BATORAS
BATORAS
CLÍNICA
- Hepatopatias
Paracentese Todo paciente que zoar
PBE PMN > 250 + Cultura+ p/ 1 germe só PMN > 250 = Tratar
o Tratamento Rocefin + Alb D1 + D3
Se não melhora, pensar em PBS ou resistência
o Seguimento Norflox até Tx
PBS PMN > 250 + Cultura+ p/ > 1 germe
GASA albumina (soro-ascite)
o > 1,1 = Transudato
o < 1,1 = Exsudato
SHR IRA em cirrótico sem outra explicação para tal
o Dx
Cirrose com ascite
Cr > 1,5 s/ melhora pós-suspensão diurético e prova albumina 2d
Diferenciar de IRA pré-renal
Sem choque
Sem drogas nefrotóxicas
Sem nefropatia USG nl, sem proteinúria/hematúria
o Tratto
Terlipressina + Alb TIPS Tx
Encefalopatia Hepática ↑ Nitrogênio (Sangue, obstipação, churras, infecção)
o Westham
I Chato sem flapping (Alteração comportamental)
II Com flapping
III Sono despertável
IV Coma
o Tratto Tx
Dieta normoproteica pobre em aminoácidos aromáticos
SNE (III/IV)
Lactulose VO/SNE + VR Metro VO/SNE
Rifaximina
Tratar precipitante
Dx 6/6h
- BCP
Dx Sintoma respiratório + sistêmico + RX com foco
Investigar etiologia apenas para Grave (Internado) Escarro/LBA + HMC
o Internação Avaliação clínica/CURB-65 ou PORT > 2
Tratto 7d
o Sem comorbidades Claritro
o Com comorbidades/ATB < 3m Levo
o Risco Pseudomonas Levo + Imipenem
Dça pulmonar, CE, ATB < 1m, imunossuprimido
o Sem Melhora Complicação (nova img)/Resistência/Fungo/Outro sítio
- Derrame Pleural Complicado puncionar quando não sabe origem > 10mm
o Dx Drenar!
pH < 7,2
Glic < 60
DHL > 1000
Bacterioscopia +
Pus
o Obs ADA > 40 não drena
o Tratto 7d EV no mínimo e acompanhar se melhora
o Exsudato Critérios de Light diferencia de transudato não dá conduta de drenagem ou não
Proteína líq/sérico > 0,5
DHL líq/sérico > 0,6
DHL líq 2/3 > limite superior sérico
- Sepse
Diurese mais sensível manter > 0,5 ml/kg/h
SIRS 2/4 + Foco infeccioso presumido/identificado
o T < 36 / > 38
o FC > 90
o FR > 20 / pCO2 < 32
o Leuco > 12000 / < 4000 / desvio 10%
Grave Disfunção orgânica
o Tratamento Resolver infecção (e não volume!)
ATB precoce de amplo espectro Rocefin
Foco pulmonar Adicionar Claritro
Drenagem s/n
Se conseguir, culturas antes
o Early Goal ↓ PA/ ↑ Lactato PAM < 65
1. SE MOVEDX + ATB
2. Passagem CVC + medir PVC + ScvO2
3. Expansão SF até PVC 8-12
4. Nora até PAM 65-90
5. Ht < 30 CH até Ht > 30
6. ScvO2 < 70% Dobuta
- IRpA
PaO2 < 60/SatO2 < 90% em aa
o Colocar de Diagnósticos tanto Hipoxemia quanto IRpA
PaCO2 > 50 em aa
- VM
Gatilho abre válvula ins/fecha ex
o Controlados Tempo FR
o Assistidos Esforço paciente Pins (negativa)
Ciclagem abre válvula ex/fecha ins
o Tempo ins Modo ciclagem à pressão
o Volume ins Modo ciclagem a volume
o Fluxo ins Modo ciclagem à pressão de suporte
Curvas Inspiratórias
o Expiratória é igual em todos Passivo
o Cicla à pressão (e inspira à pressão)
Pressão quase Quadrada (PxT) constante (platô) Aumenta rápido e constante
Curva de volume é curvadinho
Curva de fluxo vai caindo à medida que o pulmão enche
o Cicla à volume (e inspira a fluxo)
Fluxo Quadrado (FxT) constante (platô)
Curva de volume são retas
Curva de pressão subindo à medida que o pulmão enche e tem Pplatô (Fluxo zero)
Pausa ins (F = 0)
Pressão de platô ~ Pressão que chega aos alvéolos
Preocupa explodir alvéolos e não traquéia, por isso se faz pausa ins pra ver a pressão que
chega até eles
Só modo a volume é possível ver
Se preferir modo à pressão, faz tudo, depois checa Pplatô trocando para modo a volume e
depois retorna ao modo à pressão
Mecânica Respiratória Padrão
o Sedação profunda + Bloqueio muscular Modo controlado
o Ciclagem a volume para ver pressão de platô
o FR 12
o Fluxo Quadrado 60L/min (1L/seg)
o Pausa ins 1 seg
o Complacência elástica = volume corrente/(Pplatô – PEEP)
Pplatô Representa alvéolo
PEEP Menor pressão
o Resistência = (Ppico – Pplatô)/Fluxo (em L/seg) R = U/i
Ppico – Pplatô = ddp = U
Fluxo = corrente = i
Ajustes
o Inicial
FiO2 100% e vai descendo até satO2 92-94%
PEEP 5
FR 12 Se controlado
VC 6ml/kg de peso ideal (IMC = 22)
Ppico < 45
Pplatô < 30
o Modos Todos FiO2 e PEEP Mexer em Ciclagem e Gatilho - Volume/Fluxo ou Pressão
Controlado FR (gatilho)
Assistido/Suporte Pins (gatilho)
À volume (C e A) Programar Volume/Fluxo
Pressão livre
Ciclagem à volume
À pressão (C, A e suporte) Programar Pressão até chegar ao volume desejado
Volume e fluxo livre
Ciclagem à Tins (Pressão)/Fluxo ins (PS)
o Resumo da Ópera
Todos PEEP, FiO2
Se controlado FR
A volume (Vins) Volume (6ml/kg) e Fluxo
À pressão (Tins) Pressão aumentando até chegar a volume (6ml/kg)
À pressão de suporte (Fins) Pressão aumentando até chegar a volume (6ml/kg)
Hipoxemia PaO2/FiO2 < 300
o G (A-a) 130 – (PaO2 + PaCO2)
< 20 Toda hipoxemia se deve à hipercapnia Tirar CO2 (medidas hipercapnia)
> 20 Distúrbio V/Q Aumentar FiO2/PEEP
Hipercapnia ↑ VC/↑FR/↑Texp(↓Tins)
o Ciclagem a volume + Volume/+ Fluxo
o Ciclagem à pressão + Tins/+Pins
Profilaxias PAV, ranitidina, Pcuff < 30, RX diário
Sedação e analgesia Mínimas, separadas, despertar diário
Desmame
o PaO2/FiO2 > 150 + Estável + GCS > 8
o FiO2 < 40 + PEEP < 8
o Prova de ventilação espontânea ok Psup 6-7 c/ PEEP 5 por 30min
- SARA Início agudo (< 1 sem) + RX opaco bilateralmente + Eco normal
Gravidade Baseado na PaO2/FiO2 com PEEP > 5
o Leve 200-300
o Moderado 100-200
o Grave < 100
VM
o VC = 6ml/kg de peso ideal
o Pplatô < 30/Ppico < 45
o Hipercapnia permissiva ph > 7,2
o ↑ PEEP > 10
- DAB Distúrbio principal Misto AG ∆AG/∆Bic Hipoxemia
Valores de normalidade
pH 7,35-7,45
pCO2 35-45
pO2 80-100
Bic 24±2
AG 10±2
Albumina 4
Exemplos:
- Acidose metabólica + Acidose hiperclorêmica Sepse + Expansão volêmica
- Acidose metabólica + Alcalose metabólica CAD + Vômitos
- Alcalose metabólica Intoxicação por AAS (salicilatos), hipovolemia, hipocalemia
- Artrites
Dx Artrocentese Gram + Cultura + Glicose + Celularidade + Cristais
Séptica
o Dx Gram e Cultura
o Tratto Genta + Clinda + Drenagem 6 sem + analgesia/AINEs
Gonocócica Tratto Rocefin 2 sem Ø Drenagem
Gotosa
o Dx Cristais de Urato
o Tratto Não iniciar Alopurinol na fase aguda. Manter se já usava
1. AINE + Colchicina
2. CE
DERMATO
- Dermatite de contato
QC Irritante ou alergia Eczema
Tratto CE tópico/VO + Anti-H1 VO + MEV/Emoliente + Pach-test
- Dermatite Atópica
QC Eczema nas ‘fossas’ no atópico (AP/AF rinite/asma/DA)
Tratto CE tópico (VO dá rebote) + Anti-H1 VO + MEV/Emoliente
- Dermatite de Estase
QC Eczema + Dermatite Ocre
Tratto CE tópico/VO + Anti-H1 VO + Emoliente + CxVasc
- Urticária Aguda/Crônica 6 sem
QC Placas Urticas
Tratto
o Aguda (picada, drogas) Anti-H1 VO + CE-VO
o Crônica Anti-H1 + Investigar
HMG + VHS + PPF + TSH/T4L + H. pylori + IgE + skin tests
- Angioedema/Anafilaxia
QC Edema tudo agudo + ↓PA + NV
Tratto
o Alteração voz IOT
o Adrenalina IM + CE-VO + Anti H1 e H2 EV + Afastar causa
o Seguimento
- Medicamentosas Alopurinol, retroviral, ATB, sulfas, anticonvulsão, QT, analgésico
Erupção Fixa Medicamentosa
o QC Eritema vermelho-azul fixo c/ recidivas sempre no mesmo local
o Tratto Suspender droga suspeita
Exantema
o Causas
Drogas 1-2 semanas depois
Tratto Suspensão droga Anti-H1 VO CE-VO
Vírus Rubéola, EBV, eritema infeccioso (parvovírusB19), HIV agudo
Bactérias Escarlatina
Parasitas Estrongiloides
SSJ/NET – Sde Stevens-Johnson/Necrólise Epidérmica Bolhosa - <10%/>30%
o Causas Drogas 1-3 semanas depois
o QC Nikolsky + só nas áreas afetadas
o Tratto
UTI + Suporte
Suspensão droga
Aval Oftalmo + ORL + Gineco + Dermato + MI
- Dermatoviroses
Herpes simples
o Dx Clínico / Citológico
o Tratto Aciclovir VO
Eritema Polimorfo Drogas, Herpes
o QC Lesão em alvo
o Tratto
Fase Aguda CE-VO
Recidiva Aciclovir VO
Zoster
o QC Vesícula em dermátomo (idoso)/dermátomos (imunossuprimido)
o Tratto Aciclovir VO/EV + Analgesia potente
Neuralgia pós-herpética Gabapentina
Molusco contagioso Auto-limitada
o QC Vesículas
o Tratto Curetagem
- Piodermites
Impetigo
o QC Vesículas + Crostas melicéricas Strepto/Staphylo
Bolhoso toxina S. aureus
o Complicações GNDA, febre reumática, celulite
o Tratto Limpeza local + Mupirocina tópico/Cefalexina VO
Celulite/Erisipela Strepto/Staphylo
o Tratto Cefalexina VO/Oxa EV 7d
Celulite Periorbitária Internar!
