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Asma

O trabalho de pesquisa aborda a asma, uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, e seus diversos aspectos, incluindo definição, fatores de risco, fisiopatologia, sintomas, diagnósticos e tratamento. Os autores, alunos do curso de farmácia, têm como objetivo compreender a asma e suas variações em diferentes grupos etários e condições. O documento também discute os fenótipos da asma e a importância do diagnóstico preciso para o manejo adequado da doença.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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Asma

O trabalho de pesquisa aborda a asma, uma doença inflamatória crônica das vias aéreas, e seus diversos aspectos, incluindo definição, fatores de risco, fisiopatologia, sintomas, diagnósticos e tratamento. Os autores, alunos do curso de farmácia, têm como objetivo compreender a asma e suas variações em diferentes grupos etários e condições. O documento também discute os fenótipos da asma e a importância do diagnóstico preciso para o manejo adequado da doença.
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Instituto Médio Técnico Profissional

CATMOZ
Trabalho de pesquisa

Disciplina: patologia

Tema: Asma

1º ano /curso de farmácia/ 4º grupo

Discentes:

1. Milena Júlio Eruzane

2. Mizéria Azarias António

3. Pricilda Carlos Domingos

4. Ranox Fontes Sebstião

5. Regina Pedro Inocéncio

6. Sali Evaristo Lápis

1
Discentes:

1. Milena Júlio Eruzane

2. Mizéria Azarias António

3. Pricilda Carlos Domingos

4. Ranox Fontes Sebstião

5. Regina Pedro Inocéncio

6. Sali Evaristo Lápis

Tema: Asma

Formador: Dr. Martins

2
Índice

Objectivos……………………………………………………………………………...4

Introdução……………………………………………………………………………...5

Asma……………………………………………………………………………………6

Factores de risco e desencadeantes da Asma…………………………………………..6

Fisiopatogenia da asma………………………………………………………………...7

Asma e seus fenótipos………………………………………………………………….8

Diagnóstico da Asma…………………………………………………………………..9

Asma em diferentes indivíduos………………………………………………………...9

Classificação da asma de acordo com o nível de controlo…………………………….14

Tratamento da asma brônquica………………………………………………………..14

Conclusão……………………………………………………………………………...24

Referências bibliográficas……………………………………………………………..25

3
Objectivos

Objectivo geral

 Compreender a Asma

Objectivos específicos

 A Definição da Asma,

 As causas da Asma,

 Fisiopatológia da Asma,

 Os sintomas e sinais da Asma,

 Os fenotipos de Asma,

 Asma em diferentes faixas etárias,

 Diagnósticos da Asma

 A classificação da Asma,

 O Tratamento da Asma.

4
Introdução

Neste trabalho nos iremos abordar como tema a Asma, mais conhecida como a doença das
vias aéreas, mas ao acompanhar o nosso trabalho será possível determinar quais são as causas
da Asma brônquica, como é o seu processo fisiopatológico, os sintomas e os sinais, se
existem tipos de Asma e quais são, e se a Asma é diferente em certos indivíduos como em
idosos e fumadores ou ex-fumadores, como podemos diagnósticar um indivíduo com asma e
se existe uma cura ou tratamento ou mesmo certas medidas de prevenção da Asma.

5
Asma

A Asma é uma doença heterogénea usualmente caracterizada por um processo inflamatório


crónico das vias aéreas. É definida por uma história de sintomas respiratórios recorrentes de
pieira, aperto torácico, dispneia e tosse que variam de intensidade ao longo do tempo
associado a uma limitação variável do fluxo aéreo expiratório.

Factores de risco e desencadeantes da Asma (Causas da Asma)

Existem vários potenciais factores de risco para o desenvolvimento da Asma ou da sua


exacerbação que podem ser agrupados em:

Factores predisponentes: os ligados ao hospedeiro com tendência genética para desenvolver


a doença. A atopia é o factor predisponente mais importante, reflectida pela produção
excessiva de IgE após exposição a determinadosalergenos ambientais inalados. Como
consequência, a prevalência da Asma aumenta com a elevação da concentração sérica da IgE.

Exemplos: Predisposição genética, Atopia, Sexo, História familiar

Factores causais: os que contribuem para o aparecimento da doença. Os factores ambientais


são os principais agentes causais em indivíduos predispostos, porém há que considerar que
pode haver uma combinação de outros factores desencadeantes. A relevância destes factores
depende da exposição individual, o tempo da exposição e do momento em que ela ocorre. A
maioria dos doentes não é capaz de identificar os factores causais.

