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Revisão Textual:
Prof.ª Dr.ª Luciene Oliveira da Costa Granadeiro
Introdução a Modelos Tradicionais
de Gestão em Projetos
Objetivo
• Introduzir o profissional ao conhecimento e à diferenciação dos modelos de genéricos
da fábrica de software e modelos tradicionais de Gerenciamento de Projeto utilizando
PMBOK, PRINCE2 e outros.
Caro Aluno(a)!
Normalmente, com a correria do dia a dia, não nos organizamos e deixamos para o úl-
timo momento o acesso ao estudo, o que implicará o não aprofundamento no material
trabalhado ou, ainda, a perda dos prazos para o lançamento das atividades solicitadas.
Assim, organize seus estudos de maneira que entrem na sua rotina. Por exemplo, você
poderá escolher um dia ao longo da semana ou um determinado horário todos ou alguns
dias e determinar como o seu “momento do estudo”.
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de
discussão, pois estes ajudarão a verificar o quanto você absorveu do conteúdo, além de
propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de
troca de ideias e aprendizagem.
Bons Estudos!
UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
Contextualização
Nossa situação-problema central é baseada em um Projeto de Desenvolvimento de
um App (aplicativo – SEJ) Mobile para uma empresa de Seguros que pretende atingir o
nicho de mercado do público jovem.
Nesta Unidade 1, existem 3 abordagens que devem ser verificadas pelos alunos:
• Decidir qual deve ser o melhor modelo de processo genérico de desenvolvimento
de software a ser utilizado.
• Decidir qual deve ser o melhor modelo tradicional de gerenciamento de projetos a
ser utilizado.
• Decidir qual dos frameworks (PMBOK, RINCE2, RUP, MSF, SCRUM, outros)
apresenta melhor adaptação quanto às mudanças de fases do projeto.
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Modelos Genéricos na Fábrica de Software
Quando falamos sobre o desenvolvimento de um modelo genérico na área de software,
como isso impacta no processo de gerenciamento de um projeto?
Cada uma dessas atividades pode estar ligada a um ou mais processos. Esses proces-
sos podem ser organizados de forma sequencial, iterativa ou até em espiral.
Outra visão que se deve ter a respeito desses modelos é que não são absolutos, ou
seja, precisam ser seguidos em todos os pontos em que foram elaborados, pois são
formatos de orientação para equipes de desenvolvimento, podendo ser alteradas e até
utilizadas somente parcialmente.
Esses modelos genéricos não são descrições definitivas dos processos
de software. Pelo contrário, são abstrações que podem ser usadas
para explicar diferentes abordagens de desenvolvimento de software.
(SOMMERVILLE, 2011, p. 19)
Os modelos genéricos de processos de software que serão abordados neste curso serão:
• Modelo cascata;
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
• Desenvolvimento em espiral;
• Desenvolvimento ágil;
• RUP – Rational Unified Process; e
• MSF – MSF – Microsoft Solutions Framework.
Modelo Cascata
O Modelo Cascata tem origem do inglês Waterfall Model, criado na década de 1970,
com a publicação de um artigo por Winston Walker Royce, cientista americano da com-
putação, que foi diretor da Lockheed Software Technology Center em Austin, Texas
nos Estados Unidos, considerado um pioneiro na área de desenvolvimento de software.
Modelo em cascata. Esse modelo considera as atividades fundamen-
tais do processo de especificação, desenvolvimento, validação e evolu-
ção, e representa cada uma delas como fases distintas, como: especifi-
cação de requisitos, projeto de software, implementação, teste e assim
por diante. (SOMMERVILLE, 2011, p. 19)
Definição de
requisitos
Projeto de sistema
e software
Implementação e
teste unitário
Integração e teste
de sistema
Operação e
manutenção
Figura 1
Fonte: Adaptado de SOMMERVILLE, I. Engenharia de software, 2011
8
• Esse modelo deve ser utilizado somente quando os requisitos forem bem com-
preendidos.
Nesse tipo de Modelo, os testes eram somente na final, o que prejudicava a implan-
tação do Sistema, caso existisse a necessidade de alteração de algum requisito, ou se
algum requisito tivesse sido mudado devido a alguma necessidade do cliente.
Desenvolvimento em Espiral
O Desenvolvimento em Espiral foi criado por Barry Boehm, em 1988, por meio do
artigo A Spiral Model of Software Development and Enhancement. Nesse modelo, ele
discutia sobre o desenvolvimento iterativo e incremental do software.
Apresentava uma iteração de 6 meses a dois anos, em que seu modelo possuía 04 prin-
cipais atividades – definição de objetivos, planejamento, desenvolvimento e validação, ava-
liação e redução de riscos –, sendo utilizado com maior frequência em projetos grandes.
Figura 2
Fonte: Adaptado de SOMMERVILLE, I. Engenharia de software. 9, 2011
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
O RUP foi criado como uma metodologia para controlar grandes projetos de software,
sendo aprimorado durante o passar dos anos.
O Rational Unified Process – RUP é um exemplo de modelo de
processo moderno, derivado de trabalhos sobre a UML e o Unified
Software Development Process associado [...]. Ele reúne elementos
de todos os modelos de processo genéricos, ilustra boas práticas na
especificação e no projeto e apoia a prototipação e a entrega incre-
mental. (SOMMERVILLE, 2011, p. 34)
Foi adquirido pela IBM, e teve seu nome alterado para IRUP – IBM Rational
Unified Process.
Iteração de fase
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estão focadas em papéis bem definidos, com a definição e implantação das melhores
práticas em fluxos de trabalho e atividades do projeto.
antar
m p l
I
Vis
u
ali
zação
Estabilizar
MSF
jar
Con a n e
stru
ir Pl
Figura 4
Desenvolvimento Ágil
O desenvolvimento de software ágil surgiu na metade da década de 1990, em reação
aos modelos de desenvolvimentos tradicionais, principalmente o Cascata.
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
Cada iteração é um miniprojeto, ou seja, possui um objetivo que se inicia e tem seu
devido fim, onde se incluem as tarefas de implantação e também o incremento de uma
nova funcionalidade, com as seguintes fases internas: planejamento, análise de requisi-
tos, projeto, codificação, teste e documentação.
