assad SAME aula 2
fragilidades de desempenho
fragilidade fundamemtal
fragilidade de base
fragilidade de core
fragilidade de ápice
as sete verticais do alto desempenho
1) interpretação e integração
2) calculo mental
>perda sistemática
>perda de tempo
>>perda de raciocínio
3) ferramental teórico
4) ferramental pratico
5) estabilidade emocional
>ansioso
>alivio
>comer, celular.
6) estabilidade fisiológica
>cortisol
>adrenalina
7) tomada de decisão sob pressão
diagnostico comportamental de estudos
energia e gerenciamento mental
volume de estudo (macro e micro)
atenção e profundidade
capacidade de execução de questões
capacidade da manipulação dos erros
magnanimidade
tração e flow
SAME AULA 3
SISTEMA SUPREMO DE PREPARAÇÃO
- ideal
- decálogo da transformação
- 7 verticais do alto desempenho
- diagnostico de comportamental de estudo
- mapa de progresso competitivo
Primeiro simulado(teste) 24 --- 28
Assuntos de matemática
__
Expressões numéricas
Frações e Dízimas periódicas
Sistemas de numeração e Sistema métrico
Raciocínio lógico
Potenciação
Notação científica
Radiciação
Radiciação e Racionalização de denominadores
Produtos notáveis e Fatoração
Equações e Sistemas do primeiro grau
Equações do segundo grau e Equações biquadradas
Critérios de divisibilidade e Números primos
MMC e MDC
Razão e proporção
Regras de 3 e Escalas
Porcentagem
Lucro e Juros simples
Juros compostos
__
Simulado 2 (teste) [fevereiro]
............................
assad SAME aula 2
fragilidades de desempenho
fragilidade fundamemtal
fragilidade de base
fragilidade de core
fragilidade de ápice
as sete verticais do alto desempenho
1) interpretação e integração
2) calculo mental
>perda sistemática
>perda de tempo
>>perda de raciocínio
3) ferramental teórico
4) ferramental pratico
5) estabilidade emocional
>ansioso
>alivio
>comer, celular.
6) estabilidade fisiológica
>cortisol
>adrenalina
7) tomada de decisão sob pressão
diagnostico comportamental de estudos
energia e gerenciamento mental
volume de estudo (macro e micro)
atenção e profundidade
capacidade de execução de questões
capacidade da manipulação dos erros
magnanimidade
tração e flow
O Artigo 5º da Constituição Federal de 1988, estabelece um conjunto de direitos e
garantias fundamentais inerentes à pessoa humana, assegurando a inviolabilidade do
direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Atualmente, o
Brasil vive sérios desafios relacionados à naturalização da violência e a cultura da
impunidade; assim, dois fatores centrais evidenciam-se: a omissão estatal e
negligência social. Portanto, medidas cabíveis devem ser tomadas para romper esse
ciclo de violência e garantir os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana.
E indubitável que inércia estatal normaliza a violência; segundo Rousseau, o contrato
social é um acordo pelo qual os indivíduos abrem mão de seus direitos individuais em
favor da vontade geral, que visa o bem comum da sociedade. Análogo ao pensamento
do autor, o Estado é negligente, pois falha em proteger a sociedade com o poder que
foi lhe dado, de maneira que deixa claro o não cumprimento das leis estabelecidas,
que deveriam acabar com a cultura da impunidade diante de tantos crimes que são
tratados como "normais" tanto pelo Estado quanto pela população, tal omissão é
nítida pela não sustentação do art. 144 previsto no pacto social de 1988 que prega
segurança pública de qualidade para todos, perante a uma sociedade que padece com
a violência. A exemplo disso, a ausência de políticas públicas eficazes, que se
manifesta na falta de investimento em prevenção da violência e na fragilidade do
sistema de justiça criminal, que culmina na impunidade penal, além disso, a falta de
estrutura policial — como a carência de viaturas e sucateamento das delegacias —
dificulta extinguir esse ciclo de violência e impunidade, de modo que há um quebra do
contrato social, devido o não cumprimento do art. 144, o que afeta diretamente a
população, por não passar confiabilidade de segurança aos cidadãos.
Somado a isso, é inevitável que o descaso social gere a prática da cultura da
impunidade; de acordo com Jonh Locke na teoria da "Tabula rasa", o homem nasce
como se fosse "uma folha de papel em branco", e por meio de suas experiências de
vida, essa folha será preenchida. No entanto, a negligência social faz com que a
violência e a impunidade sejam naturalizadas pelas pessoas, devido a falta de
cidadania, o ato de exercer seus direitos e cumprir com seus deveres, desse modo,
expõe a má formação do indivíduo em relação à falta de informação ou experiência
defendida por Locke, por isso dificulta exercer suas devidas obrigações em razão do
bem comum, logo, resulta na permanência da impunidade ou punições que não são
proporcionais á gravidade do delito. Nesse cenário, é nítido o quanto mal é banal,
decorrente de uma espécie de "normalidade" em atos terríveis, que podem ser
cometidos até mesmo por pessoas comuns, que por conseguinte perpetua ainda mais
na violência e impunidade a crimes (como latrocínio e feminicídio) e cria uma
sequência destrutiva sem fim e, gera medo e insegurança que afeta indivíduos, famílias
e a sociedade como um todo.
Portanto, é necessário que o Estado — entidade pública soberana — por meio do
Poder Legislativo, fiscalize o sistema público de segurança e verificar se há carência
estrutural e, o Poder Executivo deve investir em prevenção da violência e garantir que
sistema de justiça criminal seja eficiente, para assegurar políticas públicas eficazes e
estrutura de segurança. Ademais, é fundamental que a escola (um dos principais
órgãos formadores) deve, por meio da coordenação pedagógica, promover palestras
interdisciplinares, ministradas por professores de sociologia, com o objetivo de
alcançar a formação cidadã, para reivindicarmos nossos direitos e assim sanar o mal
perpetuado pela sociedade.