Area Matematica
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PROVA OBJETIVA
a) A soma dos valores absolutos dos zeros da função é igual ao valor máximo da função.
b) O valor absoluto de um dos zeros é igual ao valor máximo da função.
c) A soma dos zeros da função e do valor máximo da função é
d) A diferença entre a soma dos zeros da função e o valor máximo da função é 1.
e) A soma dos zeros da função é igual ao valor máximo da função.
( ) ( ) ( ).
a)
b)
c)
d)
e)
( ) {
4. Em certo clube de futebol, sabe-se que 80% dos pênaltis marcados são cobrados por jogadores destros. A
probabilidade de um pênalti ser convertido se o cobrador for destro é 40% e de 70% caso o jogador seja
canhoto. Se um pênalti acabou de ser marcado, a probabilidade de o pênalti ser convertido é:
a) 0,14
b) 0,32
c) 0,46
d) 0,60
.
1 Área: Matemática INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
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e) 0,78
5. Considerando, no plano, os retângulos de perímetro e círculos cujos comprimentos de circunferência são
iguais a , é incorreto afirmar que:
( ) ( ) ( ) ( ) ( )
a) 125
b) 156
c) 212
d) 216
e) 324
8. Duas retas e , no plano, são dadas pelas equações e , respectivamente. Seja A o ponto
de intersecção das retas dadas e B e C pontos no primeiro quadrante, tais que e . Sabendo que
( ) ( ) √ , então a reta que passa por B e C tem equação:
a)
b)
c)
d)
e)
( )
a) ( )
b) Não existe ( )
c) é uma assíntota vertical.
d) é descontínua nos reais.
e) não é diferenciável nos reais.
.
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10. Seja A uma matriz quadrada , com e o valor numérico do determinante da matriz A, analise as
afirmações a seguir:
a) apenas I
b) apenas I e II.
c) apenas II e III.
d) apenas I, III e IV.
e) todas.
( ) {
a) é descontínua em
b) é contínua em
c) é contínua em { ( ) }
d) é contínua em um conjunto finito de
e) é descontínua apenas em { ( ) }
12. Três amigos J, M e B chegam no mesmo dia para aproveitar as férias na ensolarada Maceió. Na cidade,
existem 6 hotéis disponíveis, . Sabendo que cada hotel tem pelo menos três vagas,
qual/quais das afirmações abaixo, referentes à forma em que os amigos podem ficar hospedados, é/são
correta(s)?
a) Apenas a afirmação I .
b) Apenas a afirmação II .
c) Apenas a afirmação III.
d) Apenas a afirmações II e III.
e) Todas as afirmações.
13. Supondo que precisamos construir um cilindro cuja área da superfície seja , qual deve ser,
respectivamente, as medidas da altura e do raio da base para termos o maior volume possível?
a) 4 cm e 2 cm
b) 2 cm e 4 cm
c) 4 cm e 3 cm
d) 16 cm e 2 cm
e) 8 cm e 2 cm
.
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14. Na aritmética dos restos, dizer que ( )-lê-se côngruo módulo - é equivalente a dizer que e
deixam o mesmo resto na divisão por . Munido desta definição, observe as afirmações baixo:
I. ( )
II. ( )
III. ( )
IV. ( ) ( )
15. Supondo que precisamos construir um cilindro cujo volume seja de , qual é a menor área possível da
superfície?
a)
b) √
c) √
d) √
e)
( ) ( )
{
( ) ( )
√
a)
√
b)
√
c)
√
d)
e) √
)
)
É correto afirmar, independente das possíveis posições que o ponto, a reta e o plano ocupem no espaço, que:
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18. Certo planeta M descreve uma trajetória elíptica em torno de uma estrela O. Considerando o sistema de
coordenadas cartesianas no plano, a equação que determina essa trajetória é dada por , com O
localizado na origem do sistema cartesiano ortogonal e e dados em milhões de quilômetros. Em certo
momento da trajetória, o ângulo ̂ é de , onde A é um ponto do eixo positivo das abscissas. A distância, em
milhões de quilômetros, do planeta M à estrela O no momento descrito acima é de:
√
a)
√
b)
√
c)
√
d)
e) √
( )
( ) ( )
( )
20. Dados dois inteiros e , dizemos que I - lê-se divide - quando existe um inteiro tal que .
Aplicando-se a definição acima citada, afirma-se:
I. I( )
II. I( )
III. I( )
a) Apenas I é verdadeira.
b) Apenas II é verdadeira.
c) Apenas III é verdadeira.
d) Apenas II e III são verdadeiras.
e) Todas as afirmações são verdadeiras.