Exemplos:

v Alergenos intradomiciliários (ácaros, pêlos/ excreções de animais domésticos, baratas


e mofo)

v Alergenos ambientais (poeiras/poluição atmosférica, sprays domiciliários, pólen,


fungos)

v Fumo de tabaco

v Poluição aérea interior e exterior (cozinhar a carvão ou lenha em ambiente fechado,


químicos inaláveis)

v Infecções respiratórias

v Infecções parasitárias

v Dieta e fármacos (AAS, AINES, BBA)Obesidade

v Gravidez, menstruação ou menopausa

6
v HIV

Factores desencadeantes: os que precipitam as exacerbações da Asma e levam à limitação


variável do calibre das vias aéreas provocando os sintomas da doença e a sua persistência.
Estes factores variam muito e podem alterar-se ao longo do tempo, em cada doente.

Exemplos: Alergenos poluentes, Infecções respiratórias, Exercício fisicos, Mudanças


climáticas, Aditivos alimentares, Emoções, Fumo de tabaco, Irritantes

Fisiopatogenia da asma ( Como a Asma se desenvolvem)

O pulmão é um órgão que está continuamente exposto à agressão de vários antigénios (AG).
O alergeno ao entrar em contacto com as células apresentadoras do antígeno (macrófagos
alveolares), intersticiais e dendríticas inicia uma complexa cascata inflamatória levando à
activação dos linfócitos T (helper). Os linfócitos T activados libertam interleucinas e
estimulam os linfócitos B responsáveis pela produção de imunoglobulina E (IgE) específica.
Estas ligam-se ao AG e aos receptores de superfície dos mastócitos, activando-os para
libertação de mediadores inflamatórios. Os mastócitos induzem a maturação dos eosinófilos e
neutrófilos, conduzindo à resposta inflamatória aguda e tardia responsáveis pelas
manifestações clínico-funcionais, sendo um dos componentes principais o estreitamento
brônquico

O estreitamento brônquico intermitente e reversível é causado pela contracção do músculo


liso brônquico, pelo edema da mucosa e pela hipersecreção mucosa. A hiperreactividade
brônquica é uma resposta broncoconstritora exagerada a estímulos que seria inócua em
pessoas normais.

A inflamação crónica da Asma é um processo no qual existe um ciclo contínuo de agressão


e reparação, onde também intervêm os sistemas parassimpático,simpático, não adrenérgico,
não colinérgico, que podem levar a alterações estruturais irreversíveis, isto é, o
remodelamento das vias aéreas.

Sintomas e sinais da Asma:

v Dispneia,

v Tosse seca crónica ou recorrente,

v Pieira,

v Sensação de opressão ou desconforto torácico,

7
v Cansaço fácil: Variando de intensidade e de frequência ao longo do tempo
predominando ou piorando á noite e de madrugada e com a época do ano
(sazonalidade).Que reverte expontaneamente e/ou com o tratamento.

Asma e seus fenótipos (tipos de Asma)

A Asma é uma doença heterogénea onde se podem identificar alguns grupos com
características demográficas, clínicas e fisiopatológicas comuns, denominadas de fenótipos.

v Asma alérgica: este tipo inicia na infância e é associada com a história pessoal e
familiar de doença alérgica (rinite alérgica, Asma, eczema ou alergia a alimentos ou a
medicamentos). Neste grupo os resultados da indução da expectoração, antes do
tratamento, revelam normalmente uma inflamação eosinofílica. Normalmente este
grupo tem boa resposta aos corticoesteróides inalatórios (CEI).

v Asma não alérgica: representa a Asma em adultos, não associada a alergia. Neste
caso os resultados do exame da expectoração podem revelar células neutrofílicas,
eosinofílicas ou apenas escassas células inflamatórias (paucigranulocítica). Neste
grupo a resposta aos CEI é menor.

v Asma de início tardio: surge pela primeira vez na vida, em mulheres adultas, não
alérgicas. Estes doentes precisam de doses elevadas de CEI ou mesmo são refratários
ao tratamento com corticosteróides orais.

v Asma com limitação fixa do fluxo aéreo: alguns doentes com Asma de longa data
desenvolvem limitação fixa do fluxo aéreo devido ao remodelamento das paredes das
vias aéreas.

v Asma com obesidade: alguns obesos têm sintomas respiratórios exuberantes e com
escassa inflamação eosinofílica das vias aéreas.

v Asma de difícil controlo: Asma insuficientemente controlada apesar de uma


estratégia terapêutica apropriada e ajustada à gravidade clínica da doença.

Diagnóstico da asma

O diagnóstico da Asma é um grande desafio uma vez que não existe um teste definitivo que o
caracterize e por outro lado os sintomas respiratórios serem inespecíficos. No entanto as
bases para o diagnóstico são as seguintes:

v História clínica sugestiva,

v Variabilidade da obstrução do fluxo aéreo,

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v Reversibilidade, expontânea ou com o tratamento,

v Exclusão de outras doenças que a mimetizam.