A diferença entre esses métodos e um processo tradicional é que cada iteração não
precisa estar focada em adicionar o seu conjunto de funcionalidades ao projeto como
um todo.
O projeto de software ágil tem como finalidade implantar uma nova versão ao fim de
cada iteração, sendo que nessa etapa a equipe reavalia as prioridades do projeto.
Nos métodos ágeis, existe uma ênfase muito grande nas comunicações que precisam
ser geralmente presenciais, ao invés de meios digitais.
Na maior parte das vezes, o time do projeto ágil deve estar agrupado em um mesmo
local ou sala, incluindo toda a equipe necessária para a elaboração do software, como:
desenvolvedores, gerentes, analistas de negócio, clientes, testadores e técnicos ou auxi-
liares.
Figura 5
Fonte: Adaptado de SOMMERVILLE, I. Engenharia de software, 2011
12
Um projeto pode ser definido como:
• Um processo único, que tem atividades e operações coordenadas e controladas
e datas de início e término, com um único objetivo, que deve seguir os requisitos
especificados pelo cliente, com limitações e restrições de tempo, custo e recursos.
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
• A forma encontrada para manter o projeto nos trilhos pode ser utilizada na etapa da
verificação, que ajuda no monitoramento e controle do projeto com possibilidades de
reavaliação e previsão de ações pertinentes à correção quando houver necessidade.
• O cerne das atividades está contemplado nessa etapa, pois se permite que, ao se
deparar com situações diárias de problemas, deve-se interagir com ações assertivas
pontuais e com qualidade para alcançar a excelência do projeto.
Figura 7 – Gráfico do nível de consumo de recursos humanos ao longo do ciclo de vida do projeto
Fonte: Adaptado de CARVALHO, F. C. A. Gestão de Projetos, Pearson, 2014
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O PMBOK apresenta o inter-relacionamento de seus componentes representados por
meio da imagem:
Grupo de processos
10 Áreas de Conhecimento
Figura 8
Fonte: Adaptado de Project Management Institute. 6. ed.
Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos, 2017
O PRINCE2 é:
• Um método de gerenciamento de projetos mais amplamente adotado no mundo,
usado por pessoas e organizações de setores e setores de grande porte;
• Um método flexível que orienta o essencial para gerenciar projetos bem sucedidos,
independentemente do tipo ou escala.
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
Ajuda a aplicarem os temas, indicando o requisito mínimo necessário para cada tema,
e fornece orientações específicas sobre como adaptá-los a determinados ambientes.
Descrevem as etapas do ciclo de vida do projeto, desde a ideia inicial até o fechamento
do projeto (e a medição dos benefícios).
Ambiente do Projeto
Caso comercial
Progresso Organização
Processos PRINCE2
Mudança Qualidade
Risco Planos
Temas PRINCE2
Princípios PRINCE2
Figura 9
Fonte: Adaptado de AXELOS. (2017) Managing successful
projects with PRINCE2. Norwich: TSO (The Stationery Office)
Aqui um exemplo de processo a ser descrito pelo PRINCE2 em seu ciclo de vida:
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Estado(s)
Pré-projeto Estágio Inicial subsequente Estágio Final Pós-projeto
Dirigindo um projeto
Iniciando
um
Ambiente do projeto
projeto Gerenciando Gerenciando
um limite um limite Fechando
Gerenciando
Gerenciando a Gerenciando a
entrega do produto entrega do produto
Ciclo de Vida
do projeto
Figura 10
Fonte: Adaptado de AXELOS. (2017) Managing successful
projects with PRINCE2. Norwich: TSO (The Stationery Office)
Conceitos
• Fundamentos do framework PMBoK;
• Fundamentos do framework PRINCE2;
• Diferenças entre as versões PMBoK e PRINCE2.
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
• Organização e preparação;
• Execução do trabalho;
• Terminar o projeto.
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• Foco no produto;
• Customização ou adaptação (tailor).
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Sites
PMBOK
[Link]
Leitura
Modelo Cascata
[Link]
MSF – Microsoft Solutions Framework
[Link]
PRINCE2
[Link]
Diferença entre as versões do PMBOK 6ª edição
[Link]
21
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UNIDADE
Introdução a Modelos Tradicionais de Gestão em Projetos
Referências
AMARAL, D. C. et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos inova-
dores. São Paulo, 2011.[U1]
AXELOS. (2017). Managing successful projects with PRINCE2 (2017 ed.). Norwich:
TSO (The Stationery Office).
CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: guia completo. 2. ed. Brasport, São Paulo,
2018.[U2]
SABBAGH, R. Scrum: Gestão ágil para projetos de sucesso. Casa do Código, São
Paulo, 2014.
22
Gerenciamento
Inserir Título Aqui
de
Inserir Título
Projetos ÁgeisAqui
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Pereira do Nascimento
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Objetivo
• Desenvolver o conhecimento da metodologia ágil, seus tipos e suas características, bem
como enfoque sob ótica do PMBOK e PRINCE2.
Caro Aluno(a)!
Normalmente, com a correria do dia a dia, não nos organizamos e deixamos para o úl-
timo momento o acesso ao estudo, o que implicará o não aprofundamento no material
trabalhado ou, ainda, a perda dos prazos para o lançamento das atividades solicitadas.
Assim, organize seus estudos de maneira que entrem na sua rotina. Por exemplo, você
poderá escolher um dia ao longo da semana ou um determinado horário todos ou alguns
dias e determinar como o seu “momento do estudo”.
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de
discussão, pois estes ajudarão a verificar o quanto você absorveu do conteúdo, além de
propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de
troca de ideias e aprendizagem.
Bons Estudos!
UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Contextualização
Nossa situação-problema central proposta para a unidade é baseada em um Projeto
de Desenvolvimento de um App (aplicativo) SEJ para uma empresa de Seguros que quer
atingir o nicho de mercado do público jovem.
Nesta Unidade existem 3 abordagens que devem ser verificadas pelo aluno:
• Decidir quais dos tipos de modelos ágeis melhor se adequaria neste projeto.
• Decidir como os fundamentos do PMBOK podem auxiliar este projeto com enfo-
que ágil.
• Decidir como os fundamentos do PRINCE2 Agile podem auxiliar este projeto.
