UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
PÓLO REGIONAL SANTIAGO
FRANCIELI JORNADA FLORES
PATRÍCIA DE KÁSSIA FÃO RONSANI
A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
SANTIAGO
2010
FRANCIELI JORNADA FLORES
PATRÍCIA DE KÁSSIA FÃO RONSANI
A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Artigo Científico apresentado na Disciplina de Estágio
Curricular IV no Curso de Pedagogia - EAD da
Universidade Luterana do Brasil, Pólo de Santiago,
como requisito parcial para a obtenção do título de
Licenciada em Pedagogia – Anos Iniciais e Educação
Infantil.
Orientadora: Profª Esp. Gelba dos Santos Rosa
SANTIAGO
2010
TERMO DE APROVAÇÃO
A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
Artigo Científico apresentado na Disciplina de
Estágio Curricular IV no Curso de Pedagogia - EAD da
Universidade Luterana do Brasil, Pólo de Santiago,
como requisito parcial para a obtenção do título de
Licenciada em Pedagogia – Anos Iniciais e Educação
Infantil.
Orientadora: Profª Esp. Gelba dos Santos Rosa
Aprovado em_____ de _______________ de _________
BANCA EXAMINADORA:
___________________________________
Profª
____________________________________
Profª
____________________________________
Profª
UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL
CURSO DE GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA – LICENCIATURA - EAD
MUNICÍPIO: SANTIAGO
ESTADO: RIO GRANDE DO SUL
TURMA: 517
PÓLO: REGIONAL DE SANTIAGO
PROFESSORA TUTORA: GELBA DOS SANTOS DA ROSA
ANO: 2010
A AFETIVIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
FRANCIELI JORNADA FLORES
PATRÍCIA DE KÁSSIA FÃO RONSANI
INTRODUÇÃO:
Este trabalho está voltado para a relação da afetividade com o
desenvolvimento cognitivo das crianças, pois cada nova construção ou avanço
é caracterizado pela presença de vários tipos de raciocínios e sentimentos e
ainda podemos ressaltar a importância da relação do professor com seus
educandos e com suas famílias para que esse desenvolvimento se de por
completo, onde as relações de carinho são essenciais, sendo que, deste modo
serão adquiridos valores como: respeito e cuidado por si mesmo e pelos
outros, também tendo como objetivo buscar uma relação verdadeira de afeto,
sendo que este é o ponto de partida do desenvolvimento do individuo e não
somente passar a visão de que a escola é aquela que somente transmite o
conhecimento sem se importar com as emoções e opiniões dos pais e alunos.
Levando em conta que a afetividade está ligada a inteligência,
abordamos este tema, pois ambas caminham lado a lado, e não podemos
deixar de mencionar que todo o desenvolvimento motor está associado a
compreensão de regras e atenção na ordem dos jogos e brincadeiras, por isso
é de grande importância a ligação entre educando e educador, e a ligação
entre colegas, obtendo um respeito, aceitando perdas e evitando desavenças,
sempre valorizando as suas culturas, o ambiente de onde ele vem, a sua
família que é o principal alicerce e o ponto referencial de cada criança,assim
ficando claro que para o aprendizado ser efetivo depende-se da afetividade do
professor, assim ele demonstrará seu amor, sua lealdade aos seus alunos e a
sua profissão.
Ferreira (1999, p. 62) conceitua afetividade como:
“Conjunto de fenômenos psíquicos que se
manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e
paixões, acompanhados sempre da impressão de dor
ou prazer, de satisfação ou insatisfação, de agrado ou
desagrado, de alegria ou tristeza.”
NÃO SE USA CITAÇÃO NA INTRODUÇÃO.
COLOCAR O TÍTULO DO TRABALHO
Para Bassedas, Huguet e Solé na educação infantil é imprescindível a
comunicação entre as famílias e professores para que aconteça um
desenvolvimento social e cultural, sendo possível essa troca e interação de
valores com toda a comunidade escolar. Esta relação é necessária para
reconhecer o contexto social onde a criança está envolvida, assim
identificando, problemas que possam prejudicar o seu crescimento no decorrer
do ano letivo.