Diagnóstico clínico

Sintomas

Para estabelecer-se o diagnóstico de Asma deve ser considerada presença de mais do que um
dos seguintes sinais/sintomas respiratórios:Dispneia,Tosse seca crónica ou recorrente, Pieira,
Sensação de opressão ou desconforto torácico, Cansaço fácil.

Os sintomas respiratórios podem ser desencadeados por infecções virais, exposição a


alergenos ou irritantes, riso, ar frio, ou em alguns casos alimentos, fármacos, emoções fortes
ou exercício físico.

Existe uma associação com outras doenças atópicas (estimada em 75% dos doentes) como a
rinite alérgica, a dermatite atópica e a conjuntivite.Não devendo ser descurada a possibilidade
da existência de história familiar de atopia.

O exame físico geralmente é normal

Os sintomas da Asma variam ao longo do dia; no período das exacerbaçõesdependendo da


sua gravidade podemos encontrar sinais auscultatórios como a presença de sibilos, roncos,
diminuição do murmúrio vesicular ou mesmo aumento do tempo expiratório, resultante da
obstrução das vias aéreas de menor calibre e limitação do fluxo aéreo.

Diagnóstico funcional

As diferentes medições da função pulmonar avaliam de forma objectiva a limitação do fluxo


aéreo expiratório e a sua variabilidade e reversibilidade com os [Link]
medições importantes a avaliar são o volume expiratório máximo no decorrer de 1segundo
(FEV1), a capacidade vital forçada (FVC) e o débito expiratório máximo instantâneo ou peak
expiratory flow (PEF). O FEV1 e o FVCsão avaliados por espirometria e o PEF por
debitómetro.

Os testes diagnósticos disponíveis na prática clínica incluem

Débito expiratório máximo instantâneo (PEF) A medida do PEF é uma alternativa útil e
prática à espirometria para o diagnóstico da Asma. Este teste representa o fluxo máximo de ar
obtido durante uma manobra de expiração forçada e pode ser medido durante a espirometria
ou por meio de debitómetros (peak-flow meter)

Procedimentos ao medir o PEF com e sem broncodilatador (BD):

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v Medir o PEF antes da inalação de um β₂AC.

v Solicitar ao doente para fazer 2 puffs de β₂AC (observar a técnica inalatória).

v Esperar cerca de 10 a 15 minutos para medir o PEF depois do β₂AC.

Variabilidade do PEF maior ou igual a 20% é considerada bastante significativa e confirma o


diagnóstico de Asma.

v Asma confirmada: doente com clinica sugestiva de Asma e variabilidade do PEF ≥


20%.

v Asma Provável: Doente com clinica sugestiva de Asma após exclusão de outras
doenças respiratórias sem confirmação da variabilidade do PEF ≥ 20%.

Espirometria

Método recomendado para caracterizar a obstrução ao fluxo aéreo e a resposta ao uso do


broncodilatador. Para se obterem os valores de FEV1 e de FVC os doentes são ensinados a
realizar uma expiração forçada após uma inspiração máxima e regista-se o valor máximo de 3
medições reprodutíveis. Os valores considerados normais são determinados em função da
raça, idade, sexo e altura e posteriormente comparados com as medições do doente.

Para o diagnóstico da Asma a espirometria deve ser avaliada antes e após o uso do
broncodilatador de acção [Link]-se existência de obstrução ao fluxo aéreo quando a
relação FEV1/FVC é menor que 70% do previsto. Uma espirometria posterior
comreversibilidade ao broncodilatador é definida pelo aumento do FEV1 maior ou igual a
12% (ou maior ou igual a 200 ml). O FEV1, obtido por espirometria e a resposta ao
broncodilatador é um parâmetro diagnóstico com melhor acurácia do que o PEF tal como
pode ser observado.

A espirometria deve ser repetida caso haja alteração da gravidade dos sintomas ou da
intensidade do tratamento. É também aconselhada a sua repetição anual.

Testes de provocação inalatória

A Asma pode causar um estreitamento episódico das vias aéreas. Se o débito expiratório
máximo for normal, pode demonstrar-se a hiperreactividade brônquica por provas de
provocação inalatória. Os testes habituais são realizados com inalação duma substância
boncoconstritora como a histamina, metacolina, solução salina hipertónica, água destilada ou
com o esforço físico. A resposta brônquica desencadeada por este teste surge quando há
redução do FEV1 em 20% do volume inicial.

Asma em diferentes indivíduos

10
Asma no idoso

A prevalência da Asma na população acima de 60 anos é de 7 a 9 %, associada a maior


mortalidade. Nesta faixa etária a Asma é subdiagnosticada devido à má percepção da doença
por parte dos doentes e à subvalorização dos sintomas por parte dos médicos. Outras razões
incluem á interpretação da Asma como uma consequência natural da idade, dificuldade de
comprovação objectiva da obstrução das vias aéreas, alta prevalência de outras doenças que
causam tosse e dispneia.

