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Aula Micros

O documento aborda a microscopia, incluindo sua história, tipos de microscópios e suas capacidades de ampliação e resolução. Destaca a evolução do microscópio desde os primeiros modelos até os microscópios eletrônicos modernos, que oferecem ampliação significativa e resolução detalhada. Além disso, discute técnicas de preparação de espécimes e coloração para observação microscópica.

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O documento aborda a microscopia, incluindo sua história, tipos de microscópios e suas capacidades de ampliação e resolução. Destaca a evolução do microscópio desde os primeiros modelos até os microscópios eletrônicos modernos, que oferecem ampliação significativa e resolução detalhada. Além disso, discute técnicas de preparação de espécimes e coloração para observação microscópica.

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MICROSCOPIA

UNIARA
Prof. Me. Laryssa S. T. Carlos

Page  1
QUAL É
CAPACIDADE DO
SER HUMANO DE
AMPLIAÇÃO?

Page  2
Microscopia

1cm= 10mm
1mm= 1000m
0,0002mm
1m= 1000nm

Page  3
Microscopia

Page  4
Microscopia

A palavra microscópio vem do grego, mikrós e skoppéoo, que


significam, respectivamente, “pequeno” e “observar”.

Page  5
Microscopia

Visualização de pequena dimensão da célula e dos


componentes da MEC ;
Identificação de compartimentos e reações químicas
celulares.

Page  6
Page  7
Page  8
2019-nCoV

[Link]

Page  9
A História do Microscópio

 Desde 721 a.C há relatos de um cristal, conhecido


como lente de Layard, que foi talhado, polido e tinha
propriedades de ampliação.

Page  10
A História do Microscópio

 1º MICROSCÓPIO: Holandeses Hans Jansen e seu filho


Zacharias Jansen (1590).

Page  11
A História do Microscópio
 Robert Hooke (1665) → descoberta das células.
 Hooke observou cortes finos de cortiça → pequenos favos de
mel empilhados.
A cada um destes favos Hooke atribuiu a
designação de célula (do latim cella).

Page  12
A História do Microscópio
 “Pai” da microbiologia → Antonie van Leeuweenhoek (1632-
1723).

 Observou pequenos seres vivos, aos quais mais tarde foi


dada a designação de bactérias.
Page  13
A História do Microscópio
 Em 1933, Ernst Ruska inventa o primeiro microscópio
eletrônico de transmissão.

 A importância do equipamento foi tão grande que


Ruska recebeu o Prêmio Nobel de Física.
Page  14
A História do Microscópio
 Já o primeiro microscópio
eletrônico de varredura (MEV)
foi construído em 1938, pelo
físico alemão Manfred von
Ardenne, baseado na
concepção descrita por Max
Knoll em 1935.

Page  15
A História do Microscópio

Microscópio filma células se movendo dentro de


organismos em alta qualidade e em três dimensões

O vídeo mostra uma célula migrando através do interior da


orelha de um pequeno peixe-zebra

Page  16
PODER DE RESOLUÇÃO
X
Page  17
PODER DE AUMENTO
Poder de aumento e resolução

 Ampliação: é a capacidade de fazer um objeto parecer


maior do que ele realmente é.
 Resolução: é a capacidade de discernir duas estruturas
distintas que estejam juntas.

Page  18
Poder de resolução e limite

 Poder de resolução: é a capacidade de uma lente em


formar detalhes mínimos.

 Limite de resolução: é a menor distância entre dois


pontos distintos do objeto que poderão ser
individualizados na imagem final.

Microscópio óptico possui um limite de quase 0,2 micrômetros


de resolução, os Microscópios eletrônicos atingem limite de
Page  19 resolução de 0,2 nanômetros.
Microscópio de Luz

Page  20
Microscópio de Luz

 Microscópio óptico ou fotônico.

 A imagem se forma a partir de raios


luminosos de um feixe de luz que
atravessou uma estrutura.

 É constituído por uma parte mecânica


que suporta e permite controlar uma
parte óptica que amplia as imagens.

 Até 1000x.

Page  21
Microscópio de Luz

Conjunto de lentes
Ocular

Objetivas

Condensador

Page  22
Microscópio de luz

Condensador: concentra a luz de uma lâmpada e projeta um


feixe luminoso sobre o espécime.

Page  23
Microscópio de luz

Objetivas: recebe a luz e projeta uma imagem aumentada.

Page  24
Microscópio de luz

 Na objetiva de 100x (objetiva de imersão) → óleo de


imersão para que o índice de refração seja igual para a
lâmina de vidro e o óleo.

Page  25
Microscópio de luz

Ocular: amplia a imagem e a projeta na retina.