Quando se fala em afetividade é impossível esquecer dessa interação,
família-escola onde requer uma atitude respeitosa, que os pais sintam-se
acolhidos e seguros ao deixarem seus filhos na escola, sendo este o lugar
onde a criança passará algumas horas do dia, por isso a importância dos pais
cercar de todo o carinho não somente a escolha da escola mas ainda as
relações entre família e escola.
A partir deste tema já comentado podemos perceber a importância da
afetividade que esta presente em todo o contexto escolar. Podendo também
no decorrer dos dias letivos que a maioria dos alunos procuram imitar os seus
educadores sendo muito sensíveis ao estado emocional destes, assim é
necessário criar um ambiente de confiança, compreensão da aprendizagem e
das dificuldades de cada um, sendo possível acompanhar o rendimento do
ensino e a personalidade dos educandos.
A atenção de quem ensina deve ser inteiramente para os alunos,
orientando-os nos trabalhos, acreditando nos seus esforços, criticando quando
necessário de uma maneira que essa critica seja aceita e construtiva na vida
deles. O professor como educador deve ter uma relação de carinho, proteção,
atenção e amizade para com seus alunos, pois existem muitos pais que negam
essas atitudes indispensáveis ao crescimento de seus filhos, sendo assim
essas crianças procuram afeto fora do lar, onde muitas vezes são reprimidos e
se sentem excluídos, procurando atrair a atenção de todos para si e muitas
vezes tendo atitudes agressivas ou ficando solitários, sem ter contato com os
demais colegas.
A convivência no ambiente escolar é algo muito importante para a
afetividade, pois com o tempo a criança se manifesta com diferentes maneiras
de se expressar: brincando, se relacionando com os demais colegas,
participando das atividades propostas pela professora.
Segundo Augusto Cury (1958, p.56):
“Todos os pais e professores amam estar ao
lado dos filhos e dos alunos que estão no pódio, que
atingem os primeiros lugares, mas a excelência do
amor revela-se quando nos colocarmos ao lado
daqueles que nunca saíram das ultimas fileiras.”
Augusto Cury nos deixa claro que é muito fácil estar ao lado daquele
aluno que se destaca entre os colegas, mas com certeza é muito mais
gratificante acompanhar o crescimento daqueles que possuem mais
dificuldades, pois a beleza do amor se revela no ato de ajuda e troca mutua e
que a compreensão se faz presente no momento em que se erra, mas a
persistência jamais deixa de existir, quando se tem alguém que acredita que se
é capaz.
O educador é aquela pessoa que acompanha a criança como um todo e
para que isso possa acontecer, deve-se haver um bom relacionamento entre
ambos (professor e aluno), sendo necessário a dose certa de paciência e
atenção sempre que for preciso sentindo uma imensa alegria com cada novo
aprendizado. Fazendo isso o educador está aprendendo sobre suas emoções e
também as usando como ferramenta de trabalho, sempre valorizando os
esforços, os medos as duvidas e inseguranças de cada educando, tentando
fazer com que a relação não seja voltada somente para o ensinar, mas sim um
sentimento recíproco onde eles levarão para a vida toda relacionando-se na
sociedade.
Hoje em dia nós encontramos muitos conselhos e teorias que falam
sobre o mau comportamento infantil esquecendo-se do lado emocional e de
todos os sentimentos que estão por trás desse comportamento, sendo assim
procuram formar crianças obedientes esquecendo-se que o mais importante é
formar alunos capazes de fazer suas próprias escolhas, sendo democráticos e
sabendo lidar com as situações que vai encontrar no seu dia a dia.
Augusto Cury (1958, p.60) cita ainda:
“O melhor educador não é o que controla, mas
o que liberta. Não é o que aponta os erros, mas que os
previne. Não é o que corrige comportamentos, mas o
que ensina a refletir. Não é o que desiste, mas o que
estimula a começar tudo de novo."
Seguindo esse pensamento podemos ressaltar que não são as medidas
de repressão e as regras rígidas de comportamentos que vão ajudar no
desenvolvimento da criança, mas sim os sentimentos de amor e afeição, estes
demonstrados de maneira simples através da compreensão e da presença do
educador não só nos momentos bons como nos ruins também, sempre
incentivando seus alunos a seguir em frente, mostrando que acredita neles e
gosta deles independente de suas habilidades em aula, pois quando há uma
intimidade entre professor e aluno, o envolvimento na vida deles é maior e,
como conseqüência terá mais influencia sobre eles assim tornando-se mais
fácil de impor limites e adverti-los quando necessário, desse modo eles irão
respeitar as suas opiniões por não querer desagradá-lo.
