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PAP Ribapark

A Prova de Aptidão Profissional (PAP) das alunas Nicole Rocha e Raquel Fernandes consiste na criação do Ribapark, um parque temático que visa promover o turismo e a cultura da região do Ribatejo. O projeto inclui diversas atrações, como um restaurante, lojas de artesanato e eventos anuais, além de métodos de divulgação como flyers e um website. O objetivo é enriquecer culturalmente os visitantes e aumentar o reconhecimento da região.

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PAP Ribapark

A Prova de Aptidão Profissional (PAP) das alunas Nicole Rocha e Raquel Fernandes consiste na criação do Ribapark, um parque temático que visa promover o turismo e a cultura da região do Ribatejo. O projeto inclui diversas atrações, como um restaurante, lojas de artesanato e eventos anuais, além de métodos de divulgação como flyers e um website. O objetivo é enriquecer culturalmente os visitantes e aumentar o reconhecimento da região.

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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE BENAVENTE

ESCOLA SECUNDÁRIA DE BENAVENTE

CURSO TÉCNICO DE INFORMAÇÃO E ANIMAÇÃO TURÍSTICA

COD. SIGO: 9096389

Prova de Aptidão Profissional (PAP)

Relatório Final

Benavente, abril de 2022

Formandas: Nicole Rocha nº10 e Raquel Fernandes nº11 12ºHB


Diretor de Curso e Orientador: Francisco Branco
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

AGRADECIMENTOS
A realização deste projeto não teria sido possível sem a colaboração e empenho de
diversas pessoas. Gostaríamos de expressar a nossa gratidão a todos aqueles que direta
ou indiretamente contribuíram para que este projeto se realizasse.

Gostaríamos de agradecer em primeiro lugar à Escola Secundária de Benavente por nos


ter dado a oportunidade de podermos frequentar esta escola e este curso.

Seguidamente, queremos agradecer ao Diretor de Curso, Formador e Orientador Francisco


Branco, à Diretora de Turma Sónia Pino e também à Professora Sandra Lourenço, por toda
a ajuda e apoio ao longo da elaboração da PAP, apresentando críticas construtivas para
que pudéssemos melhorar e aprender.

Agradecemos também a todos os professores que ao longo destes três anos nos
motivaram e ensinaram para que assim estivéssemos preparados para a elaboração da
PAP e também para a Formação em Contexto de Trabalho.

Não poderíamos deixar de agradecer aos nossos colegas de curso, por todas as novas
experiências que passamos juntos e também pela ajuda e pelos conselhos prestados ao
longo destes três anos.

Às nossas famílias, um especial agradecimento por toda a paciência e por estarem sempre
presentes em qualquer ocasião.

2
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

RESUMO
Esta Prova de Aptidão Profissional (PAP) foi realizada no âmbito do curso profissional de
Técnico de Informação e Animação Turística, que tem uma duração de três anos
consecutivos para concluir o 12º ano de escolaridade e o diploma de nível IV.

O projeto consiste na criação de um parque temático, denominado Ribapark, que visa


promover não só o Turismo, mas também a região do Ribatejo, de uma forma lúdica e
divertida, incluindo algumas atividades de forma a enriquecer culturalmente os nossos
visitantes.

Este é um espaço fixo (Parque Temático), constituído por um restaurante, uma receção,
quatro espaços para lojas de artesanato, uma mini praça de touros, uma roda-gigante,
entre muitos outros espaços. O mesmo está inserido em vários tipos de Turismo tais como:
Turismo de Lazer, Cultural e de Animação Turística.

O Parque Temático tem, pelo menos, um evento anual intitulado como “Semana do
Campino” e outros ao longo do ano.

Foram também elaborados vários métodos de divulgação do Ribapark, como flyers e um


website, entre outros métodos de divulgação.

O projeto está inserido numa região extremamente rica do ponto de vista cultural e o seu
objetivo é conscientizar os visitantes para essa riqueza cultural e fazer com que a região
do Ribatejo seja mais reconhecida.

Palavras-chave: Parque Temático, Animação, Turismo Cultural, Ribatejo

3
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

ABSTRACT
This Professional Aptitude Test (PAT) is part of the professional course of Information
Technician and Tourist Entertainment, which has a duration of three consecutive years to
complete the 12th year of schooling and the level IV diploma.

The project is called Ribapark and it aims to promote not only Tourism, but also the Ribatejo
region, in a playful and fun way, having some activities in order to culturally enrich our
visitors.

This is a fixed space (Theme Park), consisting of a restaurante, a reception, four spaces for
craft shops, a mini bullring, a Ferris wheel, among many other spaces. The same is inserted
in several types of Tourism such as: Leisure Tourism, Cultural and Tourist Entertainment.

The Theme Park has at least one annual event entiled “Semana do Campino” among others
throughout the year.

Various methods of advertising Ribapark were also developed, such as flyers and a
website, among others.

The project is inserted in a region that is extremely rich from the cultural point of vue and it
aims to make visitors aware of this cultural heritage and make Ribatejo a more recognized
region.

Keywords: Theme Park, Animation, Cultural Tourism, Ribatejo

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

SIGLAS E ABREVIAÇÕES
PAP- Prova de Aptidão Profissional

OMT- Organização Mundial do Turismo

PENT- Plano Estratégico Nacional do Turismo

SWOT- Strengths (Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e


Threats (Ameaças)

INE- Instituto Nacional de Estatística

APTTA- Associação de Turismo Acessível- Um Acesso para Todos

UE- União Europeia

CE- Comunidade Europeia

APD- Associação Portuguesa de Deficientes

CRP- Constituição da República Portuguesa

DL- Decreto-Lei

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

ÍNDICE
Agradecimentos ................................................................................................................. 2
Resumo…………. ............................................................................................................. 3
Abstract………….. ............................................................................................................. 4
Siglas e abreviações .......................................................................................................... 5
Introdução…….….. .......................................................................................................... 11
Desenvolvimento…….. .................................................................................................... 13
Capítulo I- O Turismo....................................................................................................... 13
1. Turismo .......................................................................................................... 13
2. Evolução do turismo ....................................................................................... 13
3. Tipologias do turismo ..................................................................................... 14
4. Produtos turísticos.......................................................................................... 16
4.1 Componentes do produto turístico ............................................................ 16
4.2 Características específicas do produto turístico........................................ 16
5. Fatores que influenciam a atividade turística .................................................. 17
6. Origens dos parques de diversões ................................................................. 17
Capítulo II- Principais Conceitos do Projeto ..................................................................... 21
1. Animação turística .......................................................................................... 21
2. Turismo acessível .......................................................................................... 22
3. Turismo sustentável ....................................................................................... 22
4. Parque temático ............................................................................................. 23
4.1 Alguns tipos de parques existentes ........................................................... 23
Capítulo III- Projeto .......................................................................................................... 24
1. Como criar uma empresa ............................................................................... 24
2. Aspetos legais na criação de uma empresa ................................................... 26
3. PENT ............................................................................................................. 27
4. Fundamentação ............................................................................................. 28
4.1 Fundamentação do projeto........................................................................ 28
4.2 Fundamentação da escolha do nome........................................................ 28
4.3 Fundamentação da escolha do logótipo .................................................... 29
5. Descrição do projeto ...................................................................................... 29
6. Objetivos do projeto ....................................................................................... 29
7. Atividades de um parque temático ................................................................. 30
7.1 Descrição das atividades........................................................................... 32

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

7.1.1 Touro mecânico ................................................................................. 32


7.1.2 Roda-gigante .................................................................................... 33
7.1.3 Mini praça touros .............................................................................. 33
7.1.4 Aulas de equitação para pessoas de mobilidade reduzida ............... 34
7.1.5 Interação com os animais ................................................................. 35
7.1.6 Dança Tradicional............................................................................. 36
7.1.7 Demonstrações de cavalos .............................................................. 36
8. Localização .................................................................................................... 37
9. Planta do projeto ............................................................................................ 38
9.1 Legenda da planta do projeto ................................................................... 38
10. Legislação ....................................................................................................... 39
11. Organograma .................................................................................................. 41
11.1 Departamentos ......................................................................................... 41
11.1.1 Departamento administrativo .......................................................... 41
11.1.2 Departamento comercial................................................................. 41
11.1.3 Departamento de animação ........................................................... 42
11.1.4 Departamento de restauração ........................................................ 42
12. Normas de funcionamento .............................................................................. 42
13. Tabela de preços ............................................................................................ 43
13.1 Preçário do parque .................................................................................. 43
13.2 Preçário do restaurante ........................................................................... 44
14. Horários de funcionamento ............................................................................. 45
14.1 Horário do Ribapark ................................................................................ 45
14.2 Horário do restaurante............................................................................. 45
15. Orçamento ...................................................................................................... 46
15.1 Orçamento do parque............................................................................... 46
15.2 Orçamento da receção ............................................................................. 47
15.3 Orçamento do restaurante........................................................................ 48
15.4 Orçamento do WC.................................................................................... 48
15.5 Orçamento total do projeto ....................................................................... 48
Capítulo IV- Marketing ..................................................................................................... 49
1. Estudo do mercado ........................................................................................ 49
2. Público-alvo ................................................................................................... 49
3. Análise SWOT................................................................................................ 50
3.1 Conclusão da análise SWOT..................................................................... 50

