, o tempo total decorrido entre o instante em que ele avista a vaca até parar é de:
Ät t =5 s + 0,7 s =5,7 s

Distância percorrida pelo veículo desde o momento em que ele avista a vaca até o acionamento dos freios:

Äs=
1 v1Ä=
t1 25 ⋅ 0,7
Äs1 = 17,5 m

Distância percorrida pelo veículo entre o instante em que ele aciona os freios até parar:

v 2 v 02 + 2aÄs
=
0= 252 − 2 ⋅ 5 ⋅ Äs2
Äs2 = 62,5 m

Logo, a distância total percorrida pelo veículo foi de:


Äst = 17,5 m + 62,5 m = 80 m

Casos especiais - MRUV 3

A L F A C O N
2. 2º encontro dos corpos:

2.1 Exemplo 2:

No instante em que um sinal de trânsito fica verde (instante de tempo t = 0 s), um carro, partindo do repouso, inicia
2
seu movimento com uma aceleração constante cujo módulo é de 2m s . No mesmo instante em que o carro parte do
repouso, um micro-ônibus, que se move com uma velocidade constante de módulo 36 km/h, ultrapassa o automóvel.
Em qual instante de tempo (t > 0 s) ocorrerá, novamente, o encontro entre o carro e o micro-ônibus?

a) 2 s

b) 6 s

c) 10 s

d) 20 s

e) 30 s

RESOLUÇÃO:

[C]

Dados:
= s2 ; v 36km
ac 2m= = h 10m s.

Funções horárias:

 a 2 2
S0 + v 0 t + c t 2 ⇒ Sc =
Carro → MUV : Sc = t ⇒ Sc = t 2
 2 2
Ônibus → MU : So =
S0 + v t ⇒ So = 10 t

No encontro:

Sc = So ⇒ t 2 = 10 t ⇒ t = 10 s

3. 3º ultrapassagem:

3.1 Exemplo 3:

Um carro a 108 km/h se encontra prestes a iniciar uma ultrapassagem de um caminhão que está a 72 km/h, conforme
a figura. Ambos realizam um movimento retilíneo uniforme durante todo percurso.

Casos especiais - MRUV 4

A L F A C O N
O tempo, em segundos, que o carro leva para ultrapassar o caminhão (ponto A chegar à mesma posição do ponto B,
em relação ao referencial x) é igual a

a) 1

b) 2,4

c) 2,7

d) 3

RESOLUÇÃO:

[C]

O tempo decorrido para que o ponto A encontre o ponto B é de:


s A = sB
s0A + v A t = s0B + vB t
108 72
0+ t= 27 + t
3,6 3,6
30t
= 20t + 27
∴ t =2,7 s

4. 4º encontro dos corpos com gráficos:

4.1 Exemplo 4:

A figura a seguir apresenta o comportamento gráfico da posição x em função do tempo t para os objetos A (linha cheia)
e B (linha tracejada), que se movem ao longo de duas pistas retas, paralelas e de origens coincidentes.

Considerando os dados apresentados no enunciado e no gráfico, considere as seguintes afirmativas:

1. O objeto A tem uma velocidade constante, de módulo v = 2 m/s.

2. Os objetos se encontram no instante t = 15 s.

3. O objeto B está parado.

4. O objeto A inicia o movimento em x0 = 0 m.

Assinale a alternativa correta.

Casos especiais - MRUV 5

A L F A C O N
a) Somente a afirmativa 2 é verdadeira.

b) Somente as afirmativas 1 e 3 são verdadeiras.

c) Somente as afirmativas 2 e 4 são verdadeiras.

d) Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.

e) As afirmativas 1, 2, 3 e 4 são verdadeiras.

RESOLUÇÃO:

[E]

[1] Verdadeira. Analisando-se o gráfico, nota-se que o móvel A executa um movimento retilíneo uniforme progressivo
com velocidade constante e igual a:

Äx 30 − 0
v= = ∴ v= 2 m s
Ät 15 − 0

[2] Verdadeira. O objeto A encontra B em 15 s, pois estão com a mesma posição.

[3] Verdadeira. O objeto B mantém sua posição enquanto o tempo corre, ou seja, este objeto está parado na posição
30 metros desde o início do movimento.

[4] Verdadeira. A posição do objeto A no início do movimento é a origem das posições, isto é, na posição zero.

Casos especiais - MRUV 6

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Lançamento vertical e
queda dos corpos

Versão Condensada
Sumário
Queda livre e lançamento vertical��������������������������������������������������������������������������������� 3

1.  Queda livre��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Definição������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������ 3

1.2 Movimento de queda��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

2.  Lançamento vertical – subida��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

2.1 Observação importante����������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

 2

A L F A C O N
Queda livre e lançamento vertical

1. Queda livre

1.1 Definição

É um movimento acelerado apenas com a aceleração da gravidade onde um corpo é abandonado ou solto de uma certa
altura, sem forças de atrito ou resistência do ar.

1.2 Movimento de queda

É um MRUV, com aceleração da gravidade, ou seja, a = g, logo a única força agindo sobre o corpo é a força peso.

A velocidade de queda é calculada pela seguinte equação:

v: velocidade ( m/s)

g = 10 m/s²

t: tempo (s)

A altura da queda na subida é calculada pela equação abaixo:

H: Altura de queda (m)

Vo: Velocidade inicial ( m/s)

g: 10 m/s²

t: Tempo (s)

A relação entre velocidade e altura, na queda, sem a utilização do tempo é:

H: Altura de queda (m)

Vo: Velocidade inicial ( m/s)

Queda livre e lançamento vertical 3

A L F A C O N
V: Velocidade final (m/s)

g: 10 m/s²

2. Lançamento vertical – subida

A velocidade de subida é calculada pela seguinte equação:

v: velocidade ( m/s)

g = 10 m/s²

t: tempo (s)

A altura na subida é calculada pela equação abaixo:

H: Altura de queda (m)

Vo: Velocidade inicial ( m/s)

g: 10 m/s²

t: Tempo (s)

A relação entre velocidade e altura, subida, sem a utilização do tempo é:

H: Altura de queda (m)

Vo: Velocidade inicial ( m/s)

V: Velocidade final (m/s)

g: 10 m/s²

t: Tempo (s)

2.1 Observação importante

NA ALTURA MÁXIMA O VETOR VELOCIDADE É ZERO, mas a aceleração contínua sendo a aceleração da gravidade, ou
seja, acontece uma inversão de movimento nesse ponto.

Queda livre e lançamento vertical 4

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Lançamento horizontal de
projéteis

Versão Condensada
Sumário
Lançamento horizontal�������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.  Como caracterizar esse tipo de lançamento?�������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Eixo x: MRU – Movimento retilíneo uniforme������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.2 Eixo y: queda livre – MRUV - Movimento retilíneo uniformemente variado���������������������������������������������������������������� 4

1.3 Importante��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

 2

A L F A C O N
Lançamento horizontal

1. Como caracterizar esse tipo de lançamento?

Esse tipo de pergunta é muito importante, pois primeiramente precisamos reconhecer qual o tipo de lançamento esta-
mos lidando. O lançamento horizontal não tem velocidade para cima, apenas para frente, eixo X, e para baixo, eixo Y.
Observe na imagem os dois movimentos que acontecem simultâneos.

Os movimentos acontecem simultaneamente mas para facilitar a visualização e os cálculos dividimos os movimentos,
chamamos isso de independência dos movimentos.

1.1 Eixo x: MRU – Movimento retilíneo uniforme

O eixo x tem um MRU acontecendo, ou seja, a velocidade não é alterada, pois não temos resistência do ar e nem atrito
são considerados nesse tipo de exercício, logo podemos usar a única equação desse tipo de movimento:

Mas para facilitar o entendimento e compreensão utilizaremos uma mudança nas letras dessa equação, já que podemos
considerar So=0 e S = A (alcance horizontal), então a equação do eixo X, ficará da seguinte forma:

Sendo:

A: Alcance horizontal no eixo X (m)

V: Velocidade em X, no MRU (m/s)

t: tempo de queda (s)

Lançamento horizontal 3

A L F A C O N
1.2 Eixo y: queda livre – MRUV - Movimento retilíneo uniformemente variado

Para a queda livre usaremos duas equações do MRUV, a primeira que relaciona espaço e tempo:

Mas vamos fazer algumas alterações para tornar mais simples nosso estudo de queda livre no lançamento horizontal,
trocaremos o espaço S, por H (altura de queda), o espaço inicial (So), vamos igualar a zero por questão de uso do
referencial, a velocidade inicial de uma queda livre é zero e a aceleração é a gravidade, logo a equação ficará assim:

Onde:

H: Altura da queda (m)

t: tempo da queda (s)

g: gravidade local (m/s²)

A segunda equação será relacionando velocidade de queda e tempo, usaremos a seguinte equação:

Porém vamos fazer algumas adaptações de variáveis e também de características da queda livre, como igualar a zero
a velocidade inicial e usar a aceleração da gravidade, então a equação da velocidade para a queda livre no lançamento
horizontal ficará:

Sendo:

V: velocidade de queda (m/s)

g: gravidade local (m/s²)

t: tempo de queda (s)

1.3 Importante

A única variável em comum entre os dois movimentos, eixo X e eixo Y, é o tempo de queda do corpo, então basicamente
você trabalhará com uma equação onde você encontrará o tempo de queda e substituirá na outra para encontrar o valor
que o exercício solicita, serão sempre dois cálculos a serem realizados.