O tratamento farmacológico da Asma no idoso é igual ao das outras faixas etárias. Especial

atenção deve ser dada a alterações farmacocinéticas nesta idade, às dificuldades e limitações
com o uso de dispositivos inalatórios e às potenciais Interacções. medicamentosas
relacionadas com a polifarmácia do doente.

Asma ocupacional

A Asma ocupacional é definida como causada por exposição a uma ou mais substâncias
desencadeantes no local de trabalho.

A Asma ocupacional é responsável por 10-15% de todas as formas de apresentação de Asma


nos adultos. O período de latência, desde o início da actividade profissional ao
desenvolvimento dos sintomas respiratórios, pode variar de semanas a anos, embora na Asma
ocupacional a sensibilização é mais frequente nos dois primeiros anos de exposição.

Asma em Atletas

O diagnóstico de Asma em atletas deve ser feito por testes de função pulmonar e confirmado
por testes de provocação inalatória. Devem ser excluídas situações clínicas como rinite,
alterações na laringe (ex. disfunção da corda vocal), problemas cardíacos e excesso de treino
que podem confundir o diagnóstico de Asma.

Asma em Fumadores e ex-fumadores

Nos doentes fumadores ou ex-fumadores, o diagnóstico diferencial entre a Asma e a DPOC é


extremamente difícil. Actualmente, vários estudos referem que um grupo significativo de
doentes apresenta características clínicas tanto da Asma como da DPOC, constituindo o que
actualmente se denomina Síndrome de Sobreposição Asma-DPOC (Asthma and COPD
Overlap Syndrome- ACOS).

Não existem até ao momento critérios bem definidos para o diagnóstico da ACOS. Muito
embora publicações recentes tentem definir pacientes com ACOS baseando-se em diferenças
nas características clínicas, achados radiológicos e testes de diagnóstico. É fundamental ter-se

11
um historial clínico e funcional do doente que ajude a diferenciar estas três entidades (Asma,
DPOC, ACOS) para uma resposta ao tratamento mais eficaz.

Tosse como único sintoma respiratório

Neste grupo os diagnósticos a serem considerados para além da tosse variante de Asma,
podem ser: Tosse induzida pelos inibidores da enzima de conversão da angiotensina
(IECA),Refluxo gastroesofágico,Tosse provocada pelo síndrome crónico das vias aéreas
superiores,Disfunção das cordas vocais.

Os doentes com a tosse variante de Asma têm tosse crónica como sintoma principal, ou
mesmo único, associado a hiperreactividade das vias aéreas. É mais frequente nas crianças e
de exacerbação nocturna. Os testes da função pulmonar podem ser normais.

Asma na gravidez

Está associada ao aumento do risco de morte infantil, pré-eclâmpsia, nascimento prematuro,


baixo peso ao nascer. Estes riscos estão directamente associados à gravidade da Asma.
Durante a gestação a mulher asmática apresenta uma variabilidade imprevisível no curso da
doença que permite criar os seguintes grupos:

v 50% mantêm o quadro sem alterações,

v 30% melhoram, tendo crises mais leves e menos frequentes,

v 20% pioram, passando a ter exacerbações mais intensas.

Os sintomas geralmente melhoram durante as últimas quatro semanas da gravidez, e o parto


não costuma estar associado ao agravamento da Asma. O curso da doença costuma ser
semelhante nas sucessivas gestações, da mesma doente.

Em relação ao tratamento, a beclometasona é o CEI mais frequentemente usado durante a


gravidez, por se mostrar seguro ao não propiciar alterações perinatais enquanto que a melhor
opção de corticóide sistémico é a Prednisolona. Medicações a serem evitadas, em doentes
com Asma, pela possibilidade de broncoespasmo, incluem prostaglandina F2-alfa,
ergonovina e AINEs.

Asma e Cirurgia

Durante a cirurgia, existem factores de risco que podem exacerbar as crises de Asma
brônquica:

v O tipo de cirurgia (particularmente a torácica e a abdominal).

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v Os anestésicos usados, devendo-se optar sempre que possível pela epidural
ouselecionar o anestésico que induza menos o broncospasmo intra-operatório
(complicação com potencial risco de vida).

v A intubação traqueal, por estimulação directa. Neste caso realizar inalação de


broncodilatador imediatamente antes.

v Casos de anafilaxia, têm sido relatados, devido à hipersensibilidade a látex,

v cânulas, catéteres e outros materiais cirúrgicos.

