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PGR - Matriz RR

O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da empresa R R CONTATO INSTALACOES LTDA, detalhando a identificação da empresa, objetivos e abrangência do programa. O PGR visa gerenciar e reduzir riscos ocupacionais, abordando aspectos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Além disso, inclui um inventário de riscos e diretrizes para a implementação de ações preventivas e de controle.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
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PGR - Matriz RR

O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) da empresa R R CONTATO INSTALACOES LTDA, detalhando a identificação da empresa, objetivos e abrangência do programa. O PGR visa gerenciar e reduzir riscos ocupacionais, abordando aspectos físicos, químicos, biológicos e ergonômicos que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Além disso, inclui um inventário de riscos e diretrizes para a implementação de ações preventivas e de controle.
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Elaborado por: Jorge F.

Prieto da Costa
Engenheiro de Segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

INDICE

1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ................................................................................................ 3


2. CONTROLE DE REVISÕES ....................................................................................................... 4
3. INTRODUÇÃO......................................................................................................................... 5
4. OBJETIVO ......................................................................................................................... 6
5. ABRANGÊNCIA ....................................................................................................................... 7
6. DEFINIÇÕES............................................................................................................................ 8
7. PROCESSO DE ELABORAÇÃO ............................................................................................... 10
8. CAMPO DE APLICAÇÃO ................................................................................................ 11
9. OBRIGAÇÕES CONFORME NR 01. ....................................................................................... 12
10. GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS..................................................................... 16
11. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS..................................................................... 17
12. LEVANTAMENTO PRELIMINAR E IDENTIFICAÇÃO DOS PERIGOS E RISCOS ........................... 18
13. FERRAMENTAS DE GESTÃO DE RISCO ................................................................................. 22
14. SISTEMA DE MELHORIA CONTÍNUA .................................................................................... 24
15. INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS. ...................................................................... 26
16. CARACTERIZAÇÃO DOS PROCESSOS E AMBIENTES DE TRABALHO .....................................................29
17. CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES..................................................................................... 29
18. RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS .............................................................31
19. ANÁLISE E DIAGNÓSTICO DOS FATORES DE RISCOS ........................................................... 36
20. PLANO DE AÇÃO / GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS (GRO).........................................40
21. PLANO DE AÇÃO ........................................................................................................42
22. RECOMENDAÇÕES .....................................................................................................43
23. CONCLUSÕES FINAIS ........................................................................................................... 44
24. DOCUMENTO DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO E ASSINATURAS ............................... 46
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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
Empresa: R R CONTATO INSTALACOES LTDA
Endereço: Rua: Nove de Julho- 1029
Bairro: Jardim Nove de Julho
Cidade: Ferraz de Vasconcelos
Cep: 08.505-000
CNPJ: 53.029.530/0001-29
Código de atividade econômica (CNAE): 43.30-4-99 Outras Obras de Acabamento da Construção
Grau de risco: 2 (um)
N° de funcionários: 27 (vinte e sete)
Contato: 11 6360-3545- 11 96360-3545- r.rcontatos1@[Link]
Jornada de Trabalho: De Segunda a Quinta das 07:00 as 17:00 e sexta 07:00 as 16:00hs. (1
hora para refeição e descanso). Podendo ser alterado de acordo com a exigência e demanda de
cada cliente.

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2. CONTROLE DE REVISÕES

N° DE REVISÃO DESCRIÇÃO DATA

1 Elaboração - Implantação 07/12/2023


2 Inclusão de novas funções 19/06/2024
3 Inclusão de novas funções 09/09/2024

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3. INTRODUÇÃO

Em cumprimento ao preconizado na Portaria n° 6.730, do Ministério da Economia, publicada


em 09 de março de 2020, alterando o texto da Portaria 3.214/78, do MTE, apresentamos o
Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), parte integrante da Norma Regulamentadora
NR 01, denominada Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.
A nova NR 1 traz as diretrizes de Gestão de Riscos Ocupacionais a serem observadas
obrigatoriamente pelas empresas, de forma harmonizada e integrada com as demais Normas
Regulamentadoras e com as principais Normas de gestão de riscos ocupacionais adotadas
mundialmente, tais como: ABNT NBR ISO 31.000 e ABNT NBR ISO 45.001, entre outras
pertinentes à matéria.
Este Documento contém o Inventário Geral dos Riscos relacionados às atividades existentes
na Organização, compreendendo todas as categorias de riscos à segurança e saúde dos
trabalhadores e constitui um dos documentos básicos do Programa de Gestão de Riscos, no
que diz respeito ao reconhecimento e avaliação de riscos relacionados a agentes físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos, de acidentes ou mecânicos.
Atende às exigências da Norma Regulamentadora 09, no que diz respeito ao reconhecimento
e avaliação de riscos relacionados a agentes químicos, físicos e biológicos.
Atende as exigências da Norma Regulamentadora 17 - Ergonomia, indicando situações nas
quais se faz necessário a realização de Análise Ergonômica do Trabalho complementares.
Os dados constantes neste documento servem de base para a elaboração do Plano de Ação
Anual de Segurança e Saúde do Trabalho, que contempla as ações de controle a serem
mantidas, implementadas ou melhoradas, assim como as atividades de monitoramento das
exposições.
Os riscos identificados para cada grupo de trabalhadores expostos irão subsidiar a elaboração
ou reformulação do PCMSO NR 7.
O PGR inclui medidas que visam não apenas gerenciar os riscos existentes, mas
principalmente reduzi-los; esta redução é definida pela adoção de ações preventivas que visam
minimizar ou até mesmo eliminar a ocorrência de acidentes e suas consequências.

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4. OBJETIVO

Gerenciar todos os riscos ambientais existentes no ambiente de trabalho, tais como: Físicos,
químicos, biológicos, ergonômicos, e ou acidentes. Aplicar técnicas eficazes que não permitam
a ocorrência de acidentes através da: Identificação, avaliação e o controle das situações
existentes ou provocadas no ambiente de trabalho que possam causar danos à saúde dos
colaboradores da empresa. Mas também do meio ambiente, dos recursos naturais e seu entorno.

Desta forma o presente trabalho visa contribuir para a preservação da saúde, da integridade
física e mental de todos os colaboradores, assim como a qualidade do ambiente de trabalho, da
empresa R R CONTATO INSTALACOES LTDA, através do Programa deGerenciamento
de Riscos (PGR).

Principais Objetivos Gerais deste Inventário de Ricos:


➢ Caracterizar exposições a todas as condições perigosas e aos agentes potencialmente
nocivos tais como: químicos, físicos, biológicos e outros fatores estressores que
constituem cargas de trabalho física e mental significativas.
➢ Caracterizar a intensidade e a variação temporal das exposições para todos os
trabalhadores próprios e de contratadas que atuem em atividades dentro dos limites da
organização.
➢ Avaliar os riscos potenciais à segurança e saúde de todos os trabalhadores.
➢ Priorizar e recomendar ações para controlar exposições que representem riscos
inaceitáveis e intoleráveis.
➢ Registrar as avaliações ambientais realizadas na empresa.
➢ Comunicar os resultados do processo de levantamento de perigos e avaliação
de riscos para todos os trabalhadores envolvidos.
➢ Manter o registro histórico das exposições para todos os trabalhadores de
forma que problemas futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados
com base em informações reais de exposição.
➢ Manter o registro histórico das exposições para todos os trabalhadores de
forma que problemas futuros de saúde possam ser analisados e gerenciados
com base em informações reais de exposição.

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5. ABRANGÊNCIA

Este Programa de Gerenciamento de Riscos, através de seu Inventário de Riscos Ocupacionais,


descreverá os riscos ocupacionais existentes na organização, dentro de seus setores, no intuito
de potencializar a segurança e saúde dos trabalhadores.

O processo se inicia com a caracterização básica de cada unidade — processo e ambiente


de trabalho, força de trabalho e agentes ambientais e estressores, os quais se destacam:

FÍSICOS: ruído, vibrações, temperaturas anormais, pressões anormais, radiações


ionizantes, radiações não ionizantes e umidade.