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O Manifesto Ágil
Por que os fundamentos do Manifesto Ágil surgiram como mudanças para a forma de
Gestão de Projetos?
Os 17 profissionais são: Kent Beck, Mike Beedle, Arie van Bennekum, Alistair
Cockburn, Ward Cunningham, Martin Fowler, James Grenning, Jim Highsmith,
Andrew Hunt, Ron Jeffries, Jon Kern, Brian Marick, Robert C. Martin, Steve Mellor,
Ken Schwaber, Jeff Sutherland e Dave Thomas.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Por que os fundamentos do Manifesto Ágil surgiram como mudanças para a forma de Ges-
tão de Projetos? Principalmente porque os tipos tradicionais não apresentavam flexibili-
dade em questão de alterações de requisitos, bem como não apresentavam questões de
unidade com o cliente no desenvolvimento dos produtos e nem valorizavam as pessoas
participantes do projeto.
Scrum
A palavra Scrum tem origem no inglês, significa reinicio de jogada no rugby (é
um esporte coletivo de intenso contato físico originário da Inglaterra). O Scrum é um
framework criado para desenvolver e manter produtos complexos. Ele apresenta pi-
lares, eventos e artefatos com regras que os unem. Ken Schwaber e Jeff Sutherland
desenvolveram o Scrum e criaram o Guia do Scrum.
A transparência é considerada o primeiro pilar, pois define que o projeto deve ser
conhecido por todas as partes envolvidas.
Alguns exemplos:
• quando o Product Owner descreve por meio das User Stories as funcionalidades
para o produto;
• quando o cliente determina as prioridades dos sprints;
• quando o Scrum Master apresenta o planejamento dos sprints e o andamento dos
sprints backlogs;
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• quando o time comunica diariamente o andamento do trabalho na reunião diária;
• quando a equipe utiliza um kanban para atualizar e deixar explícito o andamento e
progresso do projeto;
• quando o incremento do produto é feito e o cliente pode dar um feedback antes da
entrega final do projeto.
A Inspeção é o segundo pilar, ela determina que o projeto deve ser sempre inspe-
cionado para que se tenha uma garantia de qualidade. Por ser um princípio decisivo,
pode ser utilizado dentro dos testes e também de cada sprint.
Por exemplo:
• no conceito de feito;
• na reunião de Revisão do Sprint com o product owner;
• nas estimativas play poker de Users stories;
• no final de cada reunião diária para verificar a adequação do grupo a User story;
• ao se verificar bugs e sua correção.
Por exemplo:
• no planejamento dos sprints, quando o Product Owner faz a priorização das
Users Stories;
• na reunião de Revisão da sprint, quando o Product Owner reprioriza as Users
Stories (itens do backlog).
Observando-se que ao iniciar um Sprint, a sua duração é fixa e não pode ser dimi-
nuída ou aumentada. Os outros eventos podem ser finalizados sempre que o objetivo do
evento é conseguido de modo a assegurar a utilização de uma quantidade adequada de
tempo, não existindo assim perdas no processo.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
itens priorizados que estão sendo elaborados. Estes eventos são elaborados para con-
ceber ações de transparência e inspeção. A omissão de quaisquer um desses eventos
acarretará numa diminuição da transparência e também existirá perda para se inspe-
cionar e adaptar.
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O Product Backlog é uma lista organizada dos itens necessários para o produto.
O Product Backlog deve ser uma lista única para consulta dos requisitos, sendo o
Product Owner o responsável por este artefato, bem como: seu conteúdo, a sua dispo-
nibilidade e seu formato ordenado.
Já o Sprint Backlog deve ser considerado como os itens internos do Product Backlog.
O Sprint Backlog deve ser elencado para o Sprint (que deve durar de 2 a 4 semanas).
Extreme Programming
O Extreme Programming é também chamado de XP, foi criado em 1997 por Kent
Beck, sua metodologia apresenta foco em agilidade de equipes e qualidade de projetos,
sendo uma metodologia baseada em comportamentos e atitudes.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
• coragem; e
• coach.
No Pair Programming, todo o desenvolvimento do código do sistema deve ser escrito por
dois programadores conjuntamente, ocorrendo maior produtividade e menos erros. Com o
rodízio de pares, pode-se melhorar a comunicação e o relacionamento entre o time.
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• Acompanhador (tracker);
• Cliente.
Lembra-se que conversamos sobre o MSF na unidade anterior? O que significa MSF? Quan-
do foi criada? E para que serve?
Princípios:
• Parceria com clientes;
• Comunicação aberta;
• Visão compartilhada;
• Qualidade é muito importante para o trabalho;
• Metodologia ágil com adaptação a mudança;
• Fluxo de valor.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Gerenciamento
de Programa –
Gerente do Projeto
Gerenciamento
do produto – Arquitetura
Analista – Arquiteto
de Negócio
MSF
Experiência do
Desenvolvimento
usuário – Analista
– Desenvolvedor
do Negócio
Operações de
atualização –
Teste – Teste
Gerente de
atualização
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O MSF na versão 4.0 foi publicado em duas metodologias:
• Uma tradicional, o MSF for CMMI Process Improvement;
• Uma ágil, o MSF for Agile Software Development.
O Lean Manufacturing foi criado por Taiichi Ohno, engenheiro da empresa Toyota,
no Japão, no pós-segunda guerra mundial, sendo seus precursores: Sakichi Toyoda,
fundador do Grupo Toyoda em 1902; Kiichiro Toyoda, filho de Sakichi Toyoda, que en-
cabeçaram as operações de manufatura de automóveis entre 1936 e 1950; em conjunto
também com Eiji Toyoda.
Sistema Kanban
O Sistema Kanban foi criado por Taiichi Ohno, em 1953, e possui o significado de
“cartão visual”. Muitas vezes é confundido com o Sistema Toyota de Produção devido
ter sido criado pelo mesmo autor.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
No Kanban pode-se definir limites de tempo que os cartões podem ficar em determi-
nados estágios, ou seja, delimitar o tempo para cada atividade.
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A estrutura do livro PMBOK continua dividida em 03 partes igual no enfoque
ágil, apresentando:
• Guia do conhecimento em gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK);
• Padrão de Gerenciamento de Projetos;
• Apêndices, glossário e índice remissivo.