( ) ( )
.
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22. Sabendo que no desenvolvimento do binômio ( ) , podemos afirmar que o valor de , com
, é:
a) 1
b) 2
c) 3
d) 4
e) 5
23. Se a variação da área de uma esfera que dilatou com o aumento de temperatura, e que inicialmente tinha raio
de medida √ , foi , a variação do volume foi:
a) √ .
b) √ .
c) √ .
d) √
e) √ .
24. Suponha que, na cidade de Maceió, o horário do pôr do sol durante o ano de 2013 foi descrito pela função
( ) ( ) ( ) ( )
Onde é o tempo em dias e o dia 1º de janeiro. Com base nessas informações, julgue as afirmações:
( ) { ( )}
é correto afirmar que:
26. O algoritmo da divisão de Euclides diz que, dados , com , existem dois números e (únicos), tais
que , com . Dado um número inteiro , o resto da divisão de por 20 é 8. Caso seja
dividido por 5, deixará resto igual a
a) 0
b) 1
c) 2
d) 3
e) 4
.
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a) ( ) ( ) .
b) A função é contínua em seu domínio.
c) A função é diferenciável em seu domínio.
d) A função é contínua em .
e) A função tem uma assíntota vertical.
28. Dados os números naturais e , com , existe uma expansão do número na base , isto é, existem
números inteiros não negativos , todos menores que , unicamente determinados, tais que
a) 4
b) 5
c) 6
d) 8
e) 10
29. A respeito das possíveis interseções entre planos, cones, cilindros e esferas, é incorreto afirmar que:
30. Sejam A e B dois pontos no primeiro quadrante e e duas retas no plano, com e . Sabemos que
a) ( )
b) ( )
c) ( )
d) ( )
e) ( )
.
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32. No plano, é dada uma parábola de equação e uma reta de equação , que tangencia a
parábola no ponto ( ). Se ( ) é coordenada de , tal que e , as coordenadas de ( )são
iguais a:
a) ( )
b) ( )
c) ( )
d) ( )
e) ( )
33. Considerando um cilindro C de altura e base com raio e uma esfera E de raio inscrita no cilindro,
considerando √ , é certo afirmar que:
a) 0
b)
c)
d)
e)
( )
.
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36. No que se refere à organização da educação nacional, a LDB n° 9.394/96 estabelece que:
37. Compreendendo que a gestão do trabalho escolar como processo que vem se consolidando como resultante
das lutas dos educadores brasileiros em busca da consolidação de um modelo de escola pautado nos
princípios democráticos, é possível afirmar que:
I. Apesar da discussão da gestão democrática tomar assento, de forma sistematizada na educação brasileira,
a partir da inserção do princípio constitucional na Constituição Federal de 1988 e da LDB 9.394/96, tal
discussão vem materializar, na forma da lei, os processos de luta que nascem nos idos dos anos 30 do
século passado;
II. O movimento de redefinição das práticas administrativas no interior das escolas é um processo inerente ao
próprio movimento de redefinição da sociedade que, partindo de um modelo de escola tradicional, se
redefine em busca de práticas que superem as relações de trabalho horizontalizadas e rigidamente
marcadas;
III. A concepção de gestão vai além da ideia de administração escolar, mas não a substitui, visto que atribui
aos gestores a responsabilidade pela condução dos processos administrativos e pedagógicos na escola;
IV. O Projeto Político Pedagógico da escola nasce dos interesses da comunidade escolar em materializar o
processo de gestão democrática nas organizações escolares, em busca de uma ação conjunta e partilhada,
pensando a escola na sua totalidade, definindo coletivamente as necessidades e delegando ao gestor
administrativo a responsabilidade pelo encaminhamento da decisão final, visto ser o representante legal das
instâncias colegiadas na/da escola.