QUÍMICOS: névoa, neblinas, poeiras, fumos, gases e vapores.

BIOLÓGICOS: bactérias, fungos, protozoários e vírus.

MECÂNICOS: são potencialmente geradores de acidentes, como o arranjo físico deficiente;


máquinas e equipamentos sem proteção; ferramentas inadequadas; ou defeituosas; eletricidade;
incêndio ou explosão; animais peçonhentos; armazenamento inadequado, dentre outros.

ERGONÔMICOS: são todas as condições que afetam o bem-estar do indivíduo, sejam elas
físicas, mentais ou organizacionais. Podem ser compreendidas como fatores que interferem nas
características psicofisiológicas do profissional, provocando desconfortos e problemas de saúde.
São exemplos de riscos ergonômicos: levantamento de peso, ritmo excessivo de trabalho,
monotonia, repetitividade, postura inadequada.

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6. DEFINIÇÕES

DANO - É a consequência de um perigo em termos de lesão, doença, ou uma combinação


desses.

PERIGO - Fonte, situação ou ato com potencial para provocar danos humanos em termos de
lesão, ou uma combinação dessas.

IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS - Processo de reconhecimento que um perigo existe, e de


definição de suas características.

RISCO - Combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigoso ou exposição com


a gravidade da lesão ou doença que pode ser causada pelo evento ou exposição.

AVALIAÇÃO DE RISCOS - Processo de avaliação de risco proveniente de perigo,


levando em consideração a adequação de qualquer controle existente, e decidindo se o
risco é ou não aceitável.

RISCO ACEITÁVEL - Risco que foi reduzido a um nível que pode ser tolerado pela
empresa, levando em consideração suas obrigações legais e sua própria política de SST.

ESTIMATIVA DE RISCO - Processo para determinar a frequência ou a probabilidade


e as consequências de um perigo.

NÍVEL DE AÇÃO - Corresponde a um valor a partir do qual devem ser iniciadas


medidas preventivas de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições à
agentes ambientais ultrapasse os limites de tolerância. Agentes Químicos + 50% do LT
(limite de tolerância), Ruído= dose 0,5.

LIMITE DE TOLERÂNCIA - LT - Concentração ou intensidade máxima ou mínimas,


relacionadas à natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde
do trabalho, durante sua vida laboral (item 15.1.5 da NR 15, Portaria 3214).

VALOR TETO - Concentração que não pode ser excedida durante nenhum momento
da exposição do trabalhador.

INCIDENTE: Ocorrência decorrente, ou no decorrer, de um trabalho, que pode resultar


em lesões e problemas de saúde e um futuro acidente de trabalho

ACIDENTE: Qualquer acontecimento, desagradável ou infeliz, que envolva dano,


perda, lesões, sofrimento ou morte.

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FATORES / INFLUÊNCIA HUMANA: Referem-se a questões ambientais,


organizacionais e de trabalho. Características humanas e individuais que influenciam o
comportamento no trabalho que pode afetar a saúde e a segurança do trabalhador.

SEVERIDADE/ CONSEQUÊNCIAS: Expressa o potencial de danos para a Saúde e


Segurança, não sendo apenas aqueles mais diretos e visíveis ou mensuráveis.

FREQUÊNCIA/PROBABILIDADE: É a possibilidade de ocorrer um evento com


dano, levando-se em consideração os registros históricos dos acidentes/doenças
ocupacionais e o controle eficiente existente.

CONTROLE: Instalações, equipamentos, instrumentos ou procedimentos que


objetivem controlar os perigos. Ex: EPI (protetor auricular, óculos, etc.); EPC
(exaustores, guarda-corpo, etc.); instrumentos (manômetros, termômetros); sistemas de
segurança, procedimentos (instruções técnicas) entre outros.

EMERGÊNCIA: Situações não planejadas, geradoras de dano real à integridade das


pessoas, meio ambiente e patrimônio.

PROFISSIONAL HABILITADO: Profissional previamente qualificado e com registro


no competente conselho de classe.
LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: Requisitos ou normas legais relativas à Segurança e
Saúde no Trabalho, associados aos perigos e riscos ocupacionais da empresa.
SST: Segurança e Saúde no Trabalho
PAIR: Perda Auditiva Induzida pelo Ruído
OUTROS REQUISITOS: Obrigações da organização decorrentes de acordos com
órgãos públicos e outras partes interessadas, formalmente estabelecidas ou da menção de
normas técnicas em legislação.

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7. PROCESSO DE ELABORAÇÃO

Baseado nas normas ISO 14001, OHSAS 18001, BS 8800 e AS/NZS 4360, o modelo proposto
desenvolvido apresenta a síntese do processo de identificação, analise, avaliação e controle de
risco, de forma a subsidiar o gestor da organização na elaboração e implementação do
PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS (PGR).

A metodologia de elaboração deste documento, é desenvolvida pela área de Segurança do


Trabalho, em conjunto com o Responsável pelas áreas e Organização de um modo geral,
com a participação de representante dos trabalhadores, durante a elaboração do
“Inventário de Riscos e Perigos”. As revisões do Inventário de Riscos, devem ser
realizadas com suporte da área de Segurança do Trabalho.

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8. CAMPO DE APLICAÇÃO

De acordo com a Norma:

As NR obrigam, nos termos da lei, empregadores e empregados, urbanos e rurais.

As NR são de observância obrigatória pelas organizações e pelos órgãos públicos da


administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo, Judiciário e
Ministério Público, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho
CLT.

Nos termos previstos em lei, aplica-se o disposto nas NR a outras relações jurídicas.

A observância das NR não desobriga as organizações do cumprimento de outras disposições


que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras ou regulamentos sanitários dos
Estados ou Municípios, bem como daquelas oriundas de convenções e acordos coletivos de
trabalho.

As ações do PGR devem ser desenvolvidas no âmbito de cada setor da empresa, sob
responsabilidade da organização, com a participação dos trabalhadores, sendo a sua abrangência
e profundidade dependentes das características dos riscos e perigos do ambiente, bem como das
necessidades de controle.

Sua atuação é norteada na antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle de


ocorrência de perigos e riscos ambientais existentes ou que venham existir nos ambientes de
trabalho.

A elaboração, implementação, acompanhamento e avaliação do PGR poderão ser feitas pelo


Serviço Especializado em Engenharia e Segurança do Trabalho - SESMT ou pessoa e equipe de
pessoas que, a critério do empregador, sejam capazes de desenvolver o disposto neste programa.

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9. OBRIGAÇÕES CONFORME NR 01

1.4 Direitos e Deveres


1.4.1 Cabe ao empregador:
a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde
no trabalho;

b) informar aos trabalhadores:

I. os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho;


II. as medidas de prevenção adotadas pela empresa para eliminar ou reduzir tais riscos;
III. os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos
quais os próprios trabalhadores forem submetidos; e
IV. os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho.
c) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos
trabalhadores;

d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos


legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho;

e) determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença


relacionada ao trabalho, incluindo a análise de suas causas;

f) disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à segurança e


saúde no trabalho; e

g) implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte


ordem de prioridade:

I. eliminação dos fatores de risco;

II. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de


proteção coletiva;

III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas


administrativas ou de organização do trabalho; e
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IV. adoção de medidas de proteção individual.

1.4.2 Cabe ao trabalhador:

a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho,


inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador;

b) submeter-se aos exames médicos previstos nas NR;

c) colaborar com a organização na aplicação das NR; e

d) usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador.

[Link] Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento do disposto


das alíneas do subitem anterior.

1.4.3 O trabalhador poderá interromper suas atividades quando constatar uma situação de
trabalho onde, a seu ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, informando
imediatamente ao seu superior hierárquico.

[Link] Comprovada pelo empregador a situação de grave e iminente risco, não poderá ser
exigida a volta dos trabalhadores à atividade enquanto não sejam tomadas as medidas corretivas.

