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Modular - Teoria

O documento aborda a resolução de equações modulares envolvendo módulos e suas propriedades. Exemplos são apresentados para ilustrar a aplicação de definições e propriedades do módulo em diferentes equações. O texto também discute a importância de testar soluções em equações que envolvem módulos.
Direitos autorais
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Ex.

2: |𝑥 2 − 5𝑥 + 7| = 3
Módulo
𝑥 2 − 5𝑥 + 7 = 3 𝐸𝑞. ①
Novamente pela definição, temos { 𝑜𝑢 .
➢ É a distância do afixo do número até a origem.
𝑥 2 − 5𝑥 + 7 = −3 𝐸𝑞. ②

𝐸𝑞. ①: 𝑥 2 − 5𝑥 + 4 = 0 ⟹ 𝑥 = 1 𝑜𝑢 𝑥 = 4.

𝐸𝑞. ②: 𝑥 2 − 5𝑥 + 10 = 0 (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜, 𝑝𝑜𝑖𝑠 Δ < 0).

Assim, 𝕊 = {1; 4} .

Ex. 3: |𝑥 + 7| = |2𝑥 − 1|

Usando 𝑃. 7 temos:
I. Módulo de Um Número Real
(𝑥 + 7)2 = (2𝑥 − 1)2 ⟹ 𝑥 2 + 14𝑥 + 49 = 4𝑥 2 − 4𝑥 + 1 ⟹
Dado 𝑥 ∈ ℝ, o módulo de 𝑥, denotado por |𝑥|, é dado por:
⟹ 0 = 3𝑥 2 − 18𝑥 − 48 ⟹ 𝑥 2 − 6𝑥 − 16 ⟹
𝑥 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 0
|𝑥| = {
⟹ 𝑥 = 8 𝑜𝑢 𝑥 = −2 ⟹ 𝑆 = {−2; 8}
−𝑥 ; 𝑠𝑒 𝑥 < 0

Ex.:

|4| = 4, pois 4 ≥ 0. Ex. 4: |𝑥 2 − 𝑥 − 2| = |𝑥 + 2|


|−6| = −(−6) = 6, pois −6 < 0.
1 1 1 Aqui, usar 𝑃. 7 nos levaria a uma equação polinomial de grau 4.
| | = , pois ≥ 0. Para fugir disso, posemos usar a definição e teremos:
7 7 7
|0| = 0, pois 0 ≥ 0.
|−√2| = −(−√2) = √2, pois −√2 < 0. 𝑥2 − 𝑥 − 2 = 𝑥 + 2 𝑥 2 − 2𝑥 − 4 = 0
|𝑒 − 𝜋| = −(𝑒 − 𝜋) = 𝜋 − 𝑒, pois 𝑒 − 𝜋 < 0. { 𝑜𝑢 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
𝑥 2 − 𝑥 − 2 = −(𝑥 + 2) 𝑥2 = 0

II. Propriedades do Módulo 𝑥 = 1 + √5 𝑜𝑢 𝑥 = 1 − √5


⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
São resultados obtidos da definição que facilitam o trato algébrico 𝑥=0
dos módulos. As demonstrações não serão exibidas, mas o autor
convida o leitor a tentar. Dados 𝑥; 𝑦 ∈ ℝ, vale que: ⟹ 𝕊 = {1 − √5 ; 0 ; 1 + √5}