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

4. Merchandising ................................................................................................ 51
4.1 Site ........................................................................................................... 51
4.1.1 Página inicial .................................................................................... 51
4.1.2 Sobre................................................................................................ 52
4.1.3 Atrações ........................................................................................... 53
4.1.4 Eventos ............................................................................................ 53
4.1.5 Restaurante ...................................................................................... 54
4.1.6 Horários............................................................................................ 56
4.1.7 Dúvidas ............................................................................................ 56
4.1.8 Opiniões dos nossos clientes ........................................................... 57
4.2 Flyer ......................................................................................................... 57
4.3 Cartões da empresa ................................................................................. 58
4.4 T-shirt do staff .......................................................................................... 59
5. Possíveis parcerias ........................................................................................ 60
Considerações finais........................................................................................................ 61
Webgrafia …….…………………................. ...................................................................... 63
Anexos……….. ................................................................................................................ 64

ANEXOS
Anexo 1- Buggy Elétrico ..................................................................................................64
Anexo 2- Questionário de Satisfação (Português) ...........................................................64
Anexo 3- Questionário de satisfação (Inglês) ...................................................................64

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

ÍNDICE DE FIGURAS
Figura 1- Nome do projeto ...............................................................................................28
Figura 2- Logótipo do projeto ...........................................................................................29
Figura 3- Touro Mecânico ................................................................................................32
Figura 4- Roda-Gigante ...................................................................................................33
Figura 5- Praça de Touros ...............................................................................................34
Figura 6- Aulas de Equitação ...........................................................................................34
Figura 7- Alimentar Cavalos.............................................................................................35
Figura 8- Rancho Folclórico de Benavente ......................................................................36
Figura 9- Saltos de obstáculos .........................................................................................36
Figura 10- Localização do Ribapark.................................................................................37
Figura 11- Planta do projeto.............................................................................................38
Figura 12- Página inicial (Cabeçalho) ..............................................................................51
Figura 13- Página inicial (Rodapé) ...................................................................................52
Figura 14- Página "Sobre" ...............................................................................................52
Figura 15- Página de atrações .........................................................................................53
Figura 16- Página de eventos ..........................................................................................53
Figura 17- Cardápio (Sopas)............................................................................................54
Figura 18- Cardápio (Pratos de Carne) ............................................................................54
Figura 19- Cardápio (Pratos de Peixe) .............................................................................55
Figura 20- Cardápio (Sobremesas) ..................................................................................55
Figura 21- Horário de funcionamento ...............................................................................56
Figura 22- Página de dúvidas ..........................................................................................56
Figura 23- Página de opiniões dos nossos clientes..........................................................57
Figura 24- Flyer (Frente) ..................................................................................................57
Figura 25- Flyer (Verso) ...................................................................................................58
Figura 26- Cartões de visita (Frente) ...............................................................................58
Figura 27- Cartões de visita (Verso) ................................................................................59
Figura 28- T-shirt (Frente) ................................................................................................59
Figura 29- T-shirt (Costas) ...............................................................................................59

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

ÍNDICE DE TABELAS
Tabela 1- Preçário dos bilhetes individuais diários ...........................................................43
Tabela 2- Preçário dos bilhetes de grupos diários ...........................................................43
Tabela 3- Preçário do cardápio ........................................................................................44
Tabela 4- Orçamento do parque ......................................................................................46
Tabela 5- Orçamento da receção.....................................................................................48
Tabela 6- Orçamento do restaurante ...............................................................................48
Tabela 7- Orçamento do WC ...........................................................................................48
Tabela 8- Parcerias..........................................................................................................60

ÍNDICE DE ESQUEMAS
Esquema 1- Organograma da empresa ...........................................................................41

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

INTRODUÇÃO
Esta Prova de Aptidão Profissional (PAP) está inserida no âmbito do curso de Técnico de
Informação e Animação Turística.

A PAP consiste na defesa e apresentação de um projeto, em que o mesmo no final do


curso será apresentado e defendido perante um júri, para além disto tem de se elaborar
um relatório final, para no fim se conseguir obter o diploma de qualificação profissional.

O principal objetivo da PAP é aplicar todos os conhecimentos adquiridos ao longo destes


três anos de curso.

Este projeto consiste na construção de um Parque Temático típico Ribatejano, denominado


Ribapark. Para a realização deste projeto, procedemos à pesquisa de um local com uma
área suficiente para a construção do parque. De seguida pensamos no que gostaríamos
que o nosso parque tivesse e o que queríamos oferecer aos clientes. Procedemos à criação
de um website e flyers, para divulgar o parque.

Os motivos que levaram à elaboração deste projeto basearam-se no facto de querermos


criar algo inovador na zona do Ribatejo e também porque queríamos que os turistas que
nos visitassem ficassem a conhecer melhor algumas das atividades típicas Ribatejanas.

Alguns dos principais objetivos deste projeto são:

 Promover a região do Ribatejo;

 Criar emprego;

 Desenvolver a economia local;

 Atrair turistas ao Ribatejo;

 Desenvolver atividades de entretenimento para os clientes;

 Enriquecer culturalmente os turistas e a população local;

 Entre outros.

Este relatório encontra-se dividido em quatro capítulos: no primeiro capítulo é descrita a


evolução do Turismo e também as suas tipologias, a história dos parques de
diversão/temáticos; no segundo capítulo referimos alguns conceitos importantes para o
11
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

nosso projeto; no terceiro capítulo iniciámos a fundamentação do nosso projeto referindo


as atividades pretendidas, os objetivos principais do Ribapark, a sua planta e localização,
a legislação, entre outros aspetos. No último capítulo mostramos os instrumentos de
divulgação utilizados (flyers, t-shirts, cartões de visita e o website) para promover o nosso
projeto.

12
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

DESENVOLVIMENTO

Capítulo I- O Turismo

1. Turismo
Embora já existam vários conceitos do que é o Turismo, a Organização Mundial do Turismo
e das Nações Unidas define Turismo como “As atividades que as pessoas realizam durante
as viagens e a permanência em lugares distintos dos que vivem, por um período de tempo
inferior a um ano consecutivo, com fins de lazer, negócios e outros”.

2. Evolução do turismo
Estes últimos anos, como todos nós sabemos, o Turismo foi muito afetado com a pandemia
Covid-19.

O Turismo começou durante a Revolução Industrial no século XIX, quando o horário de


trabalho passou a ser oito horas por dia, havendo também, alguns casos que
estabeleceram dias de descanso remunerado.

Foi então que as pessoas começaram a pensar em visitar locais que nunca tinham ido,
como lugares paradisíacos, praias, monumentos, edifícios históricos, entre muitos outros.

Gostaríamos de salientar, que este tipo de Turismo, desenvolveu-se mais na Evolução


Industrial, mas antes já havia viagens comercias.

Em Roma, na Idade Média, os romanos construíram uma rede de estradas, que permitia
que as viagens/deslocações das pessoas fossem mais confortáveis, rápidas e fáceis, o
que deu um grande impulso nas viagens comerciais, de migrações, entre outras. Um bom
exemplo é a Via Apia, que é considerada a primeira autoestrada da história. Em impérios
como o Islão, as peregrinações e movimentos migratórios envolveram milhares de viagens,
na Idade Média.

Na Idade Moderna, apareceram os hotéis e as pousadas, o que deu origem ao turista,


que hoje conhecemos; assim, as viagens para sítios mais distantes, tornaram-se mais
fáceis, porque as pessoas que se deslocavam já poderiam pernoitar nesses mesmos
locais.

13
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

Na Era Contemporânea, foi quando o Turismo como indústria se começou a desenvolver


definitivamente. O aparecimento de Thomas Cook como empresário do Turismo foi muito
importante para isto, sendo considerado “o pai” do Turismo.

O mesmo começou a escrever guias de viagens intitulados como “Manual do Turista”.

No ano de 1841, Thomas Cook organizou a primeira viagem turística da história, em 1855,
levou um grupo de turistas a realizar uma rota nos Países Baixos, Bélgica, Alemanha e
França, e também organizou uma volta ao mundo com um grupo de turistas, com uma
duração de 222 dias.