As fases do Gerenciamento do Projeto pelo PMBOK com enfoque ágil são 04:
• Início do projeto;
• Organização e preparação;
• Execução do trabalho;
• Terminar o projeto.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
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Ocorreram uma melhor organização das entradas, ferramentas e técnicas e saídas:
• Componentes do Plano;
• Exemplos de documentos;
• Atualizações de documentos;
• Significa analisar o projeto para determinar quanta ênfase colocar em casa proces-
so (com base no escopo e tamanho do projeto).
• Visto que o Monitorar atende ao Check do ciclo PDCA, enquanto o Controlar aten-
de ao Act do ciclo PDCA;
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Foco no
aumento de
valor
Foco no
Planejamento
Fundamentos do PRINCE2
Enfoque Ágil ou PRINCE2 Agile
Lembra-se que conversamos sobre o PRINCE2 na unidade anterior? O PRINCE2 é igual ao
PRINCE2 Agile?
O PRINCE2 Agile foi publicado pela AXELOS em junho de 2015. Ele é um fra-
mework de gerenciamento ágil de projetos que combina a flexibilidade e capacidade de
resposta ágil com a governança do PRINCE2. E fornece estrutura, controle e controle
ao trabalhar com conceitos, métodos e técnicas ágeis. Ele foi projetado para auxiliar os
profissionais a se adaptar aos controles de gerenciamento para trabalhar em um ambien-
te ágil, ajudando a compreender os requisitos de governança do PRINCE2, bem como a
interface do PRINCE2 com as formas de trabalho ágeis.
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• Funciona com qualquer abordagem ágil estabelecida;
• A pontualidade e que atinja os prazos de forma mais consistente;
• Ser um projeto de colaboração que é corporativo;
• Permissão de dimensionar para seus requisitos e pragmatismo precisos;
• Aumentar a confiança das partes interessadas;
• Às ferramentas adicionais para gerenciar e reagir aos requisitos em constante mudança.
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UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
• Log diário;
• Registro de Emissão;
• Registro de lições;
• Registo de Qualidade; e
• Registro de riscos.
Nele usa-se o termo ‘revisão’ para uma finalidade específica ao utilizar a técnica de
revisão de qualidade, enquanto é usado frequentemente ao utilizar o desenvolvimento ágil.
Quanto ao painel do projeto ou Sistema Kanban, este deve determinar quanto tempo
de duração de um estágio antes de decidir o que o compõe. Deve priorizar um requisito
(ou user stories) que precisa ser satisfeito para atingir uma saída que deve cumprir um
“timebox”, senão a entrega não se torna efetiva.
Lembre-se que muitas vezes o sprint zero ou iteração zero ou descoberta (também
chamados de sprints iniciais) pode ser usado para a entrega inicial.
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Leitura
Agile Manifesto for Software Development | Agile Alliance
[Link]
The Scrum Guide
[Link]
What is Extreme Programming (XP)? | Agile Alliance
[Link]
Implementação Do Sistema De Manufatura Enxuta (Lean Manufacturing) Na Embraer
LINDGREN, P. C. C. Implementação Do Sistema De Manufatura Enxuta (Lean
Manufacturing) Na Embraer. Monografia (MBA em Gerência de Produção e Tecno-
logia) – Departamento de Economia, Contabilidade, Administração e Secretário
Executivo, Universidade de Taubaté, Taubaté, 2001.
[Link]
Kanban
[Link]
The PMI Talent Triangle
[Link]
Business Analysis Practice Guide | PMI
[Link]
PRINCE2 Agile | PRINCE2 | AXELOS
[Link]
23
23
UNIDADE
Introdução em Modelos Gerenciamento Ágeis
Referências
AMARAL, D. C. et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos
inovadores. São Paulo: Ed. Saraiva, 2011.
AXELOS. Managing successful projects with PRINCE2. Norwich: TSO, 2017. (The
Stationery Office).
CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: guia completo. 2. ed. São Paulo: Brasport, 2018.
FOGGETTI, C. Gestão ágil de projetos. São Paulo: Education do Brasil, 2014. (Coleção
Bibliografia Universitária Pearson).
SABBAGH, R. Scrum: Gestão ágil para projetos de sucesso. São Paulo: Editora
Casa do Código, 2014.
SUTHERLAND, J.; SCHWABER, K. The scrum guide. The definitive guide to scrum:
The rules of the game. Scrum. org, v. 268, 2017.
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Gerenciamento
Inserir Título Aqui
de
Inserir Título
Projetos ÁgeisAqui
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Pereira do Nascimento
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Objetivo
• Desenvolver os papéis e responsabilidades para equipes que utilizam PMBOK, PRINCE2 e
Scrum, bem como suas capacitações e certificações, além da iteração de modelos tradi-
cionais e ágeis.
Caro Aluno(a)!
Normalmente, com a correria do dia a dia, não nos organizamos e deixamos para o úl-
timo momento o acesso ao estudo, o que implicará o não aprofundamento no material
trabalhado ou, ainda, a perda dos prazos para o lançamento das atividades solicitadas.
Assim, organize seus estudos de maneira que entrem na sua rotina. Por exemplo, você
poderá escolher um dia ao longo da semana ou um determinado horário todos ou alguns
dias e determinar como o seu “momento do estudo”.
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de
discussão, pois estes ajudarão a verificar o quanto você absorveu do conteúdo, além de
propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de
troca de ideias e aprendizagem.
Bons Estudos!
UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Contextualização
Nossa situação-problema central proposta para o Cursos é baseada em um Projeto
de Desenvolvimento de um App (aplicativo) SEJ para uma empresa de Seguros que quer
atingir o nicho de mercado do público jovem.
Nesta Unidade existem 3 abordagens que devem ser verificadas pelos alunos:
• Indicar como a definições de papéis e responsabilidades impactam na gestão desse projeto.
• Definir como um profissional certificado faz a diferença dentro da equipe do projeto.
• Definir como a iteração entre modelos tradicionais e ágeis pode impactar no projeto.
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Papéis e Responsabilidades – PMBOK
No contexto de Iniciação do Projeto
Existem quatro categorias fundamentais dos fatores organizacionais que ilustram o
contexto de um projeto:
• Cumprir requisitos regulatórios, legais ou sociais;
• Atender a pedidos ou necessidades dos stakeholders ou partes interessadas;
• Implementar ou alterar estratégias de negócio ou tecnológicas; e
• Criar, melhorar ou corrigir produtos, processos ou serviços.