Lançamento horizontal 4

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Lançamento oblíquo de
projéteis

Versão Condensada
Sumário
Lançamento oblíquo������������������������������������������������������������������������������������������������������3

1.  Como caracterizar esse tipo de lançamento?�������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Eixo x: MRU – movimento retilíneo uniforme�������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

1.2 Eixo y: queda livre – MRUV - Movimento retilíneo uniformemente variado�����������������������������������������������������������������5

 2

A L F A C O N
Lançamento oblíquo

1. Como caracterizar esse tipo de lançamento?

Esse tipo de pergunta é muito importante, pois primeiramente precisamos reconhecer qual o tipo de lançamento esta-
mos lidando. O lançamento oblíquo tem velocidade para cima e para frente, ou seja, o projétil se movimenta no eixo X,
em MRU, e para cima e depois para baixo no eixo Y. Este lançamento sempre terá um ângulo de lançamento entre 0°
e 90°, não podendo ser 0° pois este ângulo caracteriza lançamento horizontal e nem 90°, pois esse ângulo caracteriza
lançamento vertical.

A curva característica desse movimento é uma parábola onde o vértice, que chamamos de altura máxima tem
velocidade no eixo Y, igual a zero, ou seja, acontece a inversão do movimento, bem no meio do percurso, logo
o TEMPO de subida é o mesmo que o tempo de DESCIDA.

Observe na imagem os dois movimentos que acontecem simultâneos.

Ângulo de maior alcance: 45° com a horizontal

Os movimentos acontecem simultaneamente mas para facilitar a visualização e os cálculos dividimos os movimentos,
chamamos isso de independência dos movimentos.

Podemos relacionar as duas componentes da velocidade inicial com seu módulo (v0) por meio do Teorema de Pitágoras,
uma vez que vx e v0y são perpendiculares uma em relação à outra:

Lançamento oblíquo 3

A L F A C O N
1.1 Eixo x: MRU – movimento retilíneo uniforme

A componente da velocidade inicial é divindade, uma parte ficará no eixo X, é dada por:

Sendo:

Vx: Velocidade do MRU, no eixo X (m/s)

Vo: Velocidade inicial do lançamento (m/s)

E sabemos que a gravidade atua apenas na vertical, então o movimento em x não sofre influência de nenhuma acele-
ração, seu movimento na horizontal é um MRU, logo a equação do alcance em função do tempo é:

Sendo:

A: Alcance horizontal no eixo X (m)

Vo: Velocidade inicial do lançamento (m/s)

t: tempo de queda (s)

• Alcance máximo no lançamento oblíquo

A fórmula do alcance máximo, mostra a distância máxima (Amáx) que um projétil é capaz de atingir a partir de sua
posição de lançamento, observando apenas o eixo X, sem levar em consideração a sua altura atingida. Essa equação
fica da seguinte forma:

Sendo:

Amáx – alcance máximo (m)

V0 – velocidade inicial (m/s)

Lançamento oblíquo 4

A L F A C O N
sen(2θ) – seno do ângulo 2θ

g – aceleração da gravidade (m/s²)

1.2 Eixo y: queda livre – MRUV - Movimento retilíneo uniformemente variado

A subida do projétil é sempre contra a ação da gravidade, tratando-se, portanto, de um movimento uniformemente
retardado, tal como em lançamento vertical, movimento de subida. Durante a descida, como o movimento está a favor
da gravidade, ele é uniformemente acelerado, tal como o lançamento vertical de queda. Além disso, os tempos de subida
e de descida são sempre iguais para esse tipo de lançamento.

• Tempo de subida do projétil

Sendo:

t: tempo (s)

Voy: Velocidade no eixo Y

g: gravidade (m/s²)

OBSERVAÇÃO: Tempo total é duas vezes o tempo de subido do projétil.

• Altura máxima no lançamento oblíquo

Quando um corpo é lançado obliquamente, ele pode atingir a altura máxima. Nesse momento, sua velocidade no eixo
Y, torna-se zero, já que, a partir de lá, inicia-se a inversão do movimento, ou seja, o movimento de queda.

Podemos calcular a altura máxima (Hmáx) atingida por um projétil em lançamento oblíquo por meio da seguinte equação:

Lançamento oblíquo 5

A L F A C O N
CINEMÁTICA

Movimento circular
- características do
movimento e equações

Versão Condensada
Sumário
Movimento circular uniforme���������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.  Como caracterizar esse tipo de movimento?��������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.1 Aceleração centrípeta (ACP)��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 3

1.2 Velocidade linear���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

1.3 Velocidade angular������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

1.4 Período (t)��������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

1.5 Frequência (f)���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������� 4

1.6 Relação: período x frequência������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������ 4

1.7 Relação: velocidade linear x angular���������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������������5

 2

A L F A C O N
Movimento circular uniforme

1. Como caracterizar esse tipo de movimento?

O movimento circular uniforme tem como característica a presença de uma aceleração centrípeta, esta que é respon-
sável pela mudança no vetor velocidade, porém deixando o módulo dela constante, alterando então direção e sentido
da velocidade, justificando as curvas feitas pelos corpos.

1.1 Aceleração centrípeta (ACP)

A aceleração centrípeta sempre aponta para o centro da trajetória, independentemente da posição que o corpo ocupa nela.

A aceleração centrípeta é calculada pela equação:

Sendo:

v: velocidade do corpo (m/s)

R: raio da circunferência (m)

Movimento circular uniforme 3

A L F A C O N
1.2 Velocidade linear

O movimento circular uniforme tem suas equações particulares, porém bem próximas das equações do MRU, para melhor
compreendermos vamos analisar o caso do MCU comparando com o MRU.

Acima temos uma circunferência com a variação do espaço percorrido pelo corpo linearmente e durante um tempo
, desta forma podemos calcular a velocidade do corpo, pela equação da velocidade média, medida em metros/segundos.

1.3 Velocidade angular

Em comparação a isso podemos ter nossa equação da velocidade angular, ou seja, o quando o corpo desloca angular-
mente durante o tempo , desta forma, temos a equação da velocidade angular , medida em radianos/segundos:

1.4 Período (t)

O tempo que um corpo leva para completar uma volta completa, ou uma sequência de eventos sucessivos repetidos.

Unidade S.I: Segundos

1.5 Frequência (f)

Número de repetições em um determinado período de tempo.

Unidade S.I: Hertz

1.6 Relação: período x frequência

O período é o inverso da frequência e a frequência é o inverso do período, ou seja:

Movimento circular uniforme 4

A L F A C O N
1.7 Relação: velocidade linear x angular

Para tratarmos de voltas completas podemos melhorar as equações apresentadas anteriormente, uma vez que o
em uma volta é a circunferência 2πR e o tempo para uma volta chamamos de período, e que o inverso do período, em
segundos, é a frequência, em Hertz, temos que:

ou

Já para a velocidade angular não temos dependência do raio da circunferência, logo utilizamos uma volta completa como
360° em radianos, ou seja, radianos, e o tempo para completar uma volta, chamamos de período, em segundos, e
o inverso desse período, chamamos de frequência, em Hertz, a equação fica da seguinte forma:

ou

A relação entre as duas velocidades é simples, basta entender que a velocidade angular não depende do raio e a velo-
cidade linear depende dele, logo a relação fica assim:

Movimento circular uniforme 5

A L F A C O N
TRANSMISSÃO DO
MOVIMENTO CIRCULAR
2

TRANSMISSÃO DO MOVIMENTO CIRCULAR


TRANSMISSÃO POR CORREIA.
A transmissão do movimento pode se dar por meio de uma correia, essa transmissão tem
uma característica bem especial, a VELOCIDADE LINEAR é a mesma para as duas polias acopladas.

Como podemos ver na imagem acima, cada polia possui um raio diferente, logo terão uma
VELOCIDADE ANGULAR diferente, consequentemente uma FREQUÊNCIA diferente.
Matematicamente, podemos dizer que:

E a velocidade linear é dada pela equação:

Dessa maneira, juntando as duas equações temos uma relação inversamente proporcional
entre VELOCIDADE e FREQUÊNCIA.
Sendo:
Transmissão do movimento circular 3

TRANSMISSÃO EM CONTATO DIRETO ENTRE AS ENGRENAGENS.


Da mesma forma que as engrenagens por correias, essas acopladas diretamente tem a mesma
VELOCIDADE ANGULAR, porém elas têm sentido inverso na rotação, logo a velocidade angular tem
sentido oposto, uma no sentido horário e outra no sentido anti-horário.

A relação entre RAIO E FREQUÊNCIA é inversamente proporcional. A relação matemática é


dada por:

TRANSMISSÃO ATRAVÉS DE EIXOS.


A relação através de eixo tem sua VELOCIDADE ANGULAR constante independentemente do
tamanho do raio da circunferência acoplada, ou seja, neste tipo de transmissão de movimento
temos a VELOCIDADE ANGULAR DE A igual a VELOCIDADE ANGULAR DE B.