Page  26
Microscópio de Luz

 Ampliação total: Atotal = Aobj X Aoc 10X x 40X = 400X

10X

40X

Page  27
Microscópio de luz

Page  28
Microscópio de Luz

Canhão
Revólver
Braço
Pinças Platina

Macrometrico Diafragma

Micrometrico Fonte luminosa


Pé ou
base
Page  29
Microscópio de Luz

Charriot

Page  30
ETAPAS

1) Tirar a capa.
2) Desenrolar o fio (verificar
a voltagem).
3) Ligar o microscópio.
4) Verificar a luz (máximo).
5) Colocar a lâmina na
platina e prende-la com a
pinça.
Page  31
ETAPAS
6) Inicie sempre pela
objetiva de menor
aumento (4x).
7) Centralize pelo
charriot.
8).Olhe pela ocular e
mova o macrométrico
lentamente, assim que a
imagem aparecer,
mesmo confusa, pare e
complete a focalização
com o micrométrico.

Page  32
ETAPAS
9) Mude de aumento pelo revolver.
10) Ajuste o foco fino pelo micrométrico.
Page  33
Microscopia de contraste de fase

 Transforma diferentes fases dos raios de luz em diferenças


luminosas, permitindo a observação dos espécimes através
do contraste gerado.

Page  34
Microscopia confocal
 Tipo especializado de microscópio de fluorescência que
monta uma imagem por meio da varredura do espécime com
um feixe de laser.
 Esse feixe é focado sobre um único ponto a uma
profundidade específica no espécime, e um orifício de
abertura no detector permite que apenas a fluorescência
emitida a partir desse mesmo ponto seja incluída na imagem.

Page  35
Alberts, B. (2017)
Microscopia de fluorescência
 Usa capacidade de algumas
moléculas em fluorescer sob luz
ultravioleta. A excitação e a emissão
de luz das moléculas fluorescentes
são reguladas por filtros para
promover cor e contraste.

Page  36
Alberts, B. (2017)
Microscópio eletrônico
 Maior ampliação.
 Dois tipos:
1) Microscópio de transmissão.
2) Microscópio de varredura.

Epitélio da mucosa intestinal


Page  37
Microscópio eletrônico de transmissão
 Tem poder de aumento útil de até um
milhão de vezes, e com espécimes
biológicos pode resolver detalhes tão
pequenos como cerca de 1 nm.

 Trajeto ocorra de cima para baixo.

 Feixe de elétrons são captados por um


detector para se observar uma imagem.

 Preto e branco.

 Page
Cortes
 38 mais delgados. Alberts, B. (2017)
Microscópio eletrônico de varredura

 O espécime é coberto com um


filme muito fino de um metal
pesado e varrido por um feixe
de elétrons focalizados no
espécime por bobinas
eletromagnéticas que agem
como lentes.
 Superfície do espécime: cria
imagens impressionantes de
objetos tridimensionais com
grande profundidade de foco e
pode resolver detalhes entre 3
nm e 20 nm.
Page  39
Alberts, B. (2017)
Comparação das micrografias

Page  40
Comparação das micrografias

Page  41
Preparação de espécimes

 Material biológico é colocado sobre uma placa de vidro


retangular - a lâmina - e cobertos por uma placa de vidro
bem fina - a lamínula.

Page  42
Observação in vivo (exame a fresco)

 Técnica relativamente simples. O material biológico é


colocado sobre a lâmina e observado.
 Utilizada frequentemente para se observar células vegetais
vivas.

Page  43
Fixação das células
 Importância: evitar a digestão dos tecidos, endurecimento e
preservação.
 Químico: imersão em substâncias (fixadores).
 Ex: formaldeído 4%.

Page  44
Coloração
 Com poucas exceções, os tecidos são incolores.
 Corantes: combinação hematoxilina e eosina (HE) é a mais
comum.
 Hematoxilina cora em azul ou violeta o núcleo e outras
estruturas ácidas.
 Eosina: cora em cor-de-rosa o citoplasma e colágeno.

Page  45
Coloração

 Corantes como o azul de metileno penetram na célula e


evidenciam suas estruturas.

Page  46
Cortes histológicos

 Na maioria dos casos os tecidos e órgãos são espessos e


não possibilitam a passagem adequada de luz para a
formação de imagem.
.

Page  47
Inclusão
 Tecidos ou órgãos devem ser infiltrados com substâncias
que lhes proporcionem uma consistência rígida.
 Substâncias: parafina e algumas resinas de plástico.
 Cortes de 1 a 10 micrômero de espessura (1μm = 0,001mm).

Page  48
Cortes histológicos

 Devem ser fatiados em secções ou cortes histológicos muito


delgados e colocados sobre lâminas de vidro.
 Instrumentos: micrótomos.

Page  49
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 ALBERTS, B. et al. “Biologia Molecular da Célula”. 6ª ed.


Porto Alegre: Artmed, 2017.
 DE ROBERTIS, E. M.F. & HIB, J. "Bases da Biologia Celular
e Molecular". 4ª ed. RJ: Guanabara/Koogan, 2006.
 JUNQUEIRA, L. C., CARNEIRO, J., ABRAHAMSOHN, P.
Histologia básica: texto e atlas. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2017, [Link].

Page  50

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