Programas e
Operações:
Portfólio: Projetos:
Estratégia Realização do
Decisões de Valor Entrega de
Valor de Negócio
Resultados
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Soluções de Mudança
Membros da equipe do projeto
Partes interessadas no projeto
Figura 2 – Relatórios de Fluxo
Fonte: Adaptado de PMI – Project Management Institute, 2017
Tailoring ou Adaptação
• O tailoring ou adaptação indica que a metodologia de gerenciamento de projetos
pode ser:
• desenvolvida por especialistas da própria organização;
• obtida de fornecedores;
• adquirida de associações profissionais; ou
• obtida de agências governamentais.
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Pois o PMBOK é um guia de melhores práticas e não uma metodologia, por isso
pode ser utilizada totalmente, em parte e adaptada.
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9
UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Características do projeto
Tipos de Pessoal
Grupos de Quem
estrutura Autoridade administrativo
trabalho Papel do gerente do Disponibilidade gerencia o
organizacional do gerente de
organizados projeto de recursos orçamento
do projeto gerenciamento
por do projeto?
de projetos
Um de:
produto;
Multidivisional processos de
(pode replicar produção; Em tempo parcial;
funções para portifólio; Pouca ou pode ou não ser um Pouca ou Gerente Em tempo
cada divisão programa; nenhuma papel designado, como nenhuma funcional parcial
com pouca região coordenador
centralização) geográfica;
tipo de
cliente
Por função,
com gerente
Moderada Função designada em Moderada a Gerente do
Matriz – forte do projeto Full-time
a alta tempo integral alta projeto
como uma
função
Em tempo parcial; feito
como parte de outro
Gerente Em tempo
Matrix – fraca Função Baixa trabalho e não uma Baixa
funcional parcial
função designada,
como coordenador
Em tempo parcial;
incorporado nas
funções como
Matriz – Baixa a Baixa a Em tempo
Função uma habilidade e Misto
equilibrada moderada moderada parcial
pode não ser um
papel designado,
como coordenador
Orientado
a projetos Alta a Função designada em Alta a quase Gerente do Em tempo
Projeto
(composto, quase total tempo integral total projeto integral
híbrido)
Estrutura
de rede
como nós Poderia ser em
Baixa a Em tempo integral ou Baixa a
Virtual nos pontos Misto tempo integral
moderada parcial moderada
de contato ou parcial
com outras
pessoas
Mix de outros
Híbrido Mista Misto Mista Misto Misto
tipos
Mix de outros Alta a Função designada em Alta a quase Gerente do Em tempo
EGP
tipos quase total tempo integral toral projeto integral
Fonte: Adaptado de PMI – Project Management Institute, 2017
Muitos se envolvem em todo o projeto do início ao fim, outros apenas nas fases de
avaliação e análise antes da inicialização do projeto.
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Lembra-se que na unidade anterior comentamos sobre PMI Talent Triangle, também cha-
mado de Triângulo de Talentos do PMI. Para que serve o PMI Talent Triangle?
Lide
Téc
ran
a ç
Gestão Estratégica
de Negócios
O mercado global está cada vez mais complexo e competitivo e somente as habilida-
des técnicas não são suficientes. As empresas buscam habilidades adicionais em lideran-
ça e inteligência no negócio para suportar os objetivos estratégicos de longo prazo que
contribuam ao sucesso do projeto.
Agora, para se manter atrativo e competitivo, você deve na medida do possível de-
senvolver essas habilidades que são hoje demandas de muitos empregadores, nossos
Patrocinadores ou Owners.
Para a habilidade de gestão de projetos técnicos, o gerente de projeto deve ter a ca-
pacidade de:
• Concentrar-se nos elementos críticos de gerenciamento de projetos técnicos;
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Lembra-se que na unidade anterior comentamos sobre PMI Talent Triangle, também cha-
mado de Triângulo de Talentos do PMI. Para que serve o PMI Talent Triangle? É um novo do-
cumento elaborado pelo PMI que apresenta as 03 habilidades que devem ser desenvolvidas
pelo gerente de projeto: gerenciamento técnico, gerenciamento estratégico e de negócios
e liderança.
Por exemplo, vários projetos podem ser necessários para que uma organização possa
atingir suas metas e seus objetivos estratégicos.
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não estariam disponíveis se cada projeto fosse gerenciado individualmente, observando
que um programa não é um grande programa, pois este seria chamado de megaprojeto.
Exemplo de Portfólio
Programa Programa
B1 C
Para construir um projeto, o gerente deve delegar parte ou todo o trabalho a outros
membros da equipe. A capacidade de delegar é importante em qualquer formato de
gerenciamento, mas existem particularidades no gerenciamento de projetos, devido as
funcionalidades cruzadas e aos riscos existentes.
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Nesta fase, o objetivo do projeto é “seguir de acordo com o que foi planejado”, porém
não se pode confiar que sempre aconteça isso. É responsabilidade do gerente de projeto
monitorar se o trabalho que está em andamento corresponde ao que foi planejado.
Caso o trabalho não estiver de acordo com o planejado, o gerente de projeto deve
fazer algo a respeito, ou seja, exercer o controle do projeto. Mesmo que o projeto esteja
caminhando bem, o gerente de projeto deve sempre identificar uma oportunidade para
acelerar o cronograma ou reduzir custos.
Planejar
Controlar Delegar
Monitorar
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Participantes do
Responsabilidades
Business Case
Responsável pelo business case e pela duração do projeto.
Responsável pela abordagem de gerenciamento de benefícios (para a duração do projeto), a
menos que seja gerenciado por um gerente corporativo, gerente de programa ou o cliente.
Executivo
Supervisiona o desenvolvimento de um caso de negócios viável, garantindo que o projeto esteja
alinhado com as estratégias corporativas, de gerenciamento de programas ou de clientes, e
garanta o financiamento para o projeto.
Responsável por especificar os benefícios sobre os quais o caso de uso serão aprovados.
Assegura-se de que o resultado desejado do projeto seja especificado.
Certifica-se de que o projeto produza produtos que forneçam os resultados desejados e que esses
Usuário(s) sênior(es)
resultados gerem os benefícios desejados.
