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Acls 1

O documento apresenta um algoritmo circular para a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) em adultos, detalhando as etapas a serem seguidas em caso de parada cardíaca, incluindo administração de medicamentos, monitoramento e verificação do ritmo. As instruções são organizadas em caixas numeradas que guiam o profissional de saúde através das ações necessárias, enfatizando a importância da qualidade da RCP e o tratamento de causas reversíveis. Além disso, o documento aborda cuidados pós-PCR e bradicardia, com orientações específicas para cada situação.

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O documento apresenta um algoritmo circular para a ressuscitação cardiopulmonar (RCP) em adultos, detalhando as etapas a serem seguidas em caso de parada cardíaca, incluindo administração de medicamentos, monitoramento e verificação do ritmo. As instruções são organizadas em caixas numeradas que guiam o profissional de saúde através das ações necessárias, enfatizando a importância da qualidade da RCP e o tratamento de causas reversíveis. Além disso, o documento aborda cuidados pós-PCR e bradicardia, com orientações específicas para cada situação.

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Algoritmo circular de PCR para adultos

Os quadros numerados em cascata e o padrão circular correspondem às ações que o profissional deve executar em sequência.

Caixa 1
Inicie a RCP
●​ Administre oxigênio
●​ Coloque o monitor/desfibrilador.

Caixa 2
●​ Verifique o ritmo. Este quadro inicia um padrão repetitivo, representado pela parte externa de um círculo.​
Se FV/TVSP, administre choque, seguido por 2 minutos de:
​ –RCP contínua
​ –Monitore a qualidade da RCP
​ –RCP contínua
●​ Após 2 minutos, verifique o ritmo novamente e repita este ciclo até o retorno da circulação espontânea (RCE) e, em
seguida, inicie os cuidados pós-PCR.
Dentro do círculo, estão listados itens a serem executados conforme necessário durante o esforço de ressuscitação:
Tratamento medicamentoso
●​ Acesso IV/IO
●​ Epinefrina a cada 3 a 5 minutos
●​ Amiodarona ou lidocaína para FV refratária/TVSP
Considere via aérea avançada
●​ Capnografia quantitativa com forma de onda
Trate as causas reversíveis

