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BATORAS

O documento contém diretrizes clínicas sobre diversos procedimentos médicos, incluindo o manejo de condições como hipertensão, diabetes, e infecções. Destaca a importância de exames específicos, tratamento profilático e intervenções em situações de emergência. Além disso, aborda a administração de medicamentos e a necessidade de monitoramento contínuo do paciente.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
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BATORAS

O documento contém diretrizes clínicas sobre diversos procedimentos médicos, incluindo o manejo de condições como hipertensão, diabetes, e infecções. Destaca a importância de exames específicos, tratamento profilático e intervenções em situações de emergência. Além disso, aborda a administração de medicamentos e a necessidade de monitoramento contínuo do paciente.
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Auto-Dicas

CLÍNICA

- Álcool  não esquecer Tiamina


- TC Crânio antes de LCR se sinal de HIC
↓NC indica TC antes de LCR
NV ou fontanela abaulada não contra-indica LCR direto
- LCR  Sempre com MANÔMETRO!
Bacterioscopia + Cultura
Celularidade + Proteínorraquia
Glicorraquia (solicitar também glicemia)
- Paracentese  GASA
Bacterioscopia + Cultura
Celularidade + Proteínas
Albumina + DHL
Outros  BTF / TGD / Amilase / ADA / Ht
- Toracocentese  Light/DP Complicado
Bacterioscopia + Cultura
Celularidade + Proteínas
DHL + pH + Glicose
Outros  Citologia oncótica / TGD / Amilase / ADA + pBAAR
- SEMPRE
SE MOVEDX – NOVA CPI  Notificar todas infecciosas
o SE  Sala de Emergência
o M  Monitorização eletrocardiográfica, de FC, FR, PA, satO2, Dx, diurese (peso)
o O  Oxigênio por (...)
o V  Puncionar 2 acessos venosos calibrosos periféricos, colher exames (...) e iniciar solução (...)
o E  Realizar ECG, colher exames
o D  Realizar glicemia capilar, passar SVD com controle de diurese
o X  Realizar exame de imagem (...), glicemia capilar
o NOtificação
o VAcina
o Convocar contactantes
o Profilaxia
o Isolamento
- Profilaxia TVP  imobilizado > 3d OU > 40 anos com fator de risco
HNF  Sempre colocar HNF em vez de Enoxa pois:
o Tem antidoto  Protamina
o Tem como dosar efeito  TTPA
o Pode em IRC/IRA, idoso e extremos de peso
o Ninguém dá por causa da posologia  Danem-se as enfermeiras
o Atenção  Suspender se plaquetopenia
o Profilática  SC
o Terapêutica  EV
Varfarina
o Antídoto  Vitamina K
o Introduzir com HNF e suspender este quando INR entre 2-3 por 2 dias
Se contra-indicação  Meios físicos ou filtro de veia cava
- Fazer vias de administração abreviadas e se der tempo revisar e colocar no final por extenso todas
- Rastreamento
CCO  ♀ 25a
PL
o ♂ 35a
o ♀ 45a
Gli  45a
SO  50a
MMG  ♀ 50a
AA  ♂ 60a TBG
Snellen  65a
DMO  ♀ 65a (e parar CCO)
- Sde Lise Tumoral  6H  Hidratação
Hiperuricemia  Alopurinol + Alcalinização da urina
Hipercalemia  Baixar K+
Hiperfosfatemia  Hidróxido de alumínio
Hipocalcemia – Uremia  Só repor Ca2+ se emergência
DHL
H+  Acidose metabólica  Só repor Bic se < 6,9
o Profilaxia  Alopurinol, hidratação e Bic antes da QT
- Neutropenia (<500/<1000 em queda) febril (>37,8)
Caçar foco
Kit infeccioso  HMG/HMC/PCR + RX Tórax + U1/URC + Culturas + FR/FH
Tratamento
o Imipenen (Pseudomonas - 72h)  + Vanco ou antes se risco (S. aureus Oxa-R - 24h)  + Anfo
o Mantém Afebril  48h +
NФ > 500  7d
NФ < 500  14d
o Alta
BEG
Afebril 48h
Leuco em recuperação
Culturas negativas
- SVCS  RT
- HAS 1ária
Dx
o 2ª medida > 140x90 c/ ↑ risco CV (idade 45/55/TBG/DLP/HF/DM)
o 2ª medida > 180x110
o 3ª medida > 140x90
o Obs  Consultório 140x90; MAPA/MRPA 130x85
I/II/III  PAS 140/160/180 – PAD 90/100/110
Exames  1/1a  Lesões de Órgãos-alvo (LOA)
o Kit rim  Microalbuminúria/U/Cr
o Kit coração  ECG/Eco/PL/Glicemia/Doppler carótida
Tratto
o I sem fator de risco sem LOA  MEV 6m (dieta DASH)
IMC < 25
CA  < 102/88
Alimentação/Atividade física
Álcool/TBG
o Todos os outros  Drogas  Alvo  < 140x90 ou DM/LOA < 130x80
iECA/BRA
HCTZ
B-Bloq
Ca-Bloq
Obs: ICC  HCTZ (↓K) ↔ Espirono (↑K)/Ca-Bloq ↔ H+M
o AAS
HAS + Atero manifesta
HAS + DM + > 45a
o Sinvastatina  Atero manifesta/Framingham > 10% em 10 anos
CT 200/TGD 150/LDL 100/HDL 40-50
- HAS 2ária
Renovascular  Jovem ou idoso  Estenose a. renal  AngioTC
Hiperaldo 1ário  ↑ Aldo/↑Na/↓Renina-plasmática  Na 1ária, é o contrário
IRC  Cr
SAHOS  Polissono
Cushing  2 testes Cortisol urinário 24h
Hiper/Hipotiro  Acelera/Edema  TSH
- ICC
Eco  para estratificar e não para Dx
Estadio  se progride  Nunca mais volta  Não melhora

Estádio Sintomas Remodelamento


A  FR p/ ICC Ø Ø
B Ø +
C Controlado c/ drogas +
D Descontrolado c/ drogas +

CF  gravidade da dispnéia  Pode ir pra cima ou pra baixo  Pode melhorar


o 1  Esforços extra-habituais
o 2  Esforços habituais
o 3  Pequenos esforços
o 4  Repouso
Tratto  Tratar causa de base  Valvopatia, ICo, DPOC, FA, depósito etc
o Edema  Furo
o ICC diastólica  ↓ PA
o ICC sistólica  iECA/BRA + B-bloq
 CF 3/4 alguma vez na vida  + Espirono
 CF 3/4 + QRS alargado  MP com ressincronização
 Sintomas com tudo dose máxima sem edema  Digoxina
- Sde Metabólica  3/5  PA CAGÁ TRIGO
CA > 102/88
TGD > 150
HDL < 40/50
PA > 130x85
GlicJ > 100
- DM
Dx
o HbG > 6,5 1x OU
o GlicJ > 126 2x OU
o TTGO75 > 200 2x OU
o GlicAcaso > 200 com sintomas 1x
Tipos
o Lesão pâncreas  Agudo, polis, ↓ Peptídeo-C, CAD, Insulina
 DM1/LADA  anti-GAD, anti-ilhota, anti-insulina
 Pancreatite crônica/Pancreaté
o Resistência insulina  Crônico, ↑ Peptídeo-C, EHH, Met
 DM2/MODY
 Induzida por drogas (CE)
Exames  DM2 ao Dx/DM1 após 5a
o Medir PA, PL, U/Cr
o FO
o ECG
o Microalb 24h  < 30/30-300/>300 (U1 anl)
o Obstipação com diarréia paradoxal explosiva
o Disautonomia
o Neuropatia periférica
Tratto  Não ter hipo + HbG < 7 + PL normal
o Todos  MEV + iECA/BRA  Dieta + Perder peso + AF
o Sem pâncreas  Insulina
o Com pâncreas + CAD ou GlicJ > 300 ou CI à Metformina  Insulina
o Com pâncreas  Metformina  Não funcionou  Insulina
 CI  IRA/IRC, IH, exame contrastado
o Insulina
 Paciente que ainda tem pâncreas, começar com NPH bed-time 0,1-0,15 U/kg
 ↑ Bed-time até dextro jejum < 120 + manter drogas
Jejum ok?  HbG < 7?  Sucesso!
Jejum ok?  HbG > 7?  Dx pré e pós prandiais (2h pós refeição)
 Objetivo rápida  Manter pré = pós  ∆máx 20-40
Regular  Dura 2h
 Objetivo NPH  Dura 8h
Bed time  Jejum < 120  Aumentar até alvo
Manhã  Pré-almoço = Pós-café  ∆máx 20-40
Almoço  Pré-jantar = Pós-almoço  ∆máx 20-40
- CAD
Dx
o pH < 7,3 (Bic < 18)
o Glicemia > 250
o Cetonúria +++
- EHH
Dx
o pH > 7,3 (Bic > 15)
o Glic > 600
o Osm > 320  2Na + Gli/18 + U/6
Exames
o Kit diagnóstico  GasoA + Glic + Cetonúria + Eletrólitos + U/Cr
o Kit infeccioso  HMG + RX + U1
o Eletrólitos + Glicemia 2/2h
o Dextro 1/1h
o Corrigir Na  Nac = Na + ∆Glicemia
 ∆Glicemia = 1,6 x (Glicemia-100)/100
Tratto  Tratar precipitante
o 1- Expansão na 1ª hora  SF
o 2- Manutenção + Na
 > 135  Soro ao meio
Glicemia > 300  SF + AD
Glicemia 200-300  SF + SG5%
 < 135 SF
 Choque hipovolêmico  manter SF expansão
o 3- Insulina R + K  EV BIC
 K < 5,3  Reposição KCl (se < 3,3 não iniciar insulina ainda)
 K > 3,3  Insulina R EV (A+M)
o 4- Bic  pH < 7
o 5- Manutenção da infusão
 Glicemia > 300  SF + AD
 Glicemia 200-300  SF + SG5%
o Resolução  Reduzir infusão
 CAD  Glic < 200 + pH > 7,3 + Bic > 15  Glicemia cça + Gaso EHH
 EHH  Glic < 300 + Osm <315 + GCS15  300/15
Insulina EV + SC por 1h e depois apenas SC + Dieta VO
Soro ao meio  SG5% + SF + AD
- Hipotiro  Hashimoto  Anti-TPO e Anti-TG
Dx  TSH > 4
Tratto  Levotiroxina
o Sintomáticos
o Assintomáticos
 TSH >10
 Gestante
 Sintomas atípicos
- Hipertiro
Dx  TSH < 0,45
Tipos
o TRAB +  Graves
o TRAB –  Cintilo Tireóide
 Difusa homo  Graves
 Difusa hetero  Bócio multinodular tóxico
 Local  Adenoma
 Sem captação
Pós-tiroidite infecciosa  ↑TG
Exógeno  ↓TG
Tratto
o Graves  PTU 1 ano  Falha  Tiroidé (Cx/Química)
o Bócio multinodular tóxico  Tiróide total
o Adenoma  Tiróide parcial
o Infecciosa  PTU
 Aguda  Cefalexina
 Subaguda  AINEs
o Exógena  Suspender droga
- Nódulo Tireóide
Dça tireóide  Palpar
Radiação cervical/HF neo tireóide/Tireóide palpável  USG
o > 1cm/Sólido/Vasc Perif/+ Profundo/Cintilo fria  > 1 = PAAF
- Crise Tireotóxica
Causa  Hipertiro s/ tratto e/ou precipitantes  infecção, cirurgia, parto, iodo
QC  ↑ tudo  ↑FC, ↑TºC, ↑NC, ↑evacuações (dor abdominal), ↑BTF, ↑ Glic, ↑Leuco, ↓K+
ECG  ↑FC/ FA alta resposta
Tratto  Empírico
o PTU VO/SNG
o Hidrocortisona
o Propranolol
o Hidratação cuidadosa + Correção DHE
- Coma Mixedematoso  Hipotiro
Causa  Hipotiro s/ tratto e/ou precipitantes  infecção, IAM, frio, sedativos
QC  ↓ tudo  ↓FC, ↓TºC, ↓NC, ↓PA, ↓Glic, ↓Na+ (edema não compressível/insuficiência adrenal), ↓pH
(acidose resp/derrames), ↑CPK (rabdomiólise), ↓evacuações (íleo)
ECG  ↓FC + ↓ amplitude
Tratto  Empírico
o Levotiroxina EV/VO
o Hidrocortisona
o Aquecimento físico
o Expansão volêmica + Suporte O2 s/n
- ITU
Cistite  Norfloxa 3d
Pielo  Cipro 7d + Nitrofurantoína-profilaxia 6m + Investigar
Sondado
o Bacteriúria sem sintomas  Não tratar
o C/ sintomas  Tratar
- Dispepsia
Úlcera
o Bx + AP
o Pesquisar/Tratar H. pylori apenas se úlcera
 Tratto  OCLA  Omeprazol + Claritro + Amoxa 7d
Tratamento clínico (TTC)  IBP 6 sem + MEV
Sinais de alarme  > 45a, perda peso, sangramento (anemia), icterícia, massa
Sinais de alarme/Falha TTC = EDA
o Esofagite = DRGE
o Normal/Gastrite/Duodenite = Funcional
Causas/Tratto
o Uso AINEs  Suspender + IBP
o DRGE/Funcional = TTC
- Delirium
Exames
o Dx
o Kit infeccioso
o Eletrólitos
o FR/FH
o GasoA
o Extremos  Tóxico + EEG + TC + T4L/TSH + B12 + Níveis séricos medicações
Tratto  Haldol + ‘MEV’
- Delirium Tremens  Autonômicos + Zoopsias  BZD (abstin) + Haldol (agitação)
- Wernick-Korsakoff  Tiamina EV altas doses
Dx  2/4
o Alteração estado mental
o Anormalidades oculomotoras
o Carência nutricional
o Disfunção cerebelar
- Intox
Paracetamol  N-acetilcisteína
Opióides  Naloxone
BZD  Flumazenil
Tricíclicos  alarga QRS  Bic
o O uso crônico alarga QT
Carbamatos/Organofosforados  Atropina
Metanol  Etanol
B-bloq  Glucagon
Ca-bloq  Glucagon/Gluconato de Ca
o Obs: BAVT  fluxograma BAV (AMED) + antídoto
Cocaína  BZD
Digoxina  Ac anti-digoxina
Varfarina  Vit K/Plasma
CO  O2 100%
- DHE
HipoNa < 135
o Causas
 Hipervolemia
 Hipovolemia
Perda renal  NaU > 20
Perda extrarrenal  NaU < 10
 Euvolemia  Drogas (HCTZ, tricíclico, neuroléptico, BZD, opióide), hipotiro
 SSIADH (NaU > 20)  TCE, meningite, neo (pulmão), AVC
o Tratto  Se sintomas
 ∆Na = Na soro – Na pcte / 1 + Água corporal
♂ jovem (músculo  + da metade é água)  0,6 x Peso
♀ jovem / ♂ idoso (metade é água)  0,5 x Peso
♀ idosa (ameixinha)  0,45 x Peso
 NaCl 3%  0,5 mEq/h  12 mEq/24h  Mielinólise pontina
 Lembrar  “NaCl 1% = 171 mEq = Estelionato”
HiperNa > 145
o Causas
 Drogas  Lítio, Furo
 Perda água livre  Diurese osmótica (DM), IRA pós-renal desobstruída (HPB pós-SVD),
diabetes insipidus, TGI, queimadura, sudorese
o Tratto  Se sintomas
 Mesma fórmula / Mesma velocidade
 NaCl 0,45%  Edema cerebral
HipoK < 3,5
o ECG  onda U presente, onda T achata, infra ST
o Tratto
 K < 3  KCl 19,1% EV  10 mEq/h
[v. periférica] = 40 mEq/L
[v. central] = 60 mEq/L
 K > 3 se sintomas  KCl 19,1% VO
Xarope ou comprimido
HiperK > 5
o ECG alterado  Gluconato de Ca2+ até estabilizar
o Tratto
 Esconde  Bic, B2, Insulina
 Tira  Furo, Sorcal, Diálise
HiperCa
o Causas
 Hiperpara 1ário/2ário
 Neo que come osso
o ECG  QT curto
o Tratto
 Hidratação EV
 Furo
 Zolendronato EV
 Calcitonina SC
 Se neo  CE
 Diálise
- Espiro boa
3 sopros pré + 3 sopros pós-BD com ∆CVF < 15%
- DPOC  Diagnostica + Estadia (GOLD) + Trata
VEF1/CVF < 0,7 pós-BD
Resposta a BD  VEF1 > 200ml E 12% em relação à pré-BD
GOLD
o I  VEF1 > 80%
o II  VEF1 50-80%
o III  VEF1 30-50%
o IV  VEF1 < 30%
CF  Sintomas  Dispnéia
o 0  Exercícios exaustivos
o 1  Exercícios moderados
o 2  Exercícios leves
o 3  Caminhada
o 4  Se vestir
Tratto  BTOCM (‘Bitoquin’)
o B2 curta se dispnéia
o B2-longa e/ou Tiotrópio (Falha 1, bota 2)  Sintoma  CF > 1
o O2
 PaO2 < 55
 PaO2 < 60 + Policitemia (Ht>45)/Cor pulmonale
o MEV  Ø TBG, Influenza, Pneumo, Fisio motora
o CE-IN  Sobrevida  GOLD 3/4 ou > 1 exacerbação/ano
Exacerbado  Dispnéia / Tosse / Alteração secreção
o Tratto  BICA OVNI
 B2-IN + Ipra-IN 3x
 CE VO
 ATB  Rocefin + Claritro/Levo (Pseudomonas)
 O2  VNI mantendo satO2 88-92%

Internação UTI B2 curta + Ipra 1/1h CE-EV ATB-EV


Alta Retorno B2 curta + Ipra 4/4h CE- VO ATB-VO 7d
- Asma  Diagnostica + Estadia (GINA-Controls) + Trata
Espiro fora da crise
Dx
o VEF1/CVF < 0,7 pré-BD + VEF1/CVF > 0,7 pós-BD OU
o ∆PFE diário > 15% OU
o Queda VEF1 > 20% com metacolina  Hiper-reatividade
Estadiar

CONTROLADO PARCIALMENTE DESCONTROLADO


CONTROLADO
VEF1/PFE > 80% do predito 1 3
Sintomas Diurnos < 3x/sem
Resgate < 3x/sem
Sintomas Noturnos Ø
Limitação Ø
Tratamento Subir 1 Step em 1m / Descer 1 Step se estável por 4m

Tratto  B2-resgate para todos


o Step 1  MEV
o Step 2  CE-IN
o Step 3  B2-longa (Pular esse Step para < 4a)
o Step 4  ↑ CE-IN
o Step 5  CE-VO
o MEV
 Vacinar para Pneumococos e Influenza
 Afastar desencadeantes/agravantes
Crise  B-IC-TSM-Q

Leve Moderado Grave Iminência PCR


Fala Sentenças Frases Palavras
Mental Calmo Agitado Sonolento
M. acessória Não usa Usa Paradoxal
Ausculta Sibilos ex Sibilos ex difusos Sibilos ins e ex MV abolidos
esparsos
Dispnéia Atividade Falar Repouso
FC <100 100-120 >120 Bradi
SatO2 > 95% 90-95% < 90%
pO2 Nl > 60% < 60%
PFE >80% 60-80% <60%
Tratamento B2-curta Leve + Ipra + CE-VO/EV Moderado + IOT + Quetamina
Terbuta SC + SMg (calibrosa)
Alta MEV + Step em que estava + CE-VO 7d (exceto leve) + Retorno precoce