Como mostra na imagem acima, tudo vai girar com mesma velocidade angular, matematica-
mente temos que:
4

Desta maneira, temos que a velocidade angular de A é igualada a de B e a relação entre velo-
cidade linear e raio é diretamente proporcional.

Observação importante:
As unidades de medida não seguem um padrão determinado pelo sistema internacional, por se tratar de uma
transmissão de movimento, precisamos ter as unidades coerentes, isso quer dizer que não podemos utilizar
unidades diferentes em cada lado da equação.
DINÂMICA:
LEIS DE
NEWTON
2

DINÂMICA: LEIS DE NEWTON


1º LEI DE NEWTON: INÉRCIA
DEFINIÇÃO:
Todo corpo continua em seu estado de repouso ou de movimento uniforme em uma linha
reta, a menos que ele seja forçado a mudar aquele estado por forças imprimidas sobre ele”.
(NEWTON, 1990, p. 15)
Em outras palavras podemos dizer que inércia é a tendência de um corpo a permanecer em
repouso ou manter seu movimento retilíneo uniforme, até que uma força externa aja.
A parte da definição é muito explorada pelas bancas por conter informações históricas impor-
tantes, Newton quando escreve seu livro “Princípios Matemáticos da Filosofia Natural” afirma que
“esteve sobre ombros de gigantes”, ou seja, afirma que utilizou alguns autores que já falavam sobre
inércia anteriormente a ele.
A primeira lei de Newton, também conhecida como Inércia, só é válida em duas situações.
» A primeira é o estado de REPOUSO do corpo, mas quando existe repouso? Só existe
repouso quando a soma de todas as forças agindo sobre um corpo é igual a zero, ou
seja, quando a força resultante for zero.
» A segunda situação onde existe Inércia, é quando o corpo tem um movimento retilí-
neo uniforme, ou seja, quando a soma de todas as forças agindo no corpo for igual
a zero, novamente a quando a força resultante for zero, ou também podemos dizer
que a força resultante é nula.
» Um dos fatores que mais contribui para a inércia é a massa, que é a medida da
inércia. A inércia será maior quanto maior a massa de um corpo.

EXEMPLO PRÁTICO:
Imagine uma caixa pesada sendo empurrada por duas pessoas (uma de cada lado). Essas
pessoas têm a mesma forma e, por isso, a caixa permanecerá no mesmo lugar, pois como as forças
são iguais, elas se anulam.

Porém, se há uma pessoa mais forte do que a outra, a caixa irá se movimentar, consequente-
mente terá uma aceleração, dessa forma deixará de ter inércia, ou seja, não estará mais na primeira
lei de Newton, pois a soma das forças não será nula.
dinâmica: LEis de Newton 3

2º LEI DE NEWTON: LEI FUNDAMENTAL DA DINÂMICA


A segunda lei de Newton, ou também conhecida como lei fundamental, não é apenas uma lei
simples, mas uma lei de baseia todos os movimentos possíveis que nos rodeiam.
A segunda lei de Newton abrande todos os movimentos que não estão em Inércia, ou seja, a
segunda lei é utilizada em todas as situações que não se encaixam na primeira lei, logo ela é válida
quando a soma das forças for diferente de zero.
A soma das forças, que também é chamada de força resultante não é igual a zero, mas igual
ao produto da massa com a aceleração do corpo, em outras palavras a lei fundamental afirma que
a força resultante que atua sobre um corpo é igual ao produto de sua massa pela aceleração.

EXEMPLO:
Um corpo (azul) está com aceleração igual a zero na primeira imagem, ou seja, em inércia, até
que uma força é aplicada sobre o corpo, então ele adquire uma aceleração, logo a sua força pode
ser calculada pelo produto da massa pela aceleração.

ͫ Matematicamente temos:

Observação:
As unidades para esses cálculos são muito importantes, para mantermos um padrão lógico sempre
utilizaremos a massa em Kg e a aceleração em m/s².
A soma das forças vão acontecer para cada eixo, permitindo que tenhamos inércia no eixo Y e lei
fundamental no eixo X, por exemplo.
TIPOS DE
FORÇA
2

TIPOS DE FORÇA
FORÇA PESO
É a força que todo corpo que tem massa e esta sob alguma aceleração da gravidade, ou seja, a
força peso é uma força que surge da atração gravitacional entre dois corpos constituídos de massa,
sabendo disso, podemos calculá-lo pela multiplicação entre a massa de um desses corpos, medida
em quilogramas, e a aceleração da gravidade local, em m/s².”
Para calcular o módulo da força peso, temos:

CUIDADO:
“O peso é uma força, medida em newtons (N), a massa de um corpo é a quantidade de matéria
nele contida, medida em quilogramas (kg), no entanto a massa permanece invariável se mudarmos
de gravidade local, a massa independente do lugar onde este corpo se encontra, já a força peso
muda pois é dependente da gravidade. ”

VETOR FORÇA PESO


A força é uma grandeza vetorial, ou seja, tem módulo direção e sentido, acima aprendemos a
calcular seu módulo, agora vamos analisar a direção e sentido dessa força.

Módulo:
Direção: Na linha que une o corpo e o centro da Terra.
Sentido: Para o centro da Terra.

FORÇA NORMAL
A força normal é a reação do contato, esse vetor sempre estará oposto ao contato, com 90 graus
a superfície que o corpo esta apoiado, a força normal não tem uma fórmula de calcular ela, logo ela
será sempre calculada dependo de interpretação e das outras forças agindo, isso é bem difícil de se
compreender, então vamos tentar separar em 3 diferentes casos para facilitar nosso entendimento.
1º Caso: Um corpo em um plano reto.
Em um plano reto ficará bem fácil visualizar a força normal agindo, sempre em oposição ao
contato e perpendicular a superfície em que o bloco esta apoiado.
tipos de força 3

Neste caso, como só existe essas duas orças agindo, a força peso em módulo é igual a força
normal. Não significa que as duas são um par de ação e reação, como veremos na 3º lei de Newton.
2º Caso: Um corpo sendo apertado na parede.

Neste caso, a força normal é oposta ao contato, ou seja, perpendicular a parede na qual ele
esta sendo esmagado, sua força normal é igual a força F aplicada, então a força peso não tem
interferência direta na força normal.
3º Caso: Um corpo no plano inclinado.
No terceiro caso o corpo tem sua força normal relacionada parcialmente com a força peso.

A força normal é igual a uma componente da força peso, pois temos um ângulo entre o eixo X e
a força peso, para facilitar, vamos decompor vetorialmente a força peso, para cada componente ficar
em cima do eixo X e Y, essas componentes serão chamadas de Px e Py, conforme a figura a seguir:
4

A força normal é igual a componente Py da força peso, temos que:

FORÇA ELÁSTICA:
A força elástica é chamada de força restauradora, pois sempre quer restaurar a posição de
equilíbrio de uma mola ou elástico. A força elástica sempre surgirá de uma deformação de uma mola
ou elástico, esta deformação depende da constante elástica da mola, esta que define o quanto de
força eu preciso para deformar a mola.
Exemplo: Uma mola de caneta tem constante elástica pequena, pois não é necessária muita
força para gerar uma deformação na mola, já uma mola utilizada em veículos tem uma grande
constante elástica, pois para criarmos uma deformação nela precisamos de muita força.
A lei de Hooke que mostra como a deformação da mola (x) age em relação a constante elástica
da mola (k).

Vetorialmente sabemos que a força elástica tem um sinal negativo na frente da equação, justamente
para mostrar essa característica de restauração dela, mas para calcularmos a força elástica (Fel),
utilizamos a equação mais simples, ou seja:
Vetorialmente: Para calcular o módulo, temos que:
LEIS DE
NEWTON
2

LEIS DE NEWTON
3º LEI: AÇÃO E REAÇÃO
Toda ação tem uma reação – A reação tem mesmo módulo, ou seja, o mesmo valor, a mesma
direção, ou seja, o mesmo eixo e o sentido oposto, por exemplo: se a força for para cima a reação
será para baixo.
A ação e reação de um corpo forma um par, chamamos de par Ação – Reação, esse par tem
que ser de forças de MESMA NATUREZA e atuar em CORPOS DIFERENTES, não podemos ter a ação
e reação no mesmo corpo, precisamos de dois corpos, como por exemplo:
“Terra nos puxa para baixo e nós puxamos a Terra para cima com a mesma intensidade,
porém, a aceleração que é produzida sobre nós é muito maior do que aquela que é produzida
sobre a Terra.”

EXEMPLOS DE PARES DE AÇÃO E REAÇÃO:


» “Quando andamos, empurramos o chão para trás e o chão nos empurra para
frente. Isso só acontece em virtude da existência de uma força de atrito entre as
superfícies dos nossos pés e o chão.”
» “Ao dispararmos um projétil, é possível sentir que a arma de fogo sofre um recuo,
uma vez que a força aplicada à bala é devolvida à arma em igual intensidade,
porém, em sentido oposto.”
» “Quando sobem, os foguetes expelem grandes quantidades de gases aquecidos
para baixo, desse modo, esses gases empurram o foguete para cima.”
» “A hélice de um helicóptero produz sua força de sustentação ao empurrar o ar
para baixo, que, consequentemente, empurra-a para cima.”