o Causas/Tratamentos
Pós-trauma S. aureus Oxa EV
Pós-sinusite/desconhecida Pneumo, hemófilo Rocefin EV
o Complicações Orbitária (meningite etc) TC órbitas
Proptose
Deslocamento lateral
Restrição movimento
Dor movimento
↓ acuidade visual
Sde Pele Escaldada Estafilocócica (SSSS)
o Causa Toxina S. aureus após faringite/otite/conjuntivite/impetigo
o Perfil Cça < 2a/Imunocomprometidos
o QC Febre + Eritema difuso Bolha Rompe
Nikolsky + difuso pele sã e áreas afetadas
o Tratto
UTI + Suporte
Oxa EV
- Abscesso/Furúnculo (abscesso de foliculite)/Carbúnculo (furúnculos)
Tratto
o Agudo Cefalexina VO + Drenagem se flutuação + Higiene local
o Recidiva ATB tópico (descolonização)
- Zoodermatoses
Escabiose ácaro
o QC Prurido noturno fossas + períneo
o Tratto Permetrina 5% tópico + Cuidados + Contactantes íntimos
Larva Migrans Ancylostoma brasiliensis (bicho geográfico)
o QC Prurido + lesão geográfica (tortuosa)
o Tratto Albendazol VO
o Profilaxia Evitar fezes cão/gato – areia
Miíase Larvas moscas
o QC
1ária ‘Abscesso’ com coisas se movendo dentro
2ária Larvas em úlcera
o Tratto Retirada larvas
Pediculose do couro cabeludo Piolho
o QC Prurido no couro cabeludo
o Tratto
Piolhos Xampu de Permetrina 1%
Lêndeas Remoção com vinagre + água (1:1) + pente fino
Examinar e tratar contactantes afetados
- DST Solicitar sorologias
Sífilis Treponema
o Recente < 1 ano
o Tardia > 1 ano
o QC + Tratto + Dx
1ária Benzeta 1x
Cancro duro Borda infiltrada + Fundo limpo + Ø Dor
LND bilat
Pesquisa Treponema campo escuro
VDRL + FTA-abs
2ária Benzeta 2x 1x/sem
Lesões palmas-plantas, alopecia em clareira
VDRL + FTA-Abs
3ária Benzeta 3x 1x/sem
Neurossífilis LCR com VDRL
VDRL + FTA-Abs
o Notificação Recente, Gestante, RN
Cancro Mole Haemophilus ducreyi
o QC Pápulo-pústula Úlcera picada + Fundo sujo + Dor
Bubão unilat pode punção de alívio, mas não drenar
o Dx Bacterioscopia (G–)
o Tratto Azitro VO dose única
- Hanseníase Mycobacterium leprae
Notificação
Paucibacilar (I/T) x Multibacilar (D/V)
Dx Clínico
o PB Teste sensibilidade/pilocarpina/histamina Alteração = Dx
o MB Baciloscopia (linfa) 1 bacilo = Dx
Tratto
o PB DR Dapsone + Rifampicina
o MB RIFA-CD Rifampicina + Clofazimina + Dapsone
Reações
o Tipo I Dimorfas
QC Sem toxemia, eritema/edema das lesões prévias
Tratto DR/RIFA-CD + CE-VO
o Tipo II Virchowiana
QC Toxemia, ‘ites’
Tratto RIFA-CD
Leve Analgesia
Moderadas/Intensas Talidomida (exceto ♀ fértil)
‘Ites’ CE-VO
- Hipotiro Xerose + Edema face e mãos + Unhas e cabelos quebradiços
- Hipertiro Mixedema pré-tibial + Exoftalmo + Vidro de relógio
- DM Acantose nigricans
- Pelagra
QC 4D Deficiência niacina
o Desnutrição
o Diarréia
o Dermatite
o Demência
Tratto
o Complexo B
o Fotoproteção
o Ø Etilismo + Alimentação adequada
- Tumores cutâneos
CBC/CEC
o Dx Bx incisional + AP
Palpar LNDs e EF completo
o Tratto Exérese em fuso com margem + Fotoproteção + Seguimento
Melanoma
o Dx Bx excisional + AP (Breslow)
NEURO
- TC antes de LCR HIC NV, convulsões, sinais focais, papiledema, GCS < 15
- HPN Idiopático, talvez diminuição da reabsorção do LCR
Tríade Demência + Marcha anormal + Incontinência urinária
TC/RNM Ventrículos laterais aumentados sem atrofia Hidrocefalia
LCR Pressão e restante normal QC sem sinal de HIC
o TAP-Test
Retira 30-50ml de LCR
Avalia marcha + cognição pré e pós-teste (24h)
Houve melhora Indicar drenagem
Não houve melhora Não indicar
Tratamento definitivo DVP
- EM Desmielinização do SNC
Epidemiologia ♀ jovem (30-45a)
Tipo mais comum Remitente-relapsante
o Surtos agudos com déficit focal que melhora, vai se acumulando (permanentemente) e uma hora as
sequelas se tornam irreversíveis
o Sinal de Uthoff Déficits pioram com aumento da temperatura
o Sinal de Lhermite Sensação de choque elétrico começando em cervical e descendo aos MMII
QC
o Paresias
o Hipoestesias
o Neurite óptica, geralmente unilateral
Não visível ao FO por ser retrobulbar ‘O paciente não enxerga nada, o médico tão pouco’
o Diplopia fecha um olho e melhora o déficit
o Ataxia quando acomete cerebelo
o Vertigens
o Disfunção vesical Hiperatividade do detrusor
Dx
o Envolvimento de ≥ 2 áreas do SNC com intervalo > 1m sem outra explicação
Ajudam a diagnosticar
RNM Acometimentos Salpicado onde deveria ter mielina (substância branca)
o Periventricular bilateral
o Nervo óptico unilateral
o Placas póstero-laterais da medula
Potencial evocado lembrar que bainha de mielina facilita condução
LCR IgG + Alterações inflamatórias Excluir outras causas
o Tratto
Surtos Pulso Metilpred EV 5d + Ivermectina + Pred VO após por 2m
Crônico Betaseron (Interferon Beta)
- Cefaléias 1árias
Enxaqueca
o Dx
2/4 Unilateral + Pulsátil + Impede atividades + Piora com exercícios
1/2 N e/ou V + Foto e Fonofobia
o Aura
3/4 Sinais reversíveis + > 5 min + < 60 min + início cefaléia < 60 min
o Tratto
Agudo Dipirona + Naproxeno + Plasil
Estado de mal enxaquecoso (> 72h) Dexa
Infarto enxaquecoso Persiste sinais Neuroimg
o Profilaxia Propranolol Amitriptilina Verapamil
Tensional
o Dx
2/4 Bilateral + Aperto não-pulsátil + Limita mas não impede atividades + Não piora com
exercícios
2/2 N ou V ausentes + Foto e/ou Fonofobia ausentes
o Tratto
Dipirona com cafeína Ibuprofeno Amitriptilina
Em Salvas ♂ jovem TBG ↓ pO2 Sazonal
o QC Orbitária + Temporal + Acorda com dor + Pior dor + Desespero
o Alteração ipsilateral da face Lágrima, congestão/rinorreia, edema, suor, miose
o Tratto O2 máscara + Triptano SC + CE-VO 3 sem e desmame
o Profilaxia Verapamil
Abuso de analgésico
o QC Opressão + manhã + piora com exercício + sem NV/FF + alteração padrão diário
o Tratto
Suspender droga de abuso Se opióide/barbitúrico, desmame
AINH EV/IM/VO Dexa EV/IM/VO por alguns dias
- Cefaléias 2árias
Sinais de alarme Relacionado a:
o Tempo Súbito / Início <1a / >50a
o Neuro Alteração exame neurológico / Toxemia
o Base Neo / Imunossupressão
o Evento Pós-TCE / De esforço
o Tratamento Progressiva / Refratária
Dx
o Exame neurológico completo + FO
o TC Crânio sem contraste Todos
LCR com manometria após TC
o TC Crânio com contraste Neo / Imunossuprimido
o AngioTC arterial Sangramentos, aneurismas
- HIC ↓PIC e evitar que aumente
Decúbito 30º
Dieta laxativa
Manitol EV
Analgesia
Anti-eméticos
Sedação
Omeprazol
Cirurgia
o Exérese lesão
o Cranié descompressiva
o Monitorização de PIC – Implantes
- AVC
Dica
o Quando sangra < 180x105 + Cabeceira 30º + Chamar NC
o Quando isquemia 180x105 - 220x120 + Cabeceira 0º
Causas
o Aterosclerose de grandes vasos AngioTC arterial / AngioRNM / Doppler carótidas Endarteré
o Cardioembolismo Eco/ECG/Holter/RXTX Anticoagular
o Oclusão de pqnos vasos Antiagregar
o Dúvida Antiagregar
Prescrições Padrão
o Internação em UTI com monitorização contínua
o Jejum
o SF Não pode SG
o Omeprazol EV
o O2 por cateter s/n
o Dx 6/6h
o Insulina R SC conforme glicemia capilar
o Não puncionar membro parético
o Fisio
o Fono
o Avisar se PA > x Nitroprussiato
o Repouso a xº
o Profilaxia Trombose AAS + HNF / Trombólise / Meias
- Neuroinfecto
Meningite bacteriana Rocefin (P/H/Empírico) ou Ampi (M) 10d
Meningite viral Sintomáticos Aciclovir 3 semanas se Herpes
NeuroTB RIPE 2m + RI 7m + Pred 1m
NeuroCripto Anfo + 5-Fluorocitosina 2 sem + Fluco 8 sem
NeuroToxo
o TC Crânio c/ CTE múltiplos hipo realce
o Tratto SPA 6 sem
Linfoma 1ário SNC
o TC Crânio c/ CTE única hipo realce
o Dx Teste terapêutica SPA Negativo Bx
o Tratto RT + CE
LEMP
o TC Crânio c/ CTE múltiplos hipo sem realce
o Tratto TARV
- Acidente Material Biológico
Lavar água e sabão
Sorologias Fonte + Contato HIV, HepB/C, Chagas sn
o Fonte – alta
o Fonte desconhecido seguimento
o Fonte + Profilaxias
HIV AZT + 3TC + LPV/r
HepC seguimento
HepB
Fonte Vacina Ig
< 3 doses + +
> 3 doses Depende do tempo
< 5a - -
5 – 10a + -
> 10 a + +
- Dengue
Dx Cefaléia + Mialgia + Artralgia + Dor orbitária + Exantema + Prostração + Hemorragias (Prova do laço+)
+ Exposição área endêmica
Estratificação
o Grupo A Sem sinais alerta + Sem hemorragia
o Grupo B Sem sinais de alerta + Com Hemorragia
o Grupo C Sinais de alerta + Com ou Sem Hemorragia
o Grupo D Choque
Febre Hemorrágica Febre + Plq < 100K + Hemorragia + ↑Ht/derrames
Exames HMG + TGO/TGP + Coagulo + BTF + RX Tórax + Sorologia D6
Tratto
o A/B Hidratação VO vigorosa + Analgesia sem AAS + Retorno sn
o C/Febre hemorrágica Expansão + Manutenção EV Repetir Ht
Melhora Fluxo A/B
Não melhora Fluxo D
o D Expansão agressiva EV UTI
↓ Albumina Albumina
Sangramento CH
- HIV 1 ELISA + 1 WB + 1 ELISA positivos
- AIDS HIV + CD4 < 350/Doença de imunossuprimido AZT + 3TC + LPV/r
Exames
o HMG + FR + TGO/TGP + PL
o CD4/CV
o PPD/RXTX > 5 Investiga TB/Z por 6m
o Sorologias Toxo, CMV, HepA/B/C, HTLV, Chagas
o FO
o PPF + U1 + CCO
SIRI Manter TARV + Iniciar CE/AINEs
Profilaxias
o CD4 < 200 = Bactrim
o PPD > 5 Z por 6m se afastada TB
Infecções Oportunistas
o BCP Infecção pulmonar mais comum no HIV
o Pneumocistose Infecção pulmonar mais comum no HIV que no hígido
QC História insidiosa + exame pulmonar nl + ↓pO2 + ↑DHL
RX Infiltrado intersticial bilateral
Dx Cultura para P. jiroveci no escarro/LBA
Tratto Empírico
ATB Bactrim 21d
CE se PaO2 < 70 aa/G (A-a) > 35
Manter HAART se já usava. Introduzir após 2 semanas se não usava
Esperado Piora clínica com tratamento entre 3-5 dias
o TB Normal/Miliar
RXTX Infiltrado bilateral
Tratto RIPE
o Sarcoma de Kaposi
QC Dispnéia + Tosse seca + Dor torácica + Manchas pele + Linfedema
RXTX Nódulos + DP
Tratto QT
o Histoplasmose mesmos sintomas TB Anfo
o Candidíase Esofágica EDA Fluco
o Candidíase oral sai com raspado Fluco
o Leucoplasia pilosa (EBV) não sai com raspado Aciclovir
o CMV Ganciclovir
- HepC
Dx Anti-HCV
Seguimento FH + FR + TGO/TGP + Sorologias
Tratto Interferon + Ribavirina
Vacinar para Hep A + B + Suspender OH + Rastrear HCC (USG + alfafeto)
- HepB
Dx
o Susceptível Tudo negativo
o Vacinado Só anti-HBs +
o Teve contato com vírus Anti-HBc +
Infecção aguda Anti-HBc IgM +
Infecção prévia Anti-HBc + com IgM –
Clareamento AgHBs -
o Imune Anti-HBs +
o Não imune Anti-HBs – Vacinar
Crônico AgHBs +
Replicante AgHBe +
Latente que já replicou Anti-HBe +
Latente que não replicou Anti-HBe -
Seguimento Igual HepC
Tratto Interferon + 3TC
Vacinar para Hep A + Suspender OH + Rastrear HCC (USG + alfafeto_
- HepA
Dx Anti-HAV IgM IgG, TGP > TGO
Tratto Auto-resolução Isolamento de contato
- Leptospirose
Dx ELISA, HMC, cultura no LCR
Tratto Pen Cris 10d
- Tétano
Dx Clínico
Exames ↑CPK Alcalinizar urina
Tratto Suporte UTI + Ig antitetânica + Debridamento + Pen Cris
- TB
SEMPRE PESQUISAR HIV
Tratto RIPE
Pulmonar
o Dx RX Tórax + Escarro (pBAAR + cBAAR)
o Tratto RIPE 2m + RI 4m
Pleural Bx Pleura + AP ADA > 40 em DP sugere
Óssea Bx osso + AP cça longo/adulto vértebra
QP
o HIV + PPD > 5
TB RIPE
Não TB Z 6m
o RN Z 3m PPD
PPD + + Z 3m + Não Vacina
PPD - Suspende + Vacina
o < 10a Faz primeiro RXTX
Sintomático Investigar TB
TB RIPE
Não TB
Assintomático RXTX
Alterado Investigar TB
Normal PPD
o > 5 Z 6m
o < 5 PPD 2m
> 5 Z 6m
< 5 Alta
o > 10a Faz primeiro PPD
Igual < 10a, mas inverte RXTX ↔ PPD
HEMATO
- Linfoma
Dx Bx LND + DHL + Eletroforese proteínas + FH + FR
Estadiamento TC cervical + tórax + abdome + pelve + PET-SCAN + Bx MO
Tratto QT
- MM Velho + dor óssea + fraturas patológicas + hiperCa + penias
Dx Eletroforese proteínas + RX lítico + Mielo > 10% plasmócitos + HMG (hemáceas empilhadas)
- PTI
Dx Exclusão Plaquetopenia pós-infecção viral
Tratto Indicações
o Plq < 50K interna e observa
o Plq < 10K/<20K + sangramento Pulso CE S/ resposta Esplené
o Transfusão Plq + CE-EV Plq < 10K + sangramento
REUMATO
- AR
QC
o Poliartrite simétrica e aditiva de pqnas articulações + Rigidez matinal 1h
o Mãos principalmente, com desvios muitas vezes
o Nódulos reumatóides
o Inespecíficos, vasculites, Sjogren
Dx
o QC
o RX mãos erosões
o FR +
o HMG (anemia dça crônica) + VHS + PCR + FAN
Tratto
o Cloroquina
o AINEs
o CE casos graves
- Fibromialgia
QC Depressão + Dor crônica em Tender points (> 11/18)
o Tender Points Posição Anatômica
De frente Acima cotovelo e joelho
Frente e atrás Onde põe colar
Atrás Começo e fim risco bunda
Tratto
o Amitriptilina/Fluoxetina
o Analgésicos/AINEs
o BZD sn
o PT + TCC
o Atividade física
- LES Dona Rosa
Exames todos que acometem Dona Rosa
Tratto
o Fotoproteção
o AINEs/CE
o Cloroquina
- Osteoartrite
QC Artralgia insidiosa, mecânica, rigidez < 15min, crepitação
Exames RX articular Redução espaço + Esclerose + Osteófitos + Cistos
Dx QC + RX alterado
Tratto Analgesia/AINEs/Infiltração CE + MEV
- Osteoporose
Dx DMO T mulher menopausa Z todos outros
o T < –2,5 / Z < –2 Osteoporose
o T – 2,5 - – 1 Osteopenia
Exames
o Ossos, tiroide, rins, eletroforese proteínas
Tratto MEV + Ca + Zolendronato + Calcitonina
INCOR
- BLS/ACLS
5C Chama - Checa - Chama - Checa - Comprime
CABD
CAGADA
TORRESMO
VANEL (na IOT)
5H + 5T
o Alternância elétrica altamente sugestivo de Tamponamento
o Pericardite ECG c/ supra difuso + TS + InfraST em AVR e/ou AVF
MOVEAUTI
o Monitorização eletrocardiográfica, de FC, PA, FR, satO2
o Oxigenioterapia c/ (...)