𝑃. 1: |𝑥| ≥ 0 𝑃. 2: |𝑥| = |−𝑥|

𝑃. 3: |𝑥 ∙ 𝑦| = |𝑥| ∙ |𝑦|
𝑥 |𝑥|
𝑃. 4: | | = | | , se 𝑦 ≠ 0. Ex. 5: |𝑥 2 − 3𝑥 + 2| = 2𝑥 − 4
𝑦 𝑦
Aqui, o caminho será parecido, mas não igual, ao Ex. 4. Isso
𝑃. 5: √𝑥 2 = |𝑥| 𝑃. 6: |𝑥| + |𝑦| ≥ |𝑥 + 𝑦| porque, em casos como esse, as soluções devem ser testadas.
Aplicando a definição, temos:
𝑃. 7: |𝑥| = |𝑦| ⇒ 𝑥 2 = 𝑦2 𝑥 2 − 3𝑥 + 2 = 2𝑥 − 4 𝑥 2 − 5𝑥 + 6 = 0
{ 𝑜𝑢 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
𝑥 2 − 3𝑥 + 2 = −2𝑥 + 4 𝑥2 − 𝑥 − 2 = 0
As aplicações e exemplificações das propriedades se darão em
Equações Modulares. 𝑥 = 2 𝑜𝑢 𝑥 = 3
⟹ { 𝑜𝑢
𝑥 = −1 𝑜𝑢 𝑥 = 2
III. Equações Modulares
Temos três Candidatos a Solução. Vamos testá-los, na equação
original. Teremos:
São igualdades que envolvem pelo menos um módulo e uma
variável a ser descoberta. Nos exemplos exploraremos os
Para 𝑥 = 3: |32 − 3 ∙ 3 + 2| = 2 ∙ 3 − 4 ⟹ 2=2
principais casos.
Para 𝑥 = 2: |22 − 3 ∙ 2 + 2| = 2 ∙ 2 − 4 ⟹ 0=0
Ex. 1: |𝑥 − 3| = 5
Para 𝑥 = −1: |(−1)2 − 3 ∙ (−1) + 2| = 2 ∙ (−1) − 4 ⟹ 6 = −6
Por definição temos 𝑥 − 3 = 5 ou 𝑥 − 3 = −5, pois tanto 5
quanto −5 distam 5 𝑢. 𝑐. da origem. Daí: Assim, teremos, após os testes, a confirmação de que:

𝕊 = {−2; 8} 𝕊 = {2 ; 3}
As equações modulares que estiverem na forma Ex. 7: (CN) O conjunto-solução da equação 𝑥+1=
|𝑓(𝑥)| = 𝑔(𝑥) geram, a partir do uso da definição, √𝑥 2 + √4𝑥 2 + 4𝑥 + 1 em ℝ é:
Candidatos a Solução, que devem, todos, serem
testados antes de constar no Conjunto-Solução. a) ℝ.
b) [−1; +∞[.
c) ℝ − [−1; +∞[.
d) [0; +∞[.
Ex. 6: |2𝑥 + 3| + |𝑥 − 1| = 4 1
e) [− ; +∞[.
2
Aqui, temos dois módulos onde cada um apresenta um
comportamento dado um intervalo. O primeiro passo é, por tanto,
𝑥 + 1 = √𝑥 2 + √4𝑥 2 + 4𝑥 + 1 ⟹
descobri-los através da definição.

3 𝑃.5
2𝑥 + 3; 𝑠𝑒 2𝑥 + 3 ≥ 0 2𝑥 + 3; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ − ⟹ 𝑥 + 1 = √𝑥 2 + √(2𝑥 + 1)2 ⇒
2
|2𝑥 + 3| = { =
−(2𝑥 + 3); 𝑠𝑒 2𝑥 + 3 < 0 3
−2𝑥 − 3; 𝑠𝑒 𝑥 < − ⟹ 𝑥 + 1 = √𝑥 2 + |2𝑥 + 1| ⟹
{ 2
⟹ (𝑥 + 1)2 = 𝑥 2 + |2𝑥 + 1| ⟹
𝑥 − 1; 𝑠𝑒 𝑥 − 1 ≥ 0 𝑥 − 1; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 1
|𝑥 − 1| = { ={ ⟹ 𝑥 2 + 2𝑥 + 1 = 𝑥 2 + |2𝑥 + 1| ⟹
−(𝑥 − 1); 𝑠𝑒 𝑥 − 1 < 0 −𝑥 + 1; 𝑠𝑒 𝑥 < 1
⟹ |2𝑥 + 1| = 2𝑥 + 1

Logo, é seguro dizer que a equação |2𝑥 + 3| + |𝑥 − 1| = 4 tem Por definição, |2𝑥 + 1| = 2𝑥 + 1 sempre que 2𝑥 + 1 ≥ 0, daí:
3
três comportamentos distintos: O primeiro no intervalo ]−∞; − [; 1
2
3 2𝑥 + 1 ≥ 0 ⟹ 𝑥≥−
o segundo no intervalo ]− ; 1[; e o terceiro no intervalo ]1; +∞[. 2
2
Daí, podemos organizar:
1
𝕊 = [− ; +∞[
2
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐸

Ex. 8: (CN) No conjunto dos números reais, o conjunto-solução da


4
equação √(2𝑥 + 1)4 = 3𝑥 + 2:

a) é 𝑣𝑎𝑧𝑖𝑜.
Basta, agora, solucionar a equação dentro de cada um dos três b) é 𝑢𝑛𝑖𝑡á𝑟𝑖𝑜.
intervalos, respeitando o comportamento de cada módulo. c) 𝑝𝑜𝑠𝑠𝑢𝑖 𝑑𝑜𝑖𝑠 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠.
d) 𝑝𝑜𝑠𝑠𝑢𝑖 𝑡𝑟ê𝑠 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠.
Para 𝑥 ∈ ]−∞; − [:
3 e) 𝑝𝑜𝑠𝑠𝑢𝑖 𝑞𝑢𝑎𝑡𝑟𝑜 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑠.
2
4
−2𝑥 − 3 − 𝑥 + 1 = 4 ⟹ 𝑥 = −2 √(2𝑥 + 1)4 = 3𝑥 + 2 ⟹ √(2𝑥 + 1)2 = 3𝑥 + 2 ⟹

2𝑥 + 1 = 3𝑥 + 2
⟹ |2𝑥 + 1| = 3𝑥 + 2 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
3
Para 𝑥 ∈ ]− ; 1[: 2𝑥 + 1 = −3𝑥 − 2
2

2𝑥 + 3 − 𝑥 + 1 = 4 ⟹ 𝑥=0 𝑥 = −1
𝑜𝑢
⟹ { 3
𝑥=−
5
Para 𝑥 ∈ ]1; +∞[:
Como a equação modular está na forma |𝑓(𝑥)| = 𝑔(𝑥), devemos
2
2𝑥 + 3 + 𝑥 − 1 = 4 ⟹ 𝑥= (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜!) testar as soluções.
3
4
Para 𝑥 = −1: √(2 ∙ (−1) + 1)4 = 3 ∙ (−1) + 2
Assim, concluímos que:
1 = −1
𝕊 = {−2 ; 0}
3 4
3 3 4
Para 𝑥 = − : √(2 ∙ (− ) + 1) = 3 ∙ (− ) + 2
5 5 5

1 1
=
5 5
Toda equação modular que apresentar
3
adição/subtração de dois ou mais Assim, 𝕊 = {− }, ou seja, um conjunto unitário.
5
módulos deve seguir esse modelo
organizacional e também ter as 𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐵
soluções condizentes com os intervalos que foram obtidas.
1
Ex. 9: (EsPCEx) O número de soluções da equação ∙ |𝑥| ∙ IV. Inequações Modulares
2
3
|𝑥 − 3| = 2 ∙ |𝑥 − |, em ℝ, é:
2 São desigualdades que envolvem pelo menos um módulo e uma
variável a ser descoberta. Sua solução se dá pelo uso da definição,
a) 1. das propriedades e do crescimento e decrescimento do módulo.
b) 2. Assim, dado 𝑘 ∈ ℝ∗+ , vale que:
c) 3.
d) 4. |𝑓(𝑥)| ≥ 𝑘 ⟹ 𝑓(𝑥) ≥ 𝑘 𝑜𝑢 𝑓(𝑥) ≤ −𝑘
e) 5.

1 3 3 |𝑓(𝑥)| ≤ 𝑘 ⟹ −𝑘 ≤ 𝑓(𝑥) ≤ 𝑘
∙ |𝑥| ∙ |𝑥 − 3| = 2 ∙ |𝑥 − | ⟹ |𝑥(𝑥 − 3)| = 4 |𝑥 − | ⟹
2 2 2

𝑥 2 − 3𝑥 = 4𝑥 − 6
⟹ |𝑥 2 − 3𝑥| = |4𝑥 − 6| ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ Ex. 1: |𝑥 − 1| < 7
𝑥 2 − 3𝑥 = −4𝑥 + 6
|𝑥 − 1| < 7 ⟹ −7 < 𝑥 − 1 < 7 ⟹
𝑥 2 − 7𝑥 + 6 = 0 𝑥 = 1 𝑜𝑢 𝑥 = 6
⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ ⟹ −7 + 1 < 𝑥 − 1 + 1 < 7 + 1 ⟹ −6 < 𝑥 < 8 ⟹
𝑥2 + 𝑥 − 6 = 0 𝑥 = −3 𝑜𝑢 𝑥 = 2
⟹ 𝕊 = ]−6; 8[ = {𝑥 ∈ ℝ| − 6 < 𝑥 < 8}
⟹ 𝕊 = {−3; 1; 2; 6} ⟹ 𝑛(𝕊) = 4

𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐷
Ex. 2: |𝑥 − 3| ≥ 12

Ex. 10: (EsPCEx) O número de soluções, em ℝ, da equação 𝑥 − 3 ≥ 12 𝑥 ≥ 15


|𝑥 + 2| + |𝑥 − 1| = 𝑥 + 1, é igual a: |𝑥 − 3| ≥ 12 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
𝑥 − 3 ≤ −12 𝑥 ≤ −9
a) 0.
b) 1. ⟹ 𝕊 = ]−∞; −9] ∪ [15; +∞[ = {𝑥 ∈ ℝ| 𝑥 ≤ −9 ∨ 𝑥 ≥ 15}
c) 2.
d) 3.
e) 4.
𝑥 + 2; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ −2 𝑥 − 1; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 1 Ex. 3: |2𝑥 − 7| ≤ |𝑥 + 4|
|𝑥 + 2| = { ; |𝑥 − 1| = {
−𝑥 − 2; 𝑠𝑒 𝑥 < −2 −𝑥 + 1; 𝑠𝑒 𝑥 < 1
Aqui, temos dois módulos onde cada um apresenta um
Existem, então, três intervalos de comportamento: o primeiro de comportamento dado um intervalo. O primeiro passo é, por tanto,
]−∞; −2[; o segundo de ]−2; 1[; e o terceiro de ]1; +∞[. descobri-los através da definição.
7
Para 𝑥 ∈ ]−∞; −2[: 2𝑥 − 7 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 𝑥 + 4; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ −4
2
2 |2𝑥 − 7| = ; |𝑥 + 4| = {
−𝑥 − 2 − 𝑥 + 1 = 𝑥 + 1 ⟹ 𝑥=− (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜!) 7 −𝑥 − 4; 𝑠𝑒 𝑥 < −4
3 −2𝑥 + 7 ; 𝑠𝑒 𝑥 <
{ 2

Para 𝑥 ∈ ]−2; 1[: Logo, é seguro dizer que a inequação |2𝑥 − 7| ≤ |𝑥 + 4| tem três
comportamentos distintos: O primeiro no intervalo ]−∞; −4]; o
𝑥+2−𝑥+1 =𝑥+1 ⟹ 𝑥 = 2 (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜!) 7 7
segundo no intervalo ]−4; ]; e o terceiro no intervalo ] ; +∞[.
2 2
Daí:
Para 𝑥 ∈ ]1; +∞[:
𝑥+2+𝑥−1 =𝑥+1 ⟹ 𝑥 = 0 (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜!) Para 𝑥 ∈ ]−∞; −4]:
−2𝑥 + 7 ≤ −𝑥 − 4 ⟹ 𝑥 ≥ 11 (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜, 𝑝𝑜𝑖𝑠 𝑥 ∈ ]−∞; −4])
Assim, 𝕊 = { }, logo, 𝑛(𝕊) = 0 .
7
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐴 Para 𝑥 ∈ ]−4; ]:
2
7
𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]−4; ]
2
−2𝑥 + 7 ≤ 𝑥 + 4 ⟹ 𝑥≥1 ⇒
Ex. 11: (EN) A soma das raízes reais distintas da equação
||𝑥 − 2| − 2| = 2 é igual a: 7
⟹ 1≤𝑥≤
2
a) 0. b) 2. c) 4. d) 6. e) 8.
7
|𝑥 − 2| − 2 = 2 Para 𝑥 ∈ ] ; +∞[:
2
7
||𝑥 − 2| − 2| = 2 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈] ; +∞[
2
|𝑥 − 2| − 2 = −2 2𝑥 − 7 ≤ 𝑥 + 4 ⟹ 𝑥 ≤ 11 ⇒

|𝑥 − 2| = 4 𝑥−2=4 𝑜𝑢 𝑥 − 2 = −4 7
⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ ⟹ < 𝑥 ≤ 11
2
|𝑥 − 2| = 0 𝑥−2=0
Assim, fazendo a união dos intervalos de solução, temos:
⟹ 𝕊 = {−2; 2; 6} ⟹ (−2) + 2 + 6 = 6
𝕊 = [1 ; 11] = {𝑥 ∈ ℝ | 1 ≤ 𝑥 ≤ 11}
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐷
Ex. 4: |3𝑥 − 2| > 2𝑥 + 8 Ex. 6: ||𝑥 − 4| − 6| ≤ 5