- Hepatopatias
Paracentese  Todo paciente que zoar
PBE  PMN > 250 + Cultura+ p/ 1 germe  só PMN > 250 = Tratar
o Tratamento  Rocefin + Alb D1 + D3
 Se não melhora, pensar em PBS ou resistência
o Seguimento  Norflox até Tx
PBS  PMN > 250 + Cultura+ p/ > 1 germe
GASA  albumina (soro-ascite)
o > 1,1 = Transudato
o < 1,1 = Exsudato
SHR  IRA em cirrótico sem outra explicação para tal
o Dx
 Cirrose com ascite
 Cr > 1,5 s/ melhora pós-suspensão diurético e prova albumina 2d
Diferenciar de IRA pré-renal
 Sem choque
 Sem drogas nefrotóxicas
 Sem nefropatia  USG nl, sem proteinúria/hematúria
o Tratto
 Terlipressina + Alb  TIPS  Tx
Encefalopatia Hepática  ↑ Nitrogênio (Sangue, obstipação, churras, infecção)
o Westham
 I  Chato sem flapping (Alteração comportamental)
 II  Com flapping
 III  Sono despertável
 IV  Coma
o Tratto  Tx
 Dieta normoproteica pobre em aminoácidos aromáticos
 SNE (III/IV)
 Lactulose VO/SNE + VR  Metro VO/SNE
 Rifaximina
 Tratar precipitante
 Dx 6/6h
- BCP
Dx  Sintoma respiratório + sistêmico + RX com foco
Investigar etiologia apenas para Grave (Internado)  Escarro/LBA + HMC
o Internação  Avaliação clínica/CURB-65 ou PORT > 2
Tratto  7d
o Sem comorbidades  Claritro
o Com comorbidades/ATB < 3m  Levo
o Risco Pseudomonas  Levo + Imipenem
 Dça pulmonar, CE, ATB < 1m, imunossuprimido
o Sem Melhora  Complicação (nova img)/Resistência/Fungo/Outro sítio
- Derrame Pleural Complicado  puncionar quando não sabe origem > 10mm
o Dx  Drenar!
 pH < 7,2
 Glic < 60
 DHL > 1000
 Bacterioscopia +
 Pus
o Obs  ADA > 40 não drena
o Tratto  7d EV no mínimo e acompanhar se melhora
o Exsudato  Critérios de Light  diferencia de transudato  não dá conduta de drenagem ou não
 Proteína líq/sérico > 0,5
 DHL líq/sérico > 0,6
 DHL líq 2/3 > limite superior sérico
- Sepse
Diurese  mais sensível  manter > 0,5 ml/kg/h
SIRS 2/4 + Foco infeccioso presumido/identificado
o T < 36 / > 38
o FC > 90
o FR > 20 / pCO2 < 32
o Leuco > 12000 / < 4000 / desvio 10%
Grave  Disfunção orgânica
o Tratamento  Resolver infecção (e não volume!)
 ATB precoce de amplo espectro  Rocefin
Foco pulmonar  Adicionar Claritro
 Drenagem s/n
 Se conseguir, culturas antes
o Early Goal  ↓ PA/ ↑ Lactato  PAM < 65
1. SE MOVEDX + ATB
2. Passagem CVC + medir PVC + ScvO2
3. Expansão SF até PVC 8-12
4. Nora até PAM 65-90
5. Ht < 30  CH até Ht > 30
6. ScvO2 < 70%  Dobuta
- IRpA
PaO2 < 60/SatO2 < 90%  em aa
o Colocar de Diagnósticos tanto Hipoxemia quanto IRpA
PaCO2 > 50  em aa
- VM
Gatilho  abre válvula ins/fecha ex
o Controlados  Tempo  FR
o Assistidos  Esforço paciente  Pins (negativa)
Ciclagem  abre válvula ex/fecha ins
o Tempo ins  Modo ciclagem à pressão
o Volume ins  Modo ciclagem a volume
o Fluxo ins  Modo ciclagem à pressão de suporte
Curvas Inspiratórias
o Expiratória é igual em todos  Passivo
o Cicla à pressão (e inspira à pressão)
 Pressão quase Quadrada  (PxT) constante (platô)  Aumenta rápido e constante
Curva de volume é curvadinho
Curva de fluxo vai caindo à medida que o pulmão enche
o Cicla à volume (e inspira a fluxo)
 Fluxo Quadrado  (FxT) constante (platô)
Curva de volume são retas
Curva de pressão subindo à medida que o pulmão enche e tem Pplatô (Fluxo zero)
 Pausa ins (F = 0)
Pressão de platô ~ Pressão que chega aos alvéolos
Preocupa explodir alvéolos e não traquéia, por isso se faz pausa ins pra ver a pressão que
chega até eles
Só modo a volume é possível ver
Se preferir modo à pressão, faz tudo, depois checa Pplatô trocando para modo a volume e
depois retorna ao modo à pressão
Mecânica Respiratória Padrão
o Sedação profunda + Bloqueio muscular  Modo controlado
o Ciclagem a volume  para ver pressão de platô
o FR 12
o Fluxo Quadrado 60L/min (1L/seg)
o Pausa ins 1 seg
o Complacência elástica = volume corrente/(Pplatô – PEEP)
 Pplatô  Representa alvéolo
 PEEP  Menor pressão
o Resistência = (Ppico – Pplatô)/Fluxo (em L/seg)  R = U/i
 Ppico – Pplatô = ddp = U
 Fluxo = corrente = i
Ajustes
o Inicial
 FiO2 100% e vai descendo até satO2 92-94%
 PEEP 5
 FR 12  Se controlado
 VC 6ml/kg de peso ideal (IMC = 22)
Ppico < 45
Pplatô < 30
o Modos  Todos FiO2 e PEEP  Mexer em Ciclagem e Gatilho - Volume/Fluxo ou Pressão
 Controlado  FR (gatilho)
 Assistido/Suporte  Pins (gatilho)
 À volume (C e A)  Programar Volume/Fluxo
Pressão livre
Ciclagem à volume
 À pressão (C, A e suporte)  Programar Pressão até chegar ao volume desejado
Volume e fluxo livre
Ciclagem à Tins (Pressão)/Fluxo ins (PS)
o Resumo da Ópera
 Todos  PEEP, FiO2
 Se controlado  FR
 A volume (Vins)  Volume (6ml/kg) e Fluxo
 À pressão (Tins)  Pressão aumentando até chegar a volume (6ml/kg)
 À pressão de suporte (Fins)  Pressão aumentando até chegar a volume (6ml/kg)
Hipoxemia  PaO2/FiO2 < 300
o G (A-a)  130 – (PaO2 + PaCO2)
 < 20  Toda hipoxemia se deve à hipercapnia  Tirar CO2 (medidas hipercapnia)
 > 20  Distúrbio V/Q  Aumentar FiO2/PEEP
Hipercapnia  ↑ VC/↑FR/↑Texp(↓Tins)
o Ciclagem a volume  + Volume/+ Fluxo
o Ciclagem à pressão  + Tins/+Pins
Profilaxias  PAV, ranitidina, Pcuff < 30, RX diário
Sedação e analgesia  Mínimas, separadas, despertar diário
Desmame
o PaO2/FiO2 > 150 + Estável + GCS > 8
o FiO2 < 40 + PEEP < 8
o Prova de ventilação espontânea ok  Psup 6-7 c/ PEEP 5 por 30min
- SARA  Início agudo (< 1 sem) + RX opaco bilateralmente + Eco normal
Gravidade  Baseado na PaO2/FiO2 com PEEP > 5
o Leve  200-300
o Moderado  100-200
o Grave  < 100
VM
o VC = 6ml/kg de peso ideal
o Pplatô < 30/Ppico < 45
o Hipercapnia permissiva  ph > 7,2
o ↑ PEEP  > 10
- DAB  Distúrbio principal  Misto  AG  ∆AG/∆Bic  Hipoxemia
Valores de normalidade
pH  7,35-7,45
pCO2  35-45
pO2  80-100
Bic  24±2
AG  10±2
Albumina  4

1. Definir distúrbio principal


a. pH
b. Bic
c. pCO2
i. > 40  Acidose respiratória
2. Ver se tem distúrbio misto  ∆
a. pCO2 = 1,5 x Bic + 8 ± 2  Acidose metabólica
b. ∆Bic = 0,1 x ∆pCO2 ± 2  Acidose respiratória aguda
c. ∆Bic = 0,2 x ∆pCO2 ± 2  Alcalose respiratória aguda
d. ∆Bic = 0,4 x ∆pCO2 ± 2  Acidose respiratória crônica
e. ∆Bic = 0,5 x ∆pCO2 ± 2  Alcalose respiratória crônica
f. ∆pCO2 = 0,6 x ∆Bic  Alcalose metabólica
3. Se acidose metabólica, calcular AG com correção de Albumina
a. AG = Na – Cl – Bic
b. Cada 1 ponto abaixo do normal da albumina (4), soma-se 2,5 no AG normal e cada 1 ponto acima do
normal, subtrai-se
4. Se AG ≠ de 10±2, calcular ∆AG/∆Bic
a. < 1  Bic varia mais que AG  Acidose metabólica com AG aumentado + Acidose hiperclorêmica
b. 1-2  Acidose metabólica com AG aumentado
c. > 2  Acidose metabólica com AG aumentado + Alcalose metabólica
5. pO2 < 60 = Hipoxemia

Exemplos:
- Acidose metabólica + Acidose hiperclorêmica  Sepse + Expansão volêmica
- Acidose metabólica + Alcalose metabólica  CAD + Vômitos
- Alcalose metabólica  Intoxicação por AAS (salicilatos), hipovolemia, hipocalemia

- Artrites
Dx  Artrocentese  Gram + Cultura + Glicose + Celularidade + Cristais
Séptica
o Dx  Gram e Cultura
o Tratto  Genta + Clinda + Drenagem 6 sem + analgesia/AINEs
Gonocócica  Tratto  Rocefin 2 sem  Ø Drenagem
Gotosa
o Dx  Cristais de Urato
o Tratto  Não iniciar Alopurinol na fase aguda. Manter se já usava
1. AINE + Colchicina
2. CE
DERMATO

- Dermatite de contato
QC  Irritante ou alergia  Eczema
Tratto  CE tópico/VO + Anti-H1 VO + MEV/Emoliente + Pach-test
- Dermatite Atópica
QC  Eczema nas ‘fossas’ no atópico (AP/AF rinite/asma/DA)
Tratto  CE tópico (VO dá rebote) + Anti-H1 VO + MEV/Emoliente
- Dermatite de Estase
QC  Eczema + Dermatite Ocre
Tratto  CE tópico/VO + Anti-H1 VO + Emoliente + CxVasc
- Urticária  Aguda/Crônica  6 sem
QC  Placas  Urticas
Tratto
o Aguda (picada, drogas)  Anti-H1 VO + CE-VO
o Crônica  Anti-H1 + Investigar
 HMG + VHS + PPF + TSH/T4L + H. pylori + IgE + skin tests
- Angioedema/Anafilaxia
QC  Edema tudo agudo + ↓PA + NV
Tratto
o Alteração voz  IOT
o Adrenalina IM + CE-VO + Anti H1 e H2 EV + Afastar causa
o Seguimento
- Medicamentosas  Alopurinol, retroviral, ATB, sulfas, anticonvulsão, QT, analgésico
Erupção Fixa Medicamentosa
o QC  Eritema vermelho-azul fixo c/ recidivas sempre no mesmo local
o Tratto  Suspender droga suspeita
Exantema
o Causas
 Drogas  1-2 semanas depois
Tratto  Suspensão droga  Anti-H1 VO  CE-VO
 Vírus  Rubéola, EBV, eritema infeccioso (parvovírusB19), HIV agudo
 Bactérias  Escarlatina
 Parasitas  Estrongiloides
SSJ/NET – Sde Stevens-Johnson/Necrólise Epidérmica Bolhosa - <10%/>30%
o Causas  Drogas  1-3 semanas depois
o QC  Nikolsky + só nas áreas afetadas
o Tratto
 UTI + Suporte
 Suspensão droga
 Aval Oftalmo + ORL + Gineco + Dermato + MI
- Dermatoviroses
Herpes simples
o Dx  Clínico / Citológico
o Tratto  Aciclovir VO
Eritema Polimorfo  Drogas, Herpes
o QC  Lesão em alvo
o Tratto
 Fase Aguda  CE-VO
 Recidiva  Aciclovir VO
Zoster
o QC  Vesícula em dermátomo (idoso)/dermátomos (imunossuprimido)
o Tratto  Aciclovir VO/EV + Analgesia potente
 Neuralgia pós-herpética  Gabapentina
Molusco contagioso  Auto-limitada
o QC  Vesículas
o Tratto  Curetagem
- Piodermites
Impetigo
o QC  Vesículas + Crostas melicéricas  Strepto/Staphylo
 Bolhoso  toxina S. aureus
o Complicações  GNDA, febre reumática, celulite
o Tratto  Limpeza local + Mupirocina tópico/Cefalexina VO
Celulite/Erisipela  Strepto/Staphylo
o Tratto  Cefalexina VO/Oxa EV 7d
Celulite Periorbitária  Internar!
o Causas/Tratamentos
 Pós-trauma  S. aureus  Oxa EV
 Pós-sinusite/desconhecida  Pneumo, hemófilo  Rocefin EV
o Complicações  Orbitária (meningite etc)  TC órbitas
 Proptose
 Deslocamento lateral
 Restrição movimento
 Dor movimento
 ↓ acuidade visual
Sde Pele Escaldada Estafilocócica (SSSS)
o Causa  Toxina S. aureus após faringite/otite/conjuntivite/impetigo
o Perfil  Cça < 2a/Imunocomprometidos
o QC  Febre + Eritema difuso  Bolha  Rompe
 Nikolsky + difuso  pele sã e áreas afetadas
o Tratto
 UTI + Suporte
 Oxa EV
- Abscesso/Furúnculo (abscesso de foliculite)/Carbúnculo (furúnculos)
Tratto
o Agudo  Cefalexina VO + Drenagem se flutuação + Higiene local
o Recidiva  ATB tópico (descolonização)
- Zoodermatoses
Escabiose  ácaro
o QC  Prurido noturno fossas + períneo
o Tratto  Permetrina 5% tópico + Cuidados + Contactantes íntimos
Larva Migrans  Ancylostoma brasiliensis (bicho geográfico)
o QC  Prurido + lesão geográfica (tortuosa)
o Tratto  Albendazol VO
o Profilaxia  Evitar fezes cão/gato – areia
Miíase  Larvas moscas
o QC
 1ária  ‘Abscesso’ com coisas se movendo dentro
 2ária  Larvas em úlcera
o Tratto  Retirada larvas
Pediculose do couro cabeludo  Piolho
o QC  Prurido no couro cabeludo
o Tratto
 Piolhos  Xampu de Permetrina 1%
 Lêndeas  Remoção com vinagre + água (1:1) + pente fino
 Examinar e tratar contactantes afetados
- DST  Solicitar sorologias
Sífilis  Treponema
o Recente  < 1 ano
o Tardia  > 1 ano
o QC + Tratto + Dx
 1ária  Benzeta 1x
Cancro duro  Borda infiltrada + Fundo limpo + Ø Dor
LND bilat
Pesquisa Treponema campo escuro
VDRL + FTA-abs
 2ária  Benzeta 2x  1x/sem
Lesões palmas-plantas, alopecia em clareira
VDRL + FTA-Abs
 3ária  Benzeta 3x  1x/sem
Neurossífilis  LCR com VDRL
VDRL + FTA-Abs
o Notificação  Recente, Gestante, RN
Cancro Mole  Haemophilus ducreyi
o QC  Pápulo-pústula  Úlcera picada + Fundo sujo + Dor
 Bubão unilat  pode punção de alívio, mas não drenar
o Dx  Bacterioscopia (G–)
o Tratto  Azitro VO dose única
- Hanseníase  Mycobacterium leprae
Notificação
Paucibacilar (I/T) x Multibacilar (D/V)
Dx  Clínico
o PB  Teste sensibilidade/pilocarpina/histamina  Alteração = Dx
o MB  Baciloscopia (linfa)  1 bacilo = Dx
Tratto
o PB  DR  Dapsone + Rifampicina
o MB  RIFA-CD  Rifampicina + Clofazimina + Dapsone
Reações
o Tipo I  Dimorfas
 QC  Sem toxemia, eritema/edema das lesões prévias
 Tratto  DR/RIFA-CD + CE-VO
o Tipo II  Virchowiana
 QC  Toxemia, ‘ites’
 Tratto  RIFA-CD
Leve  Analgesia
Moderadas/Intensas  Talidomida (exceto ♀ fértil)
‘Ites’  CE-VO
- Hipotiro  Xerose + Edema face e mãos + Unhas e cabelos quebradiços
- Hipertiro  Mixedema pré-tibial + Exoftalmo + Vidro de relógio
- DM  Acantose nigricans
- Pelagra
QC  4D  Deficiência niacina
o Desnutrição
o Diarréia
o Dermatite
o Demência
Tratto
o Complexo B
o Fotoproteção
o Ø Etilismo + Alimentação adequada
- Tumores cutâneos
CBC/CEC
o Dx  Bx incisional + AP
 Palpar LNDs e EF completo
o Tratto  Exérese em fuso com margem + Fotoproteção + Seguimento
Melanoma
o Dx  Bx excisional + AP (Breslow)

NEURO
- TC antes de LCR  HIC  NV, convulsões, sinais focais, papiledema, GCS < 15
- HPN  Idiopático, talvez diminuição da reabsorção do LCR
Tríade  Demência + Marcha anormal + Incontinência urinária
TC/RNM  Ventrículos laterais aumentados sem atrofia  Hidrocefalia
LCR  Pressão e restante normal  QC sem sinal de HIC
o TAP-Test
 Retira 30-50ml de LCR
 Avalia marcha + cognição  pré e pós-teste (24h)
Houve melhora  Indicar drenagem
Não houve melhora  Não indicar
Tratamento definitivo  DVP
- EM  Desmielinização do SNC
Epidemiologia  ♀ jovem (30-45a)
Tipo mais comum  Remitente-relapsante
o Surtos agudos com déficit focal que melhora, vai se acumulando (permanentemente) e uma hora as
sequelas se tornam irreversíveis
o Sinal de Uthoff  Déficits pioram com aumento da temperatura
o Sinal de Lhermite  Sensação de choque elétrico começando em cervical e descendo aos MMII
QC
o Paresias
o Hipoestesias
o Neurite óptica, geralmente unilateral
 Não visível ao FO por ser retrobulbar  ‘O paciente não enxerga nada, o médico tão pouco’
o Diplopia  fecha um olho e melhora o déficit
o Ataxia  quando acomete cerebelo
o Vertigens
o Disfunção vesical  Hiperatividade do detrusor
Dx
o Envolvimento de ≥ 2 áreas do SNC com intervalo > 1m sem outra explicação
 Ajudam a diagnosticar
RNM  Acometimentos  Salpicado onde deveria ter mielina (substância branca)
o Periventricular bilateral
o Nervo óptico unilateral
o Placas póstero-laterais da medula
Potencial evocado  lembrar que bainha de mielina facilita condução
LCR  IgG + Alterações inflamatórias  Excluir outras causas
o Tratto
 Surtos  Pulso Metilpred EV 5d + Ivermectina + Pred VO após por 2m
 Crônico  Betaseron (Interferon Beta)

- Cefaléias 1árias
Enxaqueca
o Dx
 2/4  Unilateral + Pulsátil + Impede atividades + Piora com exercícios
 1/2  N e/ou V + Foto e Fonofobia
o Aura
 3/4  Sinais reversíveis + > 5 min + < 60 min + início cefaléia < 60 min
o Tratto
 Agudo  Dipirona + Naproxeno + Plasil
 Estado de mal enxaquecoso (> 72h)  Dexa
 Infarto enxaquecoso  Persiste sinais  Neuroimg
o Profilaxia  Propranolol  Amitriptilina  Verapamil
Tensional
o Dx
 2/4  Bilateral + Aperto não-pulsátil + Limita mas não impede atividades + Não piora com
exercícios
 2/2  N ou V ausentes + Foto e/ou Fonofobia ausentes
o Tratto
 Dipirona com cafeína  Ibuprofeno  Amitriptilina
Em Salvas  ♂ jovem TBG  ↓ pO2  Sazonal
o QC  Orbitária + Temporal + Acorda com dor + Pior dor + Desespero
o Alteração ipsilateral da face  Lágrima, congestão/rinorreia, edema, suor, miose
o Tratto  O2 máscara + Triptano SC + CE-VO 3 sem e desmame
o Profilaxia  Verapamil
Abuso de analgésico
o QC  Opressão + manhã + piora com exercício + sem NV/FF + alteração padrão diário
o Tratto
 Suspender droga de abuso  Se opióide/barbitúrico, desmame
 AINH EV/IM/VO  Dexa EV/IM/VO por alguns dias
- Cefaléias 2árias
Sinais de alarme  Relacionado a:
o Tempo  Súbito / Início <1a / >50a
o Neuro  Alteração exame neurológico / Toxemia
o Base  Neo / Imunossupressão
o Evento  Pós-TCE / De esforço
o Tratamento  Progressiva / Refratária
Dx
o Exame neurológico completo + FO
o TC Crânio sem contraste  Todos
 LCR com manometria após TC
o TC Crânio com contraste  Neo / Imunossuprimido
o AngioTC arterial  Sangramentos, aneurismas
- HIC  ↓PIC e evitar que aumente
Decúbito 30º
Dieta laxativa
Manitol EV
Analgesia
Anti-eméticos
Sedação
Omeprazol
Cirurgia
o Exérese lesão
o Cranié descompressiva
o Monitorização de PIC – Implantes
- AVC
Dica
o Quando sangra  < 180x105 + Cabeceira 30º + Chamar NC
o Quando isquemia  180x105 - 220x120 + Cabeceira 0º
Causas
o Aterosclerose de grandes vasos  AngioTC arterial / AngioRNM / Doppler carótidas  Endarteré
o Cardioembolismo  Eco/ECG/Holter/RXTX  Anticoagular
o Oclusão de pqnos vasos  Antiagregar
o Dúvida  Antiagregar
Prescrições Padrão
o Internação em UTI com monitorização contínua
o Jejum
o SF  Não pode SG
o Omeprazol EV
o O2 por cateter s/n
o Dx 6/6h
o Insulina R SC conforme glicemia capilar
o Não puncionar membro parético
o Fisio
o Fono
o Avisar se PA > x  Nitroprussiato
o Repouso a xº
o Profilaxia Trombose  AAS + HNF / Trombólise / Meias