- TEP
HC-FCT-TT > 3 = Anticoagula + AngioTC
Fatores prognósticos BNP/Tropo/Disfunção VD/Hipotensão
ECG TS/inversão T V1-V4/S1Q3T3
o I/Disfunção VD Trombólise HNF + rTPA
o E e VD nl Anticoagulação
HNF EV em BIC TTPA(R) 1,5-2,5 6/6h
TTPA estável Inicia Varfarina INR 2-3
INR estável Suspende HNF após 48h
Suspende Varfarina:
o 3m causa diagnosticada e revertida/pós-op
o 6m causa desconhecida
o ∞ recorrente/trombofilia
- EAP
LMNOP (VNI)
- DAAo
ABCD - Analgesia + Betabloq + Controle PA + Disk Cx Torax
- IC Descompensada
ABCL
- Bradi instavel
AMED - Atropina + MP ou Epinefrina ou Dopa
- Taqui instavel
OSASCO
- Dor Toracica
CALISFA Característica E Localização + Irradiação OU Sintomas associados + Fatores de melhora OU
piora
- SCA-SS UDT positivou = alto risco, portanto, so avalia risco em dor A e B
- Estratificação risco
EDEMIA Exame físico + Dor (>20min no/nao PS/<) + ECG + MNM + Idade (>/75-70/<) + Antecedentes
pessoais (DM/Atero/nd)
- SACIPE/MONABISCH
Estratégia de reperfusão SCACS ∆t início da dor e ainda com dor
Estratificação SCASS
o Morfina
o O2
o Nitrato = Nitroglicerina/Isordil
o AAS
o Betabloq
o iECA
Cr subiu >25% Suspende
Cr subiu < 25% Mantém
o Sinvastatina
o Clopidogrel
o HNF
o Perfumaria - Ranitidina, jejum, repouso, zofran, Dx, diazepan
- ACD irriga NSA/NAV
- ACE irriga mais massa
- Supra D2/D3/AVF pedir V3R e V4R (inferior)/V7 e V8 (posterior)
- SCACS
Dor > 12h OU T porta-balão < 90min OU CI a trombolise = Angio 1aria
Dor < 12h E T porta-balão > 90min E s/ CI a trombolise = Streptoquinase em < 30min
- Killip
- Endocardite infecciosa
QC
o Lesões de Janeway manchas retina FO
o Nódulos de Osler “Eritema nodoso dos dedos”
o Manchas de Roth embolizações distais dedos, unhas
Eco-TE vegetação, abscesso, deiscência prótese, novo sopro
Outros exames FO, RX, HMG/HMC/PCR
Tratto
o Nativa/Prótese > 2m POG Peni + Oxa + Genta
o Prótese < 2m/Nosocomial VARIG Vanco + Rifampi + Genta
Complicações
o Cardíacas Insuficiência valvar/Choque cardiogenico
o Extra-cardíacas Embolizacao, aneurisma micótico + Hemorragia intracraniana, febre reumática
Profilaxia (qualquer prótese, mesmo joelho) Amoxa
- Pericardite
ECG supra-ST difuso + infra-PR + TS
Internação Grande derrame, instável, dor importante, dça base grave
Tratto Tratar causa-base
o Urêmica = Diálise
o TB = RIPE
o Idiopática = AINE + Colchicina CE se não melhorar
- Derrame pericárdico
ECG
o Baixa voltagem frontais < 10 QDD; laterais < 5 QDD
o Alternância elétrica
o TS
RX ↑ área cardíaca
Eco ~ FAST
Pericardiocentese diagnóstica dúvida diagnóstica/TB/neo/infecção bacteriana
Periocardiocentese terapêutica pré-tamponamento/tamponamento
Tratto Tratar causa-base
- ECG Padronização Uma derivação não faz verão
1. P D1, D2, AVF, longo
a. Sobrecargas > 2,5 QDD
i. SAD Pra cima
ii. SAE Pro lado
b. Freqüência
c. Plus-Minus V1
d. Eixo Focos ectópicos
2. QRS D1, D2, V1-V6, AVF, D3, AVR, AVL
a. Orientações
b. Alargamento > 3 QDD BR, HiperK, Tricíclico
i. BRD V1 +
ii. BRE V1 –
iii. BDAS D2 e D3 negativos progredindo
c. Sobrecargas
i. SVD QRS estreito com V1 +
ii. SVE R AVL > 11 QDD / Strain V5-V6
d. Extrassístoles
i. Estreito Supraventricular
ii. Alargado Ventricular
3. ST
a. Supras
i. SCA-CS-ST
ii. Difuso Pericardite
b. Infras isquemia (espelho), digital
4. PR
a. Aumento > 5 QDD BAVs
i. I Todo P faz QRS
ii. II
1. Mobitz I PR vai alargando até que P não conduz
2. Mobitz II Todo P faz QRS até que um não faz
3. 2:1 Não dá para diferenciar Mobitz I de II
iii. III ou Total P-P regular + R-R regular + dissociação P-R
b. Curto WPW
c. Infras Pericardite
5. QT
a. Longo/Curto
6. T
a. Inversão
b. Hiperaguda
c. Apiculada
d. Achatada
7. U Presença?
8. Freqüência 300/150/100/75/60/50 1500/R-R
9. Voltagem
Especiais
o Pericardite Supra-ST difuso feliz + Infra-PR
o Derrame pericárdico Baixa voltagem + Alternância elétrica
o Chagas BRD + BDAS BAV + ES
o Valvopatias Sobrecargas específicas
o HP SVD
o DPOC P pulmonale (SAD) + Baixa voltagem
o Obesidade Baixa voltagem difusa + FC normal
o Hipotiro Baixa voltagem difusa + ↓FC BAV
o Hipertiro Elevada voltagem difusa + ↑FC FA alta resposta
o TEP TS / S1Q3T3/ T negativa V1-V4
o Lesão Cerebral Aguda T cerebrais T negative gigante
o Hipotermia ↓FC + QRS alargado + QT longo
o HiperK T apiculada simétrica + P achatada + QRS alargado
o HipoK T achatada + Onda U positiva
o HipoCa QT longo
o HiperCa QT curto
o Ação digital Infra-ST (colher) + T achata + QT curto + PR largo
o Intoxicação digital Taquis, BAVs, ES
ORL
- Rinossinusite diferenciar vírus e bactéria
Bactéria Piora após 5d / Persiste por 10d
o Aguda < 3m Amoxa 10d Clavulin
o Crônica > 3m Claritro 1m
o Crônica recorrente SO
Complicações Celulite peri-orb TC seios face + Aval oftalmo/cirurgia
o Pré-septal ATB VO/EV + Drenagem
o Pós-septal ATB EV + Sinusé
Pós-trauma S. aureus Oxa EV
Pós-sinusite/desconhecida Pneumo, hemófilo Rocefin EV
- Faringotonsilites
Viral suporte
o Mononucleose infecciosa EBV
QC Febre + Dor de gargante + Adenopatia + Placas esbranquiçadas nas tonsilas
Lab LinfAtípicos + ↑TGO/TGP + Sorologia (excluir HIV)
Bacteriano Pontos amarelados nas tonsilas Amoxa 10d
o Complicações imunes Escarlatina, FR, GNDA, SSSS Benzeta
o Complicações supurativas OMA, Abscessos (drenar) Peni Cris
- OE Pseudomonas
QC Caiu água + Otalgia + Inflamação OE + Secreção
Tratto Drenagem secreção + Cipro tópico + Proteger entrada água
- OMA Pneumococo, Moraxela, Hemófilo
Otoscopia
o MT ↑ vasc
o MT abaula, principalmente ápice mais frouxo
o Hiperemia da OE perto da MT
OMA Supurada saída secreção por buraco e alivia sintomas proteção água
Complicações TC crânio/seios face
Tratto Amoxa Clavulin
- OMA Secretora Cça com disfunção tubária Evolui para OMC Supurativa
QC Hipoacusia + Otalgia
Otoscopia MT opaca/retraída por secreção na OM + MT ↑ vasc
Tratto Clavulin + CE Tubo ventilação
- OMC perfuração MT por um tempo e não fechou diferente de OMA supurada
- OMC Supurativa
QC Semelhante secretora, mas com otorreia
Otoscopia MT perfurada com OM com edema + hiperemia + úmida
Tratto Igual OE melhorou = Timpanoplastia
- OMC Simples Perfurou p.e, trauma
Hipoacusia com otorreia ocasional
Otoscopia Perfuração + OM normal Limpa e sem hiperemia
Tratto Proteção água + Timpanoplastia
- OMC Colesteatomatosa Epiderme invade mucosa
Perfuração + otorréia muito fétida
Otoscopia Colesteatoma (gordurinha) no ápice
Tratto Mastoidé
- Audiometria
Graus Começa 20, ∆20, ∆30, ∆20, ∆30, Termina 120
Normal < 20
Leve 20-40
Moderada 40-70
Severa 70-90
Profunda 90-120
Anacusia > 120
O< Red Right Lado direito
X> Blue Left Lado esquerdo
1º Aérea O X se normal, não faz óssea, pois já está tudo normal. Se alterado, faz óssea também para ver se
não tem problema também na óssea
2º Óssea > < Só faz se aérea alterada
Laudo
Bom + Junto Normal
Ruins + Junto Neurossensorial Presbiacusia, p.e
Aérea ruim + Osso bom Condutiva Cóclea normal, mas som não chega na cóclea OMA,
otosclerose, cerúmen
Ambos ruins, mas separados (gap) Mista Colesteatoma, p.e
OFTALMO
- BAV súbita
Sem dor ocular
o Uveítes, hemorragia vítrea, descolamento retina, dças vasculares retinianas, neuropatia óptica isquêmica,
papiledema
Com dor ocular
o Olho calmo Neurite óptica
o Olho vermelho Uveítes, dças corneanas, traumas, glaucoma (agudo, neovascular)
- Dor ocular
Sem BAV Conjuntivite, dças corneanas periféricas, esclerite anterior, corpo estranho
- Perda Súbita da Visão Encaminhar oftalmo
- Queimadura química/Perfuração Ocular
Não retirar fragmento
Lavagem com muito SF
Curativo não compressivo com copo plástico
Encaminhar a oftalmo
- Refração
Miopia Olho comprido Não vê distante Lentes divergentes (negativas)
Hipermetropia Olho curto Não vê perto Lentes convergentes (positivas)
o Presbiopia mesmos sintomas/tratamento
Cristalino rígido + ↓ acomodação
Astigmatismo Curva da córnea irregular Lentes cilíndricas
- Glaucoma ↑ Pressão intra-ocular Assintomático Degenera N. óptico BAV
Dx Pressão intraocular + Morfologia n. óptico + Campo visual
o Sugestivo Hemorragias em chama de vela/entalhe no disco óptico
Tratto Reduzir pressão intra-ocular
o Clínico
Esvaziar humor aquoso (HA) Pilocarpina + Prostraglandinas
Diminuir produção HA Timolol, alfa-agonista
o Cirúrgico se clínico não funcionar
Trabeculectomia drenagem para espaço subconjuntival
Ciclodestruição destruição do corpo ciliar (produtor HA)
o Agudo Midríase fixa + Fotofobia + Dor + NV + Hiperemia + Lágrima
Manitol EV + Aval oftalmo
- Manifestações de Doenças Sistêmicas
Retinopatia DM Leva à cegueira
o Não-Proliferativa tudo fica gordinho e duro, igual os pacientes
Microaneurismas
Alterações venosas ensalsichamento
Edema de mácula
Exsudatos duros
Hemorragias em chama de vela atentar glaucoma
o Proliferativa Neovasos foda
Descolamento de retina tracional
Hemorragia vítrea com BAV súbito
Glaucoma neovascular
o Tratto Proliferativa/Não-Proliferativa severa
Pantofotocoagulação com laser
Vitrectomia se descolamento ou hemorragia não absorvida em 1a
Retinopatia HAS tudo fica apertado e fofinho
o FO
Estreitamento arteriolar
Cruzamentos AV patológicos
Exsudatos algodonosos Isquemia
Hemorragias em chama de vela atentar glaucoma
o Complicações agudas
Compressão v. central da retina BAV súbito
Papiledema HAS maligna
Reumáticas Uveíte anterior
Infecciosas
o Toxo/CMV Coriorretinite
o Sífilis/TB Uveíte anterior
o AIDS Microangiopatia
- Olho Vermelho
Sinais de alerta
o Dor Conjuntivites, úlcera córnea, glaucoma agudo, uveíte anterior
o ↓AV Úlcera córnea, glaucoma agudo, uveíte anterior (CE)
o Uso de lente de contato
o Trauma, corpo estranho, cirurgia ocular recente
o Secreção purulenta Conjuntivite bacteriana, úlcera córnea (↓AV)
o Cronicidade
Tratto
o Conjuntivite viral Colírios lubrificantes + Compressa fria
o Conjuntivite bacteriana Cipro tópico 7d + Limpeza com SF
o Conjuntivite gonocócica Interna + Rocefin EV
PQ
SCUT
- PALS
Tam. Cânula = Peso/4 + 4 sempre s/ cuff
6H + 5T cça entra Hipoglicemia
Choque 4-4-4J/kg
- Taqui TSV/TV
E Gelo na cara (apenas para TSV) Adenosina Amiodarona
I CVES
- Bradi
E O2 Não rolou Trata como PCR
I CVES
- BQL
Pode prova terapêutica 3x Salbutamol
- Neutropenia febril igual adulto
- Sde Lise Tumoral igual adulto
- Intox
Sde ANTIcolinérgica Antis
o Antidepressivo Tricíclico + Anti-histamínico + Anti-espasmódico + Antiparkisonianos
- Hemorrágicas
1aria (Plq) Sangra superficial/pouco
o PTI Plq < 20K c/ sgto ou < 10K = pulso CE/Ig refratário = esplené
2aria (fat coag) Sangra profundo/muito
o Hemof A e B reposições (a 100% quando sgto grave ou risco de)
Mista
o Dça VW Reposição DDAVP (leve) ou fator VW e VIII (grave)
- CAD
Dx Igual adulto, mas Glic > 200 (em vez de 250)
Tratto Igual adulto + esquece Na
o Expansão SF 50 ml/kg
o Manutenção SF 20 ml/kg (desencana do Na)
o Insulina R EV 50U + 500 ml SF
o Reposição K < 6,5 (no adulto é < 5,3)
o Bic é igual
o Suspensão do tratamento também
- Bradi Ventilação não rolou trata como PCR
- Taqui
TSV Gelo na cara
- FSSL até 3a
Se tem sintoma respiratório frustro, também é FSSL
RN a 3m colhe tudo
3m-3a precisa de 2/4 fatores de risco para pensar em ITU e colher U1/URC
Toxemia/<3m Pacote completo
o HMG/HMC/PCR + U1/URC (SVD) + RX Tórax/Triagem vírus respiratórios + LCR/glicemia +
Internação
Alto risco/toxemia Cefalo 3ª + Antitérmico + Controles
Baixo risco Antitérmico + Controles
3m-3a
o com T < 39ºC Antitérmico, Observação + Reaval se febre 48h ou pior
o com T > 39ºC
< 3 doses Anti-pneumo HMG/HMC + Amoxa
3 doses Anti-Pneumo/♂ < 6m/não circuncizado < 1a U1/URC
o U1/URC ♀ < 2a
T > 39ºC/febre > 48h/< 1a/branca
o RX Tórax
Hipóxia/Sintomas resp/Leuco > 20K
- ITU
U1
o Leuco > 100K
o Nitrito +
o Cilindrúria Pielo
URC UFC
o Jato médio > 100K
o SVD > 10K
o Punção > 1K p/ G+ ou >0 p/ G–
Pielo Bacteriúria + T > 38ºC/Lombalgia
Cintilo com DMSA Dúvida/ATB prévia
Internação
o <3m/MEG/Falha/Aderência/MF/IRA/Imuno
Tratto
o Ambula
Baixo Cefalexina VO 3d
Alto Cefalexina VO 7d
o Internado Cefalo 3ª EV por 24h + completar 7d esquema ambula
o URC se piora/não melhora após 48h
o Baseado em URC anterior se existente
Profilaxia Recorrente/Investigação TU Nitrofurantoína
Investigar TU Quanto mais cedo ou mais bizarro
o Recorrente > 2
Alto = 2
Baixo = 1
o Atípica 3 germes + 3 rim
Sepse + Falha + ≠ E. coli
Oligúria + Bexigoma + IRA
o ITU normal USG nos <6m após 6m
o ITU atípica/recorrente
USG para todos
Na hora nos <6m
Após 6m nos >6m
UCM nos <6m
DMSA nos <3a
- Exantemáticas
Sarampo
o Febrão + Gripe forte + Conjuntivite
o Exantema
Eritema máculo-papular morbiliforme crânio-caudal
Descama no final
Manchas de Koplik brancas no palato e na gengiva
o Tratto Isolamento + Suporte
Escarlatina Strepto pyogenes
o Febre alta pós-faringite/impetigo ASLO
o Eritema
Difuso - Vermelho intenso – Áspero Tudo vermelho