Para se entender o sentimento de uma criança, devemos ter capacidade
de ouvi-la e vontade de ver as coisas do modo dela levando em conta suas
necessidades e desejos, mas para que isso aconteça é fundamental que, nós
educadores busque aprender a perceber nossos próprios sentimentos,
passando aos educandos uma sensação de proteção e afeto, não deixando
transparecer quando estamos com algum problema, pois isso de alguma
maneira afetará no trabalho a ser desenvolvido. Essa capacidade de perceber
seus próprios sentimentos e o das crianças é algo realmente importante que
pode dar à criança a sensibilidade emocional e o autocontrole necessário para
relacionar-se com os demais colegas criando laços de carinho e amizade,
controlando as reações negativas em situações em situações conflituosas.
A criança muitas vezes expressa seus sentimentos de forma indireta,
mas se ouvirmos com atenção e de coração aberto, podemos identificar essas
emoções através de suas atitudes com os colegas, das brincadeiras e dos
desenhos realizados, através desses atos podemos entender o porquê desses
sentimentos, tornando-se mais fácil a relação com este aluno e a partir desse
entendimento propor limites e desenvolver trabalhos que façam do ato de
aprender algo satisfatório para o educando.
Para Cury (1958, p.91):
“Quem tem medo de suas lágrimas
nunca ensinará seus filhos a chorar. Quem tem
medo de suas falhas nunca ensinará seus
alunos a assumi-las.”
Partindo desse pensamento podemos afirmar que além do professor
conseguir identificar os sentimentos dos seus alunos, este deve também
reconhecer os seus e ser capaz de estabelecer uma verdadeira troca de afeto,
sendo este imprescindível no desenvolvimento cognitivo do educando, aonde
ele vai aprender a lidar com suas emoções e até mesmo controla-las, pois
obteve uma situação de confiança e amizade com seu educador, tornando
assim mais fácil adquirir conhecimentos em sala, sentindo-se acolhido e não
tendo medo de cometer erros, pois tem ao seu lado alguém que o compreende
e orienta para achar o caminho certo.
Ainda podemos dizer que as emoções são formas de comunicação e
relação com o meio, através desses vínculos é mais fácil compreender os
anseios de nossos alunos, sendo que desta maneira podemos formar também
nossa própria personalidade e caráter de uma forma humanista e afetiva para
com o próximo.
SILVA (2001) enfatiza a importância do educador para que os alunos
sintam-se mais seguros e superem as dificuldades, criando assim um ambiente
de aprendizado tranqüilo, pois a afetividade se faz presente no cotidiano da
sala de aula, seja pela postura do professor, pela dinâmica de seu trabalho ou
nas interações entre sujeitos.
A partir do pensamento de Silva notamos a importância da postura do
professor frente a seus alunos, nesse caso este servirá de espelho nas atitudes
dos educandos, fazendo com que eles pensem antes de agir não só com a
cabeça mas com o coração também. Muitas vezes nossos alunos têm
necessidades de suprir seus anseios psicológicos, principalmente quando
rejeitados no ambiente familiar que por nossa vez devemos ficar atentos as
suas manifestações o qual ocorrem de maneiras diferenciadas, sendo que não
é fácil mudar como elas se sentem diante de determinadas situações, mas não
é difícil procurar entende-la e acolhe-la. Alguns professores preferem usar o
“castigo” do que entender os sentimentos dos seus alunos, mas com isso não
percebem que muitas crianças obedecem por medo, mas o problema é que a
ameaça funciona a curto prazo, ou seja, somente nas horas de mau
comportamento o que faz com que ela se sinta injustiçada e com raiva. O ideal
seria realizar um dialogo e procurar entender o porquê a criança está agindo de
tal modo, para após sim aplicar de maneira correta e eficaz a solução que fará
ela pensar em suas atitudes e parar de agir errado, acalmando-se e
começando novamente com uma atitude positiva, após ouvir o seu aluno,
entender seus sentimentos e definir o que ele não pode fazer com certeza a
relação em sala ficará mais acessível e prazerosa.