Por definição, temos: ||𝑥 − 4| − 6| ≤ 5 ⟹ −5 ≤ |𝑥 − 4| − 6 ≤ 5 ⟹

2 |𝑥 − 4| ≥ 1
3𝑥 − 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥
3 ⟹ 1 ≤ |𝑥 − 4| ≤ 11 ⟹ { 𝑒 ⟹
|3𝑥 − 2| = |𝑥 − 4| ≤ 11
2
−3𝑥 + 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 <
{ 3 𝑥 − 4 ≥ 1 𝑜𝑢 𝑥 − 4 ≤ −1
⟹ { 𝑒 ⟹
Então, existem dois intervalos de comportamento: o primeiro de −11 ≤ 𝑥 − 4 ≤ 11
2 2
]−∞; ]; e o segundo de ] ; +∞[.
3 3
𝑥 ≥ 5 𝑜𝑢 𝑥 ≤ 3 ]−∞; 3] ∪ [5 ; +∞[
2 ⟹ { 𝑒 ⟹ { 𝑒
Para 𝑥 ∈ ]−∞; ]: [−7 ; 15]
3 −7 ≤ 𝑥 ≤ 15
2
5 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]−∞; ]
3 Basta, agora, fazer a Interseção entre os intervalos de solução,
−3𝑥 + 2 > 2𝑥 + 8 ⟹ 𝑥<− ⇒
6 uma vez que ambos devem ser satisfeitos para que a inequação
original seja satisfeita. Daí:
5
⟹ 𝑥<−
6 𝕊 = [−7 ; 3] ∪ [5 ; 15] = {𝑥 ∈ ℝ | − 7 ≤ 𝑥 ≤ 3 ∨ 5 ≤ 𝑥 ≤ 15}
2
Para 𝑥 ∈ ] ; +∞[:
3
2
𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈] ; +∞[
3 Ex. 7: (FUVEST) O conjunto dos números reais 𝑥 para os quais vale
3𝑥 − 2 > 2𝑥 + 8 ⟹ 𝑥 > 10 ⇒
a desigualdade |𝑥 + 3| + |2𝑥 − 4| ≥ 7 é:
⟹ 𝑥 > 10
8
a) ]−∞; 0] ∪ [ ; +∞[.
3
b) ]−∞; 0[ ∪ [1; +∞[.
Assim, fazendo a união dos intervalos de solução, temos: 8
c) ]−∞; ] ∪ [4; +∞[.
3
d) ]−∞; 2] ∪ [3; +∞[.
5 5
𝕊 = ]−∞; − [ ∪ ]10 ; +∞[ = {𝑥 ∈ ℝ | 𝑥 < − ∨ 𝑥 > 10} e) ]−∞; 1] ∪ [4; +∞[.
6 6

Por definição, temos:


Ex. 5: |2𝑥 − 7| ≤ 𝑥 + 5 𝑥 + 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ −3 2𝑥 − 4 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2
|𝑥 + 3| = { ; |2𝑥 − 4| = {
−𝑥 − 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 < −3 −2𝑥 + 4; 𝑠𝑒 𝑥 < 2
Por definição, temos:
Existem, então, três intervalos de comportamento: o primeiro de
7 ]−∞; −3]; o segundo de ]−3; 2]; e o terceiro de ]2; +∞[.
2𝑥 − 7 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥
2
|2𝑥 − 7| =
7 Para 𝑥 ∈ ]−∞; −3]:
−2𝑥 + 7 ; 𝑠𝑒 𝑥 < 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]−∞;−3]
{ 2
−𝑥 − 3 − 2𝑥 + 4 ≥ 7 ⟹ 𝑥≤2 ⇒
Então, existem dois intervalos de comportamento: o primeiro de
7 7 ⟹ 𝑥 ≤ −3
]−∞; ]; e o segundo de ] ; +∞[.
2 2