Acrescentar Anti-TEVs PA Repouso


AVCi com trombólise rTPA EV < 220x120 30º
AVCi sem trombólise AAS VO + HNF SC < 180x105 0º 1ªs 6-12h
AVCh Meias elásticas < 180x105 30º

 Trombólise  até 4,5h  até 3h se DM > 80a


NIH 4-22
Sem bola na cabeça
Sem chance de sangrar em outros locais
Sem estar hipertenso

- HSA  Fisher I (nada)/II (<1cm)/III (>1cm)/IV (intracerebral, pancisternal)


Evitar HIC  Lactulose VO + Fenitoína EV
Evitar vasoespasmo  Hiperventilação + Hemodiluição + Nimodipina VO
Evitar ressangramento  Dexa EV + Doppler Transcraniano diário
- Paralisias Flácidas Agudas
Sde Guillain Barre  Poli aguda monofásica pós-IVAS
o QC
 1 sem – 1m – 6m
 Ascendente + distal + simétrica
o Dx  Colhe tudo (FAN, sorologias, PCR, VHS)
 LCR dissociação proteíno-citológico (↑-nl)
o Tratto  Suporte + Clorpromazina + Plasmaferese/Gamaglobulina
Botulismo  SGB invertido  Descendente  Metro
Paralisia de Bell  música ORL-SM
o NÃO poupa andar superior da face, ao contrário de AVC
o Qualquer outra suspeita  LCR + TC/RNM Crânio + ENMG + EEG + Eletrólitos + MNM
Porfiria Aguda Intermitente  Dça do vampiro
o QC  Dor abdominal + hematúria + psicose
o Dx  ALA urina 24h  Caçar desencadeantes  Infecção, DHE
o Tratto  Aporte calórico + Ácido fólico + Clorpromazina (se psicose)
- Epilepsia
Epiléptico com descompensação  Procurar desencadeantes
EME  > 30 min (> 5 min)/repetidas sem ↑NC
Tratto Crise  SE MOVEDX
1. Diazepan EV bolus  Não dar no pós-ictal
2. Fenitoína EV em BIC  Repetir
3. Fenobarbital EV em BIC  Repetir
4. Midazolan EV em BIC + IOT + EEG
5. Midazolan + Propofol
Tratto Ambulatorial
o Focal  Carba  SO se refratário/ressecável
o Generalizada  Valproato
- TCE
Extradural  Biconvexo  ipsilateral subgaleal
Subdural  Côncavo-convexo  contralateral subgaleal
TC Crânio  Alterações PS/Velho/< 1 ano
Exposta  Oxa + Rocefin
- Aneurisma de COP (Comunicante posterior)
- Morte Encefálica
Causa da morte conhecida e irreversível
Ø Sedação por 24h
GCS 3
Ø Reflexos tronco
o Ø Fotomotor  luz pupila
o Ø Vestíbulo-coclear  Olhos boneca/Água fria
o Ø Córneo-Palpebral  mexer cílios
Duas Provas de Apneia  6h  O2 100% 30 min PaCO2 > 60
EEG (Ø atividade elétrica)/Arteriografia/Doppler transcraniano (Ø fluxo)
MI  Notificar tudo (menos HIV)

- Neuroinfecto
Meningite bacteriana  Rocefin (P/H/Empírico) ou Ampi (M)  10d
Meningite viral  Sintomáticos  Aciclovir 3 semanas se Herpes
NeuroTB  RIPE 2m + RI 7m + Pred 1m
NeuroCripto  Anfo + 5-Fluorocitosina 2 sem + Fluco 8 sem
NeuroToxo
o TC Crânio c/ CTE  múltiplos hipo realce
o Tratto  SPA 6 sem
Linfoma 1ário SNC 
o TC Crânio c/ CTE  única hipo realce
o Dx  Teste terapêutica SPA  Negativo  Bx
o Tratto  RT + CE
LEMP
o TC Crânio c/ CTE  múltiplos hipo sem realce
o Tratto  TARV
- Acidente Material Biológico
Lavar água e sabão
Sorologias Fonte + Contato  HIV, HepB/C, Chagas sn
o Fonte –  alta
o Fonte desconhecido  seguimento
o Fonte +  Profilaxias
 HIV  AZT + 3TC + LPV/r
 HepC  seguimento
 HepB

Fonte Vacina Ig
< 3 doses + +
> 3 doses Depende do tempo
< 5a - -
5 – 10a + -
> 10 a + +

- Dengue
Dx  Cefaléia + Mialgia + Artralgia + Dor orbitária + Exantema + Prostração + Hemorragias (Prova do laço+)
+ Exposição área endêmica
Estratificação
o Grupo A  Sem sinais alerta + Sem hemorragia
o Grupo B  Sem sinais de alerta + Com Hemorragia
o Grupo C  Sinais de alerta + Com ou Sem Hemorragia
o Grupo D  Choque
Febre Hemorrágica  Febre + Plq < 100K + Hemorragia + ↑Ht/derrames
Exames  HMG + TGO/TGP + Coagulo + BTF + RX Tórax + Sorologia D6
Tratto
o A/B  Hidratação VO vigorosa + Analgesia sem AAS + Retorno sn
o C/Febre hemorrágica  Expansão + Manutenção EV  Repetir Ht
 Melhora  Fluxo A/B
 Não melhora  Fluxo D
o D  Expansão agressiva EV  UTI
 ↓ Albumina  Albumina
 Sangramento  CH
- HIV  1 ELISA + 1 WB + 1 ELISA positivos
- AIDS  HIV + CD4 < 350/Doença de imunossuprimido  AZT + 3TC + LPV/r
Exames
o HMG + FR + TGO/TGP + PL
o CD4/CV
o PPD/RXTX  > 5  Investiga TB/Z por 6m
o Sorologias  Toxo, CMV, HepA/B/C, HTLV, Chagas
o FO
o PPF + U1 + CCO
SIRI  Manter TARV + Iniciar CE/AINEs
Profilaxias
o CD4 < 200 = Bactrim
o PPD > 5  Z por 6m se afastada TB
Infecções Oportunistas
o BCP  Infecção pulmonar mais comum no HIV
o Pneumocistose  Infecção pulmonar mais comum no HIV que no hígido
 QC  História insidiosa + exame pulmonar nl + ↓pO2 + ↑DHL
 RX  Infiltrado intersticial bilateral
 Dx  Cultura para P. jiroveci no escarro/LBA
 Tratto  Empírico
ATB  Bactrim 21d
CE  se PaO2 < 70 aa/G (A-a) > 35
Manter HAART se já usava. Introduzir após 2 semanas se não usava
Esperado  Piora clínica com tratamento entre 3-5 dias
o TB Normal/Miliar
 RXTX  Infiltrado bilateral
 Tratto  RIPE
o Sarcoma de Kaposi
 QC  Dispnéia + Tosse seca + Dor torácica + Manchas pele + Linfedema
 RXTX  Nódulos + DP
 Tratto  QT
o Histoplasmose  mesmos sintomas TB  Anfo
o Candidíase Esofágica  EDA  Fluco
o Candidíase oral  sai com raspado  Fluco
o Leucoplasia pilosa (EBV)  não sai com raspado  Aciclovir
o CMV  Ganciclovir
- HepC
Dx  Anti-HCV
Seguimento  FH + FR + TGO/TGP + Sorologias
Tratto  Interferon + Ribavirina
Vacinar para Hep A + B + Suspender OH + Rastrear HCC (USG + alfafeto)
- HepB
Dx
o Susceptível  Tudo negativo
o Vacinado  Só anti-HBs +
o Teve contato com vírus  Anti-HBc +
 Infecção aguda  Anti-HBc IgM +
 Infecção prévia  Anti-HBc + com IgM –
Clareamento  AgHBs -
o Imune  Anti-HBs +
o Não imune  Anti-HBs –  Vacinar
Crônico  AgHBs +
Replicante  AgHBe +
Latente que já replicou  Anti-HBe +
Latente que não replicou  Anti-HBe -
Seguimento  Igual HepC
Tratto  Interferon + 3TC
Vacinar para Hep A + Suspender OH + Rastrear HCC (USG + alfafeto_
- HepA
Dx  Anti-HAV IgM IgG, TGP > TGO
Tratto  Auto-resolução  Isolamento de contato
- Leptospirose
Dx  ELISA, HMC, cultura no LCR
Tratto  Pen Cris 10d
- Tétano
Dx  Clínico
Exames  ↑CPK  Alcalinizar urina
Tratto  Suporte UTI + Ig antitetânica + Debridamento + Pen Cris
- TB
SEMPRE PESQUISAR HIV
Tratto  RIPE
Pulmonar
o Dx  RX Tórax + Escarro (pBAAR + cBAAR)
o Tratto  RIPE 2m + RI 4m
Pleural  Bx Pleura + AP  ADA > 40 em DP sugere
Óssea  Bx osso + AP  cça longo/adulto vértebra
QP
o HIV + PPD > 5
 TB  RIPE
 Não TB  Z 6m
o RN  Z 3m  PPD
 PPD +  + Z 3m + Não Vacina
 PPD -  Suspende + Vacina
o < 10a  Faz primeiro RXTX
 Sintomático  Investigar TB
TB  RIPE
Não TB
 Assintomático  RXTX
Alterado  Investigar TB
Normal  PPD
o > 5  Z 6m
o < 5  PPD 2m
 > 5  Z 6m
 < 5  Alta
o > 10a  Faz primeiro PPD
 Igual < 10a, mas inverte RXTX ↔ PPD

HEMATO

- Linfoma
Dx  Bx LND + DHL + Eletroforese proteínas + FH + FR
Estadiamento  TC cervical + tórax + abdome + pelve + PET-SCAN + Bx MO
Tratto  QT
- MM  Velho + dor óssea + fraturas patológicas + hiperCa + penias
Dx  Eletroforese proteínas + RX lítico + Mielo > 10% plasmócitos + HMG (hemáceas empilhadas)
- PTI
Dx  Exclusão  Plaquetopenia pós-infecção viral
Tratto  Indicações
o Plq < 50K  interna e observa
o Plq < 10K/<20K + sangramento  Pulso CE  S/ resposta  Esplené
o Transfusão Plq + CE-EV  Plq < 10K + sangramento

REUMATO

- AR
QC
o Poliartrite simétrica e aditiva de pqnas articulações + Rigidez matinal 1h
o Mãos principalmente, com desvios muitas vezes
o Nódulos reumatóides
o Inespecíficos, vasculites, Sjogren
Dx
o QC
o RX mãos  erosões
o FR +
o HMG (anemia dça crônica) + VHS + PCR + FAN
Tratto
o Cloroquina
o AINEs
o CE  casos graves
- Fibromialgia
QC  Depressão + Dor crônica em Tender points (> 11/18)
o Tender Points  Posição Anatômica
 De frente  Acima cotovelo e joelho
 Frente e atrás  Onde põe colar
 Atrás  Começo e fim risco bunda
Tratto
o Amitriptilina/Fluoxetina
o Analgésicos/AINEs
o BZD sn
o PT + TCC
o Atividade física
- LES  Dona Rosa
Exames  todos que acometem Dona Rosa
Tratto
o Fotoproteção
o AINEs/CE
o Cloroquina
- Osteoartrite
QC  Artralgia insidiosa, mecânica, rigidez < 15min, crepitação
Exames  RX articular  Redução espaço + Esclerose + Osteófitos + Cistos
Dx  QC + RX alterado
Tratto  Analgesia/AINEs/Infiltração CE + MEV
- Osteoporose
Dx  DMO  T mulher menopausa  Z todos outros
o T < –2,5 / Z < –2  Osteoporose
o T – 2,5 - – 1  Osteopenia
Exames
o Ossos, tiroide, rins, eletroforese proteínas
Tratto  MEV + Ca + Zolendronato + Calcitonina

INCOR

- BLS/ACLS
5C  Chama - Checa - Chama - Checa - Comprime
CABD
CAGADA
TORRESMO
VANEL (na IOT)
5H + 5T
o Alternância elétrica  altamente sugestivo de Tamponamento
o Pericardite  ECG c/ supra difuso + TS + InfraST em AVR e/ou AVF
MOVEAUTI
o Monitorização eletrocardiográfica, de FC, PA, FR, satO2
o Oxigenioterapia c/ (...)
- TEP
HC-FCT-TT > 3 = Anticoagula + AngioTC
Fatores prognósticos  BNP/Tropo/Disfunção VD/Hipotensão
ECG  TS/inversão T V1-V4/S1Q3T3
o I/Disfunção VD  Trombólise  HNF + rTPA
o E e VD nl  Anticoagulação
 HNF EV em BIC  TTPA(R) 1,5-2,5 6/6h
TTPA estável  Inicia Varfarina  INR 2-3
INR estável  Suspende HNF após 48h
Suspende Varfarina:
o 3m  causa diagnosticada e revertida/pós-op
o 6m  causa desconhecida
o ∞  recorrente/trombofilia
- EAP
LMNOP (VNI)
- DAAo
ABCD - Analgesia + Betabloq + Controle PA + Disk Cx Torax
- IC Descompensada
ABCL
- Bradi instavel
AMED - Atropina + MP ou Epinefrina ou Dopa
- Taqui instavel
OSASCO
- Dor Toracica
CALISFA  Característica E Localização + Irradiação OU Sintomas associados + Fatores de melhora OU
piora
- SCA-SS  UDT positivou = alto risco, portanto, so avalia risco em dor A e B
- Estratificação risco
EDEMIA  Exame físico + Dor (>20min no/nao PS/<) + ECG + MNM + Idade (>/75-70/<) + Antecedentes
pessoais (DM/Atero/nd)
- SACIPE/MONABISCH
Estratégia de reperfusão  SCACS  ∆t início da dor e ainda com dor
Estratificação  SCASS
o Morfina
o O2
o Nitrato = Nitroglicerina/Isordil
o AAS
o Betabloq
o iECA
 Cr subiu >25%  Suspende
 Cr subiu < 25%  Mantém
o Sinvastatina
o Clopidogrel
o HNF
o Perfumaria - Ranitidina, jejum, repouso, zofran, Dx, diazepan
- ACD irriga NSA/NAV
- ACE irriga mais massa
- Supra D2/D3/AVF  pedir V3R e V4R (inferior)/V7 e V8 (posterior)
- SCACS
Dor > 12h OU T porta-balão < 90min OU CI a trombolise = Angio 1aria
Dor < 12h E T porta-balão > 90min E s/ CI a trombolise = Streptoquinase em < 30min
- Killip

Killip Estertor Edema


I Ø Ø
II + Ø
III + +
IV CHOQUE!!!

- Endocardite infecciosa
QC
o Lesões de Janeway  manchas retina  FO
o Nódulos de Osler  “Eritema nodoso dos dedos”
o Manchas de Roth  embolizações distais  dedos, unhas
Eco-TE  vegetação, abscesso, deiscência prótese, novo sopro
Outros exames  FO, RX, HMG/HMC/PCR
Tratto
o Nativa/Prótese > 2m  POG  Peni + Oxa + Genta
o Prótese < 2m/Nosocomial  VARIG  Vanco + Rifampi + Genta
Complicações
o Cardíacas  Insuficiência valvar/Choque cardiogenico
o Extra-cardíacas  Embolizacao, aneurisma micótico + Hemorragia intracraniana, febre reumática
Profilaxia (qualquer prótese, mesmo joelho)  Amoxa
- Pericardite
ECG  supra-ST difuso + infra-PR + TS
Internação  Grande derrame, instável, dor importante, dça base grave
Tratto  Tratar causa-base
o Urêmica = Diálise
o TB = RIPE
o Idiopática = AINE + Colchicina  CE se não melhorar
- Derrame pericárdico
ECG
o Baixa voltagem  frontais < 10 QDD; laterais < 5 QDD
o Alternância elétrica
o TS
RX  ↑ área cardíaca
Eco ~ FAST
Pericardiocentese diagnóstica  dúvida diagnóstica/TB/neo/infecção bacteriana
Periocardiocentese terapêutica  pré-tamponamento/tamponamento
Tratto  Tratar causa-base
- ECG  Padronização  Uma derivação não faz verão
1. P  D1, D2, AVF, longo
a. Sobrecargas > 2,5 QDD
i. SAD  Pra cima
ii. SAE  Pro lado
b. Freqüência
c. Plus-Minus V1
d. Eixo  Focos ectópicos
2. QRS  D1, D2, V1-V6, AVF, D3, AVR, AVL
a. Orientações
b. Alargamento  > 3 QDD  BR, HiperK, Tricíclico
i. BRD  V1 +
ii. BRE  V1 –
iii. BDAS  D2 e D3 negativos progredindo
c. Sobrecargas
i. SVD  QRS estreito com V1 +
ii. SVE  R AVL > 11 QDD / Strain V5-V6
d. Extrassístoles
i. Estreito  Supraventricular
ii. Alargado  Ventricular
3. ST
a. Supras
i. SCA-CS-ST
ii. Difuso  Pericardite
b. Infras  isquemia (espelho), digital
4. PR
a. Aumento  > 5 QDD  BAVs
i. I  Todo P faz QRS
ii. II
1. Mobitz I  PR vai alargando até que P não conduz
2. Mobitz II  Todo P faz QRS até que um não faz
3. 2:1  Não dá para diferenciar Mobitz I de II
iii. III ou Total  P-P regular + R-R regular + dissociação P-R
b. Curto  WPW
c. Infras  Pericardite
5. QT
a. Longo/Curto
6. T
a. Inversão
b. Hiperaguda
c. Apiculada
d. Achatada
7. U  Presença?
8. Freqüência  300/150/100/75/60/50  1500/R-R
9. Voltagem
Especiais
o Pericardite  Supra-ST difuso feliz + Infra-PR
o Derrame pericárdico  Baixa voltagem + Alternância elétrica
o Chagas  BRD + BDAS  BAV + ES
o Valvopatias  Sobrecargas específicas
o HP  SVD
o DPOC  P pulmonale (SAD) + Baixa voltagem
o Obesidade  Baixa voltagem difusa + FC normal
o Hipotiro  Baixa voltagem difusa + ↓FC  BAV
o Hipertiro  Elevada voltagem difusa + ↑FC  FA alta resposta
o TEP  TS / S1Q3T3/ T negativa V1-V4
o Lesão Cerebral Aguda  T cerebrais  T negative gigante
o Hipotermia  ↓FC + QRS alargado + QT longo
o HiperK  T apiculada simétrica + P achatada + QRS alargado
o HipoK  T achatada + Onda U positiva
o HipoCa  QT longo
o HiperCa  QT curto
o Ação digital  Infra-ST (colher) + T achata + QT curto + PR largo
o Intoxicação digital  Taquis, BAVs, ES
ORL
- Rinossinusite  diferenciar vírus e bactéria
Bactéria  Piora após 5d / Persiste por 10d
o Aguda  < 3m  Amoxa 10d  Clavulin
o Crônica  > 3m  Claritro 1m
o Crônica recorrente  SO
Complicações  Celulite peri-orb  TC seios face + Aval oftalmo/cirurgia
o Pré-septal  ATB VO/EV + Drenagem
o Pós-septal  ATB EV + Sinusé
 Pós-trauma  S. aureus  Oxa EV
 Pós-sinusite/desconhecida  Pneumo, hemófilo  Rocefin EV
- Faringotonsilites
Viral  suporte
o Mononucleose infecciosa  EBV
 QC  Febre + Dor de gargante + Adenopatia + Placas esbranquiçadas nas tonsilas
 Lab  LinfAtípicos + ↑TGO/TGP + Sorologia (excluir HIV)
Bacteriano  Pontos amarelados nas tonsilas  Amoxa 10d
o Complicações imunes  Escarlatina, FR, GNDA, SSSS  Benzeta
o Complicações supurativas  OMA, Abscessos (drenar)  Peni Cris
- OE  Pseudomonas
QC  Caiu água + Otalgia + Inflamação OE + Secreção 
Tratto  Drenagem secreção + Cipro tópico + Proteger entrada água
- OMA  Pneumococo, Moraxela, Hemófilo
Otoscopia
o MT ↑ vasc
o MT abaula, principalmente ápice  mais frouxo
o Hiperemia da OE perto da MT
OMA Supurada  saída secreção por buraco e alivia sintomas  proteção água
Complicações  TC crânio/seios face
Tratto  Amoxa  Clavulin
- OMA Secretora  Cça com disfunção tubária  Evolui para OMC Supurativa
QC  Hipoacusia + Otalgia
Otoscopia  MT opaca/retraída por secreção na OM + MT ↑ vasc
Tratto  Clavulin + CE  Tubo ventilação
- OMC  perfuração MT por um tempo e não fechou  diferente de OMA supurada
- OMC Supurativa
QC  Semelhante secretora, mas com otorreia
Otoscopia  MT perfurada com OM com edema + hiperemia + úmida
Tratto  Igual OE  melhorou = Timpanoplastia
- OMC Simples  Perfurou  p.e, trauma
Hipoacusia com otorreia ocasional
Otoscopia  Perfuração + OM normal  Limpa e sem hiperemia
Tratto  Proteção água + Timpanoplastia
- OMC Colesteatomatosa  Epiderme invade mucosa
Perfuração + otorréia muito fétida
Otoscopia  Colesteatoma (gordurinha) no ápice
Tratto  Mastoidé
- Audiometria
Graus  Começa 20, ∆20, ∆30, ∆20, ∆30, Termina 120
Normal  < 20
Leve  20-40
Moderada  40-70
Severa  70-90
Profunda  90-120
Anacusia  > 120
O< Red Right  Lado direito
X> Blue Left  Lado esquerdo
1º  Aérea  O X  se normal, não faz óssea, pois já está tudo normal. Se alterado, faz óssea também para ver se
não tem problema também na óssea
2º  Óssea  > <  Só faz se aérea alterada
Laudo
Bom + Junto  Normal
Ruins + Junto  Neurossensorial  Presbiacusia, p.e
Aérea ruim + Osso bom  Condutiva  Cóclea normal, mas som não chega na cóclea  OMA,
otosclerose, cerúmen
Ambos ruins, mas separados (gap)  Mista  Colesteatoma, p.e