Forma de registro, manutenção e divulgação dos dados do PGR:

1.4.4 Todo trabalhador, ao ser admitido ou quando mudar de função que implique em alteração
de risco, deve receber informações sobre:

a) os riscos ocupacionais que existam ou possam originar-se nos locais de trabalho;

b) os meios para prevenir e controlar tais riscos;

c) as medidas adotadas pela organização;

d) os procedimentos a serem adotados em situação de emergência; e

e) os procedimentos a serem adotados, em conformidade com os subitens 1.4.3 e [Link].

4.4.1 As informações podem ser transmitidas:

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a) durante os treinamentos; e

b) por meio de diálogos de segurança, documento físico ou eletrônico.

Todos os dados e resultados obtidos através do PGR, deverão ser arquivados de forma manual
ou informatizado e mantidos por um período mínimo de 20 anos, devendo estar sempre
disponível aos trabalhadores, CIPA e às autoridades competentes.

[Link].3.1 O histórico das atualizações deve ser mantido por um período mínimo de 20(vinte)
anos ou pelo per iodo estabelecido em normatização específica.

A divulgação dos dados e resultados deverá ser feita através os seguintes relatórios:

• Inventário de riscos;

• Plano de ação.

O PGR deve ser realizado em todas as etapas estabelecidas no planejamento. O ano seguinte da
implantação do PGR será reservado para avaliação do desenvolvimento do programa. Deve ser
confeccionado um relatório (plano de ação) com objetivo de se obter informações que serão
utilizadas para novos ajustes, se necessários, e estabelecimentos de novas metas e prioridades,
acompanhando a estruturação normativa do GRO, dada pela Norma Regulamentadora NR 1,
que defende a adoção de um processo continuo de avaliação e melhorias, seguindo a abordagem
adotada pelo PDCA (Plan, Do, Check and Act), amplamente utilizada nos sistemas de gestão de
SST baseados em normas de gestão, como a ABNT NBR ISO 45001.

RESPONSABILIDADES

[Link]. A organização deve implementar, por estabelecimento, o gerenciamento de riscos


ocupacionais em suas atividades.

[Link].1 O gerenciamento de riscos ocupacionais deve constituir um Programa de


Gerenciamento de Riscos - PGR.

[Link].1.1 A critério da organização, o PGR pode ser implementado por unidade operacional,
setor ou atividade.

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[Link].2 O PGR pode ser atendido por sistemas de gestão, desde que estes cumpram as
exigências previstas nesta NR e em dispositivos legais de segurança e saúde no trabalho.

[Link].3 O PGR deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros
documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho.

[Link] A organização deve:

a) evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;

b) identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;

c) avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco;

d) classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas


de prevenção;

e) implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem


de prioridade estabelecida na alínea “g” do subitem 1.4.1; e

f) acompanhar o controle dos riscos ocupacionais.

[Link].1 A organização deve considerar as condições de trabalho, nos termos da NR-17.

[Link] A organização deve adotar mecanismos para:

a) consultar os trabalhadores quanto à percepção de riscos ocupacionais, podendo para este


fim ser adotadas as manifestações da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes -
CIPA, quando houver; e

b) comunicar aos trabalhadores sobre os riscos consolidados no inventário de riscos e as


medidas de prevenção do plano de ação do PGR.

[Link] A organização deve adotar as medidas necessárias para melhorar o desempenho em SST.

1.5.4 Processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais.

[Link] O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais deve


considerar o disposto nas Normas Regulamentadoras e demais exigências legais de
segurança e saúde no trabalho.

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10. GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS (GRO)

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) é um processo contínuo e que envolve um


conjunto de etapas, tais como a identificação de perigos, a avaliação de riscos e a determinação
de controles. Como forma de consolidar e acompanhar tal processo a Norma Regulamentadora
n° 1 estabeleceu, de forma obrigatória, a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos
(PGR), cujo objetivo é a consolidação de informações que visam preservar a saúde e a
integridade dos trabalhadores nos ambientes de trabalho, através de um conjunto de ações
continuas e permanentes que devem ser planejadas e desenvolvidas, na esfera de cada unidade
de uma organização, sob a responsabilidade do empregador e com a participação efetiva dos
trabalhadores.

O GRO é a interface direta de todos os documentos de segurança e saúde do trabalho da


Organização. O principal objeto do GRO é a implementação de um processo continuo, para
identificação, avaliação, tratamento e monitoramento dos riscos existentes nos ambientes de
trabalho, através do PGR.

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11. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) é um documento composto pelo inventário de


riscos e pelo plano de ação, e por ser elemento de uma estratégia de Gerenciamento de Riscos
ampla e contínua, o PGR deve estar integrado e harmonizado com outros planos, programas e
documentos previstos na legislação de Saúde e segurança do Trabalho (SST).

A necessidade da elaboração e implantação de outros programas e documentos de saúde e


segurança do trabalho, deve estar identificada na etapa do Inventário de Riscos e no Plano de
ação do PGR; ou seja, se a empresa possuir outros programas (Programa de Higiene
Ocupacional, Programa de Ergonomia, Programa de Gestão de Máquinas), estes devem estar
vinculados ao PGR e compor o caderno de evidências de medidas de controle implementadas.

A elaboração do PGR é dividida, basicamente, em duas etapas principais, identificadas como


Inventário de Riscos e Plano de Ação. Esses dois elementos, quando executados de maneira
minuciosa, são capazes de proporcionar uma visão ampla e integrada das situações encontradas
na empresa, bem como as medidas adotadas para controle, e propostas de melhorias.

Inventário de Riscos: aponta, de forma ordenada, todos os riscos e perigos presentes no


ambiente de trabalho, indica também o nível de cada risco, a partir do qual é gerada uma matriz
e riscos, planilha ou outras ferramentas de gestão de riscos.

Plano de ação: É a parte do programa onde é possível avaliar, monitorar e controlar se as ações
adotadas estão sendo efetivas ou não; caso não estejam, é preciso ajustar o processo e as ações.
No Plano de ação, também devem constar quais medidas de prevenção serão introduzidas,
aprimoradas ou mantidas, para tanto, deve constar: cronograma, formas de acompanhamento e
aferição de resultados.

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12. LEVANTAMENTO PRELIMINAR E IDENTIFICAÇÃO DOS


PERIGOS E RISCOS

[Link] Levantamento preliminar de perigos.

[Link].1 O levantamento preliminar de perigos deve ser realizado:

a) antes do início do funcionamento do estabelecimento ou novas instalações;

b) para as atividades existentes; e

c) nas mudanças e introdução de novos processos ou atividades de trabalho.

[Link].1.1 Quando na fase de levantamento preliminar de perigos o risco não puder ser evitado,
a organização deve implementar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos
ocupacionais, conforme disposto nos subitens seguintes.

[Link].1.2 A critério da organização, a etapa de levantamento preliminar de perigos pode estar


contemplada na etapa de identificação de perigos.

[Link] Identificação de perigos

[Link].1 A etapa de identificação de perigos deve incluir:

a) descrição dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;

b) identificação das fontes ou circunstâncias; e

c) indicação do grupo de trabalhadores sujeitos aos riscos.

[Link].2 A identificação dos perigos deve abordar os perigos externos previsíveis relacionados
ao trabalho que possam afetar a saúde e segurança no trabalho.

[Link] Avaliação de riscos ocupacionais

[Link].1 A organização deve avaliar os riscos ocupacionais relativos aos perigos identificados
em seu(s) estabelecimento(s), de forma a manter informações para adoção de medidas de
prevenção.

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[Link].2 Para cada risco deve ser indicado o nível de risco ocupacional, determinado pela
combinação da severidade das possíveis lesões ou agravos à saúde com a probabilidade ou
chance de sua ocorrência.

[Link].2.1 A organização deve selecionar as ferramentas e técnicas de avaliação de riscos que


sejam adequadas ao risco ou circunstância em avaliação.

[Link].3 A gradação da severidade das lesões ou agravos à saúde deve levar em conta a
magnitude da consequência e o número de trabalhadores possivelmente afetados.

[Link].3.1 A magnitude deve levar em conta as consequências de ocorrência de acidentes


ampliados.