Intenso em dobras Sinal de Pastia
Língua cheia de dobras Língua em framboesa
Impressão pela língua Palidez peri-oral Sinal de Filatov
o Tratto Benzeta
Rubéola
o Febrícula + Retroauricular + Monolike + Artralgia + Petéquia Pálato
o Exantema
Rosa da cabeça pra baixo centrífugo
o Tratto Isolamento + Suporte + Atenção a gestantes
Enterovirose Dça Mão-Pé-Boca-‘Bumbum’
o Febre + Diarréia
o Exantema
Vesículas mão-pé-boca, ‘ites’
o Tratto Suporte
Eritema Infeccioso Parvovírus B19
o Exantema
Face esbofeteada
Rendilhado áreas expostas Crochê
o Tratto Suporte
Exantema Súbito HV6
o Febre alta e súbita com sintomas respiratórios
o Exantema
Máculo-papular centrífugo
Inicia e some rápido Súbito
Febre some e exantema aparece
o Tratto Suporte
Mononucleose EBV
o Monolike
o Exantema se usar Peni
o Tratto Suporte Atenção para rotura esplênica
Síndrome da Pele Escaldada Estafilocócica SSSS S. aureus
o Bolhas com Nikolsky + em tudo
o Tratto Oxa
Reação Medicamentosa
o Bolhas Nikolsky + só nas áreas afetadas
o Tratto Suporte + retirar droga
Síndrome do Choque Tóxico Gram +
o Febre alta + Edema extremidade + Choque
o Exantema Eritrodermia difusa
o Tratto Peni + Clinda
Varicela
o Febre baixa + mal-estar
o Exantema
Polimorfismo
o Tratto Suporte
Zoster
o Exantema Vesículas dolorosas em dermátomo
o Tratto Aciclovir
Dça de Kawasaki asséptica
o Febre > 5d + (pelo menos 1)
Conjuntivite asséptica
Altera boca
LND cervical indolor
Exantema polimorfo com descamação
Alterações membros edema endurado
o Exames
Eco Aneurismas Trombos
↑Plq, ↑TGO/TGP, ↑CTF, ↓Alb, ↓Na
LCR asséptico LCR alterado + GRAM/Cultura –
Leucocitúria asséptica U1 alterada + URC –
o Tratto
Gamaglobulina EV dose única
AAS VO 2m
Retorno Eco
o Sem aneurisma Ø AAS
o Com aneurisma ∞ AAS
Dengue
o Teste do laço
Adulto 5 min / 20 petéquias
Cça 3 min / 10 petéquias
o Cd C/D USG abdome + RXTX (derrames) + Isolar vírus (PCR)
o Tratto
A 1/3 SRO + 2/3 líquidos habituais
B TRO / Expansão em 2h até 3x (SF 20ml/kg)
Melhora Ht Igual A
Piora Ht Igual C
C Expansão em 1h + Manutenção (Holyday) + Reposição
Reposição 50% da manutenção e fazer tudo em SF
D Expansão aberta
Resumo Principal
o Sarampo Koplik
o Rubéola Rosa + Monolike
o Escarlatina Tudo vermelho-áspero pós-faringite
o Enterovirose Sde vesículas mão-pé-boca
o Eritema infeccioso Crochê
o Exantema súbito Tudo alto e rápido
o Mononucleose Monolike
o SSSS Bolhas difusas
o Reação medicamentosa Bolhas esparsas
o Sde do Choque Tóxico Choque difuso
o Varicela Polimorfismo
o Zoster Vesículas dermátomo
o Dça Kawasaki Febre > 5d + Alteração membros
o Dengue Sintomas + exposição área + época endêmica
Resumo de tratamento
o Todos Suporte
o Escarlatina Benzeta
o SSSS Oxa
o Sde Choque Tóxico Peni + Clinda
o Zoster Aciclovir
o Dça Kawasaki Gamaglobulina + AAS
-DDA
Sem desidratação SRO às perdas
Desidratação de algum grau Jejum + TRO ad libitum + peso (cálculo índice de retenção – 20%)
Desidratação grave Colher tudo + EV
o Repor Zn
o Expansão SF 20 ml/kg em 20 min
IR < 20% Gavagem/EV
IR > 20% Deixar manutenção depois SG10% + SF + KCl
4/5 SG
1/5 SF
KCl 1%
o Se hiperNa Soro ao meio SF + SG5%
o Se hipoNa Corrige hipoNa e expande, exceto se chocado
o Soro reposição
Perda leve/moderada SF + SG5% 1:1 50ml/kg/d
Perda grave SF + SG5% 2:1 100 ml/kg/d
Hiponatremia 10 x peso x 0,6
Obs: pcte bem, corrige primeiro DHE, se não, expande e depois corrige
- Meningite ATB empírica Cefalo 3ª
Neonato Ampi
RN Não pode Rocefin Faz Cefotaxima
Bactéria ATB
Hib Rocefin 7d
Meningo Ampi 7d
Strepto A (pneumoniae) Rocefin 14d
Strepto B (agalactiae) Ampi 14d
- Sepse
Sepse grave Expansão (20ml/kg) até 3x + corrigir hipo/hiperGlic + hipoCa
Choque séptico Manutenção do choque após 60ml/kg Iniciar DVA
o Frio QC igual adulto Dopamina
o Quente Tudo bem perfundido + ↑FC Nora
Choque refratário Addison? CE
Dobuta se ScvO2<70%
COTOXÓ
- Puericultura CEVADA
Crescimento
o Calcular altura-alvo + Retorno 6m
Calcular velocidade de crescimento > 4a 4-6 cm/ano
Eutrofismo Carência/Excesso nutrientes (p.e, DLP) é distrofismo também
o Anemia Dx Anemia hipo-micro + ↓Reticulócitos
Perfil de Fe para anemia não hipo-micro ou sem melhora com sulfato ferroso
Tratto Sulfato ferroso terapêutico
Profilaxia Sulfato ferroso profilático desmame – 2a
Vacinação não precisa descrever se não pedir
o As feitas com vírus vivos são feitas com a mesma composição, portanto se tiver alergia a uma com vírus
vivo, não dar as outras de vírus vivo
o DPT se tiver convulsão após, fazer as próximas com acelular (DPTa)
o Perdeu o 1º Rota (até 3m1sem), perdeu todas de Rota
Alimentação não precisa descrever se não pedir
DNPM
o 1m Fixa o olhar
o 2m Sustenta a cabeça
o 3m Sorriso social
o 6m Sustenta o tronco / balbucia
o 9m Estranha
o 1a Sustenta o corpo mais ou menos
o 1,5a Sustenta o corpo bem
Ambiente social e físico
- AIDS
Tratto AZT + 3TC + NVP + Bactrim
o Vacinas contra-indicadas BCG, Rota, FA, SCR
o Substituir Sabin Salk, DTP DTPa
Idade CD4 CV
< 1 ano / Sintomas B/C Todos
1-3a < 750 > 100 mil
3-5a <350
> 5a > 250 mil
- Febre Reumática
Critérios de Jones Strepto prévio (ASLO, cultura) + 2 > / 1 > + 1 <
o Maiores
Cardite
Artrite
Nódulos
Coréia de Sydehan
ERitema marginatum
o Menores
Febre
Artralgia
Aumento prova inflamatória
PR alarga
Profilaxia
o 1ária Tratamento adequado Strepto
o 2ária Benzeta
- Osteomielite Metáfise longos / Artrite Séptica Artrocentese + drenagem
Tratto ATB 6 sem
o < 4a Oxa + Cefalo 3ª
o > 4a Oxa + Genta
- BCP Igual adulto, exceto tratamento
Tratto ATB 10d
o Neonato precoce Ampi + Cefotaxima EV
o Neonato tardio Oxa + Amica EV
o > 1m Amoxa VO / Pen Cris EV
Não melhora RXTX
Com complicação Tratar
Sem complicação Clavulin (<5a) / Claritro (>5a)
o QC Atípico
< 5a Clavulin
> 5a Claritro
o Intrahosp Oxa/Vanco + Amica
o Fibrose cística Amica + Ceftazidima
o DP
Complicado Drenagem
Não-complicado Esvaziar uma vez e observar
BEG Pen Cris
REG/MEG Rocefin
o Abscesso Clinda
o Diferenciais
Coqueluche
Tosse, tosse, tosse... Cianose Guincho inspiratório
o Tosses podem levar a vômito reflexo
Dx Coração felpudo + Hiperleucocitose c/ linfocitose
Tratto Claritro 14d + Isolamento resp
Profilaxia Claritro 14d
TB RIPE menores que 10a não colocar E pois são burras e não avisam que não estão mais
enxergando Neurite óptica
- BCP afebril do lactente 1 – 3m
QC
o Sinais respiratórios + ↑FC, ↓satO2, TºC normal
o Pode ter conjuntivite recente Clamídia
Tratto Claritro 14d
- Bebê Chiador
1ª Crise = BQL
Outras = Crise sibilância Investigar diferenciais
o 65 Roses Demora eliminar mecônio etc
o Loeffler > 1a
o Malformações BCP sempre mesmo local
- Asma
Critérios Castro 1 Maior ou 2 Menores
o Maiores Pais asma + DA / Rinite + Sibilância s/ IVAS + EΦ > 4%
Estadiamento/Tratto Igual adulto
Não pode dar B2 longa para <6a ↑CE
Asma de difícil controle terá que iniciar CE-VO avaliar aderência do tratamento anterior
- Crise Asma Igual adulto
- Fibrose Cística
Dx 2 Testes Pezinho positivos + 2 Testes Na/Cl suor positivos
QC BCP repetição, sibilância, bronquiectasias, íleo meconial, esteatorreia, desnutrição completa, déficit
vitaminas, DM, desidratação hipoNa, infertilidade, cor pulmonale
Tratto
o Dieta hipercalórica e hiperproteica
o DEKA
o Reposição enzimas pancreáticas + IBP
o Azitro para imunomodular
o Se sibilância Inalação B2 + Mucolítico
o Se colonizado por Pseudomonas Amica
o Se BCP ver culturas anteriores
S. aureus Oxa EV / Vanco EV
Pseudo Amica + Ceftazidima
Definitivo Tx Pulmonar
- Sde Nefrítica/Nefrótica
Nefrítica Hematúria + Edema + HAS
Nefrótica Proteinúria + Hipoalbuminemia + HiperCTF + Edema
Exames
Tratto
NEONATO
- TORCHS Toxo + Rubéola + CMV + Herpes/Hepatites + Sífilis SNC
- Sífilis neonatal NOTIFICAR!!!
Mãe com sífilis NOTIFICAR!!!
Kit HMG + RX Ossos Longos + LCR + Sorologias (VDRL + FTA-Abs)
Tratto
o Exames normais (inclui VDRL < ou –) Benzeta
o Exames alterados/Sintomático (colher Kit por colher) Tratar conforme LCR
LCR normal Pen Cris 10d
LCR alterado Pen Cris 14d
Obs Só não colhe Kit pra Tratada + Assintomático + VDRL–
- HepB Cuidados pós-parto imediato igual HIV Ig + Vacina e amamenta
- Toxo SPA 1 ano
- Rubéola Suporte
- CMV Gangiclovir
- Herpes Cultura de todos os buracos + Aciclovir
- HepC Mãe amamenta se quiser
- Metabólicos
Hipoglicemia Glic < 40 / Dx < 35
o Grupos de risco Controle de dextro
o Conduta conforme Dx
Dx 30-35 Assintomático SMLD
Dx < 35/Sintomático SG10% A + VIG 5mg/kg/min em 24h
- Respiratórios BSA > 0 Alterado
Taquipneia Transitória do RN (TTRN)
o Dica Parto cesárea Falta estímula adrenérgico Não absorve RN com muito líquido
o QC Taquipnéia logo após nascimento até 5d + FC e satO2 nl
o RX ‘congesto’
o Tratto Suporte
- Sepse Neonatal Precoce
Definição
o Precoce < 4d Parto/mãe
o Tardia > 4d RN Colhe tudo Oxa + Cefotaxima 10d
Meningite neonatal LCR 20
Celularidade > 20 + Proteínas > 100/120 + Glicose < 2/3
Tratto Ampi + Cefotaxima 21d
Cd Repetir LCR + USG Crânio + PC 1xsem + BERA
Obs LCR RN-6m são iguais os valores de normalidade
Risco Infeccioso Assintomático com FR maiores ou menores
o FR maiores
BR > 18h
Corioamnionite (febre intraparto, fisometria, útero mole, doloroso)
Strepto B + sem profilaxia
o FR menores
BR > 6h
Prematuro sem causa
Leucorreia/Leucocitose
ITU não tratada (<72h)
↑FC materna/fetal
Parto domiciliar
Sepse materna
o Conduta 1º - Avalia riscos e define se usa ATB 2º - Avalia quanto tempo de ATB
RI Risquinho Assintomático + 1FR maior ou 2 FR menores
RI Riscão Assintomático + > 1FR maior
Pra todos RI Colher HMG/HMC/PCR + Repetir HMG/PCR pós-6h e 24h
o Exames alterados/sintomático Colher LCR
Leuco > 20K ou <5K/PCR > 10/IN > 0,2
Velho IG > 34 sem
Novo IG < 34 sem
ATB de todos que precisarem Peni + Amica 14d
Pra todos LCR alterados (20) Ampi + Cefotaxima 21d
Seguimento com USG Crânio, PC, BERA, EEG, LCR controle
Velho Risquinho
Exames normais Observar
Exames alterados LCR + ATB
Velho Riscão / Novo Risquinho
Iniciar ATB
Exames normais Suspender ATB e alta
Exames alterados LCR
Novo Riscão
Iniciar ATB
Exames normais ATB 14d
Exames alterados LCR
Sintomáticos
Iniciar ATB + Colher também LCR
Exames normais + HMC – Suspender ATB (T) / + 7d (PT)
Exames alterados LCR
CIRURGIA
- Abdome agudo
Diferenciais simulação - inflamatório:
o ICo/IAM principalmente parede inferior
o GECA/Parasitose
o Neurite intercostal
o Zoster
o Esofagite de refluxo
o TEP
o BCP principalmente bases pulmonares
o Nefrolitíase/ITU
o Anemia falciforme e suas descompensações
o CAD
o Dissecção aguda de aorta principalmente abdominal
o Neo
o DII
o Linfadenite mesentérica
o Ovulação
o Escroto agudo
o Porfiria ‘Dça do vampiro’
o Púrpura de Henoch-Schölein
o Hérnia hiatal
o Sde do cólon irritável
Diferenciais simulação – obstrutivo
o Íleo pós-op
o Grande queimado
o Sepse intra-abdominal
o Trauma abdominal
o Litíase ureteral
o Hematoma retroperitoneal
o Dças agudas pleuropulmonares
o Uremia
o Opióides
o QT intraperitoneal
o Intoxicação por Pb
o Sde de Ogilvie ‘cólon E paralítico’, porém c/ RHA+
Diferenciais simulação – hemorrágico
o HDB
o Orificiais
o DII
- Trauma
Paramentação + Materiais preparados
Exposição completa do doente, com controle de hipotermia
MOV
A
o Colar cervical
o Aspiração com cânula rígida
o Chin lift/Jaw thrust ou Guedel/cânula nasofaríngea
o SatO2 e GCS
o Guedel Ambu Máscara laríngea/IOT/Crico/Traqueo (fx laringe)
B
o Hipertimpanismo Pneumotórax
o Macicez Hemotórax ou Hérnia diafragmática
o Pneumotórax hipertensivo
QC
↑FR, dispneia, respiração superficial, cianose
Estase jugular se normovolêmico
Desvio de traquéia
↓ Expansão torácica
MV Ø
Hipertimpanismo
↓PA, ↑FC Choque
Tratto
Punção cateter calibroso + seringa c/ SF manter
2º EIC linha hemiclavicular
Drenagem 4-5º EIC entre linha axilar média e axilar ant
Borda superior da costela inferior
Dreno tubular multiperfurado póstero-superiormente
RX Tórax
o Tórax instável Fx múltiplas em ≥ 2 arcos costais consecutivos
QC
Movimento paradoxal
Insuficiência resp
Crepitação das costelas
RX Tórax Fx + Contusão pulmonar
Tratto
Analgesia
O2
Euvolemia
o Contusão Pulmonar impacto ou desaceleração BCP do cirurgião
RX Tórax ‘BCP’
O2 em UTI
o Hemotórax Volumoso 1500ml ou 200 ml/h a partir da 2ª hora
QC
Choque hipovolêmico
MV Ø
Macicez
Tratto
Reposição volêmica SF + CH (auto-transfusão)
Drenagem
Toracotomia de urgência sn
o Pneumotórax Aberto Orifício > 2/3 da traqueia
Tratto
Curativo quadrangular com 3 lados fechados válvula unidirecional
Oclusão total + Drenagem em outra incisão
o Hérnia diafragmática ↑ súbito da PIA
FAST não avalia retroperitônio
- Hérnias
Encarcerada não redutível abertura estreita dor sem sofrimento de alças
o Redução manual com pressão leve pcte em Trendelemburg
o Não sendo possível redução manual SO imediata!