Barra lateral
Qualidade da RCP
●​ Comprima com força (pelo menos 5 cm) e rapidez (100 a 120/min) e aguarde o retorno total do tórax.
●​ Minimize as interrupções nas compressões.
●​ Evitar ventilação excessiva.
●​ Alterne as pessoas que aplicam as compressões a cada 2 minutos ou antes, se houver cansaço.
●​ Sem via aérea avançada, relação compressão-ventilação de 30 para 2.
●​ Capnografia quantitativa com forma de onda
​ –Se PETCO2 estiver baixo ou diminuindo, reavalie a qualidade da RCP.
Carga do choque para desfibrilação
●​ Bifásica: Recomendação do fabricante ([Link]., dose inicial de 120 a 200 Joules); se desconhecida, usar máximo
disponível. A segunda dose e as subsequentes devem ser equivalentes, podendo ser consideradas doses mais altas.
●​ Monofásica: 360 Joules
Tratamento medicamentoso
●​ Dose IV/IO de epinefrina: 1 miligrama a cada 3 a 5 minutos
●​ Dose IV/IO de amiodarona: Primeira dose: bolus de 300 mg. Segunda dose: 150 miligramas.​
ou​
Dose IV/IO de lidocaína: Primeira dose: De 1 a 1,5 miligrama por quilograma. Segunda dose: De 0,5 a 0,75 miligrama
por quilograma.
Via aérea avançada
●​ Intubação endotraqueal ou via aérea supraglótica avançada
●​ Capnografia com forma de onda ou capnometria para confirmar e monitorar
Colocação de tubo ET
●​ Quando houver uma via aérea avançada, administre 1 ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações por minuto) com
compressões torácicas contínuas
Retorno da circulação espontânea (RCE)
●​ Pulso e pressão arterial
●​ Aumento abrupto prolongado no PETCO2 (normalmente maior ou igual a 40 milímetros de mercúrio)
●​ Ondas de pressão arterial espontânea com monitoramento intra-arterial
Causas reversíveis
●​ Hipovolemia
●​ Hipóxia
●​ Hidrogênio (acidemia)
●​ Hipo/hipercalemia
●​ Hipotermia
●​ pneumo”T”órax hipertensivo
●​ Tamponamento, cardíaco
●​ Toxinas
●​ Trombose, pulmonar
●​ Trombose, coronária
O ritmo é chocável?
Algoritmo de PCR para adultos Se sim, vá para a Caixa 5 ou para a Caixa 7.
Se não, vá para a Caixa 12.
As caixas numeradas em cascata correspondem às ações que o
profissional deverá executar em sequência. Cada caixa é separada por
Caixa 12
uma seta que significa o caminho que o profissional deverá seguir.
●​ Se não houver sinal de retorno da circulação
Algumas caixas são separadas por 2 setas, que levam a diferentes
espontânea (RCE), vá para a Caixa 10 ou a Caixa 11
caixas, significando que o profissional deverá seguir um caminho
●​ Se houver RCE, vá para Cuidados pós-PCR
diferente, dependendo do resultado da ação anterior. Os caminhos
●​ Considere se é adequado continuar com a
estão vinculados com hiperlinks.
ressuscitação
Caixa 1
Barra lateral
Inicie a RCP
Qualidade da RCP
●​ Forneça oxigênio
●​ Coloque o monitor/desfibrilador ●​ Comprima com força (pelo menos 5 cm) e rápido (100
Ritmo chocável? a 120/min) e aguarde o retorno total do tórax.
Sim, vá para a Caixa 2 para FV/TVSP. ●​ Minimizar as interrupções nas compressões.
Não, vá para a Caixa 9 para assístole/AESP. ●​ Evitar ventilação excessiva.
●​ Alterne os responsáveis pela compressão a cada 2
Caixa 2 minutos ou antes, se houver cansaço.
FV/TVSP ●​ Sem via aérea avançada, relação
compressão-ventilação de 30:2.
Caixa 3 ●​ Capnografia quantitativa com forma de onda
Administre o choque.
​ –Se PETCO2 estiver baixo ou caindo,
Caixa 4 reavalie a qualidade da RCP.
RCP por 2 minutos Carga do choque para desfibrilação
●​ Acesso IV/IO ●​ Bifásica: recomendação do fabricante (por exemplo,
O ritmo é chocável? dose inicial de 120 a 200 J); se desconhecida, use o
Se sim, vá para a Caixa 5. máximo disponível. A segunda dose e as
Se não, vá para a Caixa 12. subsequentes devem ser equivalentes, podendo ser
consideradas doses mais altas.
Caixa 5 ●​ Monofásica: 360 Joules
Administre o choque. Tratamento medicamentoso
●​ Dose IV/IO de epinefrina: 1 mg a cada 3 a 5 minutos
Caixa 6
●​ Dose IV/IO de amiodarona: Primeira dose: bolus de
RCP por 2 minutos
300 mg. Segunda dose: 150 mg.​
●​ Epinefrina a cada 3 a 5 minutos.
ou​
●​ Considere via aérea avançada, capnografia.
Dose IV/IO de lidocaína: Primeira dose: 1 a 1,5 mg/kg.
O ritmo é chocável?
Segunda dose: 0,5 a 0,75 mg/kg.
Se sim, vá para a Caixa 7.
Via aérea avançada
Se não, vá para a Caixa 12.
●​ Intubação endotraqueal ou via aérea supraglótica
Caixa 7 avançada
Administre o choque. ●​ Capnografia com forma de onda ou capnometria para
confirmar e monitorar o posicionamento do tubo ET
Caixa 8 ●​ Quando houver uma via aérea avançada, administre 1
RCP por 2 minutos ventilação a cada 6 segundos (10 ventilações/min) com
●​ Amiodarona ou lidocaína. compressões torácicas contínuas
●​ Trate as causas reversíveis. Retorno da circulação espontânea (RCE)
●​ Pulso e pressão arterial
Caixa 9
●​ Aumento abrupto sustentado em PETCO2 (geralmente
Assístole/AESP.
maior ou igual a 40 mmHg)
Administre epinefrina imediatamente.
●​ Ondas de pressão arterial espontânea com
Caixa 10 monitorização intra-arterial
RCP por 2 minutos Causas reversíveis
●​ Acesso IV/IO. ●​ Hipovolemia
●​ Epinefrina a cada 3 a 5 minutos. ●​ Hipóxia
●​ Considere via aérea avançada, capnografia. ●​ Hidrogênio (acidemia)
O ritmo é chocável? ●​ Hipo/hipercalemia
Se sim, vá para a Caixa 5 ou para a Caixa 7. ●​ Hipotermia
Se não, vá para a Caixa 11. ●​ Pneumotórax hipertensivo
●​ Tamponamento cardíaco
Caixa 11 ●​ Toxinas
RCP por 2 minutos. ●​ Trombose pulmonar
●​ Trate as causas reversíveis. ●​ Trombose coronária
Algoritmo de cuidados pós-PCR para adultos Barra lateral
Fase de estabilização inicial
As caixas numeradas em cascata correspondem às ações
A ressuscitação é contínua durante a fase pós-RCE e muitas
que o profissional deverá executar em sequência. Cada caixa
dessas atividades podem ocorrer ao mesmo tempo. No
é separada por uma seta que significa o caminho que o
entanto, se a priorização for necessária, siga estas etapas:
profissional deverá seguir. Algumas caixas são separadas por
2 setas, que levam a diferentes caixas, o que significa que o ●​ Manejo da via aérea:​
profissional deverá seguir um caminho diferente, dependendo Capnografia com forma de onda ou
do resultado da ação anterior. Os caminhos estão vinculados capnometria para confirmar e monitorar o
com hiperlinks. Os quadros de 1 a 3 mostram a fase de posicionamento do tubo endotraqueal