[Link].4 A gradação da probabilidade de ocorrência das lesões ou agravos à saúde deve levar
em conta:

a) os requisitos estabelecidos em Normas Regulamentadoras;

b) as medidas de prevenção implementadas;

c) as exigências da atividade de trabalho; e

d) a comparação do perfil de exposição ocupacional com valores de referência


estabelecidos na NR-09.

Essa etapa é de suma importância para a elaboração completa e profunda das situações de riscos
encontradas no ambiente de trabalho. É necessário compreender a diferença de Perigos e Riscos
e como eles se apresentam no ambiente de trabalho.

Baseando-se em diferentes conceitos, inclusive de normas internacionais, tais como BS 8800,


ISO 45001 e OIT, a NR 1 desenvolveu definições de perigos e riscos ocupacionais,
apresentadas em seu Anexo 1, com o intuito de harmonizar, unificar e facilitar as diferentes
formas de abordagens existentes. É importante destacar ainda que a norma direciona a consulta
para a NR 17, e outras Normas necessárias para uma melhor identificação das condições dos
trabalhadores que implicam em fatores de riscos à saúde dos trabalhadores.

Para efeitos da NR 1, temos que “Perigo ou fator de risco ocupacional / Perigo ou fonte de risco

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ocupacional: Fonte com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde. Elemento que
isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem a lesões
ou agravos à saúde. (BRASIL, 2020c).

Risco ocupacional: Combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados


por um evento perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da
severidade dessa lesão ou agravo à saúde.” (BRASIL, 2020c).

Para essa etapa é crucial ter correta compreensão de risco e perigo, pois dessa maneira a
identificação de tais situações torna-se mais fácil e eficaz.

Risco = Queda de Altura

Perigo = Trabalho em altura

Avaliação de riscos ocupacionais é a etapa na qual deve ser indicado o nível de risco
ocupacional, utilizando-se ferramentas e técnicas de avaliação apropriadas. Esta etapa vai
orientar quais riscos devem ser priorizados na adoção de medidas de prevenção. A organização
deve avaliar a severidade das possíveis lesões ou agravos e a probabilidade de ocorrência de tais
lesões ou agravos, indicando o nível de risco. O processo de avaliação de riscos ocupacionais é
contínuo e dever ser revisado conforme determina a NR 1 e na busca da melhoria contínua.

A norma não determina as ferramentas ou técnicas de avaliação de riscos; estas devem ser de
escolha de cada organização e adequadas à magnitude dos seus perigos e riscos.

A ferramenta ou a técnica de análise de risco deve ser eficaz e não pode resultar, por exemplo,
em um risco insignificante para exposição a um agente cancerígeno, ou perigo de explosão de
um reator em uma indústria química. A escolha da ferramenta vai depender das condições do
local de trabalho, da complexidade dos processos, do número de trabalhadores, do tipo de
atividades de trabalho e equipamentos, das características específicas do local de trabalho e dos
riscos específicos da organização.

Nesse sentido, a ABNT NBR ISO/IEC 31010:2012 — Gestão de Riscos — Técnicas para o
processo de avaliação de riscos apresenta orientação para seleção e aplicação de técnicas
sistemáticas para o processo de avaliação de riscos que podem ser utilizadas.
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A partir das técnicas contidas e apresentadas na referida NBR, ficou definida, para este trabalho,
a ferramenta de análise de risco denominada como Matriz de Riscos, a qual, em atendimento a
itens da Norma, leva em consideração a probabilidade de ocorrência de um determinado evento,
bem como a severidade de suas consequências se eles de fato acontecerem.

[Link]. Medidas de prevenção

[Link].1 A organização deve adotar medidas de prevenção para eliminar, reduzir ou controlar
os riscos sempre que:

a) exigências previstas em Normas Regulamentadoras e nos dispositivos legais


determinarem;

b) a classificação dos riscos ocupacionais assim determinar, conforme subitem [Link].5;

c) houver evidências de associação, por meio do controle médico da saúde, entre as lesões
e os agravos à saúde dos trabalhadores com os riscos e as situações de trabalho
identificados.

[Link].2 Quando comprovada pela organização a inviabilidade técnica da adoção de medidas de


proteção coletiva, ou quando estas não forem suficientes ou encontrarem-se em fase de estudo,
planejamento ou implantação ou, ainda, em caráter complementar ou emergencial, deverão ser
adotadas outras medidas, obedecendo-se a seguinte hierarquia:

a) medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho;

b) utilização de equipamento de proteção individual – EPI.

[Link].3 A implantação de medidas de prevenção deverá ser acompanhada de informação aos


trabalhadores quanto aos procedimentos a serem adotados e limitações das medidas de
prevenção.

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13. FERRAMENTAS DE GESTÃO DE RISCO

MATRIZ DE RISCO ([Link].2 a 1. [Link])

Matriz de Riscos é uma ferramenta de gestão também conhecida como matriz de probabilidade.
Descrita na ABNT NBR ISSO/IEC 31010/12, é normalmente utilizada para determinar o risco
em negócios, acidente de trabalho e outros.

Com ela podemos identificar o tamanho do risco e dimensionar as ações de controle do risco; e
por ser uma ferramenta gráfica ela facilita a visualização e o trabalho de acompanhamento de
processos e projetos, possibilitando priorizar e mapear as tarefas e ações mais importantes,
auxiliando no processo de tomada de decisão e caracterização de prioridades com maior nível de
segurança.

A matriz de risco é uma forma prática e bastante usual de avaliar os riscos existentes no
ambiente de trabalho, pois ela é composta pela representação da combinação da probabilidade
de ocorrer um evento com a consequência do mesmo; tais avaliações podem ser qualitativas ou
semi- quantitativas.

As matrizes de risco qualitativas são geradas a partir da atribuição de classes de risco as


combinações entre a probabilidade e consequência. Essas atribuições são, de certa forma,
subjetivas, pois não há parâmetro balizador para sustentar a previsão de ocorrência do evento no
tempo futuro, portanto de profissional para profissional, podem haver mudanças na
interpretação e construção das matrizes, ainda que seja para o mesmo cenário.

A AIHA (Associação Americana de Higiene Ocupacional) propôs tabelas para avaliar os riscos
qualitativamente levando em conta a exposição e o efeito.

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TABELA 01 - GRADAÇÃO DE PROBABILIDADE

GRADAÇÃO CATEGORIA CONCEITO

0 Não há exposição Nenhum contato com o agente ou contato improvável

Exposição a níveis
1 Contato não frequente com o agente
baixos
Contato frequente com o agente à baixas concentrações / não frequente a altas
2 Exposição moderada
concentrações

3 Exposição elevada Contato frequente com o agente a altas concentrações

Exposição
4 Contato frequente com o agente a concentrações elevadíssimas
elevadíssima

TABELA 02 - GRADAÇÃO SEVERIDADE

GRADAÇÃO CATEGORIA CONCEITO


Efeitos reversíveis de pouca
0 importância / Desconhecidos Efeitos pequenos, sem evidência de agravo fisiológico significativo
ou suspeitos
Efeitos reversíveis Efeitos reversíveis preocupantes, efeitos nocivos (adversos) subclínicos,
1
preocupantes leves reversíveis
Efeitos reversíveis severos e
2 Efeito adverso reversíveis moderados que não deixam sequelas
preocupantes
Efeitos adversos reversíveis severos ou efeitos irreversíveis que não
3 Efeito irreversível preocupante
conduzem à incapacidade de exercer atividades pertinentes à função
Ameaça da vida ou doença / Efeitos adversos irreversíveis que conduzem à incapacidade de exercer
4
lesão e incapacidade atividades na função ou ameaça à vida

TABELA 03 – MATRIZ DE AVALIAÇÃO QUALITATIVA DE RISCOS

Severidade →
0 1 2 3 4
Probabilidade↓

0 Risco Trivial Risco Trivial Risco Trivial Risco Trivial Risco Baixo
Risco
1 Risco Trivial Risco Baixo Risco Baixo Risco Baixo
Moderado
Risco
2 Risco Trivial Risco Baixo Risco Moderado Risco Moderado
Moderado
Risco
3 Risco Trivial Risco Moderado Risco Alto Risco Alto
Moderado
Risco Risco Muito
4 Risco Baixo Risco Moderado Risco Alto
Moderado Alto

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CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS / ADMINISTRATIVAS DE ATUAÇÃO

Requer a educação dos


Irrelevante Ações dentro do princípio de melhoria continua, pode
trabalhadores sobre as
1 (Risco Trivial ou ser necessária avaliação quantitativa do GHE para
consequências de uma
baixo) confirmação da categoria, a critério do profissional
superexposição
Requer, além das
Iniciar processo de avaliação quantitativa do GHE
De atenção avaliações
2 para confirmação da categoria e monitoramento
(risco moderado) quantitativas, ações de
periódico controle
Adotar medidas de controle para redução da Requer ações de
Critica (Risco
3 exposição e iniciar processo de avaliação quantitativa controle e posterior
alto)
do GHE avaliação quantitativa

Adotar medidas imediatas de controle. Quando não, a


continuidade da operação só poderá ocorrer com Requer imediata ação
Não tolerável
ciência e aprovação do gerente geral da unidade ou para a redução da
4 (Risco muito
instalação. Iniciar processo de avaliação quantitativa exposição e posterior
alto)
do GHE para verificação do rebaixamento da avaliação quantitativa.
categoria de risco.