FORÇA PESO E FORÇA NORMAL


A força peso não é reação da força normal, primeiramente pelo fato de que elas têm natu-
reza diferente, a força peso é uma força de campo e a força normal é uma força de contato, e
elas não são par ação-reação porque agem no mesmo corpo, então podemos afirmar com muita
tranquilidade “força peso e força normal NÃO formam um par ação e reação. ”
EXEMPLO DE
APLICAÇÃO
DAS LEIS DE
NEWTON
2

EXEMPLO DE APLICAÇÃO DAS LEIS DE NEWTON


Considere as seguintes afirmações sobre as Leis de Newton para o movimento dos corpos:
I. Um corpo permanece em movimento retilíneo com velocidade constante se a resultante de
todas as forças que atuam sobre esse corpo for nula.
II. A intensidade da resultante de todas as forças que atuam sobre um corpo é igual ao produto
da massa desse corpo pela aceleração que ele adquire.
III. Sempre que um corpo A aplica uma força em um corpo B, esse corpo B aplica no corpo
A uma força de mesma intensidade, mesma direção e mesmo sentido que a força aplicada por A.
Está correto o que se afirma em
a) I, apenas.
b) I e II, apenas.
c) II, apenas.
d) II e III, apenas.
e) I, II e III.
GABARITO: [B]
Comentário:
[I] Verdadeira. Quando a força resultante sobre um corpo é nula, o corpo pode estar em equilíbrio estático
(parado) ou em equilíbrio dinâmico (com velocidade constante).
[II] Verdadeira. Essa sentença corresponde a 2ª lei de Newton ou Princípio Fundamental da Dinâmica.
[III] Falsa. O Princípio da Ação e reação ou apenas 3ª lei de Newton nos diz que sempre que um corpo A aplica
uma força em um corpo B, esse corpo B aplica no corpo A uma força de mesma intensidade, mesma direção e
sentido contrário que a força aplicada por A.
Para um experimento de estudo das leis de Newton, um recipiente com massa de 100 kg foi
colocado sobre um carrinho em uma superfície plana. Três grupos de pessoas exerceram forças dis-
tintas sobre esse sistema, conforme representado na imagem I. As forças aplicadas sobre o mesmo
sistema visto de cima estão representadas na imagem II.

Considerando apenas a força resultante exercida pelos três grupos, o módulo da aceleração,
em m/s2, que atua sobre o recipiente é igual a:
a) 2,9
b) 2,4
Exemplo de aplicação das leis de newton 3

c) 1,5
d) 1,3
GABARITO: [C]
Comentário:
Módulo da força resultante em x:
Fx = 160 N − 40 N = 120 N

Módulo da força resultante sobre o recipiente:

FR= 1202 + 902= 22500


FR = 150 N

Logo, o módulo da aceleração do recipiente é igual a:


FR = ma
150 = 100a
1,5 m s2
∴a =

Uma pessoa pressiona com amão o centro de um livro que está apoiado sobre uma mesa,
aplicando sobre o livro uma força F, vertical e que aponta para baixo, como indica a figura.


A força de reação correspondente à força, F, aplicada sobre o livro aponta
a) para baixo e está aplicada na mesa.
b) para cima e está aplicada na mão.
c) para baixo e está aplicada na mão.
d) para cima e está aplicada na mesa.
e) para cima e está aplicada no livro.
GABARITO: [B]
A força de reação possui o mesmo módulo e direção de F, mas tem sentido contrário. Ou seja, aponta para cima
e deve estar aplicada na mão da pessoa.
O funcionário de um supermercado recolhe as mercadorias deixadas nos caixas e as coloca
em carrinhos. Após certo tempo de trabalho, as mercadorias recolhidas ocupam quatro carrinhos,
interligados pelas correntes I, II e III para facilitar a locomoção, como ilustra a imagem. Ao deslocar
os carrinhos, o funcionário exerce uma força F de intensidade igual a 8 N.
4

Considere que cada carrinho, com os produtos neles contidos, possui massa de 10 kg.
Desprezando os atritos, a tração na corrente II, em newtons, corresponde a:
a) 2
b) 3
c) 4
d) 5
GABARITO: [C]
Comentário:
Aceleração do sistema:
F = 4ma
8 = 40a
a = 0,2 m s2

Tração na corrente III:


F − TIII =
ma
8 − TIII =10 ⋅ 0,2
TIII = 6 N

Tração na corrente II:


TIII − TII =
ma
6 − TII = 10 ⋅ 0,2
∴ TII =
4N

O sistema figurado abaixo, que mostra dois blocos pendurados nas extremidades de um fio
inextensível, de massa desprezível e que passa por uma roldana fixa, chama-se Máquina de Atwood.
Sendo mA = 8 kg e mB = 4 kg, assinale V, para verdadeiro e, F para falso:
Dados: g = 10 m s2
Exemplo de aplicação das leis de newton 5

( ) Os pesos dos corpos valem PA = 80 kg e PB = 40 kg.


( ) A tração a que o fio fica submetido tem um valor, em Newton, que pertence ao intervalo
[53; 54].

( ) Se os corpos A e B tivessem a mesma massa, o sistema poderia ficar em equilíbrio.


2
( ) O módulo da aceleração adquirida pelos corpos é menor que 4 m s .
GABARITO: F, V, V, V.
Comentário:
( ) Falsa. Peso é força e sua unidade no sistema internacional é o Newton e não quilograma que é unidade
padrão de massa.
( ) Verdadeira. O cálculo da tração na corda é realizado usando-se o Princípio Fundamental da Dinâmica apli-
cado ao Diagrama de forças abaixo:

PA − PB= mtotal ⋅ a

(mA − mB ) ⋅ =
g ( mA + mB ) ⋅ a

(mA − mB ) ⋅ g ( 8 − 4 ) kg ⋅ 10 m s2 10
=a = = ∴a m s2
(mA + mB ) ( 8 + 4 ) kg 3

A tração na corda pode ser obtida em qualquer um dos corpos, aplicando-se a 2ª lei de Newton. Para o corpo B:
T − PB = mB ⋅ a

T = PB + mB ⋅ a = mB ⋅ ( g + a )

 10  160
T= 4 kg ⋅  10 +  m s2 ∴ T= N ≈ 53,33 N
 3  3
( ) Verdadeira. Se as massas fossem iguais para os dois corpos, a força resultante seria nula, então eles pode-
riam estar em equilíbrio estático (parados) ou dinâmico (em movimento uniforme).
10
=
( ) Verdadeira. Calculada no item [02], a aceleração éa m s2 ≈ 3,33 m s2 .
3
6

Considere as seguintes afirmações:


I. Uma pessoa em um trampolim é lançada para o alto. No ponto mais alto de sua trajetória,
sua aceleração será nula, o que dá a sensação de “gravidade zero”.
II. A resultante das forças agindo sobre um carro andando em uma estrada em linha reta a
uma velocidade constante tem módulo diferente de zero.
III. As forças peso e normal atuando sobre um livro em repouso em cima de uma mesa hori-
zontal formam um par ação-reação.
De acordo com as Leis de Newton:
a) Somente as afirmações I e II são corretas.
b) Somente as afirmações I e III são corretas.
c) Somente as afirmações II e III são corretas.
d) Todas as afirmações são corretas.
e) Nenhuma das afirmações é correta.
GABARITO: [E]
Comentário:
Analisando as afirmativas:
[I] Falsa. No ponto mais alto da trajetória, é a velocidade da pessoa que se anula, e não a sua aceleração.
[III] Falsa. Um movimento retilíneo e uniforme implica em uma força resultante nula.
[III] Falsa. O par ação-reação consiste em um par de forças de mesma direção e sentidos opostos trocadas por
corpos distintos.
Em 1687, em sua famosa obra Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, o físico inglês Isaac
Newton formulou três leis que constituem a base para a compreensão dos comportamentos dinâ-
mico e estático dos corpos materiais, tanto na Terra como no espaço. A primeira é a lei da inércia,
a segunda lei é a que relaciona a força resultante que age sobre um objeto com a aceleração que
ele adquire e a terceira é a lei da ação e reação.
Um vaso em repouso sobre uma mesa é um exemplo
a) da primeira lei, apenas.
b) da segunda e da terceira leis, apenas.
c) da terceira lei, apenas.
d) da primeira e da segunda leis, apenas.
e) das três leis.
GABARITO: [E]
Comentário:
Um vaso em repouso sobre uma mesa é um exemplo das três leis, pois, de acordo com a 1ª lei, um corpo em
repouso tende a permanecer em repouso ao menos que uma força externa atue sobre ele. Pela 2ª lei, a força
resultante que age sobre o vaso é nula, pois a sua aceleração adquirida também o é. E, finalmente, pela 3ª lei, o
vaso e a mesa constituem um par ação e reação, com as forças de contato - de igual intensidade e direção, mas
com sentidos opostos - agindo em corpos distintos.
EXEMPLO DE
APLICAÇÃO DAS
LEIS DE NEWTON
2

