PGR - Matriz RR
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Prieto da Costa
Engenheiro de Segurança do Trabalho
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INDICE
1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Empresa: R R CONTATO INSTALACOES LTDA
Endereço: Rua: Nove de Julho- 1029
Bairro: Jardim Nove de Julho
Cidade: Ferraz de Vasconcelos
Cep: 08.505-000
CNPJ: 53.029.530/0001-29
Código de atividade econômica (CNAE): 43.30-4-99 Outras Obras de Acabamento da Construção
Grau de risco: 2 (um)
N° de funcionários: 27 (vinte e sete)
Contato: 11 6360-3545- 11 96360-3545- r.rcontatos1@[Link]
Jornada de Trabalho: De Segunda a Quinta das 07:00 as 17:00 e sexta 07:00 as 16:00hs. (1
hora para refeição e descanso). Podendo ser alterado de acordo com a exigência e demanda de
cada cliente.
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2. CONTROLE DE REVISÕES
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3. INTRODUÇÃO
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4. OBJETIVO
Gerenciar todos os riscos ambientais existentes no ambiente de trabalho, tais como: Físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos, e ou acidentes. Aplicar técnicas eficazes que não permitam
a ocorrência de acidentes através da: Identificação, avaliação e o controle das situações
existentes ou provocadas no ambiente de trabalho que possam causar danos à saúde dos
colaboradores da empresa. Mas também do meio ambiente, dos recursos naturais e seu entorno.
Desta forma o presente trabalho visa contribuir para a preservação da saúde, da integridade
física e mental de todos os colaboradores, assim como a qualidade do ambiente de trabalho, da
empresa R R CONTATO INSTALACOES LTDA, através do Programa deGerenciamento
de Riscos (PGR).
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5. ABRANGÊNCIA
ERGONÔMICOS: são todas as condições que afetam o bem-estar do indivíduo, sejam elas
físicas, mentais ou organizacionais. Podem ser compreendidas como fatores que interferem nas
características psicofisiológicas do profissional, provocando desconfortos e problemas de saúde.
São exemplos de riscos ergonômicos: levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho,
monotonia, repetitividade, postura inadequada.
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6. DEFINIÇÕES
PERIGO - Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em termos de
lesão, ou uma combinação dessas.
RISCO ACEITÁVEL - Risco que foi reduzido a um nível que pode ser tolerado pela
empresa, levando em consideração suas obrigações legais e sua própria política de SST.
VALOR TETO - Concentração que não pode ser excedida durante nenhum momento
da exposição do trabalhador.
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7. PROCESSO DE ELABORAÇÃO
Baseado nas normas ISO 14001, OHSAS 18001, BS 8800 e AS/NZS 4360, o modelo proposto
desenvolvido apresenta a síntese do processo de identificação, analise, avaliação e controle de
risco, de forma a subsidiar o gestor da organização na elaboração e implementação do
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS (PGR).
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8. CAMPO DE APLICAÇÃO
Nos termos previstos em lei, aplica-se o disposto nas NR a outras relações jurídicas.
As ações do PGR devem ser desenvolvidas no âmbito de cada setor da empresa, sob
responsabilidade da organização, com a participação dos trabalhadores, sendo a sua abrangência
e profundidade dependentes das características dos riscos e perigos do ambiente, bem como das
necessidades de controle.
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9. OBRIGAÇÕES CONFORME NR 01
1.4.3 O trabalhador poderá interromper suas atividades quando constatar uma situação de
trabalho onde, a seu ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, informando
imediatamente ao seu superior hierárquico.
[Link] Comprovada pelo empregador a situação de grave e iminente risco, não poderá ser
exigida a volta dos trabalhadores à atividade enquanto não sejam tomadas as medidas corretivas.
1.4.4 Todo trabalhador, ao ser admitido ou quando mudar de função que implique em alteração
de risco, deve receber informações sobre:
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a) durante os treinamentos; e
Todos os dados e resultados obtidos através do PGR, deverão ser arquivados de forma manual
ou informatizado e mantidos por um período mínimo de 20 anos, devendo estar sempre
disponível aos trabalhadores, CIPA e às autoridades competentes.
[Link].3.1 O histórico das atualizações deve ser mantido por um período mínimo de 20(vinte)
anos ou pelo per iodo estabelecido em normatização específica.
A divulgação dos dados e resultados deverá ser feita através os seguintes relatórios:
• Inventário de riscos;
• Plano de ação.