14. SISTEMA DE MELHORIA CONTÍNUA

A estruturação normativa do GRO, dada pela NR 1, segue a abordagem adotada pelo PDCA
(Plan, Do, Check and Act), amplamente utilizada nos sistemas de gestão de SST baseados em
normas de gestão, como por exemplo a ABNT NBR ISO 45001.

A ABNT NBR ISO 45001 conceitua o PDCA como um processo interativo, utilizado pelas
organizações para alcançar uma melhoria continua. Ele pode ser aplicado a um sistema de
gestão como um todo ou em cada um de seus requisitos, de forma individualizada.

PDCA na gestão de riscos ocupacionais:

➢ Plan (Planejar): identificar os perigos e avaliar os riscos ocupacionais; estabelecer os


objetivos e as atividades necessários para assegurar resultados de acordo com a política

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de SST da organização;

➢ Do (Fazer/Executar): implementar os processos conforme planejado. Isso se refere à


implementação das ações definidas no plano de ação do PGR;

➢ Check (Checar/Verificar): monitorar se as ações previstas foram realizadas e medir se


foram eficazes;

➢ Act (Agir): adotar medidas para melhorar continuamente o desempenho de SST, ou


adequar ações implementadas e que não apresentaram o resultado pretendido.

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15. INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS

Um inventário é um documento cuja serventia é identificar e listar determinados tipos de bens


ou objetos. Assim, um Inventário de Riscos é um documento no qual uma empresa identificará
todos os riscos existentes em suas atividades (físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de
acidentes) e os descreverá na forma de uma lista. Dentro do PGR, o inventário faz parte da fase
de reconhecimento e trata-se de documento mencionado de maneira explícita na própria NR 01,
que determina que “Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos
ocupacionais devem ser consolidados em um inventário de riscos ocupacionais”, desse modo, é
entendido como uma ferramenta administrativa (de gerenciamento de riscos) que integra e
sintetiza as informações sobre avaliação e controle de risco e indica a necessidade e prioridade
da adoção de medidas preventivas.

A NR 01 determina que o inventário de riscos deve ser mantido atualizado, ou seja, caso haja
mudanças nas atividades da empresa, o documento deve ser revisto para que esteja de acordo
com a nova realidade do ambiente laboral. A norma determina ainda que o histórico de
atualizações do inventário de riscos deve ser mantido pelo período de 20 anos para fins de
fiscalização pelos órgãos oficiais.

A NR 01 Contempla os requisitos mínimos necessários para a elaboração deste documento.

[Link] Inventário de riscos ocupacionais

[Link].1 Os dados da identificação dos perigos e das avaliações dos riscos ocupacionais devem
ser consolidados em um inventário de riscos ocupacionais.

[Link].2 O Inventário de Riscos Ocupacionais deve contemplar, no mínimo, as seguintes


informações:

a) caracterização dos processos e ambientes de trabalho;

b) caracterização das atividades;

c) descrição de perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde dos trabalhadores, com a


identificação das fontes ou circunstâncias, descrição de riscos gerados pelos perigos,

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com a indicação dos grupos de trabalhadores sujeitos a esses riscos, e descrição de


medidas de prevenção implementadas;

d) dados da análise preliminar ou do monitoramento das exposições a agentes físicos,


químicos e biológicos e os resultados da avaliação de ergonomia nos termos da NR-17.

e) avaliação dos riscos, incluindo a classificação para fins de elaboração do plano de ação

f) critérios adotados para avaliação dos riscos e tomada de decisão.

TABELA 01 – Estimulador simples do nível de Risco


1 2 3
Extremamente
Levemente prejudicial Prejudicial
Prejudicial
Altamente
1 Risco Trivial Risco Tolerável Risco Moderado
Improvável
2 Improvável Risco Tolerável Risco Moderado Risco Substancial

3 Provável Risco Moderado Risco Substancial Risco Intolerável

TABELA 02 – Um plano de controle simples basedos em riscos

NÍVEL DE
AÇÃO E CRONOGRAMA
RISCO
TRIVIAL Não é requerida nenhuma ação, e não é necessário conservar registros documentados.

Não são requeridos controles adicionais. Devem ser feitas considerações sobre uma solução de custo mais eficaz
TOLERÁVEL ou melhorias que não imponham uma carga de custos adicionais. É requerido monitoramento, para assegurar
que os controles são mantidos.
Devem ser realizados esforços para reduzir o risco, mas os custos de prevenção devem ser cuidadosamente
medidos e limitados. As medidas para a redução do risco devem ser implementadas dentro de um período de
MODERADO tempo definido. Quando o risco moderado está associado a consequências altamente prejudiciais, pode ser
necessária uma avaliação adicional para estabelecer mais precisamente a probabilidade do dano, como base para
determinar a necessidade de melhorias e medidas de controle.
O trabalho não deve ser iniciado até que o risco tenha sido reduzido. Recursos consideráveis podem ter que ser
SUBSTANCIAL alocados para reduzir o risco. Se o risco envolve trabalho em desenvolvimento, deve ser tomada uma ação
urgente.
O trabalho não deve ser iniciado ou continuado até que o risco tenha sido reduzido. Se não é possível reduzir o
INTOLERÁVEL risco, mesmo com recursos ilimitados, o trabalho tem que permanecer proibido.

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TABELA DE IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS RISCOS


PERIGO FONTES E
LESÕES OU CONTROLES POPULAÇÃO CLASSIFICAÇÃO
OU FATOR CIRCUNSTANCIA EXPOSIÇÃO P S R
AGRAVOS EXISTENTES EXPOSTA DO RISCO
DE RISCO S (CAUSAS)
Utilizar Epi´s,
principalmente
Traumatismo Queda de bloco de
capacete de Todos os
Queda de craniano, danos concreto, resultante
segurança e trabalhadores da Diariamente 3 3 9 Risco Intolerável
Materiais neurológicos e da perfuração de lajes
interditar área obra.
morte e vigas
abaixo do local
de intervenção.
Estresse, perda
de rendimento,
Perfuratriz, ambiente Uso de protetor Todos os
cansaço,
Ruido de trabalho e auricular tipo trabalhadores da Diariamente 2 2 4 Risco Moderado
alterações no
máquinas concha obra
aparelho auditivo
e PAIRO
Falta de
isolamento
da área de Isolamento da Todos os
Fraturas, lesões, Desorganização no
intervenção área de trabalhadores da Diariamente 3 3 9 Risco Intolerável
cortes e até morte ambiente de trabalho
e falta de intervenção obra
sinalização
adequada
Contato com
resíduo da Utilizar Óculos,
Alergias, Operador de
perfuração Água utilizada no luvas de látex e
irritação nos máquinas e
devido ao processo de botina de Diariamente 2 2 4 Risco Moderado
olhos e na pele e Ajudante de
mesmo ser perfuração. segurança de
dermatites. obras
realizado PVC
com água.
Dependendo da Realizar Check
tensão, dores, list no
Extensões e cabos
espasmos equipamento,
elétricos da
musculares, avaliar as
perfuratriz expostos Todos os
Choque contrações condições de
em contato com a trabalhadores da Diariamente 3 3 9 Risco Intolerável
Elétrico musculares, Plug´s,
água ou em contato obra
paradas conectores e nas
direto com os
respiratórias, extensões antes
colaboradores
queimaduras e de iniciar os
morte. trabalhos.
Alergias Fazer o uso de
Todos os
respiratórias e Mistura de cimento e máscaras, óculos
Pó e Poeiras trabalhadores da Diariamente 1 1 1 Risco Tolerável
irritação nos ambiente de trabalho de proteção e
obra
olhos luvas
Cinto de
Trabalho em segurança com Todos os
Queda de Fraturas, lesões,
plataformas, talabarte duplo e trabalhadores da Diariamente 1 3 3 Risco Moderado
Altura cortes e até morte
andaimes ou escadas trava quedas, obra.
linha de vida.
Operador de
Manipulação e Utilizar carrinho
Postura Dores lombares e máquinas e
transporte do para transporte Diariamente 1 1 1 Risco Tolerável
Inadequada lombalgias Ajudante de
equipamento do equipamento
obras