7 Para 𝑥 ∈ ]−3; 2]:


Para 𝑥 ∈ ]−∞; ]:
2 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]−3;2]
𝑥 + 3 − 2𝑥 + 4 ≥ 7 ⟹ 𝑥≤0 ⇒
7
2 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]−∞; ]
2
−2𝑥 + 7 ≤ 𝑥 + 5 ⟹ 𝑥≥ ⇒ ⟹ −3 < 𝑥 ≤ 0
3

2 7 Para 𝑥 ∈ ]2; +∞[:


⟹ ≤𝑥≤
3 2 8 𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈]2; +∞[
𝑥 + 3 + 2𝑥 − 4 ≥ 7 ⟹ 𝑥≥ ⇒
7 3
Para 𝑥 ∈ ] ; +∞[:
2
8
7
⟹ 𝑥≥
𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈] ; +∞[ 3
2
2𝑥 − 7 ≤ 𝑥 + 5 ⟹ 𝑥 ≤ 12 ⇒

7 Assim, fazendo a união dos intervalos de solução, temos:


⟹ < 𝑥 ≤ 12
2
8 8
𝕊 = ]−∞; 0] ∪ [ ; +∞[ = {𝑥 ∈ ℝ | 𝑥 ≤ 0 ∨ 𝑥 ≥ }
3 3
Assim, fazendo a união dos intervalos de solução, temos:
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐴
2 7
𝕊 = [ ; 12] = {𝑥 ∈ ℝ | ≤ 𝑥 ≤ 12}
3 2
V. Função Modular Ex. 2: (EsPCEx) Sabendo que o gráfico a seguir representa a função
real 𝑓(𝑥) = |𝑥 − 2| + |𝑥 + 3|, então, o valor de a + b + c é igual
Dizemos que 𝑓 é uma função modular se a lei de associação de 𝑓 a:
contém alguma variável dentro de um módulo.
a) −7.
Se 𝑓: ℝ → ℝ é tal que 𝑓(𝑥) = 𝑥 2 + 4 ∙ |𝑥 + 1|, dizemos que 𝑓 é
uma função modular, e temos: b) −6.

𝑓(3) = 32 + 4 ∙ |3 + 1| = 25. c) 4.
𝑓(−2) = (−2)2 + 4 ∙ |−2 + 1| = 8.
𝑓(−1) = (−1)2 + 4 ∙ |−1 + 1| = 1. d) 6.

e) 10.
➢ O gráfico da mais simples das Funções Modulares, isto é, a
função 𝑓: ℝ → ℝ, tal que 𝑓(𝑥) = |𝑥|, pode ser construído a
partir do gráfico da função identidade 𝑔, de lei 𝑔(𝑥) = 𝑥
(Bissetriz dos quadrantes ímpares). Note que, como 𝑓(𝑥) = Inicialmente, pela definição, sabemos que:
|𝑔(𝑥)|, e o módulo representa uma distância, logo, deve ser
positivo ou zero, então, a imagem de 𝑓 deve ser positiva ou 𝑥 − 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2 𝑥 + 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ −3
|𝑥 − 2| = { ; |𝑥 + 3| = {
zero. Com isso, mas refletir a parte do gráfico de 𝑔 que tem −𝑥 + 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 < 2 −𝑥 − 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 < −3
imagem negativa em relação ao eixo das abscissas que
teremos o gráfico de 𝑓. Ou seja: Assim, concluímos que:

−𝑥 + 2 − 𝑥 − 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≤ −3
𝑓(𝑥) = {−𝑥 + 2 + 𝑥 + 3 ; 𝑠𝑒 − 3 ≤ 𝑥 ≤ 2 ⟹
𝑥 − 2 + 𝑥 + 3 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2

−2𝑥 − 1; 𝑠𝑒 𝑥 ≤ −3 (𝑃𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑑𝑒𝑐𝑟𝑒𝑠𝑐. 𝑑𝑜 𝑔𝑟á𝑓. )


⟹ 𝑓(𝑥) = {5 ; 𝑠𝑒 − 3 ≤ 𝑥 ≤ 2 (𝑃𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑡𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜 𝑔𝑟á𝑓. )
2𝑥 + 1 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2 (𝑃𝑎𝑟𝑡𝑒 𝑐𝑟𝑒𝑠𝑐𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑑𝑜 𝑔𝑟á𝑓. )