Garante que os benefícios esperados (obtidos a partir dos resultados do projeto) serão realizados.
Fornece declarações de realizações reais de benefícios versus suas previsões e suas revisões.
Responsável por ser o fornecer do business case (se existirem).
Fornecedor(s)
Confirma quais os produtos necessários podem ser entregues dentro dos custos esperados
sênior (es)
e sua viabilidade.
Responsável pelo desenvolvimento do business case e abordagem de gestão de benefícios
conforme delegado pelo executivo.
Analisa o impacto de problemas e riscos na viabilidade contínua do business case.
Gestor de projeto
Avalia e atualiza o business case e a abordagem de gerenciamento de benefícios ao final de cada
estágio do gerenciamento.
Avalia e relata o desempenho do projeto no encerramento do projeto.
Verifica e monitora o business case em relação a eventos externos e ao progresso do projeto.
Assegura-se de que o projeto se encaixa com as estratégias gerais corporativas, de gerenciamento
de programas ou de clientes.
Monitora o financiamento do projeto em nome da empresa, do gerente do programa ou do cliente.
Área de qualidade Assegura-se de que a solução de valor para dinheiro seja constantemente reavaliada.
do projeto Monitora as alterações no plano do projeto para identificar qualquer impacto nas necessidades do
negócio ou do business case.
Revisa a avaliação de impacto de possíveis mudanças no caso de negócios e no plano do projeto.
Verifica e monitora a abordagem de gerenciamento de benefícios para alinhamento com
corporativo, gerenciamento de programa ou cliente.
A abordagem de gerenciamento do business case e seus benefícios deve ter uma baseline e,
Área de Suporte
portanto, estar sob controle de mudanças. A área de suporte do projeto deve aconselhar o gerente
do projeto
do projeto sobre quaisquer mudanças propícias ou reais dos produtos que afetam o business case.
Fonte: adaptado de AXELOS. (2017).
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
realizar o seu trabalho, em vez de serem dirigidas por outros fora da equipe; enquanto
que as equipes multifuncionais possuem todas as competências necessárias para realizar
o trabalho sem depender de outros que não fazem parte dessa equipe.
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• formar equipes em ambientes organizacionais, mesmo naqueles em que ainda não
seja totalmente adotado ou compreendido.
Capacitação e Certificações
As Certificações do PMBOK são:
• Certificação CAPM – Técnico Certificado em Gerenciamento de Projetos®;
• Certificação PMP – Profissional de Gerenciamento de Projetos (PMP)®;
• Certificação PfMP® - Profissional de Gerenciamento de Portfolio fazer PMI;
• Certificação PMI-PBA® - Profissional em Análise de Negócios do PMI;
• Certificação PMI-SP – Profissional em Gerenciamento de Cronograma do PMI®;
• Certificação PMI-RMP – Profissional em Gerenciamento de Riscos do PMI®;
• Certificação PgMP – Profissional de Gerenciamento de Programas®;
• Certificação PMI-ACP – Profissional Certificado em Métodos Ágeis do PMI®.
A Certificação CAPM é para profissionais que trabalham com projetos, sendo proje-
tada para aqueles com menos experiência em gerenciamento de projetos, esta certifica-
ção atesta a compreensão do conhecimento, terminologia e processos fundamentais de
um gerenciamento de projetos eficiente segundo o Guia PMBOK®.
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
OU
• possuir diploma de ensino médio (ou equivalente);
• possuir no mínimo cinco anos de experiência no gerenciamento de projetos;
• possuir no mínimo 7.500 horas de liderança e direção de projetos; e
• ter 35 horas em formação em gerenciamento de projetos.
Aqueles que possuem a certificação PfMP são responsáveis pela execução do proces-
so de gerenciamento de portfólio, pela comunicação em torno do progresso do portfólio
e recomendações para a ação.
OU
• possuir formação de nível superior de 4 anos (bacharel ou equivalente) com no
mínimo 4 anos (6.000 horas) de experiência em gerenciamento de portfólio dentro
do período dos últimos 15 anos;
• Os candidatos devem possuir um mínimo de 8 anos (96 meses) de experiência
profissional em negócios.
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E para manter a Certificação PfMP, os detentores da certificação necessitam obter 60
PDUs a cada ciclo de 3 anos.
OU
• possuir diploma de ensino médio (ou equivalente);
• possuir no mínimo 5.000 horas de experiência de gerenciamento de cronograma
de projetos;
• ter 40 horas de educação em gerenciamento de cronograma do projeto.
OU
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
OU
• possuir diploma de ensino médio (ou equivalente);
• possuir no mínimo de quatro anos de experiência no gerenciamento de projetos;
• possuir no mínimo de sete anos de experiência no gerenciamento de programas.
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• Scaled Profissional Scrum;
• Professional Scrum with Kanban;
• Professional Agile Leadership.
Estas certificações acima são consideradas as fundamentais para quem deseja co-
nhecer o Scrum e abordagens ágeis. Além destas, existem outras focadas em papéis
específicos no Scrum, como Product owner e Developer. Porém, essas certificações
mais especializadas não serão abordadas neste tópico.
As Certificações do [Link]:
• Professional Scrum Master I (PSM I) é uma certificação para comprovar conheci-
mento sobre o Scrum, pois o objetivo é avaliar o conhecimento do Scrum Guide,
o preço é de 150 dólares.
• Professional Scrum Master II é recomendada para aqueles que já tem experiência
prática no Scrum;
• Professional Scrum Master III é o nível máximo de conhecimento para o Scrum
Master.
• Professional Product Owner I (PSPO I) é voltada para quem irá atuar no papel de
Product Owner se relacionando com as áreas de negócio/usuários.
• Professional Scaled Scrum é para os profissionais que querem testar conhecimen-
to no uso do framework NEXUS™ e se aplica quando o projeto envolve várias
equipes. Framework NEXUS foi criado em 2015 para complementar as práticas
do Scrum quando há várias equipes trabalhando em um mesmo produto.
• Professional Scrum Developer (PSD) é para o profissional que quer demonstrar co-
nhecimento no desenvolvimento de software usando práticas de engenharia, testes,
integração e arquitetura.