Habitada cronicamente encarcerada
Estrangulada encarcerada com sofrimento de alças
Predisponentes
o Persistência conduto peritônio-vaginal
o Dças genéticas
o TBG
o Alteração fáscia transversal
Desencadeantes ↑ PIA
o Obesidade/Gravidez/Ascite
o Tosse crônica
o Pneumopatia crônica
o Obstipação/Prostatismo
o Idade
Umbilical
o > 2 cm ou recidiva = Hernioplastia Tela
o ≤ 2 cm = Herniorrafia Mayo
Inguinais
Camadas Fora pra dentro
o MOE aponeurose forma o ligg inguinal e possui abertura para formar o anel inguinal externo
o MOI origina o Cremaster
o M. Transverso (MT) arco transverso
Ligg íleo-pectíneo continuação da aponeurose do MT, formando o pilar inferior do anel
inguinal profundo, passando atrás do ligg inguinal e sobre os vv. femorais
o Fáscia transversalis
Ligg pectíneo
o Espaço pré-peritoneal Gordura, vv, aa, nn, linfáticos
o Peritônio parietal
Canal inguinal
o Conteúdo
♂ Cordão espermático Ducto deferente + Artéria do ducto deferente + Artéria testicular +
Artéria cremastérica + Plexo pampiniforme (vv) + Nervo gênito-femoral + Vasos linfáticos
♀ Ligg. redondo do útero
o Trajeto anel inguinal interno ao externo de lateral para medial
o Anterior Aponeurose MOE
o Posterior Fáscia transversalis + arco transverso (MOI + MT)
o Inferior Ligg. inguinal
o Superior MOI + MT
o Medial vasos epigástricos inferiores (A. epigástrica inferior)
Trígono Hesselbach A. epigástrica inf + M. reto abdominal + Ligg. inguinal
Inguino-Crural
o Ligg. Inguinal Púbis até crista ilíaca superior
o Direta Hesselbach com fáscias transversais e peritônio apenas
Protrai de fraqueza da parede posterior do canal inguinal
Medial aos vasos epigástricos inferiores
Dentro pra fora
Tratto
Isolar saco herniário e identificar estruturas dentro associação com hérnia indireta
Reduzir conteúdo do saco
Fortalecer fraqueza da parede
o Indireta Anel Inguinal Profundo apenas peritônio Escroto
Falha obliteração processo vaginal Saco herniário
Lateral aos vasos epigástricos inferiores
Lateral pra medial
Tratto
Isolar saco herniário
Reduzir conteúdo do saco
Ligar e diminuir anel interno
o Nyhus
I Indireta + Anel inguinal normal
II Indireta + Anel inguinal dilatado + Parede posterior normal
III Parede posterior dilatada
A Direta
B Indireta
C Femoral
IV Recidivas
A Direta
B Indireta
C Femoral
D Mista
o Vias de acesso
Anterior Liechtenstein/Shoudice/Bassini
Posterior Stoppa/Rives/McVay/VLP (TAP/TEP)
o Técnicas
Geral Liechtenstein Resumo
1. Paciente em DDH sob raquianestesia e sedação
2. Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
3. Inguinotomia à direita ou esquerda
4. Abertura por planos até aponeurose do MOE
5. Abertura do canal inguinal e isolamento do funículo espermático
6. Isolamento do saco herniário das estruturas do cordão espermático
7. Achado saco herniário indireto com (sem) conteúdo, reduzido
8. Sutura em bolsa em base de saco herniário com ressecção de saco herniário excedente
9. Colocação de tela de polipropileno segundo técnica de Liechtenstein
10. Revisão da hemostasia
11. Fechamento por planos
12. Curativo
Geral (Completo)
1. Paciente em DDH sob raquianestesia e sedação
2. Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
3. Incisão da pele e do subcutâneo com lâmina fria, 2 cm acima e paralelo ao ligamento inguinal
4. Identificação do anel inguinal externo e da fáscia do MOE
5. Abertura da aponeurose do MOE e exposição do canal inguinal
6. Identificação e mobilização dos nervos Ílio-inguinal e Ílio-hipogástrico.
7. Identificação e dissecção do funículo espermático
8. Mobilização manual do cordão espermático ao tubérculo púbico
9. Abertura do músculo cremáster, separando-o das estruturas do cordão.
10. Em caso de indireta Dissecção do saco herniário até o anel inguinal profundo e abertura do saco
com inventário do interior (se tem alças e se são ou não viáveis), redução do seu conteúdo e sutura
em bolsa do saco herniario
11. Em caso de uso de tela Reconstrução do assoalho inguinal com tela
Bassini inguinais uni/bilat Recidivas
Sutura com pontos separados do arco aponeurótico (MOI + MT) ao ligg. inguinal,
passando pela fáscia transversalis Pontão
Shouldice Inguinais uni/bilat Recidivas
Igual Bassini
Aponeurose do MOE sob o funículo sobre a fáscia transversalis pra dar mais resistência
Pontos contínuos
McVay Inguinais uni/bil e femorais Recidiva
Sutura arco aponeurótico ao ligg inguinal
Sutura do ligg inguinal ao ligg íleo-pectíneo
Incisão relaxadora na bainha do reto abdominal
Liechtenstein Tela Inguinais uni/bilat
Reforça (sobre) fáscia transversalis Resolve hérnias diretas
Abertura lateral na tela para passagem de cordão espermático Novo anel inguinal
interno Mais competente Resolve hérnias indiretas
Sobre fáscia transversalis
Ínfero-lateral Tubérculo púbico (periósteo) até anel inguinal (suturando no ligg.
inguinal)
Medial Aponeurose M. reto abdominal
Superior Arco aponeurótico (MT + MOI)
Rives Igual Liechtenstein, mas tela fica sobre peritônio e sob fáscia transversalis Inguinais
uni/bilat/recidivas e Femorais
Sutura ao ligg pectíneo e arco aponeurótico
Stoppa Inguinais bilat, Femorais ou Recidivas
Revestimento peritônio pélvico
Fixação no tubérculo púbico
Mantida na posição pela pressão abdominal e força da gravidade
VLP Bilaterais ou recorrentes
TAP Trans-abdominal
TEP Extra-peritoneal
Plug femoral Femorais uni/bilat
Rolo de tela no anel femoral
Fixação no ligg pectíneo
o Infecção Não retirar tela + Drenagem + ATB
o Orquite mesma conduta que orquite normal Não solta tela
o Lesões nervosas disestesia
Cirurgias de Emergência Encarceradas Sempre colocar tela
o < 6h E Alto risco cirúrgico Redução manual + Observação 6h
o > 6h OU Baixo risco cirúrgico Cirurgia
1. Ampliação anel herniário Inguinotomia
a. Se conteúdo volumoso Acesso pré-peritoneal Secção da inserção púbica do m.
reto abdominal
2. Secção vasos epigástricos profundos
3. Abertura fáscia transversal
4. Observar perfusão do conteúdo encarcerado Cuidado à manipulação para evitar redução
de alças inviáveis
a. Dificuldade verificação/Necrose/Perfuração Laparo
5. Ausência de sofrimento de alça Redução + Hernioplastia
6. Sofrimento de alça Ressecção + Anastomose entero-entero
Tela infectada
1. Coleta de material (punção ou 2 swabs) + HMC + ATBterapia
Comunitária Clinda
o Fournier (períneo) + Genta
o Qualquer outro + Peni
Hospitalar Vanco + Flagil
2. Drenagem ampla através das incisões para exposição da fascia/músculos
3. Debridamento
4. Considerar O2 Hiperbárico
5. Reavaliar se falha
- Queimados
Reposição 4 ml/kg/%SCT queimada em 24h + manutenção se cça
o ½ primeiras 6h + ½ próximas 18h
o Dividir ml/h
- Melanoma
ABCDEvolução
Bx excisional c/ margem 2mm
AP = Breslow e Clark
Estadiar
o EF complete + LNDs
o Dermatoscopia completa Meta em trânsito/Satelitose
o Anoscopia
o FO
o TC tórax + abdome + pelve
o DHL
o FA
o Pesquisa LND sentinela se Breslow > 0,75mm ou Clark ≥ 3 ou regressão ou ulceração
Tratto
o S/ LND + Melanoma < 0,75mm
Breslow 1 = margem 1 cm
Breslow > 1 = margem 2 cm
o LND inguinal palpável PAAF + Linfadené
o LND não palpável Pesq. LND Sentinela
o Meta ampliar margem + tratamento sistêmico (encaminhar)
o LND sentinela +
C/ dça sistêmica ou recidiva QT
S/ dça sistêmica Interferon
- Infecção Partes Moles
Fasciite Necrotizante Strepto A Longe do períneo
o Amplo debridamento
o Clinda + Pen Cris 14d
Sde Fournier = “Fasciite no períneo” Strepto A/G–/Anaer.
o Amplo debridamento
o Clinda + Rocefin 14d
- HDA em Gastro
- HDB EDA Colono SO/Angiografia
- Pré-Op
♂ < 40 = Ø/ 40-65 = ECG / > 65 = HMG + U/Cr + Glic + ECG + RX Tórax
♀ < 40 = bHCG / 40-50 = bHCG + HMG / 50-65 = ECG + HMG / > 65 = ♂
Warfarina Trocar por HNF 5d antes + suspender 6h antes + HNF 24h após ou Warfarina assim que dieta
AAS Suspender 7d antes
Hipoglic oral Trocar 1d antes por Insulina
AINH Suspender 1d antes
CE longa data e anti-HAS não suspender
Cigarro Suspender 2m antes
CHILD C contra-indica SO, exceto Tx
ATB Profilático Indução ao fim da SO (exceto cólon e íleo mantém 24h)
o Limpa apenas se imunossuprimido ou colocação prótese (p.e, tela)
o Potencialm. contaminada
Violação cavidade P.e, trato aéreo, cavidade abdominal etc
o Contaminada
Quebra técnica asséptica P.e, fezes na cavidade por soltar colpostase
o Infectada ATB Terapêutico
o Cefoxetina Íleo ou cólon
o Cefazolina Todas outras
Profilaxia TVP sempre HNF
Fisio motora e resp
- Pós-Op
FAST HUG
Drenos
Febre
o 0-3º PO Atelectasia? RX O2 (VNI) + Fisio motora e resp
o 3-5º PO TVP/Flebite ou ITU (SVD) HMG/HMC + U1/URC
o 5-12º PO Anastomose + ↓NC ou tinha RHA e não tem mais Deiscência
o > 5º PO infecção sítio cirúrgico
Ampla drenagem + Cuidados locais (debridamento) + ATB
Hematoma
o <2d SO
o > 2d Cuidados locais
Seroma Cuidados locais Aspiração + Curativo compressivo
Acima do peritônio = Deiscência
Abaixo do peritônio = Evisceração
- Trauma Abdominal Contuso
LE
o Hipotensão + Evidências sgto intra-abd
o FAST/LPD +
o Peritonite
o Pneumo
o Ruptura diafragma
Lesão TGI/Bexiga intraperit/Pedículo renal/Órgão parenquimatoso
Uretra Uretrografia retrógrada
Bexiga Cistografia
Rins Urografia excretora
I
o LPD
o FAST Avaliação ultrassonográfica direcionada ao trauma
Pericárdio + Espaço hepatorrenal + Espaço esplenorrenal + Fundo de saco posterior Repetir
após 30 min
E TC3C
- Sde Compartimental Abdominal
PPA = PAM – PIA > 60mmHg adequada
Hipertensão intra-abdominal (1/2 ou 2/2)
o 3 medidas 4-6h de diferença de PIA > 12 mmHg
o 2 medidas 1-6h de diferença de PPA < 60 mmHg
o Pensar quando sepse, queimaduras, choque prolongado, lesões traumáticas, ruptura aneurisma
abdominal, hemorragia de retroperitônio, pancreatite, > 5L/24h (500ml/h)
o Aguda Trauma, sepse
o Crônica Obesidade, ascite, tumores intra-abdominais
Sde compartimental abdominal HIA + nova falência orgânica 2ária à HIA
o 1ária SO abdominais eletivas/emergência
o 2ária por reposição volêmica maciça sepse, queimaduras…
Alterações sistemas
o CV Hipovolemia, ↑FC, ↓DC, ↓retorno venoso, ↑RVS, ↑PVC, ↓PA Choque com PVC elevada
o Resp Alteração V/Q, ↓pO2, ↑pCO2, insuf. resp apesar de ↑FiO2/PEEP
o Rins ↓ClCr, ↑FENa, ↑SRAA, oligúria e acidose metabólica refratárias
o GI Edema e isquemia intestinal, translocação bacteriana, SIRS, sepse, FMOS, abdome tenso e
distendido
o Hep ↓ClLactato
o SNC ↑PIC, ↓PPC
Antecipar-se ao quadro Medir em quem tem risco
Dx
o Transdutores no peritônio por punção abdominal, laparoscopia ou diá’ periotenal Padrão-ouro medida
direta
o Balão gástrico ou irrigação contínua bexiga Padrão-ouro medida indireta
Tratto
o 2ária/PIA<15 ou <25 leve Clínico Paracentese de alívio, descompressão gástrica/colônica
(enemas, pró-cinéticos), sedação, curarização, enemas, hemofiltração veno-venosa contínua com
ultrafiltração agressiva, tração da parede abdominal, botox no esfíncter anal, mudança decúbito
o 1ária/Recorrente/Refratária/PIA > 25 ou > 15 grave Laparostomia descompressiva Pode levar a
fenômeno de isquemia e reperfusão
o Damage control Preventiva para aqueles com risco
1º. I Bolsa de Bogotá sutura coletor de urina estéril
Tratar a causa
Reabordagem Remoção compressas 24h
2º. E + recuperação sistemas Reaproximação das bordas Fechamento assistido à vácuo,
tração das bordas da aponeurose com tela ou com Wittmann’s Patch, tração progressiva com
elástico
3º. E + s/ infecção + nutrido Sutura 1ária aponeurose; rotação medial bainha anterior do
reto abdominal e tela; tela não aderente; tela dupla-face; retalhos mioaponeuróticos; síntese de
pele sobre alças; hérnia ventral programada
GASTRO
URO
- HPB
Tratto clínico Finasterida/Doxazosina
Tratto cirúrgico (se complicações) RTU/Prostaté
- ITU
Dx Sint + URC 1K ou Assint + URC 100K
Mulher sempre fazer bHCG
Investigação do TU USG Vv. Urinárias
o Cistite 2º Mulher 1º Homem
o Pielo qualquer
o Persistência infecção
o AP de litíase, TB ou SO Uro
o Hematúria macro
o Obstrução
Pielo HMG/HMC + U/Cr + Eletrol + USG vv. Urinária + ATB EV se:
o Transplantado/Neutropênico
o Anormalidades urogenitais
o Homem
o Sintomas sistêmicos
o Comorbidades
Tratto
o Cistite Norflox 3d
o Pielo Cipro 14d
o Grávidas Cefalexina
o Idosos/Repetição/Pielo complicada sempre profilaxia
- Nefrolitíase
Dx TC s/ CTE
Alarme Desobstrução Duplo J ou Nefrostomia
o Não melhora com nada
o Rim único
o Oligúria
o Pielo
Analgésico + AINH + Plasil (mesmo s/ náusea) + Buscopan
Rim
o < 2 cm = LECO
o > 2 cm = Nefrolitotripsia ou SO aberta
Ureter Ureteroscopia com basket
Bexiga
o < 3 cm = Cistoscopia com laser
o > 3 cm = SO aberta
- Neo Próstata
PSA > 2,5 = USG Transretal + Bx
PSA > 20 = Cintilo óssea Meta?