Asma e exercício

O exercício é um desencadeador de Asma em alguns doentes asmáticos. Asma induzida pelo


exercício (AIE) consiste na obstrução transitória nas vias aéreas após três a cinco minutos de
exercício vigoroso com nítida diminuição nas provas de função pulmonar, com queda no
VEF1 e por alteração de outros parâmetros espirométricos. É mais comum nos pacientes que
apresentam atopia.

A prevalência dos sintomas de AEI em asmáticos é cerca de 40-60% podendo ocorrer em


qualquer idade embora seja mais frequente em crianças, adolescentes e adultos jovens que
praticam desporto.

Típicamente, a crise inícia de dois a quatro minutos após o exercício, com picos de 5 a 10
minutos, e desaparece espontaneamente em torno de 20 a 40 minutos. Algumas vezes, a crise
pode permanecer por mais de 1 hora. Pode também ser observada uma resposta tardia entre 4
a 10 horas após o exercício.

Classificação da asma de acordo com o nível de controlo

O controlo da Asma significa o domínio das suas manifestações clínicas e funcionais


suprimidas espontaneamente ou com tratamento e prevenção dos riscos futuros. Na avaliação
do controlo da Asma o doente deve ser questionado sobre os aspectos referidos
anteriormente, observados nas últimas quatro semanas antes da consulta, tais como:

v Sintomas diurnos e nocturnos,

v Necessidade de medicação de alívio,

v Limitação de actividades físicas,

v Limitação ao fluxo aéreo avaliado pelo VEF1 ou PEF,

v Número de exacerbações.

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Com base nesses parâmetros, a Asma pode ser classificada em três grupos: Asma controlada,
Asma parcialmente controlada e Asma não controlada.

Tratamento da asma brônquica

Os princípios do tratamento da Asma incluem tratamento não farmacológico (medidas de


prevenção) e farmacológico (a longo prazo e a frequência das exacerbações), sendo as
componentes do tratamento as seguintes: Educação e parceria entre doente/médico.
Identificação e redução da exposição aos factores de [Link] dos medicamentos
usados no tratamento da [Link], tratar e monitorar a Asma. Controlar as exacerbações
da Asma.

Medicamentos usados no tratamento da Asma Brônquica

O tratamento farmacológico da Asma brônquica deve ser baseado em dois objectivos


essenciais, (1) o controle da inflamação (presente em todos estádios da Asma) e (2) o controle
do broncoespasmo. Neste contexto destacam-se dois grupos de medicamentos
fundamentais:Controladores(preventivos) e Medicamentos de alívio(aliviadores)

Medicamentos Controladores (Preventivos); Reduzem a inflamação, os riscos futuros de


exacerbações e o declínio da função pulmonar. São tomados diáriamente, a longo prazo, para
manter a Asma sob controlo ou seja o tratamento de manutenção. Os CEI são os principais.

Corticoesteroides inalatórios (CEI)Os CEI são a primeira linha no tratamento a longo prazo
da Asma. Principais representantes do grupo são:

v Beclometasona,

v Budesonide,

v Fluticasona,

v Ciclosenide,

v Mometasona.

Em Moçambique só os 3 primeiros é que estão disponíveis no mercado e a Beclometasona e


o Budesonide disponíveis no serviço público.

Benefícios clínicos:

v Actuam directamente sobre a mucosa respiratória com elevada potência local.


Pequenas doses do medicamento (menos efeitos Sistémicos) provocam rápida

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diminuição dos sintomas (maior efeito terapêutico) e redução do declínio da função
pulmonar.

v Diminuição da frequência das exacerbações, hospitalizações e como consequência do


risco de morte devido a Asma.

Recomendações

v Devem ser usados regularmente 2 vezes ao dia (excepto Ciclesonide a qual é dada
uma vez ao dia). O uso destes CEIs uma vez ao dia deverá ser considerado ao atingir-
se o controlo da Asma.

v Geralmente são necessárias 4 semanas de uso contínuo para alcançar o melhor efeito
terapêutico.

v Nos fumadores e nos ex-fumadores o efeito dos CEIs é reduzido, podendo ser

v necessário o aumento da dose.

Efeitos secundários dos Corticosteróides inalatórios

Efeitos locais:A disfonia e a candidíase oral são os mais comuns particularmente associados
quer aos inaladores pressurizados como aos em pó, A tosse, A Dermatite perioral (crianças).

Efeitos sistémicos: diminuição da densidade óssea(osteoporose), As cataratas, glaucomas e


diabetes aumenta com a idade e estas condições são mais comuns em fumadores e em
doentes com DPOC.

Corticoesteróides orais

O CEO mais utilizado é a Prednisolona que apresenta uma vida média relativamente curta e
com menos riscos de efeitos secundários, relativamente aos outros CEOs.