O PGR deve ser realizado em todas as etapas estabelecidas no planejamento. O ano seguinte da
implantação do PGR será reservado para avaliação do desenvolvimento do programa. Deve ser
confeccionado um relatório (plano de ação) com objetivo de se obter informações que serão
utilizadas para novos ajustes, se necessários, e estabelecimentos de novas metas e prioridades,
acompanhando a estruturação normativa do GRO, dada pela Norma Regulamentadora NR 1,
que defende a adoção de um processo continuo de avaliação e melhorias, seguindo a abordagem
adotada pelo PDCA (Plan, Do, Check and Act), amplamente utilizada nos sistemas de gestão de
SST baseados em normas de gestão, como a ABNT NBR ISO 45001.
RESPONSABILIDADES
[Link].1.1 A critério da organização, o PGR pode ser implementado por unidade operacional,
setor ou atividade.
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[Link].2 O PGR pode ser atendido por sistemas de gestão, desde que estes cumpram as
exigências previstas nesta NR e em dispositivos legais de segurança e saúde no trabalho.
[Link].3 O PGR deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros
documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho.
[Link] A organização deve adotar as medidas necessárias para melhorar o desempenho em SST.
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Plano de ação: É a parte do programa onde é possível avaliar, monitorar e controlar se as ações
adotadas estão sendo efetivas ou não; caso não estejam, é preciso ajustar o processo e as ações.
No Plano de ação, também devem constar quais medidas de prevenção serão introduzidas,
aprimoradas ou mantidas, para tanto, deve constar: cronograma, formas de acompanhamento e
aferição de resultados.
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[Link].1.1 Quando na fase de levantamento preliminar de perigos o risco não puder ser evitado,
a organização deve implementar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos
ocupacionais, conforme disposto nos subitens seguintes.
[Link].2 A identificação dos perigos deve abordar os perigos externos previsíveis relacionados
ao trabalho que possam afetar a saúde e segurança no trabalho.
[Link].1 A organização deve avaliar os riscos ocupacionais relativos aos perigos identificados
em seu(s) estabelecimento(s), de forma a manter informações para adoção de medidas de
prevenção.
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[Link].2 Para cada risco deve ser indicado o nível de risco ocupacional, determinado pela
combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a probabilidade ou
chance de sua ocorrência.
[Link].3 A gradação da severidade das lesões ou agravos à saúde deve levar em conta a
magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados.
[Link].4 A gradação da probabilidade de ocorrência das lesões ou agravos à saúde deve levar
em conta:
Essa etapa é de suma importância para a elaboração completa e profunda das situações de riscos
encontradas no ambiente de trabalho. É necessário compreender a diferença de Perigos e Riscos
e como eles se apresentam no ambiente de trabalho.
Para efeitos da NR 1, temos que “Perigo ou fator de risco ocupacional / Perigo ou fonte de risco
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ocupacional: Fonte com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde. Elemento que
isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem a lesões
ou agravos à saúde. (BRASIL, 2020c).
Para essa etapa é crucial ter correta compreensão de risco e perigo, pois dessa maneira a
identificação de tais situações torna-se mais fácil e eficaz.
Avaliação de riscos ocupacionais é a etapa na qual deve ser indicado o nível de risco
ocupacional, utilizando-se ferramentas e técnicas de avaliação apropriadas. Esta etapa vai
orientar quais riscos devem ser priorizados na adoção de medidas de prevenção. A organização
deve avaliar a severidade das possíveis lesões ou agravos e a probabilidade de ocorrência de tais
lesões ou agravos, indicando o nível de risco. O processo de avaliação de riscos ocupacionais é
contínuo e dever ser revisado conforme determina a NR 1 e na busca da melhoria contínua.
A norma não determina as ferramentas ou técnicas de avaliação de riscos; estas devem ser de
escolha de cada organização e adequadas à magnitude dos seus perigos e riscos.
A ferramenta ou a técnica de análise de risco deve ser eficaz e não pode resultar, por exemplo,
em um risco insignificante para exposição a um agente cancerígeno, ou perigo de explosão de
um reator em uma indústria química. A escolha da ferramenta vai depender das condições do
local de trabalho, da complexidade dos processos, do número de trabalhadores, do tipo de
atividades de trabalho e equipamentos, das características específicas do local de trabalho e dos
riscos específicos da organização.
Nesse sentido, a ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012 — Gestão de Riscos — Técnicas para o
processo de avaliação de riscos apresenta orientação para seleção e aplicação de técnicas
sistemáticas para o processo de avaliação de riscos que podem ser utilizadas.
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A partir das técnicas contidas e apresentadas na referida NBR, ficou definida, para este trabalho,
a ferramenta de análise de risco denominada como Matriz de Riscos, a qual, em atendimento a
itens da Norma, leva em consideração a probabilidade de ocorrência de um determinado evento,
bem como a severidade de suas consequências se eles de fato acontecerem.