Após esses acontecimentos, surgiram as primeiras agências de viagens como a de Cook


e American Express, algum tempo depois, apareceram os automóveis, e o ramo do
Turismo não parou de crescer. Assim, o conhecimento da população também aumentou,
pois, as pessoas começaram a visitar e a conhecer mais locais históricos.

3. Tipologias do turismo
Os tipos de Turismo existentes são:

 Turismo de Eventos e Negócios-

Este tipo de turismo acontece quando o turista pretende viajar para um local com o objetivo
de aumentar os seus conhecimentos ou para ir realizar alguma atividade relacionada com
o seu emprego.

Exemplos: Feiras, reuniões para fechar algum contrato, entre outros.

 Turismo de Aventura-

O Turismo de Aventura promove a realização de atividades, principalmente de carácter


desportivo, as pessoas ou turistas procuram este tipo de turismo com fins de lazer e para
ter experiências de “risco”.

14
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

 Turismo de Sol e Praia-

Tipo de turismo mais predominante nos meses de junho a setembro, pois são os meses de
mais calor em Portugal e também o tipo de turismo mais frequentado, as pessoas procuram
relaxar, abstraírem-se de problemas e do trabalho.

 Turismo Gastronómico-

O Turismo Gastronómico é realizado e frequentado por pessoas que procuram conhecer


mais sobre as bebidas e pratos tradicionais das regiões para onde viajam.

Exemplos: Adegas de vinho, restaurantes com comida típica da região, entre outros.

 Turismo Religioso-

Turismo motivado pela fé de cada pessoa, realizado em sítios de importância religiosa e


em datas marcadas para que os turistas possam prestar o seu culto.

Exemplos: Peregrinações, visitas a igrejas, entre outros.

 Turismo Cultural-

Normalmente, este tipo de turismo é mais procurado e realizado pelas pessoas que
pretendem conhecer mais sobre a história, costumes e tradições da região onde estes
pretendem pernoitar e visitar.

Exemplos: Monumentos, palácios, entre outros.

 Ecoturismo-

O Ecoturismo é um tipo de turismo muito voltado para natureza, tanto para a fauna como
para a flora. Os turistas que aderem a este turismo têm como objetivo observar os locais
visitados, sem prejudicar a natureza e, se possível, fazer algo para ajudar a mesma.

 Turismo de Saúde-

Frequentado por pessoas que viajam para realizar atividades médicas ou hospitalares,
também envolvendo o cuidado com a mente e o corpo. Nem sempre está relacionado com
ambientes hospitalares.

15
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

4. Produtos turísticos
O Produto Turístico é um conjunto de serviços e equipamentos atrativos e também o
resultado entre os recursos culturais e naturais disponibilizados por uma localidade, com o
objetivo de chamar a atenção dos turistas que estão dispostos a consumir o produto
oferecido.

No momento em que há produção do produto turístico, muitas vezes, verifica-se a


distribuição em junção com próprio consumo.

4.1 Componentes do produto turístico


 Bens e serviços;

 Gestão;

 Preço;

 Infraestrutura e equipamentos;

 Imagem da marca;

 Recursos naturais e culturais.

4.2 Características específicas do produto turístico


 É limitado;

 É estático;

 É sazonal;

 É intangível;

 É simultâneo;

 É difícil de controlar;

 O seu valor é variável.

16
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

5. Fatores que influenciam a atividade turística


Fatores físicos:

 Relevo;

 Vegetação;

 Água;

 Clima.

Fatores humanos:

 Oferta de alojamento;

 Publicidade e marketing;

 Ambiente social/político;

 Construção de infraestruturas;

 Equipamentos turísticos.

6. Origens dos parques de diversões


O Parque de Diversões (ou Parque Temático) evoluiu a partir de três tradições mais
antigas.

A mais antiga delas era a feira da idade média, uma das mais antigas era a Bartholomew
Fair na Inglaterra, que se iniciou no ano de 1133.

Nos séculos XVIII e XIX, eles evoluíram em locais de entretenimento, onde o público
poderia assistir a acrobacias, malabarismos, podendo participar em competições e
observar jaulas.

O parque mais antigo do mundo, apareceu na Europa Ocidental. Uma onda de inovação
das décadas de 1860 e 1870 criou atrações mecânicas, como o carrossel movido a
vapor. Isto inaugurou a era das atrações modernas de feiras, com a classe trabalhadora
disponível para gastar os seus salários com entretenimentos.
17
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

A segunda influência foi o Pleasure Garden. Um dos jardins mais antigos foi o Vauxhall
Gardens, criando em 1661 em Londres. No final do século XVIII, o local tinha uma taxa
de ingresso para as suas atrações. O parque atraía enormes multidões, com os seus
caminhos e encontros românticos. Subida de balão de ar quente, concertos e fogos de
artifício eram atividades que forneciam a diversão.

Embora os jardins sejam projetados para a elite, ainda assim tornaram-se locais de uma
grande diversidade social. Exibições públicas de fogos de artifício foram mostradas no
Marylebone Gardens, e o Cremorne Gardens deva música, dança e demonstrações
acrobáticas com animais.

O conceito de um parque fixo para diversão foi mais desenvolvido com o início das feiras
mundiais. A primeira feira mundial começou no ano de 1851 com a construção do Crystal
Palace em Londres, Inglaterra. O propósito da exposição era celebrar os feitos industriais
dos países do mundo e a mesma foi projetada era educar e entreter os visitantes.

As cidades e negócios americanos também viram as feiras mundiais como uma forma de
mostrar o sucesso económico e industrial.

A World’s Columbian Exposition de 1893 em Chicago. A feira ocorreu num local fechado,
que juntava a engenharia, a educação e o entretenimento.

A feira encantou os turistas/visitantes tendo sucesso com uma chama de luzes da "Cidade
Branca". Para ter a certeza que a feira fosse um sucesso financeiro, os empreendedores
incluíram uma área dedicada a diversão chamada Midway Plaisance. As atrações da
mesma desenvolveram a imaginação dos turistas e dos parques de diversão no mundo
inteiro, como por exemplo a primeira roda-gigante de aço, que foi instalada em muitas áreas
de diversão, como no Prater no ano de 1896.

A experiência da cidade ideal fechada com maravilhas atrações, cultura e progresso, como
eletricidade, era baseada na criação de um lugar ilusório.

No Parque de diversão moderno, a primeira área de entretenimento permanente fechada,


regulada por uma única empresa, foi fundada em Coney Island em 1895, o Sea Lion Park.
Este parque foi um dos primeiros a vender bilhetes para a entrada no parque além de
vender tickets para atrações dentro dele.

Em 1897, o Sea Lion Park e Steeplechase Park juntaram-se, e assim, o primeiro de três
grandes parques de diversão que abriram na área de Coney Island.
18
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

George Tilyou projetou o parque para fornecer atrações e entretenimento. A combinação


do centro populacional próximo da cidade de Nova Iorque com o fácil acesso à área
tornaram Coney Island a incorporação do parque de diversão americano. Este também
contava com o Luna Park e Dreamland.

Foi um grande sucesso e no ano de 1910 o público alcançava a marca de um milhão de


pessoas. Movido pelos esforços de Frederick Ingersoll, outros "Luna Parks" foram
rapidamente erguidos mundialmente.

O primeiro parque de diversão na Inglaterra foi aberto em 1896, o Blackpool Pleasure


Beach. Em 1904, a Captive Flying Machine de Sir Hiram Maxim foi introduzida e projetada
uma aeronave antiga movida a um motor a vapor que não teve êxito e ao invés disso abriu
uma atração de carros voadores que giravam à volta de um poste central.

Os incêndios eram uma ameaça frequente, visto que a maior parte da construção dos
parques de diversão da época era de madeira, quase todos acabaram queimados.

Na Era Dourada, durante a Gilded Age, grande parte dos americanos começaram a
trabalhar menos horas, mas recebiam mais dinheiro.

Com mais dinheiro e tempo para gastar em atividades de lazer, os americanos procuraram
novos meios de entretenimento. Os parques de diversão, criados fora das grandes cidades
e em áreas rurais, criaram uma nova oportunidade económica. Esses parques serviram
como fonte de fantasia e distração da vida real. No início do século XX, centenas de
parques de diversão estavam operacionais nos Estados Unidos e no Canadá.

A Era Dourada dos parques de diversão também incluiu o advento do parque infantil.
Fundado em 1925, o parque infantil original localizava-se em San Antonio, e está ainda em
funcionamento hoje. Os parques infantis tornaram-se populares em todos os Estados
Unidos após a Segunda Guerra Mundial.