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38. A compreensão do Currículo como espaço de legitimação do pensar dos diferentes atores sociais, tem tomado,
ao longo da história, diferentes configurações a partir das teorias do currículo. Assim, o currículo é percebido
como campo em construção e território contestado. Acerca do currículo, pode-se afirmar que:
I. A relação entre contexto socioeconômico e político, educação e currículo oficial evidencia-se em todos os
períodos da história da educação brasileira, à medida que as políticas educacionais e os currículos oficiais,
são fruto das relações mais amplas que ocorrem na sociedade, ou seja, os currículos oficiais foram
adequados aos contextos, especialmente na garantia dos interesses dominantes, atendendo às
necessidades econômicas e políticas, na medida do desenvolvimento da sociedade;
II. Com base nas teorias tradicionais, a escola fora pensada como uma fábrica sendo seu foco identificar os
objetivos da educação, formar o trabalhador especializado e proporcionar uma educação geral e acadêmica
a população. Nesse momento, escola e currículo foram utilizados por forças políticas, econômicas e
culturais, objetivando envolver a educação das massas e assim garantir a disseminação da ideologia
dominante;
III. As teorias pós-críticas evidenciam as discussões do currículo multiculturalista, com destaque para a
diversidade das formas culturais do mundo contemporâneo, onde nenhuma cultura pode ser julgada não
superior a outra, validando o movimento de contraposição ao currículo universitário clássico, que
privilegiava a cultura branca, masculina, europeia e heterossexual, ou seja, a cultura socialmente
dominante;
IV. As teorias críticas e pós-críticas surgem com a reconfiguração dos cenários sociais, bem como com a
necessidade de interrogar o caráter de neutralidade da educação escolar e do currículo e questionar a mera
transmissão de saberes elaborados por um determinado grupo.
39. Os estudiosos da educação, como Libâneo (2008), concordam em classificar as tendências pedagógicas em
dois grupos: as de cunho liberal e as de cunho progressista. Nesse sentido, é correto afirmar que:
I. Na Tendência Pedagógica Liberal Tradicional, a didática é uma disciplina normativa, que regulamenta o
ensino a partir de regras e princípios. A atividade de ensinar é centrada no professor, e os alunos “gravam”
a matéria a partir das aulas expositivas e repetição de exercícios.
II. A Tendência Pedagógica Progressista Libertadora, pautada nas ideias de Freire, propõe que a atividade
escolar seja centrada na discussão de temas sociais e políticos, baseados na realidade social dos sujeitos
inseridos no processo de ensino-aprendizagem. Professor e alunos analisam problemas e realidades do
meio socioeconômico e cultural da comunidade local, visando à ação coletiva para a resolução dessas
problemáticas a partir dos temas geradores.
III. A Tendência Pedagógica Liberal Tecnicista se desenvolveu no Brasil na década de 1950, ganhando maior
autonomia a partir dos anos de 1960. Ela é inspirada na teoria montessoriana de aprendizagem, sendo
imposta as escolas pelos organismos oficiais conforme a orientação política do regime militar vigente. O
professor é um administrador e executor do planejamento, tendo como focos a técnica instrumental e o uso
de manuais de instrução.
IV. A Tendência Pedagógica Progressista Crítico-Social dos Conteúdos parte dos interesses majoritários da
sociedade, atribuindo à instrução e ao ensino o papel de proporcionar aos alunos o domínio de conteúdos
científicos, os métodos de estudo e habilidade e hábitos de raciocínio cientifico, de maneira que possibilite a
formação da consciência crítica face à realidade social, tendo o professor como modelador desse processo
de ensino e aprendizagem.
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40. A educação especial, como modalidade de ensino transversal a todos os níveis e etapas, é parte integrante da
educação pedagógico regular e dentro de uma proposta de gestão escolar democrática, deve ser prevista no
Projeto Político Pedagógico da unidade escolar, respeitando as especificidades a ela atribuídas. Nesse
sentido, pode-se afirmar que é verdadeira a alternativa:
a) Os processos de inclusão, a partir do que está posto na legislação brasileira e mais especificamente no
Parecer CNE/CB 7/2010, que legitima as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica,
defendem que, dentre outras questões, sejam observadas as orientações de pleno acesso e efetiva
participação dos estudantes no ensino regular, a oferta do atendimento educacional especializado, bem
como a formação de professores para o AEE e para o desenvolvimento de práticas educacionais inclusivas.
b) No sentido de atender ao imperativo da educação como direito de todos, a sociedade brasileira e seus
sistemas escolares têm-se mobilizado no tocante ao atendimento a todas as demandas próprias dessa
oferta de ensino, primando pelo atendimento aos sujeitos professores e alunos dessa modalidade de
ensino. Assim dizendo, no território nacional temos uma concepção de escola efetivamente inclusiva.
c) A materialização de uma sociedade e de uma escola inclusiva se reafirma pela declaração do direito e
respeito a pessoa humana, corporificada nas políticas e práticas educacionais.