Benefícios clínicos

Usados precocemente reduzem a inflamação e aceleram a recuperação assim como reduzem


recidivas e hospitalizações diminuindo o risco de Asma fatal. Das exacerbações e da Asma.

Em indivíduos com agravamento progressivo dos sintomas apesar do tratamento de


manutenção e falha na resposta ao uso do tratamento alivio, β2AC. Nas crises de rinite
alérgica com intenso bloqueio nasal.

Recomendações

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A Prednisolona deve ser dada em toma única diária (até às 15 horas), para reduzir o risco de
supressão do eixo hipotálamo-hipófise-supra-renal, sendo as doses baixas a médias
suficientes para obtenção e manutenção do controlo da Asma.

v Posologia: 40-50mg ou 1mg/Kg/dia durante 5-7 dias (máximo 50 mg).

Efeitos secundários dos CEO

A longo prazo podem provocar osteoporose, diabetes, hipertensão arterial, cataratas,


supressão suprarrenal, obesidade, atrofia cutânea e fraqueza muscular.

Antagonistas dos Leucotrienos (ALT)

Estes fármacos inibem o efeito dos leucotrienos cisteínicos responsáveis por


broncoconstrição, edema, hipersecreção de muco e a promoção de infiltração eosinofílica das
vias aéreas. O Montelucast Disódico é o mais usado.

Benefícios clínicos

v Apresentam um efeito broncodilatador e anti-inflamatório reduzindo a inflamação


pelos eosinófilos com efeito aditivo quando associados aos CEIs.

v Muito bem tolerados.

v associação CEI/ β2AL.

v São normalmente usados em: Asma pediátrica, Fobia aos corticóides,Dificuldade de


adesão ao tratamento inalatório, Asma não controlada com CEI.

Efeitos secundários

v Raros: dispepsia, dor abdominal, diarreia, febre, congestão nasal e tosse.

v Síndrome de Churg-Strauss embora raro é normalmente devido à redução ou


suspensão do corticóide quando se introduz o ALT o que pode levar à manifestação
da doença préviamente existente.

β2 agonistas de acção prolongada ou longa (β2AL)

β2AL não constituem a primeira opção ao iniciar o tratamento da Asma, sendo os CEIs os
preferenciais. Salmeterol e Formoterol são agonistas dos receptores β2 adrenérgicos com
efeito broncodilatador por 12 horas e usados no tratamento de manutenção da Asma mal
controlada.

Benifícios clínicos

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v Induzem ao relaxamento do músculo liso das vias aéreas, à limpeza mucociliar e à
diminuição da permeabilidade vascular.

v Salmeterol é o mais selectivo por ser o menos estimulante dos receptores β1


cardíacos.

v A associação aos CEI é altamente vantajosa por possibilitar melhor broncodilatação e


controlo da inflamação num só dispositivo o que melhora a adesão ao tratamento.

Recomendações

v Usar em doentes com mau controlo da Asma, apesar de dose moderada de CEI e com
adesão ao tratamento.

v Usar em Asma nocturna, Asma induzida pelo exercício (Formoterol) e com grande
variação do PEF.

v Não utilizar sem CEI, nas exacerbações (Salmeterol) e em menores de 4 anos de


idade.

Efeitos secundários:

Efeitos colaterais dependente da dose e da via de administração.

Mais comuns: tremores, cefaleia, palpitações, cãimbras. Tremor e cefaleia.

Raros: reacções anafiláticas, hiperglicémia, artralgias, arritmias cardíacas, incluindo


fibrilhação auricular, taquicárdia ventricular e extrassístoles, irritação orofaríngea e bronco
espasmo paradoxal.

Medicamentos de Alívio

Também chamados de resgate para serem usados de acordo com a “necessidade”. Têm efeito
broncodilatador de acção rápida, utilizados para alívio dos sintomas de agravamento e
exacerbações da Asma. É também recomendado na Asma induzida pelo exercício. Dentro
deste grupo os broncodilatadores de acção rápida são os mais utilizados.

β2-agonistas de acção curta (B₂AC) inalados

Os β2AC inalados (β2ACI) são os fármacos de eleição para a reversão rápida do


broncospasmo nos doentes com sintomas agudos de Asma e antes do exercício na AIE.
Considerada a medicação de alívio ou de resgate sendo o mais usado o Salbutamol.

Benifícios clínicos

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v Os β2AC (Salbutamol, Terbutalina, Albuterol) administrados sob a forma inalatória
induzem uma broncodilatação de início rápido em 1-5 minutos cujo efeito se mantem
por 2-6 horas.

v São usados no tratamento das exacerbações agudas e na profilaxia da Asma induzida


pelo exercício.