Esta Era viu o desenvolvimento de novas inovações nas montanhas-russas que incluíam
quedas extremas e velocidade que impressionavam os visitantes/ turistas.

No final da Primeira Guerra Mundial, as pessoas pareciam querer ainda mais


entretenimento excitante. Embora o desenvolvimento dos automóveis tenha dado às
pessoas mais opções de satisfazer as suas necessidades de entretenimento, os parques
de diversão após a guerra continuaram a ter sucesso, enquanto os parques de diversão

19
Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

urbanos tenham visto uma diminuição do público. A década de 1920 é conhecida como a
Era Dourada das montanhas-russas.

Na Inglaterra, foi aberta a público com a montanha-russa Scenic Railway em 1920, com
grande sucesso, atraindo meio milhão de turistas no primeiro ano. O parque também
instalou outras atrações comuns na época, incluindo montanhas-russas mais pequenas.

Foi construído um salão de baile no local da pista de patinagem em 1920 e em 1923 um


cinema foi construído.

A Grande Depressão da década de 1930 e a Segunda Guerra Mundial durante a


década de 1940 viram o declínio da indústria dos parques de diversão.

A guerra levou a população urbana a mover-se para os subúrbios, a televisão tornou-se


uma fonte de entretenimento e as famílias passaram a ir para os parques de diversão com
menos frequência.

Na década de 1950, fatores como o crime e mesmo a desagregação nos bairros mais
pobres, levou a novos padrões sobre como as pessoas escolhiam gastar o seu tempo livre.
Muitos dos parques de diversão mais antigos e tradicionais fecharam ou foram
incendiados.

Ascensão dos Parques Temáticos

Em 1955, a Disneyland foi inaugurada com críticas positivas e mudou completamente o


panorama da indústria dos parques de diversão. Os visitantes/ turistas não queriam um
grupo de atrações num campo com um lago, eles queriam um mundo inteiro perfeito para
os levar para fora do mundo real por um dia.

As emoções dos parques temáticos são geralmente cercadas do lado de fora pela
paisagem ou artifícios de jardinagem, reforçando o sentimento de escape do mundo real.
Eles são sempre limpos e as novas atrações são frequentemente adicionadas para fazer
com que as pessoas voltem. Além desta experiência, o parque temático é também baseado
num tema central ou dividido em algumas áreas temáticas.

A seguir à existência da Disneyland, muitos outros parques temáticos que tentaram copiar
as ideias da Disney, no entanto, nenhum alcançaria o seu sucesso.

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Relatório da Prova de Aptidão Profissional

Após 15 anos, a Disneyland, a The Walt Disney Company abriu o seu segundo parque
temático, o Magic Kingdom perto de Orlando, Flórida. Este parque fez com que houvesse
uma definição de parque temático.

Parques temáticos e de diversão na atualidade

A indústria dos parques de diversão vai dos parques temáticos mundiais como Walt Disney
World, Efteling e Universal Studios Hollywood até aos parques temáticos mais pequenos e
de tamanho médio como os parques Six Flags e Cedar Fair.

Há vários parques pequenos em vários países ao redor do mundo. Até mesmo parques
temáticos diretamente voltados para as crianças surgiram, como o Legoland.

Os parques de diversão familiares, que começaram como campos de minigolfe cresceram


e passaram a incluir minicampos de basebol, karts, barcos, entre outros. Alguns desses
parques cresceram a ponto de incluir montanhas-russas, sendo que os parques de
diversão tradicionais atualmente possuem áreas de competição além das atrações
radicais.

Em 2008, a Walt Disney Company contribuiu com cerca de metade da receita do setor nos
Estados Unidos como um resultado dos mais de 50 milhões de visitantes por ano.

Capítulo II- Principais Conceitos do Projeto

1. Animação turística
O conceito de Animação Turística é um meio utilizado para explorar atividades lúdicas,
culturais e desportivas, que contribuem para o setor do turismo.

Tendo os seguintes objetivos:

 Proporcionar momentos de descontração;

 Entretenimento aos turistas;

 Promover a ocupação dos tempos livres;

 Estimular a integração dos turistas.

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Relatório da Prova de Aptidão Profissional

A Animação Turística é um elemento muito importante para o produto turístico, podendo


concorrer para uma diferenciação de um destino turístico e garantir-lhe uma vantagem
competitiva.

2. Turismo acessível
O turismo acessível é direcionado para pessoas de mobilidade reduzida, este tipo de
turismo era pouco frequente. Este é um esforço de forma a garantir que os destinos,
serviços e produtos turísticos sejam acessíveis a todas as pessoas, sejam elas de
mobilidade reduzida ou não, independentemente das suas limitações.

A ideia de procurar uma viagem acessível para pessoas de mobilidade reduzida e para as
pessoas que os acompanham causava, e ainda pode causar, algumas dificuldades.

Um dos principais objetivos do turismo acessível é não pôr ninguém de parte em certas
atividades, viagens ou visitas, é fazer com que todas as pessoas se possam divertir e
desfrutar do mesmo que as pessoas que não têm limitações podem.

3. Turismo sustentável
Segundo a OMT, o Turismo Sustentável deve fazer um uso adequado dos recursos
ambientais, respeitar a autenticidade sociocultural das comunidades e garantir que as
atividades económicas sejam viáveis em longo prazo.

O Turismo Sustentável deve de procurar a compatibilização entre as necessidades dos


turistas e as das regiões que os recebem, garantido não só a proteção do ambiente, mas
também a estimulação do desenvolvimento da atividade. Realizar o turismo de forma
sustentável implica ações que sejam socialmente justas, ecologicamente corretas e
economicamente viáveis, ou seja, que atendam as necessidades económicas, sociais e
ecológicas.

Nos dias de hoje, desenvolver o turismo de forma sustentável é muito importante, o Turismo
Sustentável surge como alternativa ao turismo de massa, pois preocupa-se com a
quantidade de turistas que vão visitar as regiões, ou seja, o planeamento e a gestão do
turismo devem ter uma especial atenção às questões em cima referidos de forma a fazer

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Nicole Rocha e Raquel Fernandes 12º HB
Relatório da Prova de Aptidão Profissional

com que os habitantes dos locais ou regiões estejam inseridos economicamente e


socialmente.

O empreendedor através do planeamento da sua atividade deve procurar soluções que


contribuam para a sustentabilidade, fazendo com que haja benefícios não só para os
clientes, mas também para o local que está inserido.

Portanto, o empreendedor deverá procurar alternativas que diminuam o seu impacto.


Existem alguns fatores primordiais a serem visualizados no planeamento do turismo:

 Não adotar o turismo em massa;

 Desenvolver estruturas compatíveis com o ambiente em que se insere;

 Mostrar ao seu cliente o perfil de turismo que se pretende desenvolver.

4. Parque temático
Um Parque Temático é um estabelecimento com várias atrações de entretenimento e um
local para as pessoas da região e turistas se divertirem.

Os Parques Temáticos têm um local fixo e são mais elaborados, no geral, fornecem
atrações que chamam a atenção a pessoas e turistas de várias faixas etárias. Estes são
um tipo de parque de diversão específico, pois são muito mais ligados tematicamente a um
certo assunto ou grupos de assuntos, ao contrário dos parques de diversão.

4.1 Alguns tipos de parques existentes


 Parques Temáticos Educacionais;

 Parques Regionais;

 Parques Itinerantes, entre outros.

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Capítulo III- Projeto

1. Como criar uma empresa


De acordo com Bygrave (1995), existem quatro fases no processo de criação de uma
empresa:

1. A ideia, ou seja, a identificação da oportunidade;

2. Decisão de avançar;

3. Implementação;

4. Crescimento.

A primeira fase do processo da criação de empresas, ou seja, o reconhecimento da


oportunidade- é uma das características da função empresarial, este processo talvez seja
dos mais difíceis de estudar, pois só pode ser identificado quando já se realizou, sendo
difícil de se prever quando se realizará.

A importância da informação no estímulo à atividade de uma empresa é salientada por


Casson (2003):

 A informação sobre as oportunidades de lucro, necessita de ser procurada em


diferentes fontes;

 A família é a fonte de informação mais potente, pois influencia as oportunidades


disponíveis para o empreendedor;

 O feedback recebido, é algo muito importante para o sucesso da empresa.

Portanto, quando o empreendedor veja que o negócio tem potencialidade e viabilidade


pessoal tem de tomar a decisão de avançar. Nesta fase o mesmo negoceia com o mercado,
tendo de ter em conta alguns fatores:

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 Insatisfação;

 Perda de emprego;

 Grau de envolvimento;

 Risco;

 Motivação;

 Educação;

 Género;

 Idade;

 Concorrência;

 Legislação e incubação;

 Política orçamental;

 Recursos disponíveis.