OFTALMO

- BAV súbita
Sem dor ocular
o Uveítes, hemorragia vítrea, descolamento retina, dças vasculares retinianas, neuropatia óptica isquêmica,
papiledema
Com dor ocular
o Olho calmo  Neurite óptica
o Olho vermelho  Uveítes, dças corneanas, traumas, glaucoma (agudo, neovascular)
- Dor ocular
Sem BAV  Conjuntivite, dças corneanas periféricas, esclerite anterior, corpo estranho
- Perda Súbita da Visão  Encaminhar oftalmo
- Queimadura química/Perfuração Ocular
Não retirar fragmento
Lavagem com muito SF
Curativo não compressivo com copo plástico
Encaminhar a oftalmo
- Refração
Miopia  Olho comprido  Não vê distante  Lentes divergentes (negativas)
Hipermetropia  Olho curto  Não vê perto  Lentes convergentes (positivas)
o Presbiopia  mesmos sintomas/tratamento
 Cristalino rígido + ↓ acomodação
Astigmatismo  Curva da córnea irregular  Lentes cilíndricas
- Glaucoma  ↑ Pressão intra-ocular  Assintomático  Degenera N. óptico  BAV
Dx  Pressão intraocular + Morfologia n. óptico + Campo visual
o Sugestivo  Hemorragias em chama de vela/entalhe no disco óptico
Tratto  Reduzir pressão intra-ocular
o Clínico
 Esvaziar humor aquoso (HA)  Pilocarpina + Prostraglandinas
 Diminuir produção HA  Timolol, alfa-agonista
o Cirúrgico  se clínico não funcionar
 Trabeculectomia  drenagem para espaço subconjuntival
 Ciclodestruição  destruição do corpo ciliar (produtor HA)
o Agudo  Midríase fixa + Fotofobia + Dor + NV + Hiperemia + Lágrima
 Manitol EV + Aval oftalmo
- Manifestações de Doenças Sistêmicas
Retinopatia DM  Leva à cegueira
o Não-Proliferativa  tudo fica gordinho e duro, igual os pacientes
 Microaneurismas
 Alterações venosas  ensalsichamento
 Edema de mácula
 Exsudatos duros
 Hemorragias em chama de vela  atentar glaucoma
o Proliferativa  Neovasos  foda
 Descolamento de retina tracional
 Hemorragia vítrea com BAV súbito
 Glaucoma neovascular
o Tratto  Proliferativa/Não-Proliferativa severa
 Pantofotocoagulação com laser
 Vitrectomia se descolamento ou hemorragia não absorvida em 1a
Retinopatia HAS  tudo fica apertado e fofinho
o FO
 Estreitamento arteriolar
 Cruzamentos AV patológicos
 Exsudatos algodonosos  Isquemia
 Hemorragias em chama de vela  atentar glaucoma
o Complicações agudas
 Compressão v. central da retina  BAV súbito
 Papiledema  HAS maligna
Reumáticas  Uveíte anterior
Infecciosas
o Toxo/CMV  Coriorretinite
o Sífilis/TB  Uveíte anterior
o AIDS  Microangiopatia
- Olho Vermelho
Sinais de alerta
o Dor  Conjuntivites, úlcera córnea, glaucoma agudo, uveíte anterior
o ↓AV  Úlcera córnea, glaucoma agudo, uveíte anterior (CE)
o Uso de lente de contato
o Trauma, corpo estranho, cirurgia ocular recente
o Secreção purulenta  Conjuntivite bacteriana, úlcera córnea (↓AV)
o Cronicidade
Tratto
o Conjuntivite viral  Colírios lubrificantes + Compressa fria
o Conjuntivite bacteriana  Cipro tópico 7d + Limpeza com SF
o Conjuntivite gonocócica  Interna + Rocefin EV

PQ

- Sde Neuroléptica Maligna  Haldol + Hipertermia por rigidez muscular


Tratto  Bromocriptina VO + Dantrolene EV + Relaxantes, corrigir DHE, BZD
- Todos diagnósticos  Fora de uso de substâncias ou outras alterações que expliquem
- Todos tratamentos  Entram Fluoxetina + PT  *
- Transtorno Depressivo  Paciente pra baixo
Dx  Humor depressivo ou Anedonia + > 3 por 2 sem
Tratto  *
o Risco morte  Internação
- TAB  Paciente grandioso  Haldol (A) + Lítio (C)
Dx  Euforia/irritabilidade 1 sem + > 2
Tratto
o Agudo  Haldol
o Longo-prazo  Lítio + * (se sintomas depressivos)
- Demência
Definição  Memória + 1 alteração cognitivo-comportamental
Causas
o Idiopático  Alzheimer, Parkinson, HPN
o Intoxicação  Alcoolismo  Deficiência de B12, Wernicke-Korsakoff
o Endócrino  Hipotiroidismo, Cushing, IRA, IH
o MI  HIV, neurossífilis, príon, TB, fungos, protozoários, pós-sarampo
o Trauma  TCE, Subdural crônico, pós-anóxia, pós-encefalite
o Neo  SNC 1ário, metastático, paraneo
o PQ  Depressão, esquizo
o Degenerativas  Huntington, ELA, Down
o Reumato  Sarcoidose, vasculite, porfiria
o Neuro  Epilepsias, AVCs
- Ansiosos  Paciente preocupado  TCC
Tratto
o Agudo  BZD  Não usar nos alimentares
o Longo-prazo  * + TCC
Tipos
o Fobia Específica  a algo que maioria não se comportaria assim
o Fobia Social  à exposição pessoal que maioria não se comportaria assim
o Pânico  Ataques recorrentes e inesperados + Preocupação quanto ao ataque
o TAG  Ansiedade excessiva com tudo
o TOC  Pensar algo + Fazer algo em decorrência do pensado
o TEPT  Esquiva/Medo após evento com morte ou próximo a tal > 1m  Suporte pessoal
o Alimentares
 Tipos
Anorexia  IMC baixo + Distorção imagem corpórea + Amenorreia 3 ciclos
o Purgativa  Vomita
o Restritiva  Não come
Bulimia  IMC alto  Come muito e vomita (compensatório)

SCUT

- PALS
Tam. Cânula = Peso/4 + 4  sempre s/ cuff
6H + 5T  cça entra Hipoglicemia
Choque 4-4-4J/kg
- Taqui  TSV/TV
E  Gelo na cara (apenas para TSV)  Adenosina  Amiodarona
I  CVES
- Bradi
E  O2  Não rolou  Trata como PCR
I  CVES
- BQL
Pode prova terapêutica 3x Salbutamol
- Neutropenia febril  igual adulto
- Sde Lise Tumoral  igual adulto
- Intox
Sde ANTIcolinérgica  Antis
o Antidepressivo Tricíclico + Anti-histamínico + Anti-espasmódico + Antiparkisonianos
- Hemorrágicas
1aria (Plq)  Sangra superficial/pouco
o PTI  Plq < 20K c/ sgto ou < 10K = pulso CE/Ig  refratário = esplené
2aria (fat coag)  Sangra profundo/muito
o Hemof A e B  reposições (a 100% quando sgto grave ou risco de)
Mista
o Dça VW  Reposição DDAVP (leve) ou fator VW e VIII (grave)
- CAD
Dx  Igual adulto, mas Glic > 200 (em vez de 250)
Tratto  Igual adulto + esquece Na
o Expansão  SF 50 ml/kg
o Manutenção  SF 20 ml/kg (desencana do Na)
o Insulina R EV 50U + 500 ml SF
o Reposição K < 6,5 (no adulto é < 5,3)
o Bic é igual
o Suspensão do tratamento também
- Bradi  Ventilação  não rolou  trata como PCR
- Taqui
TSV  Gelo na cara 
- FSSL  até 3a
Se tem sintoma respiratório frustro, também é FSSL
RN a 3m colhe tudo
3m-3a precisa de 2/4 fatores de risco para pensar em ITU e colher U1/URC
Toxemia/<3m  Pacote completo
o HMG/HMC/PCR + U1/URC (SVD) + RX Tórax/Triagem vírus respiratórios + LCR/glicemia +
Internação
 Alto risco/toxemia  Cefalo 3ª + Antitérmico + Controles
 Baixo risco  Antitérmico + Controles
3m-3a
o com T < 39ºC  Antitérmico, Observação + Reaval se febre 48h ou pior
o com T > 39ºC
 < 3 doses Anti-pneumo  HMG/HMC + Amoxa
 3 doses Anti-Pneumo/♂ < 6m/não circuncizado < 1a  U1/URC
o U1/URC ♀ < 2a
 T > 39ºC/febre > 48h/< 1a/branca
o RX Tórax
 Hipóxia/Sintomas resp/Leuco > 20K
- ITU
U1
o Leuco > 100K
o Nitrito +
o Cilindrúria  Pielo
URC  UFC
o Jato médio > 100K
o SVD > 10K
o Punção > 1K p/ G+ ou >0 p/ G–
Pielo  Bacteriúria + T > 38ºC/Lombalgia
Cintilo com DMSA  Dúvida/ATB prévia
Internação
o <3m/MEG/Falha/Aderência/MF/IRA/Imuno
Tratto
o Ambula
 Baixo  Cefalexina VO 3d
 Alto  Cefalexina VO 7d
o Internado  Cefalo 3ª EV por 24h + completar 7d esquema ambula
o URC se piora/não melhora após 48h
o Baseado em URC anterior se existente
Profilaxia  Recorrente/Investigação TU  Nitrofurantoína
Investigar TU  Quanto mais cedo ou mais bizarro
o Recorrente  > 2
 Alto = 2
 Baixo = 1
o Atípica  3 germes + 3 rim
 Sepse + Falha + ≠ E. coli
 Oligúria + Bexigoma + IRA
o ITU normal  USG nos <6m após 6m
o ITU atípica/recorrente
 USG para todos
Na hora nos <6m
Após 6m nos >6m
 UCM  nos <6m
 DMSA  nos <3a
- Exantemáticas
Sarampo
o Febrão + Gripe forte + Conjuntivite
o Exantema
 Eritema máculo-papular morbiliforme crânio-caudal
 Descama no final
 Manchas de Koplik  brancas no palato e na gengiva
o Tratto  Isolamento + Suporte
Escarlatina  Strepto pyogenes
o Febre alta pós-faringite/impetigo  ASLO
o Eritema
 Difuso - Vermelho intenso – Áspero  Tudo vermelho
 Intenso em dobras  Sinal de Pastia
 Língua cheia de dobras  Língua em framboesa
 Impressão pela língua  Palidez peri-oral  Sinal de Filatov
o Tratto  Benzeta
Rubéola
o Febrícula + Retroauricular + Monolike + Artralgia + Petéquia Pálato
o Exantema
 Rosa da cabeça pra baixo centrífugo
o Tratto  Isolamento + Suporte + Atenção a gestantes
Enterovirose  Dça Mão-Pé-Boca-‘Bumbum’
o Febre + Diarréia
o Exantema
 Vesículas mão-pé-boca, ‘ites’
o Tratto  Suporte
Eritema Infeccioso  Parvovírus B19
o Exantema
 Face esbofeteada
 Rendilhado áreas expostas  Crochê
o Tratto  Suporte
Exantema Súbito  HV6
o Febre alta e súbita com sintomas respiratórios
o Exantema
 Máculo-papular centrífugo
 Inicia e some rápido  Súbito
 Febre some e exantema aparece
o Tratto  Suporte
Mononucleose  EBV
o Monolike
o Exantema  se usar Peni
o Tratto  Suporte  Atenção para rotura esplênica
Síndrome da Pele Escaldada Estafilocócica  SSSS  S. aureus
o Bolhas com Nikolsky + em tudo
o Tratto  Oxa
Reação Medicamentosa
o Bolhas Nikolsky + só nas áreas afetadas
o Tratto  Suporte + retirar droga
Síndrome do Choque Tóxico  Gram +
o Febre alta + Edema extremidade + Choque
o Exantema  Eritrodermia difusa
o Tratto  Peni + Clinda
Varicela
o Febre baixa + mal-estar
o Exantema
 Polimorfismo
o Tratto  Suporte
Zoster
o Exantema  Vesículas dolorosas em dermátomo
o Tratto  Aciclovir
Dça de Kawasaki  asséptica
o Febre > 5d + (pelo menos 1)
 Conjuntivite asséptica
 Altera boca
 LND cervical indolor
 Exantema polimorfo com descamação
 Alterações membros  edema endurado
o Exames
 Eco  Aneurismas  Trombos
 ↑Plq, ↑TGO/TGP, ↑CTF, ↓Alb, ↓Na
 LCR asséptico  LCR alterado + GRAM/Cultura –
 Leucocitúria asséptica  U1 alterada + URC –
o Tratto
 Gamaglobulina EV dose única
 AAS VO 2m
Retorno  Eco
o Sem aneurisma  Ø AAS
o Com aneurisma  ∞ AAS
Dengue
o Teste do laço
 Adulto  5 min / 20 petéquias
 Cça  3 min / 10 petéquias
o Cd  C/D  USG abdome + RXTX (derrames) + Isolar vírus (PCR)
o Tratto
 A  1/3 SRO + 2/3 líquidos habituais
 B  TRO / Expansão em 2h até 3x (SF 20ml/kg)
Melhora Ht  Igual A
Piora Ht  Igual C
 C  Expansão em 1h + Manutenção (Holyday) + Reposição
Reposição  50% da manutenção e fazer tudo em SF
 D  Expansão aberta
Resumo Principal
o Sarampo  Koplik
o Rubéola  Rosa + Monolike
o Escarlatina  Tudo vermelho-áspero pós-faringite
o Enterovirose  Sde vesículas mão-pé-boca
o Eritema infeccioso  Crochê
o Exantema súbito  Tudo alto e rápido
o Mononucleose  Monolike
o SSSS  Bolhas difusas
o Reação medicamentosa  Bolhas esparsas
o Sde do Choque Tóxico  Choque difuso
o Varicela  Polimorfismo
o Zoster  Vesículas dermátomo
o Dça Kawasaki  Febre > 5d + Alteração membros
o Dengue  Sintomas + exposição área + época endêmica
Resumo de tratamento
o Todos  Suporte
o Escarlatina  Benzeta
o SSSS  Oxa
o Sde Choque Tóxico  Peni + Clinda
o Zoster  Aciclovir
o Dça Kawasaki  Gamaglobulina + AAS
-DDA
Sem desidratação  SRO às perdas
Desidratação de algum grau  Jejum + TRO ad libitum + peso (cálculo índice de retenção – 20%)
Desidratação grave  Colher tudo + EV
o Repor Zn
o Expansão  SF 20 ml/kg em 20 min
 IR < 20%  Gavagem/EV
 IR > 20%  Deixar manutenção depois  SG10% + SF + KCl
4/5  SG
1/5  SF
KCl  1%
o Se hiperNa  Soro ao meio  SF + SG5%
o Se hipoNa  Corrige hipoNa e expande, exceto se chocado
o Soro reposição
 Perda leve/moderada  SF + SG5%  1:1  50ml/kg/d
 Perda grave  SF + SG5%  2:1  100 ml/kg/d
 Hiponatremia  10 x peso x 0,6
Obs: pcte bem, corrige primeiro DHE, se não, expande e depois corrige
- Meningite  ATB empírica  Cefalo 3ª
Neonato  Ampi
RN  Não pode Rocefin  Faz Cefotaxima

Idade / ATB Tempo Ampi Cefotaxima Ceftriaxone


< 1m 21d + + Ø
1 - 3m 10d + Ø +
> 3m 10d Ø Ø +

Bactéria ATB
Hib Rocefin 7d
Meningo Ampi 7d
Strepto A (pneumoniae) Rocefin 14d
Strepto B (agalactiae) Ampi 14d

- Sepse
Sepse grave  Expansão (20ml/kg) até 3x + corrigir hipo/hiperGlic + hipoCa
Choque séptico  Manutenção do choque após 60ml/kg  Iniciar DVA
o Frio  QC igual adulto  Dopamina
o Quente  Tudo bem perfundido + ↑FC  Nora
Choque refratário  Addison?  CE
Dobuta se ScvO2<70%

COTOXÓ

- Puericultura  CEVADA
Crescimento
o Calcular altura-alvo + Retorno 6m
 Calcular velocidade de crescimento  > 4a  4-6 cm/ano
Eutrofismo  Carência/Excesso nutrientes (p.e, DLP) é distrofismo também
o Anemia  Dx  Anemia hipo-micro + ↓Reticulócitos
 Perfil de Fe  para anemia não hipo-micro ou sem melhora com sulfato ferroso
 Tratto  Sulfato ferroso terapêutico
 Profilaxia  Sulfato ferroso profilático  desmame – 2a
Vacinação  não precisa descrever se não pedir
o As feitas com vírus vivos são feitas com a mesma composição, portanto se tiver alergia a uma com vírus
vivo, não dar as outras de vírus vivo
o DPT  se tiver convulsão após, fazer as próximas com acelular (DPTa)
o Perdeu o 1º Rota (até 3m1sem), perdeu todas de Rota
Alimentação  não precisa descrever se não pedir
DNPM
o 1m  Fixa o olhar
o 2m  Sustenta a cabeça
o 3m  Sorriso social
o 6m  Sustenta o tronco / balbucia
o 9m  Estranha
o 1a  Sustenta o corpo mais ou menos
o 1,5a  Sustenta o corpo bem
Ambiente social e físico
- AIDS
Tratto  AZT + 3TC + NVP + Bactrim
o Vacinas contra-indicadas  BCG, Rota, FA, SCR
o Substituir  Sabin  Salk, DTP  DTPa

Idade CD4 CV
< 1 ano / Sintomas B/C Todos
1-3a < 750 > 100 mil
3-5a <350
> 5a > 250 mil