Estadiamento
o PSA
o Fosfatase ácida
o Cintilo óssea
o RNM pelve + retroperitônio
Tratto
o < T2 = Prostaté radical ou RT
o T3 = RT + HT
o Meta = Orquié/Estrógenos/Análogos GnRH
- Trauma Renal
Dx TC abdome c/ CTE + Uro excretora
Tratto
o SVD + Hidratação
o SO apenas se I ou rim todo estourado (G5) com trombose
- Trauma Ureteral
Tratto
o Parcial = Duplo J
o Total = Anastomose
- Trauma Vesical
Extraperitoneal Fx Bacia
Intraperitoneal Contuso em bexiga cheia
Dx Uretrocistografia retrógrada/Uro excretora/TC c/ CTE
Tratto
o Intraperitoneal ou lesões gdes ou múltiplas = SO
o Extraperitoneal 1 lesão pqna = SVD
- Trauma Uretral
Dx Uretrocistografia retrógrada
Tratto
o Total = Cistostomia
o Parcial = SVD
o Fx Bacial
I = Cistostomia + SO tardia
E = Cateterismo retrógrado
- Escroto Agudo
Torção testicular
o USG Doppler alterado
o SO
Orquiepididimite
o USG Doppler normal
o Melhora da dor com elevação do testículo
o Cipro 10d + AINH
ORTOP
OBSTETRÍCIA
- CTG = 5 pts
1. Linha de base 110-160 1 pt
2. Variabilidade 10-25 1 pt
a. Obs: sinusoidal monótono = Anemia fetal
3. AT 2 pts
a. 15 bpm em 15 seg
b. 1 em 10 min pelo menos
c. > 2 min = prolongada / > 10 min = mudança linha base
4. Desacelerações ausência = 1 pt
a. DIP 1 espelho contração compressão pólo cefálico
b. DIP 2 retorno lento sofrimento fetal
c. DIP 3 compressão cordão
i. W, taqui compensadora, > 1 min, > 70 bpm = mau prognóstico
4-5 = ativo
2-3 = hipoativo Kobo!
0-1 = inativo Kobo!
a. Não estimular pós-data Mecônio
Reativo 20 bpm em 3 min = Ativo
Hiporreativo bifásico não faz padrão reativo, mas faz AT Ativo
Hiporreativo monofásico tem reações, mas não suficientes Inativo
Não reativo sem nenhuma reação Inativo
- PBF = 10 pts
1. CTG ativo 2 pts
2. MR 2 pts
3. MF 2 pts
4. Tônus 2 pts
5. ILA > 5 2 pts
- Avaliação PBF
1. ILA
a. < 3 Resolve!
b. 3-5
i. Termo ou RCF Resolve!
ii. Atermo Resolve após CE
c. > 5 Ver PBF
2. PBF
a. 8-10 Seguimento
b. 6 Repete em 6h
i. > 6 Seguimento
ii. ≤ 6 Resolve!
c. 2-4 Resolve!
- Doppler 20 sem pára coisas que envelhecem/entopem placenta
ACM centralização mais arrastado
Ducto Venoso falência miocárdica fetal mais profundo
Diástole Zero/Reversa (DZ/DR) A. Umb.
o > 34 sem Parto!
o 28-34 sem
Vitalidade alterou Parto!
Vitalidade normal Vitalidade 1xd
Ducto Venoso
< 1 Seguimento
1 – 1,5 CE + Parto!
> 1,5 Parto!
o 20-28 sem
Interna + Repouso + Doppler + PBF (>26 sem) 1xd
Vitalidade alterou Parto na viabilidade
- RCF
USG Morfológico Diâm. biparietal + CC/CA + F/CA + PFE
Doppler diferencia PIG constitucional de PIG c/ insuf. placentária
Clampeamento precoce evitar piora da policitemia
- Cardiopatias
Propanolol, pois pindolol é fraco para elas
Ampi + Genta EV profilaxia endocardite
o Procedimentos invasivos/parto para pcte com prótese valvar
Heparina profilaxia prótese valvar, arritmias
ECG/Eco
Ø Tocólise
- Sgto 1º. Trim Ig Anti-D p/ todas Rh– não sensibilizadas
Ectópica
o Dx
bHCG > 2000 ou < 2000 c/ elevação > 50% pós-48h
USG-TV s/ SG
o Rota
S/ desejo ou I Salpinge
C/ desejo E E Salpingos
o Íntegra + BCF+ + SG > 4cm + bHCG > 5000
S/ desejo Salpinge
C/ desejo Salpingos
o Íntegra c/ bHCG < 5000 crescente = MTX IM
o Íntegra c/ bHCG < 5000 decrescente = Expectante
Abortamento
o Ameaça OIC Ø + SG reg + BCF+ Analg + Repouso + Progest VV
o Inevitável OIC ↑ + SG irreg Interna + Analg
Se I EU (sempre após miso e sempre fazer AP)
o Completo OIC Ø + EE < 15mm Analg + bHCG pós 14d
o Incompleto OIC ↑ + saída restos + EE > 15mm Interna + EU
o Retido OIC Ø + SG reg + BCF- + CCN > 5mm
< 14d = Expectante
> 14d = Miso ou EU
o Infectado SIRS + secreção purulenta pelo OIC
Ampi + Genta + Metro EV por 48h afebril
EU
- Sgto 3º. Trim Sempre fazer TSM + CH + SE MOVE + Rhogan se Rh-
PP
o Indolor + Sgto repete e agrava + FR (cicatriz, velha, TBG, gêmeos)
o Ø Toque
o USG c/ 26 sem Pesquisar também acretismo (Doppler)
o Conduta
Sgto controlado
26-34 sem Atosiban + CE + Vitalidade
37 sem Parto
o Cesárea se centro
o Vaginal se lateral/marginal
Sgto incontrolável Parto
Acretismo PP não sangra + Hemorragia anteparto USG Doppler
o Cd Cesárea c/ 36 sem (antes do TP) + Histeré
DPP (> 20 sem) Dor súbita c/ sgto USG Vitalidade alterada
o I ou E c/ viabilidade Cesárea
o E s/ viabilidade/feto morto Indução do TP
- DMG
Dx
o Glic. Jejum 92-125
o Glic. Jejum < 92 + GTTO 26 sem > 92-180-152 ou 2 ao acaso > 200
Exames
o Hb glicada + URC 2/2m + Dx (4x/7x – 95/100/140)
Tratto Dieta + Exercícios após 1 sem e > 30% Dx alterados Insulina
Seguimento
o USG obstétrico 1x/mês ao diagnóstico
o PBF 1x/sem
Cd
o Parto c/ 40 sem
o Se riscos Parto c/ 37 sem
o Puerpério Ø Tratamento
- DMPG
Dx
o Glic. Jejum > 125
o Hb Glicada > 6
Exames
o Hb glicada + PL + Ác. Úrico + TSH/T4L + ECG/Eco
Seguimento Dx + 20 + 26 + 34
o Microalb/Proteinúria 24h
o U/Cr
o U1/URC
o Doppler AU
o FO Dx + 3º Trim + 6m pós-parto
o PBF 1x/sem
Cd = DMG
Puerpério Reintroduzir/inicar metformina e/ou ajustar dose
- HAC HAS < 20 sem
Exames Normal
o Proteinúria 24h
o U/Cr
o HMG
o U1
o AU
o ECG/Eco
o FO
o USG Rins
Exames Complicada HELLP
o BTF
o DHL
o TGO/TGP
Tratto
o Dieta hipoNa + DLE
o Pindolol + Metildopa + Amlodipino
o Esquema que usava s/ iECA/BRA
Cd
o Não-complicada
Vitalidade completa maturidade 1x/sem
Parto 40 sem
o Complicada
Vitalidade nl + QC controlado = Parto 37 sem
Vitalidade anl OU QC não controlado OU DHEG = Parto!
- RPMO antes do TP infecção ou ↑ pressão intra-uterina
Oportuna 6-8 cm dilatação
Saída líquido pelo OEC Valsalva, manual
Teste Fenol Vermelho fica vermelho ao entrar em contato com líquido amniótico
Toque vaginal apenas se TP ou > 36 sem
USG se dúvida ILA diminuído
Cd
o Internação
o Cultura secreção vaginal Clamidia, gonorréia, E. coli, Strepto B
o PBF 1xd
o USG obstétrico
o Pacote infeccioso HMG + PCR 2/2d e TºC + FC 4/4h
o RPMO > 6h = Ampi EV por 48h
o Colher Strepto B repetir esquema no parto se positiva. Se negativa, repetir com 37 sem
o Betametasona IM na viabilidade até 32 sem, afastada corioamnionite
> 36 semanas = Indução
< 36 semanas
Normal Pacote infeccioso + não realizar tocólise
Sinais de corioamnionite/sofrimento fetal/TP = Parto
o Corioamnionite (Febre + 2 critérios) Ampi + Genta + Flagil (pós-clamp) 48h afebril evitar CE
Febre +
↑FC
↑BCF
Útero irritável
Pus pelo OEC
Leuco > 15mil
Profilaxia Strepto B Pen Cris EV 4/4h até parto
BR > 18
RPMO > 6
TPP
Strepto B + com 35-37 semanas
Sepse neonatal precoce prévia
Febre intraparto
URC + nesta gestação, mesmo que tratada
Obs Contra-indicado em TP no termo de cultura desconhecida
- RCF
Rastreamento AU ≠ IG
Dx USG IG x PFE <p10
o Simétrico Pequeno constitucional
o Assimétrico Insuficiência placentária
Doppler
o Normal Pequeno contitucional
o Anormal Insuficiência placentária
Confirmação RN p < 10
Cd Vitalidade completa 1xsem Alterou = Internou
o ILA < 5 Resolução na viabilidade
o ILA > 5 Doppler
Diástole Reversa Resolução na viabilidade
Diástole Zero Ducto Venoso
> 1,5 Parto
1-1,5 CE + Parto
< 1 Doppler 2xsem + Parto 34sem
o Parto
Vitalidade Normal 40sem
Vitalidade Alterou 34sem ou menos
CTG contínua
Amniorrexe tardia + Evitar fórcipe + Episio ampla
Rápido clampeamento insuficiência placentária
- HIV
ELISA 1º e 3º Trimestres confirma com WB
Seguimento se positivo:
o CD4 e CV (ao diagnóstico e com 34 semanas)
o Kit Pré-natal + Kit infeccioso + Kit buraco
o FR + FH + PL
o HC/HC
o HTLV 1 e 2/CMV
o Herpes/Chagas
o PPD
o Eco fetal se uso de TARV
o Vitalidade com 30 sem
o Vacinas dT + Pneumo + Influenza + HepB (se susceptível)
Condutas baseadas em CV + CD4
o CD4 < 200 Bactrim profilático Pneumocistose, exceto 1º trim.
o CD4 > 350 e CV < 1000 TARV 14ª semana (AZT + 3TC + NVP)
o CD4 < 350 ou CV > 1000 TARV imediata
Conduta obstétrica
o < 1000 Obstétrica
o > 1000 ou desconhecida PC
o AZT intraparto para todas 3h antes
o AZT VO RN nascimento até 6 sem
o Evitar toques/amnioscopia/amniorrexe (empelicado)
o Evitar episio/fórcipe
o CTG contínua
o Clamp imediata/Aleitamento Ø
- Toxo
IgM + IgG negativos Susceptível Sorologia 2/2m
IgM positiva
o IgG alta avidez infecção prévia
o IgG baixa avidez ou negativa infecção atual
Avaliar feto se infecção atual
o Não acometido Espiramicina até parto
o Acometido SPA 3sem + Espiramicina 3sem Alternando
- Rubéola Vacina 28 dias antes
- TPP
Útero irritável contrações sem modificação do colo
o Descartar infecções U1/URC + cultura secreção pra tudo
o Repouso físico e sexual
o Progesterona VV
o Levomepromazina
o Retorno 7d
TPP
o Contrações 5/5 min com modificação do colo
o Fibronectina fetal +
Com Tocólise
o Condições
Colo < 3cm
BI
IG 22-35sem
Contrações rítmicas
o Contra-indicações Dças maternas/fetais
RPMO
Sofrimento fetal
Morte fetal/MF incompatível
RCF
DPP
PP sangrante
Corioamnionite
Comorbidades descompensadas
Falciforme
o Conduta
Internação
HMG, U1/URC, StreptoB, culturas
Vitalidade
USG Obstétrico
Repouso + Levomepromazina
Hiperhidratação (↓ADH ↓ Ocitocina)
Buscopan
Atosiban EV + Progesterona VV + Betametasona IM 1xd 24/24h
Pen Cris EV 4/4h
Sem Tocólise
o Ampi 4h antes do parto não deu pra pesquisar ainda StreptoB
o Internação CO
o Amnioscopia
o CTG
o Amniotomia tardia + Episio ampla + Evitar fórcipe + Clamp tardio
- Alo-imunização Rh Parto no termo
Gestante Rh– Tipar parceiro
o Parceiro – Fim investigação
o Parceiro + PAI materno mensal
PAI – Ig anti-D 28 sem
PAI + Pesquisar títulos
≥ 1/16 Serviço referência Protocolo Hidropsia Fetal
Ig Anti-D Gestante Rh– não sensibilizada sensibilizou, perdeu
o 28 sem
o Pós-contato com sangue (inclusive parto de RN Rh+)
- Indução do TP
Se sem alteração mãe/feto + BI + sem cirurgia uterina prévia
PBF completo + Amnioscopia
Bishop < 5 Miso Reavaliar colo 6/6h
Bishop ≥ 5 Amniorrexe + Ocitocina + DLE + CTG contínua
Falha de indução Após 2h de amniotomia/ocitocina
- Partograma
Início Contrações rítmicas que modificam colo ≥ 2/10’ (30-60’’) + ≥ 2cm
TV 2/2h Dilatação, altura, apresentação, variedade de posição, bolsa
Contrações, BCF, LA, procedimentos
Diagnósticos/Tratto
o Desproporção C-P Cabeça 0 + Dilatação total Cesárea
o Distocia Funcional De força DLE e outras medidas Se falhar medidas Cesárea!