No acesso à função empresarial do nosso país, o peso cultural é o ponto principal da


negociação. Se a cultura for favorável, o empreendedor vai poder seguir, mas, se a cultura
não for favorável, vão surgir várias dificuldades que levarão o mesmo a desistir ou a atrasar
o processo de criação da empresa.

Após a decisão de seguir com o negócio, começa-se o processo de implementação, onde


aparecem novas características pessoais necessárias ao individuo, e um ambiente bom à
realização da empresa. As aptidões de comunicação são essenciais nesta fase, referiu
Casson (2003).

Após a criação da empresa, o seu crescimento é fundamental. Nesta fase, surge a


importância de uma nova dimensão organizacional, que será muito importante para a
sustentabilidade do negócio.

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Segundo Casson (2003), o empreendedor tem de ter as seguintes aptidões:

 As técnicas de negociação são de grande importância para a estratégia


empresarial;

 As aptidões organizacionais do empreendedor também têm uma grande


importância no processo de crescimento, existe uma altura em que a informação é
excessiva, o que faz com o que o empreendedor tenha de recorrer à ajuda de
alguém;

 A inovação nos produtos é muito importante para a função empresarial. Sendo um


elemento chave a versatilidade que é obtida pelo design multifacetado;

 Não chega só ter aptidões para promover os produtos e uma boa abordagem
comercial, é importante, controlar a qualidade.

2. Aspetos legais na criação de uma empresa


Existe, em Portugal, uma rede de Lojas da Empresa destinada ao apoio à constituição legal
de empresas, que inclui uma possibilidade de criar uma empresa.

Na Loja da Empresa existe:

 Um corpo técnico de atendimento;

 Uma delegação do Registo Nacional de Pessoas Coletivas;

 Um Cartório Notarial;

 Uma extensão do Instituto da Segurança Social;

 Um Gabinete de Apoio ao Registo Comercial;

 Um Posto de Atendimento da Empresa na Hora;

 Um balcão da Caixa Geral de Depósitos.

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A atividade económica de um Parque Temático está incluída nos seguintes grupos:

 CAE 93210;

 CAE 93291;

 CAE 56101.

3. PENT
O Turismo de Portugal é o principal motor da economia e os resultados obtidos em 2016
confirmaram a importância de um grande e forte investimento e de um trabalho articulado
entre entidades privadas e públicas, iniciado à mais de uma década.

O ano de 2016 foi marcado por resultados históricos para o Turismo Nacional nos principais
indicadores (dormidas, receitas, hóspedes, emprego e exportações), sendo considerado a
maior atividade económica exportadora de Portugal.

Apesar do momento em que vive o Turismo em Portugal é importante preparar o futuro,


assumir compromissos, dinamizar o trabalho entre todos os intervenientes na atividade
antecipar os desafios da próxima década. Aparece assim, com base numa discussão
aberta e participada por todos, a Estratégia para o Turismo em Portugal (Estratégia
Turismo 2027). Este documento reúne uma visão a longo prazo, que corresponde a ações
concretas a curto prazo, permitindo, deste modo, atuar com maior sentido estratégico no
presente e, ao mesmo tempo, no futuro.

O plano é definido por cinco eixos estratégicos com as respetivas linhas de atuação:
impulsionar a economia, valorizar o território, potenciar o conhecimento, gerar redes e
conectividade, projetar Portugal, se compromete com metas de sustentabilidade
económica, ambiental e social.

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4. Fundamentação
4.1 Fundamentação do projeto
O presente projeto consiste na criação de um Parque Temático, que tem como nome
“Ribapark”, localizar-se-á em pleno Ribatejo, em Samora Correia, e irá aumentar o fluxo de
turistas devido ao parque, mas também irá colocar Samora Correia no mundo do Turismo,
vai contar com um conceito inovador inserido em vários tipos de turismo, tais como: turismo
cultural, turismo de lazer e de animação, não se vai enquadrar num só tipo de turismo.

4.2 Fundamentação da escolha do nome


A escolha do nome do parque foi algo que ocorreu de imediato, utilizando como referência
o Ribagolfe. Optou-se por este nome devido à região ser o Ribatejo e também pelo facto
de irmos criar um Parque Temático.

Figura 1- Nome do projeto


Fonte: Autoras do projeto

A origem do nome é: “Riba” de Ribatejo e “Park” devido ao facto de ser um Parque


Temático.

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4.3 Fundamentação da escolha do logótipo


O logótipo do projeto é exclusivamente o nome do Parque Temático, num fundo branco
com dois símbolos que são característicos da região do Ribatejo que é um touro e um
barrete de campino.

Fonte: Autoras do projeto


Figura 2- Logótipo do projeto

5. Descrição do projeto
O Ribapark contará com uma saída de emergência, um posto de socorros, bilheteira, um
centro de apoio ao visitante, um restaurante, parque de merendas, WC e fraldário, espaço
para crianças, Ribacars, visitas guiadas, um centro pedagógico, multibanco, lojas de
artesanato regional, Ribafotos, eventos, parque para bicicletas, cacifos e Wi-fi.

Pretende-se criar um Parque Temático diferenciado de todos os outros já existentes, de


forma a garantir o seu sucesso.

Em termos estéticos irá adotar um estilo mais tradicional Ribatejano e a nível gastronómico
irá contar com alguns pratos típicos Ribatejanos, com o objetivo de proporcionar uma
experiência única aos nossos clientes.

6. Objetivos do projeto
O nosso projeto tem como objetivos:

 Atrair turistas ao Ribatejo;

 Divulgar a cultura da região;

 Desenvolver atividades de entretenimento para atrair os turistas;

 Criar parcerias com empresas públicas e privadas locais;


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 Dinamizar e criar atratividade ao Ribatejo;

 Enriquecer culturalmente os turistas e a população local;

 Criar emprego;

 Desenvolver a economia local;

 Criar e desenvolver um projeto/negócio sustentável.

Os objetivos estratégicos do projeto são: uma alta taxa de vendas de bilhetes, um maior
número de pessoas estrangeiras possível (Turistas) e fazer acordos com empresas de
forma a ter alguns patrocínios. O Ribapark oferece um conjunto de atividades lúdicas,
culturais e desportivas para proporcionar aos nossos clientes momentos especiais em
família e também inesquecíveis.

A longo prazo pretendemos ir melhorando cada vez mais as nossas ofertas, produtos e
serviços e se possível expandir o projeto internacionalmente.

Depois de ter definido todos os objetivos, poderá começar o estudo das dimensões e da
localização do parque, ou seja, depois de selecionar a origem dos rendimentos através do
parque como prática desportiva, serviço Terapêutico, lazer, diversão, formação e eventos.

Neste tipo de investimento, é preciso apostar nas instalações, para que sejam as mais
acolhedoras e higiénicas, ou seja, é preciso ter um nível excelente de higiene para assim
conseguir ganhar o mérito pretendido.

7. Atividades de um parque temático


Criar um Parque Temático não é o mesmo que criar um Parque de Diversões, porque os
de diversões não são direcionados a um tema específico e os Parques Temáticos,
geralmente, são direcionados para um único tema.

Existem bastantes componentes neste negócio que permitem realizá-lo com sucesso.
Podemos então apresentar as atividades do nosso Parque Temático direcionado para o
tema do Ribatejo, enquanto:

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1. Prática desportiva;

2. Serviço Terapêutico;

3. Lazer;

4. Diversão;

5. Formação;

6. Eventos.

Na prática desportiva, o nosso parque vai oferecer a realização de atividades ligadas aos
animais típicos da zona do Ribatejo, atividades essas como por exemplo: a equitação.

Serviço terapêutico, neste tipo de serviço, vamos disponibilizar junto de um profissional


especializado, terapias para pessoas com mobilidade reduzida e necessidades especiais.

Na área do lazer, vamos disponibilizar atividades como os espetáculos com danças


tradicionais da região, demonstrações tauromáquicas, entre outras.

Na diversão, iremos ter ao dispor dos nossos clientes/turistas equipamentos como touros
mecânicos, interação com animais, roda-gigante, etc.

A Formação é mais direcionada para o nosso staff, de forma a termos mais colaboradores
e assim criarmos mais emprego na região.

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A organização de Eventos, é outra atividade que o Ribapark irá realizar, ou seja, a


realização de exposições específicas que não costumam estar presentes de forma a atrair
mais clientes ao nosso estabelecimento, workshops, jantares, entre outros.

7.1 Descrição das atividades


O Ribapark vai ter várias atividades de lazer e diversão para os nossos clientes e turistas,
as atividades consistem na aproximação das pessoas à cultura Ribatejana.