- Febre Reumática
Critérios de Jones  Strepto prévio (ASLO, cultura) + 2 > / 1 > + 1 <
o Maiores
 Cardite
 Artrite
 Nódulos
 Coréia de Sydehan
 ERitema marginatum
o Menores
 Febre
 Artralgia
 Aumento prova inflamatória
 PR alarga
Profilaxia
o 1ária  Tratamento adequado Strepto
o 2ária  Benzeta
- Osteomielite  Metáfise longos / Artrite Séptica  Artrocentese + drenagem
Tratto  ATB 6 sem
o < 4a  Oxa + Cefalo 3ª
o > 4a  Oxa + Genta
- BCP  Igual adulto, exceto tratamento
Tratto  ATB 10d
o Neonato precoce  Ampi + Cefotaxima EV
o Neonato tardio  Oxa + Amica EV
o > 1m  Amoxa VO / Pen Cris EV
Não melhora  RXTX
Com complicação  Tratar
Sem complicação  Clavulin (<5a) / Claritro (>5a)
o QC Atípico
< 5a  Clavulin
> 5a  Claritro
o Intrahosp  Oxa/Vanco + Amica
o Fibrose cística  Amica + Ceftazidima
o DP
Complicado  Drenagem
Não-complicado  Esvaziar uma vez e observar
BEG  Pen Cris
REG/MEG  Rocefin
o Abscesso  Clinda
o Diferenciais
Coqueluche
Tosse, tosse, tosse... Cianose  Guincho inspiratório
o Tosses podem levar a vômito reflexo
Dx  Coração felpudo + Hiperleucocitose c/ linfocitose
Tratto  Claritro 14d + Isolamento resp
Profilaxia  Claritro 14d
TB  RIPE  menores que 10a não colocar E pois são burras e não avisam que não estão mais
enxergando  Neurite óptica
- BCP afebril do lactente  1 – 3m
QC
o Sinais respiratórios + ↑FC, ↓satO2, TºC normal
o Pode ter conjuntivite recente  Clamídia
Tratto  Claritro 14d
- Bebê Chiador
1ª Crise = BQL
Outras = Crise sibilância  Investigar diferenciais
o 65 Roses  Demora eliminar mecônio etc
o Loeffler  > 1a
o Malformações  BCP sempre mesmo local
- Asma
Critérios Castro  1 Maior ou 2 Menores
o Maiores  Pais asma + DA / Rinite + Sibilância s/ IVAS + EΦ > 4%
Estadiamento/Tratto  Igual adulto
Não pode dar B2 longa para <6a  ↑CE
Asma de difícil controle  terá que iniciar CE-VO  avaliar aderência do tratamento anterior
- Crise Asma  Igual adulto
- Fibrose Cística
Dx  2 Testes Pezinho positivos + 2 Testes Na/Cl suor positivos
QC  BCP repetição, sibilância, bronquiectasias, íleo meconial, esteatorreia, desnutrição completa, déficit
vitaminas, DM, desidratação hipoNa, infertilidade, cor pulmonale
Tratto
o Dieta hipercalórica e hiperproteica
o DEKA
o Reposição enzimas pancreáticas + IBP
o Azitro para imunomodular
o Se sibilância  Inalação B2 + Mucolítico
o Se colonizado por Pseudomonas  Amica
o Se BCP  ver culturas anteriores
 S. aureus  Oxa EV / Vanco EV
 Pseudo  Amica + Ceftazidima
 Definitivo  Tx Pulmonar
- Sde Nefrítica/Nefrótica
Nefrítica  Hematúria + Edema + HAS
Nefrótica  Proteinúria + Hipoalbuminemia + HiperCTF + Edema
Exames

Todos HMG, Proteinúria 24h, U1, U/Cr, Na/K, RXTX, ECG/Eco


Nefrítica ASLO C3/C4
Nefrótica PTF PL

Tratto

Todos Furo EV Controles


Nefrítica Dieta ACl + RH Furo Amlo Benzeta
Nefrótica Dieta HipoNa Albumina Pred + Ivermectina Vacinas

NEONATO
- TORCHS  Toxo + Rubéola + CMV + Herpes/Hepatites + Sífilis  SNC
- Sífilis neonatal  NOTIFICAR!!!
Mãe com sífilis  NOTIFICAR!!!
Kit  HMG + RX Ossos Longos + LCR + Sorologias (VDRL + FTA-Abs)
Tratto
o Exames normais (inclui VDRL < ou –) Benzeta
o Exames alterados/Sintomático (colher Kit por colher)  Tratar conforme LCR
 LCR normal  Pen Cris 10d
 LCR alterado  Pen Cris 14d
Obs  Só não colhe Kit pra Tratada + Assintomático + VDRL–
- HepB  Cuidados pós-parto imediato igual HIV  Ig + Vacina e amamenta
- Toxo  SPA 1 ano
- Rubéola  Suporte
- CMV  Gangiclovir
- Herpes  Cultura de todos os buracos + Aciclovir
- HepC  Mãe amamenta se quiser
- Metabólicos
Hipoglicemia  Glic < 40 / Dx < 35
o Grupos de risco  Controle de dextro
o Conduta conforme Dx
 Dx 30-35 Assintomático  SMLD
 Dx < 35/Sintomático  SG10%  A + VIG 5mg/kg/min em 24h
- Respiratórios  BSA > 0  Alterado
Taquipneia Transitória do RN (TTRN)
o Dica  Parto cesárea  Falta estímula adrenérgico  Não absorve  RN com muito líquido
o QC  Taquipnéia logo após nascimento até 5d + FC e satO2 nl
o RX ‘congesto’
o Tratto  Suporte
- Sepse Neonatal Precoce
Definição
o Precoce  < 4d  Parto/mãe
o Tardia  > 4d  RN  Colhe tudo  Oxa + Cefotaxima 10d
 Meningite neonatal  LCR 20
Celularidade > 20 + Proteínas > 100/120 + Glicose < 2/3
Tratto  Ampi + Cefotaxima 21d
Cd  Repetir LCR + USG Crânio + PC 1xsem + BERA
Obs  LCR RN-6m são iguais os valores de normalidade
Risco Infeccioso  Assintomático com FR maiores ou menores
o FR maiores
 BR > 18h
 Corioamnionite (febre intraparto, fisometria, útero mole, doloroso)
 Strepto B + sem profilaxia
o FR menores
 BR > 6h
 Prematuro sem causa
 Leucorreia/Leucocitose
 ITU não tratada (<72h)
 ↑FC materna/fetal
 Parto domiciliar
 Sepse materna
o Conduta  1º - Avalia riscos e define se usa ATB  2º - Avalia quanto tempo de ATB
 RI Risquinho  Assintomático + 1FR maior ou 2 FR menores
 RI Riscão  Assintomático + > 1FR maior
Pra todos RI  Colher HMG/HMC/PCR + Repetir HMG/PCR pós-6h e 24h
o Exames alterados/sintomático  Colher LCR
 Leuco > 20K ou <5K/PCR > 10/IN > 0,2
 Velho  IG > 34 sem
 Novo  IG < 34 sem
 ATB de todos que precisarem  Peni + Amica 14d
 Pra todos LCR alterados (20)  Ampi + Cefotaxima 21d
Seguimento com USG Crânio, PC, BERA, EEG, LCR controle
 Velho Risquinho
Exames normais  Observar
Exames alterados  LCR + ATB
 Velho Riscão / Novo Risquinho
Iniciar ATB
Exames normais  Suspender ATB e alta
Exames alterados  LCR
 Novo Riscão
Iniciar ATB
Exames normais  ATB 14d
Exames alterados  LCR
 Sintomáticos
Iniciar ATB + Colher também LCR
Exames normais + HMC –  Suspender ATB (T) / + 7d (PT)
Exames alterados  LCR

CIRURGIA

- Abdome agudo
Diferenciais simulação - inflamatório:
o ICo/IAM  principalmente parede inferior
o GECA/Parasitose
o Neurite intercostal
o Zoster
o Esofagite de refluxo
o TEP
o BCP  principalmente bases pulmonares
o Nefrolitíase/ITU
o Anemia falciforme e suas descompensações
o CAD
o Dissecção aguda de aorta  principalmente abdominal
o Neo
o DII
o Linfadenite mesentérica
o Ovulação
o Escroto agudo
o Porfiria  ‘Dça do vampiro’
o Púrpura de Henoch-Schölein
o Hérnia hiatal
o Sde do cólon irritável
Diferenciais simulação – obstrutivo
o Íleo pós-op
o Grande queimado
o Sepse intra-abdominal
o Trauma abdominal
o Litíase ureteral
o Hematoma retroperitoneal
o Dças agudas pleuropulmonares
o Uremia
o Opióides
o QT intraperitoneal
o Intoxicação por Pb
o Sde de Ogilvie  ‘cólon E paralítico’, porém c/ RHA+
Diferenciais simulação – hemorrágico
o HDB
o Orificiais
o DII
- Trauma
Paramentação + Materiais preparados
Exposição completa do doente, com controle de hipotermia
MOV
A
o Colar cervical
o Aspiração com cânula rígida
o Chin lift/Jaw thrust ou Guedel/cânula nasofaríngea
o SatO2 e GCS
o Guedel  Ambu  Máscara laríngea/IOT/Crico/Traqueo (fx laringe)
B
o Hipertimpanismo  Pneumotórax
o Macicez  Hemotórax ou Hérnia diafragmática
o Pneumotórax hipertensivo
QC
↑FR, dispneia, respiração superficial, cianose
Estase jugular  se normovolêmico
Desvio de traquéia
↓ Expansão torácica
MV Ø
Hipertimpanismo
↓PA, ↑FC  Choque
Tratto
Punção cateter calibroso + seringa c/ SF  manter
2º EIC linha hemiclavicular
Drenagem 4-5º EIC entre linha axilar média e axilar ant
Borda superior da costela inferior
Dreno tubular multiperfurado póstero-superiormente
RX Tórax
o Tórax instável  Fx múltiplas em ≥ 2 arcos costais consecutivos
QC
Movimento paradoxal
Insuficiência resp
Crepitação das costelas
RX Tórax  Fx + Contusão pulmonar
Tratto
Analgesia
O2
Euvolemia
o Contusão Pulmonar  impacto ou desaceleração  BCP do cirurgião
RX Tórax  ‘BCP’
O2 em UTI
o Hemotórax Volumoso  1500ml ou 200 ml/h a partir da 2ª hora
QC
Choque hipovolêmico
MV Ø
Macicez
Tratto
Reposição volêmica  SF + CH (auto-transfusão)
Drenagem
Toracotomia de urgência sn
o Pneumotórax Aberto  Orifício > 2/3 da traqueia
Tratto
Curativo quadrangular com 3 lados fechados  válvula unidirecional
Oclusão total + Drenagem em outra incisão
o Hérnia diafragmática  ↑ súbito da PIA
FAST não avalia retroperitônio
- Hérnias
Encarcerada  não redutível  abertura estreita  dor sem sofrimento de alças
o Redução manual com pressão leve  pcte em Trendelemburg
o Não sendo possível redução manual  SO imediata!
Habitada  cronicamente encarcerada
Estrangulada  encarcerada com sofrimento de alças
Predisponentes
o Persistência conduto peritônio-vaginal
o Dças genéticas
o TBG
o Alteração fáscia transversal
Desencadeantes  ↑ PIA
o Obesidade/Gravidez/Ascite
o Tosse crônica
o Pneumopatia crônica
o Obstipação/Prostatismo
o Idade
Umbilical
o > 2 cm ou recidiva = Hernioplastia  Tela
o ≤ 2 cm = Herniorrafia  Mayo
Inguinais
Camadas  Fora pra dentro
o MOE  aponeurose  forma o ligg inguinal e possui abertura para formar o anel inguinal externo
o MOI  origina o Cremaster
o M. Transverso (MT)  arco transverso
Ligg íleo-pectíneo  continuação da aponeurose do MT, formando o pilar inferior do anel
inguinal profundo, passando atrás do ligg inguinal e sobre os vv. femorais
o Fáscia transversalis
Ligg pectíneo
o Espaço pré-peritoneal  Gordura, vv, aa, nn, linfáticos
o Peritônio parietal

Canal inguinal
o Conteúdo
♂  Cordão espermático  Ducto deferente + Artéria do ducto deferente + Artéria testicular +
Artéria cremastérica + Plexo pampiniforme (vv) + Nervo gênito-femoral + Vasos linfáticos
♀  Ligg. redondo do útero
o Trajeto  anel inguinal interno ao externo  de lateral para medial
o Anterior  Aponeurose MOE
o Posterior  Fáscia transversalis + arco transverso (MOI + MT)
o Inferior  Ligg. inguinal
o Superior  MOI + MT
o Medial  vasos epigástricos inferiores (A. epigástrica inferior)
Trígono Hesselbach  A. epigástrica inf + M. reto abdominal + Ligg. inguinal
Inguino-Crural
o Ligg. Inguinal  Púbis até crista ilíaca superior
o Direta  Hesselbach  com fáscias transversais e peritônio apenas
Protrai de fraqueza da parede posterior do canal inguinal
Medial aos vasos epigástricos inferiores
Dentro pra fora
Tratto
Isolar saco herniário e identificar estruturas dentro  associação com hérnia indireta
Reduzir conteúdo do saco
Fortalecer fraqueza da parede
o Indireta  Anel Inguinal Profundo  apenas peritônio  Escroto
Falha obliteração processo vaginal  Saco herniário
Lateral aos vasos epigástricos inferiores
Lateral pra medial
Tratto
Isolar saco herniário
Reduzir conteúdo do saco
Ligar e diminuir anel interno
o Nyhus
I  Indireta + Anel inguinal normal
II  Indireta + Anel inguinal dilatado + Parede posterior normal
III  Parede posterior dilatada
A  Direta
B  Indireta
C  Femoral
IV  Recidivas
A  Direta
B  Indireta
C  Femoral
D  Mista
o Vias de acesso
Anterior  Liechtenstein/Shoudice/Bassini
Posterior  Stoppa/Rives/McVay/VLP (TAP/TEP)
o Técnicas
Geral Liechtenstein Resumo
1. Paciente em DDH sob raquianestesia e sedação
2. Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
3. Inguinotomia à direita ou esquerda
4. Abertura por planos até aponeurose do MOE
5. Abertura do canal inguinal e isolamento do funículo espermático
6. Isolamento do saco herniário das estruturas do cordão espermático
7. Achado saco herniário indireto com (sem) conteúdo, reduzido
8. Sutura em bolsa em base de saco herniário com ressecção de saco herniário excedente
9. Colocação de tela de polipropileno segundo técnica de Liechtenstein
10. Revisão da hemostasia
11. Fechamento por planos
12. Curativo
Geral (Completo)
1. Paciente em DDH sob raquianestesia e sedação
2. Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
3. Incisão da pele e do subcutâneo com lâmina fria, 2 cm acima e paralelo ao ligamento inguinal
4. Identificação do anel inguinal externo e da fáscia do MOE
5. Abertura da aponeurose do MOE e exposição do canal inguinal
6. Identificação e mobilização dos nervos Ílio-inguinal e Ílio-hipogástrico.
7. Identificação e dissecção do funículo espermático
8. Mobilização manual do cordão espermático ao tubérculo púbico
9. Abertura do músculo cremáster, separando-o das estruturas do cordão.
10. Em caso de indireta  Dissecção do saco herniário até o anel inguinal profundo e abertura do saco
com inventário do interior (se tem alças e se são ou não viáveis), redução do seu conteúdo e sutura
em bolsa do saco herniario
11. Em caso de uso de tela  Reconstrução do assoalho inguinal com tela
Bassini  inguinais uni/bilat Recidivas
Sutura com pontos separados do arco aponeurótico (MOI + MT) ao ligg. inguinal,
passando pela fáscia transversalis  Pontão
Shouldice  Inguinais uni/bilat  Recidivas
Igual Bassini
Aponeurose do MOE sob o funículo sobre a fáscia transversalis pra dar mais resistência
Pontos contínuos
McVay  Inguinais uni/bil e femorais  Recidiva
Sutura arco aponeurótico ao ligg inguinal
Sutura do ligg inguinal ao ligg íleo-pectíneo
Incisão relaxadora na bainha do reto abdominal
Liechtenstein  Tela  Inguinais uni/bilat
Reforça (sobre) fáscia transversalis  Resolve hérnias diretas
Abertura lateral na tela para passagem de cordão espermático  Novo anel inguinal
interno  Mais competente  Resolve hérnias indiretas
Sobre fáscia transversalis
Ínfero-lateral  Tubérculo púbico (periósteo) até anel inguinal (suturando no ligg.
inguinal)
Medial  Aponeurose M. reto abdominal
Superior  Arco aponeurótico (MT + MOI)
Rives  Igual Liechtenstein, mas tela fica sobre peritônio e sob fáscia transversalis  Inguinais
uni/bilat/recidivas e Femorais
Sutura ao ligg pectíneo e arco aponeurótico
Stoppa  Inguinais bilat, Femorais ou Recidivas
Revestimento peritônio pélvico
Fixação no tubérculo púbico
Mantida na posição pela pressão abdominal e força da gravidade
VLP  Bilaterais ou recorrentes
TAP  Trans-abdominal
TEP  Extra-peritoneal
Plug femoral  Femorais uni/bilat
Rolo de tela no anel femoral
Fixação no ligg pectíneo
o Infecção  Não retirar tela + Drenagem + ATB
o Orquite  mesma conduta que orquite normal  Não solta tela
o Lesões nervosas  disestesia
Cirurgias de Emergência  Encarceradas  Sempre colocar tela
o < 6h E Alto risco cirúrgico  Redução manual + Observação 6h
o > 6h OU Baixo risco cirúrgico  Cirurgia
1. Ampliação anel herniário  Inguinotomia
a. Se conteúdo volumoso  Acesso pré-peritoneal  Secção da inserção púbica do m.
reto abdominal
2. Secção vasos epigástricos profundos
3. Abertura fáscia transversal
4. Observar perfusão do conteúdo encarcerado  Cuidado à manipulação para evitar redução
de alças inviáveis
a. Dificuldade verificação/Necrose/Perfuração  Laparo
5. Ausência de sofrimento de alça  Redução + Hernioplastia
6. Sofrimento de alça  Ressecção + Anastomose entero-entero
Tela infectada
1. Coleta de material (punção ou 2 swabs) + HMC + ATBterapia
Comunitária  Clinda
o Fournier (períneo)  + Genta
o Qualquer outro  + Peni
Hospitalar  Vanco + Flagil
2. Drenagem ampla através das incisões para exposição da fascia/músculos
3. Debridamento
4. Considerar O2 Hiperbárico
5. Reavaliar se falha
- Queimados
Reposição  4 ml/kg/%SCT queimada em 24h + manutenção se cça
o ½ primeiras 6h + ½ próximas 18h
o Dividir ml/h
- Melanoma
ABCDEvolução
Bx excisional c/ margem 2mm
AP = Breslow e Clark
Estadiar
o EF complete + LNDs
o Dermatoscopia completa  Meta em trânsito/Satelitose
o Anoscopia
o FO
o TC tórax + abdome + pelve
o DHL
o FA
o Pesquisa LND sentinela se Breslow > 0,75mm ou Clark ≥ 3 ou regressão ou ulceração
Tratto
o S/ LND + Melanoma < 0,75mm
 Breslow 1 = margem 1 cm
 Breslow > 1 = margem 2 cm
o LND inguinal palpável  PAAF  +  Linfadené
o LND não palpável  Pesq. LND Sentinela
o Meta  ampliar margem + tratamento sistêmico (encaminhar)
o LND sentinela +
 C/ dça sistêmica ou recidiva  QT
 S/ dça sistêmica  Interferon
- Infecção Partes Moles
Fasciite Necrotizante  Strepto A  Longe do períneo
o Amplo debridamento
o Clinda + Pen Cris 14d
Sde Fournier = “Fasciite no períneo”  Strepto A/G–/Anaer.
o Amplo debridamento
o Clinda + Rocefin 14d
- HDA  em Gastro
- HDB  EDA  Colono  SO/Angiografia
- Pré-Op
♂  < 40 = Ø/ 40-65 = ECG / > 65 = HMG + U/Cr + Glic + ECG + RX Tórax
♀  < 40 = bHCG / 40-50 = bHCG + HMG / 50-65 = ECG + HMG / > 65 = ♂
Warfarina  Trocar por HNF 5d antes + suspender 6h antes + HNF 24h após ou Warfarina assim que dieta
AAS  Suspender 7d antes
Hipoglic oral  Trocar 1d antes por Insulina
AINH  Suspender 1d antes
CE longa data e anti-HAS  não suspender
Cigarro  Suspender 2m antes
CHILD C contra-indica SO, exceto Tx
ATB Profilático  Indução ao fim da SO (exceto cólon e íleo  mantém 24h)
o Limpa  apenas se imunossuprimido ou colocação prótese (p.e, tela)
o Potencialm. contaminada
 Violação cavidade  P.e, trato aéreo, cavidade abdominal etc
o Contaminada
 Quebra técnica asséptica  P.e, fezes na cavidade por soltar colpostase
o Infectada  ATB Terapêutico
o Cefoxetina  Íleo ou cólon
o Cefazolina  Todas outras
Profilaxia TVP  sempre HNF
Fisio motora e resp
- Pós-Op
FAST HUG
Drenos
Febre
o 0-3º PO  Atelectasia?  RX  O2 (VNI) + Fisio motora e resp
o 3-5º PO  TVP/Flebite ou ITU (SVD)  HMG/HMC + U1/URC
o 5-12º PO  Anastomose + ↓NC ou tinha RHA e não tem mais  Deiscência
o > 5º PO  infecção sítio cirúrgico
 Ampla drenagem + Cuidados locais (debridamento) + ATB
Hematoma
o <2d  SO
o > 2d  Cuidados locais
Seroma  Cuidados locais  Aspiração + Curativo compressivo
Acima do peritônio = Deiscência
Abaixo do peritônio = Evisceração
- Trauma Abdominal Contuso
LE
o Hipotensão + Evidências sgto intra-abd
o FAST/LPD +
o Peritonite
o Pneumo
o Ruptura diafragma
Lesão TGI/Bexiga intraperit/Pedículo renal/Órgão parenquimatoso
Uretra  Uretrografia retrógrada
Bexiga  Cistografia
Rins  Urografia excretora
I
o LPD
o FAST  Avaliação ultrassonográfica direcionada ao trauma
 Pericárdio + Espaço hepatorrenal + Espaço esplenorrenal + Fundo de saco posterior  Repetir
após 30 min
E  TC3C
- Sde Compartimental Abdominal
PPA = PAM – PIA  > 60mmHg  adequada
Hipertensão intra-abdominal (1/2 ou 2/2)
o 3 medidas 4-6h de diferença de PIA > 12 mmHg
o 2 medidas 1-6h de diferença de PPA < 60 mmHg
o Pensar quando sepse, queimaduras, choque prolongado, lesões traumáticas, ruptura aneurisma
abdominal, hemorragia de retroperitônio, pancreatite, > 5L/24h (500ml/h)
o Aguda  Trauma, sepse
o Crônica  Obesidade, ascite, tumores intra-abdominais
Sde compartimental abdominal  HIA + nova falência orgânica 2ária à HIA
o 1ária  SO abdominais eletivas/emergência
o 2ária  por reposição volêmica maciça  sepse, queimaduras…
Alterações sistemas
o CV  Hipovolemia, ↑FC, ↓DC, ↓retorno venoso, ↑RVS, ↑PVC, ↓PA  Choque com PVC elevada
o Resp  Alteração V/Q, ↓pO2, ↑pCO2, insuf. resp apesar de ↑FiO2/PEEP
o Rins  ↓ClCr, ↑FENa, ↑SRAA, oligúria e acidose metabólica refratárias
o GI  Edema e isquemia intestinal, translocação bacteriana, SIRS, sepse, FMOS, abdome tenso e
distendido
o Hep  ↓ClLactato
o SNC  ↑PIC, ↓PPC
Antecipar-se ao quadro  Medir em quem tem risco
Dx
o Transdutores no peritônio por punção abdominal, laparoscopia ou diá’ periotenal  Padrão-ouro medida
direta
o Balão gástrico ou irrigação contínua bexiga  Padrão-ouro medida indireta
Tratto
o 2ária/PIA<15 ou <25 leve  Clínico  Paracentese de alívio, descompressão gástrica/colônica
(enemas, pró-cinéticos), sedação, curarização, enemas, hemofiltração veno-venosa contínua com
ultrafiltração agressiva, tração da parede abdominal, botox no esfíncter anal, mudança decúbito
o 1ária/Recorrente/Refratária/PIA > 25 ou > 15 grave  Laparostomia descompressiva  Pode levar a
fenômeno de isquemia e reperfusão
o Damage control  Preventiva para aqueles com risco
 1º.  I Bolsa de Bogotá  sutura coletor de urina estéril
Tratar a causa
Reabordagem  Remoção compressas 24h
 2º.  E + recuperação sistemas  Reaproximação das bordas  Fechamento assistido à vácuo,
tração das bordas da aponeurose com tela ou com Wittmann’s Patch, tração progressiva com
elástico
 3º.  E + s/ infecção + nutrido  Sutura 1ária aponeurose; rotação medial bainha anterior do
reto abdominal e tela; tela não aderente; tela dupla-face; retalhos mioaponeuróticos; síntese de
pele sobre alças; hérnia ventral programada