Hipoatividade (lento) Fracos Amniotomia/Ocitocina + Fórcipe
Hiperatividade (rápido) Fortes
Sem obstrução (TP < 4h) Hidratação/Analgesia + Revisão canal de parto
Com obstrução (DPP) Cesárea!
Hipertonia (lento) Incoordenação 2ºG Fortes Tetania
Ocitocina iatros Suspender + Hidratação/Analgesia
DPP Cesárea!
Polidrâmnio Amniocentese (e não amniotomia)
Gemelidade Amniotomia/Ocitocina
De dilatação (lento) Contrações boas + Colo não dilata > 2h
Incoord 1ºG Sobreposição Hidratação/Analgesia
Inversão gradiente Analgesia + Amniotomia/Ocitocina
o De rotação Cabeça +2/+3 não roda + Dilatação total Fórcipe
Se +1 Cesárea
o Período Expulsivo Prolongado > 0,51h (M)/1-2h (P) + Dilatação total Fórcipe
o Falha Indução Ocitocina dose máxima 2h + colo não dilata
- Mecanismo de Parto
1. Insinuação Cabeça pelo estreito superior
2. Descida + Rotação Interna
a. Descida Estreito superior para estreito inferior
b. Rotação Interna Linha orientação em AP
3. Desprendimento Pólo-Cefálico Deflexão hipomóclio
4. Rotação Externa cabeça roda de volta à linha de orientação prévia
5. Desprendimento Ovóide Córmico Sai tudo!
- Períodos Clínicos
1. Dilatação
a. DLE + Deambulação
b. Analgesia
c. CTG por 10min 30/30min + TV 2/2h + Partograma
d. CTG intraparto contínua + BCF
e. Amniotomia
2. Expulsão Dilatação completa
a. Episio Médio-lateral D
b. Esforço materno
c. Clampear CU
3. Dequitação Descolamento + Descida + Expulsão da Placenta até 30min
a. Até descolar Massagem fundo útero
b. Descolou Tração do cordão + Manobra de Jacobs
c. Não descolou Ocitocina + Descolamento/Extração manual + Curetagem/Curagem
d. Inspecionar após
e. Manter ocitocina
4. 4º Período de Greenberg 1ª hora pós-parto
a. Revisão canal parto
b. Episiorrafia
c. Ocitocina + SG sn
- Patologias 3º e 4º Períodos Retenção/Acretismo/Hipotonia uterina/Inversão Uterina
Hipotonia Massagem Manobra de Hamilton Ocitocina Ligadura/Embolização Sutura de Lynch
Histeré
- Puerpério dequitação até 2m AC Alta após 2d junto com RN
Volemia, involução útero (1cm/d), lóquia (0/3/10/25)
Infecção puerperal infecção genital até 10d Dx clínico
o Morbidade Febril Pueperal febre oral por 48h do 2º-10º pós-parto
Endometrite BUMM Burn + Útero Mole + Miúdo
Salpingite/Ooforite febre + dor fossas ilíacas
Peritonite DB+
Tromboflebite pélvica puerperal FOI Exclusão HNF
Infecção sítio cirúrgico
o Exames Kit infeccioso + Culturas + USG-TV
o Tratto
Internação
Ampi + Genta + Flagil EV + Drenagem/Histeré sn
Alta após 48h bem
Mastite Puerperal 1º mês Sinais infecção GRAM, USG
o Cefalexina 10d Oxa + Cefoxitina EV
o Manter amamentação
o Cabergolina se dor refratária
- Fórcipe Sempre de Kielland
- Óbito fetal Investigar + Resolver RPMO, DPP, PP, infecção, Rh, coagulop, >1m
Indução Cesárea
Mandar feto + placenta para AP
GINECO
- Abdome Agudo
Torção Anexial
o Dx Kit PS + bHCG + USG-TV + pelve
o Tratto VLP Dx e Terapêutica Desfazer torção
Sem comprometimento vascular Exérese do Cisto
Com comprometimento vascular Salpingo-ooforé
Cisto ovariano roto Ovulação (2ª fase ciclo) Aumento anexial
o Dx
bHCG (excluir ectópica)
USG-TV + pelve
o Tratto
E Suporte + Analgesia + Sinais vitais + Exames + USG 2d
I/Dor refratária/Dúvida diagnóstica VLP
- Sgto Uterino Anormal Pós-Menopausa
Causas
o Atrofia endométrio fisiológico
o Pólipo endométrio Histeroscopia Dx + Histeroscopia Cx + Polipé
o Hiperplasia endométrio Pré-neo
o CA endométrio Vem na Bx
Tipo I AdenoCA endometrióide
FR Hiperestrogenismos (nuligesta, menarca precoce, menopausa tardia, etc), obeso, DM,
lesões precursoras
o CA corpo uterino
QC Sgto + Dor
Estadiamento Cirúrgico
Cd Histeré total abd + Anexe bilat + LNDé ilíaca bilat e paraórtica + Omenté + Coleta
citologia peritoneal
Descrição cirúrgica
Paciente em DDH sob anestesia geral
Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
Passagem de SVD
Incisão transversal infraumbilical de 6-8cm
Incisão transversal de pele, subcutâneo, mm. oblíquos externo e interno
Afastamento de mm. reto abdominal
Incisão longitudinal de peritônio parietal
Inventário da cavidade
(...) dos ligamentos redondos laterais
(...)
o CA colo uterino
o Mioma uterino
Cd USG-TV+P + Rastreamentos
o Normal < 5/8 (s/c/ TRH)
o Alterado ≥ 5/8 (s/c/ TRH) Bx + AP por histeroscopia
- Sgto Uterino Anormal Menacme
Leiomioma Assintomático (observação)
o Exames
USG-TV + P (não valorizar Eco endometrial na menacme)
bHCG
HMG + Coagulo
Histeroscopia / RM
TSH/T4L
o Tratto
Clínico AINH Análogo GnRH
Cirúrgico Sintomas importantes Repor Fe + CH antes
Sem desejo Histeré
Com desejo Miomé
Técnica
o Pcte em DDH sob anestesia geral
o Assepsia + Antissepsia + Campos
o SVD
o Incisão transversal infraumbilical de pele, subcutâneo e aponeurose dos mm.
oblíquos externo e interno
o Afastar mm. reto abdominal
o Incisão longitudinal do peritônio parietal
o Inventário da cavidade
o Incisão do miométrio com ressecção
o Fechamento do miométrio com pontos simples
o Revisão da hemostasia
o Fechamento por planos
Prescrição POI tudo EV ver se tem alergia
o Dieta laxativa e (...) quando bem acordada
o Drogas que usava
o Sulfato ferroso
o Luftal
o Analgesia boa
o Anti-emético
o Sacar SVD
o Controles + Cuidados
Prescrição 1º PO igual, mas tudo VO se possível
o Profilaxia TVP
- MIPA
Dx 1 Definitivo OU 3 Maiores OU 2 Maiores + 1 Menor
o Dx
Definitivo algo comprovando visualmente abscesso/inflamação
Maiores 3 Dores
Hipogastro
À mobilização colo
Ou Espessamento anexos
Menores
Febre
Secreção vaginal anormal
↑VHS/PCR
Cultura + para atípicos
o Exames
USG-TV
TC pelve + RX abdome
HMG + U/Cr + TGO/TGP + PCR/VHS + U1/URC + bHCG
Sorologias HIV/Sífilis
o Estadiamento
Estadio 1 Sem peritonite
Estadio 2 Com peritonite + Sem abscesso
Estadio 3 Com abscesso localizado
Estadio 4 Pus livre
o Tratto
Estadio 1 Doxiciclina VO 14d + Benzeta
Estadio 2-3 Ampi + Genta + Flagil EV
Estadio 4 VLP
Alta Completar 14d com Doxi + Flagil
Parceiros Abstinência 14d
Assintomático Azitro VO dose única
Sintomático Doxi VO 14d
- HPV/Neo Colo Uterino
Rastreamento CCO Alteração não inflamatória Investigar
o Início aos 25a (termina vacina) 3/3a se últimos 2 normais
o Fim aos 65a (último exame rastreamento) se 2 normais nos últimos 5ª
o Bethesda
Normal/Inflamatório Seguimento
Restante Colposcopia + Bx sn
O que tiver G faz também histeroscopia
Colposcopia, vulvoscopia e vaginoscopia Bx se alteração
o Ácido acético Vulva e vagina 5%/colo 3%
o Lugol colo
o Azul de Toluidina vulva
o Realizar na fase pré-ovulatória (OEC aberto + muco claro) após abstinência sexual de 3d sem outra
infecção ativa sem atrofia por hipoestrogenismo
o NIC 1 Repetir CCO + Colposcopia + Bx em 6m
o NIC 2/3 Conização ou CAF (Cirurgia de alta freqüência)
Estadiamento
o USG-TV
o TC/RNM
o Uro Excretora/Cistoscopia
o TR/Retossigmoidoscopia Paramétrio + RT + QT
- Vulvovaginites Corrimento Solicitar sorologias
Cândida Fluconazol
o pH <4,5
o Branco com grumo
Vaginose Metro
o pH > 4,5
o Odor de peixe
o Espuma cinza cor de peixe
Tricomoníase Metro
o pH > 4,5
o Pontos vermelhos do tricô do aborto
o Espuma verde-amarelo tricô do aborto é coisa de brasileiro
- Endometriose avaliar TGU + TGI
CA 125
USG-TV
Ecoendoscopia colorretal
- Climatério Sintomas
Menopausa amenorréia por 1 ano 40-52ª
Rastreamentos + FSH/LH + TSH/T4L + HMG + U1 + USG-TV
TRH Sintomas + Sem contra-indicações
o Oral DLP
o Transdérmico Outros
o Tópico secura vaginal
- Amenorréia Irregular 6m ou 3 ciclos consecutivos
Hipogonadismo hipogonadotrófico Já era hipotálamo P.e, Sheehan
Hipogonadimso hipergonadotrófico Já era útero/ovário P.e, SOP
Exames
o bHCG
o FSH/LH + Estradiol/Progesterona + Testo/Diidrotesto
o TSH/T4L
o TC/RNM Crânio
o USG pélvico
o Histerossalpingografia
- Contracepção
DIU bHCG – Indicado pra quem tem problema de usar estrógeno + Contra-indicado pra quem teve MIPA
ACO combinado/Injetável 1m/Anel Vaginal Tem estrógeno
o Inibe ovulação (FSH/LH)
o Altera muco
o Altera motilidade tubas
o Altera endométrio
Progesterona/Injetável 3m Tem progesterona
o Bom para amamentação
o Engorda
Laqueadura >25a OU 2 filhos vivos OU Risco morte gestação
o Autorização por escrito 2m antes do casal
- Neo Mama
Rastreamento MMG
o 0 USG
o 1-2 Seguimento
o 3 Repetir 6m
o 4-5 Bx
Dx Bx Birads 4/5, USG sugestivo
o Nódulo Core biopsy guiada por USG
o Microcalcificações Mamotomia estereotáxica
Estadiamento
o RNM Crânio + RXTX + USG Abdome
o Cintilo óssea
o CA 15-3
o Pesquisa HER-2 + Receptor Estrogênio
Tratto
o Pra todos HT se RE+ / Trastuzumab se HER2+
o < 3cm Quadrante + RT + Pesquisa LND sentinela com Linfadené se +
o > 3cm Masté + Linfadené + RT e QT adjuvante se +
o > 5cm QT neo
- Mama Benigna
Mastalgia analgesia, ACO\
Cisto USG + MMG
o Assintomático Observação + USG 6m
o Punção esvaziadora/Exérese
Nódulo Sólido USG/MMG
o < 35a USG Maligno? Core biopsy
> 2cm PAAF
< 2 cm USG 6/6m
Bx se alteração Core biopsy
Fluxo Papilar Bx
Mastite Cefalexina/Oxa
- Infertilidade Conjugal
USG TV + FSH/LH + Estradiol/Prolactina + TSH/T4L
Espermograma + Testo/Diidro + Androstenediona/Sulfato de deidroepiandrosterona
Histerossalpingografia
USG TV seriado ovulação
- SOP
Dx 2/3
o Hiperandro Clínico ou Lab Hirsutismo, acne, obesidade andróide (resistência insulínica), alopecia,
voz grossa
o Ciclos Anovulatórios Amenorréia, infertilidade
o USG Típico vários cistinhos bilat
Exames
o ↑FSH/LH LH 2x > FSH
o Prolactina
o TSH/T4L
o Testo/SDHEA/Androstenediona pouco elevados
o 17-alfa-hidroxiprogesterona
o ↓SHBG
o GlicJ + PL
Tratto
o MEV Sde Plurimetabólica
o Clínico Finasterida
Sem desejo ACO combinado
Com desejo Análogo GnRH
o Cirúrgico Drilling
Microperfurações por VLP
- Curetagem
1. Paciente em DDH sob raquianestesia
2. Assepsia, antissepsia, campos estéreis
3. SVD
4. Toque bimanual
5. Especulo
6. Histerometria
7. Dilatação vela
8. Curetagem
9. AP
10. Histerometria
11. Retirada material
MEDPREV
- Economia custo x benefício/ oferta x procura (demanda) escassez de recursos
Serviços de saúde
Medicamentos
Tecnologia
Macroeconomia economia global
Desmercantilização do acesso saúde como direito
Mercantilização da oferta Médicos (profissionais de saúde), hospitais/laboratórios, planos de saúde,
indústrias farmacêuticas, de tecnologia...