 Touro Mecânico;

 Roda-Gigante;

 Mini Praça de Touros;

 Aulas de equitação para pessoas de mobilidade reduzida;

 Interação com os animais;

 Dança Tradicional;

 Demonstrações de Cavalos.

7.1.1 Touro mecânico


O nosso parque temático vai ter um Touro Mecânico para proporcionar momentos de
diversão aos nossos clientes. O Ribapark é um dos poucos parques temáticos que oferece
este tipo de atração, o Touro Mecânico é uma ótima escolha para poder vivenciar e
experimentar fortes emoções.

Fonte: [Link]
Figura 3- Touro Mecânico
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7.1.2 Roda-gigante
A Roda-Gigante é uma ótima opção para os nossos clientes de todas as idades, tanto para
as crianças, adultos ou seniores. Esta atração vai permitir aos nossos visitantes uma visão
melhor sobre a zona onde estamos localizados e também do nosso parque. Vai
proporcionar um momento mais relaxante aos nossos clientes.

Figura 4- Roda-Gigante
Fonte: [Link]

7.1.3 Mini praça touros


A Mini Praça de Touros tem como objetivo demonstrar pequenas atuações com os nossos
animais (Cavalos e Touros). As demonstrações consistem em desfiles de cavalos e
campinos, picaria à vara larga e recortadores.

A picaria à vara larga consiste numa expressão lúdica, é um exercício de domínio do touro,
que só os mais hábeis o conseguem fazer.

Os recortadores são acrobatas em que num espetáculo tauromáquico, o touro é solto numa
praça e os recortadores põem à prova as suas habilidades.

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Figura 5- Praça de Touros


Fonte: [Link]

7.1.4 Aulas de equitação para pessoas de mobilidade reduzida


As aulas de equitação para pessoas de mobilidade reduzida têm como intuito de
disponibilizar atividades de animação sem que a sua dificuldade seja um obstáculo.
Disponibilizando assim momentos de diversão e lazer para essas pessoas.

Figura 6- Aulas de Equitação


Fonte: [Link]

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7.1.5 Interação com os animais


Um dos objetivos do Ribapark é a aproximação dos nossos clientes com a cultura
Ribatejana, por isso queremos proporcionar às pessoas que nos visitam todas as
experiências possíveis a realizar no parque, sendo elas:

 Alimentar os animais;

 Oportunidade de os escovar;

 Dar banho;

 Visualização de tratadores profissionais a cortar os cascos aos cavalos;

 Ver os profissionais a treinar os animais;

 Possível realização de várias largas de touros, que consiste na possibilidade dos


visitantes interagirem com o animal;

 Passeios a cavalo com charrete.

Figura 7- Alimentar Cavalos


Fonte: [Link]

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7.1.6 Dança Tradicional


No Ribapark vai existir uma zona com um palco para que as pessoas possam ver as danças
tradicionais Ribatejanas, com a contribuição e possível parceria dos grupos de Folclore da
zona onde estamos situados, que representam a etnografia local.

Algumas danças que são possíveis a serem visualizadas no palco do nosso parque: o
Fandango, o Fadinho Batido, o Verde Gaio Marcado, entre outros.

Figura 8- Rancho Folclórico de Benavente


Fonte: [Link]

7.1.7 Demonstrações de cavalos


Nas demonstrações de cavalos vamos dar a oportunidade dos nossos clientes observarem
desfiles de cavalos e algumas habilidades que os cavalos sendo treinados conseguem
realizar, entre elas, os saltos de obstáculos.

Figura 9- Saltos de obstáculos

Fonte: [Link] 36
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8. Localização
A localização é um aspeto muito importante, mas não é algo tão decisivo como pode
parecer. A ideia de localizar o Parque Temático numa estrada nacional pode parecer
algo estranho, mas na verdade o objetivo é que o parque tenha boas acessibilidades.

Também é importante criar o projeto num local que seja propício para os animais que
iremos ter no parque.

Contudo podemos dizer que a localização que pretendemos ter é de fácil acesso e
com boas infraestruturas para se necessário transportar os animais, perto de
localidades que ao todo têm 29 716 habitantes. É ideal que seja integrado num
ambiente de natureza e se possível sem muitos ruídos.

Figura 10- Localização do Ribapark


Fonte: Google Earth

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9. Planta do projeto

Figura 11- Planta do projeto


Fonte: Autoras do projeto

9.1 Legenda da planta do projeto


A- Entrada e saída

A1- Saída de emergência

B- Entrada para o Ribapark

B1- Saída de emergência

B2- Saída de emergência

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1- Parque de estacionamento 10- Ribafotos

2- Restaurante 11- Touro Mecânico

3- Estacionamento para bicicletas 12- Lojas de artesanato

4- Receção do Ribapark 13- Estábulos

5- Posto de socorros 14- Manga

6- Cacifos 15- Mini Praça de Touros

7- Multibanco 16- Palco

8- Apoio ao visitante 17- Roda-Gigante

9- Ribacars 18- WC

10. Legislação
Decreto-Lei n.º 203/2015

Publicado: Diário da República nº 182/2015, Série I de 2015-09-17, páginas 8232-8240

O Decreto-Lei n.º 379/97, de 27 de dezembro, aprovou o regulamento que estabelece


as condições de segurança a observar na localização, implantação, conceção e
organização funcional dos espaços de jogo e recreio, respetivo equipamento e
superfícies de impacto, e deu expressão e solução às preocupações sobre segurança
das crianças utilizadoras dos espaços de jogo e recreio então existentes.

Este Regulamento veio estabelecer um princípio geral de segurança aplicável na


conceção e planeamento dos espaços de jogo e de recreio, bem como nos
equipamentos e superfícies de impacto.

Com a evolução do modo de jogar e recrear das crianças e dos jovens, em 2009,
entendeu o legislador, através do Decreto-Lei n.º 119/2009, de 19 de maio, alargar o
âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 379/97, de 27 de dezembro, abrangendo nesta
alteração legislativa os novos equipamentos de jogo, como os insufláveis, os
trampolins e as pistas de skate, mantendo e, em alguns aspetos reforçando, o nível de
segurança estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 379/97, de 27 de dezembro.

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Relatório da Prova de Aptidão Profissional

Porém, dado que algumas normas em vigor têm suscitado dificuldades de aplicação
prática aos seus destinatários, não só aos operadores económicos responsáveis pela
instalação do equipamento de jogo e recreio, mas também aos responsáveis pela
implementação destes espaços, e considerando a evolução entretanto ocorrida e a
experiência adquirida, o presente decreto-lei visa clarificar e atualizar alguns aspetos
do Regulamento de forma a melhor salvaguardar a proteção da saúde e segurança
das crianças e dos jovens utilizadores dos espaços de jogo e recreio, procedendo à
revogação do Decreto-Lei n.º 379/97, de 27 de dezembro, alterado pelo Decreto-Lei
n.º 119/2009, de 19 de maio.

Deste modo, o presente decreto-lei aprova o Regulamento que estabelece as


condições de segurança a observar na localização, implantação, conceção e
organização funcional dos espaços de jogo e recreio, respetivos equipamentos e
superfícies de impacto, abrangendo designadamente os baloiços, os equipamentos
insufláveis e as instalações destinadas a desportos sobre rodas, estabelecendo um
princípio de segurança geral e reforçando a manutenção e a fiscalização dos espaços
de jogo e de recreio, prevendo-se agora o desenvolvimento de um registo eletrónico
dos espaços de jogo e recreio que se encontrem em funcionamento, com informação,
designadamente, sobre os respetivos resultados das ações de fiscalização e os
acidentes ocorridos.

O presente decreto-lei foi notificado à Comissão Europeia em cumprimento do disposto


na Diretiva n.º 98/34/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 22 de junho de
1998, alterada pela Diretiva n.º 98/48/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de
20 de julho de 1998, relativa a um procedimento de informação no domínio das normas
e regulamentações técnicas, transposta para a ordem jurídica interna pelo Decreto-Lei
n.º 58/2000, de 18 de abril.

Foram ouvidos os órgãos de governo próprio das regiões autónomas, a Associação


Nacional de Municípios Portugueses, a Comissão Nacional de Proteção de Dados, a
Associação para a Promoção da Segurança Infantil e a Associação Portuguesa dos
Arquitetos Paisagistas

Foi promovida a consulta ao Conselho Nacional do Consumo.