EXEMPLO DE APLICAÇÃO DAS LEIS DE NEWTON


1. Em um galpão de uma empresa de logística, caixas são lançadas em uma plataforma hori-
zontal com velocidade inicial de 2,00 m/s. Devido ao atrito entre as caixas e a plataforma,
estas param após deslizarem por 1,60 m.
Nessas condições, o coeficiente de atrito cinético entre as caixas e a plataforma vale
Dado
Aceleração da gravidade g = 10,0 m ⋅ s-2
a) 0,0625
b) 0,125
c) 0,250
d) 0,320
e) 0,640
Gabarito: [B]
Resolução:
A força resultante durante o movimento é a força de atrito cinético, oposta à velocidade.
Aplicando o princípio fundamental da dinâmica:

Aplicando a equação de Torricelli:

2. A pele humana detecta simultaneamente, com uma sensibilidade que sistemas artificiais
não conseguem reproduzir, vibrações, forças estáticas, textura e escorregamento de ob-
jetos sobre sua superfície. Sensores tácteis que apresentassem respostas análogas à pele
humana seriam muito desejáveis. A figura a seguir ilustra um modelo simples, utilizado
no
 estudo da resposta da pele humana. Na referida figura, estão representados o peso
 
P do bloco, a força normal N, a força de atrito f at aplicada pela superfície da pele no

bloco de massa m e uma força externa F aplicada na mola. A constante de mola é k = 10
N/m, e a massa do bloco é m = 4 g. Na iminência de movimento, a deformação da mola é
em relação ao seu comprimento de equilíbrio. Qual é o coeficiente de atrito
estático entre o bloco e a pele?
Exemplo de aplicação das leis de newton 3

a) 8,8 × 10-7
b) 1,1 × 10-6
c) 7,5 × 10-1
d) 1,3 × 100
Gabarito: [C]
Resolução:
Na iminência de movimento, a força de atrito atinge intensidade máxima. Como o corpo ainda está em repouso, a
resultante das forças sobre ele é nula. Então:

3. A dinâmica clássica é regida pelas leis de Newton. Em relação a essas leis, assinale V para
verdadeiro e F para falso.
( ) No caso de um corpo em queda livre na Terra, podemos afirmar que as forças de ação
e reação que agem no corpo se anulam.
( ) No caso do atrito estático, é possível que, em certas situações, essa força tenha o
mesmo sentido do movimento do corpo.
( ) Se a resultante das forças que atuam numa partícula é nula, esta poderá estar em
MCU (movimento circular uniforme).
( ) A grandeza massa, que é escalar, é uma medida da inércia do corpo, e năo da quan-
tidade de matéria que o constitui.
Gabarito: F, V, F, V
Resolução:
( ) Falsa. As forças de ação e reação são aplicadas em corpos distintos.
4

( ) Verdadeira. Para o caso de uma pessoa caminhando por exemplo, o pé “empurra” o chão para trás, fazendo com
que a força de atrito esteja dirigida no sentido do movimento.
( ) Falsa. Para um corpo em MCU, a resultante das forças está dirigida para o centro da trajetória circular (centrípeta).
( ) Verdadeira. A massa é uma grandeza escalar e mede a inércia de um corpo.

4. Observe a figura abaixo.

O bloco 1 de massa 20kg desliza ao longo de um plano horizontal que possui coeficiente de
atrito cinético ì = 0,40. Esse bloco está conectado, por um fio ideal ao bloco 2 de massa 5,0kg, como
mostrado na figura acima. Em um mesmo intervalo de tempo, o bloco 2 percorre uma distância duas
vezes maior que a distância percorrida pelo bloco 1. Sabendo que as polias são ideais, determine
as acelerações do bloco 1 e do bloco 2, respectivamente, em m s2 , e assinale a opção correta.
2
Dado: g = 10m s
a) 0,50 e 1,0
b) 0,50 e 2,0
c) 2,0 e 4,0
d) 2,5 e 5,0
e) 5,0 e 2,5
Gabarito: [A]

Resolução:
Isolando os blocos, temos:
Exemplo de aplicação das leis de newton 5

Bloco 2:

Bloco 1:

Como o bloco 2 percorre o dobro da distância do bloco 1, temos que a2 = 2a1. Logo, igualando (I) e (II), chegamos a:

5. O desenho esquemático a seguir representa uma superfície horizontal sobre a qual estão
apoiados dois blocos, A e B, ligados por um cabo. O coeficiente de atrito cinemático entre
a superfície horizontal e o corpo B vale ì B = 0,4; e entre o corpo A e essa mesma super-
fície vale ì A . O cabo tem massa desprezível e despreza-se também a resistência do ar.
Os corpos deslocam-se com uma aceleração igual a 2 m/s2. Em relação ao exposto acima,
assinale V para verdadeiro e F para afirmação falsa.
Dados: mA = 4 kg; mB = 1 kg; g = 10 m/s2; F = 40 N

( ) A tração no cabo vale 2 N.


( ) O coeficiente de atrito ì A é igual a 0,65.
( ) A força de atrito entre o corpo A e a superfície vale 26 N.
( ) Se o atrito entre os corpos e a superfície for desprezado, a aceleração deles será igual
a 8 m/s2.
( ) A equação dimensional da força de atrito é dada por [F] = ML2T–2.
Gabarito: F, V, V, V, F
6

Resolução:
As forças nos blocos estão representadas abaixo:

( ) Falsa. Do bloco B, obtemos:

( ) Verdadeira. Utilizando a tração obtida para o corpo A, obtemos:

( ) Verdadeira. Calculando:

( ) Verdadeira. Neste caso, teremos:

( ) Falsa. A equação dimensional da força de atrito é dada por:


Exemplo de aplicação das leis de newton 7

6. Uma caixa A de massa mA = 40 kg está apoiada sobre uma mesa plana e horizontal e, sobre
ela, está apoiada uma outra caixa B de massa mB = 20 k g, de modo que as superfícies em
contato dessas caixas sejam paralelas à mesa. Uma pessoa empurra a caixa B exercendo
sobre ela uma força horizontal e constante, conforme a figura.

Sabe-se que entre as superfícies das caixas A e B existe um coeficiente de atrito estático de valor
0,4 e que o atrito entre as superfícies da caixa A e da mesa pode ser desprezado. Adotando
g = 10 m/s2, a maior intensidade da força que pode ser aplicada sobre a caixa B para que ela
não se mova em relação à caixa A é
a) 80 N.
b) 100 N.
c) 120 N.
d) 160 N.
e) 200 N.
Gabarito: [C]

Resolução:
Das forças atuantes nas caixas, obtemos:
8

Aceleração do sistema:

F = (mA + mB )a
F = (40 + 20)a
F
a= m / s2
60

Intensidade da força de atrito:

Fat = ì mB g
Fat = 0,4 ×20 ×10
Fat = 80 N

Da equação para a caixa B, chegamos a:


Exemplo de aplicação das leis de newton 9

7. Um cubo de 10N de peso (em módulo) é empurrado contra uma parede vertical por uma
força constante de módulo F0, perpendicular ao plano da parede. Nessas condições o bloco
permanece parado em relação à parede. A partir de um instante inicial o módulo da força
perpendicular passa a ser igual a F. Dependendo do valor de F o bloco pode permanecer
parado ou descer escorregando pela parede. O coeficiente de atrito estático e o coeficien-
te de atrito cinético entre o bloco e a parede são, respectivamente, iguais a 0,6 e 0,5. O
módulo da força de atrito entre o cubo e a parede é representado por f. Sobre a situação
descrita, assinale V para verdadeiro e F para falso.
( ) Se F = 20N, então f = 12N.
( ) Se F = 18N, então f é igual ao módulo do peso do cubo.
( ) Se F = 15N, então o cubo desce com velocidade constante.
( ) Se F = 13N, então o módulo da força resultante sobre o cubo durante seu movimento
é maior que um terço do módulo do seu peso.
g
( ) Se F = 10N, então o cubo desce com aceleração 2 (em módulo), em que g é o módulo
da aceleração gravitacional.
Gabarito: F, V, F, V, V

Resolução:
( ) Falsa. A força de atrito estático máxima possível é equivalente à força peso, ou seja, seu valor é de 10 N. Assim,
o valor mínimo da força perpendicular aplicada para que o corpo permaneça parado é:

( ) Verdadeira. Sendo a força aplicada acima desse valor mínimo, a força de atrito segue igual ao peso e neste caso,
aumenta também o coeficiente de atrito estático. Para forças menores que esse valor, o corpo começa a deslizar
para baixo e o atrito passa a ser dinâmico.
( ) Falsa. Se F = 15N, haverá uma força resultante e, de acordo com a 2ª lei de Newton, haverá também uma acele-
ração responsável por aumentar a velocidade de queda de modo linear.
( ) Verdadeira. Se F = 13N, tem-se:

E a força resultante é:

( ) Verdadeira. Se F = 10N, então a aceleração de descida será:


MÁQUINAS SIMPLES,
POLIAS MOVÉIS E
FIXAS
2

MÁQUINAS SIMPLES, POLIAS MOVÉIS E FIXAS.