A Certificação - Certified Scrum Master (CSM) da Scrum Alliance é uma das certi-
ficações mais famosas de Scrum. O custo é cerca de R$ 2.000 e equivale a uma Certi-
ficação PSM I.
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
A Certificação Agile Scrum Foundation (ASF) do EXIN tem como vantagem o fato de
prestar o exame em português e em casa com sistema de monitoramento com webcam,
sendo uma certificação ideal para iniciantes em gerenciamento ágil de projetos, pois é
comparada a Certificação PSM I.
A certificações Agile Scrum Master (ASM) e Agile Product Owner são oferecidas
pelo EXIN como continuidade no programa de formação da Certificação ASF.
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Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
• Implementação PMBOK em conjunto com o Scrum:
A união do PMBOK com o Scrum pode ser analisada por meio da Figura:
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Quadro resumo:
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No ciclo de vida preditivo, pode-se verificar que:
• os requisitos são definidos previamente, antes do início do ciclo;
• entrega os planos no final, entregando um único produto;
• restrição às mudanças, sendo menos possíveis;
• há stakeholders envolvidos nos milestones;
• os riscos e custos são controlados pelo planejamento detalhado.
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
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Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Sites
Transforming the World of Work®
[Link]
EXIN – EXIN Brasil
[Link]
Vídeos
Scrum Fundamentals Certified
[Link]
Leitura
Certificações – PMI
[Link]
PMI Agile Certified Practitioner (PMI-ACP)®
[Link]
Manual PMI-ACP – Português
[Link]
PRINCE2® 2017 Project Management Certifications
[Link]
Guia do Nexus™
[Link]
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UNIDADE
Iteração de Modelos Tradicionais e Ágeis
Referências
AMARAL, D. C. et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos
inovadores. São Paulo: Ed. Saraiva, 2011.
AXELOS. Managing successful projects with PRINCE2. Norwich: TSO, 2017. (The
Stationery Office).
CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: guia completo. São Paulo: Brasport, 2018.
SABBAGH, R. Scrum: Gestão ágil para projetos de sucesso. São Paulo: Editora Casa
do Código, 2014.
SUTHERLAND, J.; SCHWABER, K. The scrum guide. The definitive guide to scrum:
The rules of the game. [Link], v. 268, 2017.
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Gerenciamento
Inserir Título Aqui
de
Inserir Título
Projetos ÁgeisAqui
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento
de Projetos Ágeis com Scrum
Revisão Textual:
Prof. Esp. Claudio Pereira do Nascimento
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento
de Projetos Ágeis com Scrum
Objetivos
• Desenvolver a aplicabilidade do método de gerenciamento de Projetos Ágeis com: Scrum,
PMBOK 6ª. Edição, PRINCE2 Agile;
• Desenvolver das habilidades e competências no gerenciamento de projetos ágeis.
Caro Aluno(a)!
Normalmente, com a correria do dia a dia, não nos organizamos e deixamos para o úl-
timo momento o acesso ao estudo, o que implicará o não aprofundamento no material
trabalhado ou, ainda, a perda dos prazos para o lançamento das atividades solicitadas.
Assim, organize seus estudos de maneira que entrem na sua rotina. Por exemplo, você
poderá escolher um dia ao longo da semana ou um determinado horário todos ou alguns
dias e determinar como o seu “momento do estudo”.
Após o contato com o conteúdo proposto, participe dos debates mediados em fóruns de
discussão, pois estes ajudarão a verificar o quanto você absorveu do conteúdo, além de
propiciar o contato com seus colegas e tutores, o que se apresenta como rico espaço de
troca de ideias e aprendizagem.
Bons Estudos!
UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
Contextualização
Nossa situação-problema central que está sendo proposta para o Cursos é baseada
em um Projeto de Desenvolvimento de um App (aplicativo) SEJ para uma empresa de
Seguros que quer atingir o nicho de mercado do público jovem.
Nesta Unidade, existem 3 abordagens que devem ser verificadas pelos alunos:
• Definir como seria o impacto em nosso projeto da aplicação do SCRUM em Pro-
jetos Ágeis;
• Definir como seria o impacto em nosso projeto para aplicação do Gerenciamento
de Projetos Ágeis;
• Definir como se poderia desenvolver as habilidades e competências do Gerente de
Projeto Ágeis.
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Aplicação do Scrum em Projetos Ágeis
Estudo de Caso
É um Projeto de Desenvolvimento de Software Aplicativo Mobile para uma empre-
sa de Seguros com foco a atingir o mercado do público jovem para dois ramos: seguro
de automóvel e seguro de acidente pessoais.
Usando o Scrum
Nesta etapa, utilizamos a metodologia Scrum para o Gerenciamento do Projeto do
Caso de Uso.
Os eventos do Scrum visam criar uma rotina para diminuir a necessidade de muitas
reuniões. Em cada evento existe uma oportunidade de inspecionar e adaptar parte do
projeto. Quando não se utilizam de forma adequada todos tipos de eventos, pode não
ocorrer a otimização dos ganhos proporcionados pelo método.
Pode-se detalhar outros tipos que são considerados conjuntos menores de artefatos:
• Product backlog:
» É todo o backlog que será construído/trabalhado ao longo do projeto;
» No nosso caso o Aplicativo para Seguros Pronto.
• Sprint backlog:
» É somente a parte do backlog considerada “pronta” e selecionada para ser traba-
lhada na versão da Sprint;
» O primeiro Sprint é chamado Sprint 0 e geralmente contém algum item princi-
pal elencado pelo Product Owner.
• Incrementos:
» São os acréscimos advindos das versões posteriores, ou seja, sprint 1, sprint 2,
assim por diante;
» Cada um desses sprints apresenta algumas funcionalidades secundárias em or-
dem de priorização.
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
Para que o time do nosso projeto, a recomendação é que efetuem todos os even-
tos Scrum.
O Scrum pode ser aplicado em qualquer tipo de projeto, não importando o tama-
nho ou ramo de negócio, mesmo em projetos complexos, sendo preferido em casos
de projetos de ambiente de tecnologia, geralmente com equipes menores de 03 a 07
pessoas. Este tipo de método é geralmente utilizado em consultorias que usam o mo-
delo de precificação homem/hora.
O Scrum possui várias regras, entre elas que o time ou equipe possua característica
auto-organizável e multidisciplinar.