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Relatório da Prova de Aptidão Profissional

11. Organograma

Diretoras da
Empresa

Departamento Departamento Departamento de Departamento de


Administrativo Comercial animação restauração

Recursos Atividades de
Marketing Restaurante
Humanos animação

Bancas de
Compras e Lojas
Tesouraria produtos
vendas tradicionais
alimentares
Esquema 1- Organograma da empresa
Fonte: Autoras do projeto

11.1 Departamentos

11.1.1 Departamento administrativo


A administração é uma área que atua como a liderança do setor dos recursos humanos e
da tesouraria.

Este departamento tem como função:

• Gestão e desenvolvimento de recursos humanos;

• Gestão de tesouraria.

11.1.2 Departamento comercial


O departamento comercial é responsável por gerir o lucro através das vendas dos nossos
produtos e serviços e também é encarregue do marketing da empresa.

Este departamento tem como função:

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 Coordenação de vendas e compras;

 Estuda estratégias de marketing.

11.1.3 Departamento de animação


Neste departamento estão inseridas as atividades de animação, as lojas tradicionais e os
responsáveis de cada setor.

Este departamento tem como função garantir que o cliente esteja sempre entretido e
animado, de forma a fazer com que os mesmos queiram levar consigo recordações do
nosso estabelecimento.

11.1.4 Departamento de restauração


Dentro deste departamento estão inseridos o restaurante e as bancas de produtos
alimentares. Tendo como objetivo proporcionar aos nossos clientes momentos de
degustação dos pratos tradicionais do Ribatejo.

12. Normas de funcionamento


 Não subir, nem ultrapassar as barreiras de segurança;

 Não incomodar os animais;

 Não alimentar os animais, os mesmos têm uma alimentação adequada;

 Cuidar dos próprios pertences;

 Não atirar lixo para dentro dos recintos dos animais;

 Não levar os animais de estimação para o parque;

 Não fumar no interior do restaurante;

 Não mandar beatas para o chão;

 Vigie sempre os menores que estiverem sob o seu encargo.

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13. Tabela de preços

13.1 Preçário do parque

Bilhetes Individuais Diários Idades Preços

Bebés 0-3 Anos Grátis

Crianças 4-12 Anos 15,00€

Jovens/Adultos +13 Anos 22,00€

Seniores +65 Anos 20,00€

Tabela 1- Preçário dos bilhetes individuais diários


Fonte: Autoras do projeto

Bilhetes de Grupo Diários Idades Preços

Mais de 20 Crianças 4-12 Anos 10,00€ por pessoa

Mais de 20
+13 Anos 18,00€ por pessoa
Jovens/Adultos/Seniores

Tabela 2- Preçário dos bilhetes de grupos diários


Fonte: Autoras do projeto

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13.2 Preçário do restaurante

Sopas Preços

Sopa de Bacalhau dos Campinos 3,50€ por dose

Sopa de Peixe 3,00€ por dose

Sopa da Pedra 3,50€ por dose

Pratos de Carne Preços

Cozido à Portuguesa 10,50€ por dose

Naco na Pedra 20,00€ por dose

Posta de Vitela 21,50€ por dose

Pratos de Peixe Preços

Magusto de Bacalhau 18,50€ por dose

Massada de Marisco 27,60€ por dose

Enguias Fritas 18,40€ por dose

Sobremesas Preços

Doce da Casa 3,55€

Mousse de Chocolate 3,00€

Panna Cotta 3,00€

Tabela 3- Preçário do cardápio


Fonte: Autoras do projeto

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14. Horários de funcionamento

14.1 Horário do Ribapark


O horário de funcionamento do Ribapark será de Segunda-Feira a Domingo das 9:30 às
20:00.

Este horário é adaptado ao país onde o parque temático é localizado, o mesmo é igual todo
o ano.

14.2 Horário do restaurante


O restaurante terá o seguinte horário de funcionamento: de Terça-Feira a Domingo das
11:30 às 15:00 e das 19:00 às 22:30.

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15. Orçamento

15.1 Orçamento do parque

Materiais Quantidade Preço Total

Terreno 1 750 000,00€

Praça de touros desmontável 1 50 000,00€

Touro Mecânico 1 4 500,00€

Palco 1 7 000,00€

Sistema de som 1 10 000,00€

Roda-Gigante 1 100 000,00€/ por ano

Outros entretenimentos - 50 000,00€

Multibanco 1 Parceria

Buggies elétricos 10 50 000,00€

Máquinas fotográficas 3 1 050,00€

Cacifos 60 3 240,00€

Bancas 4 2 000,00€

Kit de primeiros socorros 6 78,00€

Estábulos 2 6 000,00€

Tronqueiras 50 x 20= 1000m2 6 000,00€

Estacionamento para
- 324,00€
bicicletas
Preço total do parque: 1 040 192,00€
Tabela 4- Orçamento do parque
Fonte: Autoras do projeto

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15.2 Orçamento da receção

Material Quantidade Preço Total

Computador 3 3 763,71€

Tablet 1 589,00€

Telefone 3 653,22€

Impressora 2 1 113,08€

Conjunto de dossiers (10


1 21,94€
unidades)

Caixa de papel (5 unidades) 1 12,16€

Conjunto de lápis 1 1,75€

Conjunto de canetas 1 4,06€

Organizador de secretária 1 7,32€

Arquivador 1 8,53€

Agrafos (5000 unidades) 1 3,24€

Corretor (2 unidades) 1 3,00€

Afia 1 0,97€

Marcador (3 unidades) 1 3,73€

Carimbo 1 6,01€

Clipes (200 unidades) 1 2,59€

Furador 1 3,24€

Borracha (3 unidades) 1 2,59€

Preço total da receção: 6 200,14€


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Tabela 5- Orçamento da receção


Fonte: Autoras do projeto
15.3 Orçamento do restaurante

Preço Total

Construção 200 000,00€

Equipamento hoteleiro 50 000,00€

Preço total do restaurante: 250 000,00€


Tabela 6- Orçamento do restaurante
Fonte: Autoras do projeto

15.4 Orçamento do WC
Material Quantidade Preço Total

Construção 2 50 000,00€

Conjunto rolo de papel


500 895,00€
higiénico (12 unidades)

Barra de apoio sanitário 2 130,00€

Secador de mãos 4 2 092,00€

Dispensador de sabonete 13 311,48€

Recipiente gel de mãos (5


5 125,00€
litros)

Fraldário de parede 1 863,00€

Preço total do orçamento do WC: 54 416,48€


Tabela 7- Orçamento do WC
Fonte: Autoras do projeto

15.5 Orçamento total do projeto

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O orçamento total do projeto Ribapark será: 1 350 808,62€.

Capítulo IV- Marketing

1. Estudo do mercado
O marketing é um conjunto de técnicas e métodos aplicados ao estudo das necessidades
e do mercado e mais tarde às vendas e ao público.

Para que o estudo do mercado seja realizado de forma correta e eficaz é necessário
perceber quais são as principais tendências, como quem é a concorrência, como estão
posicionados os produtos e quais as necessidades dos consumidores.

O nosso estudo de mercado irá ser realizado com base em perguntas construídas pela
própria empresa e assim discutidas entre os membros responsáveis dessa área.

Algumas das perguntas a serem colocadas são:

 Quem é o público-alvo?

 Quem irá frequentar o parque?

 Quem são os concorrentes?

 O que motiva as pessoas a escolher esta empresa/parque?

 Estamos a cobrar um preço justo?

2. Público-alvo
O público-alvo é definido como um grupo de consumidores ou organizações que têm um
perfil semelhante entre si e por isso devem ser o centro das ações de marketing e vendas
de uma empresa.

O Ribapark não apresenta um público-alvo específico, pois o que se pretende é que o


parque possa ser frequentado por todos os tipos de visitantes, por isso é que as atividades
são adaptadas ao tipo de pessoa que a irá realizar.

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3. Análise SWOT
Pontos Fracos Pontos Fortes
• Elevados custos iniciais • Primeiro parque temático na zona
• Difícil acesso ao parque para • Acessos fáceis
pedestres • Projeto inovador
• Os preços dos bilhetes, • Promove o contacto com a cultura
estacionamento e restaurante, entre Ribatejana
outros são elevados
• Falta de espaço para expansão

Ameaças
Oportunidades

• Criação de novas parcerias • Sazonalidade elevada


• Procura de novas experiências • Concorrência
• Margem para melhorar o espaço • Condições climatéricas
• Reforçar o posicionamento • Crise económica

3.1 Conclusão da análise SWOT


É um projeto inovador porque é o único parque temático em Portugal e na região,
aproveitando a vantagem de ser o primeiro parque temático Ribatejano no mercado no
nosso país.

Para evitar alguns custos é necessário realizar parcerias para financiarem o projeto,
motivando as mesmas para não desistirem.

É uma oportunidade de mostrar o Ribatejo e também o país às pessoas que não conhecem
e que têm interesse em saber mais sobre a cultura Ribatejana, de forma a alargar
horizontes.