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16. CARACTERIZAÇÃO DOS PROCESSOS E AMBIENTES DE


TRABALHO

Caracterização da Empresa: Dedica-se ao ramo de contruções e reformas de casas, prédios, Instalação


Elétrica e Hidraúlica, Engenharia Civil, passagem de fios e tubulações.

Caracteristicas do Ambiente:
Residencial Composto de Área total de: 45.489 m²
4 Subsolo
Térreo

Torre A

TIPO 1º AO 11º PAV - COM 9 APTOS/ANDAR SENDO 8 APTOS / LAZER 12º PAV / TIPO 13º AO 26º PAV - COM 6 APTOS/ANDAR SENDO 4
APTOS / LAZER 27º PAV / BARRILETE / ÁTICO

Torre B

TIPO 1º AO 23º PAV - COM 2 APTOS/ANDAR / LAZER 24º PAV / BARRILETE / ÁTICO

Torre C

TIPO 1º AO 23º PAV - COM 2 APTOS/ANDAR / LAZER 24º PAV / BARRILETE / ÁTICO

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17. CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES

Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) 01

Cargo: Encarregado de Hidraulica


CBO: 724110
Quantidade de Funcionários: 01
Descrição da função: Coordena, acompanha e planeja os serviços hidráulicos, supervisiona
instalação e distribuição das prumadas, montagem e reparo de instalações hidráulicas e
equipamentos auxiliares em obras como: bombas de água, quadro de distribuição provisória e
definitiva.

Cargo: Encanador / ½ Oficial de Hidraulica


CBO: 724110
Quantidade de Funcionários: 06
Descrição da função: Colabora nos serviços de montagem, instalações e conservação de
sistemas de tubulações de material metálico e não metálico sem complexidade, marcando,
unindo e vedando tubos, roscando-os, soldando-os ou furando-os, usando dispositivos
mecânicos apropriados, visando possibilitar a condução de ar, água, gás e demais
canalizações, bem como efetua a manutenção das instalações, substituindo e reparando partes
componentes, para conservá-las em condições adequadas de funcionamento

Cargo: Auxiliar de Hidraulica / Ajudante de Hidráulica


CBO: 724110
Quantidade de Funcionários: 06
Descrição da função: Ajuda os encanadores nos serviços de montagem, instalações
e conservação de sistemas de tubulações de material metálico e não metálico sem
complexidade, marcando, unindo e vedando tubos, roscando-os, soldando-os ou
furando-os, usando dispositivos mecânicos apropriados, visando possibilitar a
condução de ar, água, gás e demais canalizações, bem como efetua a manutenção
das instalações, substituindo e reparando partes componentes, para conservá-las
em condições adequadas de funcionamento

Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) 02

Cargo: Engenheiro Eletricista


CBO: 2143-05
Quantidade de Funcionários: 01
Desempenhar as atividades de 1 a 18 do art. 1º CONFEA nº 218/1973, referente à geração, transmissão,
distribuição e utilização da energia elétrica; equipamentos, materiais e máquinas elétricas; sistemas de
medição e controle elétrico

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Cargo: Encarregado de Elétrica


CBO: 860115
Quantidade de Funcionários: 01
Coordena, acompanha e planeja os serviços elétricos, supervisiona instalação de distribuição
de baixa tensão, montagem e reparo de instalações elétricas e equipamentos auxiliares em obras
como: bombas de água, quadro de iluminação provisória e definitiva.

Cargo: Eletricista / Eletricista de Instalações / ½ Oficial Eletricista


CBO: 715610
Quantidade de Funcionários: 06
Descrição da função: Planejam serviços elétricos, realizam instalação de distribuição de baixa
tensão. Montam e reparam instalações elétricas e equipamentos auxiliares em obras como:
bombas de água, quadro de iluminação provisória e definitiva passando cabos e montando
extensões com plugs adequados.

Cargo: Ajudante de Eletricista


CBO: 715615
Quantidade de Funcionários: 06
Descrição da função: Ajuda no planejamento dos serviços elétricos, ajuda na instalação de
baixa tensão. Ajuda na montagem e no reparam instalações elétricas e equipamentos
auxiliares em obras como: bombas de água, quadro de iluminação provisória e definitiva
passando cabos e montando extensões com plugs adequados.

Grupo Homogêneo de Exposição (GHE) 03

Cargo: Encarregado de Obra


CBO: 7102
Quantidade de Funcionários: 01
Descrição da função: Supervisionar, coordenar e orientar tecnicamente os serviços de
prestados e segurança do trabalho. Estudar a viabilidade dos serviços visnado as condição
de segurança do local de trabalho, fiscaliza as atividades e executa medições das atividades.

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18. RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E


RISCOS

A importância do uso do EPI.

A importância da proteção individual e coletiva está diretamente ligada à preservação da saúde e


da integridade física do trabalhador. E indiretamente ligada ao aumento da produtividade e
lucros para a empresa, através da minimização dos acidentes e doenças do trabalho e suas
consequências.
Paralelamente ao desenvolvimento da Legislação sobre Segurança e Medicina do Trabalho,
ocorre o da Engenharia de Controle dos Riscos nos locais de trabalho.
Desta forma, livrar os locais de trabalho de fatores de risco pode requerer estudos que vão desde
uma extensa revisão da engenharia de processo ou de métodos de fabricação até a escolha do
adequado método de movimentação e manuseio de materiais. Por exemplo, reduzindo o ruído a
níveis aceitáveis, suavizando o funcionamento de uma máquina ou enclausurando-a, é uma
medida de engenharia superior em muito à de fornecer o protetor auricular adequado ao
trabalhador.
Analogicamente, os riscos que apresentam os solventes, os produtos químicos, os vapores, os
fumos metálicos, devem ser controlados através do adequado sistema de ventilação ou do
enclausuramento total do processo.
Esta forma de proteção é mais eficaz do que o uso de um respirador pelo trabalhador de deva
atuar em um ambiente com tais fatores de risco.
O protetor de uso pessoal depende, entre outros fatores, da disposição do trabalhador em usá-lo,
o que, pode gerar o não uso ou a retirada do mesmo após pouco tempo, tornando ineficiente a
proteção.
Somente em casos em que é impossível eliminar uma causa de acidente ou doença de trabalho
por uma revisão de Engenharia, mediante proteção em máquinas, equipamentos ou locais de
trabalho, ou reduzindo o tempo de exposição após, névoas, fumos, vapores perigosos ou ruídos
excessivos, então o uso de equipamentos de proteção pessoal faz-se indispensável.