O time deve sempre ser formado por profissionais com experiência e com seniori-
dade, pois times experientes possuem melhor desempenho.
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O planejamento do Sprint, ou seja, da versão de entrega, deve ser realizado apenas
uma vez quando se iniciam os Sprints que deverão ser entregues sucessivamente para
se completar o produto final.
Agora vamos observar o ciclo de vida do Scrum aplicado ao projeto App SEJ:
Visão do Produto faz a descrição objetiva da meta da fase e suas realizações, onde
cada fase pode ter uma meta e um produto descrito.
Elicitar requisitos é uma das fases do projeto na qual são extraídas as informa-
ções do cliente sobre o projeto, onde são percebidas as necessidades do sistema e as
suas características.
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
O Product Owner é quem define as histórias do produto que devem ser comple-
mentadas com documentos necessários e preparado o backlog do produto para com-
pletar o entendimento.
Outra técnica que ajuda na estimativa das histórias e tarefas com base no consenso
do time Scrum é o “Playing Poker Card”.
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• 2;
• 3;
• 4;
• 5;
• 8;
• 13;
• 20;
• 40;
• 100, representa uma história bem grande, para seu sucesso deve ser particionado
em tarefas menores, existindo o risco de uma estimativa errônea neste caso;
• “?”, representa uma história indefinida;
• “figura de uma xícara de café”, representa pausa para um break ou café, um des-
canso, pois a reunião pode ter sido longa.
Aplicação do Gerenciamento
de Projetos Ágeis
O PMBOK lançou na sua 6ª. Edição o Anexo 3 detalhes para uso do Gerenciamento
de Projetos Ágeis. O ciclo de vida é diferenciado, onde se caracteriza pela elaboração
progressiva dos requisitos com base em planejamento iterativo curto e execução de ci-
clos. No nosso projeto poder-se-ia utilizar uma sequência para cada tipo de seguro: um
para seguro auto e outro para pessoal.
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
Nesta nova edição existem alterações quanto aos Grupos de Processos. No Grupo
de Inicialização os projetos adaptativos utilizam e validam a utilização do termo de
abertura do projeto frequentemente.
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os stakeholders mais importantes e a equipe realizam uma revisão retrospectiva.
A demonstração e a revisão auxiliam a verificação do andamento em relação ao plano
e mostra se é necessária alguma mudança no escopo, no cronograma do projeto ou
nos processos de execução.
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
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por um gerente de projeto. Por exemplo, as modificações ou melhorias que necessitam
ser feitas em um produto já existente e os prazos são baixas.
Geralmente, deve haver uma lista grande dessas tarefas que aparecem durante toda
a vida útil do produto, podendo existir uma equipe dedicada a esse trabalho. A visão
diferenciada no PRINCE2 é que o Projeto pode até ser uma coleção de itens da BAU
manuseado coletivamente.
Na prática, ao ser utilizado em um projeto quando um novo produto ou serviço é
criado ocorre a necessidade de um comprometimento dos stakeholders para que haja
no escopo menor requisitos que contenham incerteza.
A equipe do projeto pode estar localizada em locais diferentes. Mesmo que o pes-
soal da equipe mude, o projeto pode ter longa duração e fazer parte de um programa
maior de trabalho, precisando que seja gerenciado por um gerente de projeto.
A equipe que desenvolverá o nosso projeto com a metodologia PRINCE2 Agile
precisará se adaptar a estas características.
Como um projeto possui etapas definidas para o trabalho inicial até que a atividade
de entrega se inicie, no final de um projeto. Neste ponto a equipe do projeto pode
ser desfeita e seus componentes podem atuar em outros projetos. E o produto criado
estará pronto para o uso operacional e, a partir daí, deve ser mantido e melhorado em
um ambiente BAU. Neste momento, a mesma equipe ou outra pode assumir a manu-
tenção do sistema entregue, ou seja, do produto pronto, mas em produção.
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
O PRINCE2 Agile pode ser usado apenas no lado esquerdo da linha pontilhada
(ou seja, para projetos). Ágil pode ser usado em ambos os lados (ou seja, usado em
projetos e para BAU).
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• Monitorar; e
• Controlar.
Mas, de forma geral, a recomendação para os gestores é de que estes sempre de-
vem desenvolver as habilidades de:
• Liderança;
• Comunicação; e
• Motivação da equipe.
Quando se observa sobre o aspecto de liderança, muitos estudiosos se aprofunda-
ram no assunto:
“O estilo de comportamento do líder refere-se ao que ele faz e como o faz” (WHITE;
LIPPITT, 1939).
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UNIDADE
Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
Existem também duas denominações que devem ser observadas, pois causam con-
fusão com o conceito de liderança, que são: coaching e mentoring.
Mentoring é uma forma de tutoria onde um profissional mais sênior e mais expe-
riente orienta e compartilha com profissionais mais jovens, que estão iniciando no
mercado de trabalho ou numa empresa, experiências e conhecimentos no sentido de
dar-lhes orientações e conselhos para o desenvolvimento de suas carreiras.
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Figura 6 – 5W2H
Fonte: Acervo do Conteudista
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Aplicabilidade da Técnica Gerenciamento de Projetos Ágeis com Scrum
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
Livros
PMBOK com Foco Ágil – Anexo 3
PMI - Project Management Institute. Um Guia do Conhecimento em Gerenciamento
de Projetos (Guia PMBOK). 6. ed. Newtown Square, PA, 2017.
Leitura
Scrum
[Link]
PRINCE2 Agile
[Link]
Motivação
[Link]
Liderança
[Link]
20
Referências
AMARAL, D. C. et al. Gerenciamento ágil de projetos: aplicação em produtos ino-
vadores. São Paulo: Editora Saraiva, 2011.
AXELOS. Managing successful projects with PRINCE2. Norwich: TSO, 2017. (The
Stationery Office).
CRUZ, F. Scrum e Agile em Projetos: guia completo. São Paulo: Brasport, 2018.
FOGGETTI, C. Gestão ágil de projetos. São Paulo: Education do Brasil, 2014. (Co-
leção Bibliografia Universitária Pearson).
SABBAGH, R. Scrum: Gestão ágil para projetos de sucesso. São Paulo: Editora Casa
do Código, 2014.
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