MÁQUINA SIMPLES:
As roldanas (polias) são exemplos de máquinas simples, podendo ser descritas como uma
roda que gira em torno de um centro e possui um sulco, pelo qual passa uma corda. As roldanas
são máquinas utilizadas para erguer objetos pesados verticalmente, como em guindastes. São dis-
positivos mecânicos usados para tornar mais cômodo ou reduzir a força necessária para deslocar
objetos com um grande peso.

TIPOS DE POLIAS OU ROLDANAS:


POLIA FIXA:
A polia fixa tem como objetivo alterar o sentido e direção de uma força, ao utilizarmos ela
podemos criar uma facilidade de execução de um movimento, porém a polia fixa não faz nenhuma
redução na quantidade de força necessária para levantar um objeto, por exemplo. Portanto, o
módulo da força motora será igual ao módulo da força resistente (peso da carga a ser transportada).
Por exemplo:
Um homem quer levantar uma caixa de massa igual a 10 kg, qual a força que ele fará utilizando
somente uma polia fixa?
Observamos a figura abaixo para entender a situação.

Repare que a força que ele fará será a força peso, primeiramente calculamos isso, ou seja,
O módulo da força de tração que o homem fará não será alterada, logo o módulo da tração
será 100 N, apenas o sentido da força irá se alterar com o uso da roldana nesse caso.

POLIA MÓVEL:
A polia móvel tem uma função diferente que a polia fixa, ela tem como principal objetivo reduzir
o módulo força que o usuário fará, CADA ROLDANA MÓVEL inserida dividirá a força pela metade.
máquinas simples, polias movéis e fixas. 3

Vejamos um exemplo: Uma caixa tem 30 kg de massa e esta sendo levantada com 3 polias
móveis e uma fixa, conforme a figura abaixo.

Sabemos que peso do objeto é 300 N, então para calcular a força feita pelo homem basta
dividir pela metade três vezes, logo a força ficará: 37,5 N.
Para evitarmos ficar dividindo várias vezes pela metade, temos uma relação que mostra a
relação entre a força (F) efetivamente executada e o peso (P) do objeto.
Onde n é o número de polias móveis no sistema, F é a força efetivamente feita e P é o peso
do objeto.
PLANO INCLINADO E
EXEMPLOS DE USO
COM BLOCOS
2

PLANO INCLINADO E EXEMPLOS DE USO COM


BLOCOS
O PLANO INCLINADO:
O plano inclinado é uma máquina simples que pode ser usada para decompor a intensidade
da força que é aplicada em alguma direção.

Quando um objeto é apoiado sobre o plano inclinado, a força peso que o puxa em direção ao
centro da Terra é dividida em duas componentes, chamadas de Px e Py, distribuídas ao longo das
direções horizontal e vertical, conforme abaixo:

A força peso também aparece, mas de uma maneira mais simples, perpendicular ao contato,
ou seja, paralelo ao eixo Y, conforme abaixo:
plano inclinado e exemplos DE USO com blocos 3

Na próxima figura, temos a junção dessas duas forças, que são a base para nosso entendimento
do plano inclinado, observe abaixo:

Após entendermos isso podemos facilitar bastante, observando sempre a força peso por suas
componentes e sabendo que podemos dividir entre dois eixos e que pode ter mais forças agindo,
como for exemplo força de atrito e tração de algum fio, para facilitarmos o entendimento observe
os exercícios abaixo:

1. Um bloco de 60 kg é abandonado sobre um plano inclinado em 30° com a horizontal.


Para mantê-lo em repouso, o bloco é preso a uma das extremidades de um fio que, após
passar por uma roldana fixa, é puxado verticalmente para baixo, na outra extremidade,
por um homem de 80 kg que está em repouso, de pé, sobre um piso horizontal, como
ilustra a figura.

Considere o fio e a roldana ideais, os atritos desprezíveis, o trecho do fio entre o bloco e a
roldana paralelo ao plano inclinado e g = 10 m/s2.
O módulo da força exercida pelo piso horizontal sobre o homem é
a) 800 N.
b) 600 N.
c) 500 N.
d) 300 N.
e) 200 N.
4

Gabarito: [C]
Resolução:
O diagrama de forças é:

Aplicando-se a segunda lei de Newton no sistema e sabendo-se que não há atrito no plano inclinado e que a força
resultante é nula, tem-se:

2. Um bloco de massa 5 kg encontra-se em repouso sobre um plano com inclinação de 30°


em relação à horizontal, preso a um dinamômetro, calibrado em newton, posicionado
paralelo à superfície do plano, tal como ilustrado na figura abaixo. Não há atrito entre o
bloco e a superfície do plano inclinado. Com base nas teorias da dinâmica newtoniana,
analise as afirmações a seguir:
plano inclinado e exemplos DE USO com blocos 5

I. O módulo da força normal que a superfície do plano aplica no bloco é de 50 N.


II. A leitura do dinamômetro indica o valor de 25 N.
III. Caso o dinamômetro seja retirado e o bloco desça o plano, o módulo de sua aceleração
será de 5 3 m s2 .
2
Sobre as proposições acima, pode-se afirmar que
a) apenas I está correta.
b) apenas II está correta.
c) apenas I e III estão corretas.
d) apenas II e III estão corretas.
e) I, III e III estão corretas.
Gabarito: [B]
Resolução:
A figura mostra as forças (e componentes) relevantes atuando no bloco.

Analisando as afirmações:
[I] Incorreta. Há equilíbrio na direção perpendicular ao plano inclinado:
6

[II] Correta. Há equilíbrio na direção paralela ao plano inclinado:

[III] Incorreta. Com a retirada do dinamômetro, a força resultante sobre o bloco passa a ser a componente tangencial
do peso do bloco (Px).

3. Um bloco de massa m constante foi colocado num plano inclinado de ângulo de inclinação
è, conforme mostra a figura a seguir.

Há atrito entre o plano inclinado e o bloco, sendo que o coeficiente de atrito estático vale
µc e o coeficiente de atrito cinético vale µe O bloco está sujeito à ação gravitacional além da
força de reação normal e da força de atrito geradas pelo plano inclinado. Na situação em que
o bloco esteja estático, mas na iminência de começar a deslizar, de modo que a força de atrito
estática é máxima, vale a relação:
a) µe = tgθ
b) µe = cosθ
c) µe = senθ
d) µe =secθ
e) µe = cotgθ
Gabarito: [A]
Resolução:
O equilíbrio de forças no plano inclinado é dado pela igualdade da força de atrito estático máximo e a componente
do peso neste plano.

Mas observa-se que a força normal possui o mesmo módulo da componente perpendicular do peso em relação
ao plano.
N = m ⋅ g ⋅ cosθ
plano inclinado e exemplos DE USO com blocos 7

Assim, substituindo-se na expressão anterior, tem-se:

4. Uma pessoa desceu uma ladeira, inclinada de um ângulo 30° em relação à horizontal, em
um carrinho de rolimã, com aceleração média de 1,5 m s2 . Considere que a aceleração
gravitacional fosse 10 m s2 , que a massa do conjunto pessoa e carrinho fosse 60 kg, que
sen30° = 0,50 e que cos30° = 0,87. Se, durante a descida, o conjunto foi impulsionado
apenas pelo próprio peso, a intensidade média da resultante das forças de resistência que
atuaram sobre o conjunto foi de
a) 300 N.
b) 210 N.
c) 520 N.
d) 390 N.
e) 90 N.
Gabarito: [B]
Resolução:
Usando a 2ª lei de Newton, determinamos a força resultante sobre o sistema:

No plano inclinado, definimos a expressão da força resultante com o auxílio da decomposição do peso e da força
de atrito:

Substituindo na expressão da força resultante, determinamos a força resistiva média.


ELEVADORES
E FORÇAS EM
MOVIMENTOS
CIRCULAR
2

ELEVADORES E FORÇAS EM MOVIMENTOS CIRCULAR


ELEVADORES:
A força peso (P), sempre apontando para o centro da Terra, atua sobre uma superfície de con-
tato de modo que esta aplica sobre nós uma força normal (N) sempre perpendicular, geralmente
aplicada em nossos pés, e, neste caso, apontando para cima. Normal e peso, por atuarem sobre o
mesmo corpo, não são um par de ação e reação.
Essas duas forças vão se anular mesmo não sendo par ação – reação para casos onde a pri-
meira Lei de Newton é válida, ou seja, onde temos a inércia, isso ocorre somente em dois casos
específicos que são MRU e repouso, para outras situações P e N são opostas, mas não iguais, desta
maneira temos 5 possíveis situações para analisarmos os elevadores.
Elevador iniciando seu movimento de subida.
elevadores e forças em movimentos circular 3

Elevador finalizando seu movimento de subida.

Elevador iniciando seu movimento de descida.


4

Elevador finalizando seu movimento de descida.

Elevador em repouso ou MRU, tanto na subida quanto na descida.


elevadores e forças em movimentos circular 5

FORÇAS EM MOVIMFORÇAS EM MOVIMENTOS CIRCULARES.