GASTRO

- Tu Colon D (AdenoCA)  CEA


Sde dispeptica + anemia + massa
- Tu Colon E (AdenoCA)  CEA
Enterorragia + Obstipação/Diarréia
- Tu Reto (AdenoCA)  CEA
Tenesmo + Afilamento
- Tu Esôfago
CEC  TBG + ETL
AdenoCA  Barrett
- Tu Estômago
AdenoCA  CA 19-9 e CEA
o Mx  Virchow / Sister Mary Joseph / Krukemberg / Prateleira Blumer
o Repor DEKA + Fe + AF + B12
GIST  C-KIT
o Dx  EDA + Bx c/ Thrucut
- DII  Sulfasalazina/Azatioprina/CE  Colé Total
RCUI  Colono
Crohn  Colono + EDA
- Diverticulite  Fibras + Água
Hinchey
o I  Cipro (Rocefin) + Metro 10d
o II  Drenagem precut + ATB
o III e IV  LE
- Hemorroidas
Graus  Fibras + Água – Papel + Analgesia
o I  Sgto
o II  Volta espontâneo  Ligadura
o III  Volta manual  Hemorroidé/Anopexia
o IV  Não volta  Hemorroidé/Anopexia
- Fissura  obstipação crônica  Fissura + Plicoma sentinela + Papila hipertrófica
Clínico  Fibras + Água + Analgesia
Cirúrgico  Esfincteré Interna Lateral
- Fístula + Abscesso
Posteriores  curvilíneos
Anteriores  radiais
Tratamento
o Drenagem + ATB
o Fistulotomia
 Esfincter comprometido  Fio de sedenho por 1m + sutura posterior
 Esfincter livre  Fechar por 2ª intenção
- DRGE
Dx  QC + EDA c/ esofagite ou EDA s/ esofagite + pHmetria+
o EDA se sinais de alarme
Tratto clínico  Se sem sinais de alarme ou esofagite
o IBP 2m + MEV  IBP + Pró-Cinéticos
Tratto cirúrgico  Se intratável/complicações/HH
o Hiatoplastia (se HH) + Fundoplicatura
- Barrett
EDA + Lugol + Bx + AP + seguimentos
Alto grau = Esofagé
- Megaesôfago
Dx + Estadiamento  EED + Manometria
Outros
o Tempo de esvaziamento gástrico  associado com acalasia de piloro
o USG abdome  associado com CCC
o Sorologia Chagas  etiologia
o EDA com lugol  associado a CEC
o ECG  BRD + BDAS
+ Megacólon  opera primeiro Megaesôfago
Resende
o I (<4cm)  Dilatação com balão ou Botox
o II (4-7)/III(7-10)  Cardiomiotomia + Fundoplicatura
o IV (>10cm)  Esofagé com gastro/coloplastia
- Pancreatite
Pseudocisto sintomático  drenagem endoscópica ou aspiração percutânea ou anastomose cisto-entérica
- Tu Fígado
Hemangioma  enche tudo de CTE e fica  SO só se rotura ou sgtos externos
HNF  enche periferia de CTE e centro com cicatriz = estrela  Conservador
Adenoma  enche heterogêneo de CTE  SO + suspende ACO
HCC  cirrose + alfafeto > 600 ou Washout  não precisa Bx
o S/ cirrose = ressecção
o C/ cirrose = Tx  1 = 5cm ou 3 = 3cm Child A/B
- Tu Periampulares
Neo de colédoco distal
Tumor de ampola de Vater
Neo de cabeça de pâncreas
Neo de duodeno
- Tu Pâncreas  CA 19-9/CEA
Curativo  GDP + QT adjuvante + Omeprazol
Paliativo  DBD + QT + RT
- Úlcera Péptica
EDA + BxAP (se úlcera)
Pesq H. Pylori  Urease ou Sorologia
o OCLA  Omeprazol + Claritro + Amoxa 14d
Perfuração  Ulcerorrafia + Epiplonplastia
HDA
o E/E 1º ressangramento  Escleroterapia  Injeção adrenalina
o E 2º ressangramento ou I  SO
 Antré ou Gastré
 Se perfuração  Ulcerorrafia + Epiplonplastia
o Forrest  Iab/IIabc/III
- Varizes Esofágicas
HDA
o E  EDA  Ligadura elástica
o I  Balão esofágico c/ IOT prévia
o TOC  Terlipressina/Omeprazol/Cipro EV
o PRONO  Propranolol/Norflox 7d
o Tratto
 Cirrose  TIPS  Tx
 Esquisto  DAPE

URO
- HPB
Tratto clínico  Finasterida/Doxazosina
Tratto cirúrgico (se complicações)  RTU/Prostaté
- ITU
Dx  Sint + URC 1K ou Assint + URC 100K
Mulher sempre fazer bHCG
Investigação do TU  USG Vv. Urinárias
o Cistite 2º Mulher 1º Homem
o Pielo qualquer
o Persistência infecção
o AP de litíase, TB ou SO Uro
o Hematúria macro
o Obstrução
Pielo  HMG/HMC + U/Cr + Eletrol + USG vv. Urinária + ATB EV se:
o Transplantado/Neutropênico
o Anormalidades urogenitais
o Homem
o Sintomas sistêmicos
o Comorbidades
Tratto
o Cistite  Norflox 3d
o Pielo  Cipro 14d
o Grávidas  Cefalexina
o Idosos/Repetição/Pielo complicada  sempre profilaxia
- Nefrolitíase
Dx  TC s/ CTE
Alarme  Desobstrução  Duplo J ou Nefrostomia
o Não melhora com nada
o Rim único
o Oligúria
o Pielo
Analgésico + AINH + Plasil (mesmo s/ náusea) + Buscopan
Rim
o < 2 cm = LECO
o > 2 cm = Nefrolitotripsia ou SO aberta
Ureter  Ureteroscopia com basket
Bexiga
o < 3 cm = Cistoscopia com laser
o > 3 cm = SO aberta
- Neo Próstata
PSA > 2,5 = USG Transretal + Bx
PSA > 20 = Cintilo óssea  Meta?
Estadiamento
o PSA
o Fosfatase ácida
o Cintilo óssea
o RNM pelve + retroperitônio
Tratto
o < T2 = Prostaté radical ou RT
o T3 = RT + HT
o Meta = Orquié/Estrógenos/Análogos GnRH
- Trauma Renal
Dx  TC abdome c/ CTE + Uro excretora
Tratto
o SVD + Hidratação
o SO apenas se I ou rim todo estourado (G5) com trombose
- Trauma Ureteral
Tratto
o Parcial = Duplo J
o Total = Anastomose
- Trauma Vesical
Extraperitoneal  Fx Bacia
Intraperitoneal  Contuso em bexiga cheia
Dx  Uretrocistografia retrógrada/Uro excretora/TC c/ CTE
Tratto
o Intraperitoneal ou lesões gdes ou múltiplas = SO
o Extraperitoneal 1 lesão pqna = SVD
- Trauma Uretral
Dx  Uretrocistografia retrógrada
Tratto
o Total = Cistostomia
o Parcial = SVD
o Fx Bacial
 I = Cistostomia + SO tardia
 E = Cateterismo retrógrado
- Escroto Agudo
Torção testicular
o USG Doppler alterado
o SO
Orquiepididimite
o USG Doppler normal
o Melhora da dor com elevação do testículo
o Cipro 10d + AINH

ORTOP

- Fraturas  estabilização precoce pra evitar GordEP


- Fx Pelve
Classificação de Young
o Compressão Ântero-Posterior  Livro Aberto  Trauma indireto
o Compressão Lateral  Fx de ramos ísquio/púbicos
o Cisalhamento Vertical  Cair de pé  Disjunção sacroilíaca/sínfise púbica
QC  Rotação externa, sgto interno pélvico, nos buracos de baixo com espículas
RX  AP + Inlet + Outlet
Tratto
o Imediato SE  Imobilização provisória com lençol  Tamponamento
o Imediato CC  Fixação externa
o Definitivo  Fixação interna
- Fx Exposta  Gustillo-Anderson
Gustilo
o I  Puntiforme < 1cm
o II  1-10cm
o III  > 10cm ou Alta energia
 A  Dá pra cobrir tudo
 B  Não dá pra cobrir tudo
 C  Lesão vascular ou nervosa (sensível ou motora)
Conduta  Limpeza cirúrgica + Fixação
o Povidine
o Irrigação > 10L SF
o Debridamento inicial
o Troca campos
o Assepsia/antissepsia  Começa cirurgia limpa
o Debridamento completo
o Coleta de material para culturas
o Fechamento ferida
o Fixação externa
Prescrição PS
o Jejum
o SMB
o SF
o I – Cefazolina / II-III – Genta + Clinda
o Morfina
o Anatox
o Cobrir ferida + Imobilização provisória
- Fx Fêmur  Garden
QC  Rotação externa + Perna curta

- Fx Supracondiliana do Úmero  Queda cotovelo extensão  Garthland


Gartland/Tratto
o Tipo I  Sem desvio
 Clínico  Gesso axilo-palmar com tipoia
o Tipo II  Com desvio parcial  Galho verde
 E  Igual I após Redução incruenta sob anestesia
 I  Igual III
o Tipo III  Com desvio total  Perda contato corticais
 Cirúrgico  Redução + Fixação interna
- Fx Radio Distal  Queda mão espalmada criança
Classificação Metafisária
o Completa  Cortical-cortical
o Incompleta  Galho verde  Uma cortical rachada + outra íntegra
o Tratto  Redução incruenta + Gesso
Classificação Fisária  Salter-Harris
o Gesso axilo-palmar
o Fixação interna
- Fx Escafóide
Suspeita alta, mesmo que RX normal  Tratar  Risco necrose
- Displasia Congênita do Quadril
QC  Assimetria de pregas e de MMII
Rastreamento  Ortolani (reduz) + Barlow (luxa)
Dx  USG Pelve
Tratto
o < 6m  Pavlik
o 6-12m  Redução incruenta + Aparelho pelvipodálico por 3m
o > 2a  Tentar redução incruenta  Não deu  Redução cruenta
- Choque Raquimedular  Arreflexia + Paresia + Assensibilidade por 24h
Reflexo bulbo-cavernoso +  Fim do choque  1º reflexo a voltar
Avaliar altura  Abaixo de L1 não tem mais medula  Abaixo apenas anestesia em sela, incontinência
urinária, paresia MMII
Tratto
o Manter colar cervical + Movimentação em bloco + Suporte
o Manter boa PA + O2
o Corrigir anemia sn
o UTI + Monitorização

OBSTETRÍCIA

- Viabilidade  > 26 sem + > 500g


- Maturidade  > 34 sem
- Pré-termo  < 37 sem
- Termo  > 37sem
Pós-data  >40sem  Parto se qualquer alteração mãe/feto
o LA claro + Bishop < 5  CTG 3xsem
o LA claro + Bishop > 5  amniotomia + indução parto
o LA mecônio  Amniotomia
 Fluido  Aguardar TP
 Espesso  Cesárea
- Pós-termo  > 42sem  Parto!
- Vitalidade  PBF e/ou Doppler  Vitalidade após Viabilidade
- TP  Primigesta/Multípara  Com-Sem analgesia  0,5-1h/1-2h
- Pré-Natal
Ácido Fólico  3m antes até 8ª sem gestação
Sulfato Ferroso  2º trim 2 mesª sem até pós-parto
Hiperemese gravídica c/ alteração clínica = Internar
Candidíase  Nistatina VV
Tricomoníase (tratar parceiro)/Vaginose
o 1º Trim  Metro VV
o 2/3º Trim  Metro VV + VO
USG
o 1º  Translucência nucal (trissomias) + Datação
o 2º  Morfológico
o 3º  Crescimento
Exames
o Sangue  HMG + TS + Glicemia
o Sorologias  HIV/Sífilis + Toxo/Rubéola + HepB/C
o 3 Buracos  PPF + U1/URC + CCO (NIC 2/3 = conização)
o Obs  Clamídia/Gonorréia/CMV pré-gestação
o Strepto B  35 sem
 Pen Cris EV 4h antes parto e manutenção se:
Strepto B + (cultura/ITU/bacteriúria) ou sem cultura
Sepse neonatal precoce prévia
Febre intraparto
BR > 18h
DUM x USG (1/2/3)  diferença > 7/14/21d  IG pelo USG
Data provável do parto = DUM – 3m + 7d
BCF
10 sem  Sonar
20 sem  Pinard
Bacia Obstétrica
o Estreito superior  CV = CD – 1,5 = 10,5
o Estreito médio  Diâmetro biciático = 10,5
o Estreito inferior  Diâmetro bituberoso (11) + Ângulo subpúbico (>90)
Relações Útero-Fetais
o Atitude  Como o feto se comporta
o Situação  Longitudinal ou transversal
o Apresentação  Cefálica, pélvica, córmica
o Posição  Esquerda ou direita (em relação à mãe olhando)
o Variedade de posição
 Pélvica  S
 Cefálica  O  Triângulo pra trás
Posição  E ou D  não presente quando Pube ou Sacro
o Local onde está voltado ponto de reparo
 P  Pube  pra cima
 S  Sacro  pra baixo
 T  Transversa  de lado  D ou E
 A  Oblíqua anterior  D ou E
 P  Oblíqua posterior  D ou E
- ITU  Tratar bacteriúria, cistite, uretrite, pielo...
U1/URC 12-16 sem
Tratto  Nitrofurantoina