Recomendações

v Dificuldades na execução da técnica podem ser minimizados se for acoplada uma


câmara expansora de grande volume de 500-750 ml para adultos.

v O uso frequente de β2AC é um dos sinais de Asma não controlada e pode levar a um
agravamento paradoxal dos sintomas. Isto pode ser minimizado com o uso correcto da
medicação de manutenção e nas exacerbações associar aos β2AC o Brometo de
Ipatrópio (BIpt).

Doses do Salbutamol:

v Na prevenção de broncospasmo durante o exercício ou exposição inevitável a


alergenos usar o pressurizado, 200 mcg (2 puffs) 10-15 minutos antes da exposição.

v Nas exacerbações: 100 mcg (4- 8 puffs) a cada 20 minutos, 3 doses na 1ª hora (de
preferência com câmara expansora) reavaliar e se necessário fazer 2-4 puffs a cada 3-
4 horas.

v Nebulização: Salbutamol 2,5-5 mg (diluído em 2ml de Soro Fisiológico) a cada 20


minutos (3 doses) e em seguida a cada 1- 4 horas, conforme evolução. A maioria dos
frascos de Salbutamol para nebulização contém 5mg de Salbutamol/ 1ml. A solução
nebulizada pode ser misturada com BIpt.

A água destilada nunca deve ser usada como veículo nas nebulizações devido ao elevado
risco de agravamento ou de morte durante a exacerbação.

Efeitos secundários

v Mais comuns: tremores, cefaleia e taquicardia.

v Outros efeitos: palpitações, caimbras e irritação na boca e na garganta e


hipocaliémia.

v Mais raros: arritmias cardíacas, broncoespasmo paradoxal, angioedema, urticária ou


outras reacções de hipersensibilidade.

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β 2 agonistas de acção curta orais

Os β2AC sob a forma oral (Salbutamol, terbutalina) devem ser raramente prescritos.

Benifícios clínicos

v Benefícios clínicos limitados, Início de acção é mais lento do que o inalado.

Recomendações

v Sob a forma oral, o seu uso deve ser reservado apenas para os doentes incapazes de
usar medicação inalatória.

v A dose do Salbutamol para adultos: 2-4 mg, 3 a 4 vezes ao dia.

Efeitos secundários

Mais acentuados e frequentes em relação ao mesmo medicamento inalado, nomeadamente,


estimulação cardiovascular, ansiedade, pirose, tremor, cefaleias e hipocaliémia.

Anticolinérgicos

Medicamentos usados como alternativa no alívio dos sintomas da exacerbação da Asma


embora menos eficaz do que os β2AC. Seu benefício no tratamento prolongado ainda não
está comprovado. O BIpt é o mais usado na Asma.

Benifícios clínicos

Efeito broncodilatador reduzindo o tónus colinérgico intrínseco das vias aé[Link]


uma modesta melhoria da função pulmonar reduzindo os riscos de admissão hospitalar.

Recomendações

Dose do BIpt:

v Inalador 20µg, 2-4 puffs de 4/4 ou 6/6 hs ou a cada 20 minutos (3 doses numa hora).

v Nebulização 500 µg (0,5mg)/ml diluído em 2 ml de Soro Fisiológico a cada 20


minutos na primeira hora e depois de 6/6 horas.

v O BIpt pode ser misturado com a solução nebulizada de Salbutamol potenciando a


acção broncodilatadora.

Efeitos secundários

São mínimos pois é pouco absorvido nas vias aéreas e no trato digestivo. De referir a secura
da boca, o glaucoma e a retenção urinária.

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Xantinas

Inclui teofilina e aminofilina. Esta última é uma combinação de teofilina com etilenodiamina
(aminofilina 1,27g é equivalente a 1 g de teofilina). Tem acção rápida, baixa potência e
elevado risco de efeitos colaterais.

Benifícios clínicos

v É um broncodilatador secundário com fraca acção anti inflamatória e


imunomodeladora reduzindo o número de linfócitos que infiltram as vias aéreas.

v Acção rápida no alívio imediato de sintomas em doentes hospitalizados.

Recomendações

v Evidências actuais não aconselham o uso da aminofilina no tratamento inicial das


exacerbações da Asma; sua adição ao esquema terapêutico é aceitável quando as
outras medidas efectuadas não produzem efeito ou na ausência de outra medicação.

v A absorção e o metabolismo da aminofilina podem ser afectados por factores como a


idade, dieta, tabagismo e os estados febris.o Interacção com medicamentos, como os
anti-tuberculose que diminuem os níveis plasmáticos da teofilina.

Dose da aminofilina em adulto na forma endovenosa na exacerbação:

v Dose de ataque: sem uso prévio (6 horas antes) administrar 6mg/Kg com 200mL de
Dextrose a 5% durante 30 minutos (ampolas de 240 mg).

v Dose de manutenção: 0,5 mg/kg/h em infusão contínua ou 240mg aminofilina com


250- 500 mL de Dextrose 5% de 8/8 horas.