ACELERAÇÃO CENTRÍPETA:
É a aceleração que causa a mudança na direção da velocidade de algum móvel que execute
um movimento circular, todo movimento curvo precisa de uma aceleração centrípeta apontando
para o centro da curva.

Para calcularmos essa força centrípeta, temos que:

FORÇA RESULTANTE CENTRÍPETA.


A força centrípeta é a força resultante que atua sobre um corpo e descreve um movimento
em trajetória circular. É responsável por alterar a direção da velocidade do corpo e, além disso,
apontar sempre para o centro das curvas, de modo que o ângulo formado entre essa força e o vetor
velocidade seja sempre de 90º.
Para calcularmos essa força, utilizaremos a segunda lei de Newton, então temos:

Sendo:
m: massa do corpo – Kg
V: velocidade – m/s
R: Raio da curva - m
TORQUE OU
MOMENTO DE UMA
FORÇA
2

TORQUE OU MOMENTO DE UMA FORÇA


MOMENTO DE UMA FORÇA:
O torque consiste na ação de girar ou torcer um corpo em torno do seu eixo de rotação (polo)
por meio da aplicação de uma força. Para aplicarmos um torque sobre um corpo, é necessário que
a força aplicada sobre ele não coincida com o seu eixo de rotação. A distância entre o ponto de
aplicação da força e o polo é chamada de braço de alavanca.

O torque ou momento é uma grandeza vetorial, logo tem módulo direção e sentido, desta
maneira temos uma equação para calcularmos o módulo desse torque:

Sendo:
M: Momento de uma força – N.m
F: Força aplicada para rotação.
d: distância do centro de rotação até o local onde aplica-se a força - m
Sen θ: seno no ângulo entre F e d.
Para sabermos a direção e o sentido do vetor torque precisamos usar a regra da mão direita,
observe a imagem abaixo:

O dedão aponta para onde o vetor torque esta e os dedos indicadores mostra se o giro esta
no sentido horário ou anti-horário.
NOME DO ASSUNTO
2

ENERGIA MECÂNICA
A energia mecânica é a capacidade de um corpo de realizar trabalho. Quando associada ao
movimento, é chamada energia cinética; mas se associada à posição, energia potencial.
A energia mecânica é a soma da energia cinética com a energia potencial. Nessa soma per-
cebe-se a conservação durante o movimento sob ação exclusiva de forças conservativas, como por
exemplo, na mecânica, a força peso e a força elástica.

ENERGIA CINÉTICA:
Essa forma de energia está relacionada com a massa, em kg, e a velocidade, em m/s, de um
corpo, ou seja, sem massa ou velocidade não podemos ter energia cinética, em joules.
Matematicamente, ela é dada pela equação:

ENERGIA POTENCIAL GRAVITACIONAL:


Quando a energia tem origem na atração gravitacional de algum planeta sobre um objeto,
podendo permanecer “acumulada em um corpo”. Essa forma de energia depende da altura, em
metros, que o corpo se encontra, de sua massa, em kg, e da gravidade local, em m/s².
Matematicamente, é calculada com a equação:
Epg = m. g. h

ENERGIA POTENCIAL ELÁSTICA:


Tem origem na ação que uma mola pode exercer sobre o corpo. A energia potencial elástica
depende da constante elástica da mola, em N/m, e do deslocamento, em metros.
Ela é definida pela expressão:

Sendo:
K: Constante da mola, em N/m
X: Deslocamento da mola, em metros.

SISTEMA CONSERVATIVO:
É um sistema onde não existem forças dissipativas, como atrito e resistência do ar. Nesse
sistema a energia mecânica se mantem constante apenas se alterando ou dividindo-a em energia
cinética e potencial. Desta forma podemos afirmar:
Em início = Em final
ENERGIA MECÂNICA
2

ENERGIA MECÂNICA
EXEMPLOS DE ENERGIA MECÂNICA:
1. Considerando o trabalho realizado por uma força conservativa atuando sobre uma partícula
entre dois pontos X e Y do espaço, julgue as seguintes afirmações:
I. É nulo se a partícula sai de X em direção a Y e retorna para X.
II. Depende da trajetória que liga X a Y.
III. É não nulo se a partícula sai de X em direção a Y e retorna para X.
IV. Independe da trajetória que liga X a Y.
É correto o que se afirma somente em
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.
d) I e IV.
Resposta:
[D]
O trabalho de forças conservativas (W) independe da trajetória, podendo ser calculado pelo teorema da energia
potencial:

Essa expressão mostra que quando a partícula retorna à posição inicial, o trabalho da força conservativa é nulo.
2. Um motor é instalado em um dos andares (convés) de um navio da Marinha, com o obje-
tivo de elevar peças e maquinários situados em conveses inferiores, por meio de um duto vertical
e retilíneo que liga os conveses. Determine a potência (útil) que o motor terá que entregar para
erguer em 20 m, a velocidade constante, uma peça de 80 kg de uma bomba de esgoto em 10 s e
assinale a opção correta.
Dado: g = 10m/s2
a) 320 W
b) 1600 W
c) 3200 W
d) 16000 W
e) 32000 W
energia mecânica 3

Resposta:
[B]
A potência útil a ser entregue pelo motor vale:

3. Considere o sistema massa-mola representado na figura abaixo.

A massa de 0,5 kg é deslocada de ∆x = 0,02m a partir da posição de equilíbrio, e então libe-


rada. Considerando que não há atrito entre as superfícies em contato, o bloco passa pela posição
de equilíbrio com velocidade de módulo 0,04 m/s.
A constante elástica da mola e a energia mecânica total do sistema são, respectivamente,
a) 1 N/m e 0,4 mJ.
b) 1 N/m e 0,8 mJ.
c) 2 N/m e 0,4 mJ.
d) 2 N/m e 0,6 mJ.
e) 2 N/m e 0,8 mJ.
Resposta:
[C]
A amplitude do movimento (A) é igual ao deslocamento em relação à posição de equilíbrio.
A = ∆x = 0,02m
Aplicando a conservação da energia mecânica entre a posição de elongação máxima e a posição de equilíbrio:

A energia mecânica é igual a energia potencial elástica na posição de elongação máxima ou igual à energia cinética
na posição de equilíbrio.
4

4. Uma criança deixa cair de uma mesma altura duas maçãs, uma delas duas vezes mais pesada
do que a outra. Ignorando a resistência do ar e desprezando as dimensões das maçãs frente à altura
inicial, o que é correto afirmar a respeito das energias cinéticas das duas maçãs na iminência de
atingirem o solo?
a) A maçã mais pesada possui tanta energia cinética quanto a maçã mais leve.
b) A maçã mais pesada possui o dobro da energia cinética da maçã mais leve.
c) A maçã mais pesada possui a metade da energia cinética da maçã mais leve.
d) A maçã mais pesada possui o quádruplo da energia cinética da maçã mais leve.
e) A maçã mais pesada possui um quarto da energia cinética da maçã mais leve.
Resposta:
[B]
Se a resistência do ar é desprezível, o sistema é conservativo. Se as duas maçãs partem da mesma altura, elas
chegam ao solo com a mesma velocidade.
Sendo m2 = 2 m1, a partir da expressão da energia cinética, têm-se:

5. Uma pequena esfera é abandonada do repouso no ponto 1 e, após deslizar sem rolar pela
pista mostrada em corte na figura, perde contato com ela no ponto 2, passando a se mover em
trajetória parabólica, até atingir o solo horizontal.

Adotando g = 10 m/s2, desprezando o atrito e a resistência do ar, quando a esfera passar pelo
ponto 3, ponto mais alto de sua trajetória fora da pista, a componente horizontal da velocidade
vetorial da esfera terá módulo igual a
a) 1,0 m/s.
energia mecânica 5

b) 1,8 m/s.
c) 2,0 m/s.
d) 1,5 m/s.
e) 2,5 m/s.
Resposta:
[C]
Se o ponto 3 é o mais alto do lançamento oblíquo, o módulo da componente horizontal da velocidade é igual à
própria velocidade vetorial.
Então, sendo a velocidade inicial nula (v1 = 0), pela conservação da energia mecânica têm-se:

6. Um bloco de 0,200 kg de massa está, inicialmente, em repouso sobre uma superfície sem
atrito. A partir de um certo instante, o bloco começa a se deslocar horizontalmente, em linha reta,
com uma aceleração constante de 2,00 m/s2. Após 5,00 segundos, o bloco deixa de ser acelerado,
passando a se mover com velocidade constante, até se chocar com uma mola, que obedece à lei de
Hooke, de constante elástica k = 80,0 N/m, e para por ação exclusivamente da força elástica da mola.
Qual é a compressão da mola, em cm, quando esse bloco para?
a) 10,0
b) 25,0
c) 50,0
d) 100
Resposta:
[C]
Velocidade adquirida pelo bloco ao final dos 5 s:

Por conservação de energia, a deformação da mola é de:


ENERGIA
MECÂNICA
EM PLANOS
INCLINADOS
2

ENERGIA MECÂNICA EM PLANOS INCLINADOS


1. Uma caixa de massa m é abandonada em repouso no topo de um plano inclinado (ponto C).

Nessas condições e desprezando-se o atrito, é possível afirmar que a velocidade com que a
caixa atinge o final do plano (ponto D), em m s, é:
2
(considere g 10 m s )
a) 6
b) 36
c) 80
d) 18
e) 4
[A]
Por conservação da energia mecânica, a energia cinética no fim do trecho inclinado é igual à energia potencial
gravitacional, assim temos:
Ec = Epg

m ⋅ v2
= ü ⋅ ⋅
Isolando a velocidade fica: 2

m ⋅ v2
= m ⋅ g ⋅ h ⇒ v= 2⋅g⋅h
2

2. Um menino solta uma moeda, a partir do repouso, sobre um plano inclinado. Desprezan-
do-se o atrito, pode-se afirmar que a velocidade, ao final da rampa, é
a) igual a de qualquer ponto anterior à do final.
b) diretamente proporcional à altura do plano.
c) diretamente proporcional ao quadrado da altura do plano.
d) diretamente proporciona à raiz quadrada da altura do plano.
e) inversamente proporcional à altura do plano.
Energia mecânica em planos inclinados 3

[D]
Pela conservação da energia mecânica:
mv 2
= m gh ⇒ =
v 2gh ⇒ a velocidade é diretamente proporcional à raiz quadrada da altura do plano inclinado.
2

3. Considere as seguintes situações: na primeira, o menino deixa cair a moeda, do ponto mais
alto, a partir do repouso, e a moeda chega à base do plano inclinado com uma energia
cinética Ec ; na segunda, do ponto mais alto, o menino lança a moeda ao longo do plano
inclinado para baixo, com velocidade V = 2 m s, e ela, nessa segunda situação, chega a
base com uma energia cinética 20% maior do que na primeira situação.
2
Considerando-se a aceleração da gravidade g = 10 m s , pode-se afirmar que a altura vertical,
em metros, desse plano é
a) 1.

b) 1,5.
c) 2.

d) 2,5.
e) 3.
[A]
Observação: o enunciado deveria especificar que o atrito entre o plano inclinado e a moeda é desprezível.
Se o atrito é desprezível, pode-se aplicar a conservação da energia mecânica às duas situações:
(I) : Ec = m g h
 m V2
 m V2 (I) em (II) ⇒ 1,2 m g h =m g h + ⇒
(II) : 1,2
= Ec m g h + 2
 2
V2 22
0,2 g h = ⇒ 2h= ⇒ h = 1m.
2 2

4. Um corpo é abandonado do alto de um plano inclinado, conforme a figura abaixo. Consi-


derando as superfícies polidas ideais, a resistência do ar nula e 10 m/s2 como a aceleração
da gravidade local, determine o valor aproximado da velocidade com que o corpo atinge
o solo:

a) v = 84 m/s
4

b) v = 45 m/s
c) v = 25 m/s
d) v = 10 m/s
e) v = 5 m/s
[D]
Pela conservação da Energia Mecânica:
m v2
EMec
= EMec A ⇒ m g=
h v
⇒= 2 g=
h 2 (10 )( 5 ) ⇒
0 2
v = 10 m / s.

5. As figuras mostram uma pessoa erguendo um bloco até uma altura h em três situações
distintas.

Na situação I, o bloco é erguido verticalmente; na II, é arrastado sobre um plano inclinado; e,


na III, é elevado utilizando-se uma roldana fixa.
Considere que o bloco se move com velocidade constante e que são desprezíveis a massa da
corda e qualquer tipo de atrito.
Comparando-se as três situações descritas, é correto afirmar que o trabalho realizado pela
pessoa é
a) maior em II.
b) o mesmo em I , II e III.
c) maior em I.
d) menor em II.
[B]
O trabalho independe da trajetória, ou seja, indiferente que seja o caminho, o trabalho realizado é o mesmo nas
três situações pois o corpo é levantado a mesma altura h.
IMPULSO E
QUANTIDADE
DE
MOVIMENTO
2

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO


IMPULSO (I)
Impulso: é a grandeza VETORIAL que mede a variação da quantidade de movimento de um
objeto. É causado pela ação de uma força aplicada a um corpo durante um determinado tempo,
sua unidade é N.s (Newton x segundos).
O impulso pode ser calculado com o produto entre a força aplicada, em N, e o tempo, segun-
dos, de aplicação dessa força, matematicamente temos:

QUANTIDADE DE MOVIMENTO (Q)


Quantidade de movimento: É uma grandeza VETORIAL, que mede a quantidade de movimento
que uma certa massa tem, a quantidade de movimento de um corpo é o produto da massa, em kg,
de um corpo e a sua velocidade, em m/s.
Quando a velocidade de um corpo é igual a zero, a quantidade de movimento de um corpo
também é zero.
Matematicamente temos a equação da quantidade de movimento e sua unidade de medida
é kg . m/s.

CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE DE MOVIMENTO


A conservação da quantidade de movimento nos informa que antes e depois de uma colisão,
por exemplo, a quantidade de movimento se conserva, ou seja, antes de acontecer a colisão e
depois de acontecer teremos uma quantidade de movimento igual.

TEOREMA DO IMPULSO
O teorema do impulso é simplesmente o teorema que mostra que a quantidade de movimento
de um corpo é alterada através de um impulso, ou seja, uma força aplicada por determinado tempo
em um corpo vai causar uma mudança na velocidade nele, então podemos dizer que:
COLISÕES
2

COLISÕES
São três tipos de colisões que estudaremos, você precisa conhecer como cada um ocorre e o
tipo conservação teremos em cada caso, além de entender sobre o coeficiente de restituição (e),
este que define se houve ou não conservação de energia cinética e calculamos ele da seguinte forma:

Se e = 1, temos conservação total da energia cinética.


Se 0 < e < 1, temos conservação da energia cinética total, ou seja, tivemos uma dissipação de
parte de energia.
Se e = 0, temos que não ouve conservação da energia cinética total, pois os corpos continuarão
juntos após a colisão.
Nos três tipos de colisões existe conservação de quantidade de movimento.

1º CASO: COLISÃO ELÁSTICA.


É o tipo de choque que ocorre quando, após a colisão, os corpos seguem separados (velocidade
diferentes) e o sistema não perde energia cinética.
A colisão perfeitamente elástica é caracterizada pela conservação total da energia cinética.
Sendo assim, a velocidade relativa de aproximação e de afastamento dos móveis envolvidos na
colisão será igual e, portanto, para esse tipo de colisão, o coeficiente de restituição assumirá valor
igual a 1.

2º CASO: COLISÃO PARCIALMENTE ELÁSTICA.


É o tipo de choque que ocorre quando, após a colisão, os corpos seguem separados (velocidade
diferentes), tendo o sistema uma perda de energia cinética.
A colisão parcialmente elástica é caracterizada pela perda parcial de energia cinética, dissi-
pada principalmente pelo som e calor gerados no momento da colisão. Nesse caso, a velocidade
relativa de aproximação será maior que a velocidade relativa de afastamento e, portanto, o valor
do coeficiente de restituição estará entre 0 e 1.

3º CASO: COLISÃO INELÁSTICA


É o tipo de choque que ocorre quando, após a colisão, os corpos seguem separados (velocidade
diferentes) e o sistema não perde energia cinética.
A colisão inelástica é caracterizada pelo fato de que, após a sua ocorrência, os corpos envolvidos
permanecem juntos. Sendo assim, não existirá velocidade relativa de afastamento e, portanto, o
coeficiente de restituição será nulo. Nesse tipo de colisão, há perda máxima de energia.
A tabela abaixo ajuda a entender e diferenciar os tipos de colisões.
colisões 3

EXEMPLOS DE APLICAÇÃO:
1. Um carro de massa 2.000 kg colidiu com outro de massa 1.500 kg que estava parado no
semáforo. Considerando que após o choque os dois carros andaram juntos com uma
velocidade de 20 km/h, podemos considerar que, dentre as velocidades apresentadas a
seguir, a mais próxima de ser a do carro que provocou o acidente no exato momento da
colisão, corresponde, em km/h, a:
a) 35
b) 15
c) 45
d) 20
e) 100
[A]
Por conservação da quantidade de movimento, temos:
Qantes = Qdepois
m1v1 + m2 v 2 =(m1 + m2 ) v f
2000v1 + 1500=
⋅0 ( 2000 + 1500 ) ⋅ 20
2000v1 = 70000
∴ v1 =
35 km h

2. Em uma superfície plana sem atrito, um bloco A de massa 2,0 kg, com velocidade de 3,0
m/s, colide com o bloco B, idêntico ao A, inicialmente em repouso. O bloco B sai, após a
colisão, com velocidade 2,0 m/s, na mesma direção e sentido que o bloco A possuía origi-
nalmente. Qual é a razão entre a energia cinética final e a inicial do bloco A?
a) 1/16
b) 1/9
c) 1/6
d) 1/4
e) 1/2
4

[B]
Velocidade final do bloco A:
Qantes = Qdepois
m v A = m vB + m v A '
3= 2 + v A '
v A ' = 1m s

Razão entre a energia cinética final e a inicial do bloco A:

m v A '2
2 2
EA ' 2  vA '   1 1
= =  =  = 
EA 2
mvA  vA  3 9
2

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