Nós educadores podemos usar como técnica para estimular o
desenvolvimento cognitivo das crianças o relacionamento de vitórias passadas
com as futuras, pois vai lembrá-los de algumas conquistas e incentivá-los a ter
um sucesso semelhante, também os incentivando a buscar soluções para seus
problemas e ver se essas soluções funcionam, cabendo ao professor sempre
orienta-lo e estando pronto a ajudá-lo. Embora os momentos de afetividade
sejam grande oportunidade de identificação, união e estimulo, pode ser
também um grande desafio ao educador, pois este deverá aprender a
reconhecer e controlar seus sentimentos de uma maneira que não seja
prejudicial às crianças, podendo usar suas emoções como forma de
compartilhar valores, tendo um relacionamento de sensibilidade e amor para
com seus educandos.
É essencial em alguns momentos, deixar as crianças fazerem suas
próprias escolhas, por exemplo: escolher brincadeiras ou colegas para
trabalhar em grupo, ajudar na arrumação da sala e de seus materiais, também
respeitar seus desejos, assim estará lhe dando sensação de responsabilidade
e ajudando a adquirir auto-estima e autonomia, mas para isso não podemos
esquecer que requer muita paciência, sintonia e simpatia, e acima de tudo
atenção sobre as vontades deles, pois através de suas fantasias, desejos e
brincadeiras que vamos perceber seus sentimentos ocultos e a partir daí então
entender seu modo de agir no ambiente escolar.
Nós como educadores devemos desempenhar um papel muito
importante e fundamental no processo de desenvolvimento infantil cumprindo
deveres na tentativa de proporcionar experiências significativas que venham
contribuir para um agradável desenvolvimento, fazendo com que eles adquiram
confiança em si mesmo e nos seus professores, pois a nossa participação é
fundamental para que eles tenham também auto-estima, dessa maneira vão
aprendendo que o afeto nada mais é do que para eles “ser amigo dos colegas”,
brincar e interagir com eles e de uma forma simples realizando uma troca de
sentimentos, de valores e idéias e na educação infantil, a inter-relação da
professora com o grupo de alunos e com cada um em particular é constante,
dá-se o tempo todo, na sala, no pátio ou nos passeios, e é em função dessa
proximidade afetiva que se dá a interação com os objetos e a construção de
um conhecimento envolvente.
Segundo Rubem Alves:
“O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança:
tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada
no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os
educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber,
deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos.”
CONCLUSÃO
Concluímos então que as famílias, instituições e sociedade em geral são
responsáveis pela infância, estando completamente ligadas e realizando ações
que se complementam, sem jamais uma substituir a outra, pois todas são
importantes para o processo de desenvolvimento da criança, sendo que este
processo é dinâmico, ativo e interativo que vai acontecendo ao longo da vida e
exatamente tudo ao redor pode estimular o desenvolvimento, seja o modo de
pensar, agir, sentir ou conhecer e quando se tem uma boa relação com a
criança, tudo se torna mais fácil, pois a compreensão se faz presente, o que
torna o aprendizado algo acessível e satisfatório.
A afetividade é um aspecto muito importante que merece ser
considerado, no entanto refere-se à construção do caráter e da auto-estima das
crianças e para que elas tenham confiança em si mesmas é fundamental que
sejam aceitas e se sintam queridas e respeitadas, sempre com o cuidado de
tratar todas de maneira igual, independente de suas diferenças. É preciso
aprender a olhar, a perceber quais são suas características, seu jeito de ser e
de se relacionar com os colegas e com as pessoas que a educam, assim o
educador poderá entender as manifestações de sentimentos e opiniões.
O cotidiano da Educação Infantil está sempre impregnado de vínculos e
afetos e possuem momentos importantes para adquirir cultura e aprendizagem
significativa, onde o educador tem um trabalho importante de mostrar o mundo
para as crianças e deve mostrar de uma maneira que mais tarde a criança
possa se tornar um adulto ativo na sociedade, tendo uma relação respeitosa
com as demais pessoas e para que isso aconteça deve-se propor atividades
desafiadoras, significativas e prazerosas, possibilitando sempre novas
descobertas.