estabilização inicial. Os quadros de 4 a 8 mostram tratamento ●​ Controle dos parâmetros respiratórios:​
contínuo e atividades de emergência adicionais. Manter FIO2 para Spo2 92% a 98%; iniciar em
10 ventilações por minuto; manter para PaCO2
Caixa 1
entre 35 e 45 milímetros de mercúrio
RCE obtido
●​ Controle dos parâmetros hemodinâmicos:​
Caixa 2 Administrar cristaloide e/ou vasopressor ou
Manejo da via aérea inotrópico para a meta de pressão arterial
Confirme o posicionamento do tubo endotraqueal sistólica superior a 90 milímetros de mercúrio
depois ou pressão arterial média superior a 65
Controle dos parâmetros respiratórias milímetros de mercúrio
Inicie 10 ventilações por minuto Manejo contínuo e atividades de urgência adicionais
SPO2 92% a 98% essas avaliações devem ser realizadas ao mesmo tempo,
PaCO2 35 a 45 milímetros de mercúrio para que as decisões sobre o controle direcionado da
temperatura (CDT) recebam alta prioridade como
depois
intervenções cardíacas.
Controle dos parâmetros hemodinâmicos
Pressão arterial sistólica superior a 90 milímetros de mercúrio ●​ Intervenção cardíaca de urgência:​
Pressão arterial média superior a 65 milímetros de mercúrio avaliação inicial de eletrocardiograma (ECG) de
12 derivações; considere a hemodinâmica para
Caixa 3 tomar decisões em intervenções cardíacas
Obtenha ECG de 12 derivações ●​ CDT: Se o paciente não estiver seguindo os
comandos, inicie o CDT o mais rápido possível;
Caixa 4 começar com 32 a 36 graus Celsius por 24
Considere intervenção cardíaca de urgência, se horas usando um dispositivo de resfriamento
●​ IAMST estiver presente com ciclo de feedback
●​ Houver um choque cardiogênico instável ●​ Outros manejos para atendimento crítico
●​ Suporte circulatório mecânico for necessário
​ –Monitoramento contínuo da
temperatura central (esofágica,
Caixa 5
retal, bexiga)
Atende a comandos?
​ –Manutenção de normoxia,
Se sim, vá para a Caixa 7.
normocapnia e euglicemia
Se não, passe para a Caixa 6.
​ –Monitoramento contínuo ou
Caixa 6 intermitente por
Comatoso eletroencefalograma (EEG)
●​ CDT ​ –Ventilação de proteção dos
●​ Realize uma TC do cérebro pulmões
●​ Monitoramento de EEG Hs e Ts
●​ Outros manejos para atendimento crítico Hipovolemia
Passe para a Caixa 8. Hipóxia
Hidrogênio (acidemia)
Caixa 7 Hipocalemia/hipercalemia
Desperto Hipotermia
Outros manejos para atendimento crítico pneumo”T”órax hipertensivo
Passe para a Caixa 8. Tamponamento, cardíaco
Toxinas
Caixa 8
Trombose, pulmonar
Avalie e trate rapidamente etiologias reversíveis
Trombose, coronária
Envolva consulta a especialistas para tratamento continuado
Algoritmo de bradicardia para adultos Caixa 4
As caixas numeradas em cascata correspondem Monitore e observe.
às ações que o profissional deverá executar em Caixa 5
sequência. Cada caixa é separada por uma seta Atropina
que significa o caminho que o profissional Se atropina for ineficaz:
deverá seguir. Algumas caixas são separadas ●​ Estimulação transcutânea
por 2 setas, que levam a diferentes caixas, o que e/ou
significa que o profissional deverá seguir um
●​ Infusão de dopamina
caminho diferente, dependendo do resultado da
ou
ação anterior. Os caminhos estão vinculados
●​ Infusão de epinefrina
com hiperlinks.
Caixa 6
Caixa 1
Considere:
Avalie a adequabilidade ao quadro clínico.
●​ Consultar um especialista
Frequência cardíaca tipicamente <50/min, se
●​ Estimulação transvenosa
bradiarritmia.
Barra lateral: Doses/detalhes
Caixa 2
Dose IV de atropina:
●​ Identifique e trate a causa subjacente
Primeira dose: bolus de 1 mg.
●​ Mantenha as vias aéreas patentes e
Repita a cada 3 ou 5 minutos.
auxilie a respiração, conforme
Máximo: 3 miligramas.
necessário
Infusão IV de dopamina:
●​ Oxigênio (se hipoxêmico)
A velocidade de infusão usual é de 5 a 20
●​ Monitor cardíaco para identificar
microgramas/kg por minuto.
ritmo; monitore pressão arterial e
Titule conforme resposta do paciente; diminua
oximetria
gradualmente.
●​ Acesso IV
Infusão IV de epinefrina:
●​ ECG de 12 derivações, se disponível;
Infusão de 2 a 10 microgramas por minuto.
não retarde o tratamento
Titule conforme resposta do paciente.
●​ Considere possíveis causas hipóxicas
e toxicológicas Causas:
●​ Isquemia do miocárdio/infarto
Caixa 3 ●​ Medicamentos/causas toxicológicas
Bradiarritmia persistente causando: (por exemplo, bloqueadores dos
●​ Hipotensão? canais de cálcio, betabloqueadores,
●​ Alteração aguda do estado mental? digoxina)
●​ Sinais de choque? ●​ Hipóxia
●​ Desconforto torácico isquêmico? ●​ Distúrbios eletrolíticos ([Link].,
●​ Insuficiência cardíaca aguda? hipercalemia)
Se sim, passe para a Caixa 5.
Se não, passe para a Caixa 4.
●​ Adição de medicamento antiarrítmico
Algoritmo de taquicardia para adultos com ●​ Consultar um especialista
pulso
Caixa 6
As caixas numeradas em cascata correspondem às
QRS largo? Superior ou igual a 0,12 segundo
ações que o profissional deverá executar em
Se sim, vá para a Caixa 7.
sequência. Cada caixa é separada por uma seta que
Se não, passe para a Caixa 8.
significa o caminho que o profissional deverá seguir.
Algumas caixas são separadas por 2 setas, que levam Caixa 7
a diferentes caixas, o que significa que o profissional Considere
deverá seguir um caminho diferente, dependendo do ●​ Adenosina somente se regular e
resultado da ação anterior. Os caminhos estão monomórfico
vinculados com hiperlinks. ●​ Infusão antiarrítmica
●​ Consultar um especialista
Caixa 1
Passe para a Caixa 5.
Avalie a adequabilidade ao quadro clínico. Frequência
cardíaca geralmente superior ou igual a 150/minuto Caixa 8
em caso de taquiarritmia. ●​ Manobras vagais (se regular)
●​ Adenosina (se regular)
Caixa 2
●​ ß-bloqueador ou bloqueador dos canais
Identifique e trate a causa subjacente
de cálcio
●​ Mantenha as vias aéreas patentes e
●​ Considere consultar um especialista
auxilie a respiração, conforme necessário
●​ Oxigênio (se hipoxêmico) Barra lateral: Doses/detalhes
●​ Monitor cardíaco para identificar ritmo; Cardioversão sincronizada:
monitore pressão arterial e oximetria Consulte o nível de energia recomendado do
●​ Acesso IV dispositivo específico em uso para maximizar o
●​ ECG de 12 derivações, se disponível sucesso do primeiro choque.