d) O Projeto de Lei nº 8035/2010, que cria o Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020), traz um novo
desafio aos sistemas de ensino quando em sua meta 4: propõe “Universalizar, para a população de 4 a 17
anos, o atendimento escolar aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e
altas habilidades ou superlotação na rede regular de ensino”, sendo responsabilidade tão somente dos
entes federados tal oferta.
e) Apesar dos esforços empreendidos pela legislação brasileira no sentido de solidificar sistemas educacionais
comprometidos com o processo de inclusão nas escolas da rede regular de ensino, percebe-se tal
proposição como algo que jamais se consolidará em nossa sociedade, haja vista seu alicerce nas bases
das relações autoritárias, marcada por preconceitos, divisão e segregação daqueles que não estão
preparados para o mundo do trabalho. Nesse sentido, qualquer proposta que se contraponha ao movimento
“natural” da sociedade e seus condicionantes está fadada ao fracasso.
41. Em setembro de 2012, a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação aprovou a
Resolução n° 06 que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível
Médio. De acordo com essa Resolução, podemos afirmar que:
42. Atentando para o fato de que a gestão resulta de um novo entendimento a respeito da condução dos destinos das
organizações, considerando o todo em relação as suas partes e destas entre si, promovendo assim maior efetividade
na coordenação dos processos, afinados com as diretrizes e políticas educacionais públicas, podemos afirmar que:
I. Em se tratando do Projeto Político Pedagógico (PPP) e seu imbricamento na relação com a gestão escolar,
por razões pedagógicas e técnico-administrativas, reforçam-se hoje a necessidade e o desafio de cada
escola construir seu projeto e administrá-lo, visto ser uma tarefa fácil, já que é um trabalho distribuído entre
os vários segmentos da escola, dado o fato de ser um documento importante para a instituição;
.
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II. Quando se pensa que os pressupostos basilares da administração não podem ser substituídos pelos
pressupostos da gestão, tal afirmação se sustenta dado o fato de que os processos de racionalização, com
ênfase na burocratização e na tecnocracia, têm sido os responsáveis pela eficiência e a eficácia esperada
pelo sistema educacional brasileiro;
III. O movimento de democratização das relações de trabalho nas organizações escolares rediscute o papel
dos diferentes profissionais nas escolas, percebendo aqueles que, outrora subalternos, que aceitavam,
humilhados, ser alijados do processo de discussão pedagógica, na contemporaneidade, pensam seu
mundo e vão construindo-se cotidianamente;
IV. A organização e gestão da escola visa à promoção do envolvimento das pessoas no trabalho, por meio da
participação consciente, da avaliação do acompanhamento dessa participação, no sentido de estabelecer
relações de trabalho que possibilitem a efetivação do trabalho na escola e na sala de aula;
V. Analisando as relações construídas sob as bases do modo de produção capitalista, percebe-se que há uma
impossibilidade estrutural de se construírem relações de trabalho democráticas nas organizações escolares,
pois isto estaria em contraposição ao que historicamente tem se cristalizado como modelo socialmente
válido, basta a escola adaptar-se à esse modo de produção capitalista.
Está(ão) correta(s):
a) Apenas a alternativa I.
b) As alternativas I, III e IV.
c) Apenas a alternativa V.
d) As alternativas III e IV.
e) Apenas a alternativa II.
43. No que se refere à organização curricular e à duração dos cursos de Educação Profissional Técnica de Nível
Médio, é correto afirmar que:
a) A estruturação dos cursos é orientada pela concepção do eixo tecnológico, considerando a matriz
tecnológica; o núcleo politécnico comum correspondente a cada eixo tecnológico em que se situa o curso;
os conhecimentos e as habilidades nas áreas de linguagens e códigos, ciências humanas, matemática e
ciências da natureza vinculados à Educação Básica; a pertinência, a coerência, a coesão e a consistência
de conteúdos articulados ao mundo do trabalho; e a atualização permanente dos cursos e currículos.
b) Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, na forma articulada, têm cargas horárias totais
de, no máximo, 3.000, 3.100 ou 3.200 horas.
c) A prática profissional, prevista na organização curricular do curso, deve estar continuamente relacionada
aos seus fundamentos científicos e tecnológicos, orientada pelo mercado de trabalho como princípio
pedagógico que possibilita ao educando enfrentar o desafio do desenvolvimento da aprendizagem
permanente.
d) O currículo, apresentado no plano de curso e com base no princípio do pluralismo de ideias e concepções
pedagógicas, é prerrogativa e responsabilidade da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica.
e) Os cursos de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, na forma articulada integrada com o Ensino
Médio na modalidade Educação de Jovens e Adultos, têm carga horária mínima de 2.000 horas, devendo
assegurar, cumulativamente, o mínimo de 1.000 horas para a formação no Ensino Médio, acrescidas 1.000
horas destinadas à formação profissional do técnico de nível médio.