- CTG = 5 pts
1. Linha de base  110-160  1 pt
2. Variabilidade  10-25  1 pt
a. Obs: sinusoidal monótono = Anemia fetal
3. AT  2 pts
a. 15 bpm em 15 seg
b. 1 em 10 min pelo menos
c. > 2 min = prolongada / > 10 min = mudança linha base
4. Desacelerações  ausência = 1 pt
a. DIP 1  espelho contração  compressão pólo cefálico
b. DIP 2  retorno lento  sofrimento fetal
c. DIP 3  compressão cordão
i. W, taqui compensadora, > 1 min, > 70 bpm = mau prognóstico
4-5 = ativo
2-3 = hipoativo  Kobo!
0-1 = inativo  Kobo!
a. Não estimular pós-data  Mecônio
Reativo  20 bpm em 3 min = Ativo
Hiporreativo bifásico  não faz padrão reativo, mas faz AT  Ativo
Hiporreativo monofásico  tem reações, mas não suficientes  Inativo
Não reativo  sem nenhuma reação  Inativo
- PBF = 10 pts
1. CTG ativo  2 pts
2. MR  2 pts
3. MF  2 pts
4. Tônus  2 pts
5. ILA > 5  2 pts
- Avaliação PBF
1. ILA
a. < 3  Resolve!
b. 3-5
i. Termo ou RCF  Resolve!
ii. Atermo  Resolve após CE
c. > 5  Ver PBF
2. PBF
a. 8-10  Seguimento
b. 6  Repete em 6h
i. > 6  Seguimento
ii. ≤ 6  Resolve!
c. 2-4  Resolve!
- Doppler  20 sem  pára coisas que envelhecem/entopem placenta
ACM  centralização  mais arrastado
Ducto Venoso  falência miocárdica fetal  mais profundo
Diástole Zero/Reversa (DZ/DR)  A. Umb.
o > 34 sem  Parto!
o 28-34 sem
 Vitalidade alterou  Parto!
 Vitalidade normal  Vitalidade 1xd
 Ducto Venoso
< 1  Seguimento
1 – 1,5  CE + Parto!
> 1,5  Parto!
o 20-28 sem
 Interna + Repouso + Doppler + PBF (>26 sem) 1xd
 Vitalidade alterou  Parto na viabilidade
- RCF
USG Morfológico  Diâm. biparietal + CC/CA + F/CA + PFE
Doppler  diferencia PIG constitucional de PIG c/ insuf. placentária
Clampeamento precoce  evitar piora da policitemia
- Cardiopatias
Propanolol, pois pindolol é fraco para elas
Ampi + Genta EV  profilaxia endocardite
o Procedimentos invasivos/parto para pcte com prótese valvar
Heparina  profilaxia prótese valvar, arritmias
ECG/Eco
Ø Tocólise
- Sgto 1º. Trim  Ig Anti-D p/ todas Rh– não sensibilizadas
Ectópica
o Dx
 bHCG > 2000 ou < 2000 c/ elevação > 50% pós-48h
 USG-TV s/ SG
o Rota
 S/ desejo ou I  Salpinge
 C/ desejo E E  Salpingos
o Íntegra + BCF+ + SG > 4cm + bHCG > 5000
 S/ desejo  Salpinge
 C/ desejo  Salpingos
o Íntegra c/ bHCG < 5000 crescente = MTX IM
o Íntegra c/ bHCG < 5000 decrescente = Expectante
Abortamento
o Ameaça  OIC Ø + SG reg + BCF+  Analg + Repouso + Progest VV
o Inevitável  OIC ↑ + SG irreg  Interna + Analg
 Se I  EU (sempre após miso e sempre fazer AP)
o Completo  OIC Ø + EE < 15mm  Analg + bHCG pós 14d
o Incompleto  OIC ↑ + saída restos + EE > 15mm  Interna + EU
o Retido  OIC Ø + SG reg + BCF- + CCN > 5mm
 < 14d = Expectante
 > 14d = Miso ou EU
o Infectado  SIRS + secreção purulenta pelo OIC
 Ampi + Genta + Metro EV por 48h afebril
 EU
- Sgto 3º. Trim  Sempre fazer TSM + CH + SE MOVE + Rhogan se Rh-
PP
o Indolor + Sgto repete e agrava + FR (cicatriz, velha, TBG, gêmeos)
o Ø Toque
o USG c/ 26 sem  Pesquisar também acretismo (Doppler)
o Conduta
 Sgto controlado
26-34 sem  Atosiban + CE + Vitalidade
37 sem  Parto
o Cesárea se centro
o Vaginal se lateral/marginal
 Sgto incontrolável  Parto
Acretismo  PP não sangra + Hemorragia anteparto  USG Doppler
o Cd  Cesárea c/ 36 sem (antes do TP) + Histeré
DPP (> 20 sem)  Dor súbita c/ sgto  USG  Vitalidade alterada
o I ou E c/ viabilidade  Cesárea
o E s/ viabilidade/feto morto  Indução do TP
- DMG
Dx
o Glic. Jejum 92-125
o Glic. Jejum < 92 + GTTO 26 sem > 92-180-152 ou 2 ao acaso > 200
Exames
o Hb glicada + URC 2/2m + Dx (4x/7x – 95/100/140)
Tratto  Dieta + Exercícios  após 1 sem e > 30% Dx alterados  Insulina
Seguimento
o USG obstétrico 1x/mês ao diagnóstico
o PBF 1x/sem
Cd
o Parto c/ 40 sem
o Se riscos  Parto c/ 37 sem
o Puerpério Ø Tratamento
- DMPG
Dx
o Glic. Jejum > 125
o Hb Glicada > 6
Exames
o Hb glicada + PL + Ác. Úrico + TSH/T4L + ECG/Eco
Seguimento  Dx + 20 + 26 + 34
o Microalb/Proteinúria 24h
o U/Cr
o U1/URC
o Doppler AU
o FO  Dx + 3º Trim + 6m pós-parto
o PBF 1x/sem
Cd = DMG
Puerpério  Reintroduzir/inicar metformina e/ou ajustar dose
- HAC  HAS < 20 sem
Exames Normal
o Proteinúria 24h
o U/Cr
o HMG
o U1
o AU
o ECG/Eco
o FO
o USG Rins
Exames Complicada  HELLP
o BTF
o DHL
o TGO/TGP
Tratto
o Dieta hipoNa + DLE
o Pindolol + Metildopa + Amlodipino
o Esquema que usava s/ iECA/BRA
Cd
o Não-complicada
 Vitalidade completa maturidade 1x/sem
 Parto 40 sem
o Complicada
 Vitalidade nl + QC controlado = Parto 37 sem
 Vitalidade anl OU QC não controlado OU DHEG = Parto!
- RPMO  antes do TP  infecção ou ↑ pressão intra-uterina
Oportuna  6-8 cm dilatação
Saída líquido pelo OEC  Valsalva, manual
Teste Fenol Vermelho  fica vermelho ao entrar em contato com líquido amniótico
Toque vaginal apenas se TP ou > 36 sem
USG  se dúvida  ILA diminuído
Cd
o Internação
o Cultura secreção vaginal  Clamidia, gonorréia, E. coli, Strepto B
o PBF 1xd
o USG obstétrico
o Pacote infeccioso  HMG + PCR 2/2d e TºC + FC 4/4h
o RPMO > 6h = Ampi EV por 48h
o Colher Strepto B  repetir esquema no parto se positiva. Se negativa, repetir com 37 sem
o Betametasona IM na viabilidade até 32 sem, afastada corioamnionite
 > 36 semanas = Indução
 < 36 semanas
Normal  Pacote infeccioso + não realizar tocólise
Sinais de corioamnionite/sofrimento fetal/TP = Parto
o Corioamnionite (Febre + 2 critérios)  Ampi + Genta + Flagil (pós-clamp) 48h afebril  evitar CE
 Febre +
↑FC
↑BCF
Útero irritável
Pus pelo OEC
Leuco > 15mil
 Profilaxia Strepto B  Pen Cris EV 4/4h até parto
BR > 18
RPMO > 6
TPP
Strepto B + com 35-37 semanas
Sepse neonatal precoce prévia
Febre intraparto
URC + nesta gestação, mesmo que tratada
Obs  Contra-indicado em TP no termo de cultura desconhecida
- RCF
Rastreamento  AU ≠ IG
Dx  USG  IG x PFE  <p10
o Simétrico  Pequeno constitucional
o Assimétrico  Insuficiência placentária
Doppler
o Normal  Pequeno contitucional
o Anormal  Insuficiência placentária
Confirmação  RN p < 10
Cd  Vitalidade completa 1xsem  Alterou = Internou
o ILA < 5  Resolução na viabilidade
o ILA > 5  Doppler
 Diástole Reversa  Resolução na viabilidade
 Diástole Zero  Ducto Venoso
> 1,5  Parto
1-1,5  CE + Parto
< 1  Doppler 2xsem + Parto 34sem
o Parto
 Vitalidade Normal  40sem
 Vitalidade Alterou  34sem ou menos
 CTG contínua
 Amniorrexe tardia + Evitar fórcipe + Episio ampla
 Rápido clampeamento  insuficiência placentária

- HIV
ELISA 1º e 3º Trimestres  confirma com WB
Seguimento se positivo:
o CD4 e CV (ao diagnóstico e com 34 semanas)
o Kit Pré-natal + Kit infeccioso + Kit buraco
o FR + FH + PL
o HC/HC
o HTLV 1 e 2/CMV
o Herpes/Chagas
o PPD
o Eco fetal se uso de TARV
o Vitalidade com 30 sem
o Vacinas  dT + Pneumo + Influenza + HepB (se susceptível)
Condutas baseadas em CV + CD4
o CD4 < 200  Bactrim profilático Pneumocistose, exceto 1º trim.
o CD4 > 350 e CV < 1000  TARV 14ª semana (AZT + 3TC + NVP)
o CD4 < 350 ou CV > 1000  TARV imediata
Conduta obstétrica
o < 1000  Obstétrica
o > 1000 ou desconhecida  PC
o AZT intraparto para todas 3h antes
o AZT VO RN nascimento até 6 sem
o Evitar toques/amnioscopia/amniorrexe (empelicado)
o Evitar episio/fórcipe
o CTG contínua
o Clamp imediata/Aleitamento Ø
- Toxo
IgM + IgG negativos  Susceptível  Sorologia 2/2m
IgM positiva
o IgG alta avidez  infecção prévia
o IgG baixa avidez ou negativa  infecção atual
Avaliar feto se infecção atual
o Não acometido  Espiramicina até parto
o Acometido  SPA 3sem + Espiramicina 3sem  Alternando
- Rubéola  Vacina 28 dias antes
- TPP
Útero irritável  contrações sem modificação do colo
o Descartar infecções  U1/URC + cultura secreção pra tudo
o Repouso físico e sexual
o Progesterona VV
o Levomepromazina
o Retorno 7d
TPP
o Contrações 5/5 min com modificação do colo
o Fibronectina fetal +
Com Tocólise
o Condições
 Colo < 3cm
 BI
 IG 22-35sem
 Contrações rítmicas
o Contra-indicações  Dças maternas/fetais
 RPMO
 Sofrimento fetal
 Morte fetal/MF incompatível
 RCF
 DPP
 PP sangrante
 Corioamnionite
 Comorbidades descompensadas
 Falciforme
o Conduta
 Internação
 HMG, U1/URC, StreptoB, culturas
 Vitalidade
 USG Obstétrico
 Repouso + Levomepromazina
 Hiperhidratação (↓ADH  ↓ Ocitocina)
 Buscopan
 Atosiban EV + Progesterona VV + Betametasona IM 1xd 24/24h
 Pen Cris EV 4/4h
Sem Tocólise
o Ampi 4h antes do parto  não deu pra pesquisar ainda StreptoB
o Internação CO
o Amnioscopia
o CTG
o Amniotomia tardia + Episio ampla + Evitar fórcipe + Clamp tardio
- Alo-imunização Rh  Parto no termo
Gestante Rh–  Tipar parceiro
o Parceiro –  Fim investigação
o Parceiro +  PAI materno mensal
 PAI –  Ig anti-D 28 sem
 PAI +  Pesquisar títulos
≥ 1/16  Serviço referência  Protocolo Hidropsia Fetal
Ig Anti-D  Gestante Rh– não sensibilizada  sensibilizou, perdeu
o 28 sem
o Pós-contato com sangue (inclusive parto de RN Rh+)
- Indução do TP
Se sem alteração mãe/feto + BI + sem cirurgia uterina prévia
PBF completo + Amnioscopia
Bishop < 5  Miso  Reavaliar colo 6/6h
Bishop ≥ 5  Amniorrexe + Ocitocina + DLE + CTG contínua
Falha de indução  Após 2h de amniotomia/ocitocina
- Partograma
Início  Contrações rítmicas que modificam colo  ≥ 2/10’ (30-60’’) + ≥ 2cm
TV 2/2h  Dilatação, altura, apresentação, variedade de posição, bolsa
Contrações, BCF, LA, procedimentos
Diagnósticos/Tratto
o Desproporção C-P  Cabeça 0 + Dilatação total  Cesárea
o Distocia Funcional  De força  DLE e outras medidas  Se falhar medidas  Cesárea!
 Hipoatividade (lento)  Fracos  Amniotomia/Ocitocina + Fórcipe
 Hiperatividade (rápido)  Fortes
Sem obstrução (TP < 4h)  Hidratação/Analgesia + Revisão canal de parto
Com obstrução (DPP)  Cesárea!
 Hipertonia (lento)  Incoordenação 2ºG  Fortes  Tetania
Ocitocina iatros  Suspender + Hidratação/Analgesia
DPP  Cesárea!
Polidrâmnio  Amniocentese (e não amniotomia)
Gemelidade  Amniotomia/Ocitocina
 De dilatação (lento)  Contrações boas + Colo não dilata > 2h
Incoord 1ºG  Sobreposição  Hidratação/Analgesia
Inversão gradiente  Analgesia + Amniotomia/Ocitocina
o De rotação  Cabeça +2/+3 não roda + Dilatação total  Fórcipe
 Se +1  Cesárea
o Período Expulsivo Prolongado  > 0,51h (M)/1-2h (P) + Dilatação total  Fórcipe
o Falha Indução  Ocitocina dose máxima 2h + colo não dilata
- Mecanismo de Parto
1. Insinuação  Cabeça pelo estreito superior
2. Descida + Rotação Interna
a. Descida  Estreito superior para estreito inferior
b. Rotação Interna  Linha orientação em AP
3. Desprendimento Pólo-Cefálico  Deflexão hipomóclio
4. Rotação Externa  cabeça roda de volta à linha de orientação prévia
5. Desprendimento Ovóide Córmico  Sai tudo!
- Períodos Clínicos
1. Dilatação
a. DLE + Deambulação
b. Analgesia
c. CTG por 10min 30/30min + TV 2/2h + Partograma
d. CTG intraparto contínua + BCF
e. Amniotomia
2. Expulsão  Dilatação completa
a. Episio  Médio-lateral D
b. Esforço materno
c. Clampear CU
3. Dequitação  Descolamento + Descida + Expulsão da Placenta  até 30min
a. Até descolar  Massagem fundo útero
b. Descolou  Tração do cordão + Manobra de Jacobs
c. Não descolou  Ocitocina + Descolamento/Extração manual + Curetagem/Curagem
d. Inspecionar após
e. Manter ocitocina
4. 4º Período de Greenberg  1ª hora pós-parto
a. Revisão canal parto
b. Episiorrafia
c. Ocitocina + SG sn
- Patologias 3º e 4º Períodos  Retenção/Acretismo/Hipotonia uterina/Inversão Uterina
Hipotonia  Massagem  Manobra de Hamilton  Ocitocina  Ligadura/Embolização  Sutura de Lynch
 Histeré
- Puerpério  dequitação até 2m  AC  Alta após 2d junto com RN
Volemia, involução útero (1cm/d), lóquia (0/3/10/25)
Infecção puerperal  infecção genital até 10d  Dx clínico
o Morbidade Febril Pueperal  febre oral por 48h do 2º-10º pós-parto
 Endometrite  BUMM  Burn + Útero Mole + Miúdo
 Salpingite/Ooforite  febre + dor fossas ilíacas
 Peritonite  DB+
 Tromboflebite pélvica puerperal  FOI  Exclusão  HNF
 Infecção sítio cirúrgico
o Exames  Kit infeccioso + Culturas + USG-TV
o Tratto
 Internação
 Ampi + Genta + Flagil EV + Drenagem/Histeré sn
 Alta após 48h bem
Mastite Puerperal  1º mês  Sinais infecção  GRAM, USG
o Cefalexina 10d  Oxa + Cefoxitina EV
o Manter amamentação
o Cabergolina se dor refratária
- Fórcipe  Sempre de Kielland
- Óbito fetal  Investigar + Resolver  RPMO, DPP, PP, infecção, Rh, coagulop, >1m
Indução  Cesárea
Mandar feto + placenta para AP

GINECO

- Abdome Agudo
Torção Anexial
o Dx  Kit PS + bHCG + USG-TV + pelve
o Tratto  VLP Dx e Terapêutica  Desfazer torção
 Sem comprometimento vascular  Exérese do Cisto
 Com comprometimento vascular  Salpingo-ooforé
Cisto ovariano roto  Ovulação (2ª fase ciclo)  Aumento anexial
o Dx
 bHCG (excluir ectópica)
 USG-TV + pelve
o Tratto
 E  Suporte + Analgesia + Sinais vitais + Exames + USG 2d
 I/Dor refratária/Dúvida diagnóstica  VLP
- Sgto Uterino Anormal Pós-Menopausa
Causas
o Atrofia endométrio  fisiológico
o Pólipo endométrio  Histeroscopia Dx +  Histeroscopia Cx + Polipé
o Hiperplasia endométrio  Pré-neo
o CA endométrio  Vem na Bx
 Tipo I  AdenoCA endometrióide
 FR  Hiperestrogenismos (nuligesta, menarca precoce, menopausa tardia, etc), obeso, DM,
lesões precursoras
o CA corpo uterino
 QC  Sgto + Dor
 Estadiamento  Cirúrgico
 Cd  Histeré total abd + Anexe bilat + LNDé ilíaca bilat e paraórtica + Omenté + Coleta
citologia peritoneal
 Descrição cirúrgica
Paciente em DDH sob anestesia geral
Assepsia, antissepsia e colocação de campos estéreis
Passagem de SVD
Incisão transversal infraumbilical de 6-8cm
Incisão transversal de pele, subcutâneo, mm. oblíquos externo e interno
Afastamento de mm. reto abdominal
Incisão longitudinal de peritônio parietal
Inventário da cavidade
(...) dos ligamentos redondos laterais
(...)
o CA colo uterino
o Mioma uterino
Cd  USG-TV+P + Rastreamentos
o Normal  < 5/8 (s/c/ TRH)
o Alterado  ≥ 5/8 (s/c/ TRH)  Bx + AP por histeroscopia
- Sgto Uterino Anormal Menacme
Leiomioma  Assintomático (observação)
o Exames
 USG-TV + P (não valorizar Eco endometrial na menacme)
 bHCG
 HMG + Coagulo
 Histeroscopia / RM
 TSH/T4L
o Tratto
 Clínico  AINH  Análogo GnRH 
 Cirúrgico  Sintomas importantes  Repor Fe + CH antes
Sem desejo  Histeré
Com desejo  Miomé
Técnica
o Pcte em DDH sob anestesia geral
o Assepsia + Antissepsia + Campos
o SVD
o Incisão transversal infraumbilical de pele, subcutâneo e aponeurose dos mm.
oblíquos externo e interno
o Afastar mm. reto abdominal
o Incisão longitudinal do peritônio parietal
o Inventário da cavidade
o Incisão do miométrio com ressecção
o Fechamento do miométrio com pontos simples
o Revisão da hemostasia
o Fechamento por planos
Prescrição POI  tudo EV  ver se tem alergia
o Dieta laxativa e (...) quando bem acordada
o Drogas que usava
o Sulfato ferroso
o Luftal
o Analgesia boa
o Anti-emético
o Sacar SVD
o Controles + Cuidados
Prescrição 1º PO  igual, mas tudo VO se possível
o Profilaxia TVP
- MIPA
Dx  1 Definitivo OU 3 Maiores OU 2 Maiores + 1 Menor
o Dx
 Definitivo  algo comprovando visualmente abscesso/inflamação
 Maiores  3 Dores
Hipogastro
À mobilização colo
Ou Espessamento anexos
 Menores
Febre
Secreção vaginal anormal
↑VHS/PCR
Cultura + para atípicos
o Exames
 USG-TV
 TC pelve + RX abdome
 HMG + U/Cr + TGO/TGP + PCR/VHS + U1/URC + bHCG
 Sorologias HIV/Sífilis
o Estadiamento
 Estadio 1  Sem peritonite
 Estadio 2  Com peritonite + Sem abscesso
 Estadio 3  Com abscesso localizado
 Estadio 4  Pus livre
o Tratto
 Estadio 1  Doxiciclina VO 14d + Benzeta
 Estadio 2-3  Ampi + Genta + Flagil EV
 Estadio 4  VLP
 Alta  Completar 14d com Doxi + Flagil
 Parceiros  Abstinência 14d
Assintomático  Azitro VO dose única
Sintomático  Doxi VO 14d
- HPV/Neo Colo Uterino
Rastreamento  CCO  Alteração não inflamatória  Investigar
o Início aos 25a (termina vacina)  3/3a se últimos 2 normais
o Fim aos 65a (último exame rastreamento)  se 2 normais nos últimos 5ª
o Bethesda
 Normal/Inflamatório  Seguimento
 Restante  Colposcopia + Bx sn
O que tiver G faz também histeroscopia
Colposcopia, vulvoscopia e vaginoscopia  Bx se alteração
o Ácido acético  Vulva e vagina 5%/colo 3%
o Lugol colo
o Azul de Toluidina vulva
o Realizar na fase pré-ovulatória (OEC aberto + muco claro) após abstinência sexual de 3d sem outra
infecção ativa sem atrofia por hipoestrogenismo
o NIC 1  Repetir CCO + Colposcopia + Bx em 6m
o NIC 2/3  Conização ou CAF (Cirurgia de alta freqüência)
Estadiamento
o USG-TV
o TC/RNM
o Uro Excretora/Cistoscopia
o TR/Retossigmoidoscopia  Paramétrio +  RT + QT
- Vulvovaginites  Corrimento  Solicitar sorologias
Cândida  Fluconazol
o pH <4,5
o Branco com grumo
Vaginose  Metro
o pH > 4,5
o Odor de peixe
o Espuma cinza  cor de peixe
Tricomoníase  Metro
o pH > 4,5
o Pontos vermelhos do tricô do aborto
o Espuma verde-amarelo  tricô do aborto é coisa de brasileiro
- Endometriose  avaliar TGU + TGI
CA 125
USG-TV
Ecoendoscopia colorretal
- Climatério  Sintomas
Menopausa  amenorréia por 1 ano  40-52ª
Rastreamentos + FSH/LH + TSH/T4L + HMG + U1 + USG-TV
TRH  Sintomas + Sem contra-indicações
o Oral  DLP
o Transdérmico  Outros
o Tópico  secura vaginal
- Amenorréia  Irregular 6m ou 3 ciclos consecutivos
Hipogonadismo hipogonadotrófico  Já era hipotálamo  P.e, Sheehan
Hipogonadimso hipergonadotrófico  Já era útero/ovário  P.e, SOP
Exames
o bHCG
o FSH/LH + Estradiol/Progesterona + Testo/Diidrotesto
o TSH/T4L
o TC/RNM Crânio
o USG pélvico
o Histerossalpingografia
- Contracepção
DIU  bHCG –  Indicado pra quem tem problema de usar estrógeno + Contra-indicado pra quem teve MIPA
ACO combinado/Injetável 1m/Anel Vaginal  Tem estrógeno
o Inibe ovulação (FSH/LH)
o Altera muco
o Altera motilidade tubas
o Altera endométrio
Progesterona/Injetável 3m  Tem progesterona
o Bom para amamentação
o Engorda
Laqueadura  >25a OU 2 filhos vivos OU Risco morte gestação
o Autorização por escrito 2m antes do casal
- Neo Mama
Rastreamento  MMG
o 0  USG
o 1-2  Seguimento
o 3  Repetir 6m
o 4-5  Bx
Dx  Bx  Birads 4/5, USG sugestivo
o Nódulo  Core biopsy guiada por USG
o Microcalcificações  Mamotomia estereotáxica
Estadiamento
o RNM Crânio + RXTX + USG Abdome
o Cintilo óssea
o CA 15-3
o Pesquisa HER-2 + Receptor Estrogênio
Tratto
o Pra todos  HT se RE+ / Trastuzumab se HER2+
o < 3cm  Quadrante + RT + Pesquisa LND sentinela com Linfadené se +
o > 3cm  Masté + Linfadené + RT e QT adjuvante se +
o > 5cm  QT neo
- Mama Benigna
Mastalgia  analgesia, ACO\
Cisto  USG + MMG
o Assintomático  Observação + USG 6m
o Punção esvaziadora/Exérese
Nódulo Sólido  USG/MMG
o < 35a  USG  Maligno?  Core biopsy
 > 2cm  PAAF
 < 2 cm  USG 6/6m
 Bx se alteração  Core biopsy
Fluxo Papilar  Bx
Mastite  Cefalexina/Oxa
- Infertilidade Conjugal
USG TV + FSH/LH + Estradiol/Prolactina + TSH/T4L
Espermograma + Testo/Diidro + Androstenediona/Sulfato de deidroepiandrosterona
Histerossalpingografia
USG TV seriado  ovulação
- SOP
Dx  2/3
o Hiperandro Clínico ou Lab  Hirsutismo, acne, obesidade andróide (resistência insulínica), alopecia,
voz grossa
o Ciclos Anovulatórios  Amenorréia, infertilidade
o USG Típico  vários cistinhos bilat
Exames
o ↑FSH/LH  LH 2x > FSH
o Prolactina
o TSH/T4L
o Testo/SDHEA/Androstenediona  pouco elevados
o 17-alfa-hidroxiprogesterona
o ↓SHBG
o GlicJ + PL
Tratto
o MEV  Sde Plurimetabólica
o Clínico  Finasterida
 Sem desejo  ACO combinado
 Com desejo  Análogo GnRH
o Cirúrgico  Drilling
 Microperfurações por VLP
- Curetagem
1. Paciente em DDH sob raquianestesia
2. Assepsia, antissepsia, campos estéreis
3. SVD
4. Toque bimanual
5. Especulo
6. Histerometria
7. Dilatação vela
8. Curetagem
9. AP
10. Histerometria
11. Retirada material