32
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encarregado de Hidraulica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões,


Queda de altura Eventual Treinamento Nr35 Linha de vida X
trabalho cortes e até morte

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -

33
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Cinto tipo paraquedista com talabarte
Deverá ser um CA válido S -
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

34
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encanador / ½ Oficial de Hidraulica 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões,


Queda de altura Eventual Treinamento Nr35 Linha de vida X
trabalho cortes e até morte

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -

35
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

Cinto tipo paraquedista com talabarte


Deverá ser um CA válido S -
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

36
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: ontato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Auxiliar de Hidraulica / Ajudante 06 Obras
de Hidráulica
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos
musculares,
Ambiente de Check list do
Choque elétrico Eventual contrações - X
trabalho equipamento
musculares, parada
cardiorrespiratórias,
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões,


Queda de altura Eventual Treinamento Nr35 Linha de vida X
trabalho cortes e até morte

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme - S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou concha Deverá ser um CA válido S -
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -

37
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

Cinto tipo paraquedista com talabarte


Deverá ser um CA válido S -
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

38
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Engengeiro Eletricista 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Eventual Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais X
neurológicos e
trabalho morte
Eventual Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Eventual Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Eventual Alergias
Ambiente de
Pó e poeira respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Eventual Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Eventual Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Eventual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões, Treinamento Nr


Queda de altura Eventual Linha de vida X
trabalho cortes e até morte 35

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
39
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

40
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Encarregado de Elétrica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Eventual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões, Treinamento Nr


Queda de altura Eventual Linha de vida X
trabalho cortes e até morte 35

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
41
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

42
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Eletricista de Instalações / 06 Obras
½ Oficial Eletricista
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Desernegização do
Treinamento Nr sistema.
musculares,
Ambiente de 10
Choque elétrico Habitual contrações Bloqueio. X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento
cardiorrespiratórias, Izolamento da área
e instalações
queimaduras e
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões, Treinamento Nr


Queda de altura Eventual Linha de vida X
trabalho cortes e até morte 35

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -

43
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
Deverá ser um CA válido -
Cinto tipo paraquedista com talabarte
S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

44
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Ajudante de Eletricista 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Maquinas e Acidentes com Cortes, arranhões e
Eventual Treinamento - X
equipamentos Ferramentas fraturas
elétricas manuais
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento.
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Intermitente - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Treinamento Nr
musculares, Desernegização do
Ambiente de 10 sistema.
Choque elétrico Eventual contrações X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento Bloqueio.
cardiorrespiratórias,
e instalações
queimaduras e Izolamento da área
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões, Treinamento Nr


Queda de altura Eventual Linha de vida X
trabalho cortes e até morte 35

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -
Protetor Solar FPS 60 - S -
Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
45
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
-
Cinto tipo paraquedista com talabarte
Deverá ser um CA válido S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

46
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
03 Encarregado de Obra 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
FONTE DO MEDIDA DE CONTROLE
FATOR DE RISCO TIPO DE EXPOSIÇÃO DANOS À SAUDE
PERIGO ADM EPC EPI
Traumatismo
craniano, danos
Ambiente de Queda de Materiais Habitual X
neurológicos e
trabalho morte
Estresse, perda de
Máquinas e rendimento,
equipamentos Ruído Habitual cansaço, alterações - - X
no aparelho
auditivo e PAIRO
Falta de isolamento
da área de Isolamento da
Ambiente de Fraturas. Lesões,
intervenção e falta Habitual - Área de X
trabalho cortes e até morte
de sinalização intervenção
adequada
Alergias
Ambiente de
Pó e poeira Habitual respiratórias e - - X
trabalho
irritação nos olhos
Treinamento
Ambiente de Dores lombares e
Postura Inadequada Habitual Ergonômico - -
trabalho Lombalgias NR17
Treinamento
Ambiente de Movimentos Lombalgias e
Habitual Ergonômico - -
trabalho Repetitivos Ler/dort
NR17
Treinamento para Linha de vida -
Acidentes diversos -
Trabalho em Sistema de
Trabalho em altura e
Ambiente de Fraturas, lesões altura NR35 e Ancoragem e
acidentes com Eventual X
trabalho cortes e mortes treinamento para Isolamento da
equipamento.
o uso do área de
equipamento. intervenção
Queda de bloco de Traumatismo
Isolamento da
Ambiente de concreto, resultante craniano, danos
Eventual - Área de X
trabalho da perfuração de neurológicos e
lajes e vigas morte intervenção.
Dependendo da
tensão: Dores,
espasmos Treinamento Nr
musculares, Desernegização do
Ambiente de 10 sistema.
Choque elétrico Eventual contrações X
trabalho Check list do
musculares, parada
equipamento Bloqueio.
cardiorrespiratórias,
e instalações
queimaduras e Izolamento da área
morte.

Ambiente de Fraturas, lesões, Treinamento Nr


Queda de altura Eventual Linha de vida X
trabalho cortes e até morte 35

EPI CA – RECOMENDADO EFICAZ VALIDADE

Uniforme S -
Capacete Deverá ser um CA válido S -

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Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
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Protetor Solar FPS 60 - S -


Óculos de Segurança Deverá ser um CA válido S -
Protetor Auricular tipo Plug e/ou Deverá ser um CA válido S -
concha
Máscara PFF2 (Quando Necessário) Deverá ser um CA válido S -
Luva de pano pigmentada Deverá ser um CA válido S -
Calçado de segurança Deverá ser um CA válido S -
-
Cinto tipo paraquedista com talabarte
Deverá ser um CA válido S
duplo e absorvedor de impacto
(Quando Necessário)
Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

48
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19. ANÁLISE E DIAGNÓSTICO DOS FATORES DE RISCOS

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Encarregado de Hidraulica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Pó e poeira QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Além das avalições


Acidentes
quantitativas,
diversos -
medidas de controle
MECÂNICO / Trabalho em QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
e utilização adequada
altura
ACIDENTE dos equipamentos de
proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

49
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS

01 Encanador / ½ Oficial de 06 Obras


Hidraulica
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Pó e poeira QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Além das avalições


Acidentes
quantitativas,
diversos -
medidas de controle
MECÂNICO / Trabalho em QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
e utilização adequada
altura
ACIDENTE dos equipamentos de
proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

50
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
01 Auxiliar de Hidraulica 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Pó e poeira QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Além das avalições


Acidentes
quantitativas,
diversos -
medidas de controle
MECÂNICO / Trabalho em QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
e utilização adequada
altura
ACIDENTE dos equipamentos de
proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

51
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Engenheiro de segurança do Trabalho
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Engenheiro Eletricista 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Poeira – QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
Poeira Sílica medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Choque Além das avalições


MECÂNICO / elétrico - quantitativas,
Acidentes medidas de controle
QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
ACIDENTES diversos - e utilização adequada
Trabalho em dos equipamentos de
altura proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

52
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Crea: 5071227350-SP
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Encarregado de Elétrica 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Poeira – QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
Poeira Sílica medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Choque Além das avalições


MECÂNICO / elétrico - quantitativas,
Acidentes medidas de controle
QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
ACIDENTES diversos - e utilização adequada
Trabalho em dos equipamentos de
altura proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

53
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Eletricista de Instalações / 06 Obras
½ Oficial Eletricista
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Poeira – QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
Poeira Sílica medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Choque Além das avalições


MECÂNICO / elétrico - quantitativas,
Acidentes medidas de controle
QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
ACIDENTES diversos - e utilização adequada
Trabalho em dos equipamentos de
altura proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

54
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
Contato: contato@[Link] 11 91325-9004
FEPRICON Engenharia e Consultoria LTDA CNPJ: 52.979.789/0001-78
PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
02 Ajudante de Eletricista 06 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Poeiras / QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
Poera sílica medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Trabalho em pé
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
as consequências de
uma super exposição

Choque Além das avalições


MECÂNICO / elétrico - quantitativas,
Acidentes medidas de controle
QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
ACIDENTES diversos - e utilização adequada
Trabalho em dos equipamentos de
altura proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

55
Elaborado por: Jorge F. Prieto da Costa
Engenheiro de segurança do Trabalho
Crea: 5071227350-SP
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QUANTIDADE DE
GHE FUNÇÃO DEPARTAMENTO
FUNCIONÁRIOS
03 Encarregado de Obra 01 Obras
RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS
TÉCNICA PROBABILI SEVERIDAD GRAU DE RECOMENDAÇÕ
RISCO AGENTE AVALIAÇÃO
UTILIZADA DADE E RISCO ES