Demanda depende de precisar (ficar doente) e não de querer Imprevisível
Oferta capaz de induzir demanda médico induz demanda e faz a oferta Pedir exames
o Médico maior conhecimento técnico
o Paciente consome sem entender completamente
Impossível mercado de saúde ideal que se controle Controle externo ANS
Generalistas x Especialistas
- Sistemas de Saúde Sistema de proteção social
Assistencial Estado paga tudo pros pobres EUA
Previdencialista (seguro) Contribuição compulsória folha de pagamento Getúlio
Universalista unificado (seguridade) Estado paga tudo pra todos Universalidade Ideal Inglês
Universalista diversificado Estado paga pra pobres, classe-média desconto folha de pagamento e ricos pagam
diretamente
Nível de atenção Tecnologia + Capacitação + Demanda populacional
o Primário UBS Porta de entrada no sistema
o Secundário Hospitais secundários/AMA
o Terciário Hospitais terciários/AME
Fluxo Referência (sobe) e contrarreferência (volta)
- SUS
Linha do tempo
o 1920-1988 Previdencialista
o 1960 – Lei Orgânica apenas para urbanos que trabalham
o 1966 INPS adicionou os rurais
o 1977 Militares juntaram tudo, tiraram dinheiro da saúde e gastaram com construções Rombo
sendo pago até hoje
o 1988 Universalista
Concebido Movimento da Reforma Sanitária Brasileira (1986)
Sancionado VIII Conferência Nacional de Saúde de 1986
Legislado Constituição de 1988 Saúde direito de todos e dever do Estado, sendo livre à iniciativa privada
nacional apenas
Regulamentação Lei Orgânica da Saúde (1990) Participação social
Operacionalização NOBs e NOAS
Princípios Éticos Define as competências
o Universalidade acesso universal cobre a todos
o Integralidade atendimento integral conforme necessidade de cada caso Garante promoção,
prevenção e recuperação do indivíduo Todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos
o Igualdade equidade na distribuição de recursos proporcionalmente à necessidade de cada caso. Sem
diferença entre as pessoas, qualquer lugar em que more
Diretrizes
o Descentralização redistribuição de gestão/recursos/responsabilidades Federal Estadual
Municipal
o Regionalização e hierarquização Distribuição dos serviços de modo a atender cada necessidade
individual
o Participação social Conferências/Conselhos da população democraticamente nos 3 níveis de governo
Competência
o Assistência e promoção à saúde
o Fiscalização de insumos
o Vigilância sanitária, epidemiológica e de alimentos
Financiamento EC 29 (2000)
o Federal Seguridade social + transferências dos Fundos de Participação da União Correção pelo
PIB do ano anterior Poder distributivo
o Estadual 12% arrecadação + transferências dos Fundos de Participação Estaduais
o Municipal 15% arrecadação + transferências dos Fundos de Participação Municipais
Fundos de Saúde Nacional + Estadual + Municipal contas que vinculam recursos à saúde, a fim de evitar
desvios.
Gestão Pacto pela Saúde (2006) Pacto pela Vida + Pacto de Gestão + Pacto de Defesa do SUS
o Federal MS
Comissão Intergestores Tripartite
Gestor federal MS
Representação estadual Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS)
Representação municipal Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
(CONASEMS)
o Estadual Secretarias Estaduais da Saúde
Comissão Intergestores Bipartite
Governo do Estado Secretaria de Estado da Saúde
Representação municipal Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS)
o Municipal Secretarias/Departamentos Municipais da Saúde
Conferências de saúde colegiados consultivos inserção social a fim de avaliar situação de
cada lugar nos níveis correspondentes, definindo políticas de saúde locais e fiscalizando gestores
Conselhos de saúde composição estabelecida por lei
50% Usuários + 25% Profissionais de Saúde + 25% Gestores e prestadores de serviços
Rede assistencial Insuficiente frente à demanda Demanda > Oferta
o Própria
o Contratada predominância não-lucrativa, mas há também lucrativos, principalmente em grandes
centros
2ário Atendimento (hospitais [santas-casas], laboratório)
3ário Diagnóstico (imagem, diálise)
o Subsídios não recolhimento INSS + abatimento imposto
o Federal bem diminuta após descentralização 3ário (INCA)
o Estadual hospitais 3ários, 2ários e AMEs 2ário/3ário
o Municipal hospitais 2ários, UBS/CS 1ário/2ário
o Garante todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos
PSF
o Criado pelo MS em 1994
o Profissionais de saúde e agentes comunitários
Atenção Primária Princípios
o Acessibilidade fácil acesso, acolhimento
o Longitudinalidade Não dá alta Velhos pctes com novas dças
o Integralidade Atende independente do problema, do começo ao fim
o Coordenação Referência e contrarreferência
- Sistema Supletivo de Assistência Médica (SSAM)
Assistência à saúde livre à iniciativa privada
Vedada participação estrangeira
Proteção ao consumidor
o 1998 Obrigar a pelo menos uma mínima cobertura
o 2000 Criação da ANS-MS ‘PROCON da saúde’
Doenças pré-existentes/faixas etárias Cobrar mais Máximo 6x mais
Referência = Ambulatorial + hospitalar + odontológico
Obrigatório atender urgências/emergências
Ressarcimento ao SUS Insuficiente
Complementar x Suplementar objetivo x realidade cobertura de 25% da população
Financiamento
o Renúncia fiscal sai menos
o Desembolso direto entra mais
Individuais ou familiares
Coletivos ‘fábricas’
Pagamento pelas fábricas
Desconto compulsório da folha de pagamento
Gestão Exceção seguro-saúde
o Remuneração de acordo com tabelas de procedimentos
o Autorização prévia para procedimentos diagnósticos/terapêuticos
o Pagamento por procedimento realizado
Rede assistencial Exceção seguro-saúde
o Própria Hospitais 2ários e ambulatórios Menor
o Contratada Rede grande Oferta > Demanda
Maioria sem contrato formal Prestação de serviços Recebe apenas quando presta o serviço
previamente autorizado
Hospitais média e alta complexidade/Consultórios
Centros diagnose e terapêutica
o Garante todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos apenas em internações e
procedimentos realizados
Tipos
o Lucrativos
Medicina de Grupo Amil, Golden-Cross
Pequeno porte
Intermediadora entre cliente e médico
Limita credenciamento Controle de gastos
Necessita de autorização prévia para procedimento
o Ao mesmo tempo que facilita o acesso pela grande oferta de serviços, dificulta
algumas vezes o acesso da clientela pela necessidade de autorização prévia de
liberação do serviço
Seguro-Saúde (Seguradora) Bradesco, Porto-Seguro
Grande porte
Não fazem credenciamento. O usuário escolhe o serviço
Não operam autorização. Reembolso de acordo com a cobertura Facilidade do acesso
da clientela ao serviço
Não permite controle de gastos
Cooperativas Médicas Unimeds
Divisão dos lucros entre os médicos cooperados
Remuneração de acordo com tabela da AMB
Fornece relação ao associado de profissionais
Restante igual Medicina de Grupo
o Não-Lucrativo
Auto-Gestão Banco do Brasil
Não comercializável, apenas para quem trabalha, por exemplo, no Banco do Brasl
Remuneração também através de tabela de procedimentos, mas valores mais elevados
paga-se mais, mas a qualidade é melhor
Financiamento por desconto da folha de pagamento + subsídios da empresa
Também necessita de autorização prévia
Permite controle de gastos
- Indicadores de Saúde sempre por período e local
Mortalidade = mortes determinado/pop x 10³
o Taxas padronizadas Proporcionar à idade, visto que locais com gente mais velha, morre-se mais gente
o O coeficiente ajustado (padronizado) retira o possível fator de confusão, fazendo-se observar portanto
apenas o que não estiver dentro do padronizado. Por exemplo, se o coeficiente bruto aborda mortes por
câncer e idade, há o fator de confusão idade, pois muitos desses podem morrer simplesmente por
velhice. Se realiza-se o coeficiente padronizado pela idade, retira-se esse fator de confusão e fica
possível de visualizar a quantidade de pessoas que realmente morre única e exclusivamente por câncer
Mort. específica = mortes determinada causa/pop x 10 elevado a n
Mort. infantil = óbitos cças < 1a/nascidos vivos x 10³
Mort. neonatal precoce = óbitos cças < 7d/nascidos vivos x 10³
Mort. neonatal tardia = óbitos cças 7-28d/nascidos vivos x 10³
Natimortalidade = natimortos (>22 sem)/nascidos vivos + natimortos x 10³
Mort. materna = óbitos maternos/nascidos vivos x 10 a 5ª
o Gestação até puerpério até 42 dias em que evento teve relação com morte
Letalidade = óbitos dça/casos dça x 10²
Incidência = casos novos dça/pop susceptível x 10 a n
Prevalência = total casos dça/pop x 10 a n
Natalidade = nascidos vivos/pop daquele ano
- Notificação Compulsória
Internacionais
o Varíola
o Influenza
o H5N1
o SARS
o Sarampo
o Febre do Nilo Ocidental
Vacina Caxumba não entra
o TB
o Hep
o DPT
o Meningo
o Pneumo
o Rota
o FA
o Sarampo
o Rubéola
o Polio
o Eventos adversos pós-vacinal
Sdes Febris
o Dengue
o Leptospirose
o Hantavirose
o Leishmaniose
o Febre tifóide/maculosa/do Nilo Ocidental
o Malária
o Íctero-hemorrágicas
Endêmicas
o Hanseníase
o Esquistossomose
o Chagas aguda
o Acidente de trabalho
Terror
o Botulismo
o Antraz
o Tolurismo
o Violência
Bichos loucos
o Peste
o Doença de Creutzfeldt-Jacob
o Animais peçonhentos
o Toxo em gestante ou congênita
o Cólera
o Raiva
Exógeno Intoxicações
Doenças com Si
o SIDA
o HIV em gestante ou cças expostas à transmissão
o Sífilis adquirida congênita ou em gestante
o Sde corrimento uretral masculino
- Notificação imediata
Pacote Internacionais
Pacote Bichos Loucos, exceto gestante vaca louca peçonhenta
FA
Pacote Terror infeccioso
CRM Chagas, Rubéola, Meningo
Dengue grave
Difteria
Hantavirose
Alimentos
- Prevenção
História natural da doença
o Pré-patogênico Agente/Hospedeiro/ Meio Primária
o Patogênico Pré-clínico/Clínico Secundária
o Desfecho Terciário
Níveis
o 1ária Promoção à saúde (política social) e Proteção específica
o 2ária Dx precoce Rastreamento, busca ativa, investigação
o 3ária Minimizar morbidade e capacitação
o 4ária Evitar iatrogenias Em cadeia ou isoladas Condutas criteriosas, segurança do pcte
Rastreamento
o Violência SAFE
Segurança Se sente segura no relacionamento?
Ameaça Já se sentiu ameaçada ou com medo?
Família/Friends As pessoas próximas estão preocupadas?
Emergência Tem pra onde correr?
Saúde pela OMS Saúde é capacidade de uma pessoa/grupo realizar suas aspirações, satisfazer suas
necessidades e lidar com o meio ambiente. A saúde é um recurso para a vida diária, não o objetivo dela.
EPIDEMIO
- Dicas
Colocar doença nas colunas e fator de risco/terapia/teste nas linhas
IC passando por 1 afirma que não há relação
RR e OR
o = 1 exposição não interfere no risco
o > 1 fator de risco
o < 1 fator protetor
Chance = probabilidade do evento acontecer/probabilidade do evento não acontecer
o Probabilidade do evento não acontecer = 1 – probabilidade do evento acontecer, portanto:
o Chance = probabilidade do evento/1 – probabilidade do evento
- Testes Diagnósticos
S = verdadeiro positivo/doentes probabilidade de alguém doente ter o teste positivo
o Falso-negativos = 1 – sensibilidade
o Um teste muito sensível, raramente deixa passar em branco alguém que tenha a doença, inclusive dando
positivo (algumas vezes) naqueles que não têm a doença. Contudo e portanto, quando é negativo, é
porque a pessoa não tem mesmo a doença
E = verdadeiro negativo/não-doentes probabilidade de alguém não-doente ter o teste negativo
o Falso-positivos = 1-especificidade
o Um teste muito específico, raramente deixa passar em branco alguém que não tenha a doença, inclusive
dando negativo (algumas vezes) naqueles que têm a doença. Contudo e portanto, quando é positivo, é
porque a pessoa tem mesmo a doença
VPP = verdadeiro positivo/testes + probabilidade de alguém com o teste + ter a doença probabilidade do
teste + ser verdadeiramente +
o Depende da prevalência Baixa prevalência = Baixo VPP
VPN = verdadeiro negativo/testes – probabilidade de alguém com o teste – não ter a doença probabilidade
do teste – ser verdadeiramente –
A = verdadeiro positivo + verdadeiro negativo/total proporção de todos que tem os resultados verdadeiros
probabilidade do teste acertar
RVS + = quantas vezes o resultado + de um teste é mais provável ser verdadeiro
o Sensibilidade/Falso-positivo
o Quanto mais baixo, diminui probabilidade de não ter doença quando teste +
RVS – = quantas vezes o resultado – de um teste é mais provável ser verdadeiro
o Especificidade/Falso-negativo
o Quanto mais baixo, diminui probabilidade de doença quando teste –
- Estudos Observacionais
Analíticos
o Transversal (de prevalência) Expostos x Não-Expostos já ou não com a dça não dá mais tempo
de fazer nada Razão de prevalência (RP)
RP = P dça expostos/P dça não-expostos
= 1 não há associação
> 1 há associação +, mas não necessariamente risco
< 1 = há associação –, mas não necessariamente proteção
Viés Mensuração, confusão
o Coorte Expostos x Não-expostos sem dça e vê quem desenvolve ao longo do tempo apenas
acompanhou e não mandou fazer isso ou tomar aquilo RR e RA
Retrospectivo colhe dados de registros pctes não sabiam que participariam
Prospectivo colhe dados durante estudo
RR = Ie/Ine
RA = RAR = Ie - Ine
Rap = RA x P RA na população
Fap = Rap/Incidência na pop Proporção na população
Viés Seleção, aferição, confusão
o Ecológico igual Transversal, mas grupos em vez de indivíduo
o Caso-Controle Efeito (dça) x não-efeito (não-dça) e vê a quais riscos se expuseram dá tempo de
fazer alguma coisa ainda Foram selecionados a partir da doença de interesse, por terem-na OR
OR = ad/bc
Viés Seleção (controles), memória, entrevistador, confusão
o Resumo:
Transversal Expostos x Não-Expostos já ou não com a dça RP
Coorte Expostos x Não-expostos sem dça e vê quem desenvolve ao longo do tempo RR e
RA
Ecológico igual Transversal, mas grupos em vez de indivíduo
Caso-Controle Efeito x não-efeito e vê a quais riscos se expuseram OR
Descritivos Relato de caso/série de casos
- Estudos Experimentais
Ensaio Clínico Terapêutico x Placebo Duplo-cego / Randomização / Prospectivo NNT
o Tem que ser avaliado o tempo de tratamento, portanto, se coloca o tanto de pessoas-ano no denominador
o RR = Ie/Ine quem tomou a medicação teve ‘x’ risco a mais de evento que o grupo que tomou placebo
o RAR = Ie – Ine quem tomou medicação teve seu risco de evento reduzido em ‘x’ pessoas-ano devido
ao tratamento
o NNT = 1/RAR é necessário tratar ‘x’ pessoas para que uma pessoa possa se beneficiar do efeito da
medicação
o Viés Amostragem, aleatorização, perda de seguimento
Ensaio de comunidade igual Clínico, mas grupos em vez de indivíduo
- Revisão Sistemática e Meta-Análise
Revisão sistemática Síntese qualitativa de dados Evitar vieses
Meta-análise Síntese qualidade de estudos Aumentar poder estatístico e da precisão do efeito
o Vieses
Publicação dados positivos
Linguagem várias línguas que não o inglês
Publicação múltipla dados positivos publicados em mais de um lugar
Citação dados positivos são mais citados
Localização dificuldade em achar artigo
- Rastreamento
Vieses
o De tempo ganho maior tempo com diagnóstico, mas morreria da doença no mesmo tempo. O
diagnóstico só foi feito mais cedo
o De tempo de duração maior chance de diagnosticar doenças com evolução mais lenta. As com
evolução rápida muitas vezes não são pegas
o Auto-seleção as pessoas que vão atrás de rastreamento geralmente se preocupam mais com a saúde e
cuidar melhor dela
Indicações
o A e B Recomenda exame
o C Contra-indica rotineiramente, mas pode em alguns poucos
o D Contra-indicação absoluta
o I Dados insuficientes