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4. Merchandising
O Merchandising é o ato de exibir publicamente um produto ou algo que a empresa em
questão tem para oferecer, de forma a chamar e a despertar o interesse das pessoas em
visitar a empresa.

No caso do Ribapark, o objetivo é fazer com que as pessoas se venham divertir no parque
e que conheçam e vejam de perto a cultura Ribatejana.

4.1 Site

4.1.1 Página inicial


Na página inicial do Website são apresentados um cabeçalho e um rodapé onde estão
presentes as páginas do site.

No cabeçalho encontra-se o menu com as várias páginas, tais como: Início, Sobre,
Atrações, Eventos, Horários, Dúvidas e Opiniões dos nossos clientes, ainda do cabeçalho
temos o logótipo do Ribapark e no rodapé encontram-se o e-mail e a localização.

Figura 12- Página inicial (Cabeçalho)


Fonte: Autoras do projeto

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Figura 13- Página inicial (Rodapé)


Fonte: Autoras do projeto

4.1.2 Sobre
A segunda página do site é o “Sobre”, que é onde falamos sobre como surgiu o Ribapark,
muito resumidamente.

Figura 14- Página "Sobre"


Fonte: Autoras do projeto

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4.1.3 Atrações
Esta página mostra algumas das atrações do nosso parque, com o objetivo de informar e
despertar o interesse nas pessoas para nos visitarem.

Figura 15- Página de atrações


Fonte: Autoras do projeto

4.1.4 Eventos
Para os visitantes do nosso site visualizarem, nesta página iremos ter presentes três
eventos que o parque irá realizar, sendo um deles anual, ou seja, que vai haver sempre
todos os anos.

Figura 16- Página de eventos


Fonte: Autoras do projeto 53
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4.1.5 Restaurante
Segue-se então as páginas do restaurante, onde a pessoa poderá visualizar a cardápio do
mesmo.

Figura 17- Cardápio (Sopas)


Fonte: Autoras do projeto

Figura 18- Cardápio (Pratos de Carne)


Fonte: Autoras do projeto

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Figura 19- Cardápio (Pratos de Peixe)

Fonte: Autoras do projeto

Figura 20- Cardápio (Sobremesas)

Fonte: Autoras do projeto

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4.1.6 Horários
Em seguida apresentamos o horário de funcionamento do Ribapark e do restaurante. Os
visitantes do nosso site ao clicarem no botão “Entre em contacto”, irão logo efetuar uma
chamada para o nosso parque.

Fonte: Autoras do projeto

Figura 21- Horário de funcionamento


Fonte: Autoras do projeto

4.1.7 Dúvidas
Nesta local do site, damos a oportunidade aos clientes e futuros visitantes de expor as suas
dúvidas.

Figura 22- Página de dúvidas


Fonte: Autoras do projeto 56
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4.1.8 Opiniões dos nossos clientes


Esta página serve para que os nossos clientes possam dar a sua opinião e também contar
a sua experiência ao visitar o nosso parque, isso faz com que nós consigamos ter uma
perceção do que também podemos melhorar futuramente no Ribapark.

Figura 23- Página de opiniões dos nossos clientes


Fonte: Autoras do projeto

4.2 Flyer
O flyer vai servir para divulgar o Ribapark, iremos oferecer um aos visitantes do parque.

Figura 24- Flyer (Frente)


Fonte: Autoras do projeto 57
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Na parte da frente do flyer encontramos o logotipo do parque, a localização, o número de


telefone, o e-mail e o site.

Figura 25- Flyer (Verso)


Fonte: Autoras
No verso do flyer podemos observar descrito umdodos
projeto
objetivos do parque, a data, nome e
algumas coisas que irá haver no evento anual do Ribapark e também poderemos ver
algumas atividades presentes no nosso estabelecimento.

4.3 Cartões da empresa

Os cartões da empresa vão servir para trocas de contactos a níveis de informações


empresariais e de negócios.

Figura 26- Cartões de visita (Frente)


Fonte: Autoras do projeto
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Na parte da frente dos cartões de visita podemos observar o logótipo, a identificação de


cada uma de nós e os números de telemóvel individual.

Figura 27- Cartões de visita (Verso)


Fonte: Autoras do projeto

No verso dos cartões temos o número de telefone da empresa, a localização, o e-mail e o


nosso website.

4.4 T-shirt do staff


O staff do Ribapark irá ter vestido sempre uma t-shirt com o logótipo da empresa na parte
da frente e com “staff” escrito na parte das costas para assim serem facilmente identificados
pelos visitantes.

Figura 28- T-shirt (Frente) Figura 29- T-shirt (Costas)


Fonte: Autoras do projeto Fonte: Autoras do projeto
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5. Possíveis parcerias
As parcerias são acordos benéficos entre duas ou mais empresas, com responsabilidades
partilhadas em vários níveis. São relações de colaboração entre entidades para trabalhar
em conjunto para atingir objetivos comuns.

As possíveis parcerias do Ribapark são:

Caixa Geral de Depósitos

Câmara Municipal de Benavente

Junta de Freguesia Benavente

Seguros Fidelidade

Orizonte Golf (Ribagolfe)

Oliveira&Macau Intercâmbios

Vitória Hotel

Sweet Spot Hostel

Tabela 8- Parcerias
Fonte: Autoras do projeto
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com a elaboração deste relatório do projeto da Prova de Aptidão Profissional (PAP),
conseguimos expor todo o conteúdo do nosso projeto, e todos os conceitos importantes
para a sua realização.

Na realização desta Prova de Aptidão Profissional foram aplicados todos os conhecimentos


adquiridos ao longo destes três anos de formação escolar do Curso Profissional Técnico
de Informação e Animação Turística. Apesar de cansativo e trabalhoso, foi um projeto
recompensador, com o objetivo de dar a conhecer as tradições do Ribatejo. Com criação
de várias atividades pretende-se divulgar a cultura Ribatejana de forma a atrair o maior
número de pessoas a conhecer a região, a pensar também nas pessoas de mobilidade
reduzida, de forma a que as mesmas possam desfrutar igualmente das nossas atividades.

O presente projeto não se enquadra num só tipo de Turismo, está inserido no Turismo
Cultural, de Lazer e de Animação, o mesmo tem alguns objetivos estratégicos sendo eles:
uma alta taxa de vendas de bilhetes, chamar à atenção de um maior número de pessoas
estrangeiras e fazer acordos com empresas de forma a ter patrocínios e uma maior
divulgação.

Podemos salientar que criar um Parque Temático não é o mesmo que criar um Parque de
Diversões, a diferença entre eles é que os Temáticos são direcionados para um único tema
específico, já os de Diversão não.

Em suma, sentimentos algumas dificuldades na escolha dos preços e também no


orçamento do projeto. Acreditamos que sentir dificuldades seja normal, pois realizámos
pela primeira vez um projeto de raiz e não tínhamos muita noção do que era necessário
para o realizar.

Apesar de ter sido, como referido anteriormente, um trabalho puxado e rigoroso, sentimo-
nos bastante realizadas por todo o trabalho que desempenhámos, gostámos muito de
realizar todo este projeto em si, pois saber que através do mesmo podemos promover o
Ribatejo, sendo que é a região onde crescemos e que temos bastante orgulho, deixa-nos
muito felizes.

Todos os prazos e requisitos do projeto e relatório foram cumpridos.

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A nossa autoavaliação é positiva para ambas, pois superamos todos os objetivos propostos
e este projeto permitiu-nos aumentar os nossos conhecimentos.

Concluímos que no início não foi fácil realizar este projeto, porque não era a nossa primeira
opção, mas depois tratamos dos pontos mais importantes para a realização do mesmo e
assim fomos ganhando mais interesse e gosto pelo projeto.

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WEBGRAFIA
[Link]

(Consultado a 24 de janeiro de 2022)

[Link]
do-turismo/48704#

(Consultado a 25 de janeiro de 2022)

[Link]

(Consultado a 26 de janeiro de 2022)

[Link]

(Consultado a 24 de fevereiro de 2022)

[Link]

(Consultado a 16 de março de 2022)

[Link]

(Consultado a 28 de março de 2022)

[Link]

(Consultado a 30 de março de 2022)

[Link]

(Consultado a 19 de abril de 2022)

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Relatório da Prova de Aptidão Profissional

ANEXOS

Anexo 1- Buggy Elétrico


Fonte:[Link]
detail/[Link]

Anexo 2- Questionário de Satisfação (Português)


Fonte: Autoras do projeto
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Anexo 3- Questionário de satisfação (Inglês)


Fonte: Autoras do projeto

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