Além das avalições


FISÍCO Ruído QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Além das avalições


QUIMÍCO Pó e poeira QUALITATIVA - 2 3 MODERADO quantitativas,
medidas de controle

Treinamento e
educação dos
Postura
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
inadequada
as consequências de
uma super exposição

Treinamento e
educação dos
Movimentos
ERGONÔMICO QUALITATIVA - 2 3 MODERADO trabalhadores sobre
Repetitivos
as consequências de
uma super exposição

Além das avalições


Acidentes
quantitativas,
diversos -
medidas de controle
MECÂNICO / Trabalho em QUALITATIVA - 2 3 MODERADO
e utilização adequada
altura
ACIDENTE dos equipamentos de
proteção

Legenda: (-) Não aplicável (X) Aplicável (S) Sim (N) Não

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20. PLANO DE AÇÃO / GERENCIAMENTO DE RISCOS


OCUPACIONAIS (GRO)

Conceitos gerais sobre o GRO

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) é um processo continuo e que envolve um


conjunto de etapas, tais como a identificação de perigos, a avaliação de riscos e a determinação
de controles. Trata-se de um novo parâmetro da NR-01 que vem para criar um método mais
eficaz de identificação e gerenciamento de riscos dentro das empresas.

Como forma de consolidar e monitorar tal processo, a Norma Regulamentadora n° 1


estabeleceu, de forma obrigatória, a elaboração do Programa de Gerenciamento de Riscos
(PGR), cujo objetivo é a consolidação de informações que visam preservar a saúde e a
integridade dos trabalhadores nos ambientes de trabalho, através de um conjunto de ações
contínuas e permanentes que devem ser planejadas e desenvolvidas, na esfera de cada unidade
de uma organização, sob a responsabilidade do empregador e com a participação efetiva dos
trabalhadores e coma orientação técnica de um profissional legalmente habilitado.

O PGR é elaborado em duas partes principais: o Inventário de Riscos e o Plano de Ação.

Uma vez elaborado o Inventário de Riscos, é chegada a hora da empresa “entrar em ação” e
aplicar as medidas cabíveis para mitigar os perigos identificados, elaborando, portanto, um
Plano de Ação, a partir dos perigos e riscos avaliados e elencados no Inventário de Riscos.

O Plano de Ação é parte integrante do Programa de Gerenciamento de Riscos, Previsto na NR


01. E segundo o Item [Link], uma vez identificado os riscos e perigos (através do Inventário de
Riscos), é necessário classifica-los em níveis, de acordo com a “combinação da severidade das
possíveis lesões ou agravos à saúde com a probabilidade ou chance de sua ocorrência”. Assim, a
partir desta classificação, é identificada a necessidade de adotar as medidas de prevenção
cabíveis. E isso é feito através do Plano de Ação.

O Plano de Ação deve ser documentado, e nele deve constar, pelo menos, o seguinte: o risco
que está sendo trabalhado; as medidas preventivas e seus respectivos cronogramas de execução;
e os métodos que serão utilizados para avaliar os resultados posteriores.

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Lembrando que de acordo com o item 1.4 da NR 1, após identificação e classificação dos riscos
é necessário:

a) implementar medidas de prevenção, ouvindo os trabalhadores, de acordo com a


seguinte ordem de prioridade:

I. eliminação dos fatores de risco;

II. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de


proteção coletiva;

III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas


administrativas ou de organização do trabalho; e

IV. adoção de medidas de proteção individual.

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21. PLANO DE AÇÃO

REFERÊNCIA RECOMENDAÇÕES PLANEJAMENTO

Anexar ao Inventário de Riscos FISPQ´s de todos os produtos químicos utilizados Sempre que utilizar
NR 01
constantemente na empresa. produtos químicos

NR 01 Realizar avalição quantitativa dos riscos identificados Maio/2025

NR 01 Após realização da avaliação quantitativa, reavaliar os riscos de cada função Maio/2025

Elaborar e manter disponível para consulta e possíveis fiscalizações/auditorias os


NR 04 Maio/2025
quadros estatísticos da NR 04

NR 05 Elaborar e manter disponível os mapas de risco de cada setor de trabalho Novembro/2024

Quando n° de funcionários
NR 05 Implantar CIPA
for superior a 20 pessoas

Fornecer, orientar e treinar os colaboradores quanto ao uso correto do EPI´s e Sempre que houver novas
NR 06 contratações e de 3 em 3
EPC´s
mêses.

Realização do programa de controle médico e saúde ocupacional e realizar o Dezembro/2023


NR 07
atestado de saúde ocupacional de todos os colaboradores. Quando houver novas
contratações.

Providenciar LIP (Laudo de insalubridade e periculosidade): Riscos químicos,


NR 15 físicos e biológicos); prevendo a aplicação ou não de do adicional e em qual Maio/2025
proporção (10,20 ou 40%)

Providenciar Laudo ergonômico, que avalie a postura e os postos de trabalho, bem


NR 17 Maio/2025
como recomendações de melhoria, conforme NR 17.

Quando houver novas


NR 18 Realizar treinamento de integração na construção civil contratações e/ou
mudança de ambiente
de trabalho.
Quando se observar que
NR 35 Realizar treinamento para trabalho em altura - Treinamento conforme NR 35 haverá a presensa do risco

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22. RECOMENDAÇÕES

São exemplos de evidências de comunicação documentos expressos, datados e assinados pelos


responsáveis e participantes, tais como: Ordens de serviços, quadros de avisos, boletins
informativos, Semana Interna de Acidentes do Trabalho (SIPAT), atas de reunião de Comissão
Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), lista de presença em treinamento, entre outros.

• Este documento deve ser mantido em arquivo pelo período mínimo de 20 (vinte) anos e
estar à disposição dos órgãos fiscalizadores e demais colaboradores para consulta;
• As recomendações mencionadas no plano de ação devem ser efetuadas durante o prazo
de vigência deste documento, sendo este de 24 (vinte e quatro) meses. Seu
acompanhamento deve ser realizado através do preenchimento do quadro com o dia,
mês e assinatura do responsável técnico pelo cumprimento das ações, mantendo assim o
planejamento inicial das atividades.
• Observar as exigências correlatas à segurança e saúde ocupacional provenientes da
convenção coletiva da sua respectiva filiação sindical.

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23. CONCLUSÕES FINAIS

O Programa de Gerenciamento de Risco é um dos programas mais importantes na Gestão de


Segurança do Trabalho dada a sua abrangência e riqueza de informações. Sua eficaz na sua
implementação permite que se conheçam todas as fontes de riscos no ambiente de trabalho, os
funcionários expostos a cada risco, o tipo de exposição e as medidas de controle adequadas.

É importante que a empresa se esforce para tratar o PGR com o valor e a grandeza que é este
Programa, além de enriquecer a empresa de informações do seu processo produtivo, compõe
provas de sua preocupação com a saúde e proteção do trabalhador, se resguardando de futuras
demandas judiciais por parte dos empregados.

Visando as avaliações qualitativas realizadas, sugerimos que a empresa R R CONTATO


INSTALACOES LTDA realize suas avaliações quantitativas o mais breve possível de modo a
identificar o quanto os colaboradores estão expostos aos riscos de modo a fazer um trabalho
corretivo quanto a eliminação do risco, neutralização ou uso de EPI de acordo com os limites de
tolerância da NR 15 com métodos da NHO 01 para ruído e ACGIH para os riscos químicos
identificados, então podemos concluir que a empresa está atendendo os requisitos mínimos
exigidos pela Norma Regulamentadora de N° 01 no que diz a respeito do Programa de
Gerenciamento de Risco.

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24. DOCUMENTO DO RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO


E ASSINATURAS

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Este documento redigido e assinado contem 63 páginas.

São Paulo 07 de Dezembro de 2023.

_________________________ ________________________
R R CONTATO INSTALACOES Jorge Ferreira Prieto da Costa
LTDA Egenheiro de Segurança do Trabalho
Responsável pela implantação CREA: 5071227350 - SP

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