Efeitos secundários

Náuseas, vômitos e diarreia, Tremor, irritabilidade e insônia, Cefaleia, convulsões e


encefalopatia tóxica Arritmias cardíacas que surgem principalmente associada a doses
superiores a 10 mg/Kg/dia.

Corticoesteroides parentéricos

São usados no manuseio dos doentes asmáticos hospitalizado. Os medicamentos mais usados
são a Hidrocortisona e a Prednisolona.

Benificio clínico dos mineralocorticoides e glucocorticoides

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O uso precoce dos corticóides no atendimento ao doente hospitalizado tem demonstrado
benefícios ao estimular a reversão da obstrução, diminuição do tempo de internamento e do
risco de recaídas.

Recomendações

A Prednisolona é corticoide aconselhado uma vez que como glicocorticoide tem maior acção
anti inflamatória e menor retenção de sodium e de água em relação á Hidrocortisona que é
um mineralcorticoide.

v A Prednisolona deve ser usada na dose de 1-2 mg/Kg cada 6 a 8 horas.

v A Hidrocortisona deve ser utilizada na dose de 200 a 500 mg a cada 6-8 h até que
ocorra melhora.

Efeitos secundários dos CE

v A longo prazo podem provocar osteoporose, diabetes, hipertensão arterial, cataratas,


supressão suprarrenal, obesidade, atrofia cutânea e fraqueza muscular.

v Certas situações podem ser agravadas com o uso destes medicamentos como sejam a
diabetes miellitus, tuberculose, HTA, infecções herpéticas, parasitárias, glaucoma e
úlcera péptica.

Controladores Aliviadores
Corticoesteróides inalatórios β2 agonistas de acção curta (β2AC)
v Beclometasona v Salbutamol
v Budesonide v Terbulina
v Fluticasona v Formoterol
v Ciclosonide
v Mometasona
v Flunisolide
v Triancinolona
Antagonistas de leucotrienos β2 agonistas orais
v Montelucaste disódio v Salbutamol

β2 agonistas de acção longa (β2AL) Anticolinérgicos


v Salmeterol v Brometo de ipatrópio
v Formoterol

Corticoesteróides orais Xantinas


v (Metil)Prednisolona v Aminofilina

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v Teofilina

Corticoesteróides parentéricos
v Prednisolona e Hidrocortisona

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Conclusão

Em Conclusão podemos dizer que a Asma é uma doença heterogénea usualmente


caracterizada por um processo inflamatório crónico das vias aéreas, e por sua vez ela tem
vários factores de risco para o desenvolvimento da Asma como por ex:História familiar,
poera e fumo do tabaco, e deu para perceber que os pulmões são os órgãos que são
responsáveis pelo desecadeamento da Asma levado em conta os factores desencadeantes
mencionados anteriormente, e os seus sintomas e sinais são inespecíficos mas podendo ser a
Tosse seca crónica ou recorrente, desconforto torácico que pioram de manhã ou de noite, e
que existe vários fenotipos da Asma sendo elas Asma alérgica, não alérgica, etc. E
considerado que a Asma varia de cada indivíduos diferentes como nos idosos, nos atletas, nos
fumadores ou ex-fumadores, na gravidez, etc. E que a Asma pode ser classificada de acordo
com o nível de controle sendo a Asma controlada, parcial controlada e não controlada. E o
diagnóstico pode ser feito por um Espirometria, lembrando que existe várias formas de
diagnósticar a Asma. E que existe vários métodos de tratamento sendo com fármacos ou sem
fármacos (aconselhar o indivíduo com indícios da Asma), no tratamento com os fármacos
existe vários grupos como os do grupos Controladores: Corticoesteróides inalatórios, e do
grupo aliviadores como os : β2 agonistas de acção curta (β2AC).

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Referências bibliográficas

Título: Manual da Asma Brônquica no Adulto

Ano: 2017

Nazira Vali Abdula, Pediatra, MD: Ministra da Saúde

Franscisco Mbofana, MD, MPH: Director Nacional de Saúde Pública Ministério da Saúde

Ivan Manhiça, MD, Msc: Director do Programa Nacional de Controlo da Tuberculose


Ministério da Saúde.

Autores:

Elizabete Nunes, Pneumologista, MD, PhD

Sam Patel, Internista, MD

Awa Carimo, Internista, MD, MSc

Paula Perdigão, Pneumologista, MD

Anilsa Cossa, Pneumologista, MD

Anila Hassane, Pneumologista, MD

Manuel Raivoso, Pneumologista, MD

Joaquim Pondo, Pneumologista, MD, MSc

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