44. Em se tratando do planejamento e da avaliação como ações inerentes à prática docente, podemos afirmar que:
I. Os estudos das estruturas macro e suas relações com as estruturas micro nos levam à análise da avaliação
como instrumento para exercício do poder. Desse modo, as relações de poder materializadas desde as
práticas sociais mais elementares perpetuam nas práticas escolares e nas suas propostas avaliativas.
Desse modo, perde o sentido falar-se em avaliação numa perspectiva mais democrática, visto que nada
mais é do que um processo de seleção e classificação dos sujeitos e de suas aprendizagens;
II. Planejar, na perspectiva contemporânea, constitui-se momento de reflexão sobre o processo de ensino,
enquanto que a avaliação nesse processo responde pela verificação das aprendizagens;
III. Dada a dinâmica da prática docente e dos interesses e necessidades dos estudantes, insistir no
planejamento é buscar prisões, impedir a inspiração, esquecer-se das pessoas. Dado o fato dos
professores já dominarem a ação do planejamento, pode-se dizer que o planejamento tira a liberdade
porque constrange a ir por ele sem deixar outros caminhos;
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12 Área: Matemática INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
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IV. A avaliação tem sido discutida na perspectiva de se constituir como processo contínuo de análise do
processo de ensino aprendizagem, possibilitando a revisão do processo e replanejamento das várias etapas
do processo do trabalho docente.
45. A Lei n° 11.645/2008 altera a Lei n° 9.394/96, modificada pela Lei n° 10.639/2003, que estabelece as diretrizes
e bases da educação nacional, para incluir, no currículo oficial da rede de ensino, a obrigatoriedade da temática
“História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”. Com base nessa legislação, podemos afirmar que:
I. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e de ensino médio, torna-se obrigatório o estudo da história e
cultura afro-brasileira e indígena para as escolas públicas, ficando facultado para as escolas privadas;
II. O conteúdo programático a que se refere esta Lei incluirá os diversos aspectos da história e da cultura que
caracterizam a formação da população brasileira, a partir desses dois grupos étnicos, tais como o estudo da
história da África e dos africanos, a luta dos negros e dos povos indígenas no Brasil, a cultura negra e
indígena brasileira e o negro e o índio na formação da sociedade nacional, resgatando as suas
contribuições nas áreas social, econômica e política, pertinentes à história do Brasil;
III. Os conteúdos referentes à história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros serão ministrados
no currículo escolar, apenas nas áreas de educação artística, de literatura e da história brasileira.
46. Frigotto (2010), discutindo acerca das formas que assume o trabalho no capitalismo, discute a dupla face do
trabalho, seja em sua dimensão criadora da vida humana (dimensão ontológica), ou o trabalho assalariado.
Acerca das questões pertinentes ao trabalho e sua relação com a educação, podemos afirmar que:
I. O trabalho, em seu sentido de produção de bens úteis, materiais e simbólicos ou criador de valores de uso,
é condição constitutiva da vida dos seres humanos em relação aos outros;
II. A concepção de trabalho como princípio educativo carrega em seu bojo o conceito ontológico de
propriedade: o direito de o ser humano, em relação e acordo solidário com os demais, apropriar-se,
transformar, criar e recriar, mediado pelo conhecimento, ciência e tecnologia;
III. Nas sociedades alicerçadas no modo de produção capitalista, a produção exige intercâmbio de relações,
mercadorias e dinheiro, mas sua diferença específica é a compra e venda da força de trabalho. O trabalhador
vende e o capitalista compra a força de trabalho do trabalhador. Daí ser o trabalho o sustentáculo do capital,
estando a ele submetido e por ele regulado, não cabendo contestação de tal modelo;
IV. Quando se pensa em uma educação que responda aos anseios da sociedade contemporânea, faz-se
necessário tratar de combater o ideário e os valores neoliberais e de prosseguir lutando para construir
sociedades fundadas nos valores e princípios da igualdade, da solidariedade e da generosidade humana,
colocando a ciência e a técnica e os processos educacionais a serviço da dilatação da vida para todos os
seres humanos.
