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Acls 3

O documento apresenta algoritmos de emergência para o manejo de intoxicações por opioides e paradas cardiorrespiratórias (PCR) em gestantes, detalhando passos sequenciais que os profissionais de saúde devem seguir. Inclui também um diagrama de neuroprognóstico que orienta sobre intervenções clínicas e diagnósticas após o retorno da circulação espontânea. As diretrizes enfatizam a importância de ações rápidas e coordenadas, com foco na segurança da vítima e na eficácia do tratamento.

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O documento apresenta algoritmos de emergência para o manejo de intoxicações por opioides e paradas cardiorrespiratórias (PCR) em gestantes, detalhando passos sequenciais que os profissionais de saúde devem seguir. Inclui também um diagrama de neuroprognóstico que orienta sobre intervenções clínicas e diagnósticas após o retorno da circulação espontânea. As diretrizes enfatizam a importância de ações rápidas e coordenadas, com foco na segurança da vítima e na eficácia do tratamento.

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Algoritmo de emergência associada a opioide para profissionais da saúde

As caixas numeradas em cascata correspondem às ações que o profissional deverá executar em


sequência. Cada caixa é separada por uma seta que significa o caminho que o profissional deverá seguir.
Algumas caixas são separadas por 2 setas, que levam a diferentes caixas, o que significa que o
profissional deverá seguir um caminho diferente, dependendo do resultado da ação anterior. Os caminhos
estão vinculados com hiperlinks.

Caixa 1
Suspeita de intoxicação por opioide
●​ Verificar se a vítima responde.
●​ Grite por ajuda para alguém próximo.
●​ Acione o sistema médico de emergência.
●​ Busque naloxona e um DEA, se disponível.

Caixa 2
A vitima está respirando normalmente?
Se sim, vá para a Caixa 3.
Se não, passe para a Caixa 5.

Caixa 3
Evite a deterioração
●​ Bata no ombro e grite.
●​ Abra a via aérea e reposicione.
●​ Considere naloxona.
●​ Transporte para o hospital.

Caixa 4
Avaliação contínua de resposta e de respiração.
Vá para a Caixa 1.

Caixa 5
A pessoa tem pulso?
(Avalie por, no máximo, 10 segundos.)
Se sim, vá para a Caixa 6.
Se não, passe para a Caixa 7.

Caixa 6
Forneça suporte ventilatório
●​ Abra a via aérea e reposicione.
●​ Realize ventilação de resgate ou com dispositivo bolsa-válvula-máscara.
●​ Administre naloxona.