Logo, a = −3 e b = 2. Ademais, c = 𝑓(a) = 𝑓(b). Ou seja, temos


que c = 𝑓(−3) = 𝑓(2) = 5. Finalmente:

a + b + c = −3 + 2 + 5 = 4

𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐶

Ex. 3: (EEAr) Seja 𝑓(𝑥) = |𝑥 − 3| uma função. A soma dos valores


de 𝑥 para os quais a função assume o valor 2 é:

Em suma, para construir o gráfico de qualquer função com lei a) 3.


na forma 𝑓(𝑥) = |𝑔(𝑥)|, basta construir o gráfico de 𝑔 e b) 4.
espelhar a parte de imagem negativa em relação ao eixo das c) 6.
abscissas. d) 7.
𝑥−3=2
𝑓(𝑥) = |𝑥 − 3| = 2 ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹
𝑥 − 3 = −2
Ex. 1: Construir o gráfico da função 𝑓 de lei 𝑓(𝑥) = |𝑥 2 − 4𝑥 + 3|.
𝑥=5
Nesse caso, 𝑔(𝑥) = 𝑥 2 − 4𝑥 + 3 = (𝑥 − 1)(𝑥 − 3), logo, as ⟹ { 𝑜𝑢 ⟹ 5+1 = 6
raízes de 𝑔 (interseções com o eixo das abscissas) são 𝑥 = 1 e 𝑥 = 𝑥=1
3, 𝑔(0) = 3 (interseção com o eixo das ordenadas), e 𝑔 tem
gráfico parabólico de concavidade para cima. Daí: 𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐶

Ex. 4: (CEFET – MG) Seja 𝑓(𝑥) uma função real. O gráfico gerado
pelo módulo dessa função. |𝑓(𝑥)|,

a) nunca passará pela origem.


b) nunca passará pelo 3º ou 4º quadrante.
c) intercepta o eixo 𝑥 somente se 𝑓(𝑥) for do primeiro grau.
d) intercepta o eixo 𝑦 somente se 𝑓(𝑥) for do segundo grau.

O gráfico de |𝑓(𝑥)| não pode ter imagem negativa, ou seja, não


passará nunca pelos 3º ou 4º quadrantes.

𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐵
Ex. 5: (CEFET – MG) O domínio da função real 𝑓(𝑥) = √1 − |𝑥| é Ex. 8: (EsPCEx) Considerando a função real 𝑓(𝑥) = (𝑥 − 1)|𝑥 −
o intervalo: 2|, o intervalo real para o qual 𝑓(𝑥) ≥ 2 é:

a) {𝑥 ∈ ℝ | 𝑥 < −1 𝑜𝑢 𝑥 > 1}. a) {𝑥 ∈ ℝ|𝑥 ≥ 3}.


b) {𝑥 ∈ ℝ | 𝑥 ≤ −1 𝑜𝑢 𝑥 ≥ 1}. b) {𝑥 ∈ ℝ|𝑥 ≤ 0 𝑜𝑢 𝑥 ≥ 3}.
c) {𝑥 ∈ ℝ − 1 < 𝑥 < 1}. c) {𝑥 ∈ ℝ|1 ≤ 𝑥 ≤ 2}.
d) {𝑥 ∈ ℝ − 1 ≤ 𝑥 ≤ 1}. d) {𝑥 ∈ ℝ|𝑥 ≥ 2}.
e) {𝑥 ∈ ℝ|𝑥 ≤ 1}.
O radicando não pode ser negativo, logo:
𝑓(𝑥) = (𝑥 − 1)|𝑥 − 2| ⟹
1 − |𝑥| ≥ 0 ⟹ |𝑥| ≤ 1 ⟹
(𝑥 − 1)(𝑥 − 2); 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2
⟹ 𝑓(𝑥) = { ⟹
⟹ −1 ≤ 𝑥 ≤ 1 ⟹ 𝕊 = {𝑥 ∈ ℝ | − 1 ≤ 𝑥 ≤ 1} (𝑥 − 1)(−𝑥 + 2); 𝑠𝑒 𝑥 < 2

𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐷 𝑥 2 − 3𝑥 + 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 ≥ 2
⟹ 𝑓(𝑥) = {
−𝑥 2 + 3𝑥 − 2 ; 𝑠𝑒 𝑥 < 2
Ex. 6: (FGV) O polígono do plano cartesiano determinado pela
relação |3𝑥| + |4𝑦| = 12 tem área igual a: Assim, para solucionar 𝑓(𝑥) ≥ 2, devemos considerar os
intervalos.
a) 6.
b) 12. Para 𝑥 ∈ ]−∞ ; 2[:
c) 16.
d) 24. −𝑥 2 + 3𝑥 − 1 ≥ 2 ⟹ 𝑥 2 − 3𝑥 + 3 ≤ 0 ⟹
e) 25.
9 3 3 2 3
⟹ 𝑥 2 − 3𝑥 + + ≤ 0 ⟹ (𝑥 − ) + ≤ 0 ⟹
Usando a definição, chegamos em quatro casos: 4 4 2 4

Caso 𝐼 (𝑥 ≥ 0 e 𝑦 ≥ 0) → 3𝑥 + 4𝑦 = 12 (𝑅𝑒𝑡𝑎 𝑟) 3 2 3
Caso 𝐼𝐼 (𝑥 ≤ 0 e 𝑦 ≥ 0) → −3𝑥 + 4𝑦 = 12 (𝑅𝑒𝑡𝑎 𝑠) ⟹ (𝑥 − ) ≤ − (𝐴𝑏𝑠𝑢𝑟𝑑𝑜!)
2 4
Caso 𝐼𝐼𝐼 (𝑥 ≤ 0 e 𝑦 ≤ 0) → −3𝑥 − 4𝑦 = 12 (𝑅𝑒𝑡𝑎 𝑢)
Caso 𝐼𝑉 (𝑥 ≥ 0 e 𝑦 ≤ 0) → 3𝑥 − 4𝑦 = 12 (𝑅𝑒𝑡𝑎 𝑣)
Para 𝑥 ∈ [2 ; +∞[:
Esboçando as quatro retas no plano, respeitados seus intervalos
de existência, temos: 𝑥 2 − 3𝑥 + 2 ≥ 2 ⟹ 𝑥(𝑥 − 3) ≥ 0 ⟹

𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥∈[2 ; +∞[


⟹ 𝑥 ≤ 0 𝑜𝑢 𝑥 ≥ 3 ⇒ 𝑥≥3

Assim, segue que 𝕊 = [3; +∞[ = {𝑥 ∈ ℝ | 𝑥 ≥ 3}

𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐴

Ex. 9: Considerando as funções reais definidas por 𝑓(𝑥) = √𝑥 e


𝑔(𝑥) = 𝑥 2 + 4𝑥 + 4, o conjunto solução da inequação 𝑓(𝑔(𝑥)) ≤
12 é:

a) 𝑥 ≤ 10.
b) 𝑥 ≤ 14.
Daí, basta calcular a área 𝐴 do losango formado. Segue que: c) −14 ≤ 𝑥 ≤ 10.
d) −10 ≤ 𝑥 ≤ 14.
8∙6 e) 𝑥 ∈ ℝ.
𝐴= ⟹ 𝐴 = 24 𝑢. 𝑎.
2
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐷 Inicialmente temos que:

𝑓(𝑔(𝑥)) = √𝑔(𝑥) = √𝑥 2 + 4𝑥 + 4 = √(𝑥 + 2)2 = |𝑥 + 2|


Ex. 7: (CEFET – CE) Para 𝑥 < −3, simplificando a expressão 𝑦 =
√9 − 6𝑥 + 𝑥 2 + √9 + 6𝑥 + 𝑥 2 , tem-se: Daí:

a) 𝑦 = 6. b) 𝑦 = 6 − 2𝑥. c) 𝑦 = 2𝑥. 𝑓(𝑔(𝑥)) ≤ 12 ⟹ |𝑥 + 2| ≤ 12 ⟹


d) 𝑦 = −2𝑥. e) 𝑦 = 3𝑥 − 1.
⟹ −12 ≤ 𝑥 + 2 ≤ 12 ⟹ −14 ≤ 𝑥 ≤ 10 ⟹
𝐶𝑜𝑚𝑜 𝑥<−3
𝑦 = √(𝑥 − 3)2 + √(𝑥 + 3)2 = |𝑥 − 3| + |𝑥 + 3| ⇒
⟹ 𝕊 = [−14 ; 10] = {𝑥 ∈ ℝ | − 14 ≤ 𝑥 ≤ 10}
⟹ 𝑦 = −𝑥 + 3 − 𝑥 − 3 ⟹ 𝑦 = −2𝑥
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐶
𝐿𝑒𝑡𝑟𝑎 𝐷

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