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47. O papel da didática na formação de professores tem possibilitado grandes reflexões sobre o processo de
ensino-aprendizagem. O objeto de estudo da didática é o processo de ensino-aprendizagem, pautado no
princípio da multidimensionalidade (CANDAU, 2005), a partir das dimensões humana, técnica e político-social.
Nesse sentido, podemos afirmar que:
I. A Educação Básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de
períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por
forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar,
em que o calendário escolar deverá adequar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a
critério do respectivo sistema de ensino, reduzindo o número de horas letivas previsto nesta Lei;
II. A Educação Básica, nos níveis fundamental e médio, terá a carga horária mínima anual de oitocentas
horas, distribuídas por um mínimo de cento e oitenta dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo
reservado aos exames finais, quando houver;
III. Os currículos da Educação Infantil, do Ensino Fundamental e do Ensino Médio devem ter base nacional comum, a
ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada,
exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos;
IV. Na oferta de Educação Básica para a população rural, os sistemas de ensino promoverão as adaptações
necessárias à sua adequação às peculiaridades da vida rural e de cada região, especialmente nos
conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona
rural; na organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola
e às condições climáticas; na adequação à natureza do trabalho na zona rural.
a) I, II e III.
b) II e IV.
c) I, II e IV.
d) III e IV.
e) I e III.
49. Buscando uma leitura do trabalho nas sociedades aportadas no modo de produção capitalista, suas múltiplas
faces e dimensões, pode-se afirmar que:
I. Mesmo compreendendo que o capital não pode subordinar a ciência, a tecnologia, o trabalho e os processos
educacionais e se constituir na medida da vida, visto que é o ser humano o centro e a medida de tudo, tal
asserção não se sustenta na contemporaneidade se pensarmos o trabalho a partir de sua dimensão de
.
14 Área: Matemática INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
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exploração, onde, na maior parte das vezes, se dá em condições de um trabalho repetitivo, vigiado e mal
remunerado, o que anula qualquer entendimento contrário à ideia de trabalho nas sociedades capitalistas;
II. Como criador da vida humana, o trabalho transforma os bens da natureza ou os produz para responder,
antes de tudo, às suas múltiplas necessidades. Logo, constitui-se imprescindível ao homem desde sempre;
III. O trabalho como princípio educativo vincula-se à forma de ser dos seres humanos, pois somos parte da
natureza e dependemos dela para reproduzir a nossa vida. E é pela ação vital do trabalho que os seres
humanos transformam a natureza em meios de vida. Se essa é uma condição imperativa, socializar o
princípio do trabalho como produtor de valores de uso, para manter e reproduzir a vida, é crucial e
“educativo”;
IV. Nas discussões sobre o trabalho no capitalismo, não tomam assento as questões acerca do trabalho como
princípio educativo, dado seu caráter alienador e mutilador da vida dos trabalhadores, visto ser o processo
de trabalho dominado e modelado pela acumulação e expansão do capital e para a criação de um lucro.
a) I, III e IV.
b) II e IV.
c) II e III.
d) I e IV.
e) Apenas a alternativa I.
I. Relação e articulação entre a formação desenvolvida no Ensino Médio e a preparação para o exercício das
profissões técnicas, visando à formação integral do estudante;
II. Trabalho assumido princípio do modo de produção capitalista, com enfoque no mercado e com base na
proposta político-pedagógica e do desenvolvimento curricular;
III. Articulação da Educação Básica com a Educação Profissional e Tecnológica, na perspectiva da segregação
entre saberes específicos para a produção do conhecimento e a intervenção social, assumindo a pesquisa
como princípio pedagógico;
IV. Reconhecimento dos sujeitos e suas diversidades, considerando, entre outras, as pessoas com deficiência,
transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, as pessoas em regime de acolhimento ou
internação e em regime de privação de liberdade;
V. Reconhecimento das identidades de gênero e étnico-raciais, assim como dos povos indígenas, quilombolas
e população do campo;
VI. Identidade dos perfis profissionais de conclusão de curso, que contemplem conhecimentos, competências e
saberes profissionais requeridos pela natureza do trabalho, pelo desenvolvimento tecnológico e pelas
demandas sociais, econômicas e ambientais.
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15 Área: Matemática INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
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RASCUNHO
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16 Área: Matemática INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS
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