Caixa 3 Dose IV de adenosina:


Taquiarritmia persistente causando: Primeira dose: bolus IV rápido de 6 miligramas;
seguido de bolus com solução salina.
●​ Hipotensão?
Segunda dose: 12 miligramas, se necessária.
●​ Alteração aguda do estado mental?
Infusões de antiarrítmicos para taquicardia com
●​ Sinais de choque?
QRS largo estável
●​ Desconforto torácico isquêmico?
●​ Insuficiência cardíaca aguda? Dose IV de procainamida:
Se sim, passe para a Caixa 4. de 20 a 50 miligramas por minuto até a supressão da
Se não, passe para a Caixa 6. arritmia, ocorrência de hipotensão, aumento superior a
50% na duração do QRS ou administração da dose
Caixa 4 máxima de 17 miligramas por quilograma.
Cardioversão sincronizada Infusão de manutenção: de 1 a 4 miligramas por
●​ Considere sedação minuto. Evite, se QT prolongado ou ICC.
●​ Se complexo estreito regular, considere Dose IV de amiodarona:
adenosina Primeira dose: 150 miligramas por 10 minutos. Repita
Passe para a Caixa 5. conforme a necessidade, se houver recorrência da TV.
Acompanhe com infusão de manutenção de 1
Caixa 5
miligrama por minuto pelas primeiras 6 horas.
Se refratário, considere
Dose IV de sotalol:
●​ Causa subjacente
100 mg (1,5 miligrama por quilograma) por 5 minutos.
●​ Necessidade de aumentar o nível de
Evite, se QT for prolongado.
energia para a próxima cardioversão

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