[Link].1 A organização deve adotar medidas de prevenção para eliminar, reduzir ou controlar
os riscos sempre que:
c) houver evidências de associação, por meio do controle médico da saúde, entre as lesões
e os agravos à saúde dos trabalhadores com os riscos e as situações de trabalho
identificados.
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Matriz de Riscos é uma ferramenta de gestão também conhecida como matriz de probabilidade.
Descrita na ABNT NBR ISSO/IEC 31010/12, é normalmente utilizada para determinar o risco
em negócios, acidente de trabalho e outros.
Com ela podemos identificar o tamanho do risco e dimensionar as ações de controle do risco; e
por ser uma ferramenta gráfica ela facilita a visualização e o trabalho de acompanhamento de
processos e projetos, possibilitando priorizar e mapear as tarefas e ações mais importantes,
auxiliando no processo de tomada de decisão e caracterização de prioridades com maior nível de
segurança.
A matriz de risco é uma forma prática e bastante usual de avaliar os riscos existentes no
ambiente de trabalho, pois ela é composta pela representação da combinação da probabilidade
de ocorrer um evento com a consequência do mesmo; tais avaliações podem ser qualitativas ou
semi- quantitativas.
A AIHA (Associação Americana de Higiene Ocupacional) propôs tabelas para avaliar os riscos
qualitativamente levando em conta a exposição e o efeito.
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Exposição a níveis
1 Contato não frequente com o agente
baixos
Contato frequente com o agente à baixas concentrações / não frequente a altas
2 Exposição moderada
concentrações
Exposição
4 Contato frequente com o agente a concentrações elevadíssimas
elevadíssima
Severidade →
0 1 2 3 4
Probabilidade↓
0 Risco Trivial Risco Trivial Risco Trivial Risco Trivial Risco Baixo
Risco
1 Risco Trivial Risco Baixo Risco Baixo Risco Baixo
Moderado
Risco
2 Risco Trivial Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado
Moderado
Risco
3 Risco Trivial Risco Moderado Risco Alto Risco Alto
Moderado
Risco Risco Muito
4 Risco Baixo Risco Moderado Risco Alto
Moderado Alto
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A estruturação normativa do GRO, dada pela NR 1, segue a abordagem adotada pelo PDCA
(Plan, Do, Check and Act), amplamente utilizada nos sistemas de gestão de SST baseados em
normas de gestão, como por exemplo a ABNT NBR ISO 45001.
A ABNT NBR ISO 45001 conceitua o PDCA como um processo interativo, utilizado pelas
organizações para alcançar uma melhoria continua. Ele pode ser aplicado a um sistema de
gestão como um todo ou em cada um de seus requisitos, de forma individualizada.
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de SST da organização;
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A NR 01 determina que o inventário de riscos deve ser mantido atualizado, ou seja, caso haja
mudanças nas atividades da empresa, o documento deve ser revisto para que esteja de acordo
com a nova realidade do ambiente laboral. A norma determina ainda que o histórico de
atualizações do inventário de riscos deve ser mantido pelo período de 20 anos para fins de
fiscalização pelos órgãos oficiais.
[Link].1 Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos ocupacionais devem
ser consolidados em um inventário de riscos ocupacionais.
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e) avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação
NÍVEL DE
AÇÃO E CRONOGRAMA
RISCO
TRIVIAL Não é requerida nenhuma ação, e não é necessário conservar registros documentados.
Não são requeridos controles adicionais. Devem ser feitas considerações sobre uma solução de custo mais eficaz
TOLERÁVEL ou melhorias que não imponham uma carga de custos adicionais. É requerido monitoramento, para assegurar
que os controles são mantidos.
Devem ser realizados esforços para reduzir o risco, mas os custos de prevenção devem ser cuidadosamente
medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser implementadas dentro de um período de
MODERADO tempo definido. Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais, pode ser
necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a probabilidade do dano, como base para
determinar a necessidade de melhorias e medidas de controle.
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos consideráveis podem ter que ser
SUBSTANCIAL alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação
urgente.
O trabalho não deve ser iniciado ou continuado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível reduzir o
INTOLERÁVEL risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer proibido.