MEDPREV
- Economia  custo x benefício/ oferta x procura (demanda)  escassez de recursos
Serviços de saúde
Medicamentos
Tecnologia
Macroeconomia  economia global
Desmercantilização do acesso  saúde como direito
Mercantilização da oferta  Médicos (profissionais de saúde), hospitais/laboratórios, planos de saúde,
indústrias farmacêuticas, de tecnologia...
Demanda depende de precisar (ficar doente) e não de querer  Imprevisível
Oferta capaz de induzir demanda  médico induz demanda e faz a oferta  Pedir exames
o Médico maior conhecimento técnico
o Paciente consome sem entender completamente
Impossível mercado de saúde ideal que se controle Controle externo  ANS
Generalistas x Especialistas
- Sistemas de Saúde  Sistema de proteção social
Assistencial  Estado paga tudo pros pobres  EUA
Previdencialista (seguro)  Contribuição compulsória folha de pagamento  Getúlio
Universalista unificado (seguridade) Estado paga tudo pra todos  Universalidade  Ideal  Inglês
Universalista diversificado  Estado paga pra pobres, classe-média desconto folha de pagamento e ricos pagam
diretamente
Nível de atenção  Tecnologia + Capacitação + Demanda populacional
o Primário  UBS  Porta de entrada no sistema
o Secundário  Hospitais secundários/AMA
o Terciário  Hospitais terciários/AME
Fluxo  Referência (sobe) e contrarreferência (volta)
- SUS
Linha do tempo
o 1920-1988  Previdencialista
o 1960 – Lei Orgânica  apenas para urbanos que trabalham
o 1966  INPS  adicionou os rurais
o 1977  Militares juntaram tudo, tiraram dinheiro da saúde e gastaram com construções  Rombo
sendo pago até hoje
o 1988  Universalista
Concebido  Movimento da Reforma Sanitária Brasileira (1986)
Sancionado  VIII Conferência Nacional de Saúde de 1986
Legislado  Constituição de 1988  Saúde direito de todos e dever do Estado, sendo livre à iniciativa privada
nacional apenas
Regulamentação  Lei Orgânica da Saúde (1990)  Participação social
Operacionalização  NOBs e NOAS
Princípios Éticos  Define as competências
o Universalidade  acesso universal  cobre a todos
o Integralidade  atendimento integral conforme necessidade de cada caso  Garante promoção,
prevenção e recuperação do indivíduo  Todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos
o Igualdade  equidade na distribuição de recursos proporcionalmente à necessidade de cada caso. Sem
diferença entre as pessoas, qualquer lugar em que more
Diretrizes
o Descentralização  redistribuição de gestão/recursos/responsabilidades  Federal  Estadual 
Municipal
o Regionalização e hierarquização  Distribuição dos serviços de modo a atender cada necessidade
individual
o Participação social  Conferências/Conselhos da população democraticamente nos 3 níveis de governo
Competência
o Assistência e promoção à saúde
o Fiscalização de insumos
o Vigilância sanitária, epidemiológica e de alimentos
Financiamento  EC 29 (2000)
o Federal  Seguridade social + transferências dos Fundos de Participação da União  Correção pelo
PIB do ano anterior  Poder distributivo
o Estadual  12% arrecadação + transferências dos Fundos de Participação Estaduais
o Municipal  15% arrecadação + transferências dos Fundos de Participação Municipais
Fundos de Saúde Nacional + Estadual + Municipal  contas que vinculam recursos à saúde, a fim de evitar
desvios.
Gestão  Pacto pela Saúde (2006)  Pacto pela Vida + Pacto de Gestão + Pacto de Defesa do SUS
o Federal  MS
 Comissão Intergestores Tripartite
 Gestor federal  MS
 Representação estadual  Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS)
 Representação municipal  Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
(CONASEMS)
o Estadual  Secretarias Estaduais da Saúde
 Comissão Intergestores Bipartite
 Governo do Estado  Secretaria de Estado da Saúde
 Representação municipal  Conselho de Secretarias Municipais de Saúde (COSEMS)
o Municipal  Secretarias/Departamentos Municipais da Saúde
 Conferências de saúde  colegiados consultivos  inserção social a fim de avaliar situação de
cada lugar nos níveis correspondentes, definindo políticas de saúde locais e fiscalizando gestores
 Conselhos de saúde  composição estabelecida por lei
 50% Usuários + 25% Profissionais de Saúde + 25% Gestores e prestadores de serviços
Rede assistencial  Insuficiente frente à demanda  Demanda > Oferta
o Própria
o Contratada  predominância não-lucrativa, mas há também lucrativos, principalmente em grandes
centros
 2ário  Atendimento (hospitais [santas-casas], laboratório)
 3ário  Diagnóstico (imagem, diálise)
o Subsídios  não recolhimento INSS + abatimento imposto
o Federal  bem diminuta após descentralização  3ário (INCA)
o Estadual  hospitais 3ários, 2ários e AMEs  2ário/3ário
o Municipal  hospitais 2ários, UBS/CS  1ário/2ário
o Garante todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos
PSF
o Criado pelo MS em 1994
o Profissionais de saúde e agentes comunitários
Atenção Primária  Princípios
o Acessibilidade  fácil acesso, acolhimento
o Longitudinalidade  Não dá alta  Velhos pctes com novas dças
o Integralidade  Atende independente do problema, do começo ao fim
o Coordenação  Referência e contrarreferência
- Sistema Supletivo de Assistência Médica (SSAM)
Assistência à saúde livre à iniciativa privada
Vedada participação estrangeira
Proteção ao consumidor
o 1998  Obrigar a pelo menos uma mínima cobertura
o 2000  Criação da ANS-MS  ‘PROCON da saúde’
 Doenças pré-existentes/faixas etárias  Cobrar mais  Máximo 6x mais
 Referência = Ambulatorial + hospitalar + odontológico
 Obrigatório atender urgências/emergências
 Ressarcimento ao SUS  Insuficiente
Complementar x Suplementar  objetivo x realidade  cobertura de 25% da população
Financiamento
o Renúncia fiscal  sai menos
o Desembolso direto  entra mais
 Individuais ou familiares
 Coletivos  ‘fábricas’
Pagamento pelas fábricas
Desconto compulsório da folha de pagamento
Gestão  Exceção seguro-saúde
o Remuneração de acordo com tabelas de procedimentos
o Autorização prévia para procedimentos diagnósticos/terapêuticos
o Pagamento por procedimento realizado
Rede assistencial  Exceção seguro-saúde
o Própria  Hospitais 2ários e ambulatórios  Menor
o Contratada  Rede grande  Oferta > Demanda
 Maioria sem contrato formal  Prestação de serviços  Recebe apenas quando presta o serviço
previamente autorizado
 Hospitais média e alta complexidade/Consultórios
 Centros diagnose e terapêutica
o Garante todos os procedimentos e a dispensação de medicamentos apenas em internações e
procedimentos realizados
Tipos
o Lucrativos
 Medicina de Grupo  Amil, Golden-Cross
Pequeno porte
Intermediadora entre cliente e médico
Limita credenciamento  Controle de gastos
Necessita de autorização prévia para procedimento
o Ao mesmo tempo que facilita o acesso pela grande oferta de serviços, dificulta
algumas vezes o acesso da clientela pela necessidade de autorização prévia de
liberação do serviço
 Seguro-Saúde (Seguradora)  Bradesco, Porto-Seguro
Grande porte
Não fazem credenciamento. O usuário escolhe o serviço
Não operam autorização. Reembolso de acordo com a cobertura  Facilidade do acesso
da clientela ao serviço
Não permite controle de gastos
 Cooperativas Médicas  Unimeds
Divisão dos lucros entre os médicos cooperados
Remuneração de acordo com tabela da AMB
Fornece relação ao associado de profissionais
Restante igual Medicina de Grupo
o Não-Lucrativo
 Auto-Gestão  Banco do Brasil
Não comercializável, apenas para quem trabalha, por exemplo, no Banco do Brasl
Remuneração também através de tabela de procedimentos, mas valores mais elevados 
paga-se mais, mas a qualidade é melhor
Financiamento por desconto da folha de pagamento + subsídios da empresa
Também necessita de autorização prévia
Permite controle de gastos
- Indicadores de Saúde  sempre por período e local
Mortalidade = mortes determinado/pop x 10³
o Taxas padronizadas  Proporcionar à idade, visto que locais com gente mais velha, morre-se mais gente
o O coeficiente ajustado (padronizado) retira o possível fator de confusão, fazendo-se observar portanto
apenas o que não estiver dentro do padronizado. Por exemplo, se o coeficiente bruto aborda mortes por
câncer e idade, há o fator de confusão idade, pois muitos desses podem morrer simplesmente por
velhice. Se realiza-se o coeficiente padronizado pela idade, retira-se esse fator de confusão e fica
possível de visualizar a quantidade de pessoas que realmente morre única e exclusivamente por câncer
Mort. específica = mortes determinada causa/pop x 10 elevado a n
Mort. infantil = óbitos cças < 1a/nascidos vivos x 10³
Mort. neonatal precoce = óbitos cças < 7d/nascidos vivos x 10³
Mort. neonatal tardia = óbitos cças 7-28d/nascidos vivos x 10³
Natimortalidade = natimortos (>22 sem)/nascidos vivos + natimortos x 10³
Mort. materna = óbitos maternos/nascidos vivos x 10 a 5ª
o Gestação até puerpério até 42 dias em que evento teve relação com morte
Letalidade = óbitos dça/casos dça x 10²
Incidência = casos novos dça/pop susceptível x 10 a n
Prevalência = total casos dça/pop x 10 a n
Natalidade = nascidos vivos/pop daquele ano
- Notificação Compulsória
Internacionais
o Varíola
o Influenza
o H5N1
o SARS
o Sarampo
o Febre do Nilo Ocidental
Vacina  Caxumba não entra
o TB
o Hep
o DPT
o Meningo
o Pneumo
o Rota
o FA
o Sarampo
o Rubéola
o Polio
o Eventos adversos pós-vacinal
Sdes Febris
o Dengue
o Leptospirose
o Hantavirose
o Leishmaniose
o Febre tifóide/maculosa/do Nilo Ocidental
o Malária
o Íctero-hemorrágicas
Endêmicas
o Hanseníase
o Esquistossomose
o Chagas aguda
o Acidente de trabalho
Terror
o Botulismo
o Antraz
o Tolurismo
o Violência
Bichos loucos
o Peste
o Doença de Creutzfeldt-Jacob
o Animais peçonhentos
o Toxo em gestante ou congênita
o Cólera
o Raiva
Exógeno  Intoxicações
Doenças com Si
o SIDA
o HIV em gestante ou cças expostas à transmissão
o Sífilis adquirida congênita ou em gestante
o Sde corrimento uretral masculino
- Notificação imediata
Pacote Internacionais
Pacote Bichos Loucos, exceto gestante vaca louca peçonhenta
FA
Pacote Terror infeccioso
CRM  Chagas, Rubéola, Meningo
Dengue grave
Difteria
Hantavirose
Alimentos
- Prevenção
História natural da doença
o Pré-patogênico  Agente/Hospedeiro/ Meio  Primária
o Patogênico  Pré-clínico/Clínico  Secundária
o Desfecho  Terciário
Níveis
o 1ária  Promoção à saúde (política social) e Proteção específica
o 2ária  Dx precoce  Rastreamento, busca ativa, investigação
o 3ária  Minimizar morbidade e capacitação
o 4ária  Evitar iatrogenias  Em cadeia ou isoladas  Condutas criteriosas, segurança do pcte
Rastreamento
o Violência  SAFE
 Segurança  Se sente segura no relacionamento?
 Ameaça  Já se sentiu ameaçada ou com medo?
 Família/Friends  As pessoas próximas estão preocupadas?
 Emergência  Tem pra onde correr?
Saúde pela OMS  Saúde é capacidade de uma pessoa/grupo realizar suas aspirações, satisfazer suas
necessidades e lidar com o meio ambiente. A saúde é um recurso para a vida diária, não o objetivo dela.

EPIDEMIO
- Dicas
Colocar doença nas colunas e fator de risco/terapia/teste nas linhas
IC passando por 1 afirma que não há relação
RR e OR
o = 1  exposição não interfere no risco
o > 1  fator de risco
o < 1  fator protetor
Chance = probabilidade do evento acontecer/probabilidade do evento não acontecer
o Probabilidade do evento não acontecer = 1 – probabilidade do evento acontecer, portanto:
o Chance = probabilidade do evento/1 – probabilidade do evento
- Testes Diagnósticos
S = verdadeiro positivo/doentes  probabilidade de alguém doente ter o teste positivo
o Falso-negativos = 1 – sensibilidade
o Um teste muito sensível, raramente deixa passar em branco alguém que tenha a doença, inclusive dando
positivo (algumas vezes) naqueles que não têm a doença. Contudo e portanto, quando é negativo, é
porque a pessoa não tem mesmo a doença
E = verdadeiro negativo/não-doentes  probabilidade de alguém não-doente ter o teste negativo
o Falso-positivos = 1-especificidade
o Um teste muito específico, raramente deixa passar em branco alguém que não tenha a doença, inclusive
dando negativo (algumas vezes) naqueles que têm a doença. Contudo e portanto, quando é positivo, é
porque a pessoa tem mesmo a doença
VPP = verdadeiro positivo/testes +  probabilidade de alguém com o teste + ter a doença  probabilidade do
teste + ser verdadeiramente +
o Depende da prevalência  Baixa prevalência = Baixo VPP
VPN = verdadeiro negativo/testes –  probabilidade de alguém com o teste – não ter a doença  probabilidade
do teste – ser verdadeiramente –
A = verdadeiro positivo + verdadeiro negativo/total  proporção de todos que tem os resultados verdadeiros 
probabilidade do teste acertar
RVS + = quantas vezes o resultado + de um teste é mais provável ser verdadeiro
o Sensibilidade/Falso-positivo
o Quanto mais baixo, diminui probabilidade de não ter doença quando teste +
RVS – = quantas vezes o resultado – de um teste é mais provável ser verdadeiro
o Especificidade/Falso-negativo
o Quanto mais baixo, diminui probabilidade de doença quando teste –
- Estudos Observacionais
Analíticos
o Transversal (de prevalência)  Expostos x Não-Expostos já ou não com a dça  não dá mais tempo
de fazer nada  Razão de prevalência (RP)
 RP = P dça expostos/P dça não-expostos
= 1  não há associação
> 1  há associação +, mas não necessariamente risco
< 1 = há associação –, mas não necessariamente proteção
 Viés  Mensuração, confusão
o Coorte  Expostos x Não-expostos sem dça e vê quem desenvolve ao longo do tempo  apenas
acompanhou e não mandou fazer isso ou tomar aquilo  RR e RA
 Retrospectivo  colhe dados de registros  pctes não sabiam que participariam
 Prospectivo  colhe dados durante estudo
 RR = Ie/Ine
 RA = RAR = Ie - Ine
 Rap = RA x P  RA na população
 Fap = Rap/Incidência na pop  Proporção na população
 Viés  Seleção, aferição, confusão
o Ecológico  igual Transversal, mas grupos em vez de indivíduo
o Caso-Controle  Efeito (dça) x não-efeito (não-dça) e vê a quais riscos se expuseram  dá tempo de
fazer alguma coisa ainda  Foram selecionados a partir da doença de interesse, por terem-na  OR
 OR = ad/bc
 Viés  Seleção (controles), memória, entrevistador, confusão
o Resumo:
 Transversal  Expostos x Não-Expostos já ou não com a dça  RP
 Coorte  Expostos x Não-expostos sem dça e vê quem desenvolve ao longo do tempo  RR e
RA
 Ecológico  igual Transversal, mas grupos em vez de indivíduo
 Caso-Controle  Efeito x não-efeito e vê a quais riscos se expuseram  OR
Descritivos  Relato de caso/série de casos
- Estudos Experimentais
Ensaio Clínico  Terapêutico x Placebo  Duplo-cego / Randomização / Prospectivo  NNT
o Tem que ser avaliado o tempo de tratamento, portanto, se coloca o tanto de pessoas-ano no denominador
o RR = Ie/Ine  quem tomou a medicação teve ‘x’ risco a mais de evento que o grupo que tomou placebo
o RAR = Ie – Ine  quem tomou medicação teve seu risco de evento reduzido em ‘x’ pessoas-ano devido
ao tratamento
o NNT = 1/RAR  é necessário tratar ‘x’ pessoas para que uma pessoa possa se beneficiar do efeito da
medicação
o Viés  Amostragem, aleatorização, perda de seguimento
Ensaio de comunidade  igual Clínico, mas grupos em vez de indivíduo
- Revisão Sistemática e Meta-Análise
Revisão sistemática  Síntese qualitativa de dados  Evitar vieses
Meta-análise  Síntese qualidade de estudos  Aumentar poder estatístico e da precisão do efeito
o Vieses
 Publicação  dados positivos
 Linguagem  várias línguas que não o inglês
 Publicação múltipla  dados positivos publicados em mais de um lugar
 Citação  dados positivos são mais citados
 Localização  dificuldade em achar artigo
- Rastreamento
Vieses
o De tempo ganho  maior tempo com diagnóstico, mas morreria da doença no mesmo tempo. O
diagnóstico só foi feito mais cedo
o De tempo de duração  maior chance de diagnosticar doenças com evolução mais lenta. As com
evolução rápida muitas vezes não são pegas
o Auto-seleção  as pessoas que vão atrás de rastreamento geralmente se preocupam mais com a saúde e
cuidar melhor dela
Indicações
o A e B  Recomenda exame
o C  Contra-indica rotineiramente, mas pode em alguns poucos
o D  Contra-indicação absoluta
o I  Dados insuficientes

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