Caixa 7
Inicie a RCP
●​ Use um DEA.
●​ Considere naloxona.
●​ Consulte o algoritmo do SBV/para PCR.
Algoritmo de SAVC intra-hospitalar para Caixa 7
Realize cesariana de emergência
PCR na gestação
●​ Se nenhum RCE acontecer em cinco
As caixas numeradas em cascata correspondem às
minutos, considere uma cesariana de
ações que o profissional deverá executar em
emergência imediata
sequência. Cada caixa é separada por uma seta que
significa o caminho que o profissional deverá seguir. Caixa 8
Algumas caixas são separadas por 2 setas, que levam Equipe neonatal para receber o neonato
a diferentes caixas, o que significa que o profissional
deverá seguir um caminho diferente, dependendo do Barra lateral
resultado da ação anterior. Os caminhos estão PCR materna
vinculados com hiperlinks. ●​ O planejamento da equipe deve ser feito
em colaboração com os serviços de
Caixa 1 obstetrícia, de neonatologia, de
Continue com SBV/SAVC emergência, de anestesiologia, de terapia
●​ RCP de alta qualidade intensiva e de PCR.
●​ Desfibrilação, se indicada ●​ As prioridades para mulheres grávidas em
●​ Outras intervenções de SAVC (por PCR devem incluir a administração de
exemplo, epinefrina) RCP de alta qualidade e o alívio da
compressão aortocaval com
Caixa 2
deslocamento uterino lateral.
Acione a equipe de PCR materna.
●​ O objetivo da cesariana de emergência é
Caixa 3 melhorar os resultados para a mãe e para
Considere a etiologia da PCR o feto.
Para realizar intervenções maternas, passe para a ●​ Idealmente, realize a cesariana de
Caixa 4. emergência em 5 minutos, dependendo
Para realizar intervenções obstétricas, passe para a dos recursos e dos conjuntos de
Caixa 6. habilidades do profissional.
Via aérea avançada
Caixa 4
●​ Na gravidez, uma via aérea difícil é
Execute intervenções maternas
comum. Use o profissional mais
●​ Execute o manejo da via aérea
experiente.
●​ Administre oxigênio a 100%, evite
●​ Realize intubação endotraqueal ou via
ventilação excessiva
aérea supraglótica avançada.
●​ Coloque o IV acima do diafragma
●​ Realize capnografia com forma de onda
●​ Se o paciente estiver recebendo
ou capnometria para confirmar e
magnésio IV, pare e administre cloreto de
monitorar o posicionamento do tubo ET.
cálcio ou gluconato
●​ Colocada a via aérea avançada,
Caixa 5 administre 1 ventilação a cada 6
Continue com SBV/SAVC segundos (10 ventilações por minuto) com
●​ RCP de alta qualidade compressões torácicas contínuas.
Possível etiologia de PCR materna
●​ Desfibrilação, se indicada
C = Complicações anestésicas
●​ Outras intervenções de SAVC (por
H = Hemorragia
exemplo, epinefrina)
C = Cardiovascular
Caixa 6 D = Drogas
Execute intervenções obstetrícias E = Embólica
●​ Realize o deslocamento uterino lateral F = Febre
contínuo C = Causas não obstétricas gerais de PCR (Hs e Ts)
●​ Desconecte os monitores fetais H = Hipertensão
●​ Prepare-se para cesariana de emergência
Algoritmo para dispositivo de Caixa 6
Avalie a função do DAVE
assistência ventricular a adultos
●​ Procure/ouça alarmes
As caixas numeradas em cascata correspondem
às ações que o profissional deverá executar em ●​ Ouça o zumbido do DAVE
sequência. Cada caixa é separada por uma seta Caixa 7
que significa o caminho que o profissional O DAVE está funcionando?
deverá seguir. Algumas caixas são separadas Se sim, passe para a Caixa 8.
por 2 setas, que levam a diferentes caixas, o que Se não, passe para a Caixa 11.
significa que o profissional deverá seguir um
caminho diferente, dependendo do resultado da Caixa 8
ação anterior. Os caminhos estão vinculados O MAP é superior a 50 milímetros de mercúrio
com hiperlinks. e/ou PETCO2 superior a 20 milímetros de
mercúrio? Observação: o ponto de corte de
Caixa 1
PETCO2 superior a 20 milímetros de mercúrio
Auxilie na ventilação, se necessário, e avalie
deve ser usado somente quando há um tubo ET
a perfusão
ou traqueostomia para ventilar o paciente. O uso
●​ Pele com coloração e temperatura
de uma via aérea supraglótica (por exemplo,
normais?
King) resulta em um valor de PETCO2 falsamente
●​ Preenchimento capilar normal?
elevado.
Caixa 2 Se sim, passe para a Caixa 9.
Perfusão adequada? Se não, passe para a Caixa 10.
Se sim, vá para a Caixa 3.
Caixa 9
Se não, passe para a Caixa 6.
Não realize compressões torácicas externas.
Caixa 3 Passe para a Caixa 4.
Avalie e trate causas não DAVE para estado
Caixa 10
mental alterado, como
Realize compressões torácicas externas. Passe
●​ Hipóxia
para a Caixa 4.
●​ Glicemia
●​ Overdose Caixa 11
●​ AVC Tentativa de reiniciar o DAVE
●​ Linha de transmissão conectada?
Caixa 4
●​ Fonte de alimentação conectada?
Siga os protocolos locais do Serviço Médico de
●​ Precisa substituir o controlador do
Emergência e de SAVC
sistema?
Caixa 5
Caixa 12
Notifique o centro de DAV e/ou o controle médico
O DAVE foi reiniciado?
e o transporte
Se sim, passe para a Caixa 4.
Se não, passe para a Caixa 10.
Diagrama de neuroprognóstico
Diagrama que consiste em um eixo X e um eixo Y. O eixo X representa o tempo após o retorno da
circulação espontânea (RCE). O eixo Y representa as modalidades de tomada de decisão. Para cada
modalidade no eixo Y, intervenções específicas são delineadas dentro do tempo especificado no eixo X
após o RCE.

Modalidade: Manejo clínico


●​ Entre 0 até 30 horas: O controle direcionado da temperatura (CDT) deve começar o mais
rápido possível.
●​ Entre 30 até 52 horas: Reaquecimento
●​ Entre 52 e 72 horas ou mais: Limite a sedação e analgesia quanto possível; normotermia
controlada

Modalidade: Imagem
●​ Entre 0 até 24 horas: TC da cabeça
●​ Entre 24 e 72 horas ou mais: RM

Modalidade: Eletrofisiologia
●​ Entre 24 e 72 horas ou mais: N20 SSEP
●​ Em 72 horas ou mais:
​ –Supressão de surtos
​ –Estado epiléptico persistente

Modalidade: Exame clínico


●​ Entre 24 até 72 horas: Estado mioclônico (registro do EEG)
●​ Em 72 horas ou mais:
​ –Reflexo pupilar à luz
​ –Pupilometria quantitativa
​ –Reflexo da córnea

Bloqueadores séricos
●​ De 24 horas a 72 horas: NSE sérica
Em todas as modalidades de exames de imagem, eletrofisiologia, exame clínico e biomarcadores séricos,
incorpore exames de diagnóstico para prognóstico multimodal pelo menos 72 horas após a normotermia.

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