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Caracteristicas do Ambiente:
Residencial Composto de Área total de: 45.489 m²
4 Subsolo
Térreo
Torre A
TIPO 1º AO 11º PAV - COM 9 APTOS/ANDAR SENDO 8 APTOS / LAZER 12º PAV / TIPO 13º AO 26º PAV - COM 6 APTOS/ANDAR SENDO 4
APTOS / LAZER 27º PAV / BARRILETE / ÁTICO
Torre B
TIPO 1º AO 23º PAV - COM 2 APTOS/ANDAR / LAZER 24º PAV / BARRILETE / ÁTICO
Torre C
TIPO 1º AO 23º PAV - COM 2 APTOS/ANDAR / LAZER 24º PAV / BARRILETE / ÁTICO
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encarregado de Hidraulica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.
Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
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PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Cinto tipo paraquedista com talabarte
Deverá ser um CA válido S -
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encanador / ½ Oficial de Hidraulica 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.
Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
35
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
36
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Auxiliar de Hidraulica / Ajudante 06 Obras
de Hidráulica
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.
Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
37
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
38
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Engengeiro Eletricista 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Eventual Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais X
neurológicos e
trabalho morte
Eventual Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Eventual Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Eventual Alergias
Ambiente de
Pó e poeira respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Eventual Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Eventual Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Eventual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.
Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
39
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
40
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Encarregado de Elétrica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Eventual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.
Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
41
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
42
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Eletricista de Instalações / 06 Obras
½ Oficial Eletricista
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Habitual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.
Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
43
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
44
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Ajudante de Eletricista 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento.
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Treinamento Nr
musculares, Desernegização do
Ambiente de 10 sistema.
Choque elétrico Eventual contrações X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento Bloqueio.
cardiorrespiratórias,
e instalações
queimaduras e Izolamento da área
morte.
Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
45
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
-
Cinto tipo paraquedista com talabarte
Deverá ser um CA válido S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
46
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
03 Encarregado de Obra 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento.
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Treinamento Nr
musculares, Desernegização do
Ambiente de 10 sistema.
Choque elétrico Eventual contrações X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento Bloqueio.
cardiorrespiratórias,
e instalações
queimaduras e Izolamento da área
morte.
Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
47
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
48
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encarregado de Hidraulica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
49
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
50
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Auxiliar de Hidraulica 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
51
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Engenheiro Eletricista 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
52
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Encarregado de Elétrica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
53
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Eletricista de Instalações / 06 Obras
½ Oficial Eletricista
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
54
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Ajudante de Eletricista 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Trabalho em pé
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
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Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
03 Encarregado de Obra 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES
Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição
Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não
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Uma vez elaborado o Inventário de Riscos, é chegada a hora da empresa “entrar em ação” e
aplicar as medidas cabíveis para mitigar os perigos identificados, elaborando, portanto, um
Plano de Ação, a partir dos perigos e riscos avaliados e elencados no Inventário de Riscos.
O Plano de Ação deve ser documentado, e nele deve constar, pelo menos, o seguinte: o risco
que está sendo trabalhado; as medidas preventivas e seus respectivos cronogramas de execução;
e os métodos que serão utilizados para avaliar os resultados posteriores.
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Lembrando que de acordo com o item 1.4 da NR 1, após identificação e classificação dos riscos
é necessário:
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Anexar ao Inventário de Riscos FISPQ´s de todos os produtos químicos utilizados Sempre que utilizar
NR 01
constantemente na empresa. produtos químicos
Quando n° de funcionários
NR 05 Implantar CIPA
for superior a 20 pessoas
Fornecer, orientar e treinar os colaboradores quanto ao uso correto do EPI´s e Sempre que houver novas
NR 06 contratações e de 3 em 3
EPC´s
mêses.
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22. RECOMENDAÇÕES
• Este documento deve ser mantido em arquivo pelo período mínimo de 20 (vinte) anos e
estar à disposição dos órgãos fiscalizadores e demais colaboradores para consulta;
• As recomendações mencionadas no plano de ação devem ser efetuadas durante o prazo
de vigência deste documento, sendo este de 24 (vinte e quatro) meses. Seu
acompanhamento deve ser realizado através do preenchimento do quadro com o dia,
mês e assinatura do responsável técnico pelo cumprimento das ações, mantendo assim o
planejamento inicial das atividades.
• Observar as exigências correlatas à segurança e saúde ocupacional provenientes da
convenção coletiva da sua respectiva filiação sindical.
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É importante que a empresa se esforce para tratar o PGR com o valor e a grandeza que é este
Programa, além de enriquecer a empresa de informações do seu processo produtivo, compõe
provas de sua preocupação com a saúde e proteção do trabalhador, se resguardando de futuras
demandas judiciais por parte dos empregados.
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R R CONTATO INSTALACOES Jorge Ferreira Prieto da Costa
LTDA Egenheiro de Segurança do Trabalho
Responsável pela implantação CREA: 5071227350 - SP
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