Para essa relação de afeto ser selada é indispensável ter uma
permanente comunicação entre família e escola, havendo uma troca de
saberes, desejos e necessidades de ambas as partes, assim construindo um
vinculo entre instituição e comunidade para que juntas encontrem soluções
para problemas que surgirem, assim podemos dizer que a escola se constrói a
partir das necessidades e desejos de cada um de seus integrantes, em busca
de um objetivo em comum. Podemos dizer que o ambiente escolar não é uma
família, mas é familiar que necessita de afeto, cuidado, compreensão, dialogo,
objetivos que visa o bem estar das crianças de modo que elas se sintam
seguras e acolhidas e é no dia a dia, na convivência que vamos conhecendo
cada uma, reconhecendo suas necessidades, respeitando-as e fazendo com
que elas aprendam a identificar e respeitar os desejos dos colegas.
Finalizamos com o pensamento de Augusto Cury (1958, p.82), onde ele
mostra que a afetividade é o principio para que o desenvolvimento da criança
se de por completo e para que a aprendizagem seja realmente significativa,
pois não devemos formar somente crianças para um futuro brilhante, mas sim
crianças capazes de pensar e agir de forma respeitosa com o seu próximo
adquirindo relações de amizade e carinho, criando laços sinceros que lhe
ajudarão a ter uma boa convivência na sociedade.
“O excelente educador abraça, quando
todos rejeitam, anima quando todos condenam,
aplaude os que jamais subiram no pódio, vibra
com a coragem de disputar dos que nunca
brilharam”.
Nós optamos por este tema pelo fato de ter presenciado nas nossas
experiências de estágios o quanto a afetividade é importante e também como
existem crianças carentes de carinho em casa e que procuram na escola um
refugio para seus problemas, pois é no educador que esses alunos vão
procurar alguém que irá lhe ouvir, que receberá um gesto de amor, seja ele um
abraço, um beijo, um olhar, algo que realmente faça a diferença e faça ele se
sentir amado, fazendo com que esta criança adquira a sua auto-estima, que
aprenda a gostar de si mesma e dos outros, tendo assim um melhor
desenvolvimento, não só na aprendizagem, mas sim como um todo.
Não podemos deixar de ressaltar também que através de nossas
experiências no curso foi que escolhemos a nossa profissão e afirmar que ser
professora de Educação Infantil é algo maravilhoso, onde a troca de
sentimentos é muito grande e valiosa, pois a partir dessa troca é que realmente
vamos conhecer o nosso aluno e compreender suas reais necessidades,
respeitando seus limites e estimulando -os sempre.
MUITO GRANDE A CONCLUSÃO. SUGIRO QUE REFAÇAM E
ENVIEM NOVAMENTE O TRABALHO.
MANDEM COLOCAR DE ACORDO COM AS NORMAS.
REFERÊNCIAS:
FERREIRA, A. B. H. Novo Aurélio XXI, O dicionário da língua
Portuguesa. 3°ed. totalmente revista e ampliada. Rio de Janeiro. RJ: Nova
Fronteira, 1999.
BASSEDAS, E. HUGUET, T. SOLÉ I. - Aprender e ensinar na
Educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 1999.
WEIL, P. - A criança, o lar e a escola. Petrópolis, RJ, 1979. Ed: Vozes.
CURY, A. - O código da Inteligência. Rio de Janeiro, RJ, 1958.
GOTTMAN, J. - Inteligência Emocional e a arte de educar nossos
filhos. Rio de Janeiro, RJ, 1997. Ed: Objetiva.
SILVA, N. L. F. S. - Análise das dimensões afetivas nas relações
professor- aluno. Campinas, UNCANP: FE2001. Relatório tecnico
apresentado como exigência de conclusão de bolsa de pesquisa da FAEP.
CRAIDY, C. M C - O educador de todos os dias. Porto Alegre, [Link]:
Mediação, 1998.
WADSWORTH, B. J. - Inteligência e afetividade da criança na teoria
de Piaget, 5° Edição, traduzida New York: Thomson, 1997.
Site: [Link].(frasesesitaçoes)